Planejamento Financeiro Pessoal: o futuro da profissão e o profissional do futuro

Webinar (Open Class) by Academia de Planejadores with André Novaes and Carlos Amadi (6 Dec 2022) about the future of personal financial planning and the professional of the future. Main argument: the market is shifting from commission-based sales to asset management and will continue toward true life-centered financial planning; professionals must evolve value proposition (from AUM to planning), invest in personal/professional development, define niche, build client communities, avoid commoditizing AUM-only models, serve broader classes, and develop talent. The Academia offers the CEP course (10 modules + 12 monthly mentorias, >60 hours) and backstage Q&A on 20 Dec. Key proprietary terms: Life Etapas methodology, Life Center Planner, Project REACH.
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6 de dezembro de 2022
20 de dezembro de 2022
10 módulos e 12 sessões mensais de mentoria ao vivo
R$399 (aproximadamente R$400)
Chapters
Olá, pessoal. Muito boa noite. Sejam muitíssimo bem-vindos. Você está aqui conosco na Academia de Planejadores para a vigésima edição da nossa Open Class. Hoje é um dia de celebração. A gente está celebrando aqui, completando a vigésima edição dessa iniciativa que foi iniciada no ano passado e que, graças a Deus, tem surtido aqui bons efeitos e nos trazido boas conversas, estimulado, boas conversas com profissionais do mercado, com colegas de profissão. É um prazer, como sempre, ter você aqui na nossa companhia. Eu sou o Carlos Amadi, diretor da Academia de Planejadores. Na minha companhia, aqui nos bastidores, está o André Novaes, o predetor, que já vai entrar aqui com a gente. E, diferente das outras edições da Open Class, hoje nós não teremos um workbook para você acompanhar esse conteúdo. No entanto, você pode acessar um e-book bastante completo, um e-book bem robusto, sobre o tema central que a gente vai abordar na aula de hoje. Ao longo de todo o ano, a gente, nas edições da Open Class, a gente foi desenvolvendo toda uma narrativa a respeito de diversos fatores que envolvem a carreira de planejadores financeiros, e hoje nós vamos lançar um olhar e compartilhar com vocês a nossa visão para o futuro desse profissional e para o futuro dessa profissão. E sobre isso nós temos um ebook muito completo que você pode acessar através do site da Academia de Planejadores, academiadeplanejadores.com.br, acessando no menu superior do site a opção conteúdos e ali tem a opção do livro gratuito. Faça isso, faça o download desse documento e também para facilitar aqui para vocês, eu vou compartilhar o link diretamente aqui no nosso chat, tá bom? Como sempre, vamos direto a ponto, eu vou convidar aqui o André para o estúdio. Boa noite André, tudo bom?
Muito boa noite! Fala, Carlão! Olá, pessoal, tudo bem?
Tudo jóia, André. Prazer novamente aqui estar na sua companhia, meu irmão. Obrigado por isso.
Sim. Vamos lá, vamos lá. Mas ainda, Carlão, bem colocou, a nossa vigésima foram nove no ano passado. Carlão, eu estava olhando isso há pouco tempo. e a gente está completando 11 nesse ano de 2002, a gente está em dezembro, eu já estou aqui com a minha camisa festiva, época de Natal, eu pelo menos lá em casa, a gente adora esse momento do ano, então para mim é um privilégio a gente poder conversar sobre esse tema que deve estar já aí na sua tela, o futuro da profissão e o profissional do futuro. Deixa eu já entrar no assunto e daqui a pouco eu faço um pouco de um prólogo aqui, mas você já sabe onde você está, aqui na Academia de Planejadores, um ambiente no qual a gente deseja te oferecer conteúdo, formação, qualificação, especialmente para quem deseja atuar no modelo direto, se livrar do conflito de interesses que é inerente à nossa atividade e se distanciar por completo de modelos de negócio que são dependentes dos investimentos do cliente. Isso é o que a gente faz desde a fundação e é o que a gente vai continuar fazendo em essência, claro, sem também deixar, de vez em outra, observar e pensar sobre a forma como a gente tem feito. Essa é a tônica que é impressa na Life Finanças Pessoais, na Academia de Planejadores e 2023 é o ano que vai ter muita novidade. Olha só, enquanto você está aí preparando os motores, Vamos reforçar que toda a Open Class também tem um backstage, ou seja, a nossa ideia é começar a conversa por aqui, mas não é terminar aqui a conversa, é levá-la para hoje é o dia Que dia é que é hoje, Carlinhos? 6 ou 7? 6. 6 de dezembro. Dia 20 de dezembro, a gente vai ter o backstage desse conteúdo, o futuro da profissão e o profissional do futuro. No backstage, nada de apresentação, uma conversa franca. Quem quiser, entra em contato com a gente pra dizer, hey, eu tenho uma pergunta pra esses caras, eu quero indagá-los acerca de alguma coisa. É também um ambiente para que você possa, caso não concorde ou caso deseja mostrar uma perspectiva renovada, diferente para algumas das coisas que a gente aqui apresenta, é o espaço para você fazer isso. É um bom ambiente de diálogo que a gente tem por aqui. Olha só, esse conteúdo de hoje, ele tem como pano de fundo isso que eu chamo de um gráfico de 100 anos, 100 anos. E deixa eu já te apresentar esse gráfico, primeiro indo lá para 1969, caminhando metade desse tempo de 100 anos até 2019, momento no qual fortemente a nossa atividade foi centrada em comissão de produtos. Isso aqui no Brasil é manifesto principalmente pelos agentes autônomos de investimento. Mas há um tempo já existe um outro tipo de oferta e um tipo de oferta que está ganhando força em algumas casas que estão dizendo, hey, nada mais de comissão, vão agora para gestão de investimento, percentual sobre os ativos do cliente, Isso ganha força o tempo em mercados mais maduros já há algumas décadas e repare isso não faz com que o mercado de comissão deixe de existir mas começa a apontá-lo para baixo é uma substituição e hoje a gente tem talvez se a gente olhar globalmente o Brasil ainda de forma incipiente grande destaque para o modelo de gestão. Mas se eu estico então e crio aqui os 100 anos de 1969 até 2069, eu creio que da mesma forma que a gente percebe, vê, presencia, testemunha a gestão prevalecendo sobre o modelo de comissão, a gente vai atuar no mercado no qual o verdadeiro planejamento deve e vai prevalecer sobre a gestão de investimentos. E é por isso que eu digo que no contexto da academia, você que segue a gente, você que tem o privilégio de estabelecer um diálogo com a gente, porque esse é o nosso formato, creio que a gente tem a maior oportunidade histórica para nos tornarmos líderes verdadeiros e de fato impactar a vida de pessoas, de famílias. Mas a gente tem que entender que já passou a hora, já passou a hora da gente ser planejador e não da gente usar o planejamento. Eu vou repetir isso, já passou da hora da gente ser planejador e não mais a gente apenas usar o planejamento para só falar de investimento, cuidar de ativos e deixar a conversa restrita a uma única vertical. Importante, mas uma vertical. Turma, depois desse gráfico, deixa aqui, antes de eu consumir o teu tempo, te dizer se vale a pena, para quem é essa apresentação. Olha só, para quem deseja ser confrontado com algo novo, a gente vai trazer algumas perspectivas novas, muitas coisas são abordadas no nosso e-book, mas sempre é bom repetir. Para quem sente que o seu modelo de negócio é parecido com 99% dos seus concorrentes, Ele está verdadeiramente preocupado com isso, pois é, eu realmente parecido com 99% dos meus concorrentes, mas ele tem um espaço muito grande para eu atuar e isso ainda não me preocupa. Ok, eu respeito a sua posição, mas talvez ela esteja míope. E provavelmente vale a pena você acompanhar o que eu quero te mostrar, não apenas na direção de você pivotar radicalmente, revolucionar o seu modelo de negócio, apesar de que se a gente bater um papo um a um aqui, é pra onde eu te direcionaria, mas pra você ter uma alternativa. Uma alternativa. E aqui eu te pergunto o quanto vale ter uma alternativa, o quanto vale estar preparado com uma alternativa antes de você precisar usá-la versus o quanto vale precisar usá-la sem antes ter bem fundamentada uma alternativa. Esteja à frente, não esteja atrás de uma curva. E ainda, para quem tem a coragem de desafiar o status quo e a lavagem cerebral que impera no nosso mercado. Aqui a gente quer te trazer alguma coisa diferente, a gente se coloca nessa posição, a gente te empresta uma lente para você pensar e que você, ao pensar, também nos critique, também nos avalie, para isso também serve o nosso backstage. ainda. Para quem está preocupado com a queda de rentabilidade dos seus negócios atuais ao longo desse ano, e eu aqui desejo também fazer uma... exercer aqui uma gratidão e um reconhecimento à equipe da academia. A gente acabou de sair de um novembro que foi um dos nossos melhores meses na história, mas o mais interessante É como as conversas têm ficado mais robustas, as pessoas têm se sentido cada vez mais à vontade de, de fato, se despirem de um personagem profissional do mercado financeiro, tudo impecável e que se ganha muito dinheiro, e de fato colocar pra gente as dores, as angústias, as dúvidas que essas pessoas têm, grande parte disso através do trabalho do Felipe Oliveira, aqui fica o meu reconhecimento ao Felipe por isso. E também para quem deseja mudar o seu status nesse jogo, a você deixando de ser peça do jogo dos outros, indo pra, de fato, ser jogador, jogador do próprio jogo. Mas, pro final, eu vou voltar um pouco com esse tema e deixar um pouco mais claro o que eu quero dizer com isso daqui. Mas olha só, pra resumir, essa é uma apresentação pra quem reconhece que tá tentando, mas ainda Ainda, falta pouco. Ainda não conseguiu tornar-se o planejador, a planejadora que almeja. Ainda não conseguiu tornar-se o verdadeiro, a verdadeira planejadora, planejador que deseja. Turma, a gente tem conhecido muita gente que está tentando Mas muita gente que tá tentando, meio que vamos ver se cola, ou então buscando algum tipo de orientação que é subjetiva demais, que é humanista bastante, a gente aqui não. A gente quer te convidar a caminhar com quem já caminha o caminho a ser caminhado, pra quem tem história, pra quem tem Erros ao longo dessa história, acertos ao longo dessa trajetória, e realmente pode te ajudar a ser um profissional, uma profissional no modelo direto, recebendo apenas de clientes. E aqui eu quero falar uma coisa muito importante, deixa eu ficar um pouco maior aqui. Nunca, jamais, o nosso esforço vai ser para fazer com que o planejador financeiro seja um profissional barato para as pessoas. O nosso esforço sempre vai ser para que ele seja um profissional efetivo e de impacto transformador na vida das pessoas. Vale a pena você também observar que tipo de oferta você está que tipo de grupo você tá participando, a gente adoraria dialogar com você acerca disso, ok? Agora, pra quem essa apresentação não é, não é, aqui também, pra te economizar um tempo, aqui é só um único slide. Pra quem gosta de ficar em cima do muro. Se você gosta de ficar em cima do muro, Você não vai gostar do que eu tenho para te dizer. Eu não faço uso do subjetivismo, do reducionismo, do politicamente correto. Parto sim do pressuposto óbvio de que existem coisas que funcionam, coisas que não funcionam, de que existe a verdade, de que existe um monte de manipulação dirigida a profissionais de serviço financeiro. E é, se você olhar isso com honestidade, você tem que tomar uma decisão. Se é notado, você vai ter que tomar uma decisão. Será que você já não tomou? Também não é um bom conteúdo para quem quer um amiguinho e não um amigo. Se você quer que eu diga o que você está afim de ouvir, cancela isso, pare esse vídeo, pare de assistir isso aqui ao vivo e vai fazer alguma coisa melhor com o seu tempo. A gente aqui vai ter que conversar mais como amigo, eu assumindo o risco aqui de dizer o que você não está afim de escutar. E você depois pode me criticar. Ainda, esse conteúdo não é adequado para quem tem medo de reconhecer que o futuro é amplamente dependente do seu desenvolvimento pessoal e técnico. e não só de tecnologia. Tecnologia é commodity. Cedo ou tarde, tecnologia vai ter custo zero para planejador financeiro. Espera aí novidades nessa direção muito em breve. Ainda, para quem tem receio de perceber que o verdadeiro planejamento financeiro pessoal está no exílio. A gente ainda está no exílio, a gente não é ainda a cultura predominante, nem o brasileiro ainda muitas vezes reconhece isso, pra mim isso não é motivo que deveria afastar a gente disso, isso é um motivo que deveria fazer com que a gente assumisse a liderança nesse contexto. Eu acho que enquanto líderes, a gente não deveria liderar quando o ambiente estiver preparado, mas a gente tem que liderar para que o ambiente esteja preparado. Isso também, em alguns lugares, é chamado de oportunidade. Vamos lá, vamos começar a falar sobre dez mais uma características que revitalizarão o mercado como um todo. Eu vou começar aqui com a número um, e a número um é essa daqui. Evolua a sua proposta de valor. de gestão de ativos para planejamento financeiro pessoal. Queridos, queridas, para muitos o planejamento financeiro pessoal é um envelope bonito, bem feito, bem acabado, bem dimensionado, com uma tipografia adequada, e o envelope tem que ser muito bonito porque o conteúdo é commodity, A gestão de ativo é como hoje. Então você diz que antes você faz o planejamento financeiro, o planejamento de aposentadoria, análise disso e daquilo, mas no final do dia, tudo isso só pra enfeitar a noiva, enfeitar o pavão, Porque o que importa mesmo é a gestão de ativo. Volto a mostrar de novo aquele gráfico. Se a gente então olha os últimos 50 anos, esse gráfico começa em 69, 1900, ele vai até 69, 2069. E há uma nítida, ou talvez a gente esteja sendo profético demais aqui, migração da gestão de ativos para o planejamento financeiro. E com essa migração acontece. aquela palavra ou aquela marca, aquilo que melhor caracteriza uma era, passa a ter um valor decrescente, enquanto que aquele que começa a substituir o que deixa, passa a ter um valor crescente. Então essa é a primeira reflexão que você faz, o planejamento financeiro pessoal na sua prática. Eu quero fazer, mas no grupo que eu faço parte, na organização, no escritório, não tenho muito espaço. Ok, isso é uma característica. Eu só te convido a não usar essa característica como uma desculpa pra você não fazer o que você acha que você tem que fazer. Também não tô te convidando aqui pra ser um louco, doido, barrido. Eu sei que você é um homem e uma mulher responsável, tem família, tem filhos, tem coisas pra cuidar. O que eu tô te convidando talvez é que tal bater um papo na direção de uma alternativa? E de a gente te ajudar a construir uma alternativa? Deixo aqui esse convite. Olha só, o que acontece exatamente nessa migração, quando o valor decrescente deixa de estar em cena, representado pela gestão e a gente passa para o planejamento. É o momento no qual você pode. Ao fazer essa migração, ela não vai ser perfeita. Provavelmente você vai deixar de atender alguns clientes. Mas conversando com americanos, ingleses, franceses, italianos, tem uma turma na Colômbia que a turma tinha bons papos, reestabeleceu uma conversa boa com o cara agora que tá na Austrália, África do Sul. O que essa turma que fez esse movimento, que todos afirmam é, perdi clientes. Perdi clientes. Quais? Os gananciosos. aqueles que são unicamente orientados à performance, e todo mundo tem esse tipo de cliente na carteira. Talvez isso, se for olhado pela lente da alternativa oportunidade, te ajude, sim, talvez, de um lado, com cuidado, a gente tem que olhar isso com cuidado, perder cliente, mas talvez ir para um tipo de vida muito mais bacana, muito mais agradável, uma prática muito, muito melhor. Olha só, esse é um convite para você avaliar o seu modelo de negócio. Sempre quando existem essas transições de era do comissionamento para gestão de ativos e agora da gestão de ativos para o verdadeiro planejamento, é uma boa oportunidade, é uma janela pra você avaliar o seu modelo de negócio. Mas eu não te convido a avaliar o teu modelo de negócio apenas com o argumento raso de que não, eu já avaliei o meu modelo de negócio. E eu decidi que o meu modelo de negócio é bom porque eu sou transparente com o meu cliente. Eu digo como é que funciona o meu trabalho, eu digo quanto eu ganho, eu digo como é que eu sou remunerado, basta eu ser transparente que tá tudo em ordem. O convite contundente que a gente tem feito há anos é que não basta ser transparente, a gente tem que trazer clareza para a relação. E a clareza existe quando o cliente sabe, entende, faz a conta do quanto essa transparência custa para ele. E você também precisa avaliar ou ter um modelo de negócio sobre essa lente. Não faz sentido você construir uma carreira com capital reputacional sendo transparente, pautado numa assimetria, que o cliente não sabe fazer a conta. Ao descobrir como é essa verdadeira conta, principalmente a conta da gestão de ativos, provavelmente ele não vai querer ficar com você. Você tem que estar na frente disso, mesmo que isso represente algum sacrifício, mesmo que isso aponte para algumas conversas difíceis com o cliente. Deixa eu te dizer uma coisa, isso vai demandar conversas difíceis. O lado positivo disso A gente tem muita gente que já fez esse movimento e a gente pode te ajudar também a como organizar essa transição, esse movimento. Se você quiser, a gente tem um texto que é editorial ali na Academia de Planejadores, o verdadeiro planejamento financeiro, texto no qual eu apresento quatro reformas, quatro reformas para a nossa indústria como um todo, e ali acho que você vai poder ver um pouco mais sobre essa função entre transparência e clareza. Mas deixa eu continuar aqui mostrando o porquê que principalmente o tal do Assets Under Management é uma proposta de perda crescente. Primeiro, a partir do momento que a percepção do cliente é corrigida, por percepção eu falo sobre a assimetria acerca disso, vai ficar cada vez mais difícil para o cliente pagar assets under management no longo prazo e ainda ganhar dinheiro. E isso é uma fragilidade do modelo que tem que ser conversado, no mínimo a gente deveria estar dialogando melhor sobre isso. Tem lados positivos, Mas aqui, ao meu ver, é uma fragilidade que eu não gostaria de entrar numa batalha com o meu flanco frágil dessa forma. Ainda mais se eu tenho a perspectiva de que eu sou o planejador e não de que eu faço o planejamento. Também, conversando com alguns amigos fora, mercado onde isso já está mais evoluído, onde cada vez mais as pessoas estão indo menos para o lado dos Assets Under Management e mais para uma proposta de verdadeiro planejamento, eles colocam o que é chamado de The Killer Question, a pergunta matadora. Então Clinton diz o que? Ok, digamos que eu tenha lá 5 milhões de reais e se eu tiver 10% do que eu tenho, se eu administrar, e depois eu vou replicar nos outros 90%. Você não é fiduciário? Você não defende os meus interesses? O meu interesse é que você faça com 10% da minha carteira e eu replique nos 90%. Por que não? Ah, eu sou fiduciário, mas tem que ganhar dinheiro.
Não é forte a proposta de valor, a gente tem que saber conversar mais abertamente sobre isso. Ainda, a automação de alocação já representa um undercut no valor do assets under management, cada vez mais a automação vai ocupar um espaço, já ocupa um espaço, não era tão difícil há um tempo atrás, 10 anos atrás, você cobrar lá 1,5%, 2% ao ano de AUM. Hoje, qualquer coisa, e eu vou mostrar um artigo da Morningstar que mostra isso, qualquer coisa acima de 0,2%, ou seja, 10% dos 2%. já é considerado caro num mercado mais desenvolvido. Você sabe fazer a conta, dá pra você entender qual é o teu ganho líquido, seja a partir de um ROA bruto, seja numa conta líquida realmente, quanto de ativo você tem que ter, se o total cobrado do cliente for 0,2. Faz a conta, dá uma olhada se vale a pena investir nisso. Outra maneira muito bacana, quem me apresentou isso pela primeira vez.
Do mercado de comissão para o mercado de gestão, vamos imaginar que o mercado de compra e venda de ativos imobiliários não fosse do jeito que é, fosse apenas o contrário do jeito que é. Como é que ele é hoje? Poxa, se eu estou vendendo um ativo, eu que sou o vendedor pago uma comissão para um bróker para um corretor. E se fosse o contrário? Você então, você vai encontrar um bróker, um corretor, que vai comprar o melhor ativo imobiliário para você. E esse corretor, comprador de ativos imobiliários, ele vai te fazer a seguinte proposta. Ei, como é que você prefere me pagar? 6% pra eu achar a casa ideal pra você uma única vez, ou então se tem a opção de me pagar 1% ao ano enquanto você morar em qualquer casa que eu te contar.
Que oferta de como é que você preferiria estar remunerando esse profissional? E o MIT deixa isso de maneira muito clara. Talvez, turma, pagar comissão não seja tão ruim assim, se a conta for feita de fato, de fato, na ponta do lápis. E eu tô muito aderente a isso. Trago não só a Mitch Anthony, mas um cara mais aqui agora da cultura contemporânea, Simon Garfunkel, e ele então, na música Mrs. Robinson, ele disse que, de qualquer maneira que se olhar, para o asset and management, mas isso requer coragem, isso requer um olhar honesto, e vai desafiar muita gente, vai desafiar o status quo, como eu já diria John Bogle, é muito difícil para você que ganha muito dinheiro aceitar o óbvio, mas o óbvio não deixa de ser. Então, a última ponderação aqui nesse primeiro item, como construir uma carreira em algo que você não controla? A gente ainda talvez não tenha passado tanto isso aqui no Brasil, a gente está muito nessa tímida transição, principalmente no mercado de agente autônomo, indo da comissão para a gestão de ativos, mas um marketer, um mergulho profundo no mercado, vai abalar todo mundo como é que a gente consegue. Ah, não vai porque eu vou ter ativos líquidos, títulos públicos. Como é que você vai cobrar? Não tem moral pra cobrar percentual nenhum pra título público, pessoal. Any way you look, you lose. E a gente merece levar essa conversa com mais maturidade, com maior coragem. E esse é só o primeiro ponto do que vai acontecer daqui pra frente. Vamos para o item número dois. Olha só, dois. Invista cada vez mais em sua oferta de planejamento financeiro pessoal, totalmente conectado com a primeira. Se a gente está dizendo que você tem que mudar, agora eu estou dizendo que não basta mudar, mas tem que investir nesse negócio. E quando a gente fala em investir, em planejamento financeiro pessoal, vamos imaginar Eu te convido aqui a imaginar que existem duas maneiras de você fazer isso e bem se posicionar nesse mercado. Uma forma é você se tornar um planejador, um profissional dinheiro orientado. Uma outra maneira é você tornar-se um profissional vida-centrado. A gente tem uma Open Class sobre isso, mas deixa eu te fazer apenas uma pergunta inicial. O que lhe dá mais, maior, satisfação pessoal e profissional? Entregar maiores retornos ou entregar uma vida melhor? Muitas vezes a gente elucubra demais, pensa demais, filosofa demais, questiona demais e a gente esquece do poder que há no simples. O que te traz maior satisfação pessoal e profissional? Entregar maiores retornos. Vou fazer com que a vida dos clientes que você cuida esteja melhor. Alguns podem argumentar, as coisas estão conectadas, eu não discordo de você, mas naquilo que você controla, que você tem uma atuação determinante Seja honesto, seja honesta, você tem uma atuação determinante no mercado de capitais, nos ativos financeiros? Ou será que a sua atuação não pode ser mais impactante, de maior impacto transformador nas atitudes, nas decisões, nas conversas difíceis, na maturidade conjugal, na relação sadia de pais e filhos? Será que não deveria estar nisso o seu maior investimento? Quando eu olho essas duas coisas, o meu convite é para que você saia de cima do muro. Você tem que se especializar numa coisa ou na outra. Elas podem conviver, mas a sua marca, a sua digital, e como é que você começa a perceber sua marca e sua digital? Nas suas palavras, nos diálogos que você tem. Deixa eu te fazer uma pergunta. Se você honestamente reflete nas últimas ligações ou mensagens que você recebeu dos seus clientes, era pra conversar sobre a performance de investimentos, dúvidas sobre investimentos, ou pra te pedir algum conselho?
Isso é determinante. Isso já vai te dizer muita, muita coisa. Então, dá uma olhada nisso daqui. Muito importante você sair em cima do muro, principalmente olhando essa perspectiva, onde você deixa de fazer gestão de investimentos e passa a fazer planejamento. Não de investimentos, não dinheiro centrado, mas vida centrado. Planejamento de vida é pra onde eu te convido. Agora, pra fazer isso você vai ter que encarar duas implicações. Duas implicações. E essas duas implicações são relevantes. Primeiro, por um tempo ainda, e queridos, eu criei esse conteúdo pela primeira vez.
Há cerca de quatro anos. E há quatro anos o dinheiro que era deixado na mesa era bem maior do que é hoje. Há apenas quatro anos. Tanto é que, dentro da equipe da Life, com algumas pessoas, eu tenho conversas muito interessantes na direção de André, eu acho que tá errado.
Deixa eu mostrar como é que tá a minha carteira hoje, como é que eu tenho conseguido trabalhar, como é que eu tenho conseguido desenvolver alguns FIIs, e a minha leitura é que eu já não tô mais deixando dinheiro na mesa. Eu tô conseguindo coletar o valor justo, grande, e eu não tô mais deixando dinheiro na mesa. E essa satisfação tem um valor praticamente imensurado. Mas se não bastasse você ter que deixar dinheiro na mesa, porque essa é a sensação, mas se eu estou cuidando do planejamento, aí eu vou ter que levar o meu cliente para comprar ativos em outros lugares e eu não ganho nada com isso? É, daqui a pouco eu vou te fazer mais uma pergunta do porquê, mas segura aí porque a coisa vai ficar mais complicada. Você ainda vai ter que gastar dinheiro na cadeira. Quem é que está na cadeira? Você está na cadeira e deixa eu te mostrar essa imagem aqui. A gente também tem aqui na academia um grande conteúdo onde a gente explora isso. Rapidamente, repara que o cliente está na parte superior da mesa, tem um profissional ao lado dele, profissional que recebe esse selo de Life Center Planner. Do lado oposto da mesa, os clientes transracionais. os clientes transnacionais, um assessor de investimento, um banker, um corretor de seguro, a relação entre o cliente e essa turma. Primeiro ponto, dar uma pausa aqui. A mesa só é uma mesa quando todas as cadeiras estão preenchidas. Toda cadeira nessa mesa tem a sua importância, o seu valor. Eu não estou querendo aqui diminuir a importância de ninguém, eu só quero te fazer um convite para você refletir onde é que você quer estar. Voltando, no lado transacional oposto ao cliente, profissionais transacionais comissionados, a relação só existe quando há troca. Você compra um produto, eu sou comissionado. Nada por você, por uma empresa que me comissiona, eu sou um homem do meio, uma mulher do meio, um entreposto. Nas laterais da mesa, que eu estou fazendo isso explicando essa imagem de maneira bastante resumida, os profissionais meramente consultivos. A remuneração dessa turma não depende de produtos, da transição de produtos. Aqui tem um advogado, um contador, um conselheiro, um planejador financeiro tradicional. Mas tem um lugar ali, ao lado do cliente, que é reservado, como se fosse aquele lugar reservado, lugar especial, que é para um Life Center Planner. E é justamente nessa cadeira que está o seu grande investimento. Isso implica investir no seu desenvolvimento pessoal, profissional. Digo isso, já disse isso sempre, oro para que eu nunca perca a percepção e que continue dizendo isso. O André de 2022, estamos aqui no dia 6 de dezembro, não será bom o suficiente para os meus clientes em 2023. Eu preciso melhorar, eu preciso evoluir, eu preciso crescer, eu preciso estar ao lado de pessoas que desejem crescer, trocar, que me desafiem, que possam e aceitem ser desafiados também. Isso é que eu quero dizer quando eu afirmo. que você, isso não vai mudar, você vai ter que investir dinheiro na cadeira e cada vez mais, talvez o deixar dinheiro na mesa cada vez menos. Terceiro item dos nossos 10 mais um, o surgimento de um novo alfa, tá? E antes de eu falar um pouco sobre isso, deixa eu fazer um cheque de realidade aqui, tá? Irmã, deixa eu ficar maior aqui pra não ter nenhuma polêmica, nenhuma dúvida e eu tomar minha água, olha só.
Gerenciar os ativos do cliente não é algo sem valor. Há valor na gestão de ativos. O que eu aponto é que ser remunerado por isso é que tem um valor cada vez mais reduzido. Cada vez mais reduzido. E, para que eu não fale isso sozinho, eu quero trazer pra gente o que a Morningstar americana diz acerca disso. Dá uma olhada nessa frase. Diversificação simples e inteligência, baixos custos de portfólio e uma mentalidade de comprar e manter, principalmente em mercados em baixa, podem valer até 3% ao ano em relação a uma estratégia ativa transacional de portfólio. Vamos explorar algumas coisas aqui. Diversificação simples e inteligente. Talvez, por exemplo, fazer um balanceamento entre ativos voláteis e não voláteis, e você então começar a ponderar a sua carteira de maneira simples, simples e inteligente. A nossa atividade tem uma dificuldade absurda em aceitar o simples. Por quê? Porque a gente tem a sensação de que a gente tá ficando de fora. Eu tô ficando de fora de um ativo novo, de uma novidade. Não é possível que pessoas tão bem estudadas, tão inteligentes, que ganham bem, se investem bem, dirigem carros incríveis, não sejam melhores do que eu pra pensar numa coisa que de um lado tem uma simplicidade, do outro lado eu tenho o pedigree. Não é possível.
Eu acho que vale a pena a gente ter uma leitura honesta sobre isso. Ainda, baixos custos de portfólio. E aqui, ao ler o artigo todo da Morningstar, ele aponta qualquer coisa superior a 0,20% ao ano de custo de portfólio é caro. É caro. Não compensa. Não compensa. E aí eu te faço uma pergunta. Como é que você, plugado onde você tem que estar plugado, com o compliance que você tem que ter, com as certificações que você tem que ter, com a regulação crescente que você tem que se submeter, como é que você vai conseguir se sustentar cobrando, no máximo, isso? Tem espaço pra cobrar mais? Claro que tem. Sempre tem espaço pra fazer coisa errada. Sempre tem espaço. Pensa um pouco sobre isso. É a tua reputação. É o teu nome que tá na frente, ok? Ainda, vamos destacar uma mentalidade de comprar e manter, desenvolvimento pessoal, profissional e também do cliente. Desenvolver, formar o cliente nessa direção e não apenas informar o cliente sobre o que está acontecendo no mercado, isso também é um grande diferencial. E aqui, a estratégia transacional de portfólio. Então, essa estratégia transacional.
Promessa que fez muitos profissionais e clientes, o cliente foi no embalo, sair do mercado de comissão para o mercado de gestão. Que promessa é essa? Vamos ganhar do mercado, vamos ganhar do benchmark, vamos ganhar da média, não vou nem entrar na discussão dos absurdos que existem sobre benchmark no Brasil, quem sabe a gente tem um papo sobre isso mais maduro em 2023, mas É isso, são todos esses temas que o artigo da Morningstar está tocando. Volto a repetir, diversificação simples e inteligente, como é difícil para a gente ser simples, mas é na simplicidade que a gente encontra eficiência. Baixos custos de portfólio, o ideal talvez seja muito próximo de zero, e o mercado está caminhando para isso, principalmente o transacional. E uma mentalidade de comprar e manter, desenvolvimento do cliente, formação, planejamento, visão longa, alinhar expectativa, falar de comportamento, melhores decisões. principalmente mercados de baixa, podem valer até 3% ao ano em relação a uma estratégia. Não é que isso dá 3% ao ano, é 3% ao ano a mais do que uma estratégia transnacional. Faça isso, compounded, composto, em 30, 40, 50 anos, dá uma olhada no valor que existe nessa frase. Então, para destacar.
Gerenciar os ativos do cliente não é algo sem valor. Mentalidade de comprar e manter, é uma maneira de gerenciar. Menos os ativos e mais o dono do ativo, o comportamento do dono do ativo. Diversificação simples e inteligente, e tudo isso está na família do verdadeiro planejamento. Ser remunerado por isso, cada vez mais um custo reduzido. Baixo custo de portfólio, estratégia transacional que não leva nada pra ninguém. Queridos, a grande distinção entre o velho e o novo alfa é o seguinte, As medidas, a métrica, a linguagem do velho alfa é mercado e performance. Ei, eu vou te entregar alfa, portanto você está melhor do que se você estivesse no mercado, tua performance é melhor. E se o novo alfa fosse uma medida, e aqui eu não tenho nenhuma pretensão de propor nenhum cálculo, mas e se o novo alfa fosse medida, como é que estaria a vida de um cliente com você? Como é que está a vida de um cliente sem a sua companhia? Sem você ao lado dele, organizando aquela mesa, você como um profissional vida centrado, organizando os profissionais transacionais e também orquestrando os profissionais consultivos. Esse é o novo alfa. A vida do cliente é melhor, pior ou é o mesmo? Com ou sem você? e eu creio que isso seja uma postura muito mais vida centrada, muito mais vida centrada, ok? Olha só, eu vou convidar o Carlos pra entrar aqui, bater um papo com a gente e falar algumas coisas acerca do CEP, e eu já retomo aqui com as outras sete características. Carlão, tá na ativa? Tá na área?
Tô aqui André, cê tá me ouvindo bem? Meu áudio tá legal, hein?
Bola está contigo, meu irmão.
Beleza, daqui a pouquinho eu te convido novamente. Valeu. Vamos lá, pessoal. Eu vou rapidamente compartilhar minha tela com vocês para uma apresentação breve aqui da Academia de Planejadores. Vocês devem estar agora enxergando a minha tela com o nosso site. caso você ainda não o conheça, não deixe de visitá-lo, é o AcademiaDePlanejadores.com.br e como certamente, se você já estiver nos acompanhando há algum tempo, se você estiver já particularmente acompanhando toda essa trajetória, toda essa grande narrativa que a gente vai construindo através das Open Classes, você já tem a percepção de qual é o objetivo mais central da Academia de Planejadores. Se esse é o seu primeiro contato conosco, é importante que você saiba que o nosso principal objetivo é promover qualificação e formação para o planejador financeiro pessoal, mais especificamente o profissional que almeja se posicionar de uma maneira destacada, de uma maneira diferenciada nesse mercado, se posicionando realmente ao lado do seu cliente e atuando a partir de um modelo de negócio que te liberte em todos os aspectos de todas as amarras que são características dos modelos transacionais dependentes de investimentos, focados muitas vezes tão somente na gestão de investimentos e na comercialização de produtos financeiros. Via de regra, o modelo padrão do profissional que atua quando vinculado a uma instituição financeira, seja ela um banco, uma corretora, uma asseguradora. Então, em essência, a Academia de Planejadores foi concebida para fornecer, para promover uma linha de qualificação e de formação que não é sequer prevista pelas certificações do mercado de serviços financeiros, nem mesmo a própria certificação CFP. O que a gente promove a partir da academia é uma linha de treinamento, uma linha de formação que vai muito mais na direção dessas questões que são centrais para definir o modelo de relacionamento que você quer construir junto aos seus clientes. E para a gente colocar isso na prática, para a gente fazer isso acontecer, nós desenvolvemos toda uma estrutura de cursos, sessões de mentoria e uma dinâmica que pode convergir também para um plano de desenvolvimento de carreira que pode te direcionar para uma carreira junto à Life Finanças Pessoais. Também, se esse é o seu primeiro contato conosco, é importante que você saiba que a Academia de Planejadores foi concebida dez anos depois da fundação da própria Life Finanças Pessoais, justamente para atuar como essa base de formação do profissional que atua no nosso modelo, o modelo que a gente chama de modelo direto em planejamento financeiro para pessoas e famílias. Então, ao longo de toda essa trajetória conosco, fundamentalmente, aquilo que a gente vai tentar te ajudar a entender de uma maneira diferenciada é, por exemplo, como você pode, de fato, articular a sua proposta de valor junto aos seus potenciais clientes, como precificar os seus serviços adequadamente e não necessariamente ficar numa constante preocupação ou num constante jogo por se posicionar por preço, é muito mais uma questão de posicionamento por valor, como você pode efetivamente assumir as rédeas de toda a sua trajetória profissional e não necessariamente ficar subjugado ou submetido à dinâmica dos modelos de negócios de instituições financeiras, como converter, transformar, de alguma forma, todo o conhecimento que você acumulou ao longo do tempo, também numa trajetória de certificação, mas como transformar isso numa metodologia, num formato de trabalho, num formato de interações com os seus clientes, que também seja prático e replicável, como, por consequência de tudo isso, poder assumir também o controle sobre o fluxo de remuneração, sobre a maneira como você é remunerado diretamente e exclusivamente pelos seus clientes. Como você pode não mais se utilizar, como muitas vezes é feito nos modelos transacionais, da proposta de um trabalho de planejamento, muito mais como envelope, para no fim do dia comercializar um produto. Mas como efetivamente fazer isso é a essência do seu trabalho junto às famílias que você venha a servir. Então, para a gente de fato colocar isso de uma maneira amplamente prática e didática para os nossos alunos, nós desenvolvemos Toda essa coletânea de conteúdos que passa pelas open classes, passa pelos backstages relacionados a cada tema das open classes. A gente está desenvolvendo agora também um modelo de conteúdos no formato de assinatura, mas a grande experiência de aprendizado no contexto da academia se dá a partir do CEP. O CEP é o curso de excelência para o planejador independente. Ele sempre foi, dentro da academia de planejadores, o conteúdo, o curso mais abrangente, a experiência de aprendizado mais abrangente, mais completa, a partir da qual a gente fornece realmente, quase que literalmente, o caminho das pedras, como o André disse na apresentação de hoje, para que você possa aprender na companhia de pessoas que já trilharam ou estão trilhando essa mesma caminhada. Certamente você deve se identificar, se você já tem algum tempo de experiência nesse mercado, com algumas dessas questões que envolvem desde estratégias de precificação, elaboração de uma metodologia, o engajamento dos meus clientes ao longo do tempo e como mantê-los engajados com esse processo depois de decorridos alguns meses, alguns anos. como efetivamente construir esse modelo de negócio a partir do qual eu possa ser remunerado de maneira direta, de maneira exclusiva pelo meu cliente, sem nenhuma conexão com os investimentos que ele faz, com os produtos que ele vem a comprar, como articular e comunicar minha proposta de valor. como literalmente assumir o controle, né? Assumir o protagonismo da minha carreira e não ficar necessariamente dependente de toda a dinâmica das instituições financeiras. Pra isso é que serve o CEP. A experiência de aprendizado do CEP se dá a partir do acesso imediato, a partir da sua matrícula, a um conteúdo modular, um conteúdo que é desenvolvido ao longo de dez módulos e que é também conjugado. com 12 sessões de mentoria que acontecem ao vivo todos os meses. Todos os meses. Eu já vou falar um pouquinho mais sobre isso, mas, rapidamente, dê aqui uma olhada na estrutura do conteúdo do curso. São 10 módulos bastante robustos, ao longo dos quais a gente começa olhando para toda a história do nosso mercado, como os modelos de negócio, como tudo se iniciou, como os modelos de negócio amadureceram, evoluíram ao longo do tempo, quais são as diferenças entre cada um deles, Como o grande mercado de serviços financeiros orientados às pessoas físicas e às famílias se desenvolveu ao longo dos anos, começando fora do Brasil e também trazendo isso para o nosso contexto a nível nacional, as distinções, as diferenças importantes, relevantes, inclusive para a sua carreira, para o seu posicionamento em relação à escolha, à decisão por cada um desses modelos de negócio, Depois a gente começa a olhar para tudo aquilo que diz respeito à gestão prática da sua prática profissional, passando por questões tão detalhadas quanto a sessão de planejamento, o dimensionamento das sessões e das interações com os seus clientes, o tempo de sessão, o alinhamento de expectativas, o engajamento do seu cliente ao longo do tempo, a gestão do tempo e do seu tempo também como profissional, para que você também possa ter uma perspectiva adequada de crescimento de carteira ao longo do tempo, Depois a gente dedica um bom tempo, e esse é um dos módulos mais extensos do CEP, para falar sobre tudo que diz respeito a marketing e vendas de maneira contextual para o nosso modelo de negócio, passando por elementos relacionados ao story branding, story selling, posição e posicionamento, seu personal branding, a sua marca pessoal e como construir isso, como definir efetivamente, construir o seu plano comercial, como articular sua proposta de valor, como conduzir uma excelente apresentação comercial, em boa parte, inclusive, das mentorias que acontecem todos os meses com os alunos do SEP, sempre, sempre aparece, via de regra, alguma pergunta, algum tema relacionado ao processo comercial. E aqui a gente se dedica para debruçar realmente sobre esse tema com bastante profundidade. Depois a gente também conversa sobre processos, questões mais operacionais, gestão de back-office, alguns cuidados que devem ser observados. Aqui você já consegue perceber que o convite do CEP É também no sentido de você entender como fazer disso um negócio, então você precisa aqui começar a desenvolver uma mentalidade empresária, não somente a mentalidade de alguém que vai executar de maneira prática o planejamento junto aos seus clientes, mas também pensando nessa prática profissional a partir do mindset de um empresário efetivamente. Então aqui a gente fala sobre gestão contratual, processo de cobrança, ferramentas que você possa avaliar, questões relacionadas à gestão tributária, gestão de documentos. Depois a gente começa a olhar com mais cuidado e mais critério também para questões até tecnológicas, ferramentas específicas que podem ser utilizadas até em conexão também com a sua metodologia de trabalho, questões regulatórias e contratuais, esse é um módulo no qual a gente tem a participação do Frederico Gonçalves, que é também sócio da Life junto com o André, e é também o Head de Operações. Depois nós falamos sobre metodologias, métodos de trabalho, a gente dá aqui uma primeira visão da metodologia Life Etapas, que é uma metodologia proprietária da Life Finanças Pessoais, mas fundamentalmente esse é um módulo no qual a gente te ajuda a pensar em como desenvolver a sua metodologia. quais são as premissas, quais são os critérios, quais são as questões que você deve levar em conta para elaborar a sua metodologia de trabalho. E a gente conclui o CEP a partir de uma introdução conceitual ao Life Center Planning, esse é um módulo que tem muita conexão com boa parte daquilo que o André está apresentando na aula de hoje a respeito do que é o futuro desse profissional, de como você deve se posicionar e cuidar para que a sua prática evolua daqui em diante. E além disso, como eu comentei anteriormente, tudo isso é conjugado com 12 sessões mensais de mentoria que acontecem ao vivo todos os meses. A gente já tem uma agenda definida pra isso, normalmente essas sessões acontecem na última segunda-feira de cada mês. São sessões de cerca de duas horas, às vezes até um pouco mais do que isso. nas quais você, como aluno do CEP, é convidado a participar para trazer todas as suas questões, todas as suas dúvidas, muitas vezes para compartilhar também, como alguns alunos costumam fazer, casos específicos, situações específicas que você esteja vivenciando no dia a dia da sua prática profissional, e para que você possa trazer isso para uma conversa, não só conosco, com os instrutores do CEP, mas também para promover uma conversa mais abrangente junto a outros alunos, outros profissionais cada um deles no seu respectivo momento de carreira, com o seu histórico, com o seu background, com as experiências que podem ser compartilhadas. Essa é, de fato, a grande cereja do bolo do CEP, é aqui que realmente tudo é colocado em contexto, e mais do que isso, é colocado no seu contexto, pra te ajudar a entender como colocar tudo isso na prática. Hoje nós já estamos nos aproximando, já precisamos até atualizar essa informação aqui no site, já são mais de 60 horas de conteúdo, na somatória entre os 10 módulos, mais as sessões de mentoria que são gravadas. Caso você não possa participar de alguma sessão, não tem problema algum, você pode assistir a gravação e, inclusive, imediatamente após a sua matrícula, além dos 10 módulos, você terá acesso a todas as gravações. de cada uma das sessões de mentoria que aconteceram ao longo dos últimos meses, desde a criação dessa nova versão do CEP que se deu em março do ano passado. Então tem um conteúdo muitíssimo abrangente, muito profundo e crescente que fica aqui à sua disposição. Além disso, eu te convido a acessar todos os demais conteúdos no nosso site. Aqui você tem acesso ao nosso blog com artigos muitíssimo bem elaborados. A grande maioria deles são artigos que são acompanhados por um conteúdo em vídeo também. São vídeos de 20, 30, 40 minutos, muito bem desenvolvidos, a partir do conteúdo abordado em cada um desses textos, textos nos quais a gente também discorre aqui sobre todas as grandes questões preponderantes para a carreira de planejadores financeiros, e alguns desses conteúdos também são elaborados. no formato de séries temáticas. Hoje nós temos três grandes séries. A série Life Center Planner, na qual a gente desenvolve ao longo de quatro textos aquilo que a gente entende como a essência de atuação desse profissional que se posiciona realmente ao lado do seu cliente. A gente desenvolveu uma série orientada ao contexto da pandemia e pós-pandemia para discutir também junto até a outros colegas de profissão, outros colegas do mercado, o que poderiam ser as principais implicações a partir de um contexto de pandemia para a nossa prática, para o nosso mercado. E mais recentemente, a série Stranger Fees, uma série na qual a gente também se lançou a uma conversa bem madura, bem criteriosa, bem cuidadosa a respeito de algumas premissas que fazem parte do padrão de atuação de profissionais e de instituições no nosso mercado e como a gente pode muitas vezes repensar, reconfigurar algumas dessas premissas para que você possa desenvolver um modelo de negócio que te distancie por completo dos conflitos de interesse, que infelizmente são uma marca muito, muito central do mercado de serviços financeiros para pessoas e famílias. Então, esse é o meu grande convite de hoje. Acesse o nosso site, conheça o CEP. A gente tem um consultor especializado para conversar com você. Você pode solicitar uma conversa com ele diretamente pelo site da Academia de Planejadores. Ele vai se colocar à sua disposição para uma conversa individual com você com o objetivo de te conhecer, de entender o seu objetivo profissional, de entender o seu momento de carreira e te ajudar a construir uma boa decisão na direção do CEP. Esse é o meu grande convite. Deixo agora convidar aqui, novamente, para o nosso estúdio, o André. Boa noite, André. Beleza?
Boa! Caramba! Deu pra tomar um fôlego aqui, cara. Obrigado aí por esses minutos.
Imagina, imagina. Vamos lá.
Bora! Turma, vamos continuar então. Eu imagino que daqui pra frente a gente vai precisar de mais uns 35 a 40 minutos. Deixa eu ver o relógio aqui pra ver se eu não vou errar muito na minha previsão, hein? Olha só, item 4 dos 10 mais 1 temas assuntos que vão revitalizar a nossa indústria. Número 4, esteja preparado para o fim das reuniões presenciais. Talvez o fim seja deveras radical, mas eu creio que como produto da pandemia a gente possa perceber que talvez elas vão existir cada vez menos. Então, de face to face para face to screen, que a gente disse. O grande desafio é não apenas atender o cliente, mas se relacionar com o cliente em uma tela. E talvez o convite aqui para que você seja high-tech, sendo high-touch, é também cuidar desse relacionamento, talvez se encontrando presencialmente com seus clientes, já no ambiente no qual vocês vão confraternizar, vocês vão se relacionar de fato, buscar profundidade, buscar abrangência do relacionamento. Aqui, pra compartilhar, talvez, quatro reuniões por ano de duas horas se tornem oito checkpoints anuais de uma hora, ou até menos. Eu devo dizer que na minha prática, principalmente nesse ano de 2022.
Isso. Não cheguei a precisar de 8 checkpoints anuais, mas para muitos clientes que eu me encontrava 3 ou 4 vezes ao ano, eu fui para cerca de 6 reuniões de 40 minutos, de 1 hora e associado a isso, depois eu aumentei o convite para essas pessoas frequentarem minha casa, para a gente tomar um café e ampliar o relacionamento e não apenas evidenciar o meu atendimento. Então, acho que é uma coisa aí pra gente ponderar. Agora, isso vai trazer pra todos nós vantagens e desvantagens. A vantagem, como já é bem sabido, a gente pode trabalhar de qualquer lugar. Uma desvantagem é que talvez a qualquer hora isso requer da gente, então, saber e ser diligente, cuidadoso, por exemplo, com uma agenda em blocos, a gente explora muito isso no quarto módulo do CEP, o módulo de gestão da prática, e mostrar para o cliente que a gente está disponível dentro de um conjunto de premissas, de cuidado, de algumas boas e saudáveis regras. Então é importante a gente saber que a gente também vai estar competindo com qualquer outro profissional de qualquer outro lugar. Ou seja, um cliente de Campinas não precisa mais ter o André como planejador em Campinas. Esse planejador pode estar literalmente em qualquer lugar do mundo. Isso pode ser uma desvantagem. Eu acho que não é um mercado gigantesco, como eu também posso atender de qualquer lugar, uma pessoa em qualquer lugar. E isso leva a gente para o nosso próximo ponto, o item número 5, que é o seguinte, cada vez mais que você puder servir cada vez mais pessoas, é e torna-se preponderante, e eu sei que isso é um tema polêmico, mas eu realmente creio que torna-se preponderante você definir o lixo. Não significa que você tem que começar com um nicho definido, mas significa que você tem que definir um nicho. E o quanto antes na sua carreira, melhor. Volto a repetir, não significa que você tem que começar com um nicho definido, mas significa que você tem que definir um nicho, ok? Quando pessoas podem trabalhar com qualquer profissional em qualquer lugar, elas procuram cada vez mais aqueles especializados em pessoas como Olha só o famoso gráfico, quando a gente pensa em volume de negócio e rentabilidade, um generalista tem mais volume de negócio, mas com uma rentabilidade menor, e eu creio que a gente vai cada vez mais estar buscando uma melhor rentabilidade do que a gente faz. Isso permite a gente investir na cadeira, isso permite a gente reinventar a roda constantemente e recomendações são bem mais constantes. Uau, esse planejador é especializado em mulheres que possuem stock option em startups e fintechs. Em um ano, dois anos, você tem uma marca num nicho como esse, por exemplo. E como é saudável, o Carlos aqui é um cara que sempre aponta a gente nas mentorias do CEP, conversar sobre isso. De novo, você não precisa começar tendo um nicho definido, mas você precisa definir um nicho, e cada vez mais antes na sua trajetória pessoal. E só pra te dar um gostinho, quando a gente fala sobre nicho, a gente tenta se distanciar, não desprovendo de olhar isso, não deixando de olhar isso, mas focando não mais na questão apenas demográfica do nicho, mas principalmente no que está na tua tela. E se o teu nicho, ao invés de ser profissional A, B ou C, faixa etária, estado civil, o seu nicho for, qual é a paixão que você tem, qual é, desculpa, o problema, o problema que você tem paixão em resolver? Pessoal, cada vez mais, liderar, ser planejador, é a arte de resolver problemas. Quer ganhar mais dinheiro, resolva problemas maiores. Quer ganhar ainda mais dinheiro, resolva problemas maiores de um grupo específico. e seja reconhecido por isso. Toda a sua engrenagem comercial se beneficia disso, toda a sua prática operacional se beneficia disso. Agora, deixa eu te fazer uma pergunta aqui. Qual o problema Você tem paixão em resolver. Porque a paixão também faz com que você não tenha dias muito melhores e dias muito piores. Faz com que você tenha driven, que você seja driven, que você tenha gana para ir atrás das coisas, raça para ir atrás das coisas. A paixão elimina o mimimi. Ah, o mercado. Ah, isso. A cidade que eu tô. Não. Você tem paixão em resolver. Paixão, paixão, paixão em resolver esse problema. Qual é o problema que você tem paixão em resolver? Olha, eu vou te dizer uma coisa. Se você virar aluno nosso no CEP, A mensalidade é de 399 reais, 400 reais. Se uma vez por mês, e volto a repetir, uma vez por mês você participar de um grupo que aborda isso, mesmo que seja por uma hora, o retorno que você vai ter desse investimento é múltiplos e múltiplos e múltiplos e múltiplos. Qual é o problema? O problema que você tem paixão em resolver. Sexto item, tá? Fuja intencionalmente do modelo... Lá vem o André com esse negócio de asset-only management. É isso mesmo? Você já ouviu dizer que a repetição é a mãe da compreensão? Já ouviu dizer que a repetição é a mãe da compreensão? Você já ouviu dizer que a repetição é a mãe da compreensão. Fuja intencionalmente do modelo AOM. Olha só, deixa eu mostrar um negócio pra você.
O que é barulho e o que é impacto dentro da nossa atividade. Dá uma olhada nisso daqui, mais uma Liga do Tempo, quatro fases, talvez uma quinta fase aqui para a gente escrever junto, para a gente liderar a redação, a letra do que vai ser nomeada essa quinta fase. A primeira fase é a seguinte, venda de produtos financeiros. Depois a gente foi para a venda consultiva de produtos financeiros, fazendo uma análise das necessidades, um info climate, toda uma técnica de venda consultiva. perfil comportamental e por aí vai. Na terceira fase, distribuição de produtos financeiros. Vamos distribuir produto financeiro, começa a se falar em volume, montam-se operações, escritórios, squads, nomes diversos que a gente vai dando para isso. Aí a gente está numa quarta fase, que é a consultoria de valores mobiliários ou consultoria de produtos financeiros. A gente vai achando nomes melhores para dizer tudo isso. E é nessa fase que a gente tá, é nessa fase que muito agente autônomo tá, é nessa fase que as discussões regulatórias estão, agente autônomo, consultor CVM. Eu quero te apontar mais, porque o tema de hoje é o futuro da profissão e o profissional futuro. Qual é a quinta fase? Qual é a quinta fase? Mas antes disso, vamos estacionar um pouco mais nessa quarta fase aqui e dar uma olhada nesses pontinhos brancos. Esses pontinhos brancos são fundos de investimento. Qual que você escolhe?
Você tem lá uma prateleira aberta para poder oferecer o que é de melhor para o seu cliente. Qual que você escolhe? Aí, de repente, cedo ou tarde, esse daqui começa a se destacar. Está vendo ali? O amarelinho começou a se destacar. E também tem um outro que se destacou, talvez por atributos semelhantes, talvez por uma outra característica, talvez por uma característica que se assemelha mais a um tipo de cliente, ou uma situação que o cliente vive, ou a um momento de vida que o cliente está. E tem esse outro aqui também que está se destacando, e tem mais esse daqui, que também se destaca. E olha só, rapidamente esses caras, e aqui são os nomes engraçados que a gente vai dando pra essa turma toda.
Quem tá no mercado entendeu a minha piadinha aqui. Esses fundos vão crescendo, eles vão ficando mais populares. Por quê? Porque mais gente vai falando sobre eles, então eles vão ficando maiores, eles ficam mais populares porque tem mais gente participando, tem mais gente participando porque eles vão ficando maiores. A gente não sabe muito bem o que vem antes, o que vem depois, mas fato é que se a gente olha mesmo numa plataforma aberta, O pareto aqui fica pequeno pra essa turma. Com certeza, muito mais de 80% de todo o PL alocado em fundo está em muito menos do que 20% dos fundos que tem no mercado. E você acha que você é diferente por fazer isso? Mas a pergunta principal que eu deixo, porque aqui tem poucas bolinhas brancas, é um oceano de bolinhas brancas, é a seguinte, quem pode selecionar isso com muito mais competência do que qualquer uma das outras cerca de 7.8 bilhões de pessoas no planeta Terra? Quem é que pode fazer isso? Vamos ser bem honestos, na vertical seleção de ativos, analiticamente feita. Quem é que pode fazer isso melhor do que qualquer, qualquer ser humano é capaz de fazer? Pondere sobre isso. Vamos para o item 7. Sirva a classe abaixo. Queridos, a gente está aqui numa grande oportunidade da história e aqui agora eu vou pegar pesado tentando pegar leve. Dá uma olhada nisso. Mais de 99% da população brasileira não tem acesso a um verdadeiro planejador financeiro pessoal. Eu disse que o nosso trabalho não é fazer com que a gente, que o planejador, seja barato, porque isso só serve a alguns interesses muito pontuais. O nosso esforço é para que o planejador seja efetivo, o que não significa que ele não possa servir uma classe abaixo. Talvez signifique, e aqui é polêmico, eu sei, pode bater, Talvez signifique que a nossa geração de planejadores não seja a geração que vai servir a classe CBE. Talvez não seja. O que não significa que a gente não tenha um papel na história. A gente tem que reconhecer qual é esse papel e pavimentar, como líderes, pavimentar o caminho para outros profissionais, que talvez providos de melhor tecnologia, de um ambiente adequado, possam aí sim dar capilaridade, dar alcance para um verdadeiro planejador. Eu não estou colocando isso como uma virtude que a gente tem, só atender gente com dinheiro, eu estou colocando isso como um compromisso que a gente tem que assumir, de pavimentar, de fazer o trabalho duro, de ser efetivo, de não aceitar ser remunerado baixo, abaixo de um valor que a gente deveria ser remunerado. Cuidado para quem, mesmo que sutilmente, mesmo que de maneira charmosa, mesmo que de maneira.
Tente apontar para essa direção. Agora também acredito que 100% da população mundial, 7.8 bi, 7.9 bi, perto de 8 bi, eu creio que 100% deseja ter uma vida melhor.
Acho que não tem uma pessoa no planeta Terra que não queira ter uma vida melhor, em alguma característica. E que muito provavelmente o dinheiro tem um papel a nesse contexto. E aqui eu concluo. 100% da população precisa dos serviços e cuidados do verdadeiro planejador financeiro pessoal. Mas se a gente diz que a gente tem uma visão longa, se a gente promove uma visão longa para o cliente, qual é a visão longa que a gente tem para a nossa carreira? Para o nosso papel? Para os limites do nosso papel? Para as fronteiras do nosso papel? A gente não é a última bolacha do pacote, a gente não vai resolver o problema de todo mundo, mas a gente tem o papel.
Qual é o nosso papel? Deixa eu fazer aqui uma conexão entre o sexto e o sétimo ponto. Recapitulando, fuja intencionalmente do modelo AUM, sirva a classe abaixo. E aqui a provocação que eu deixo. Deixa esse slide um pouco maior. Qual outra atividade que deseja tornar-se uma profissão relevante e reconhecida? Abre mão de clientes, pois não são ricos o suficiente. O cara não tem pelo menos 500 mil reais de ativos líquidos? Não posso servir. A gente tem que corrigir isso. De um lado, isso tem que ser corrigido. De um outro lado, olha o desafio que a gente tem. É por isso que eu vou para o caminho mais fácil. Não. Líderes não vão pelo caminho mais fácil. Líderes escolhem o caminho que precisa ser caminhado. Líderes não ficam no conforto, eles ficam no desconforto. A gente tem que saber escolher o caminho a caminhar.
Não dá para ser disso quem é rico, mas também não dá para querer atingir quem não pode pagar só cobrando barato. A gente tem que tornar isso mais efetivo. A gente tem que cuidar das próximas gerações de planejadores também.
Eu creio que a gente tenha, tenha, no Sirva uma classe abaixo, a maior oportunidade da história. E aqui eu deixo apenas dois pontos para a gente ponderar. Não trabalhe a dívida e nem o endividado, mas transforme o endividador. Melhore a vida da pessoa. Aponte a responsabilidade, não a culpa, mas a responsabilidade. Também, não trabalhe os investimentos do cliente, mas trabalhe o investidor. que o cliente é e principalmente, como a gente gosta de dizer, que ele pode se tornar. E a gente traduz isso nessa frase, mais válido o investidor que você é do que o investimento que você faz. Isso aqui requer uma boa reflexão, uma boa rodada de conversa, quem sabe um bom tema pra gente explorar no nosso backstage. Como é que eu vou servir a classe abaixo? Como? Como? Tecnologia, metodologia, posicionamento, precificação, quem sabe, e aqui eu deixo pra gente o desafio, né, servindo a classe média de forma longeva e lucrativa, mantendo a sanidade, sendo respeitado na sua comunidade, quem sabe uma Open Class para 2023, em breve a gente divulga um calendário. Oito itens chegando aqui na reta final. Olha só, crie uma comunidade de clientes. Quando eu falo comunidade, é um ambiente, uma fórmula, uma estratégia, e eu vou te mostrar aqui três passos para essa fórmula. Para que você tenha consistência de contato, contato consistente, imagina isso acontecendo numa horizontalidade, mas relevância de relacionamento, você crescendo em altura, em estatura junto ao seu cliente. Fórmula que eu te proponho, pensa no seguinte, tem todos os seus clientes, não sei se todos os seus clientes são 10, são 20, são 100, são todos. Escolha o top 10 e escolha o conselho de 3. Todos os seus clientes, talvez o que uma prática para você começar a fazer, envio de updates trimestrais, ligações surpresas para esses clientes. Quando eu penso a minha agenda em blocos, eu já estou indo para o sétimo ano de 2023 da minha agenda em bloco, Eu tenho um tempo ali que é tempo de imagem, tempo de respiro, que vez em outra eu pego meu telefone, eu tenho o CRM, faço uso saudável da tecnologia, e faço uma ligação surpresa para o cliente. Ele diz, é, mas ligação? Em 2023? Você vai incomodar as pessoas.
Não.
Porque antes disso, porque eu trabalho o meu cliente, eu trabalho o relacionamento com o meu cliente, ele sabe que uma das digitais que eu tenho é quem se importa liga. Quem se importa liga. Eu faço uma ligação, ele não pode atender. Quem se importa liga. Ele me retorna.
Comportamento, uma consistência de contato e uma relevância de relacionamento. O que você pode fazer para os seus top 10 clientes? Reunião anual com os seus top 10 recomendadores, ou então reunião anual para que eles te ajudem a recomendar cada vez mais clientes e você celebra. Você talvez vai convidar essa turma para um bom jantar, para um bom café da manhã, para alguma experiência diferente junto com você. E também eu te convido a estabelecer um conselho de clientes. Quais são três clientes que podem te aprimorar? Eu tenho claramente quem são esses clientes e com eles eu mantenho ainda mais uma consistência, constância de contato e busco uma ainda maior relevância de relacionamento. É gente que pode melhorar o meu casamento, É gente que pode me aprimorar no tocante, a criação das minhas filhas. E se eu sou um marido melhor, eu me torno um planejador melhor no contexto conjugal junto aos meus clientes. Se eu me torno um pai melhor, eu posso conciliar e ajudar com legitimidade e com maior qualidade os meus clientes nos desafios inerentes à paternidade e maternidade. e assim consecutivamente. Pensa que bacana seria a sua prática, o seu dia-a-dia se você implementa. É simples, é simples. O que falta é muitas vezes a atitude. E quando você está conversando com essa turma, busca pessoas que têm coragem de mostrar os seus erros, mas que também tenham a maturidade para evidenciar os seus.
Enganos com os meus conselheiros. Bom, mas esse conselheiro, parece que toda hora eu tô errado. E também eu tive engano. Bom, mas parece que toda hora eu tô certo. E eu, então, quando escolho os meus conselheiros, eu apresento isso pra eles. Eu quero que você tenha a liberdade e coragem pra apontar meus erros. Mas também que você tenha a maturidade pra evidenciar onde é que eu tô não andando bem. E se a gente puder conjugar essas duas coisas, uau! Eu acho que a gente tem algo de muito valor. E já há um tempo eu implemento com os meus conselheiros essa dinâmica. A gente começa conversando sobre como estão as coisas, a gente fala sobre o que a gente tem para celebrar, a gente aborda quais são os desafios que eu estou enfrentando, a gente aborda como é que eu pretendo lidar com os desafios e também eu então humildemente pergunto para o meu conselheiro, tem alguma coisa que você pode me ajudar? Tem algo que você pode evidenciar? Tem alguma coisa, alguma lacuna no meu pensamento, no meu modelo de pensar, nas minhas motivações, como eu tenho sido grato aos meus conselheiros nos últimos anos? tem fundamentalmente me desafiado ao seguinte, André, quais são as suas motivações pra fazer o que você faz? E como eu percebi que algumas das motivações eram André-centradas.
E aí eu percebia, agora eu entendi que, primeiro, algumas coisas nem caminhavam, outras, mesmo quando caminhavam, Eu ainda não tinha alegria, satisfação, plenitude em ver as coisas avançando. Nada a ver com a estratégia, nada a ver com a tática, tudo a ver com a minha motivação, que estava deslocada e muito, muito centrada no meu benefício ego, ego centrada. Item 9, olha só, chegando realmente na reta final. construa um hub de desenvolvimento para jovens talentos. Eu aqui talvez esteja falando com você, que já caminhou, que é líder de algum escritório, líder de uma organização, e digo isso porque é o que eu tenho tentado praticar aqui na Life. Difícil? Eu estou aprendendo, mas eu me lanço aqui como um aprendiz para compartilhar com você. eu tenho uma agenda na qual eu tento deixar de ser o herói da minha empresa e tentar me tornar um fazedor de heróis dentro da minha empresa. Aqui na Live, compartilhando alguma coisa muito rápido, todo planejador é convidado a contemplar quatro momentos distintos na sua carreira. E a gente tem aqui os milestones, as métricas, os KPIs de cada uma dessas fases. A primeira delas é, hey, planejador, que está junto com a gente, você cuida de você. Esse é o teu foco. O teu foco agora é você. Pode ser um pouquinho egoísta e deixa a gente cuidar de você até você atingir tais métricas, qualitativas e quantitativas. Depois, agora você vai cuidar dos seus clientes. Está na hora de você ir para um próximo nível no que tenha o cuidado com os clientes. A gente vai te ajudar.
Mas repara, antes a gente está cuidando de você, agora a gente está te ajudando. Por quê? Porque na terceira fase, agora você vai cuidar de outros e a gente não vai te atrapalhar. A gente começa a ficar menor aqui. A gente começa a deixar você exercer um pouco da sua liderança, dos desafios que emergem com isso, das angústias que nascem com isso, dos desafios que vêm com isso. E depois, a gente quer que você então se desenvolva em plenitude. Agora você cuidando do mercado. E a gente vai se apresentar como uma plataforma que te sustenta nisso. Não é que te suporta apenas, mas busca te sustentar nessa trajetória. E, queridos, o que eu tenho aprendido é que você, enquanto líder de um grupo, de uma organização, invista mais tempo em recursos, em fazer o feliz ainda mais feliz. E menos tempo fazendo do triste feliz. Pessoas vão. a que elas possam ir, mas que você tenha tempo focado nisso, o teu tempo também é escasso, a sua sanidade também conta. Turma, item 10, tá? E o item 10 é bem importante, por isso que ele é o Camisa 10, época de Copa do Mundo, olha só.
Em qual business você está? Essa vai ser também uma das perguntas do nosso para refletir e praticar. Em qual negócio você está? E você só pode estar em um deles. Ou você está no negócio do dinheiro, ou você está no negócio da confiança. Eu me recordo, a primeira vez que eu apresentei isso foi em 2019, ou 2018, acho que foi 2019, quando eu fui convidado pelo Paul Armstrong para fazer um keynote numa conferência dele em Birmingham, lá na Inglaterra. E eu fiz esse desafio na noite anterior à minha apresentação, quando ele reuniu ali algumas pessoas, um grupo pequeno, e eu então trouxe essa pergunta para o grupo. Se a gente está no negócio do trust ou no negócio do money? E as implicações que isso traz para todo mundo que estava ali naquele grupo. Até hoje, a última foi há cerca de duas semanas. Recebi um e-mail de quem participou daquela reunião dizendo o quão impactante foi aquela reflexão. E aqui eu tenho que abrir meu coração. O sentimento que eu tenho é que a gente se priva aqui no Brasil, talvez por uma característica latina de pensar, de ser reverente. há perguntas como essa. A gente está no negócio do dinheiro ou a gente está no negócio da confiança? Para te ajudar, deixa eu mostrar uma coisinha aqui. O Live Center Planner, o Carlos bem colocou, a gente tem um módulo ali no CEP, onde a gente começa a conversar sobre isso, é alguém que está no negócio da confiança, e a gente leva isso muito a sério. E a gente hoje tem esse termo, eu sou fiduciário, eu acho que o fiduciário, não sei, Para mim, olha só, se eu olho alguns atributos, o coração de um planejador centrado na vida é uma pessoa que tem paixão e disciplina para proteger os interesses de longo prazo. Um fiduciário apenas tem que demonstrar que o melhor interesse do cliente vem em primeiro lugar. Ele segue um conjunto de regras embaladas numa palavra fancy, pomposa, fiduciária. Existe uma outra questão para um planejador centrado na vida. O propósito de um planejador centrado na vida é estar.
Para a tomada de decisão moral, ética e prudente. Um live-sentencing se envolve com decisões morais do cliente, mesmo que isso o desagrade, mesmo que isso tenha que passar pelo politicamente incorreto de boas conversas distantes, ou então que buscam ser não um eco da cultura que a gente vive, mas uma alternativa à cultura subjetiva que a gente vive. Já um fiduciário pode ser pouco aspirador em vários aspectos e ainda assim servir como um fiduciário. Eu não estou querendo apontar que a gente não deva ser fiduciário, mas eu estou afirmando que não basta ser fiduciário. E a gente tem que abordar isso com coragem. O caráter. Um Live Center Planner, por definição, é considerado uma pessoa de bom caráter. Já o fiduciário pode ser omisso em caráter e ainda atender os requisitos legais de um agente fiduciário. Vocês estão entendendo o que eu quero dizer? Eu não estou dizendo que o fiduciário não é alguém de bom caráter. Eu só estou dizendo que não é um pré-requisito e ainda assim ele é fiduciário. Já o Live Center Planner tem que subir a régua, tem que elevar o nível. No que tange a competência, um Live Center Planner deve ser capaz de julgar de maneira sábia e objetiva. Isso só vem de anos de experiência, treinamento continuado e disciplina. Como assim julgar, André? Vamos não ser bobos, todo mundo julga. Todo mundo julga. Ainda um fiduciário. Se os reguladores tentarem sujeitar todos os consultores ao padrão fiduciário uniforme, esse padrão deverá ser redigido para que até novos consultores do setor possam se qualificar.
Ei, eu comecei semana passada e já sou fiduciário. O que eu tô dizendo é que a competência de um Life Center Planner, o que eu digo de julgar? Julgar é quando eu digo o seguinte, querido cliente, não pagar impostos tá errado.
Julguei e sentenciei. Eu não vou continuar te atendendo. E talvez eu vou ter que tomar medidas sérias acerca disso. Ah, André, isso está previsto no código de ética. É verdade, tem razão. Deixa eu dar um outro exemplo. Cliente.
O adultério não é correto e eu tenho que me envolver nisso também, porque eu me importo com a sua vida e não só apenas com a questão fiduciária do seu dinheiro.
Mas André, que absurdo alguém se envolver nesse nível com a vida dos outros, é um absurdo. Não é a cultura atual, subjetiva, polarizada. Em culturas mais antigas, mas que também eram mais maduras, isso era o esperado de alguém mais sábio. Isso era job description de um bom conselheiro. E a gente tá perdendo isso na cultura atual. Cada um faz o que quer. O que importa é ser feliz.
Coragem.
Um planejador separado na vida terá que apontar e relatar quando outras pessoas estiverem dispostas a fechar os olhos para comportamentos antiéticos ou ilegais em todas as áreas da vida. Um fiduciário apenas tem o dever de proteger os melhores interesses de um cliente. Esse dever não se estende a outras pessoas que não são clientes.
No que tange ao alcance, um planejador centrado na vida é um padrão voluntário que não precisa de supervisão legal ou regulatória. Um fiduciário precisa ser regulado.
E a gente chegou nesse nível. Lenguagem. Amor, paixão, confiança, segurança, emoções associadas até a uma mordomia. Conceito cristão. São processadas na parte límbica do cérebro. O límbico também é o local onde os hormônios felizes, oxitocina, serotonina, dopamina, são produzidas. Já o fiduciário, começando pela própria palavra fiduciário, há comunicação mais complexa, conceito de responsabilidade. Eu tenho uma responsabilidade fiduciária com você, cliente. Ah, ok, eu não pergunto o que é, não tenho que explicar o que significa, mas a palavra é bonita, é pomposa, só pode ser coisa boa. São processados na porção neocórtex do cérebro, o que leva a grande maioria das pessoas a se afastar de um conceito abstrato e complexo. Quer saber se a pessoa está se afastando desse conceito? É só ela não te perguntar os detalhes disso. É só ela não te perguntar como isso realmente funciona. Basta você ser transparente e o cliente não querer clareza.
Ok? Último, pra gente descansar, olha só, o futuro, tchan, tchan, tchan, tchan, o futuro precisa de você. O futuro precisa de você. E deixa eu tentar fazer um negócio aqui. Carlão, vamos ver se eu vou conseguir compartilhar com a gente um vídeo aqui. Eu acho que eu vou conseguir, que eu já deixei ele mais ou menos aqui no ponto de bala. Estou compartilhando aqui.
Carlão, põe essa apresentação para tocar. Deixa eu ver como é que eu vou fazer isso daqui rolar.
Eu acho que só você pode fazer isso, Carlão. Por gentileza, adicionar, colocar esse vídeo que está como uma prisão.
É o vídeo do Project Reach, né, André?
Project Reach. Põe aí pra tocar um pouquinho.
Eu tenho ele aqui, pode deixar.
Eu já coloquei ele no StreamYard.
Ele já está aqui, pode deixar, já vamos rodar ele. Show.
E aí E aí.
E aí E aí.
Foi. Foi. Boa, Carlão. Volta a apresentação aí, eu volto com ela aqui. Tá tudo em ordem?
Pessoal, quando a gente aponta, então, que o futuro precisa de você, o que eu quero dizer com isso, deixa eu ficar um pouco maior aqui, esse slide dá pra ler mesmo quando menor.
Eu acho que a gente está se aproximando da primeira bolinha da fase do MENI, ou do Muitos. Isso está em inglês porque a gente tem também essa iniciativa junto com alguns outros profissionais em outros países.
E eu creio que a gente possa chegar em todos. Eu não sei se eu, se o Carlos, se a gente vai estar vivo quando isso acontecer, mas isso não me importa. Não é uma questão de mérito. Não é uma questão nem de ganhar essa corrida, é uma questão de completar essa corrida. E eu acho que esse é um bom combate que a gente tem na direção de fazer com que cada vez mais um número maior de pessoas, e eu não falo aqui só em nome da Life Finanças Pessoais, existem outros profissionais também compromissados com o planejamento centrado na vida, com o modelo direto. Mas a gente ainda tem uma bela estrada para percorrer e o futuro precisa, precisa de você.
Conversou. Evalua a sua proposta de valor de gestão de ativos para planejamento financeiro, menos envelope, mais conteúdo. Invista cada vez mais em sua oferta de planejamento financeiro pessoal, ou seja, invista em você, para que então o surgimento de um novo alfa, o cliente com você, melhor do que o cliente sem você. Esteja preparado para o fim de reuniões presenciais. Isso aponta para a necessidade de mais relacionamento e não apenas de um bom atendimento. Isso também aponta para a importância de definir um nicho. Não significa que você comece com um nicho definido, mas significa que você precisa definir e cada vez mais, com maior agilidade, um nicho de atuação. Fuja, fuja intencionalmente do modelo Assets Under Management. Isso é comoditizar, isso é disfarçar a importância de um verdadeiro planejador. Crie uma comunidade de clientes, as pessoas estão iniciando por isso, elas desejam pertencerem a algo e você pode liderar isso junto aos seus clientes. Construa um hub de desenvolvimento para jovens talentos. Mesmo você estando iniciando essa caminhada, eu falo aqui do alto, até parece dos meus 43 anos de idade, eu acho que eu completei o primeiro terço da minha carreira. Tem muita coisa para fazer, mas eu também já me sinto privilegiado. Essa semana eu tive uma conversa com um jovem de 21 anos, no primeiro ano, concluindo agora no final de 2022, o primeiro ano de economia, desejoso de se tornar um planejador financeiro. E a gente então começa a ter algumas conversas, não pra agora, mas apontando o que ele pode fazer desde já, pra daqui a uns 5, 7 anos, ele começar nessa atividade. Do fiduciário pro Life Center Planner. É uma questão de escolha e não uma questão de ter que fazer isso. Uma escolha intencional. E o futuro, o futuro precisa de você. Trago de novo aqui essa questão do Project REACH. Pessoal, sempre na nossa visão, o curso de excelência para o planejador independente é como esse garoto olhando para o futuro, olhando para você, você é o futuro, você é o futuro, pronto para decolar, pronto para se envolver com novas aventuras, novas perspectivas, o Carlos mostrou isso daqui de maneira muito competente, e deixo aqui o nosso convite para que você realmente tenha um diálogo com a gente nessa direção. A gente não quer que ninguém aqui saia fazendo matrícula, a gente quer aqui que a gente possa conversar com você, e para que você possa nos avaliar na direção, será que esses caras são os caras legais, corretos, adequados pra me ajudar? Lembra, o nosso compromisso não é fazer com que você seja um profissional barato, mas pra que você seja um profissional efetivo. A gente nunca vai ser a alternativa mais barata. A gente é o caminho mais efetivo. Vamos bater um papo sobre isso? No backstage, talvez você... esse conteúdo vai chegar pra você num momento adequado, num momento especial pra ele chegar até você. Se chegar antes do dia 20 de dezembro de 2022, participe desse backstage com a gente, faça perguntas, a gente vai também ter bastante, já tem algumas pessoas na manga, o Felipe já me adiantou isso hoje, pra esse nosso backstage no dia 20 de dezembro, último evento nosso, momento no qual a gente vai poder desejar um bom Natal pra todo mundo. E aqui eu deixo três, três reflexões pra você refletir e praticar. Primeira delas, Sou peça de um jogo nos outros ou sou jogador do meu próprio jogo? Essa talvez seja a pergunta, a assinatura da Academia de Planejadores, porque a gente aponta para o modelo direto e a gente aponta para a liberdade dos modelos que são dependentes de investimento. Você está no negócio do dinheiro ou você está no negócio da confiança? Isso traz implicações. Menos o deixar dinheiro na mesa. Muito e cada vez mais o investir dinheiro em quem está na cadeira, você estando na cadeira. E aqui eu trago algo muito pessoal, o que tem reformulado e revitalizado a minha carreira nos últimos anos, a partir dos meus conselheiros. Quais são as verdadeiras motivações que você possui?
Essa é uma pergunta que talvez valha a pena você começar, você aceitar o desafio de mergulhar nessa pergunta pensando na sua carreira. Mas eu também te convido a ampliar essa reflexão.
E troca em minha carreira e pensa em meu casamento. na comunidade que eu sirvo, nas amizades que eu tenho, nos planos que eu possuo.
E isso provavelmente, como tem me feito, faz também você caminhar em maturidade e perceber que você tem que diminuir o teu ego, diminuir a tua exposição muitas vezes.
E ampliar a sua maturidade e, por consequência, o impacto que você pode ter na vida das pessoas. Ok? Pessoal, era isso que eu tinha pra falar, não sei se levei muito mais tempo, acho que levei uns 5, 10 minutos a mais do que eu tinha dito que teria pra essa parte final, mas te agradeço por estar aqui. Carlão, tá na área!
Tô na área, tô na área.
Graças a Deus também aí, Carlão. Mais uma, a vigésima, a vigésima. Daqui a pouco a gente chega em 50 Open Classes, mais 20 sempre é um número bacana, né?
É um número bem emblemático. É com muita alegria que a gente está celebrando essa marca. Obrigado pela companhia em toda essa trajetória e pelo aprendizado. Eu sigo aprendendo bastante aqui na sua companhia. Obrigado por isso.
Você sabe que as cartinhas não param de chegar, né? Dizendo, a gente queria uma Open Quest.
Então, vai acontecer, vai acontecer.
É um convite, tá? Pra você vir pro lado de cá. Eu fico do lado daí.
É isso aí. Vai acontecer.
Valeu, meu irmão. Obrigado por mais uma, cara. Obrigado, pessoal. Obrigado a todos.
Nos vemos aí no dia 20 do backstage. Abraço.
Tchau, tchau. Isso aí. Um abração. Tchau, tchau.
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