Backstage | Como o mercado de serviços financeiros faz dinheiro?

Carlos Amade and André Novaes talk with Rogério Oliveira and Murilo Borges about building a career in financial planning. They cover how planners make money through different business models, the mix of technical skills and client relationships you need, and practical steps like getting CEP certification and building a financial cushion before switching careers.
Chapters
Olá, olá, pessoal. Boa noite. Sejam muito bem-vindos a mais uma edição do Backstage da Academia de Planejadores. Eu sou o Carlos Amade, diretor da Academia de Planejadores, e estou aqui, como sempre, na companhia do André Rovais, o sócio-fundador da academia. E, como é de costume na dinâmica do Backstage, a gente vai abordar hoje, nas nossas conversas, a grande temática que foi abordada na nossa Open Class mais recente, uma Open Class na qual o André se concentrou na temática central de uma das séries da Academia de Planejadores, a série Stranger Fees, que discute e traz luz à temática dos modelos de negócio com uma visão bastante abrangente, bastante crítica, inclusive, a respeito da temática dos modelos de negócio em serviço financeiro para pessoas e famílias. Para isso, a gente tem alguns convidados que vão hoje participar aqui conosco dessa conversa com algumas questões relacionadas a esse tema. Boa noite, tudo jóia por aí?
Boa noite. Fala, Carlão. Como é que tá? Tudo bem?
Tudo jóia. Tudo jóia. Graças a Deus. É um prazer estar aqui na sua companhia mais uma vez. Vamos lá pra mais uma?
Bora. Bora. Bora pra mais uma sessão aqui de perguntas e respostas.
Que jóia. Vamos nessa. Primeiro convidado, então, que vai participar conosco hoje é o Rogério Oliveira. Deixa eu convidá-lo aqui ao estúdio. Rogério, boa noite. Tudo bem?
Boa noite, Carlos.
Boa noite.
Tudo bom?
Tudo joia, tudo joia, Rogério.
Bem-vindo.
Obrigado pela participação.
Vamos lá. A palavra está com vocês.
Vamos lá, Rogério.
Vamos lá, então. Eu estou começando o curso agora. Estou aprendendo um pouquinho sobre a carreira. Eu não sou do mercado financeiro. Minha carreira nos últimos 15 anos foi na área de auditoria tributária. nos mais diversos ramos dessa auditoria, dessa carreira.
E uma dúvida que me surgiu durante o curso é a seguinte.
As referências que você deu no curso, André, Agner, Jorge Kinder, inclusive você, eu acho, vocês começaram a carreira de planejamento financeiro da forma mais.
Tradicional, vamos dizer assim, que é a parte financeira, o CFP.
Perfeito.
Só que eu estou pensando, agora vou trazer para mim a realidade. Eu não tenho esse background financeiro. Eu estou começando praticamente do zero, vamos dizer assim. O que eu entendo de investimentos é para a minha vida pessoal, que é uns três anos.
Eu queria saber, para essa carreira de Life Planning. Está ruim?
Não, não. Cortou um segundo, cara, mas deu para pegar o fio da meada.
Mas é assim, para uma pessoa como eu, que não vim do mercado com essa experiência tão profunda nesse ramo, até que ponto para iniciar na carreira eu preciso ter o conhecimento da parte financeira, o quanto eu preciso saber, porque com certeza abrange dentro do Life Planning também.
Sem dúvida, sem dúvida, Rogério. Cara, acho que é uma ótima pergunta. Acho que o grande desafio que a gente tem aqui e tenta imprimir, imprimir na direção de orientar as pessoas, é que mesmo o Life Planning ou o Life-Centered Planning, Ele se trata muito mais da conjugação de coisas do que na escolha de uma coisa ou de outra. Ou seja, na carreira não adianta você escolher por uma densidade técnica sem um aprofundamento relacional, como também o contrário não é verdadeiro. Então é fundamental, cara, também conjugar, conciliar os aspectos técnicos, toda a cartilha de um conhecimento em finanças pessoais, em planejamento financeiro pessoal. Agora, o importante também é, quando a gente fala em uma cartilha, eu acho que é saudável salutar a gente, por exemplo, observar com atenção aquilo que é proposto pela própria Planejar, que é quem, então, detém a marca do CFP, do Certified Financial Planner no Brasil. Mas ali você tem um escopo bastante largo e bastante profundo também de conhecimento. Não é nos primeiros anos da sua carreira que você tem que conhecer tudo sobre questões tributárias, talvez inclusive, né Rogério, pela experiência aí como auditor tributário, isso até te seja mais fácil. Ou então questões sucessórias. Mas conceitos básicos de orçamento, de planejamento de aposentadoria, de fluxo de caixa, de investimentos, é importante que um planejador tenha para se lançar nessa carreira. E quando isso é conjugado com todo o aspecto mais relacional, investigativo, curioso, atencioso, a história que as pessoas trazem, aí você acaba se tornando um profissional muito mais completo. Mitch Anthony costuma dizer algo que acho genial. Ele diz que o que a gente faz como planejadores centrados na vida Não é sobre a história dos números, é muito mais sobre o número de histórias. que as pessoas vivem e como é que a gente consegue organizar todas essas histórias, mas para que a coisa não fique esotérica demais, a gente usa os números, as finanças, o planejamento para organizar esse negócio todo. Então, curiosamente, essa pergunta é interessante porque todo mês de novembro, a gente está aqui em novembro de 22, hoje é um dia curioso, 22 do 11 de 22.
E todo novembro eu apresento para toda a equipe da Life o tema do nosso ano seguinte. Então a gente teve essa reunião com o grupo todo na semana passada, ocasião na qual eu apresento o tema de 2023. E o nosso tema é impacto transformador. E na direção de um impacto transformador, eu apresentei sete paradoxos, paradoxos porque parece que são coisas que se opõem, mas eu acho que elas devem ser conjugadas, para quando conjugadas a gente se torna um planejador de excelência. E essa é uma das coisas que a gente tem que conjugar. Todo o aspecto life planning e também o aspecto financial planning. E aí você então se lança nessa atividade. Tentando responder de maneira bem prática, Rogério. André, dá para eu ter algum cliente, se eu tiver noções muito, muito básicas de orçamento, fluxo de caixa, dá para atender gente? Talvez você vai resolver alguns problemas de um escopo muito bem definido, talvez você não vá, por exemplo, caso se depare com alguém, dizer que você vai cuidar de questões sucessórias, de alocação de ativos complexos, até porque isso requer uma regulação junto a CVM, para você obtê-la são outros pré-requisitos, mas é possível sim começar, Rogério. E no contexto do CEP, você já está com a gente, bem citou isso, eu acho até que é algo importante para trazer para as mentorias em grupo e você começar a colher como é que a turma tem começado. Um dia todo mundo começa. A Life está fazendo 15 anos esse ano, eu comecei três anos antes de fundar a Life e também comecei quando, na verdade, eu não tinha muito para quem olhar. Então eu literalmente comecei começando, mas o meu convite é, se você acha que, poxa, eu acho que eu me encontrei nesse arcabouço chamado life planning e isso é bom, eu te digo, não, não é o suficiente. É muito bom, mas não é o suficiente. Do outro lado, você, então eu vou deixar isso de lado, eu vou correr agora no meu expertise técnico financeiro, isso também não é bom. O que você tem que fazer é conjugar, aprender a conciliar essas duas coisas. E digo mais, talvez seja até uma vantagem competitiva, Rogério, fazer isso no começo da carreira. Porque hoje o que a gente muitas vezes vê é gente muito boa, tecnicamente falando, mas que tem vícios de conduta que afastam ou muitas vezes até impedem a pessoa de desenvolver uma área mais cuidadosa, mais relacional.
Então eu acho que isso pode ser transformado numa vantagem, se você enxergar o poder da conjugação.
É.
Isso aí.
Cara. É paralelo.
E não serial. É bem isso mesmo. E você está pensando em fazer um movimento para a carreira? Como é que você está? Está no radar? Sim, sim.
Está no radar. Talvez não tão bruscamente. Fazer algum... Com o pai Simone é bem tranquilo. Colocar o pé, né? Colocar o pé na piscina primeiro para sentir.
Boa.
Ver como que a coisa desenvolve. Porque a gente planeja muitas coisas, mas na hora que começamos a fazer, o que acontece, né? Não adianta a gente ficar... Uma vez eu trabalhei com os coreanos.
Ele estava trazendo a empresa aqui para o Brasil.
E eu falei, Mr. James, qual é o planejamento para daqui a cinco anos? Ele falou, não faço a mínima ideia, mas tem um planejamento mais ou menos para três anos, dali para frente não dá para saber.
Mais ou menos isso.
Eu acho que ele não está tão errado, viu? Eu me enxergo da seguinte maneira. Eu não sei se são cinco, se são 50 ou se são cinco dias, mas eu sou muito aderente à essência do que a gente faz. Mas a forma como a gente faz essa essência pode mudar daqui a cinco dias. Então, de novo, talvez é conjugar essas duas coisas também. Eu, pelo menos, sou um aprendiz disso também, Rogério. Não estou aqui para dar nenhuma lição, não.
Sim, sim, através do conhecimento.
É isso aí, é isso aí. Rogério, fiquei sabendo que você mora perto da gente aqui. A gente está tentando aqui, né, Rogério, fazer um teatro, mas, turma, eu descobri, vendo o Rogério aqui, logo antes da gente começar, que a gente se conhece há mais de 20 anos. Então, deu saudade, viu, Rogério, de você vir para casa, mas também descobri que você está em Barão Geraldo, perto da gente aqui, que somos as Campinas. Vamos marcar esse café para esse ano ainda, hein, cara?
Vai ser muito bom.
Com certeza. Vou colocar o começo em dia.
Vai ser um bom café.
Tem que ser um churrasco.
Obrigado, Rogério. A gente se fala, cara. Um abraço.
Obrigado, Rogério. Obrigado, Carlos.
Boa noite. Obrigado você pela participação, Rogério. A gente se vê na semana que vem na mentoria do STEP. Um abração.
Joia. André, o próximo participante que está aqui já nos bastidores é o Murilo Borges. Deixa eu convidá-lo aqui ao estúdio. Murilo, boa noite. Tudo bem?
Boa noite. Tudo bem? Me ouvem bem?
Muito.
Super bem, Murilo.
Legal. Boa noite, André. Boa noite, Carlos. Tudo bem?
Tudo joia. Bem-vindo, Murilo.
Valeu. Obrigado.
Valeu.
Legal. E aí, André?
Diga lá como é que eu posso te ajudar.
Legal. André, assisti algumas vezes alguns vídeos seus aí do Open Class, falamos rapidamente aí sobre os modelos de atendimento, modelos de negócio, sobre atendimento direto ao cliente.
E aí por muito tempo fiquei pensando sobre esse modelo, enfim, que me fizeram repensar sobre a minha atuação. Eu sou, hoje, gerente comercial de um grande banco, atuo com empresas e tal, e também sou certificado CFP, tenho CEA também, e em virtude dessas conversas que tivemos, eu tive alguns despertares, comecei a me imaginar atuando de outra forma, atuando com o modelo direto. E talvez a minha pergunta seja muito complementar àquilo que o Rogério trouxe agora, anteriormente, é como dar o primeiro passo para fazer uma transição e passar a ter o atendimento direto ao cliente, não somente atendendo através de uma bandeira de uma instituição. Então era essa questão que eu tinha levantado no início das nossas conversas.
Legal, legal. Olha, cara, bom, primeiro.
Acho que a sua pergunta é... Muita gente deve se identificar, viu Murilo, com qual é o primeiro passo, com qual é a primeira porta que eu abro, né? Literalmente o primeiro passo é o mais cedo de analogia. Cara, aqui eu tenho que tentar... te dar algum valor sem tentar parecer um cara meio chato na direção de tentar vender o peixe além da cauda, né? Mas eu vou te dar uma resposta curta e depois a gente vai bater um papo, tá? Cara, a resposta curta é, eu tenho a menor dúvida de que a melhor coisa que você pode fazer, melhor, disparado, é literalmente fazer a matrícula no CEP. Ali a gente te dá não só o primeiro passo, como a gente te dá toda a trilha necessária para você permanecer depois com o segundo, terceiro, quarto, e não só uma quantidade de passos, mas uma ordenação para esses passos. E repare que eu usei o termo trilha. A trilha é diferente de um trilho. O trilho, se a gente descarrilha, um acidente acontece. Já numa trilha, a gente pode até sair um pouquinho dela. Ei, eu acho que tem um mirante bacana logo por ali. Deixa eu dar uma espiada, deixa eu testar alguma coisa, deixa eu tentar algo diferente. Mas você tem a segurança de que eu posso voltar para uma trilha, seguir nos passos sugeridos, que eu chego onde eu quero chegar. Então, o primeiro passo é se educar. Quando a gente fala em se educar, a gente talvez pense, então deixa eu buscar a teoria. Tudo que é, então, planejamento, no modelo direto, atender cliente, a teoria do contrato que eu tenho que fazer, a teoria do processo que eu tenho que estabelecer, a teoria da tecnologia que eu posso usar. E depois você fala assim, bom, agora que eu estou bem montado numa teoria, eu vou me lançar a prática, eu desejo ter clientes. O CEP aborda tudo isso, mas ele aborda um terceiro elemento também, que eu acho que é o mais importante de todos eles. que é eu preciso conhecer o mercado como um todo, o ambiente competitivo, a história que eu estou começando a fazer parte, toda a gestão da prática daquilo que eu quero desenhar, as metodologias que existem, as tecnologias que existem, o cuidado de compliance que eu preciso ter. Além disso, eu preciso entender como é que eu promovo Porque você rapidamente comentou, gerente comercial, segmento empresas de um grande banco. Muitas vezes eu imagino, Rogério, que você possa chegar em algum lugar e dizer, olá, meu nome é Murilo Borges do X. Nome da instituição financeira, e as pessoas falam, ah, legal. Passa a ser uma parte do sobrenome. Já no modelo direto, olá, eu sou o André Novaes. E isso implica no desenvolvimento de toda uma estratégia nova, uma estrutura nova de posicionamento, para que a sua posição no imaginário e na confiança de quem você conversa fale, esse cara pode me ajudar, ele pode resolver os problemas que eu tenho. Isso é posicionamento-posição. Aí depois, para que então, com quem você está conversando, que essa pessoa consiga articular quais são os problemas, existe toda uma técnica de vendas para que isso aconteça, que não é mais uma venda centrada nos cento e tantos anos de uma grande instituição, ou então na propaganda que foi veiculada, ou nos escritórios suntuosos que existem, é um processo de venda orientado na confiança. na confiança e na capacidade que a gente tem de ajudar as pessoas a articularem um problema. De novo, a gente não cria nenhum problema para ninguém, a gente cria a solução. Mas a pessoa só se sente compelida à solução se ela é capaz de articular o problema. E eu posso te dizer, Murilo, primeiro passo, depois de tudo isso, se você masterizar a técnica de fazer as pessoas articularem os problemas, você tem uma avenida que se abre para o desenvolvimento comercial e para o desenvolvimento da sua carreira. Então o CEP busca te entregar tudo isso, tem conseguido te entregar tudo isso. E talvez a grande síntese do CEP é justamente essa. Turma, a gente tem que sair daqui sabendo toda a história do mercado, os modelos de negócio, a gestão da prática, a questão metodológica, a questão tecnológica, toda essa abordagem para o life planning, mas tudo isso tem que ser sintetizado em eu saio do CEP, e eu sou capaz de ajudar alguém a articular um problema. E ao fazer isso, eu tenho dela a confiança de que eu posso ajudá-la a resolver. Se você conseguir essas duas coisas, alguém articular o problema e você se apresentar em confiança como a solução, você cria uma carreira nova, centrada em você. E aí é que eu acho que a gente deixa de ser peça do jogo dos outros e passa a ser jogador do próprio jogo. Mas já que a gente está na época de Copa do Mundo, eu acho que o modelo direto é Copa do Mundo. É só pra cara craque de bola. Então tem que treinar. E o CEP serve como aquela concentração que você vai pra treinar com os melhores, ao lado dos melhores. e depois você tem que entrar em campo, jogar o jogo. Então eu não tenho dúvidas, cara, de que esse seria o primeiro passo. O caminho. É, é o caminho. É o caminho que a gente pode literalmente te dar. E como a gente sempre fala, não é um caminho... Olha, há dois anos atrás, eu decidi ser planejador financeiro. E acho que masterizei tudo o que tenho que fazer para ser... Não, não. Acho que há 15 anos fazendo isso, a gente começou agora a entender.
A gente aqui não é a última bolacha do pacote, viu, Murilo? Mas, por ter errado tanto, a gente aprendeu um pouco.
E é isso que a gente tem mostrado para as pessoas. E o grande barato é que também os 15 anos, de alguma maneira ou de outra...
Traz uma vivência legal, uma bagagem boa.
E a gente mais acertou do que errou. Tem mais crédito nessa conta do que débito, mas os débitos também existem, porque a gente nunca se privou de errar aqui. Então, cara, outra coisa, estar numa comunidade é muito bom, Porque a atividade também do modelo direto é solitária. Ela é quase que intrinsecamente solitária. Você cria um canal de intimidade com aquela família que você serve. Então aquela família não vai abrir para você e para mais cinco pessoas os tabus que ela tem. Se a gente para para pensar, dinheiro é o último tabu. Então a natureza da atividade como planejador é inerentemente íntima e quase que solitária. Então também estar no contexto de um grupo ajuda muito.
A não apenas receber e dar os primeiros passos, porque o que a gente aprende é que muitas vezes as pessoas têm receio de dar esses primeiros passos. E você também, quando olha do lado e fala, eu não estou sozinho, eu não estou fazendo nenhuma loucura, isso também ajuda a gente a continuar caminhando o caminho que tem que ser caminhado, como eu costumo dizer aqui para a turma.
Legal, André. Agradeço pela sua atenção, cara. Muito bom. Contribui e ajuda a criar novos modelos na cabeça, novas formas.
Isso também ajuda a gente a continuar caminhando o caminho que tem que ser caminhado, como eu costumo dizer aqui para a turma.
Legal, André. Agradeço de imaginar uma transição e uma mudança. Agradeço imensamente.
Imagina, cara, imagina. É um privilégio poder te ajudar. E obrigado também.
Obrigado você por dar atenção, cara. Muito bom. Contribui, ajuda a criar novos modelos na cabeça, novas formas.
Pela oportunidade que você deu para a gente de receber essa sua pergunta e de te ajudar. Foi muito bom. Obrigado.
A disposição. Forte abraço.
Valeu, Murilo. Abração.
Valeu, Murilo. Obrigado pela participação.
Obrigado.
Um abraço.
Um abraço. Até logo.
Diga, a gente tem mais perguntas na manga, pelo que estou sabendo, não é?
Temos. A gente está com algum tempo de.
Imaginar uma transição, uma mudança. Agradeço imensamente.
Imagina, cara, imagina. É um privilégio poder te ajudar. E obrigado também pela oportunidade que você deu para a gente de receber essa sua pergunta e de te ajudar. Foi muito bom. Obrigado mesmo.
A disposição. Forte abraço.
Valeu. Obrigadão. Abração.
Valeu ainda, né? Então acho que dá para a gente abordá-las.
Tá bom.
Você vai colocar no slide. Beleza.
A primeira delas está da Adriana. Ela não pôde estar ao vivo com a gente, mas a gente se comprometeu em responder, e ela, então, pergunta para a gente qual barra, o que é preciso para...
É, Murilo, obrigado pela participação.
Obrigado, um abraço.
Um abraço, até logo.
Então, diga, a gente tem mais perguntas na manga, pelo que eu estou sabendo, não é?
Temos. A gente está com algum tempo ainda, não é? Então, acho que dá para a gente abordá-las.
Está bom.
Você vai colocar no slide, beleza.
A primeira delas, um planejador trabalhar também no exterior. Adriana, se estivéssemos juntos aqui, talvez eu teria que perguntar mais alguns detalhes, mas acho que se você quer trabalhar no exterior atendendo nativos.
Você provavelmente vai ter que buscar todo o arcabouço regular da Adriana Ela não pôde estar ao vivo com a gente, mas a gente se comprometeu em responder, e ela, então, pergunta para a gente qual barra, o que é preciso para um planejador trabalhar também no exterior. Adriana, olha, bom, acho que eu... Se estivéssemos juntos aqui, talvez eu teria que perguntar mais alguns detalhes, mas eu acho que se você quer... Técnico desse lugar que você está. Por exemplo, o ambiente tributário americano, brasileiro, italiano, português, argentino, é muito diferente, então você tem que se especializar nisso. A mesma coisa vale para os ativos financeiros. Agora, se o teu negócio é isso, é trabalhar no exterior atendendo nativos, estar morando em outro país, mas atender brasileiros, a gente inclusive tem, você provavelmente vai ter que buscar todo o arcabouço regulatório técnico desse lugar que você está. Por exemplo, o ambiente tributário americano, brasileiro, italiano, português, gente no CEP, que reside em Portugal e que faz isso. Eu já passei uma temporada da minha vida em outro país e continuei atendendo os meus brasileiros. Basicamente, o que a gente precisa é o que a gente já tem, que é tecnologia. Tecnologia para isso a gente já tem de sobra. Então, acho que você tem que entender, argentino é muito diferente, então você tem que se especializar nisso. A mesma coisa, é menos a questão do exterior, é mais a questão do público que você vai atender, se for vale para os ativos financeiros. Agora, se o teu negócio é estar morando em um outro país, mas atender brasileiros, a gente inclusive tem gente no CEP, que reside em Portugal e que faz isso. Brasileiro, você tem todo o arcabouço técnico-regulatório também do Brasil, mas você só vai estar num fuso diferente. E a tecnologia diminui qualquer distância. Já se você for atender nativos, independentemente do país. Eu já passei uma temporada da minha vida em outro país e continuo atendendo o país. É claro que você precisa observar e se atender aos meus brasileiros, basicamente o que a gente precisa é o que a gente atende, que é tecnologia. Tecnologia para isso a gente atende e sobra. Então, acho que você tem que entender, é menos a questão do exterior, é mais a questão do público que você vai atender. Se for adequar à questão regulatória, técnica do mercado que você vai trabalhar, ok?
Temos mais uma pergunta, Carlão. Para iniciar no planejamento financeiro, ainda sem experiência, qual deve ser minha prioridade referente à estrutura de negócio? Brasileiro, você tem todo o arcabouço técnico regulatório também do Brasil, reserva financeira, tipo de atendimento, metodologia. e qual é importante escolher um nicho, mas você só vai estar num fuso diferente e a tecnologia diminui qualquer distância. Já se você for atender nativos, independentemente do país, é claro que você precisa observar e se ajudar. Bom, a prioridade, uma pergunta muito parecida com a do Murilo, eu acho que é se educar. e a gente gostaria que você pudesse contemplar o CEP como o ambiente para você se desenvolver. Parte, né, Carlão, a partir dos módulos que a gente tem, mas fundamentalmente a partir das mentorias, e basicamente as mentorias, o Carlos é quem lidera todas elas, as mentorias fundamentalmente são exadequar a questão regulatória, técnica do mercado que você vai trabalhar. Ok? É exatamente isso que o Clírton está perguntando para a gente, né, Carlos? É começo de negócio, né?
Boa parte delas, se não a totalidade delas, né, André? Em algum momento esse assunto vem à tona. Então, essa é a proposta. Essa é realmente a proposta. É o momento que a gente tem para... de alguma maneira trazer esse tipo de questão, esse tipo de dúvida, que sempre faz parte do processo de quem está avaliando uma transição de carreira, para uma conversa mais contextualizada.
Então... Temos mais uma pergunta, Carlão? Para iniciar no planejamento financeiro, ainda sem experiência, qual deve ser minha prioridade referente à estrutura de negócio? Exército financeiro, tipo de atendimento, metodologia e qual é importante escolher o nicho? A prioridade é uma pergunta muito parecida com a do Murilo, eu acho que é se educar. e a gente gostaria que você pudesse contemplar o CEP como o ambiente para você se desenvolver.
Eu reforço aí o convite que você faz para que o Cripton também avalie isso, para que isso possa ser discutido.
Né, Carlão, a partir dos módulos que a gente tem, mas fundamentalmente a partir das mentorias, e basicamente as mentorias, o Carlos é quem lidera todas elas, as mentorias fundamentalmente são exatamente discutidas, não só.
Na nossa companhia, mas também de maneira conjugada com a experiência de...
Exatamente isso que o Clírton está perguntando para a gente, né, Carlos?
É começo de... Todos os demais alunos.
Boa, boa. E, Clírton, tentando passar rapidamente aqui, basicamente, estrutura de negócio, além de, naturalmente, você ter que observar o negócio, né?
Boa parte delas se nota.
O modelo de negócio, basicamente são três. O modelo direto, que é o que a gente defende.
A totalidade delas, né, André? Em algum momento esse assunto vem à tona.
Existe o modelo indireto, que é fundamentalmente o modelo transacional, e o híbrido, que tem um pouquinho de um.
Essa é a proposta. Essa é realmente a proposta. É o momento que a gente tem para... Cada, né?
A outra decisão fundamental que você tem.
Que tomar é, de alguma maneira, trazer esse tipo de questão, esse tipo de dúvida, que sempre faz parte do processo de quem está vazio.
Você deseja ser um lobo solitário ou se você deseja estar num grupo, se associar a um grupo de profissionais?
Tendo uma transição de carreira para uma conversa mais contextualizada.
Então, aí nesse contexto, por exemplo, a Life é um grupo de profissionais que celebram ali a sua identidade, a sua autonomia, mas também reconhecem o valor de estar num grupo. Reserva financeira é sempre importante ter para qualquer movimento.
Eu reforço aí o convite que você faz para que o Cleeton também avalie isso, para que isso possa ser discutido não só na nossa companhia, mas também de maneira conjugada com a experiência de todos os demais alunos.
Boa, boa. E, Cliton, tentando passar rapidamente aqui, basicamente, estrutura de negócio, além de, naturalmente, você ter que observar o que você faça, né? E aqui... pelo menos a gente é muito realista. O modelo de negócio, basicamente são três, o modelo direto, que é o que a gente defende. A gente nunca faz para ninguém o convite de quem me aponte. Existe o modelo indireto, que é fundamentalmente o modelo transacional, e o híbrido, que tem um pouquinho de tudo. A gente estrutura com as pessoas uma transição de carreira, contemplando essa reserva financeira e alinhando bem as expectativas.
A outra decisão fundamental que você tem que tomar é se você deseja ser um lobo solitário ou se você deseja... Talvez é algo que a gente possa também te ajudar. Tipo de atendimento, metodologia, a gente tem um módulo inteiro no CEP para isso. E a importância de escolher um nicho no começo da carreira. Carlão, acho que você tem uma perspectiva muito saudável quanto a isso, na ideia de estar num grupo. se associar a um grupo de profissionais. Nesse contexto, por exemplo, a Life é... Seja abrangente que a natureza depois aponta um nicho. Um grupo de profissionais que celebram ali a sua identidade, a sua autonomia, mas também reconhecem o valor de estar... É legal te ouvir dois minutinhos nisso.
Eu me lembro de a gente já, inclusive, tocar também nesse assunto no contexto de algumas mentorias do CEP.
Num grupo. Reserva financeira é sempre importante ter para qualquer movimento.
E eu aprendi bastante sobre isso também nas conversas que a gente teve e até observando um pouco da sua prática, né, André? Então, o meu comentário a respeito disso, eu acho que vai...
O que você faça. E aqui, pelo menos a gente é muito realista. A gente nunca faz para ninguém o convite de quem me aponte.
Ele se aproxima bastante da experiência, daquilo que tenho observado na progressão da minha própria carreira. E acho que, realmente, num momento...
A gente estrutura com as pessoas uma transição de carreira contemplando essa reserva financeira e alinhando bem as expectativas.
Mas nesse estágio inicial é importante que exista também uma um senso de descoberta, por assim dizer. Apesar de, conforme a gente...
Talvez é algo que a gente possa também te ajudar. Tipo de atendimento, metodologia, a gente tem um módulo inteiro no CEP para isso. E a importância de escolher um nicho no começo da carreira...
A gente já constatou e já discutiu em profundidade com alguns alunos do CEP. Certamente, ser interessante, do ponto de vista comercial, que você tenha uma... Carlão, acho.
Que você tem uma perspectiva muito saudável quanto a isso, na ideia de que seja abrangente, que a natureza depois aponta.
O nicho para uma visão adequada e que você se posicione no sentido de estabelecer realmente um nicho, não necessariamente compreendendo...
É legal te ouvir dois minutinhos nisso.
Eu me lembro de a gente já, inclusive, tocar também nesse assunto no contexto de algumas mentorias do CEP, isso como uma soma de aspectos demográficos, mas muito mais, como a gente costuma dizer, como um entendimento do tipo de situação, do tipo de contexto. E eu aprendi bastante sobre isso também nas conversas que a gente teve e até observando um pouco da sua prática, né, André? Então, o meu comentário a respeito disso, eu acho que vai no qual você gosta de se envolver, no tipo de desafio que você gosta. de guiar os seus clientes, mas eu acho que no momento, no estágio mais inicial da carreira, ele se aproxima bastante da experiência, daquilo que eu tenho observado na progressão da minha própria carreira. E eu acho que, realmente, num momento muito importante de você se expor.
Quantas perspectivas, quantos contextos, quantos problemas, quantos desafios você puder. Mas nesse estágio inicial é importante que exista também uma um senso de descoberta, por assim dizer, né? Apesar de, conforme a gente... Inclusive, quantas configurações também familiares ou pessoais você possa ter contato, né? Até que depois de algum tempo, percebendo a maneira como você lida com essas diversas situações, você começa a perceber o tipo de situação ou desafio que melhor se conecta com o que a gente já constatou e já discutiu em profundidade com alguns alunos do CEP. Certamente, seria interessante, do ponto de vista comercial, que você tenha uma visão adequada e que você se posicione no estilo da sua prática profissional. Mas, na minha percepção, o estágio inicial da carreira não é o momento para você já tentar de antemão definir, de estabelecer realmente um nicho, não necessariamente compreendendo o nicho como uma soma de aspectos demográficos, mas muito mais como a gente construir um nicho específico. E só para concluir esse raciocínio, eu acho que aqui também tem uma evidência importante, André, da, vamos dizer, como um entendimento do tipo de situação, do tipo de contexto, do benefício que existe na opção por você se conectar a um grupo de planejadores, a um grupo de profissionais, porque também pautado na minha experiência, eu tenho bastante consciência de que, muito provavelmente, eu não teria tido a oportunidade no qual você gosta de se envolver, no tipo de desafio que você gosta de guiar os seus clientes, mas eu acho que no momento, no estágio mais inicial da carreira, é muito importante você se expor a quantas perspectivas de tão cedo na minha carreira, atender e servir famílias demografias, quantos contextos, quantos problemas, quantos desafios você puder. Tão diversas quanto as que eu tive oportunidade e tenho oportunidade de servir. caso eu não estivesse conectado à live com essas pessoais. E, inclusive, quantas configurações também familiares ou pessoais você possa ter contato. Até que depois de algum tempo inicial da minha carreira, já no primeiro ano da minha carreira, por exemplo, ainda percebendo a maneira como você lida com essas diversas situações, você começa antes dos 30 anos de idade, por exemplo, já poder servir casais aposentados, perceber o tipo de situação ou desafio que melhor se conecta com o uso. Só para dar um exemplo. Isso me foi permitido pelo fato de que eu fazia parte de um grupo e também podia, a partir dali, acessar um leque de pessoas interessadas nesse serviço.
E mais abrangente do que eu conseguiria acessar de imediato se eu estivesse por conta própria construindo a minha carteira. Então, é algo a se avaliar também. Mas, em resumo, acho que o momento inicial da carreira é momento de exposição, momento de descoberta, e com o tempo você amadurece uma visão a respeito de qual deve ser o seu nicho.
Muito legal. Muito bom, Carlão. Não tenho absolutamente nada a adicionar.
Hattrick, matou a jarada. Essa é a pergunta que a gente tinha aqui, do Reinaldo. Em uma situação de estresse ou ruptura familiar?
No estilo da sua prática profissional, mas na minha percepção, o estágio inicial da carreira não é o momento para você já tentar de antemão. definir ou construir um nicho específico. E só para concluir esse raciocínio, eu acho que aqui também tem uma evidência importante, André, do benefício que existe na opção por você se conectar a um grupo de planejadores, a um grupo de profissionais, porque também pautado na minha experiência, eu tenho bastante consciência de que, muito provavelmente, eu não teria tido oportunidade de tão cedo na minha carreira atender e servir famílias demograficamente tão diversas quanto as que eu tive a oportunidade e tenho a oportunidade de servir.
Já conhecido, qual a importância da participação do planejador mediando a tratativa?
Se eu não estivesse conectado à life de nossas pessoais, né?
Já no momento do cliente, com um escritório de advocacia especializado, visando a realização.
Da sucessão inicial da minha carreira, já no primeiro ano da minha carreira, por exemplo, ainda antes.
Olha, talvez aqui, parece que há um exemplo de um caso de sucessão, ou mesmo se seja uma sucessão, seja com ruptura ou sem ruptura, acho que a.
Função dos 30 anos de idade, por exemplo, já poder servir casais aposentados, só para dar um exemplo. Isso me foi permitido pelo fato...
Fundamental o planejador entender, de um lado, a gente tem no arcabouço... De que.
Eu fazia parte de um grupo e também podia, a partir dali... Técnico, o.
Chamado princípio da competência.
Acessar um leque de pessoas interessadas nesse.
Serviço Então se há um profissional mais competente para realizar aquilo, o nosso fundamental papel é apontar a família para a direção.
Mais abrangente do que eu conseguiria acessar de imediato, se eu estivesse por conta própria construindo a minha carteira.
Então é algo a se avaliar também.
Mas, em resumo, acho que o momento inicial da carreira é o momento profissional.
Você vai acompanhar. Por quê? E aqui vem a conjugação.
Disposição, momento de descoberta, e com o tempo você amadurece uma visão a respeito.
No contexto de uma mesa de serviços profissionais para uma família, o planejador, principalmente aquele planejador centrado na vida, é aquele que tem o privilégio e também, por consequência, a responsabilidade de conhecer a família em maior intimidade.
Então você organiza... Deve ser o seu nicho.
Muito legal. Muito bom, Carlão. Não tenho absolutamente nada a adicionar. Acho que você é... Hattrick, matou a jarada. Essa é a pergunta que a gente tinha aqui do Reinaldo. Em uma situação de estresse ou ruptura familiar, já conhecido, qual a importância da participação do planejador mediando a tratativa. Temisa essa mesa como um todo, você participa das reuniões, você escuta atentamente o que foi colocado e depois queima do cliente com um escritório de advocacia especializado visando a realização da sucessão, seja um advogado, seja, eventualmente, um processo terapêutico em grupo, seja um mediador especializado em conflitos, você se volta à oclusão. Olha, talvez aqui parece que há um exemplo de um caso de sucessão, ou mesmo se seja uma sucessão, seja com ruptura ou sem ruptura, acho que é fundamental o planejador entender, de um lado, A gente tem no arcabouço o cliente e junto com ele, fazendo perguntas, mas também apontando para uma direção, vocês então constroem uma decisão que tem que ser técnico, o chamado princípio da competência ser tomada.
More from André

Lobotomia Financeira: O ciclo da lavagem cerebral em profissionais financeiros

Autoridade Vs. Influência, uma madura reflexão para planejadores financeiros pessoais.








