7 Coisas que parecem ajudar, mas DESTRÓI seus resultados!

No vídeo, o treinador Rodrigo Barros, com mais de 25 anos de experiência em musculação, lista sete práticas comuns que os praticantes de academia acreditam que ajudam, mas que na verdade prejudicam os resultados. Ele explica, com base em fisiologia e experiência prática, por que comer imediatamente antes do treino desvia fluxo sanguíneo para a digestão, reduz a disponibilidade de glicogênio muscular e causa desconforto; recomenda treinar em jejum ou, no mínimo, 1‑2 h após uma refeição leve, usando a última refeição rica em carboidratos antes de dormir para abastecer o treino matinal. Em seguida, alerta contra a confiança cega em alimentos “fit” ou “diet”, mostrando que eles ainda contêm calorias e podem levar ao excesso de gordura se consumidos sem critério. Sobre carboidratos, ele desfaz o mito de que cortar totalmente a ingestão ajuda a emagrecer, defendendo um consumo estratégico e moderado. Também critica sessões de treino excessivamente longas (>2 h), pois o exercício é catabólico e prolongado aumenta a degradação muscular. Quanto ao treinamento até a falha, Barros argumenta que chegar ao ponto de falha em todas as séries prejudica a recuperação e a performance subsequente; recomenda deixar 1‑3 repetições em reserva nas primeiras séries e só chegar à falha na última. Por fim, ele desincentiva copiar rotinas de fisiculturistas de elite, apontando diferenças genéticas, de recuperação e de estilo de vida que tornam essas rotinas inviáveis para a maioria. O vídeo termina com um convite para assistir a outro conteúdo que detalha um programa passo‑a‑passo de 2 meses.
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Eu sei que você faz essas coisas achando que vai te ajudar, mas na verdade elas estão te atrapalhando. Eu faço isso há mais de 25 anos e eu passei boa parte do tempo da minha vida dentro de salas de musculação, tanto ali observando o que os meus colegas faziam, como também dando aula para milhares e milhares de alunos. E a lista que eu vou trazer aqui para você é a que eu encontrava exatamente na grande maioria das pessoas. Fazendo essas coisas achando que estavam fazendo coisas bacanas para melhorar o seu físico, a sua saúde, mas no final das contas são coisas que atrapalham o processo como um todo. Vamos lá passo a passo para que você comece a mudar essas coisas na sua rotina e tenha resultados melhores por conta disso, não é mesmo? A primeira delas é comer antes do treino. Cara, é impressionante como que sempre se defendeu a ideia que é importante comer antes do treino. Ah não, não pode treinar de barriga vazia. Não é essa frase que a galera fala? Deixa eu te falar uma coisa. Se defende essa ideia porque, ah, já que você vai gastar energia durante o treino, é importante que você tenha abastecido esse tanque antes. Afinal de contas, a gente faz isso antes de viajar, não é? Vai lá e enche o tanque para que você tenha combustível para ser queimado durante a viagem. Olha, eu particularmente nunca, quando eu venho abastecer meu carro, eu vejo o preço de gasolina. Essa analogia para musculação, ela não funciona tão bem não, exatamente porque o que acontece é o seguinte: quando você treina, Verdade, você queima calorias, você precisa de substrato energético, isso vem da comida, é óbvio. Porém, entretanto, todavia, o glicogênio muscular que tá lá dentro do seu músculo, que é, diga-se de passagem, o combustível para o seu treino, ele é formado a partir dos carboidratos, ou seja, arroz, batata, macarrão, pão, etc. Mas tem um detalhe importante aqui: você come esse alimento, ele passa por todo o seu trato aqui digestório, ele vai ser absorvido pelo seu intestino, intestino, vai circular pela sua corrente sanguínea e vai achar o músculo e se depositar lá, transformando-se em glicogênio muscular. É isso que a gente quer. Mas você percebeu que é um rolezão, né, viado? Ou seja, esse carboidrato que você comeu, para ele tá lá pronto no seu músculo para você utilizar ele durante o treino, demora de 4 a 6 horas, irmão. De 4 a 6 horas. Se você tá comendo antes do treino, você não vai usar isso naquele treino. Não faz sentido. Sentido nenhum você fazer isso. O nosso corpo é uma máquina muito inteligente. Então, conforme você começa a fazer o seu treino, ele identifica onde precisa mandar sangue, porque o sangue leva nutriente, leva oxigênio, são coisas importantes para aquele órgão que tá funcionando. E o músculo a gente também coloca nesse rolê aí. Então, quando você começa a treinar, o seu corpo: opa, tá treinando bíceps, cara, vou mandar sangue lá para o bíceps. E é por isso que o músculo fica inchado durante o treino, você entendeu? É sangue que foi para lá. Mas quando você come, o seu corpo: opa, caiu comida lá no estômago, velho. Vamos mandar sangue para lá para fazer o trampo. Depois vamos mandar sangue para o intestino porque precisa fazer absorção. Se você comeu, o corpo entendeu: sangue para o estômago, sangue para o intestino. Aí você começou a treinar: não, não, não, pera aí, cara, o peitoral agora tá fazendo força. Não, não, não, pera, mano, pera, agora tem a perna, o glúteo, a lombar, tem uma porrada de coisa fazendo força lá, tem que mandar sangue para eles. E aí começa a competir, cara. Esse Esse é o problema. E quando isso acontece, as duas pontas ficam prejudicadas. Tanto a musculatura não consegue trabalhar de forma bem efetiva, tem um prejuízo, quanto também a digestão desses alimentos acabam ficando prejudicados. E ainda não tô nem colocando na conta que você vai ficar com aquela sensação de barriga cheia ali, estômago incomodando durante o treino. Comer antes do treino atrapalha, não ajuda. Você pode fazer uma refeição leve pelo menos, cara, 1 hora antes do treino. Mas eu ainda recomendo um tempo maior, pelo menos 1 hora e meia, 2 horas antes do treino. Refeição leve, não é para bater uma feijoada e treinar, vai ter comida no estômago ainda. Lá, mas cara, eu treino de manhã. Só atrapalha. Então vai aqui a dica para você que treina de manhã, e é o que eu passava para todos os meus alunos, e hoje em dia os alunos do Muscle recebem essa orientação. Você vai fazer o seguinte: você treina em jejum? Treina. Quanto tempo demora para o carboidrato fazer todo esse rolê? De 4 a 6 horas, não é? Então o carboidrato que você vai usar durante o treino você vai comer antes de dormir. Então você vai ter uma última refeição do dia com uma carga maior de carboidrato. É isso que os nossos nutricionistas fazem com os nossos alunos hoje. E aí, quando você acordar antes de ir para o treino, o que que você faz? Nada. Se você quiser tomar um café, você toma, mas o café é a bebida, eu falo. Você vai em jejum para o treino. Lá, lá, mas em jejum não vai passar mal? Não. Algumas pessoas podem sentir algum desconforto no começo até se adaptar. Eu vou te passar aqui o que que você vai fazer, mas a grande maioria, cara, consegue treinar de boas. Você vai até se surpreender via das dúvidas, você nunca fez. Então você faz assim, ó. E se você treina à tarde, treina à noite, tem aquele seu amigo que treina de manhã, manda esse vídeo para ele, que você ajuda ele, mano. Levantou, pá, vai para academia. Você vai levar um Gatorade, mano. Gatorade, Powerade, essas bebidas hidroeletrolíticas. Então você vai pegar esse Gatorade, você vai levar com você, você não vai tomar ele. Aguenta aí, você vai começar a treinar. Algumas pessoas podem sentir queda de pressão quando fazem isso, até o corpo se adaptar. E essa queda de pressão, ela é proveniente de uma queda glicêmica. Ou seja, açúcar no sangue. Então algumas pessoas começam a treinar e aí o açúcar do sangue desce. Algumas pessoas sentem uma queda de glicemia e uma queda de pressão também. E aí a vista fica meio turva, dá um grog aqui, não é assim? Se você começar a sentir que tá estranho, a cara fica branca, começa a suar frio, cara, começou a sentir isso aí, vai abrir ali o Gatorade vai dar uns 3, 4 golinhos nele. Esse carboidrato vai entrar, vai ser absorvido de forma rápida e vai para sua corrente sanguínea. Estabilizou a sua glicemia, você continua treinando. E aí, pô, tô sentindo que tá começando a vir de novo, dá mais uns golinhos. Reforço, isso é até você se adaptar ao processo. Depois que o seu corpo entender, fala, mano, esse viado treina em jejum mesmo. Caso você leve o Gatorade e não sinta nada disso, esse Gatorade de volta para casa. Você não toma, afinal de contas tem carboidrato, e aí se não tiver dentro da dieta ali vai zoar sua dieta também. E falando de dieta, eu vou falar de uma grande armadilha da dieta. Eu quero que você entenda que nem toda comida fit foi feita para ser boa para você. Muitas delas foram feitas só para vender mesmo. É o grande capitalismo em ação. Quando a gente fala comida fit, aí chocolate fit, é bolo fit, é bolo de pote fit, né, é tapioca, sei lá, cara. O pessoal coloca fit em tudo quanto é lugar. Então o fit muitas vezes é porque não colocou açúcar, ou então porque não adicionou gordura, óleo e etc. Aí o pessoal já coloca que é fit, ou então porque tem uma carga de proteína maior e tá rolando esse grande movimento no mundo, a proteinização das coisas. Cara, eu morei um tempo agora em Manchester e é impressionante, tudo os caras estão colocando proteína, cara. E isso tá começando a chegar já no Brasil. Tem muitos produtos com uma carga maior de proteína. Enfim, e aí a galera olha pra isso e fala que é fit. Então, deixa eu te falar. Ah não, essa paçoca é diet, ela é fit, ela não tem açúcar. É verdade, ela tem muita gordura porque ela é feita de amendoim e o amendoim tem gordura, cara. Aí essa pasta de amendoim é fit. É verdade, tem muito atleta que usa. Mas o atleta usa por conta de uma finalidade dele. Ela tem muita caloria, cara. Bolo de pote fit, cara, engorda do mesmo jeito. Não é porque a pessoa não colocou açúcar refinado que aquilo ali não tem outros ingredientes que também carregam calorias pra sua dieta. Não é porque é fit que é liberado. Ah lá lá, então eu nunca mais vou comer esses negócios fit na minha vida. Não, não tô falando isso. Você pode comer, principalmente se você gosta. Mas eu quero que você entenda que, meu, uma barra de proteína, por exemplo, na grande maioria das vezes vai ter mais calorias do que um choquito. A diferença é que a barra de proteína tem proteína e o choquito não tem. Eu tô aqui falando disso para você com a camiseta da Growth, que diga-se de passagem tem uma cacetada de barra de proteína legal lá no site, recomendo para você até. Mas é questão de usar aquilo ali de uma forma inteligente, estratégica. Porra, eu preciso comer um negócio aqui no meio do meu dia, eu preciso de carboidrato, Ah, tô precisando de uma gordura e de proteína, eu não tenho tempo para comer, vou comer uma barra de proteína. Não é aquele negócio, ah não, pô, é fit, então tá de boas, vou comer relaxado que não vai dar nada. Mano, vai dar sim, e o que vai dar vai ser banha gordura na sua barriga, cara. Tome muito cuidado com isso. O alimento fit, o que você quiser fit, ele tem caloria do mesmo jeito. Mas se o problema tivesse só no que se come, tá de boas, né? Mas não, cara, o negócio vai lá para dentro da academia também, e o tempo que você fica dentro da academia impacta de forma gigante no resultado que você tem. Ah, tem muita gente que fica muito tempo na academia e faz um negócio e faz outro e faz uma aula e tal, não sei o quê. E cara, isso não é bom. Eu não tô nem colocando aqui em questão aquelas pessoas que vão para academia, ficam mais de 2 horas lá porque ficam, né, batendo papo. Ficar mais de 2 horas na academia não funciona, não resolve, não ajuda. Eu vou te explicar agora. O resultado que você quer, o corpo que você almeja, ele não é construído na academia, ele é estimulado na academia. Eu tô falando estimulado no sentido, não esse sentido aí, é no sentido de treino, no sentido de você vai, faz o exercício, o músculo sente aquele estímulo. Então você vai pra academia, você dá mensagem, assim fica melhor, pro músculo se desenvolver. Mas o Paranauê todo acontece nas outras 23 ou 22 horas e meia que você tá fora da academia, momento que você tá se alimentando, você tá descansando, você tá dormindo. O treino, ele é por si só catabólico. O treino, ele é catabólico, ou seja, você degrada massa muscular quando você treina. Caralho, aí fodeu! O que a gente quer é construir massa muscular, o que a gente quer é anabolizar a massa muscular e não catabolizar a massa muscular. Mas o nosso corpo, ele funciona assim, ó: quando você faz uma coisa ruim para ele, ele gera uma resposta. Ou seja, você vai lá e cataboliza massa muscular, aí ele fala: ah, filha da puta, você é um filho da puta, eu vou agora anabolizar essa massa muscular. Então você treina, desgasta, e aí o corpo fortalece. Então você tem que chegar na academia, mandar mensagem para o músculo que você quer, mandar mensagem para o seu organismo queimar gordura e ir embora. Porque se você ficar mais tempo lá, você cataboliza mais. E isso, no final das contas, vai te prejudicar. E não vai ser fazendo 50 mil horas de treino, de esteira, de corrida, de aula e não sei o quê, que vai fazer o seu físico ficar legal. Os melhores atletas de fisiculturismo, e aí a gente tá falando de estética e etc., inclusive os naturais, pra você não pensar, ah não, mas é porque eu uso hormônio, eles não treinam muito, eles treinam pouco. Isso aqui fica ainda pior com aquelas pessoas que acreditam que é legal acordar acordar cedo para ir treinar. E aí elas acordam mais cedo para fazer o treino. No final das contas, isso ao invés de te ajudar, tá destruindo o seu resultado, tá detonando o seu físico. E é até super contra-intuitivo, né? Porque acordar cedo para ir treinar parece ser uma parada super assim disciplinada, cara. Nossa, que força de vontade, que foco! Tudo isso até você começar a perceber que você tá destruindo uma coisa que é extremamente importante, que é a recuperação do seu corpo. O sono, ele tem um papel muito importante em todos os processos que você pode imaginar. Você quer estudar melhor? Você tem que dormir bem. Você quer ter mais disposição no seu dia? Você tem que dormir bem. Você quer construir músculo? Sim, você tem que dormir bem. Ah não, Lala, eu tô querendo reduzir gordura, ficar com shape trincado e tal, bonito pelado. Você tem que dormir bem. Não vem com essa ideia de sacrificar o sono para ir fazer um cardio em jejum. Ah não, eu vou começar a treinar em jejum agora porque aí, né, se eu acordar cedo e tal, não sei o quê, o meu dia fica mais produtivo. Mas isso é de uma ignorância absurda. Se você parar um instante para pensar, você vai entender isso. Muitas pessoas falam isso. Ah não, vou acordar cedo porque aí o dia fica mais longo. Deixa eu te falar uma coisa, na verdade você é burro para Não sei se você lembra, teve uma época que tava muito em voga a ideia do acordar às 5 da manhã, é o clube das 5 da manhã. Aí depois veio o clube das 4 da manhã, e hoje em dia tem as blogueirinhas e tal que postam as suas rotinas matinais. Ela acorda às 4:30 da manhã, às 3:50. Deixa eu te contar, existe um cara chamado Christian Barbosa. Esse cara é o maior especialista do mundo em produtividade, e quando começou esse negócio de turma das 5 da manhã, turma dos não sei o quê. Ele virou e falou assim, eu falei, gente, mas isso não faz sentido nenhum. Não importa a hora que você acorda, o que importa verdadeiramente é o que você faz enquanto tá acordado. Então se você acorda às 5 da manhã, ou acorda às 7, ou acorda às 10, cara, dá na mesma. Porque uma pessoa que acorda às 5, ela dorme mais cedo do que uma pessoa que acorda às 10. Ah não, Ah, Lala, mas eu vou acordar às 5 e vou dormir tarde. Aí você tá sacrificando o sono, seu animal, que é o que a gente tá falando aqui. Você precisa dormir de 7 a 8 horas por noite. É isso, essa é a recomendação. Se você dormir às 10 da noite e contar 8 horas, você vai acordar às 6. Ah não, Lala, eu quero acordar às 5. Então você vai ter que dormir às 9 da noite. Não, Lala, eu quero acordar às 4, com as galinhas. Então você vai ter que dormir às 8 da noite, cara, que era o que as pessoas faziam antigamente. A nossa vida moderna é que deu uma bagunçada em tudo isso aí. Ah não, lá lá, eu gosto de treinar de manhã, eu vou levantar às 4 horas da manhã para treinar. Beleza, cara, mas você vai ter que dormir mais cedo. Mas vamos imaginar que você ajustou tudo isso. Se você pecar nesse próximo tópico agora, que é muito comum as pessoas fazerem, todo o seu resultado vai por água abaixo. Gente, vamos falar do coitado, castigado carboidrato. O carboidrato, ele é fonte de energia para nós. Então quando você vê aqueles, aquelas latinhas que o pessoal chama de energético, na verdade aquilo ali não é um energético, aquilo é um estimulante. São coisas diferentes, porque o energético te traz energia. O carboidrato é o energético de verdade. Energia no nosso corpo é que nem dinheiro. Quando Começa a sobrar energia no nosso corpo, o seu corpo humano, de forma muito sábia, ele guarda essa energia. E ele guarda em forma de banha. Sabe essa pururuca que fica aqui, ó, ao redor do umbigo? E aí a galera fala, porra, se eu comer muito carboidrato, eu vou engordar. É verdade, porque se se empanturrou de carbo, o corpo vai guardar esse negócio. Então, se eu comer mais carboidrato, eu engordo. Posso não ter um cérebro, senhores, mas eu tenho uma ideia. Se eu fizer o caminho inverso, eu emagreço? Eu cansei de ver o povo fazendo isso. Não, quero dar uma secada, vou cortar o carbo. Diminuiu um pouco isso, mas a galera cortava assim no sentido de zerar o carbo. Não, vou fazer uma dieta low carb, então vou fazer uma dieta cetogênica, uma zero carb. O carboidrato é energia. Se você ficar com baixa energia, você vai treinar como. E como que você vai fazer as coisas do seu dia? Prejudica até no sono, cara. Não é legal. Então reduzir o carboidrato para emagrecer— emagrecer, tem gente que zoa nós às vezes. Eu fico falando emagrecer, eu falo para zoar, mas se você colocar— editor, coloca aqui, ó, emagrecer no Google. Você vai ver que emagrecer é figura de linguagem, tá aqui, ó. Saúde aos inteligentes, meu desprezo aos burros. Se você quer emagrecer, tirar o carboidrato não é o estratégia, reduzir o carboidrato de forma estratégica, pensada, inteligente, aí é jogo. Então você tem que encontrar, como diz o nosso grande Buda, o caminho do meio. Aristóteles dizia sobre a meia medida. É na medida certa, aí você consegue ter um shape da hora. E agora eu vou te falar de uma coisa que eu cometi por muitos anos. Não só eu cometi por muitos anos, como que eu aqui, coloquei minha cara na sua tela por muitos anos e falei pra você fazer isso, porque a gente acreditava que ajudava. Mas hoje a ciência nos mostra que na verdade atrapalha. Acreditávamos que o treino, pra ser bom, ele precisava ir até o talo, precisava ir até a falha. No pain, no gain. Você não precisa mais treinar que nem um desgramado, treinar igual o Ronnie Coleman treinava. O que você precisa é levar um alto nível de exigência pra sua sua musculatura. Eu já vou explicar como é que você vai fazer isso. A grande questão é que se você ir até a falha, você leva o seu músculo a um nível de exigência muito grande, muito grande, ao ponto de prejudicar. Lembra Buda? Lembra Aristóteles? Qual é a ideia? A gente tem que levar a exigência certa. Se você passar da conta, isso te atrapalha. Eu tô falando o que os novos estudos mostram, e eu te falo isso até com muita dor no coração, Quando começaram a sair esses estudos, que não foi um nem dois, a gente ficou triste, cara, porque a gente sempre defendeu o treino rock and roll, né, o treino porrada, como dizia Valdemar Guimarães, ou deve falar ainda: vai, animal! Era assim o cara, dava aula. E aí a gente começa a entender que não precisa, cara. O que que os estudos mostram hoje? Que você deve, você até pode fazer diferente, mas A recomendação é a seguinte: você ir até próximo da falha. Então, o que que é falha, né, Lala? É quando você trava, sabe? Quando você tá fazendo, você não consegue mais continuar, você trava. Então aquilo ali é falha. Quando você falha, o músculo ele chegou num alto nível de exigência, de intensidade, etc. Não precisa, você pode parar antes disso. E a recomendação é de 1, 2, no máximo 3 repetições que a gente chama de reserva. Você fica antes de falhar, porque aí você estimulou o seu músculo a se desenvolver da mesma forma. Os estudos, eles mostram que se você ir até a falha ou se você parar nesse momento não tem diferença, mas tem uma diferença. Daí o tema do vídeo: coisas que você faz achando que ajuda, mas na verdade atrapalha. Se você fizer isso, ir até a falha, você vai ter a mesma resposta, mas você vai prejudicar a próxima série, e o prejuízo da série subsequente faz com que você tenha um prejuízo também no seu resultado. Então o que eu ensino para os nossos alunos. Eu vou passar aqui para você agora. Você vai fazer o seguinte: quantas séries você vai fazer? Ah, vou fazer 3 séries. Então as 2 primeiras você não vai até a falha, você vai até perto dela. Na última série, aí você vai até. Por quê? Porque você não vai prejudicar a próxima, porque não tem próxima. Você vai conseguir calibrar a sua carga. Porque já pensou, você tá ali fazendo exercício, aí você fala porra, eu tô aqui fazendo e tal, eu cheguei na 8ª, cara, não, eu acho que 10 eu falharia, então vou parar. Aí na hora que você vai até a falha mesmo, aí você consegue fazer 12, ou seja, fez caca lá. Você poderia ter esticado aquela primeira, aquela segunda série, ao invés de até 8, até 10, até 11, porque você viu que na 12ª você falhou. Aí você vai calibrando isso durante o tempo. Mas aí você pode virar para mim e falar assim, lá, lá, Ah, mas eu vejo, cara, o pessoal no Instagram fazendo os treinos desse jeito aí, mano. Cara, tem umas treinadoras lá do Rio de Janeiro que, nossa, velho, as meninas só falta desmaiar no treino de tanto que elas puxam ali a intensidade. E elas não vão até a falha, elas vão muito depois da falha ainda, porque ela chega na falha e a treinadora começa a berrar no ouvido dela, começa a ajudar e tal. Eu vou falar para você que eu admiro, mas isso não é um bom treino. Isso é um treino que ele passa do que a ciência demonstra que é o ideal. Então quando eu olho para esse tipo de treino, eu de novo admiro quem consegue fazer, cara, parabéns, puta masoquismo assim na veia mesmo. Mas isso não é um treino inteligente, isso é falta de estratégia. Se você ver grandes atletas hoje estão dentro do que se entende como melhor da paciência, você não vai ver os caras fazendo isso. E eu vou te dar um exemplo que certamente você conhece: o Cibum conseguiu fazer uma puta história dentro do fisiculturismo. Cara, olha como é que ele treinava! E ele é um cara que treina de forma inteligente. Nick Walker, cara que tá vindo também com muita força, olha como que o cara treina, entre outros grandes atletas que são muito inteligentes na hora de montar e executar os seus treinos. Então tira um pouco desse negócio de, ah não, treino tem que ser para matar e tal. Isso não é um treino bom, isso é um treino com falta de estratégia. Já que eu tô falando de Ciban, de grandes atletas, eu vou entrar nesse próximo tópico que diz respeito a ter esses caras como referência. É um grande erro ter Ramondino, Ciban, entre outros grandes atletas, como referência. E é uma coisa que muitas pessoas fazem achando que é inteligente, vai dar um bom resultado, mas na verdade não. Eu não tô falando como referência no sentido de olhar e se inspirar no cara. Se inspirar é maravilhoso, é ótimo. Eu tô falando aqui sobre copiar o treino dele. Isso é muito feito, muito. Gente, eu fazia isso quando eu comecei a treinar. Na minha época, a gente assistia os filmes dos atletas em fita VHS, fita VHS, cara. Eu assistia Kevin Levrone, Jay Cutler, Ronnie Coleman, Dorian Yates, E cara, eu fazia o mesmo treino que o cara fazia, mas isso é de uma estupidez que é descabida. Vamos seguir aqui com um exemplo do nosso grande querido e que fez a felicidade de todos os brasileiros ganhando o título de Mr. Olympia, Ramondinho. Diga-se de passagem, parabéns mais uma vez, dinossauro! Você é brabo e a gente tem muito orgulho de você. Que lindo, cara! Ramondinho, cara, primeiro eu não vou nem falar da genética Porque se a gente falar da genética, já é esculhamba, né? Então não vamos falar da genética. Como que o Ramondino dorme? Você pode ter certeza que o sono dele é o melhor possível. Como que o Ramondino se alimenta durante o dia? Você pode ter certeza que a alimentação dele é a melhor possível. Como que o Ramondino suplementa? Você pode ter certeza que é a melhor possível. Ah, mas para desenvolver mais o físico precisa fazer algumas manobras de massagem, de liberação miofascial, de alongamentos, o caralho? Precisa. O Ramondino faz. Quais são as substâncias que podem entregar melhoras para o físico do atleta? Você pode ter certeza que ele utiliza todas. O que que eu tô dizendo aqui para você? Ramondino é uma pessoa, você é outra. Eu sei que você queria muito ser o Ramondino, mas você não é. Eu também queria, mas eu não sou, entendeu? São pessoas diferentes, são físicos diferentes, genéticas diferentes, mas realidades completamente diferentes. Muito provavelmente você acorda cedo, pega condução, vai para o trabalho, trabalha ali 8, 9, sei lá quantas horas, aí depois pega trânsito de novo, e aí você vai treinar, cara. Enquanto isso, o que que o Ramon fez? Ele acordou, ele comeu. Aí ele fez um cardio, aí ele descansou, ele foi para massagem, aí voltou, aí descansou, aí comeu, aí tirou um cochilinho. Você tá entendendo, seu animal? Não vai fazer o treino dele, não dá certo, cara, porque o treino dele é ajustado para recuperação que ele tem. É o mesmo que o seu? Não é, mano. Não faz isso não, cara. É legal você ver o Ramon, se inspirar. Aí você vai ver Seban, você se inspira. Derek Lunsford, você se inspira nos caras, mas treinar a mesma coisa que eles fazem não adianta, cara. Mas, Lala, então o que eu faço? Como eu treino? Como eu ajusto essas coisas? Clica nesse vídeo aqui, ó. Aqui eu vou te ensinar os passos necessários para você atingir o melhor shape da sua vida em 2 meses. Clica aí.










