
Two men argue in a Brazilian gym over one allegedly staring at the other's girlfriend. The confrontation escalates through accusations of insecurity and possessiveness, with warnings to stay safe at home, captured in raw colloquial Portuguese.
Tá olhando para minha mina ali? Pô, tá maluco? Tô olhando para mina de ninguém não, mano. Tá assim, eu vi tu olhando, tá achando que eu sou doido? Pô, eu acho que tu tá se confundindo, mano. Não tô olhando para mina nenhuma não, tá ligado?
Tu fica ligeiro, viu?
Pô, qual foi, mano? Tá inseguro com segurança, pô? Segura não, eu tô olhando para ela.
Em casa, pô, fica com segurança. As coisas não é assim não.
Cheio de insegurança aí, pô.
Insegurança? Tu fica ligeiro, viu? Se eu te pegar lá fora, tu vai ver. A regra é essa. Admiro, admiro. Você tem que confiar na sua esposa, na sua namorada, porque de coração você acha mesmo que você vai conseguir proteger? Ou você confia na pessoa que tá com você a ponto de ela receber cantadas de outros homens? Porque isso vai acontecer. Você não vai estar colado com ela 100% do tempo. Em um momento ou outro ela vai estar em algum lugar e alguma pessoa vai olhar, vai tentar alguma coisa, e tá tudo bem, gente. O menino falou assim: tá inseguro Tranca a mulher em casa. Eu concordo com ele. Aqui eu não tô nem levando em consideração se o menino olhou ou não olhou, tá bom? Porque vamos imaginar que ele olhou, é a mesma coisa. A sua mulher tá com aliança no dedo? Tem cara que quer bancar o macho, mas não tem a coragem de colocar uma aliança no dedo da mulher. Então você é macho pra falar que a mulher é sua, mas pra ir lá e assumir um compromisso você é covarde. Fica solteiro, mano, porque aí você não vai ter esse problema.










