A Filosofia DOENTIA dos Bodybuilder! (MINHA OPINIÃO SINCERA)

In this reaction video, the hosts discuss the evolution of bodybuilding training philosophies, contrasting the old‑school, high‑volume “no pain, no gain” approach that dominated the pre‑steroid era with the modern, evidence‑based methods that are becoming mainstream in 2025‑2026. They explain that anabolic steroids do not increase mechanical tension during lifts; instead, they open a parallel hypertrophy pathway by activating dormant satellite cells, increasing myonuclei, and thus expanding the muscle’s capacity to grow. The conversation covers how this mechanistic insight reshapes training variables: lower weekly set volumes, higher training frequencies (2‑3 sessions per muscle group), and more technical, non‑failure‑focused work. Real‑world examples are cited—Chris Bumstead, Nick Walker, Ciban, Huff Diesel, and others—who have shifted to upper/lower splits and high‑frequency routines, illustrating the trend away from extreme volume. Psychological factors are examined, noting why many lifters cling to the “pain = gain” mindset and the emotional satisfaction of training to failure, despite emerging data that such practices may be suboptimal. The hosts reference key researchers (Brad Schoenfeld, Jonato Prestes, Charles Glass) and recent studies that debunk the necessity of training to failure and support moderate volume with higher frequency. Throughout, they stress the importance of separating methodology from the individual, respecting pioneers while critiquing outdated protocols, and they emphasize their own willingness to change opinions as new evidence appears. The video concludes with a call for the bodybuilding community to adopt scientifically grounded, “intelligent” training to maximize hypertrophy while minimizing injury risk.
Chapters
A filosofia doentia dos bodybuilders. Vamos lá, esse é o react de hoje. Vamos descobrir o que vai rolar.
Então eu comecei fazendo 3 de 10, né? Aqui, ó, 3 de 10 ou 12, e por aí vai. Só que sabe quando eu consegui de verdade dar um estímulo muito grande e um pump muito forte que comprometeu de uma maneira benéfica os demais exercícios? Quando eu comecei a fazer isso, 3 de 50 ou 3 de 100.
Faz sentido.
Em 1950, nos Estados Unidos, na época pré-esteroides anabolizantes, a metodologia de treino era completamente diferente da metodologia na qual vemos nos dias de hoje. Curiosamente, muitos desses métodos estão voltando a ser aplicados agora, apenas em 2025, 26, mais de 70 anos após a época pré-esteroides anabolizantes. Mas por que isso aconteceu? O primeiro grande motivo para mudança radical na metodologia de treino após a popularização dos esteroides foi a sensação subjetiva melhor recuperação e melhor desempenho nos treinos. Com isso, atletas e treinadores passaram a acreditar que praticamente qualquer volume de treino seria recuperável, que a intensidade extrema era o fator principal e que a mentalidade no pain, no gain era essencial para não desperdiçar os benefícios do uso de esteroides anabolizantes.
Tá, aqui a gente tem uma coisa muito interessante, que é os esteroides anabolizantes chegando com a promessa de acelerar a recuperação, mas tem uma outra questão questão no old school muito psicológica, cara. Eu fui meio que percebendo com o passar do tempo. Eu vou trazer aqui ainda, se ele não falar, enfim, no momento propício, tá? Mas tem uma questão aí muito psicológica.
Hoje, porém, com a literatura científica atual que temos em 2026, nós já sabemos que isso é literalmente um mito. Os mecanismos de hipertrofia vão ocorrer da mesma forma, principalmente durante o treino. O que o esteroide faz não é alterar esses mecanismos, ele não faz você acumular mais tensão mecânica, mas sim ele abre uma nova via totalmente paralela a tensão mecânica.
Então, cara, não, mas pera aí, são coisas diferentes, cara. Vamos voltar aqui, vamos pegar termo por termo para facilitar, tá?
Os mecanismos de hipertrofia vão ocorrer da mesma forma, principalmente durante o treino. O que o esteroide faz não é alterar esses mecanismos, ele não faz você acumular mais tensão mecânica.
Você viu que ele falou que o esteroide anabólico não faz você acumular mais tensão mecânica? Calma aí que existem muitas considerações a serem feitas. Quando ele fala de tensão mecânica, ele tá falando do estímulo para o músculo crescer, tudo bem? Cara, isso tá muito junto ali com volume de séries, com intensidade. Então a gente tá falando do treino em si. Esteroide anabólico, ele em tese, ele não mexe nisso. Então eu tô acompanhando o raciocínio do menino aqui e entendi o que ele quis dizer. Mas por que eu falo que existem grandes coisas a serem levantadas aí? Uma pessoa que toma esteroide anabólico, naturalmente ela fica mais forte. Se ela ficar mais forte, ela tem sim um acumula maior de tensão mecânica. A pessoa quando toma esteroide anabólico, ela fica psicologicamente mais motivada para treinar, e isso vai repercutir também em mais tensão mecânica. A recuperação dela fica mais rápida, logo quando ela for para o próximo treino, ela vai estar mais recuperada, ela vai estar mais apta a fazer mais força, mais volume, etc. E isso também vai acumular mais tensão mecânica. Você tá entendendo como que existem outras coisas que vão influenciar.
Vamos voltar aqui porque ele disse: mas sim, ele abre uma nova via totalmente paralela à tensão mecânica. Então ele abre um novo transportador, um novo drive de hipertrofia.
Ou seja, o que ele tá falando aqui é o seguinte: que faz a nossa fibra muscular crescer é uma coisa que a gente chama de mionúcleo, ou seja, é o núcleo do músculo. Imagina que o núcleo, esse que eu tô dizendo aqui, ele é como se fosse uma fábrica de músculo. Porém, quando você toma, não só, tá, mas vamos seguir nesse recorte aqui. Quando você toma anabolizante, essa testosterona mais elevada, ou análogos de testosterona, enfim, faz com que algumas células que estão ali meio dormentes, chamadas células satélites, se transformem em núcleo. Faz com que você tenha mais fábricas de músculo. E isso muda completamente o jogo.
Veja, o esteroide não muda como a hipertrofia ocorre durante o treino, ele abre uma nova via, um novo caminho.
Mas já fiz as considerações aqui.
Por que que isso importa? Simplesmente porque 2026 será o ano na qual veremos a maior quantidade de atletas migrando o seu modelo e sua metodologia de treino, passando de uma metodologia no pain, no gain, aquela metodologia realmente de volumes excessivos, de chegar até a falha em tudo, de de realmente buscar passar pelo inferno para uma metodologia de treino muito mais inteligente, científica e otimizada, que é a melhor forma para você construir o máximo de massa muscular na menor quantidade de tempo.
E já, ah, cara, mas isso aí já tá acontecendo já tem uns anos, né? Bastou o Brad Schoenfeld falar lá, porra, acho que isso já faz 3, 4 anos, se você fizesse 3 repetições ou 30 repetições você ia ter a mesma hipertrofia, a mesma resposta. Cara, desde aquela época lá as coisas já mudaram muito, né?
Já podemos ver isso no cenário do bodybuilding, tanto nacional e também internacional, e Mas internacional a gente tem o Chris Bumster mostrando isso já faz tempo, cara.
A gente tem o Ciban, Nick Walker agora mostrando isso de forma muito clara. Há não muito tempo a gente tinha Shaw Holden que treinava de forma super técnica, cara. Já faz tempo que o body tá mudando nesse aspecto aí.
Números atletas da gringa e números treinadores já mudaram a sua abordagem de treinamento. Você pode ver hoje o Ramondino utilizando uma divisão upper lower de alta frequência, coisa que você nunca nunca veria há 1, 2, 3 anos atrás, aonde todas as divisões eram um músculo por dia. Por exemplo, nós já vemos aí a disputa entre Gullin e Dudu Fitch, aonde um treina de uma forma ainda muito, muito baseada em old school, baseada em passar pelo inferno, enquanto o outro, o Dudu Fitch, ele vai ter um treinador ali mais científico, mais otimizado, e o treino realmente bem feito e inteligente. E eu poderia te dar—
eu peso para esse segundo, tá? Um treino mais inteligente, mais científico, com mais técnica. Mas ciência, né?
Números, exemplos.
Aqui a gente tem o Huff Diesel, ó, é verdade, Huff Diesel também treina de forma técnica.
Seja o Huff Diesel, top 3 do Mr. Olympia, que está utilizando uma divisão de alta frequência, o tronco e membros, o torso e limbos, ou também o maior campeão do Mr. Olympia dos últimos anos, o Chris Bumstead, que tava usando uma divisão upper/lower também, algo que você nunca veria, que seria impossível de ver há 5, 10 anos atrás, por exemplo, realmente muito raro. Fato se torna muito claro: a tendência é que os métodos old school migrem cada vez mais para uma abordagem científica e não o contrário.
Tô olhando, mas cara, basta pensar um pouco, né, velho? Porra, por que se fazia daquele jeito naquela época? Porque se acreditava que era o melhor jeito a se fazer. Por que se faz diferente hoje? Porque se descobriu que existem melhores formas de fazer. Caraca, né?
Para o futuro já dá para saber com bastante clareza qual do—
aí vou pegar essa foto do Arnold aqui para falar sobre isso, porque tem gente que vai falar assim, mas na época do Arnold ele fazia coisas. E olha o físico que ele teve. O que eu quero que você pense é: imagina se ele treinasse com as técnicas de hoje, cara? Imagina se a gente conseguisse pegar o Arnold com aquela genética e colocasse para fazer o que hoje a ciência mostra que é o melhor, cara? Imagina como esse cara ia ficar. Essa é a reflexão que eu quero que você tenha.
Lados faz mais sentido apostar. O principal discurso dos atletas old school sempre foi a ridicularização do shape, do físico de atletas baseado em ciência. Porém, para qualquer pessoa que pensa de forma racional, essa comparação simplesmente não faz sentido. Comparar atletas com 20, 30 ou 40 anos de treino que utilizam esteroides anabolizantes continuamente com indivíduos extremamente jovens, naturais e com poucos anos de prática, isso é intelectualmente desonesto. A metodologia de treino, a forma como—
eu gostei do quanto o moleque é polido, né? Intelectualmente desonesto. Não, eu ia falar, cara, pode falar, é intelectualmente burro.
Você treina é apenas um entre milhares de fatores que influenciam na hipertrofia. A genética, tempo de treino acumulado e recursos ergogênicos continuam sendo e sempre serão os verdadeiros game changers da hipertrofia. Um atleta science-based, natural, extremamente jovem, que ainda não tem uma ambição tão alta de viver pro esporte, também nem tem como viver pelo esporte, não tem sentido nenhum esse indivíduo se comparar com aqueles atletas old school que treinam há vários anos. Você não vai ficar igual a ele por causa do treino dele. Você pode ter a melhor genética do mundo e ainda poder utilizar esteroides anabolizantes. Se você não treinar bem, se você não fazer dieta, você realmente nunca será o top 1, visto que o principal game changer é o treino duro. Então qualquer metodologia de treino vai funcionar desde que você treine pesado e com consistência durante alguns anos. As abordagens científicas, elas servem apenas para acelerar esse processo e fazer com que ele seja da forma mais otimizada e maximalista possível.
Certa vez, um repórter perguntou para um dos grandes, um dos maiores treinadores de todos os tempos, o Charles Glass. Por que os Mr. Olympia, por que os grandes campeões treinam tão errado? Então ele responde: cara, se você treinar pesado, não importa o que você faça, vai funcionar. Agora a grande questão é o custo que isso vai ter pra você. O que ele quis dizer foi: se você pegar um monte de peso, você vai construir músculo na marra, mas vai, vai dar certo. Mas você vai se machucar inteiro, cara. E existem ferramentas melhores para que que você tenha melhores resultados. Então concordo com tudo que ele falou aqui nesse aspecto, e é o que eu disse há pouco sobre o Arnold, cara. Imagina se o Arnold tivesse à mão tudo que a ciência nos proporciona hoje, cara. Foda, viu?
Tudo isso, uma coisa é clara: se pegarmos esses atletas com genéticas excelentes, muitos anos de treino e uso de recursos ergogênicos, e aplicarmos neles uma metodologia, um treino totalmente científico e maximalista, os resultados seriam ainda mais expressivos. Por exemplo, nós poderíamos incluir treinar cada função muscular com uma frequência de 2 a 3 vezes por semana, volumes semanais mais baixos, totalmente recuperáveis.
Então, ó, isso que ele tá falando aqui, cara, de 2 a 3 vezes por semana, a gente tem estudo mostrando, faz mais sentido você aplicar doses menores de treino com mais frequência, de 4 a 10 séries por músculo, e estratégias extremamente inteligentes de potencialização do estímulo. Concordo com tudo, cara, tudo. É por isso que eu falo sobre o treino inteligente.
Eu não gosto de utilizar resultados empíricos como argumento central, porém eles já estão acontecendo nos pódios do fisiculturismo. Vemos cada vez mais e mais atletas que treinam com intensidade real e de forma inteligente, superando aqueles atletas que baseiam o treino em estresse metabólico excessivo e pump. No meu canal, vocês já sabem, eu não transmito a minha opinião pessoal, mas sim a minha opinião totalmente baseada nas evidências e nos artigos acadêmicos que temos disponíveis de mais recente e de mais confiável.
E sim, cara, sempre vai ter uma visão pessoal, cara. Até os próprios estudos, vocês sabiam disso, gente? Que os estudos eles partem de uma ideia do pesquisador. E aí então o pesquisador ele desenha o estudo e ele faz todo o laboratório ali e tal em grande medida para provar a sua tese. Então tudo parte de uma ideia de alguém que quer defendê-la.
Significa que a minha visão pode mudar com o tempo. Eu posso mudar de opinião sobre as coisas que eu estou recomendando atualmente. E isso não é um problema, é um sinal claro de estudo contínuo. Já me chamaram de incoerente, de bipolar, mas isso apenas indica que eu estudo bastante e realmente estou me atualizando cada vez mais e mais sobre musculação e treino baseado em ciência real.
Aí eu concordo com você 100%, mano. Na verdade, tem uma frase de Freud que eu gosto muito, ele diz assim, ó: não me envergonho de mudar de ideia porque não me envergonho de pensar. E, cara, vocês vão ver alguns vídeos aqui no canal, inclusive, Que eu falava de um jeito no passado e hoje eu falo de outro. Inclusive a gente já fez vídeo falando, o tema do vídeo era eu estava errado. E zero problema com isso, cara.
Buscando entender todos os mecanismos fisiológicos por trás. Já em contrapartida, inúmeros treinadores old school continuam aplicando os mesmos e mesmos métodos que aplicavam há décadas e décadas simplesmente porque eles estão apegados ao que eles realizam e eles não querem alterar, porque eles teriam que admitir que estavam errados sobre a metodologia de treino.
E não existe problema nenhum com isso, né, cara? Existe coisa boa lá atrás, gente, tá? Existe coisa boa do old school, mas existe muita merda também.
Treino deles. Então faz muito mais sentido para eles criar uma metodologia de treino na qual eles vão defender até o fim de suas vidas do que realmente ficar estudando e se atualizando a cada dia que passa e buscando entregar a informação mais fiel à literatura científica atual e recente.
Então esse vídeo não tem o objetivo de atacar em grande medida o old school. Não gosto de estudar, cara, em grande medida.
Ninguém, nenhum treinador Lembrando, nunca atacaríamos a pessoa em si, porém o método. Uma das piores coisas que eu vejo é indivíduos, e ainda assim treinam à base da ciência, porém acabam atacando a pessoa, o indivíduo que treina dessa forma. Eu vou dar o exemplo do próprio Jorlan ou do Cruz. O que eles fizeram para o esporte nacional, a maioria das pessoas não vão realizar. Então por isso que mesmo eles utilizando uma metodologia de treino—
eu não entendi porque ele colocou um bolo ali. Ele colocou um bolo no Cruz, cara. Ô gente, comenta aqui, me ajuda.
O que eles fizeram para esporte nacional, a maioria das pessoas não vão realizar. Então por isso que mesmo eles utilizando uma metodologia de treino mais ultrapassada, que não é a forma mais inteligente e eficiente de vocês treinar, nós ainda devemos respeito a eles, porque caso contrário o bodybuilding nacional seria totalmente diferente. Então o único ataque é a metodologia de treino, e vocês já sabem que a cada dia que passa cada vez mais e mais as pessoas vão começar a utilizar um treino baseado em ciência, realmente utilizando os mecanismos fisiológicos e entendendo o porquê de cada coisa.
Eu sei Deixa eu fazer a consideração aqui sobre o Jojô. Talvez você tenha acompanhado toda a polêmica que deu lá, remada do Lala, remada do Jojô e tal, não sei o quê. E assim, eu concordo muito com o que o rapaz falou, no sentido de, gente, eu não tenho nada contra o Jojô, eu tenho contra o formato de remada que ele defende. Nada contra a pessoa, e sim contra algo que a pessoa defende. Cara, uma ideia não define uma pessoa, um comportamento não define uma pessoa. Pessoa, tá? Em vários momentos eu concordo com a visão que o Jojô tem, mas em outros momentos eu discordo. E, mano, tá tudo bem. Se eu fizer alguma coisa que você não goste, foi uma coisa que eu fiz, você não gosta. Eu tiver alguma ideia que você não é de acordo, cara, é uma coisa, uma ideia que você não é de acordo. E as outras coisas? As pessoas às vezes elas não têm muita maturidade para lidar com esse tipo de questão, né?
Pode parecer maluquice o que eu falo, porém vocês verão cada vez mais e mais, a cada dia que passa, as pessoas migrando de um treino old school para um treino científico. Então é isso que eu tinha para dizer no vídeo de hoje. Se você quiser, não acho que isso é uma regra, tá?
Quando a gente olha para ciência, que se fazia antes não se faz mais. Existe um grande pesquisador que eu respeito muito, eu considero ele o maior pesquisador, maior cientista de musculação voltado ao bodybuilding do mundo, ele é brasileiro se chama Jonato Prestes. Brad Schoenfeld é o maior pesquisador de musculação do mundo, mas o Jonato Prestes ele está mergulhado no fisiculturismo, ele compete, ele prepara atleta e ele pesquisa assim como o Brad Schoenfeld. Enfim, por que eu tô te dizendo tudo isso? Porque eu ouvi da boca do Jonato quando saiu esses estudos mostrando que não precisava mais ir até a falha, que ir até a falha era indispensável, por vezes até prejudicial ao desenvolvimento. Eu ouvi da boca dele que ele estava triste com aquilo, que durante a vida toda dele ele treinou até a falha, ele defendeu que treinar até a falha era necessário, e ele estava triste com isso, mas ele estava aceitando o que a ciência estava mostrando. A gente está falando de um pesquisador que defendia uma ideia há 20, 30 anos, e agora com novos achados o cara vira e fala assim, irmão, O caminho não é por aí não, tem coisas melhores a serem feitas. Por que eu tô te dizendo tudo isso? Por que existem pessoas que são muito apegadas a isso ainda? Porque quando a pessoa ela vai para academia e ela entrega 110% dela, duas coisas acontecem: ela se sente bem porque ela se superou, ela se sente bem porque ela se colocou à prova, então ela sai de lá uma vitoriosa. Por vezes ela consegue descarregar ali toda a irritação, a fúria que ela que ela foi acumulando durante o dia, de questões da vida dela. Às vezes tem um chefe bosta que enche o saco, não pode falar nada, e ela vai ali, ela consegue descarregar ali. Falo com muita propriedade, cara, porque eu adorava treinar perna exatamente para vencer as cargas. E eu defendia que treinar até a falha era importante. Quando ela faz tudo isso, quando ela se entrega e tal, ela se arregaça, não sei o quê, ela se sente merecedora, cara. Ela sente que ela pagou o preço. No pain, no gain. Ela sente que ela fez o seu papel, então ela pode agora, ela meio que se permite ter o físico, ter o pódio, você entende? Então por essas questões eu acredito que muita gente ainda vai continuar treinando desse jeito, porque muita gente ainda sente a necessidade dessas questões psicológicas que eu te digo. As pessoas que se deixam levar levar mais pela ciência da parada, fala: não, pera aí, mas o que gera mais resultado? O que é melhor para mim? É isso, aquilo e tal? Enfim, sacou? Mas esse assunto se estende bem e eu falei muito mais coisa nesse vídeo aqui, ó, que é por qual motivo eu parei de treinar que nem um bodybuilder. Cara, clica nesse vídeo aqui porque ele é super complementar a esse aqui que você acabou de assistir e, mano, você vai aprender muita coisa com ele. Então vai lá, clica aí.










