ELAS PERDERAM A NOÇÃO NA ACADEMIA! | Reagindo aos Videos MAIS POLÊMICOS DE ACADEMIA #20

Neste vídeo de reação, Rodrigo Barros e um grupo de participantes comentam uma série de clipes controversos de academia que circulam nas redes sociais. O debate gira em torno de comportamentos provocativos de influenciadoras femininas, acusando-as de hipocrisia ao criticar outros enquanto exibem atitudes sexualizadas e supostamente usam suplementos ou esteróides. Os participantes analisam a plausibilidade de que a atleta seja "natural", citando desenvolvimento exagerado de trapézio e a ação dos esteróides nos receptores androgênicos. Também são discutidos temas de etiqueta e segurança na academia: uso inadequado de equipamentos, execução de movimentos de risco (valgo dinâmico, cadência inadequada) e a responsabilidade dos personal trainers, que são acusados de complacência. O vídeo traz exemplos de expulsões de academias, como a de um policial que levantava peso excessivo, e debate se o peso em si justifica a exclusão ou se o comportamento (barulho, risco) é o problema. Os participantes ainda abordam o papel dos algoritmos das redes sociais, explicando como likes, compartilhamentos e visualizações impulsionam a disseminação de conteúdo sensacionalista, e refletem sobre medo, coragem e a pressão de atender expectativas sociais dentro do ambiente de academia. O tom geral é crítico, informal e carregado de linguagem coloquial, com interrupções frequentes e repetições.
Chapters
React polêmico de hoje tem um vídeo de uma mulher hipócrita que fala sobre o homem ter fôlego, uma mulher que fala que não toma o suco, mas descaradamente o físico dela mostra isso. E eu também não posso esquecer de vídeos de mulheres, faz conteúdos para maiores de 18 anos, sabe, cara? Enfim, vamos lá. Cara, que ridículo, cara! Imagina que eu viro para você e falo assim, mano, então num dado momento uma mina tirou a sua calcinha, foi lá e colocou ela entre os halteres. Você acreditaria, mano? É um bagulho que é tão absurdo que é só a gente vendo o mesmo vídeo para entender e assim para acreditar, né, cara? O que eu fico pensando é o que O que será que passa na cabeça da pessoa, cara? É muita falta de acordar pra vida, assim. Tipo, olhar ao redor e falar assim: Porra, que ser humano que eu tô sendo, né? Mas esse tipo de coisa, mano, é o ridículo do ridículo.
Cara... Por que as mulheres estão insuportáveis na academia? Olha pra essa porra aqui, que quando viu o Cariani ligando a câmera, fez de tudo pra chamar atenção.
Gente, eu cortei o cabelo!
Gostaram?
O Balestrin teve que sair de trás da câmera só pra ela parar de passar vergonha. Eu tenho certeza que se o Balestrin não ficasse na frente, ela ia dizer: que o tiozão tava se aproveitando dela. O pior de tudo foi essa maluca aqui que colocou defeito.
Cara, real, né, velho? Não sei o que aconteceu ali, não sei qual é o contexto todo e tal. Se ela foi para lá para chamar atenção, para aparecer no vídeo ou não, vamos imaginar que não sabemos. E aí ela fica ali no fundo do vídeo fazendo as coisas e tal, não sei o quê. Depois, velho, existe um grande perigo dela ainda falar que, porra, o Cariani tava se aproveitando da imagem dela, que ele tava usando ela ali para atingir mais pessoas, para o vídeo dele viralizar mais. Cara, eu não duvido, cara, nesse que a gente tá vivendo, eu não duvido disso, velho.
Até no que o velhinho tava fazendo na academia.
Tava fazendo adutora, aí depois fez abdômen, aí depois fez panturrilha, depois fez costas. Todos os equipamentos que são perto dos equipamentos que as mulheres põem de bola pra cima.
Ela literalmente decorou todos os exercícios que o velho tava fazendo. Aí depois quer julgar ele dizendo que era ele que tava de mau olhado. O coitado só tava fazendo—
Tipo assim, ela tava tão, tão preocupada com o rolê, que ela sabe tudo que o véio fez. Mas e se esses aparelhos estavam no treino do véio?
E aí, cara?
Isso era o treino dele e acabou coincidindo. Todos os aparelhos que as mulheres ficam de bunda pra cima. Tá, então deixa eu ver se eu entendi. Pera aí, você ficou incomodada porque o véio tava fazendo o treino dele ali, beleza? E você ficou fazendo o aparelho então que fica de bunda pra cima? É isso, cara. A gente tá num momento de redes sociais e tal que as pessoas, elas querem reclamar, elas querem tipo a validação de outras pessoas. Porque aí eu tenho certeza que essa menina aqui, ela foi lá, falou esse monte de merda, e teve um monte de mulher lá igual ela que foi lá e falou, né, isso mesmo, puta palhaçada, que não sei o quê, piriri, pororó. Cara, o que uma pessoa minimamente decente faria, mano? Chama um professor, chama o coordenador, sei lá, chama o gerente, chama alguém e se queixa. Fala, cara, ó, eu tô fazendo meu treino aqui, eu tô me sentindo incomodado que o senhor ali tá E vai saber se tava olhando, né? Segunda situação: cara, vai fazer outro aparelho, vai fazer outro exercício. Aí quando vai eu sair dali, você volta e faz.
Ah, cara, ainda tem essas mal-amadas que acham que mandam na academia. Já estão estudando a possibilidade de abrir academia.
Não passa na minha frente quando eu tô falando. Mas filha, você tá achando que academia é sua? Que o universo gira ao redor do seu umbigo?
Ah, Larsson, você não sabe como é que é a TPM das mulheres.
Mas, cara, tudo bem, eu não sei mesmo, né? Por mais que eu dei aula por muitos e muitos anos pra mulheres e controlava ciclo menstrual delas até, eu não sou uma mulher, eu não sei como é que é. Todo mundo tem um dia que não tá bem, cara. Todo mundo tem um dia que as coisas não estão funcionando da melhor maneira, que tá mais irritado e tal, não sei o quê. E se todo mundo agisse igual essa mulher aí? Uma coisa que me passa muito na cabeça é o seguinte: senso de conviver em sociedade. As pessoas Em grande medida, elas não sabem o que é isso. Aquela ideia de o meu direito vai até onde o seu começa, cada vez menos a gente vê acontecendo. É impressionante como as pessoas estão preocupadas unicamente com os seus próprios umbigos e não estão nem um pouco se fodendo pro que as outras pessoas estão vivendo. Mano, monta uma academia pra você, aí você faz o que você quiser, o espaço for seu, é 10, mano, você, né, não vai ter ninguém passando lá. Agora, a partir do momento que você tá num lugar público, Onde pessoas estão ali frequentando também, cara, é um mínimo de respeito, cara, por outro.
O homem não faz um exercício, né, não prepara o fôlego, aí acabou.
Tá malhando?
Quem? Eu?
Não, eu tô perguntando. Eu tô perguntando.
Olha o cancelamento, hein? A gordofobia.
Ele fala, olha só que louco, ele fala: não, gente, eu tô só perguntando. Por quê? Porque ele já sabe o quanto que esse tipo de pergunta, o quanto que esse tipo de coisa gera problema, cara.
Não, mas ela falou brincando, cara, ela tava rindo.
Freud diz, abre aspas: brincando se diz qualquer coisa, até mesmo a verdade. Fecha aspas. Ela não falaria isso se ela não tivesse pensado nisso. A pessoa ser hipócrita, cara, não tem problema. Tá? De coração mesmo. Hipocrisia, de certa forma, é uma coisa que é natural do ser humano. Então, a mina ser hipócrita, tá tudo bem, cara. É uma coisa louvável?
Não.
É uma grande virtude? Óbvio que não. Mas tá tudo bem, é um ser humano passível de erros, tá tudo certo. Agora, o que esse vídeo mostra pra mim é o seguinte: o quanto que a gente vive num mundo que, mano, o cara ele fez uma simples pergunta de forma inteligente pra fazer ela refletir, pra gerar nela um, mano, você consegue de vez em quando se olhar no espelho, olhar pra você, pros seus comportamentos e etc., pra, mano, cobrar isso das pessoas? O problema é que a pessoa ela vai lá, fala mal dos outros por uma coisa que ela não faz, aí quando ela recebe uma pergunta, cara, pequena, pra fazer ela refletir, olha o cancelamento, olha a gordofobia. Cara, mas aonde tem gordofobia? O cara não falou nada, o cara só falou assim, cara, você treina? Você malha? As pessoas elas não aceitam os seus posicionamentos errádicos e, cara, quer se sair por cima ainda, quer se sair com boa certa. Cara, que coisa ridícula, cara. Absurdo, mano. O vídeo todo, ele é pornográfico. Quando ela termina, olha o que ela faz, ó. Ela, tipo, faz um movimento com o corpo pra balançar os peitos. E por que esse tipo de vídeo acaba viralizando muito? Porque, mano, tem um monte de gente que acha legal isso. Aqui, ó, com 27 mil likes. Mano, 90 mil compartilhamentos. Você sabe o que a internet, o que as redes sociais estão fazendo com as pessoas de modo geral? Existem pessoas, óbvio, com a sua capacidade intelectiva mais baixa, que olha pra esse tipo de conteúdo e acha super massa, acha super legal. E olha aqui, 90 mil pessoas compartilharam essa merda. Aí o que que os algoritmos entendem?
Esse tipo de vídeo é bom pra cacete, vamos começar a mandar pra mais gente.
Imagina essa menina quando ela for mais velha e ela lembrar desse tipo de conteúdo que ela fazia. Imagina o quanto que ela vai se envergonhar disso. Imagina quando ela for mãe, cara.
Ela lá, mas pode ser Pode ser que mesmo tudo isso acontecendo ela continue achando que tá super legal.
Porra, aí é uma pessoa desprezível mesmo, né, cara? O tipo de gente que tá fazendo peso na Terra.
Eles falam: quem entende o mínimo do fitness sabe que ela não é natural.
E qual o problema? Ela também treina muito pesado e faz dieta. Deixa a garota em paz!
Esse trapézio quer meter marra que é natural?
É, realmente o ombro e o trapézio estão entregando um pouquinho, mas só um pouquinho, garota. Tamo junto, tá com shape massa!
Anos, eu sei muito bem o corpo que dá para chegar natural.
É, a experiência conta muito.
Eu entendo a pira de vocês, ô galerinha da bomba.
Galerinha da bomba?
Eu entendo.
Não, você não, você não vai falar.
É difícil aceitar que uma natural tem mais resultado que você.
Para cima de mim? Eu já tenho o meu veredito, e o meu veredito: fake nerd, Pinóquio. Naldo, gente, a sua mão no queixo! 10% de gordura com essa densidade muscular, algo muito raro.
E na minha opinião, nem fodendo, cara, nem fodendo.
Tem que ter no mínimo uma oxandrolona. Mas se você for natural, leve isso como um elogio, mas não para cima de mim. Será você uma em um bilhão? É possível. Mas eu não coloco minha mão no fogo, eu não quero quebrar os dedos.
Uma coisa fato, fato, olha o ombro e olha o trapézio dessa mina. O braço dela também, tá? Mas ombro e principalmente trapézio, cara, pra uma mulher natural chegar nisso aí, cara, é extremamente difícil, pra não falar que é impossível. Tem que ter uma genética muito foda e tal. E ela falando que ela é natural, ah, cara, eu só aceito vendo exame. E mesmo vendo exame, né, porque pode ser que hoje ela não esteja tomando mais. Mas sem chance, cara. E por que o trapézio? Aqui vem uma informação legal para vocês: os esteroides anabólicos, eles agem nos receptores androgênicos, que diga-se de passagem tem em grande quantidade no trapézio, cara. Então você pode perceber, a pessoa começa a tomar bola, o trapézio dela já cresce rápido, tá ligado? Então, mano, não vem com essa, cara. Eu concordo gigante com o Góes ali, cara. Imagina, olha o shape da mina, olha esse percentual de gordura, tipo Tipo, cara, nem fodendo, nem fodendo, cara. É sério isso? É sério que você vai para academia para fazer esse tipo de vídeo? Que existem muitas pessoas que trabalham com esse tipo de conteúdo, cara, eu entendo, eu respeito e tá tudo certo. Mas quando a gente fala de um ambiente público, uma academia, você ir lá usar um espaço que é sério, que é direcionado à saúde— e quando eu falo saúde, eu tô falando saúde psicológica também— a gente vê um tipo de comportamento desse esse cara, mano. Isso é o ridículo do ridículo, a necessidade de criar views, likes e comentários, etc. Que puta de conteúdo merda, cara. Esse tipo de coisa tem que ser facilmente expulsa da academia, cara. Porque o que eu fico imaginando é um cenário de uma família ali treinando, cara, uma pessoa mais velha, sei lá, uma senhora, um senhor. É triste ver como que essas coisas existem, né, mano. Que bizarro. Sinceramente, estão passando dos limites. Meu Deus, cara, você viu? Vê esse movimento, não te dá uma aflição também? Parece que vai machucar. E cara, se ela continuar forçando isso aí, vai machucar mesmo, cara. Nossa, cara! Aí a pessoa pode virar e falar assim: Mas eu sinto muito glúteo quando faço isso.
É óbvio que você sente.
O glúteo ele está contraindo ao máximo ali para tentar segurar a articulação no lugar para não dar problema, cara. Porque esse é um movimento péssimo. Cara, que bizarrice! Que coisa horrível! Eu achei que essa onda dos exercícios toscos na academia tinha meio que passado, cara. Não, não passou não, velho. What do you both think about fear?
I'm not in this world to live up to your expectations. I'm here to live up to mine.
He who is not courageous enough to take risks will accomplish nothing in life. Fear is a teacher, and I don't skip class.
Cara, quando a gente vê esse tipo de comentário, eu estou nesse mundo para corresponder às suas expectativas. Eu estou aqui para corresponder às minhas. E aí a gente tem uma coisa que é interessante. É o seguinte: o quanto que é inerente ao ser humano. Essa ideia de corresponder às expectativas dos outros. O quanto que o pai, a mãe, o avô e tal, não sei o quê, pede pra criança mandar beijo, dar tchau, cumprimentar o tio, a tia, ser educadinho, não sei o quê, e a criança faz tudo isso porque ela quer o amor do pai, da mãe, dos avós, etc. Ela quer ser aceita ali. Ou seja, a gente está falando de todo um funcionamento arcaico do nosso cérebro. E aí você vai ver o quanto que em vários momentos você não faz o que você quer por sei lá o quê. E cara, a gente vê em grandes personalidades o quanto que elas conseguiram meio que mudar isso, possivelmente não completamente, mas pelo menos elas conseguem ter um controle melhor disso. E o quanto que isso não atrapalha ele nas coisas que ele quer fazer na vida. Mas isso também tem um outro lado. Olha o vídeo que a gente tá fazendo aqui sobre coisas que as pessoas estão fazendo que estão sendo ruim para as outras. Outras. Então, o quanto que tem que saber analisar essa questão também, né? Eu vou fazer as coisas que são boas para mim, mas respeitando o ambiente, respeitando as outras pessoas. Porque essas pessoas que fizeram esses vídeos podem virar e falar assim: não, mas eu tô fazendo as coisas para satisfazer as minhas expectativas, foda-se o mundo. Não, calma aí, cara, não é foda-se o mundo. Aí vem o Ali: aquele que não é corajoso o suficiente para se arriscar não vai conquistar nada na vida. E, cara, Muhammad Ali, eu acho que Não precisa nem dizer muito, né, cara? Ele superou muitas barreiras assim e tal. E você vai ver esse tipo de coisa, essa questão da coragem e tal, presente em muitas grandes pessoas, no sentido de não se deixar abalar por questões, etc. Mas de novo, percebe que a gente consegue advogar dos dois lados? Ou então você tem coragem para fazer as coisas, etc. e tal? A pessoa para ir para academia fazer umas merdas daquela ali, ela tem que ter muita coragem, né? Porque ela sabe que as pessoas não vão gostar. Ela sabe que vai ser ruim, nocivo para o ambiente. É muita coragem. Percebe como que a gente consegue pegar fala de dois grandes nomes da sociedade, dois grandes nomes de todos os tempos, e, cara, advogar de uma forma ruim? Mas enfim, eu acredito que você entendeu o que que eles querem dizer, a mensagem deles. Eu tô em choque com essa execução e o personal ali ao lado.
O que você acha dessa execução com o treinador do lado? Muita gente criticou. Comenta aqui embaixo. O que que a gente pode ver? Uma execução onde a cadência não tá tão controlado. O joelho tá fazendo alguns movimentos que para muita gente pode ser lesivo. E aí, tá certo, tá errado? Muita gente comentou: esse pessoal precisa de um personal. Mas calma, a gente precisa entender o cenário. Será que era a primeira vez realizando exercício? Será que já tava numa fase do treino ou até mesmo do exercício onde ela já tava muito cansada? Será que esse valgo ele é uma resposta sempre lesiva? A gente precisa tomar cuidado com muitas observações que são feitas e não dá para a gente determinar o trabalho de um profissional por um corte. O povo descendo a lenha no cara. Justamente por causa da execução, que talvez ali ela já tava cansada, ou que é um exercício novo. E nem sempre as coisas são assim, galera, tem que ter calma. Mas e aí, o que que você acha? Comenta aqui sua opinião, tá?
Salis, eu entendo isso que você tá dizendo, tá, cara? Respeito a sua opinião. Vamos lá, você falou: será que ela já tava cansada, cara? Então, mas aí, se a pessoa tá cansada e começa a fazer um movimento que tem um forte indício de machucar, então tá na hora de parar o movimento. Enfim, a gente sempre preza pela saúde do aluno.
Ah não, mas será que todo valgo é sempre lesivo?
A gente tem indícios aí que em grande medida sim. E eu como professor, eu prefiro ficar do lado seguro da ponte. Se você tá fazendo um movimento que não é saudável para suas articulações, por mais que esse movimento possa ser bom para musculatura, o custo-benefício não é bom. O Salles também falou, ah, mas será que ela tá fazendo exercício pela primeira vez e tal? Eu falei, o quê, cara? Eu discordo. Ela tá segurando um peso. Se ela tivesse aprendendo a fazer o exercício, ela não tava com peso. O personal, ele foi complacente ali no movimento, um ruim, cara.
Ah, mas a gente deve julgar o personal por um corte?
Concordo que não, mas vamos combinar um negócio. Meu pai dizia: o costume de casa vai à praça. Cara, se ele fez isso num corte, possivelmente ele faz em tudo. E tem um outro ditado muito famoso que diz: aonde há fumaça, há fogo. Primeiro, se filmou isso e postou isso, é porque possivelmente na cabeça do cara nem erro tem. Pode ser que ele não Ele não fez por maldade, ele fez por ignorância. Ó, sobre velocidade, sobre cadência, eu não acho tão ruim, cara. Tá tudo bem fazer o movimento, o exercício numa velocidade um pouco mais rápida. Percebe que a mina ela não tá nem um pouco sólida para fazer o exercício, quer ver? Ó, a mina se balança toda. Segundo, ela faz o valgo dinâmico, que é o joelho ir em direção ao centro do corpo. Terceiro, quando ela sobe, ela encaixa o joelho.
Tá péssimo.
Cara, na minha opinião tá péssimo. Salles, eu entendi que você quis meio que deixar a parada meio pano quente aí, mas mano, tá bem bosta, cara, isso aí. Um personal, ele tem uma grande responsabilidade, cara. Por favor, é o mínimo que se pode fazer. Gente, eu tenho um projeto, eu pretendo colocar ele em prática ainda esse ano, que é sobre treinar personagens, treinar professores. Muitos de vocês que me assistem são professores. Ou são personagens, aprendem coisas comigo e usam com seus alunos. Eu acho maravilhoso isso, fico feliz. E eu tenho esse projeto exatamente porque— eu tava falando isso com Walter Krause um dia desses— o meu projeto é para capacitar os professores, os personagens, para fazer um trabalho decente e para ser bem remunerado por isso. E o que mais me motiva a fazer esse negócio é ver o quanto que existem profissionais ruins no mercado fazendo trabalhos Péssimos machucando seus alunos. Então, se você é professor, personal, enfim, cara, fica ligeiro que logo mais você vai receber notícia disso, tá? E de novo, isso aqui para mim não é aceitável. É por isso que o homem não fala o que sente. O que você está fazendo?
What are you doing? That's where we're working. What is it?
It's it's wire. It's a spool of wire. And I'm almost out of it. You see this little wire? I'm almost out of it. And I've had this spool of wire for like 40 years. I bought it like this a long—
it's on a piece of tape—
a long time ago. But it's like 40 years of my life is in the wire that's bought. That makes sense. This is what's left.
I'm sorry to hear that. I'm sad for you, but you're wearing your Jets hat, and I'm a little concerned right now that you're wearing your Jets hat. I thought that's why you were crying.
Cara, no momento dele ali de reflexão e tal, significado da vida e etc. Tá ligado? O cara no momento ali de lucidez. É, cara, se essa mulher foi esposa dele— vou deixar para você completar essa frase.
Policial expulso da academia por pegar peso demais. Gente, essa eu nunca vi.
Me informaram que foi cancelado o meu contrato. Queria saber a motivação. Você saberia me informar? Cadê o gerente? Eu não tô te filmando. O gerente tá onde? Você é o gerente? Eu queria saber qual que é o motivo que eu fui barrado na academia. Porque me informaram porque eu boto muita carga, né? Faz barulho nas máquinas. É isso? É isso? Qual o motivo? É esse? Porque eu boto peso?
Eu uso o mouse?
Tô aqui na Academia D3, acabei de ser barrado porque eu coloco peso demais nas máquinas. Segundo gerente ali, disse que eu tô sendo barrado porque eu coloco peso demais nas máquinas, tá? Esse vídeo vai para o Felipe Tito, tá, Felipe? Tem coisas na vida que a gente acaba apoiando mas que nem sempre é o que realmente é, tá? Então assim, tu tá queimando teu filme com essa academia. Não sei se tu sabe, mas eu fui excluído disso aqui porque eu coloco peso demais nas máquinas. Eu nunca vi disso, nunca vi disso.
Agora os vídeos divulgados pela academia para justificar a expulsão.
Antes de ver os vídeos e tal, eu penso assim: você pegar peso demais não é um ponto para ser expulso. A pessoa é forte, ela pega mais peso. Qual o problema disso? Eu não vejo problema nenhum. Agora a questão é como você manipula esses pesos, né? Será que não tá batendo os pesos, tá jogando as coisas? Será que não tá incomodando as outras pessoas? Será que não tá quebrando máquina? Tem tudo isso. Porque assim, gente, hoje existe um movimento muito grande de academias voltadas ao bodybuilding e tal, não sei o quê, treinos mais sérios. Mas até pouco tempo, mano, um atleta de fisiculturismo ele não era bem visto nas academias, cara, porque a galera quebrava as coisas, ficava jogando peso no chão, batendo as máquinas. Então eu conheci muitos donos de academias, os caras falavam, mano, eu não quero atleta aqui, cara, porque atleta é folgado, quebra máquina, cria um ambiente desagradável para os outros, mano, não quero, tá? Mas vamos ver o que aconteceu aí.
Policial civil, a gente vê pelas imagens, ó, Muito peso, anilha caindo, máquinas balançando. Segundo os próprios usuários da academia, um barulho intenso provocado por este policial durante os treinos. A gerência, na justificativa do vídeo, diz que houve mau uso dos equipamentos e risco para outros alunos. Por isso, ele encerrou— a academia encerrou o contrato com este policial. Na sua opinião, com base nesses vídeos, E com base no que disse o policial, você acha que a expulsão—
e o pior que o viado, ele colocava peso para caralho, mas para treinar mal que só o caramba, né, cara? Vou mandar um conselho para você aqui, cara. Você consegue trabalhar com a metade dessa carga aí ou menos e vai ter muito mais resultado. Você trabalhar de forma decente, porque primeiro não precisa pegar todo esse peso, fazer errado desse jeito aí, cara, zero. Se eu fosse dono da academia, eu também faria isso, cara. No contrato de adesão na academia, eu acredito que deve ter lá alguma cláusula e tal dizendo que a academia reserva-se os direitos de não aceitar alguém, cara, que não cumpra minimamente as normas da academia e etc. E de verdade, cara, imagina esse cara treinando. Se esse cara treinar numa academia que é mais direcionada ao bodybuilder, cara, é mais bem aceito, faz mais sentido. Mas pelo que dá para ver aqui, mano, academia é tipo para pessoas normais, Galera que quer ir lá fazer um treino, ficar com a saúde legal. Então tá, o cara tá fora de contexto ali, entendeu? Acho que tem isso também, mano. Procura um lugar que faz sentido para você, mano. Eu concordo com academia. Tem que mandar embora mesmo. A comparação é o ladrão da alegria.
Seventy, that's crazy.
That's actually not that impressive.
What?
That's not that impressive.
Yeah, it is.
No.
To me, it is. You know what they say. They say comparison is the thief of joy. You compare yourself to others and you'll never be happy. So that's impressive weight. Who cares what other people lift?
Achei foda, hein? Achei muito foda. A mina tava dando uma moral porque o cara consegue fazer. Tipo, mano, porra, você tá pegando 32 quilos, cara. Parabéns, você é zica. Parabéns, foda. E aí o cara falou, não, não é tão impressionante e tal, não sei o quê. E aí ela trouxe a questão da comparação. Tipo, foda-se o que os outros estão fazendo, o importante é o que você tá fazendo. Olha que massa, cara, muito, muito legal, muito legal. Gostei demais desse vídeo aí, cara. Deixar você agora com esse vídeo aqui, ó, que também são reacts polêmicos. Eu também falei o que eu penso, doa a quem doer, F bem grande. E cara, tem coisa aqui que é muito bizarra, brother.










