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Rodrigo Barros explains why cable lateral raises differ from dumbbell versions using force vectors. The cable is hardest when your arm is low and easiest at the top, opposite to dumbbells. Stay away from the pulley to keep tension throughout.

Rodrigo Barros explains why cable lateral raises differ from dumbbell versions using force vectors. The cable is hardest when your arm is low and easiest at the top, opposite to dumbbells. Stay away from the pulley to keep tension throughout.
Se você observar, essa terceira dica ela é muito semelhante a nível de vetor de força. Então se a gente faz uma análise vetorial, você vai ver que se eu tô com peso livre, conforme eu vou subindo ele, a alavanca vai crescendo, o exercício vai ficando mais difícil. Conforme eu vou descendo, vai ficando mais fácil. Quando eu coloco o cabo da polia na altura da minha mão, quando o meu braço tá aqui embaixo, como o vetor é o próprio cabo, nesse momento, caraca, o braço de alavanca tá muito grande, o esforço muscular muito grande. Conforme eu vou subindo, ele alivia, mas Tem uma coisa, né? Você tem que estar afastado da polia. O movimento inicial, percebe que o peso já tá no alto. Eu tô na fase inicial do movimento, o peso já tá no alto, já tá provocando tensão. Se eu fico aqui, encosta, porra aí, exatamente, jogou fora o ponto alto do exercício. E aqui eu tenho um exercício comparado à elevação lateral com halteres, uma elevação lateral também, porém ela me traz um grande torque de trabalho muscular no ponto exato que o outro elevação lateral Não traz. A gente tem a complementariedade de dois exercícios que parecem ser o mesmo, mas se a gente faz uma análise vetorial, são completamente diferentes.