In this short excerpt from the YouTube video "Esse Treinador Passou Dos Limites", two speakers discuss the role of a personal trainer and the appropriate limits when pushing a client. Speaker B, who claims over ten years of experience as a personal trainer, argues that a trainer’s job is to extract the maximum performance from the student, insisting that the client should not stop an exercise even when they feel the need to. Speaker A reacts with frustration, describing the experience of watching the video as agonizing, and repeatedly urges the trainer to keep going, highlighting the tension between aggressive coaching and the client’s comfort.
Gente, que agonia assistir esse vídeo.
O personal tem a função de extrair o máximo possível do seu aluno. E honra que o diga. Eu dei aula de personal por mais de 10 anos. Eu era o personal que exigia do aluno. Aluno parava o exercício, eu falava: não, mano, não é pra parar, volta.
Eu não falei pra você parar, é pra você voltar. O personal, se ele for um personal experiente, eu ouvi várias vezes os meus alunos: nossa, mas você sabe mais do que eu mesmo. Sei. E eu provava pro aluno que eu sabia mesmo, porque depois ele voltava pro exercício e entregava o que eu tinha dito ali que ele conseguiria. Em certa medida, o que o personal tá fazendo é certo, no sentido de exigir da aluna e colocar ela para fazer, mas na minha opinião ele extrapola a questão. E aqui eu entendo até meio que como falta de respeito. Meu, a menina tá chorando. Aí o que eu fazia quando eu via que o aluno não respondia, eu parava. A minha reta final assim, né, meus anos de personal, eu falava para o aluno: eu vou te dar aula mais porque você não tá respondendo ao que eu tô te pedindo, e eu não tô aqui para ficar brigando com você. Você é um adulto, não tô aqui para ficar te educando a fazer o que precisa ser feito. Eu tô aqui para te mostrar qual é o melhor treino, e até que ponto você consegue ir. Mas eu não me submeto a isso, você entende? Tá certo que todo personal tem uma veia ali sádica um pouco mais pulsante, né? Mas não, meu, isso aqui é feio, é chato, extrapolou, sabe?