6 Hábitos Que Estão Destruindo Sua Confiança Silenciosamente

Neste vídeo motivacional, Rodrigo Barros aborda de forma direta e prática seis (e mais) hábitos cotidianos que minam silenciosamente a autoconfiança. Ele inicia explicando a importância de ter coragem para assistir ao conteúdo e, em seguida, descreve situações‑exemplo que ilustram cada hábito: 1) evitar pequenos conflitos, como não corrigir um pedido errado, o que reforça a ideia de que não se merece ter suas vontades atendidas; 2) confiar em promessas externas que não são cumpridas, comparando a perda de confiança em outras pessoas com a perda de confiança em si mesmo ao quebrar compromissos pessoais (ex.: não beber a quantidade de água planejada); 3) consumo excessivo de álcool, que afeta o córtex pré‑frontal e reduz a racionalidade, levando a dependência de substâncias para agir; 4) comparações sociais nas redes, que criam referências inalcançáveis e diminuem a autoestima; 5) negligência com a aparência e cuidados pessoais (roupas, higiene, corte de cabelo), que sinaliza a falta de valor próprio; 6) dificuldade de dizer “não” e fugir de conversas difíceis, resultando em agradar os outros em detrimento de si mesmo. Ele também discute a procrastinação e o medo de enfrentar desafios, ligando esses comportamentos à baixa testosterona e sugerindo que hábitos saudáveis podem melhorar a produção hormonal. Ao final, Barros oferece estratégias de ação pequenas e incrementais, menciona que aprofunda esses temas em sua mentoria, e indica um vídeo complementar sobre aumento natural de testosterona. O objetivo central é conscientizar o espectador sobre esses padrões silenciosos e fornecer passos concretos para reconstruir a autoconfiança.
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Se a sua autoestima tá ruim, esse vídeo foi feito para você, mas é necessário coragem para conseguir assistir ele até o fim, ouvir todas as coisas que eu tenho para te falar. Esse é o lado ruim do vídeo. O lado bom é que eu vou te trazer exatamente o que tá acontecendo com a sua autoconfiança e também o que você vai fazer a partir do vídeo para que ela melhore. Tópico número 1 que faz com que a sua autoconfiança seja deteriorada. Você chega numa cafeteria e pede um café duplo, e aí você senta na mesa, aguarda, e chega um café simples. Você olha para o café, você identifica em questão de segundos que o pedido veio errado. E o que que você faz? Ah, tudo bem. Se aproveita de minha nobreza. Pelo simples fato de fugir do pequeno conflito que é chamar o atendente e falar: meu pedido veio errado. Mas se eu fizer isso, eles vão jogar fora o café que fizeram ou o lanche que fizeram. O que foi que você pediu? Qual é a sua vontade? Porque a partir do momento que você aceita um pedido errado, olha o que você tá fazendo com você. Você tá dizendo para o seu cérebro que você não merece que a sua vontade seja atendida, mesmo você pagando por ela, porque você não tá ali pedindo um favor. E você vai prometer para você mesmo nesse momento, da próxima vez que isso acontecer, por mais que você não queira, por mais que seja difícil, desafiador, você vai chamar o atendente e vai falar: cara, meu pedido ele veio errado. A primeira vez que você fizer isso vai ser extremamente difícil, mas você vai se fortalecer nesse aspecto. Esse é o primeiro passo para você começar a fortalecer sua autoconfiança. Seguindo agora para o segundo passo, eu vou te contar uma pequena história que vai ilustrar o que é a autoconfiança dentro do seu ser. Você tá na academia fazendo o seu treino, E aí acontece de você revezar com uma outra pessoa e, cara, super deu certo assim. As cargas foram parecidas, o cara é bacana, o papo foi legal. E aí vocês se tornam amigos. Homem tem dessas coisas, né? Tipo, cara, em meia hora de conversa ou às vezes 2, 3 minutos já se torna um grande amigo. E, cara, fantástico! Vocês conversam sobre ideias de treino, as ideias batem. Então amanhã vamos treinar junto, cara? Vamos treinar junto? Vamos! No dia seguinte, quando dá mais ou menos umas 10 para 6, você já chegou na academia, você já começa ali preparar o seu pré-treino. Pô, é o tempo do cara chegar, vocês começarem a fazer os aquecimentos e tal, e o treino dá o start. Deu 6 horas, ele não chegou. Tudo bem, as pessoas se atrasam um pouco. Deu 6:05, deu 6:10, você já começa a ficar inquieto, até mesmo porque você já tomou o pré-treino. E aí deu 6:15, 6:20, nada do cara. Você mandou uma mensagem para ele, fala: bro, e aí, você vem? E aí ele demora alguns minutos para responder e responde falando que, cara, aconteceu uns imprevistos aqui e tal, não vou conseguir colar. Amanhã a gente treina junto, mesmo horário. Memorário. Beleza, amanhã é tal músculo, cara, é tal músculo. Perfeito, maravilhoso. No dia seguinte você tá lá, 5:50, e aí ele responde: eu tive um outro imprevisto hoje, desculpa, irmão, não vou conseguir colar. E aí você começa a pensar: cara, eu fiquei aqui que nem um otário esperando ele pela segunda vez. E aí ele fala: mano, mas amanhã vai dar certo, amanhã é certeza. Você confia que ele virá no dia seguinte no horário marcado para treinar com você? Você confia que 6 horas ele vai estar lá e vocês vão treinar juntos? Não, muito provavelmente não, né? E a pergunta que eu te faço é: por qual motivo você não confia? E você pode me responder nesse momento. O cara marcou comigo 2 vezes, cara, ele perdeu a minha confiança. E se você me respondeu isso, exatamente esse é o raciocínio. A partir do momento que a pessoa promete para você uma coisa e não cumpre, ela começa a perder a confiança. Por que que isso acontece com uma pessoa externa e não aconteceria com essa pessoa interna? O seu cérebro Não tem muita diferença, cara. Quando você vira pra si e fala: Ah, agora eu vou fazer dieta, agora eu vou treinar desse jeito, cara, agora eu vou ler tantos livros por mês. Cara, o seu cérebro olha pra você e fala assim: Irmão, eu tô aqui desde que você nasceu, cara. Eu te conheço. Você vai meter essa pra mim de novo? Meteu essa mesmo, cara? Isso se chama autoconfiança. Por menor que seja. Hoje beber 2 litros d'água. Você chega no final do dia e não bebeu, a sua autoconfiança é estragada com isso. O lado bom é que isso dá pra reverter. Imagina que esse mesmo brother falar pra você, cara, não, amanhã às 6 horas eu tô aí, a gente vai treinar e tal, não sei o quê. Aí você vira pra ele e fala, na moral, cara, eu vou fazer meu treino, tá ligado? Comece por coisas pequenas. A ideia da água é bacana. Todas as coisas acontecerem. Existem estratégias pra construir planos de ação pra todos os objetivos e fazer com que eles sejam cumpridos no decorrer do tempo. Essas coisas eu abordo com mais profundidade com os nossos alunos da mentoria, principalmente. A gente entra em questões de neurociência, de psicologia comportamental, econômica, porque aí começa a entender melhor o funcionamento do cérebro e criando estratégias e entregando ferramentas mesmo para os nossos alunos para que consigam colocar em prática. Tópico 3: consumo excessivo de álcool ou consumo frequente de álcool. O que que tem a ver, cara, autoestima com o consumo de álcool. Vou te explicar. Quando você bebe álcool, o álcool ele é tóxico para o nosso organismo, principalmente para o nosso cérebro. Tanto é que quando a pessoa bebe demais, ela desmaia. Isso porque o álcool ele vai apagando o cérebro. É por causa de cachaça, né? Mas a primeira região que o álcool apaga do cérebro é chamada de córtex pré-frontal, responsável pela racionalidade, responsável por pensar nos perigos, por analisar as consequências consciência dos atos. É mais ou menos uma região responsável pelo freio. Cara, você pensa em fazer uma besteira, o seu córtex pré-frontal vira pra você e fala: mano, esse bagulho vai dar ruim, viado, não faz não. E aí você: opa, não faz. O que que acontece então quando a pessoa começa a beber? Ela começa a ter esse efeito do córtex pré-frontal ficando inativado. Ela vai começando a ficar mais corajosa, não é assim? Vai ficando mais desinibida. Tem gente que precisa tomar um drink, dois, pra conseguir chegar numa gata. É super comum as pessoas conseguirem se sentir mais confortáveis para curtir a festa, etc., depois de alguns drinks. Cara, você precisa tomar álcool para conseguir fazer as coisas que você quer fazer? Você está se apoiando no álcool para fazer essas coisas, que se você tivesse com a sua autoconfiança bacana, você não precisaria disso. Esse tópico agora é o mais delicado de todos, porque ele diz respeito a uma coisa que é muito natural da nossa essência mesmo, é inerente a nós, a ideia da comparação. E principalmente no momento hoje que vivemos, com o uso, cara, absurdo de redes sociais, Instagram e etc., fica ainda mais delicado. Porque você vai abrir o Instagram e com facilidade você vai encontrar outras pessoas com situações muito melhores do que as suas. Você vai abrir o Instagram e você vai ver um cara que tem a sua idade Já tá andando de Ferrari, já mora numa cobertura, já tem uma casa na praia. Aí você olha pra você, você fala, cara, eu sou um merda. Caralho, eu sou um merda mesmo. Por que eu falo que é inerente da nossa natureza? O nosso cérebro, ele funciona muito por comparação. O nosso cérebro, ele sempre precisa de uma referência pra conseguir construir uma ideia. A partir do momento que você olha pra um cara atleta, foda, shape fantástico e tal, ele se torna referência de físico pra você. E aí você se compara a ele. Cara, ferrou. Será que esse cara atleta que tem um físico fantástico, será que ele também tá melhor do que você em outras áreas da vida? Será que a relação dele com os pais é melhor do que a sua relação com seus pais? A melhor ideia referente a isso é você usar esses caras como inspiração, porque se você se comparar diretamente, você tá ferrado. O ideal é que você se compare a você, você se compare ao que você era no passado. Imagina que você tá numa montanha e a sua meta é chegar no topo da montanha. Então você começa comecei a caminhar. E você começa a subir, você começa a subir, subir, subir, subir, subir. Você tá sempre olhando para o topo da montanha, e esse topo da montanha, cara, ele tá distante de você. E você começa a visualizar pessoas que estão na sua frente e pessoas que já estão lá. De vez em quando dá uma parada e olha para baixo para ver o quanto que você já caminhou. Sempre vão ter pessoas melhores do que você e piores do que você, mas cara, olha o quanto que você já caminhou. Faça esse exercício Porque isso vai te ajudar e eu tenho certeza que, cara, você já venceu muita batalha. Só que às vezes você esquece delas. Esse tópico agora ele é sutil, ele é assim sensível, delicado. Muitas pessoas cometem esse erro sem perceber. E é muito fácil cometer isso aqui. Cara, descuidar de você. Eu quero que nesse momento, nesse instante, você lembre da cueca que você tá vestindo. O que é essa cueca? É uma cueca bacana, não precisa ser nova nova, mas é uma cueca que tá em bom estado ou é uma cueca zoada? Como assim? Não entendi. Que, mano, você já passou da hora de ter jogado fora esse negócio. Você não merece vestir uma cueca boa? Não precisa ser uma cueca de grife, uma cueca super foda, não, cara. Tem que ser uma cueca em bom estado. Eu tô dando um exemplo da cueca, mas isso se expande a tudo. A corte de cabelo, a barba, a roupa que você veste, a meia. Que você tá no pé. Cara, tudo isso arruína, velho, a sua autoestima, sua autoconfiança. Ah lá lá, eu não ligo pra isso. Não, não é questão de ligar, velho, é questão de merecer. Será que você não merece ter uma roupa que presta? Não tô falando de roupa de grife, não tô falando de roupa cara, tô falando de roupa em boa condição. E hoje é super factível você comprar roupas boas pagando pouco. É só questão de você querer, porque tudo isso vai influenciar e muito na forma com que você se sente. A não ser que você viva numa extrema pobreza, cara, o que eu tô falando aqui é super factível. Eu sei como eu me sentia quando eu usava um tênis furado embaixo porque eu não tinha dinheiro para comprar outro. Mas se não é o seu caso, cara, reflita um instante: qual foi a última vez que você investiu em você? Dificuldade de dizer não. Não. A pessoa te pede uma coisa, você não quer fazer, você quer falar um não para ela, mas você não consegue. Aí você aceita sem querer, aí você faz o negócio que ela te pediu, aquela vibe ruim, aquele negócio, sabe? Por que que você fez isso? Toda vez que você fala um sim querendo falar um não, não, você tá falando um não para você. E aí a pergunta que eu te faço é, cara, você merece isso? Existem situações e situações Mas, cara, sempre! Porque a partir do momento que você se depara com uma situação que você não tá a fim de fazer, mas você vê que é importante fazer, ok, você não tá a fim, mas você está falando sim porque você quer fazer devido a ter entendido a importância daquilo. Ah, mas e se essa pessoa for meu cônjuge? E se essa pessoa for uma pessoa do trabalho, for meu amigo? Aqui a gente começa a entrar no próximo tópico, que é fugir de situações difíceis com essas pessoas, de conversas difíceis. Cara, é importante que essas conversas aconteçam. A pessoa te pede uma coisa que você não quer fazer, e aí se você fala um não, essa conversa acontece? Ou então se ela já pediu várias vezes e enfim já foi ruim para você várias vezes e isso tá acontecendo de novo, cara, é hora de conversar, é hora de abrir esse jogo. E vai ser difícil a conversa porque é uma conversa que choca interesses. A pessoa quer que seja de um jeito, você quer que seja de outro, mas é E muitas vezes, cara, muitas vezes, depois que você encara o desafio, você entra na conversa e você resolve, você fala: cara, olha só, não foi tão difícil quanto eu pensava. Existe uma frase de um grande pensador que diz exatamente isso: os maiores desafios, as coisas mais difíceis, mais perturbadoras da vida, no final das contas, elas estão só na nossa mente. Esse próximo tópico talvez o mais importante para você e talvez seja um divisor de águas, questões que são importantes na sua vida. Fugir de desafios. Quantas vezes isso aconteceu? De você querer fazer algo que é importante para você, para o seu crescimento, enfim, e você posterga isso, você deixa para depois. E esse deixar para depois é só covardia, porque o nosso cérebro ele é fantástico em criar narrativas que são plausíveis, mas no final das contas é só medo, é só medo de começar avançar e dar errado. E aí eu pergunto para você, cara, qual o problema disso? Do ponto que você tá até o ponto que deu errado, vamos imaginar que deu errado, tá bom? O quanto que você evoluiu? Tudo isso vai ficar mais fácil, principalmente para nós homens, se nós tivermos um nível bom de testosterona, porque é comprovado que a testosterona é um hormônio super importante nesse aspecto de avançar, de agir, de vencer. Você pode estar fazendo coisas no seu dia a dia que tá suprimindo a sua testosterona. Vou deixar você com esse vídeo aqui, ó, que tem coisas exatamente sobre isso, como elevar a sua produção natural de testosterona e ela te ajudar a construir uma autoconfiança ainda melhor. Clica aí.










