
In this high‑intensity Portuguese fitness video, Rodrigo Barros presents eight unconventional, “brutal” training methods designed to shock the muscles and break through hypertrophy plateaus. He begins by emphasizing the need for varied, intense stimuli to keep muscles growing, then walks through each method in detail, offering practical implementation tips, exercise selection advice (favoring mono‑articular movements for isolation), and safety cautions. The eight techniques are: (1) a 100‑rep set with short rest intervals, (2) “triple failure” (concentric → isometric → eccentric) using spotters, (3) explosive‑contraction reps to recruit fast‑twitch type 2X fibers, (4) training the same muscle twice in one day (double‑session), (5) “giant sets” (four or more exercises performed back‑to‑back), (6) a sophisticated mechanical drop‑set chain he calls “Laércio Sette” that alters body position and leverages multiple exercises to extend a set, (7) a variation of drop‑sets with changing angles and equipment, and (8) a final reminder of core hypertrophy truths and a call‑to‑action. Throughout, Barros stresses that these methods are for advanced lifters, warns about injury risk, and suggests placing them at the end of a workout to avoid compromising earlier work.
Chapters
Pra fugir do convencional e dar um verdadeiro choque na sua musculatura. Nossa, é muito forte! Eu vou te ensinar 8 formas brutais de treinar musculação. E quando eu falo de choque na musculatura, isso é muito interessante pra quebrar aquela estagnação que por vezes acontece, saca? Não se esqueça nunca que o seu músculo, ele sempre precisa de um estímulo mais forte, mais intenso, ou que você diversifique esse estímulo pra ele continuar a entender que é importante que ele cresça, porque no final das contas é isso que a gente quer que ele faça. A primeira forma brutal e nada, nada convencional de você dar um verdadeiro choque nos seus músculos, que é com a série de 100 repetições. Cara, é isso mesmo que você ouviu, 100 repetições. Não é sem com C, é 100 com S, com S de churrasco. Imagina você fazer esse volume todo de repetições, cara. O seu músculo, ele não tá acostumado com isso, e é exatamente essa a ideia. Já vou te falar, essa técnica é interessante que você faça ela no final do treino, possivelmente a última série do treino, que depois disso, cara, seu músculo vai estar completamente fadigado. Como colocar na prática? Primeiro, escolha um exercício monoarticular para que você consiga direcionar exatamente para aquele músculo que você quer. O multiarticular, ele envolve outros músculos, você pode fadigar um músculo que não é aquele que você tá visando. Pega um monoarticular, vou dar um exemplo, vai, uma elevação lateral. Aqui você vai pegar uma carga que você consiga fazer tipo, mano, umas 15, 20 repetições. E aí você vai falar assim para mim: Lala, mas não são 100 repetições? Você vai fazer o seguinte, você vai começar a fazer a série. E aí você, aqui eu preciso que você conte. Aí você vai contando, tá, tá, tá, tá, tá. E vamos imaginar que você chegou, cara, na 18ª, e aí o movimento já começou a ficar ruim. Esse é o ponto ideal para você fazer o que eu vou te ensinar agora. Quando a técnica ficar ruim, você vai dar um descanso de 10 segundos e você vai retomar a contagem. Então se você fez 17, 18, contou, descansou 10 segundos, pegou o peso de de novo, Z9, 20, 21 e vai embora. Mas vamos deixar uma coisa clara aqui, hein? Essa é uma técnica muito avançada. Uma pessoa que tá começando a treinar deve passar longe dela. Mas se você tá achando isso insano, olha o que eu vou trazer na segunda técnica brutal de você treinar musculação. Ela se chama falha tripla. Cara, como assim falha tripla, velho? Não é possível falhar 3 vezes. É, e você vai entender agora. O músculo, ele contém, vamos dizer assim, 3 contrações: a concêntrica, a excêntrica e a isométrica. Eu vou colocar exatamente na ordem que você vai atingir essas falhas: concêntrica, isométrica, excêntrica. A contração isométrica você já entendeu, isométrica, ou seja, você fica parado ali. E a excêntrica é o contrário da concêntrica, então o momento que você tá descendo. Então imagina que você tá numa rosca direta e aí você começou a série, a primeira falha que vai acontecer é a falha concêntrica, chega uma hora que você não consegue subir. Aí, brother, vai vir um amigo e vai te ajudar a subir até o ponto mais alto do exercício, que é aqui, cotovelo do lado. Você vai chegar com o peso mais ou menos na altura da teta ali e você vai ficar ali, velho. Você vai segurar ali até a hora que você não conseguir segurar, o peso começar a descer. Aí quando começar a descer, você falhou na fase concêntrica, ou seja, você atingiu a sua segunda falha. Nesse momento você vai começar a trabalhar a fase excêntrica para atingir a falha nela também. Então você vai segurar a descida de forma tranquila, ali devagar. Vai doer que só o cacete, é assim mesmo. Aí você vai tentar subir, seu amigo vai te ajudar, vai colocar você lá no topo do exercício de novo, e você desce aqui na moralzinha. Quando você não tiver conseguindo segurar essa descida, você vai ver que vai chegar uma hora que ele vai te colocar na parte de cima do exercício, no topo do exercício, e cara, o peso vai despencar. Quando isso acontecer, você atingiu a falha tripla. De novo, é uma técnica extremamente avançada, só para pessoas que já são muito avançados e coloca isso no final do treino, cara. Última série você faz isso, porque se você fizer antes você vai prejudicar o resto do seu treino, porque essa técnica ela tem um poder gigante de exaurir assim absurdamente a musculatura. Em contrapartida, cara, para gerar hipertrofia esse negócio é tesão. A terceira técnica ativa fibras musculares que você nem sabia que existia, cara. É uma verdadeira explosão o bagulho. E é esse o nome dela, técnica de contração explosiva. Fala, que porra é essa? Mas que porra é essa? Você sempre foi educado a treinar musculação, pelo menos em grande parte, a controlar o peso, a fazer o exercício de forma controlada. E eu te passo isso muito aqui, cara. Conduza o peso até um ponto, conduza o peso até outro, ou seja, de forma controlada. Você vai de novo, final do treino, levar um estímulo diferente para esse músculo. Mesmo porque, lembra que eu falei no começo, a diversificação variação de estímulo é bom para musculatura. Quando você já tiver feito, cara, carga alta, contração de pico, tempo sob tensão, alongamento otimizado, todas essas coisas durante o treino, aí você vai vir com estímulo diferente. Agora você vai colocar o seu músculo para contrair de forma mais explosiva que você puder, cara, o mais rápido e o mais explosivo que você puder. De novo, exercícios monoarticulares, são ótimos, mas eu vou colocar aqui algumas exceções. Um pulo em frente é bom, mas corre o risco de você fadigar o braço antes. Um agachamento é bom, mas depende do que você tá buscando. Flexão de braço também funciona muito bem para peitoral. Elevação lateral vai funcionar bem, rosca direta vai funcionar bem. A proposta é, cara, você vai pegar ali, vai colocar a carga para fazer tipo, cara, umas 10 repetições ou até um pouco mais do que isso, uma carga que você consiga fazer de 10 a 20, e aí você vai fazer o mais rápido que você conseguir. Toma cuidado para não se machucar, animal. E senão você vai fazer o exercício que nem um maluco lá na academia, as pessoas vão, né, ficar preocupadas e você pode se machucar efetivamente. Então, de novo, é uma técnica para pessoa extremamente avançada. E o que que é legal nisso? Além de você levar esse estímulo diferente, quando você pensa em fazer um movimento extremamente rápido, o seu cérebro manda mensagem para o seu músculo contrair de forma muito intensa as fibras do tipo 2X, que são fibras mais explosivas, mais densas, que, cara, você na grande maioria das vezes só vai atingir ela quando tá chegando numa falha muito grande. Todas as técnicas que eu tô passando aqui você vai conseguir ativar, mas um treino convencional, se você não chegar num nível muito bom de intensidade, essas fibras elas meio que não trabalham tanto. E, cara, são fibras que têm uma capacidade de ficar maior, de hipertrofiar, muito grande. Então a gente quer isso. Só toma cuidado com essa técnica porque ela pode machucar suas articulações. A quarta técnica brutal de treinar que gera muita resposta, eu vi pela primeira vez um amigo de faculdade fazendo. Então a gente tá falando aí de, cara, quase 15 anos atrás, e ele fazia de forma intuitiva. Depois, olha que louco, de muitos e muitos anos, eu vi Fabrício Pacholocchi, que na minha opinião é um dos maiores treinadores do planeta, Brazuca, que era careca, agora não é mais, agora tá cabeludo. Mano, o Pacho passando por seus atletas E aí eu falei, cara, que animal isso! Por que que eu tô trazendo tudo isso com tanto espanto para você? Porque é uma coisa completamente contra-intuitiva, que é treinar o mesmo músculo duas vezes no mesmo dia. Esse brother da faculdade funcionava assim: ele ia para academia ali final da manhã fazer o treino. Aí, cara, se ele voltasse para casa com uma sensação que o treino não foi bom, uma sensação que ele não conseguiu extrair o máximo dele naquele treino, cara, ele voltava no final do dia para fazer o treino de novo. Que louco, né? E eu perguntei pra ele da onde ele tirou isso, ele falou, cara, não tirei de lugar nenhum, eu só não consigo aceitar que eu não fiz um treino que presta, então eu volto lá e faço de novo. Conversando com o nosso grande Pacho, ele me falou o seguinte, hoje a ciência fala pra gente que a progressão é extremamente importante pra hipertrofia. Eu tô falando de progressão, pode ser em série, pode ser em carga, pode ser intensidade, existem várias formas de aumentar a intensidade, aumentar a carga de treinamento, pra ficar mais técnico o negócio. Então o Pacho, ele, cara, teve a genial ideia, fala assim, mano, eu preciso colocar mais séries dentro do treino do meu atleta. Porém, quando chega num dado momento do treino, meu atleta ele não tá rendendo mais. Então não vale a pena ficar batendo mais ali, o custo-benefício é ruim. Então ele teve a ideia, ele falou, cara, e se meu atleta vier de manhã, faz um treino, volta pra casa, come, dá uma descansada, dorme, sei lá, volta no final do dia, pra fazer mais um treino. Vou testar. E ele me disse que tava tendo resultados maravilhosos com isso. A partir do momento que você aumenta o volume de treino de forma inteligente, calculada, e a gente tá falando aqui, o meu amigo ele fazia na orelha, mas o Pacho faz de forma muito técnica a parada. Funciona treinar duas vezes no dia porque você chega no primeiro treino, dá um cacete, descansa, se recupera pra no segundo treino conseguir treinar com aquela mesma intensidade. Fala lá, mas e se pegar tudo isso e colocar num treino só? É o que o Pacho falou, chega uma hora que você já tá cansado no treino, o negócio não vai mais. Então dividiu o treino. Mas eu sei que essa é uma coisa muito difícil para grande maioria das pessoas, que não tem o tempo, toda dedicação que um atleta tem. Porque esse meu amigo da faculdade não era atleta, mas eu não sei, cara, o que ele fazia da vida, ele conseguia fazer isso aí, tava certo para ele. Vamos viajar no tempo agora, ir para década de 70, 80, e a gente vai falar de uma técnica brutal que os atletas de fisiculturismo utilizavam, só que precisa tomar alguns cuidados. Calma lá, se chama série gigante. Por que série gigante? Quando você faz um exercício, a gente chama de série. Quando você faz 2 exercícios seguidos, a gente chama de bisérie. Quando você faz 3, a gente chama de trissérie. Quando você faz 4, 5, 6, infinito, a gente chama de série gigante. Então a ideia é você colocar 4 exercícios ou mais dentro de uma mesma série. Cara, é difícil fazer isso. Se você for fazer isso em algum momento, dê preferência a fazer num dia que a academia tá mais de boas. Não vai para uma Smart Fit da vida às 8 horas da noite querer fazer isso, não vai dar certo. Você não vai conseguir fazer e ainda vai arrumar briga com toda academia, porque a proposta é você terminar um exercício e fazer o outro, terminar o outro, fazer o outro, terminar o outro, fazer o outro. Cara, esse negócio é legal. E na elaboração variação do treino precisa tomar alguns cuidados para que você consiga fazer, porque dependendo da ordem que você monta os exercícios, cara, não dá muito certo. Você vai começar, vou fazer uma série gigante para bíceps. Você começa rosca Scott, rosca Scott com barra. Terminou a rosca Scott, você dá a volta no banco, pega a barra, e aí você começa a fazer uma rosca direta. Terminou a rosca direta, você pega 2 halteres, e aí você começa a fazer uma rosca alternada ou uma rosca simultânea. Se for fazer simultânea, vai ter que pegar bem menos peso, porque é parecido com a rosca direta. Terminou alternada, aí você vai fazer um martelo. E aí pode ser o martelo alternado ou pode ser o martelo simultâneo. Essa série que eu acabei de passar dá para fazer numa academia cheia, porque você vai usar o banco, você vai fazer aí umas 3 ou 4 séries, acabou o treino, pode ir embora, que você fez tudo meio que junto. Tá ligado? É legal, não dá para fazer sempre direto, mas é até uma estratégia boa para aquele dia que você tá meio sem tempo, tem que fazer um treino mais rapidão, tá? Funciona. Se você quer uma técnica brutal com muita ciência aplicada, chegou a sua vez. Eu vou falar agora para ti de uma técnica que, cara, o criador dela demorou décadas estudando, experimentando coisas até chegar propriamente nessa técnica que eu vou te ensinar. Existe muitas da ciência aplicada, principalmente da área de cinesiologia do corpo humano, do movimento e etc. Eu vou falar para você de uma técnica que ela funciona mais ou menos o seguinte: você vai começar um exercício qualquer e quando você atingir a falha nele, você vai criar alterações na posição do seu corpo ou então na posição das suas articulações para fazer com que o exercício fique um pouco mais leve, para que você continue por mais algumas repetições. A ideia aqui é aplicar diversos drop sets durante toda a série para que você consiga, cara, atingir a primeira falha. Aí você muda e atinge a segunda, muda, atinge a terceira, muda, atinge a quarta. Cara, é muito, muito, muito tesão. Eu vou usar um exercício, na verdade eu vou te passar uma série que eu gosto muito de usar para peitoral, para felicidade da galera. Você vai para o crossover, e aí você vai colocar a polia lá no alto, vai colocar uma carga que você consiga fazer o crossover ali, tipo, sei lá, mano, umas 12, 15 repetições, você vai ficar no meio ali do cross. Você não vai inclinar o corpo, você vai ficar com o corpo estático aqui, ó, ereto, parecendo um Cristo Redentor aqui, ó, boladão. Aí você vai trazer a sua mão em direção ao seu umbigo, você vai começar fazendo um crossover mais em pé. Esse cross vai direcionar o trabalho mais para as fibras inferiores do seu peitoral, para dar aquele desenho bacana que a gente gosta. Aí você vai ali, quando você chegar num ponto que fala, cara, tá difícil fazer, você vai trocar, você vai inclinar o seu corpo, você pode dar até um pequeno passo à frente, vai inclinar o corpo e vai fazer um crossover normal. Você vai tirar mais algumas repetições. Por quê? Porque você colocou outras fibras para ajudar, é um drop mecânico. A gente até pode chamar isso aqui de uma bisérie, que são dois exercícios. Quando você não tiver conseguindo mais fazer, você vai flexionar os cotovelos. E aí você vai fazer agora um dumbbell press, só que no cabo. O que aconteceu aqui? A gente continua direcionando o trabalho para todas as fibras do peitoral, porém agora a gente mudou a arquitetura biomecânica do exercício. Agora você tá fazendo uma alavanca reduzida, você vai até a falha aí. Quando você chegar na falha aí, você vai soltar lá o negócio, vai para o chão, flexão de braço. O trabalho continua sendo direcionado para o peito inteiro, porém nesse momento o tríceps começa a te ajudar. Então a gente tem um exercício multiarticular, vai ter um trabalho mais intenso de ombro também, porque o fato de você tá com toda essa estabilização acaba recrutando e você consegue tirar mais algumas repetições. Quando você não conseguir fazer o movimento completo mais, quando você começar a entrar ali, sabe quando você chega na metade, não consegue mais? Aí você vai apoiar o joelho no chão, outro drop mecânico, e você vai fazer de novo. A sensação é que como se você ganhasse um respiro, assim, tá ligado, cara? Beleza. Aí você começa a fazer e tal. Aí vai chegar uma hora que você não vai conseguir mais completar o movimento. Você vai subir até tipo 2/3, 2/3, 2/3. Aí chega uma hora que você sobe até a metade, continua, continua. Vai chegar uma hora que, cara, você tira isso aqui, ó, do peitoral do chão de tão fadigado que você tá. Aí acabou o exercício. Mas aí você dá um jeito, se vira, porque você não é quadrado, né? É isso. E o mais legal é que essa série que você acabou de aprender a fazer, que vai utilizando estratégias para mudar o ângulo, mudar o exercício, colocar outros músculos e tal, não sei o quê, para continuar a levar o seu músculo até uma fadiga extrema, se chama Laércio Sette. Eu nunca vi ninguém fazendo isso. A minha ideia é levar o músculo sempre ao extremo dele utilizando estratégias, inteligências para isso. Mas deixa eu te dar uma real aqui: essas técnicas todas, elas não vão servir de nada se você não ouvir Essas verdades brutais sobre crescimento muscular. Aqui o papo é reto, viado, mano. Eu vou te falar as verdades nuas e cruas que giram em torno do crescimento muscular, da hipertrofia muscular. Clica aqui porque esse vídeo vai mudar sua vida.










