ESSE PODE SER O MOTIVO PELO QUAL VOCÊ NÃO EVOLUI

Rodrigo Barros argues that how close you push a muscle to failure matters far more than the weight or rep count. Whether you do 10 reps or 25, the muscle needs to reach near-failure intensity to grow. Stop counting reps and focus on the burn instead.
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aqui a gente vai começar a abordar a forma com a qual você faz o exercício, a forma com que você faz cada repetição de cada exercício. Dois pontos aqui são extremamente importantes. O primeiro, eu vou te falar sobre intensidade, a carga que você coloca nesse exercício e quantas repetições você faz. E o segundo, eu vou te falar sobre a forma com a qual você o faz. Carga e número de repetições. O que eu vou te trazer agora é o que a ciência tem mostrado pra gente. Olha que coisa maluca, cara. Você não precisa se importar muito nem com carga e nem com número de repetições. Seguinte, antigamente a gente acreditava que precisava colocar uma carga para fazer 10 repetições, 12, 15 repetições, por aí vai, certo? Então hoje não mais. O que a ciência nos diz é o seguinte: se você colocar uma carga alta ou baixa, tanto faz. Se você fizer muitas repetições ou poucas repetições, tanto faz. O que importa é o nível de exigência que você entrega para esse músculo, o nível de dificuldade, de intensidade que você entrega para ele. Você precisa chegar muito próximo da falha em todas as séries, ou então até mesmo na própria falha em todas as séries. O seu músculo só vai crescer se você entregar uma alta intensidade para ele, se você entregar uma alta exigência. Como que você faz isso na prática então? Imagina que você colocou um peso lá para fazer o exercício, você tá fazendo ali na casa das 10, 12 repetições, e você tá chegando nessa 12ª, 13ª, enfim, uma certa dificuldade, quase travando. Você pode manter essa carga ou pode aumentar um pouco a carga e fazer num número menor de repetições, mas chegar na mesma intensidade de quase travar. Para te deixar ainda um pouco mais confuso, você pode diminuir essa carga e fazer 20, 25 repetições, mas chegando nesse mesmo nível de quase travar. A dica que eu dou para os meus alunos, que diga-se de passagem seguem a minha metodologia, que é de não contar as repetições: se você gosta de trabalhar com cargas maiores, você pode fazer isso com repetições em número menor. Ah não, Lala, eu prefiro trabalhar com a carga mais moderada. Eu não me importo, ou eu gosto de trabalhar naquela faixa de repetições que o músculo arde. Então você segue nesse caminho. O importante mesmo é você entregar essa exigência para o seu músculo.










