No vídeo, o apresentador explica como a música pode melhorar o desempenho durante o exercício. Ele relata estudos que mostraram que ouvir música reduz a ativação de áreas cerebrais responsáveis pela dor, fazendo com que o praticante canse menos. Explica que a música é medida em batidas por minuto (BPM) e recomenda escolher faixas com BPM alto, citando gêneros como rock, eletrônica, psytrance e hip‑hop, mas enfatizando que a escolha deve ser pessoal. Também discute a importância do volume, descrevendo o som como um estímulo que deve ser forte o suficiente para motivar, mas não tão alto a ponto de causar estresse, e destaca que a percepção de volume varia entre as pessoas. Por fim, recomenda investir em um bom fone de ouvido para aproveitar ao máximo os benefícios da música durante o treino.
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Colocaram uma pessoa numa bike pedalando com uma situação e essa pessoa cansava muito fácil. Pegaram outra pessoa, colocaram na mesma bike, mesma intensidade, mesmo tudo, só que mudaram uma coisa e colocaram a pessoa para pedalar. E essa pessoa, ela cansou muito menos. Quer saber o que era? Música. Cara, é comprovado que música melhora a performance. Tem uma região no nosso cérebro que ela é responsável por sentir a dor, sentir o desconforto. Quando você tá ouvindo música, é comprovado que essa região ela ativa menos. Os caras fizeram a leitura do cérebro e observaram que durante o exercício, a pessoa que tava ouvindo música, essa região ativou menos, e a pessoa que não tava ouvindo música ativou mais. A sua percepção de dor, ela é diminuída quando você ouve música. Ou seja, você vai cansar menos e vai sentir menos dor. Preciso falar que isso vai melhorar a sua performance? Vamos lá, qual música que eu devo ouvir? A música, ela é medida em BPM, que é batida por minuto. Então tem uma música que tem um BPM mais baixo, as músicas mais lentas, e outra música que tem BPM mais alto. De preferência, escolha uma música que tem um BPM mais alto. E aí você vai entender por que que muitas pessoas utilizam o rock para treinar. Mas o gosto musical é seu, você escolhe a música que você quiser. Eu gosto de ouvir rock, eu gosto de ouvir músicas eletrônicas. Dependendo do que eu vou fazer, eu gosto de ouvir aqueles prog, psytrance, que são músicas muito rápidas, muito aceleradas. Antigamente se ouvia muito também hip-hop. Uma coisa que é importante é que seja uma música que você cinta e, cara, eu tô ouvindo esse som aqui, eu me sinto mais animado. Não adianta colocar um sertanejo, uma moda de viola, porque aí o BPM é baixo e aí você vai ficar deprimido. Agora, sobre o volume que você vai ouvir, o som que você ouve, a música que você vai ouvir, ela é um estímulo. Tudo que a gente percebe é um estímulo. Por exemplo, esse vídeo que você tá assistindo é um estímulo aos seus olhos. Quando você me ouve falar, é um estímulo aos seus ouvidos. Se o estímulo for muito baixo, ele te estimula pouco. Se o estímulo for mais alto, ele te estimula mais. Se o estímulo for ainda mais alto, ele te estimula ainda mais. Mas se o estímulo ele for muito alto, ele te estressa. Vão existir pessoas que vão colocar aqueles headphones que parecem uma frigideira de ovo no talo e a pessoa se sente bem com aquilo ali. E vai ter gente que vai colocar um fonezinho normal ali, pá, e vai deixar o volume no meio, na metade, um pouco mais para cima. É importante que você ajuste de um jeito que fique gostoso para você. Mas eu vou te deixar agora um grande conselho: invista num bom fone de ouvido.