Bodybuilder Reage ao Anime Hajime no Ippo

In this informal Portuguese‑language reaction video, a bodybuilder (Speaker A) and his co‑host (Speaker B) watch and discuss the boxing anime Hajime no Ippo. The conversation opens with a provocative question – “What does it feel like to be strong?” – framing the anime as a catalyst for personal change. They recap Ippo’s backstory: a bullied teen who helps his mother’s fishing‑boat business, is rescued by the charismatic pro‑boxer Takamura, and receives a mysterious challenge (the “tree‑leaf” test) that pushes him to train relentlessly. The hosts dissect key moments such as Takamura’s mentorship style, the importance of letting someone discover motivation on their own, and the grueling weight‑cutting regimen Takamura endures. They explore rivalries with characters like Miyata, Mashiba, and Ozuma, highlighting each fighter’s motivations and how the series presents multiple perspectives on the boxing world. Throughout, they pepper the dialogue with pop‑culture references (Rocky Balboa, Dragon Ball Z, Yu‑Yu Hakusho), real‑world boxing figures (Popó, Aldo), and frequent calls for audience interaction. The tone remains casual, profanity‑laden, and enthusiastic, emphasizing that the anime’s narrative of overcoming weakness mirrors the viewer’s own potential for self‑improvement. The video concludes by urging viewers to take the first step toward change, using Ippo’s journey as a motivational blueprint.
Chapters
Esse anime vai fazer você querer mudar de vida, cara. Eu gostei já do tema. Vamos ao react do anime que promete mudar sua vida, mano, e então mudar nossa vida, né? Afinal, nós vai assistir junto aqui o rolê.
Uma das primeiras cenas de Hajime no Ippo Ipo faz uma pergunta que mudaria toda a sua vida pra sempre. Qual é a sensação de ser forte? Foi essa pergunta que o garoto fez, fascinado após assistir ao final do campeonato.
Calma aí, cara. Qual é a sensação de ser forte? Filosófico o rolê, né? Porque a gente pode pensar em forte aqui de várias formas, mano. Forte fisicamente, no âmbito da disciplina, forte intelectualmente. Alguns muitos fortes aí. Mas enfim, vamos lá.
Foi essa pergunta que o garoto fez. Fascinado após assistir ao final do Campeonato Mundial de Boxe. Até esse momento, Ippo não era ninguém e não tinha propósito. Mas foi dessa forma descompromissada e curiosa que ele encontraria um objetivo para sua vida. E através desse objetivo, inspiraria milhares e milhares de leitores do mangá e fãs do anime.
Mas por que ele já tá cheio dos bagulho na cara se ele nem lutava ainda?
Anime que torceriam pelo seu sucesso em sua jornada. Pois quando assistimos Hajime no Ippo, não é apenas entretenimento. Vemos dois homens lutando com toda a sua determinação, seus propósitos, objetivos e tudo o que tiveram que passar. E quando vemos esse tipo de coisa—
Pô, eu já tô animando pra assistir esse anime aí, gente. Faz muito tempo que eu não assisto, né, sei lá, anime, desenho, luta. Eu assistia Dragon Ball Z, caralho. Quando virou GT, eu já não assistia mais. O anime da minha infância— Comenta aqui se é da sua infância também. O anime da minha infância é Yu Yu Hakusho.
Caralho, Yu Yu Hakusho! É impossível o seu coração não bater mais rápido e você sentir uma vontade gigante de mudar a sua vida. Por isso, nesse vídeo eu resolvi trazer para vocês um dos animes mais inspiradores que existem.
Eu gostei da ideia, hein? E eu real, tô animado para assistir o bagulho do moleque.
Da hora! Em Hajime no Ippo, Adaptação do mangá do George Morikawa, acompanhamos a história de um garoto de 15 anos, Makunouchi Ippo. Ele é o típico jovem que à primeira vista parece ser fraco e covarde. Ele tá sempre recusando convites de seus colegas na escola, pois precisa ajudar sua mãe, que é dona de um negócio de aluguel de barcos de pesca. Por estar sempre ocupado, aí já ganha o nosso coração, né? Ippo acaba sendo taxado como o garoto esquisito, solitário da escola. E é exatamente por esses fatores que ele acaba sofrendo bullying. Em um dia comum, Ippo tá levando uma surra dos valentões, quando ele é salvo por Takamura, um boxeador profissional que basicamente salva o Ippo e o leva pro seu ginásio de boxe. Takamura, ao ver a situação deplorável de Ippo—
Takamura é tipo o arquétipo do irmão mais velho, arquétipo do pai e tal, mas aqui pega mais irmão mais velho.
Resolve dar um pouco de coragem ao garoto. Fazendo um boneco de pancada com a cara de um dos valentões, o Umezawa. Ele convence Ippo a dar uns socos, pois irá fazê-lo sentir melhor. E depois de alguns socos fracos, Takamura ensina a postura correta pra se dar um direto de direita. E aí, meus amigos, o Ippo dá um soco tão forte que faz todos os lutadores da academia ficarem em choque.
Eita porra!
Eita!
Eita! Mano, moleque arregaçou a mão num soco, viado! Ita, porra!
Ita ka, aいつの手. Aいつにいたか。頭がずるむけてたぞ。ハードパンチ得意の?まさかあいつが。 Após essa demonstração de força, Takamura não incentivou Ippo a lutar nem nada do tipo. Apenas lhe entregou algumas fitas contendo as finais do campeonato mundial.
Olha que legal, cara. O maluco em vez de já tipo, nossa, o maluco, moleque tem maior talento. Vamos já. Desenrolar o moleque. Ele não, cara. Deixa ele tomar a decisão dele, deixa ele escolher o rolê. Só vou estimular. E na verdade, aqui entra uma grande lição de vida, cara. E eu já falei várias e várias vezes, enfim, diversos lugares, o seguinte, mano: se você quer que alguém treine, por exemplo, que se alimente melhor e tal, pare de falar para pessoa fazer esse bagulho, porque é chato. Quanto mais você falar para ela, mano, começa a treinar, é legal, ou se alimenta melhor, você vai ver, é bom para você, mas ela não vai fazer os bagulho. Então faça você e deixe ela ver o resultado. Esse é o jogo.
Mal sabia ele que aquilo faria os olhos do garoto brilhar.
Depois disso aqui, ele tava querendo que isso acontecesse, só que não queria forçar o moleque a fazer.
Ippo reencontra Takamura e pede a ele uma chance para se tornar um lutador. E meus amigos, Takamura não só grita com o garoto para incentivá-lo a desistir, como conta sobre as dificuldades do boxe. Aos olhos de Takamura, Ippo não tem o perfil que o boxe busca por ser um garoto bom. Mas nesse momento, Ippo já estava decidido a mudar de vida e nada—
Cara, eu quero muito assistir o desenho agora, fudeu.
—iria parar o seu desenvolvimento. Olha que foda esse desenho, cara. Vendo que não conseguiria fazer o garoto desistir, Takamura passa um teste para Ippo.
Não, eu tava fazendo um xaveco aqui, tava fazendo um charme, né? Não, não é pra você. Não, eu não quero que você, não vou te ensinar. Por que que ele entregou as fitas então? Se não quisesse mesmo, não tinha entregado as fitas, cara, para o moleque, né? Imagina, tá fazendo charme.
Se ele passasse no seu desafio, Ipo estaria qualificado para se tornar um lutador. Ipo teria apenas uma semana.
O desafio, essa questão de criar um desafio e tal também para pessoa passar, para ela ser aprovada e etc., existe uma questão psicológica super profunda nisso, cara. Aqui no Brasil não é tão comum, tá, mas as universidades americanas e tal, os caras fazem muitos trotes de faculdade e as pessoas só entram para atlética deles, que é para um grupo e tal, se passar no trote, se fizer o bagulho do trote. E mano, isso aí é tão bizarro, tão bizarro. Os caras foram aumentando tanto a dificuldade para a galera entrar que começou nego morrer, cara. O estado teve que intervir. Mas por que eles foram deixando desafios tão mais difíceis a ponto de começar nego morrer? Porque quanto mais difícil for o desafio para entrar, mais valor você dá para aquele ambiente. Então, sei lá, aquele lugar que você foi trabalhar, que, meu, você passou por várias entrevistas e várias etapas e tal, e foi mó treta, e tinha 5 mil pessoas para uma vaga, Você valorizou pra caralho ter entrado lá. Já aquele lugar que foi mais de boas não dá tanto valor, entendeu? É bem comum isso aí.
Consistia em bater em uma árvore e enquanto as folhas caíam ele teria que pegar pelo menos 10 delas. O legal de se notar nessa cena é que Takamura dá esse desafio a Ippo com um ar de quem apenas quer fazê-lo desistir, pois esse teste era praticamente impossível para um iniciante. Eu tô achando estranho isso aí, né?
O cara foi lá, levou o moleque pro ginásio, deixou o moleque dar umas porradas, ensinou o moleque a dar um soco, aí deu uma fita pro moleque, agora passa um desafio que é quase impossível pra ele desistir?
É, meus amigos, mas ele subestimou a pessoa errada. O nosso protagonista, o Ipo, é um dos personagens mais determinados que existem em toda ficção, ficando lado a lado com Rocky Balboa e Rocky Lee.
Ô, Rocky Balboa nessa foto aqui tá com shapeão, né, viado? Ó!
Ele passa a semana inteira treinando igual um louco, como ainda descobre o segredo por trás da técnica. Finalmente assim aprendendo a fazer jabs, aquele ataque básico do boxe. Mas enfim, após essa descoberta, ele ganhou o respeito de Takamura e agora vai até o ginásio onde finalmente conhecemos os personagens essenciais para essa obra funcionar tão bem. E quem são esses personagens, você me pergunta? Pra começar com o pé direito, temos o treinador. E pensem no velhinho durão. Ele é obviamente responsável pelo treino do Ippo.
É tipo o Mick do Rocky Balboa.
Mick! Mas diferente dos outros lutadores, ele treina o Ippo pessoalmente, pois enxerga nele a alma de um lutador da velha guarda. E ele me lembra bastante o treinador do Rocky Balboa. Dito isso, agora falamos sobre ele, Takamura, o cara que enfrentou um urso e saiu vivo, um dos deuses dos animes. Cara, tenho tantas coisas para falar sobre esse personagem que daria um vídeo só dele, mas antes disso, veja só o nível da fera. かな。チンポがかゆくてチンポできん。そいつはたまらんですな。セミガマ。オスカーがめっちゃなったわ。やだピロカビア。É com esse tipo de gente que estamos lidando. Bom, o Takamura é um gênio. Desde o início de sua carreira, quando foi encontrado pelo Kamogawa em uma briga de rua, ele já dava uma surra em geral sem nem saber boxe. Desde que o treinador o acolheu, os dois mantêm uma relação quase de pai e filho, com o velhote sempre botando Takamura nos eixos na base da porrada. O mais da hora disso tudo é que o sonho do Takamura é ganhar o título mundial de boxe apenas para deixar o velho feliz. Que filha da puta!
Bom, e sem dar mole, legal, esse aí é fofinho.
A gente avança um pouco a trama e Ippo tem sua primeira luta com um jovem promissor chamado de Miyata. E é muito engraçado que o Ippo parece que quer muito dar pra ele. Ah, Miyata! Oi? Ah, Miyata-kun! Miyata-kun! Ah, Miyata-kun! Miyata-kun! Miyata-kun! Miyata-kun! Miyata-kun!
O que é Miyata-kun, porra? Mas ele queria dar o que eu toba, é isso? Eu não entendi, gente, me ajuda aqui!
Os dois lutam duas vezes, com o Miyata vencendo a primeira.
Ah, Miyata, Miyata é o moleque, tá?
E Ippo a segunda. E ali se forma uma das maiores rivalidades do anime.
Mas o Miyata comeu? O moleque ou não comeu?
Após a segunda luta, o Miyata se muda para outro continente e os dois, bagulho de amor aí, pois prometem se encontrar novamente no ringue.
E após essa partida, o anime é cheio dos bagulho para deixar a a sua presa ali na história, né, cara?
Legal. Fica deprimido, rapaziada. Ele perde a sua inspiração para treinar. E o treinador, percebendo a frouxice do Ippo, bota ele para treinar com o mais chad do anime, nosso mano Takamura. O que é chad, gente?
Eu não sei o que é chad. Me ajuda, põe aqui nos comentários.
Bom, rapaziada, eu acho esse episódio foda num nível Insano. Bom, a gente acompanha todo o treinamento pesado do Takamura e o Ippo tentando acompanhá-lo. O que é foda mesmo é que a essa altura o Takamura tava tentando mudar sua categoria de peso pra uma mais baixa, então obviamente ele teria que perder muito peso. E aí, cara, você vê o episódio inteiro o Takamura agindo normalmente e fazendo seu treino todo durão, mas à noite o cara tá morrendo de fome e ele fica tão maluco de fome que resolve ir treinar pra não comer nada. Mostrando o lado brutal do boxe. E aí, é, cara, para perder peso é foda, hein?
Falo para você que eu já passei um pouco disso aí, que os últimos campeonatos que eu peguei eu tive que bater peso e foi foda, cara.
O Ippo percebe a fraqueza da sua determinação e volta a ficar focado de novo. A partir desse ponto da história, Ippo continua seu treinamento por alguns meses até completar 17 anos. Ao atingir essa idade, ele faz o teste para obter uma licença de boxeador, e assim passa a finalmente lutar oficialmente. Logo em sequência, ele entra em um torneio de boxe feito pra lutadores novatos. Nesse torneio, Ippo luta contra diversos oponentes poderosos, e o mais da hora disso é que também vemos o ponto de vista de seus adversários e entendemos suas motivações pra estarem lutando. Alguns deles são: o Oda Yusuke, um novato gênio também, mas que se deixou levar pela sua habilidade e então parou de treinar. E Jason Ozuma.
Isso é foda, às vezes o dom atrapalha, sabia? Às vezes a pessoa é tão boa, tão boa, que atrapalha, cara. Aí dá dó, né?
Porque é um dom desperdiçado. O lutador mais humilde de todos, um homem extremamente pobre que encontrou no boxe uma forma de reerguer sua vida.
E isso é bem comum, né? Vamos combinar, no boxe, nas lutas, no modo geral. Gente, ó, assistam, é muito legal, tá, cara? O filme do Popó é muito bom, que conta a história dele. O filme do Aldo, cara, também é fantástico, mostra da onde os caras vieram, tudo que eles passaram e tal para chegar onde eles chegaram. Porra, é porra bem legal, cara. É assim para vida, tá ligado?
Rapaziada do seu antigo clube de boxe, e por isso Ele luta pra dar a todos que confiaram nele uma vida mais digna. E vê isso de uma forma de reerguer sua vida. Quando o Ozuma vai pro Japão pela primeira vez, ele pega dinheiro emprestado com a rapaziada do seu antigo clube de boxe. E por isso, ele luta pra dar a todos que confiaram nele uma vida mais digna. E ele sempre trata a Ippo com muito respeito, apesar dele ser derrotado. E cara, como eu torci em si para o Ozuma. Que história foda! Bom, nesse arco também vieram alguns outros lutadores que eu considero bucha, até que enfim veio a final. E cara, para surpresa de muitos, o Miyata foi derrotado na semifinal pelo Mashiba, que para quem não sabe é o maluco mais sinistro desse anime. Tem cara de pesadão mesmo, tipo ele aqui, ó.
O Mashiba, ele é um dos lutadores mais Parece uma árvore de Natal, bagulho.
Mais fortes do anime, além de ser o irmão da garota que o Ippo ama. Sim, Ippo é gadaço numa mina. Enfim, o Mashiba é um lutador formidável. Seu diferencial é o seu ataque chamado de Flicker Jabs, que é tipo um ataque chicote. Bom, depois de uma luta muito—
pô, mas esse bagulho aí não era para lutador novato? Só tem uns cara pica aí, velho. Tem que colocar o outro maluco lá, o bravão, pra lutar esse bagulho.
Intensa entre os dois, Ippo acaba o derrotando usando tudo que havia aprendido até ali. E após a gente acompanhar essa jornada tão desafiadora, cara, é uma sensação indescritível você enfim ver o Ippo ser recompensado, se tornando assim o campeão dos lutadores. Ó o treinador dele ali do lado de braços cruzados, tudo é da hora. Novatos, e recebendo ainda o título de o novato mais notável entre todos. Então fudeu, né?
Porque eu quero assistir o desenho e eu tô fazendo esse react, eu tô tendo um spoiler foda de tudo.
No fim, rapaziada, Hajime no Ippo, assim como tantas obras de boxe, conta aquela clássica história de superação do fraco, evento gradualmente se tornando forte, tal como Rocky Balboa. Mas um grande diferencial nessa obra é que você não acompanha apenas o protagonista. Chega um determinado ponto da história que vivemos a pele de muitos lutadores incríveis na obra. E cara, esse anime é bom em transmitir através da vida de diversos personagens o quão assustador o mundo do boxe pode ser, o quanto de obsessão um lutador precisa ter, e como a vida de um atleta de alta performance, o Cobra, Vemos as mais diferentes jornadas ao mesmo tempo. Nos imaginamos também sendo vitoriosos. Afinal, se o Ippo, um garoto considerado fraco, conseguiu se tornar um campeão, então nós também podemos. Por isso, sempre que revejo esse anime, me bate aquela sensação de que eu vou mudar a minha vida. E por isso, rapaziada, faça como o Ippo. Se existe algo que vocês querem mudar na vida de vocês, talvez hoje seja o melhor dia para começar.
Ah, fofinho, cara, fofinho! Gostei, gostei. Vou deixar você com esse aqui, ó, que é sobre o baqui. Eu vi a galera falando: baqui é muito pica, lá lá, reage ao baqui porque o baqui é foda, que não sei o quê. Baquirama, é baquirama, é baquirama, rama, rama, baquirama, é rama. Eu acho que é isso. Porra, animal muito foda, curti para caralho. Assiste aqui, ó, vai lá.










