7 ERROS DO TRÍCEPS PULLEY QUE VOCÊ COMETE

Seven mistakes on the triceps pulley that kill your gains: elbows drifting away from your body, incomplete range of motion, unstable shoulders, and asymmetry between arms. Rope handles give you more triceps activation than straight bars, which can wreck your wrists and elbows.
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Um dos melhores exercícios para tríceps. Hoje a gente vai falar do tríceps pulley e, claro, as suas variações. Mas vamos começar aqui com a barra. Basicamente, a gente vai utilizar muito articulação do cotovelo para fazer todo o trabalho. Porém, existe uma grande necessidade em fazer uma estabilização de tronco e principalmente de ombro. Na verdade, o pessoal acha que é só puxar e empurrar, né? Primeiro, já te adiantar que existe a barra assim, a gente chama ela de chifrinho. Porque será? Existe a barra reta também, e também existe a opção de corda. Essa inclinação dela vai te proporcionar um grande conforto, tanto de cotovelo quanto de punho. Você vai fazer empunhadura aqui, quero pegar mais para cima, você pode. Quer pegar mais para baixo, pode. Aí tem gente que pega essa barra e pega aqui, ó. Aí você fala, vou começar na posição do pé. Ele fica paralelo ou ele fica anteroposterior? Ele fica do jeito que você achar melhor. Eu gosto de manter ele aqui, ó. Você puxou ela aqui, o cotovelo, presta atenção nisso, ele cola no corpo, ó, o cotovelo cola no corpo, a postura encaixa, e aí sim você estende o braço. Mas o que que muito acontece? A galera começa a fazer aqui, ó, e o cotovelo já, ele já dá aquela afastada aqui, ó. E aí, por que que isso é um erro? Quando você tá com cotovelo fechado, você tem um vetor de força do aparelho, que seja aqui do cabo, completamente centralizado no seu tríceps. Quando você afasta o cotovelo, você cria uma dissipação de vetor de força. Ele sai de um completamente vertical e ele começa um horizontal. O seu peitoral começa a te ajudar a fazer tríceps, porque você mudou tudo ali. Então é importante pra você otimizar o trabalho, você sempre vai ouvir isso da minha boca, otimização de trabalho, você precisa manter o cotovelo fechado. E aí, vamos fechar? Aí uma outra coisa que vai vir aqui em questão, a postura. Você já deve ter me ouvido falar pra você ter sempre uma postura o quê? Elegante. Uma postura elegante aqui, ó. Né? Tem gente que faz o quê? Pessoa começa aqui, daqui a pouco ela já tá assim, ó. Aí vai fechando, né? Sabe velho? Velho vai ficando mais velho, vai envergando. E o legal é que eu faço isso, você pode achar que é zoeira. Observa por aí. Por quê? Conforme você vai perdendo força de tríceps, você vai tentando compensar isso com outros músculos. E um que entra pra fazer esse trabalho é o abdômen. Por isso que o abdômen vai puxando. Então, postura como? Postura elegante, né? Existe um outro erro que ele se assemelha a esse, mas ele é mais sutil. Lembra que eu falei que o trabalho é feito em cima do cotovelo para trabalhar o tríceps? Porém você tem que estabilizar o ombro. Eu falei todo o tronco também, não foi? Então quando você faz o erro anterior, você tá com todo o tronco cagado. Mas tem gente que fica com o tronco certo, mas perde o ombro. Isso também pode acontecer. Então olha como que o ombro ele veio aqui para frente para ajudar aqui no movimento e tal. E olha onde ele tem que ficar, ó. Olha onde ele tava, olha onde ele tem que ficar. Então, tronco estabilizado, ombro para trás, cotovelo fechado, e aí você tem o exercício sendo da forma perfeita. Que demais! Existem os erros de amplitude. Vai ter professor que vai te ensinar de um jeito que eu vou falar que não é para você fazer. Ah, isso dá umas treta por aí. Muita gente fala para você tá aqui, você estender o braço e você trazer até 90 Graus aqui. E aí você tem amplitude curta ou longa, Rani? Parece curta. Parece curta, né? Ó o tanto que poderia ter subido, ó. Parou aqui, ó. Por que que existe essa ideia? Pra você não levar a musculatura num ponto que ela relaxa. Mas você pode alongar mais e não relaxar ela. Que que tá acontecendo quando você reduz amplitude? Você reduz trabalho muscular, meu amor. Você tá fazendo. É? É. Pô, eu tentei, né? Você faz o seguinte: você tá fazendo exercício e não tá tendo o aproveitamento máximo dele. E isso dói meu coração. Primeiro, você tem que estender o cotovelo até o final. Tem gente que faz e faz assim, ó, tá vendo? Ele tá curto lá embaixo. Não, estende até o final, estende até o cotovelo, né, quase ficar reto lá embaixo. Seu tríceps, ele quase vai dar cãibra, sabe? Tem, ó, tem também. Pode falar se quiser. Acabou a gracinha aí? E a parte de cima é interessante que você suba inteiro. Percebe como que o cotovelo flexionou bem aqui, ó? Só que você não pode, tipo, Relaxa, tem que— você vai chegar aqui no alongamento máximo, estende. Você vai perceber como que o trabalho muscular aumenta muito. Tem uma coisa aqui, Ranesito, que as pessoas cometem e me dói o coração, porque às vezes não é nem que sabe, às vezes tá ali distraído, né? Cotovelo tem que estar do lado do corpo. Aí sabe o que o povo faz? Percebe que o cotovelo tá movendo para frente, ó? Isso é de todo mal? Não, se você souber usar isso aqui como estratégia. Mas o que eu muito vejo as pessoas fazendo isso, porque nem sabe, fica mais fácil, né, dar um dorsal dá aquela ajudadinha. De novo, você tá pegando o exercício e distribuindo pra todo mundo. Aqui você tem que ser meio egoísta assim, tem que levar o exercício só pro cara, que é o tríceps. Se você deixar o tríceps se virar sozinho, vai chegar muito trabalho pra ele, e isso é bom. Agora, se você deixa o exercício dissipar pra outros grupos musculares, ele vai trabalhar menos. Aí você reclama que não cresce, você reclama que não tá desenvolvendo. E exatamente por isso que eu falo que corrigindo todas essas coisas dentro do Muscle 60D, você vai ter 1 ano de resultado em apenas 2 meses. Porque não é só isso que você tá cometendo de erro e tá prejudicando o seu resultado. Existem várias outras coisas que eu vou ajustar tudo para você. Clica aqui embaixo. Hoje eu tô com o braço maior do que o outro, como é que eu faço para corrigir a assimetria? Começa a treinar da forma certa. Te falei agora do lance do cotovelo afastado. O cotovelo afasta para possibilitar mais movimento, ou seja, o tríceps não aguenta mais, afasta o cotovelo, peitoral dá uma moralzinha, e aí você consegue continuar o trabalho. E aí eu te pergunto, você tem um braço com a mesma força que o outro, Roni? Eu não. Geralmente é um braço mais forte que o outro, não é? Se um braço é mais forte que o outro, você tá com uma barra só, com cabo só, levando trabalho para os dois lados. Por que que será que um não fadiga antes que o outro? O que que acontece é você começa a compensar no lado fraco, e aí você vai piorando cada vez mais a sua assimetria. O que acontece é isso aqui, ó. Vamos imaginar que meu braço direito é forte e o braço esquerdo é um pouquinho mais fraco. Então começa aqui, ó, tá bonito, tá legal. Aí para, não tô aguentando mais. O que que o esquerdo faz? Ó, e o direito ficou. Ou seja, O tríceps direito, que é o mais forte, ele tá levando todo o peso só para ele. O tríceps esquerdo, que é o mais fraco, ele tá distribuindo o peso para outros músculos, logo ele tá trabalhando menos. Então agora que você já viu tudo que você não pode fazer de errado, vamos fazer o que você vai fazer certo. Primeiro, pega no lugar certo, você entendeu? É importante que você pegue no lugar certo. Cotovelo vem aonde? Do lado do corpo, né? Postura, né? Aí você pode deixar Pode ser assim ou assim, lembra? Eu vou deixar aqui, ó, eu gosto mais assim. Aí, uma coisa, tem gente que fala assim: Lala, eu faço mais perto ou eu faço mais longe? Você pode fazer aqui, ó, e aqui não tá errado, tá certo. Quando você estende, percebe que a inclinação do cabo ela tá pequena? Tem gente que faz até aqui mais perto. O cotovelo é o ponto de torque. Aqui eu tenho alavanca máxima, aqui Eu tenho uma alavanca pequena, porque o torque, se eu pensar no cotovelo, que tá tendo uma alavanca menor, o vetor de força que é o cabo tá mais próximo, aqui fica mais leve. Aqui mais pesado, aqui mais leve. Estende o cotovelo até o final, flexiona inteiro. Estende até o final, flexiona inteiro. Olha lá, ó. Aí você tem um exercício perfeito acontecendo. O cotovelo tá estável do lado, tá fechado, não tá balangando pra frente e pra trás. É só o tríceps que tá trabalhando, ele tá sozinho nessa. O que que a gente vai fazer? Dá um passo pra trás. Traz o cotovelo, inclina um pouco o corpo, e aí você vai ver que vai ficar um inferno isso aqui para fazer, porque lá embaixo o cabo tá fazendo uma força absurda para frente e não para cima mais. Com isso você consegue ativar muito mais e o peso fica muito maior, mas não adianta de nada se você fizer isso e fizer isso, ó. Tem que trazer o cotovelo aqui, ó. Você vai intensificar até o ponto inicial do movimento, que você tá com o cotovelo flexionado. A gente tem tríceps com barra chifrinho, o tríceps com barra reta e o tríceps com corda. E dentre essas variações, qual é a melhor? Se você pensar em trabalho muscular efetivamente, eu prefiro que você faça com a corda. O fato dela te gerar um pouco mais de instabilidade faz com que o trabalho fique mais forte. Já se você quiser mais conforto, você pode fazer com a barra V, a barra chifrinho. A barra reta não. Ela vai machucar seu punho, seu cotovelo. Isso não é legal. Aqui você tem um treino inteiro de tríceps. E lógico, aqui você não vai encontrar um exercício, você vai encontrar todos os exercícios de tríceps para compor um perfeito treino. E lógico que você vai aplicar essas técnicas que você viu aqui. Então esse vídeo tá supimpa, clica aí!










