Critiquei os Vídeos Mais Polêmicos sobre ACADEMIA da Internet #10

Neste episódio de "Critiquei os Vídeos Mais Polêmicos sobre ACADEMIA da Internet #10", Rodrigo Barros (SPEAKER A) conduz uma mesa redonda com vários participantes – Patrícia, Weber Bambam, e outros – para analisar e debater vídeos polêmicos que circulam nas redes sociais sobre academias. O debate parte de um caso específico em que uma mulher filma um homem enquanto ele faz agachamento, levantando questões de etiqueta, consentimento e exposição pública. Os participantes discutem se a gravação foi intencionalmente provocativa, se o local era adequado e como a prática de “revezar” aparelhos deve ser conduzida. A conversa se expande para críticas a influenciadores de finanças e saúde, especialmente Tiago Nigro, cujas declarações sobre “hábitos milionários” são contestadas por um dos convidados (SPEAKER D), que argumenta que o sucesso financeiro vem de trabalho intenso, não de dietas ou rotinas de bem‑estar. O grupo também aborda a credibilidade de figuras como Flávio Augusto, apontando que a aparência física não garante autoridade em temas de saúde. Em paralelo, surgem conflitos pessoais: Patrícia e um interlocutor (SPEAKER F) trocam acusações de traição e falta de transparência, enquanto Weber Bambam faz ameaças violentas ao estilo de “Muay Thai” em resposta a supostos desrespeitos. O programa encerra com uma reflexão sobre contratos de academia, regras de uso de equipamentos, e a necessidade de bom senso e respeito mútuo nos ambientes de treino, concluindo que a exposição excessiva e a falta de empatia geram mais polêmica do que valor.
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Você não tem noção, filha. Se você tivesse noção, você não teria feito isso que você fez. Essa primeira frase do negro, eu considero que foi uma frase muito infeliz. Vejo muito mais uma desculpa para ter hábitos ruins. Vamos ver qual é o exemplo que a gente está seguindo, né?
Dia que eu fui agachar e o moço virou de costas.
Para quem é um pouquinho mais inteligente, consegue ver pelo Que eu não estava completamente na frente dele. Não vi nenhum desrespeito, até porque eu tenho noção, nunca faria isso. Na hora de digitar, eu olhei e reparei que ele virou de costas. Aí eu peguei e postei, mas tipo assim, pra fazer uma graça e não pra denegrir a imagem dele.
Cara, ele virou de costas. Eu faria exatamente a mesma coisa. Independente se tem um celular filmando, se a mina tá mal-intencionada. E aí ela postou e ela falou do cara meio que... Eu entendi com um tom de crítica. Independente se ela tava filmando pra expor ele ou não, por que você não foi fazer o agachamento num lugar mais reservado. Ela foi agachar bem na frente do cara, velho. Eu vou supor que ele nem tinha terminado a série dele, hein. Você percebe que o cara soltou o negócio, falou, que merda, mano. E tipo virou, cara, por que que a mina não foi fazer o agachamento em outro lugar? Ela tinha que botar o negócio exatamente ali na frente dele. Eu, na época que eu dava personal, eu tinha esse cuidado com as minhas alunas. Eu colocava elas para fazer exercícios como esse, que são exercícios maior exposição, vamos dizer assim, em lugares mais reservados. E aí ela vem com o discurso, o cara não deveria ter feito isso. Mas, mano, você tava na frente do cara, velho. Você não tem noção, filha. Se você tivesse noção, você não teria feito isso que você fez. Você postou porque você sabia que isso ia causar repercussão, simples assim.
A pessoa que fica milionária não é uma pessoa saudável. Eu atingi resultado financeiro abrindo mão de boa parte da minha saúde. Porque assim, a gente tá falando sobre hábitos milionários, não é? Não tô falando sobre felicidade, por exemplo. Eu não tô falando sobre saúde, tô falando sobre dinheiro, pô. Quando eu vejo aqueles vídeos que falam que você precisa meditar, você precisa tomar banho de água gelada, você precisa malhar mais uma hora, eu fiquei Você não foi nada disso. Não foi isso que me enriqueceu, não é isso que enriquece as pessoas. O fato é que me enriqueceu sim. Eu não acho que essas coisas enriquecem. O que eu acho que enriquece é o seguinte: fazer exatamente o contrário, porque elas não ficaram ricas fazendo isso. Elas ficaram ricas trabalhando igual um cavalo, acordando cedo pra caramba, dormindo tarde. Elas não ficaram ricas abrindo mão do açúcar, não ficaram ricas abrindo mão da fritura. Eu trabalhei final de semana, trabalhava madrugada, trabalhava de noite, trabalhava de dia, estudava todo tempo. E foi assim que eu ganhei dinheiro. Claro que se eu pudesse junto disso ter também uma saúde incrível, minha performance com certeza melhoraria. Só que a gente começa talvez na vida tendo uma responsabilidade, uma obrigação de trabalhar muito mais em horas do que no futuro. Porque no futuro, se você for olhar para uma pessoa como Flávio, que gerencia sei lá quantos milhares de colaboradores, uma decisão dele impacta de uma forma muito profunda a corporação dele. Então uma decisão bem tomada tem muita escala. No passado, talvez ao força-abraçar, ou a repetição da quantidade de tentativas de vendas era muito mais relevante do que algo muito estratégico. Então no começo a gente precisa de muito mais horas de execução e trabalho duro, e no futuro a gente precisa de muito mais trabalho intelectual, que escala muito mais. Então no final das contas é trabalho igual cavalo. Então querer comparar um cara que tá na fase já intelectual.
Eu concordo com a questão do Nigro falar que ele poderia ter uma vida mais saudável. Eu concordo com ele quando ele fala que malhar uma hora por dia não vai te tornar rico. Eu tenho certeza que se você treinar uma hora por dia, você vai ter muito mais inteligência, tanto cognitiva quanto emocional, quanto outras coisas que hoje a ciência prova que você performa melhor na vida se você treinar. Essa ideia dele falar que não é cortar o açúcar que te faz rico, não é evitar a gordura que te torna rico são coisas completamente diferentes, irmão. Pera aí, o que que tem a ver o açúcar com enriquecer? Eu olho para isso, eu vejo muito mais uma desculpa para ter hábitos ruins. Como eu tô fazendo um processo aqui para enriquecer, então que se dane, eu vou comer açúcar, eu vou comer gordura, que se foda.
Essa primeira frase do Nigro: a pessoa que fica milionária não é uma pessoa saudável.
Eu considero que foi uma frase muito infeliz. Existem muitas pessoas, gente, muitas pessoas que se tornam milionárias de forma saudável, mantendo o shape, tá bom? Vamos ver qual é o exemplo que a gente tá seguindo, né? Existe um teólogo chamado Leonardo Boffi, que ele tem uma frase que diz assim: um ponto de vista é a vista de um povo. O negro tá dando o ponto dele de vista, é a forma que ele olha o mundo, e todas as pessoas expressam os seus pontos de vista. Quando uma pessoa fala qualquer coisa, é a forma dela olhar para aquela situação, é o que ela acredita que é o certo. O Tiago Negro, ele é uma grande referência como empresário, como influencer, eu poderia dizer até, como investidor, etc. Mas eu não vejo ele como uma boa referência como estilo de vida. Você não vai pegar conselhos de saúde com uma pessoa obesa. Tá ali Flávio Augusto, não sei de quando é esse podcast, mas o Flávio Augusto, ele tava extremamente gordo durante tempo e ele emagreceu recente. Então agora que ele emagreceu, ele se tornou uma referência para você falar com ele sobre saúde. Antes não, antes o cara era uma referência para falar sobre vendas, que é sobre isso que ele fala. Então toma cuidado com isso, tá bom? Pedi para o meu amigo gravar meu treino até que—
ó, botar o guarda só quando tá aqui nessa porra aqui, só quando eu ouvir. A próxima vez que alguém meter alguma das minhas coisas, eu pegar quem foi, eu vou enfiar a porrada aqui dentro. Não quero saber, aqui as coisas é sagrado, eu não boto a mão nas coisas de ninguém, eu toco o botão. Ali, então se for para pegar, já tô avisando, se eu pegar um arrombado que então não me ajuda porque é só uma porra do Discord, eu vou meter a porrada aqui dentro, eu vou meter a porrada, entendeu? Vai ser Muay Thai na cara, tô avisando.
A questão é o que foi que aconteceu, né? Será que ele tava deixando os aparelhos montado para usar e tal e alguém foi lá e mexeu? Porque se foi isso, tá alugando o espaço, né? As pessoas usam lá os aparelhos, mano, é super natural. Agora, se não foi, aí Estão mexendo nas coisas dele, sei lá, coisa pessoal dele, que eu acho bem pouco provável. Aí já é uma outra questão. Mas se você tava colocando tipo garrafinha pra falar que você tava usando o banco ou a máquina, mano, você tá erradão, né, viado? Weber Bambam arrumando confusão na academia de Osasco.
Gente, difícil falar. Não sei o que aconteceu.
O rapaz, ele repele ali várias vezes ele deu em cima de mulher casada. Será que essa mina tava com aliança? Será que essa mina deu abertura? Ou será que ele foi, forçou alguma coisa? Cara, não sei. Mas independente de ser o Bambam, ser alguma outra pessoa, o influencer, seja lá qual tipo de profissão que a pessoa tenha, é um comportamento bem zoado se foi efetivamente isso que aconteceu. Mas de novo, não vou opinar porque é um assunto delicado. E eu não sei o que aconteceu. Dia mais fraco na academia inteligente. A Mira parou a série dela na hora, viado. A vida pegou para filmar, né?
Nossa, papai, vai ficar cagando ainda?
Ou seja, deu a entender que o cara tava pegando o aparelho meio que só para ele ali e tal, porque o cara fala, né, uma academia só para você. Aí reveza o aparelho, não reveza o aparelho, não sei hoje como é que tá o contrato das academias nesse sentido. Porque quando você se matricula em algum lugar, pode ser uma academia ou pode ser alguma outra coisa que você vai lá com frequência para eles prestarem o serviço para você, você assina um contrato que é chamado contrato de adesão. Esse contrato basicamente coloca ali as regras do estabelecimento, ou você assina porque você quer usar o lugar, mas aí você está assinando que está de acordo com as regras do lugar, ou então se você não tiver de acordo com as regras você não assina e assim você não frequenta o lugar. Então eu não sei hoje como é que tá o contrato, mas essa questão de revezar aparelho e tal é muito delicada. O que que a gente recomenda é que academia seja para todo mundo. É o melhor dos mundos revezar a máquina? Não, gente, não é. Se você estivesse no lugar daquela pessoa que quer usar e chegou ali, já tem uma pessoa usando, você não gostaria que a pessoa revezasse com você? Não pensar só em si, mas pensar também no outro, pensar no ambiente, pensar no funcionamento daquele lugar. Um pouco de bom senso também, né? É que assim, ó, eu não sei se foi uma forma de puxar um assunto, que tem dessa, o quanto que tá muito relacionado um bom físico ou uma boa força muscular ao uso de esteroides anabólicos. Isso é chato, tu acaba meio que tirando o mérito da pessoa. E no caso da mina aqui, a mina nem usa. Pelo menos eu tô acreditando nela também. O quanto que a gente tá vivendo num mundo que primeiro se acha que a pessoa usa alguma coisa para depois descobrir se usa ou não. Não é aquela coisa de olhar e falar assim, caraca, meu, que legal, velho, tipo, a pessoa tem uma puta força, tem um puta físico legal, né? E já instantaneamente relaciona.
Quer conversar?
Não, não quero conversar. Você combinou da gente ficar calado, vamos ficar calado. Você me traiu. A gente falou que não ia fazer buba. Você mentiu.
Em que momento eu falei isso?
Você mentiu. Maravilhoso! E eu aqui todo pá, eu acho que é um bagulho sério.
Trabalhar com transparência é fundamental.
Em que momento eu falei que não teria buba?
A pessoa tem que saber o que ela vai fazer.
Falando com você.
Porque ela se prepara.
O que que eu falei?
Ó, tô puta, tô puta para caralho.
Por que que você tá brava?
Tô puta para— não tô brava, tô puta para caralho.
Por que que você tá puta para caralho?
Por causa do búlgaro.
Um exercício é capaz de desestabilizar emocionalmente desse jeito, Patrícia?
Tô passando mal, meu nariz tá sangrando, eu quero vomitar, me deu vontade de fazer cocô.
Dá vontade?
Deixa eu te perguntar, um exercício é capaz de Desestabilizar você assim desse jeito?
É.
Se um exercício é capaz de desestabilizar uma pessoa assim desse jeito, se for o búlgaro, é. Comenta aqui se você também é dessas pessoas que detesta fazer agachamento búlgaro. O negócio do inferno! Por que que inventaram isso? Obrigado que olhou para mim e decidiu não ajudar. O cara olhou e falou assim, que se foda. Tem gente que faz os exercícios tipo de agachar e para, espera, aí sobe, aí agacha, espera e tal. Existem variações de fazer o negócio. Pode ser que o cara pensou nisso, ou então pode ser que o cara pensou assim, falou, mano, se eu ajudar essa mina aí, vai dar algum mel para mim, velho. Porque tem isso também, né? A gente tá nesse momento, a gente vive hoje nessa era que qualquer coisa que o homem faz por uma mulher ele já tá querendo alguma coisa, já tá com segundas intenções. Olha o efeito colateral aí das coisas. Influenciador afirma que fica estressada quando está gravando o seu treino e as pessoas passam em frente à câmera. Ah, eu acho que se eu tivesse lá eu ia passar na frente da câmera só de sacanagem. Não, mas assim, ó, você vê que ela deixou a câmera bem longe, né? Ó, e caraca, meu, eu acho que as pessoas nem percebem que tem uma câmera ali. A gente já discutiu bastante aqui sobre isso. Efetivamente, algumas pessoas se irritam muito, né, que tá fazendo um vídeo ali, as pessoas passam e tal e meio que atrapalha no vídeo. Cara, não tem o que fazer, né? Faz parte da vida isso aí, a não ser que você reserve uma academia para você fazer o seu vídeo. Aqui, ó, a gente tem também vídeos polêmicos da internet, coisas bizarras. E o que você pode esperar, meu, é a minha total verdade. O que vier à minha cabeça eu compartilho aqui com vocês. Então clica nesse vídeo aí.










