“EU FARIA TUDO DIFERENTE” – As Últimas Palavras do Hulk Russo Antes de Morrer

O vídeo apresenta a história de Nikita Tekatchuk, conhecido como o “Hulk russo”, um atleta russo que, desde a infância, demonstrou força extraordinária e se destacou no powerlifting, conquistando o título de Master of Sports e levantando pesos impressionantes. Insatisfeito com a mera força, buscou fama nas redes sociais, adotando o uso de sintol – uma substância injetável que aumenta o volume muscular – para criar um corpo ainda mais grotesco e viral. O conteúdo descreve como o uso contínuo de sintol, aliado a anabolizantes, transformou seu físico, gerou milhões de seguidores, mas também desencadeou graves problemas de saúde: febres inexplicáveis, dores crônicas, falência múltipla de órgãos e sarcoidose, que acabou calcificando seus tecidos. Apesar da deterioração, Nikita manteve a presença online até o fim, gravando uma mensagem de arrependimento antes de falecer aos 35 anos. O narrador, que se apresenta como ex‑powerlifter e psicanalista, intercala a história de Nikita com reflexões pessoais sobre dependência psicológica de drogas, a identidade construída em torno do corpo, e o papel da indústria e das redes sociais na perpetuação de comportamentos de risco. Ele também traz um caso brasileiro semelhante para ilustrar que o padrão não é isolado. O vídeo culmina em um alerta moral: a busca por vaidade e likes pode custar a vida, e escolhas saudáveis – treino natural, alimentação, descanso – são apresentadas como caminho alternativo. O conteúdo combina narrativa documental, análise psicológica e um apelo educativo para que espectadores reflitam sobre os custos de atalhos no fisiculturismo.
Chapters
Eu faria tudo diferente. Últimas palavras do Hulk russo antes de morrer. Esse é o vídeo que eu vou assistir aqui junto contigo. Não faço a mínima ideia do que se trata, a gente vai descobrir junto.
Nikita Tekatchuk nasceu na Rússia com uma genética privilegiada e um olhar faminto. Enquanto outras crianças brincavam com carrinhos ele brincava de levantar móveis em sua casa. Desde cedo, sua força chamava atenção, e por volta dos 15 anos já era mais forte que muitos adultos da vizinhança. Mas essa força bruta não—
ah, mas assim, um adolescente treina, cara, com 15 anos ele já é, já fica mais forte que os adultos mesmo.
Ele não queria só ser forte, queria ser admirado, idolatrado, reverenciado como um semideus moderno. Na juventude, Ele mergulhou no powerlifting como uma salvação. Era no ferro que encontrava sua identidade, seu propósito. E ali, entre barras e anilhas, conquistou respeito. Ganhou o título de Master of Sports aos 21 anos.
É que assim, gente, tem uma coisa que é muito importante aqui, tá? É da natureza do ser humano ele ser especial. E, cara, o maluco encontrou isso aí, ali na musculação, no levantamento de peso e tal.
Fez agachamento com 360 kg. Levantamento serra com 350 kg e um supino de 210 kg. Parecia o início de uma lenda, mas ele falou desses exercícios em específico.
São exatamente esses exercícios que são avaliados no powerlifting. Eu competi durante um tempo powerlifting, palco de madeira, então conheço bem assim.
Não eram suficientes. Nikita queria mais, ele queria ser viral.
Tamanho do maluco, mano, dorsalzona bruta, ó, tipo cintura pequena, cara, brutal.
Queria ser o Hulk da vida real. Foi aí que começou o flerte com sintol.
No começo eram doses pequenas só para realçar o shape, mas como, gente, sintol é uma substância que a galera aplica de forma local no músculo, é aplicar no ventre muscular, ou seja, exatamente no meio do músculo essa substância ela ser encapsulada pelo corpo. Não necessariamente isso acontece, tá? Mas a proposta é essa. E aí então encapsula o corpo, o corpo cria uma camada em volta daquilo e aquilo fica ali criando volume no músculo, tá? Então, gente, é meio sujo falar, mas, cara, não vou falar que todos porque é generalizar demais, mas tipo 9 em cada 10 atletas profissionais usam, tá? Que os caras estão buscando uma excelência ali, né, e tal. Então é super natural o uso, tá?
Toda droga que alimenta o ego o sintol cobrou mais e ele pagou a cada semana.
Percebe como que o tríceps dele fica estranho, ó? Tem um formato estranho, o bíceps também tem um formato estranho. Ah lá, mas cara, tá estranho, velho. O cara não tem noção que tá estranho? O físico de um atleta de fisiculturismo, ele é moldado pro palco. Então, quando a gente vê essa imagem aqui, ó, tipo, cara, você vê que tá bonito o formato do braço e aqui certamente já tinha alguma coisa aqui. Dá pra perceber um pouquinho nesse tríceps aqui. Mas no palco fica bom. Aí na hora que o cara relaxa fica estranho. A galera tipo, mano, leve em consideração isso, é o Paulo.
Os braços cresciam, as veias sumiam e os músculos deixavam de parecer reais, mas os seguidores cresciam junto, milhares.
É, e tem isso, né? Uma pessoa leiga ela não sabe muito, né? Ela não entende qual é a questão. Tipo, ela fala, cara, o cara é diferente só.
Pois milhões. Quanto mais grotesco ele ficava, mais famoso se tornava. Era tudo. Assistir um carro em alta velocidade indo em direção ao abismo. Mas Nikita não via só o abismo, só via curtidas. Estava cego. E cego, ele assinou um contrato com uma farmacêutica que exigia que ele continuasse injetando Sintol para manter o personagem.
Aí tem tudo isso também, né? Aí começa a entrar o capitalismo no rolê, né? Quem vende a parada, mano, quer que se dane. Se o maluco morrer, foda-se. Corpo.
Já dava sinais de alerta: febres inexplicáveis, dores crônicas, falta de ar.
O que que é a febre, gente? É uma reação do corpo a tentar exterminar alguma bactéria, algum vírus e tal. Ele quer tipo limpar ali, entendeu? Quer matar essas agressões, entendeu?
Mas tudo era abafado com uma injeção a mais, uma pose nova e uma edição bonita no Instagram. O Titã que ele criou começou a devorar o homem que o construiu. Seus amigos gritaram, médicos suplicaram.
Cara, e olha o tamanho da dorsal dele, mano. Gigas. Pode ser que tenha também sintoma pra caralho ali.
Mas ele estava em um transe de ego, vivendo num mundo onde o like valia mais que o batimento. Nikita já não era mais um alerta, era um experimento. Um espetáculo bizarro que servia ao algoritmo. Sua imagem virou moeda e seu corpo laboratório. Um Hulk russo com músculos que pareciam balões.
Essa pose, ó, o braço dele não tá tão estranho. O tríceps tá meio estranho, ó, mas tá ok, entendeu? Passa, né? Porque o braço tá flexionado aqui, ó. Aí você consegue perceber como que é desproporcional a parada, porque você vai comparar agora o tamanho do braço com o tamanho do antebraço. Você percebe que o antebraço nem parece pertencer ser a mesma pessoa que tem esse braço? Fica estranho.
Mas o que ninguém sabia é que por dentro o Hulk já estava morrendo lentamente, silenciosamente.
Cara, que triste isso, né?
O corpo humano foi feito para resistir, mas também para gritar. E o de Nikita começou a gritar de todas as formas. Seu sistema imunológico entrou em pane. A sarcoidose tomou conta, uma doença que calcificava seus órgãos como se ele estivesse se transformando em pedra por dentro. O que era antes músculos agora era prisão. Seus rins falhavam, seus pulmões imploravam por ar, e ele mesmo assim postava sorrisos no Instagram. A imagem que o público via era sempre poderosa: Nikita posando como uma escultura viva com braços de 65 cm. Mas bastava desligar a câmera para a realidade desmoronar. Seus dias começaram a ser divididos entre hospitais e perfis online, entre agulhas médicas e agulhas de sintol. Sua vida virou uma roleta russa hormonal. Cada nova injeção podia ser a última, mas ele continuava como um soldado viciado Cara, eu acho que, sei lá, tem uma questão psicológica aí muito forte, né?
A gente fazer um adendo aqui, a gente tem uma história de um brasileiro, ele era considerado como um cara que usava muita droga, né? Todo mundo conhecia ele por isso, e ele tinha um físico muito foda assim. E aí ele ficou muito doente, tipo, muito assim, ficou internado, quase morreu, tipo assim, cara, quase morreu. A história que a gente conhece é que os médicos falaram para ele assim, falou, cara, você quase morreu, para com essa porra. Em menos de 6 meses ele tava maior do que antes de ficar doente. Ou seja, mano, ele voltou e voltou assim pesadamente. Mas o cara não sabia, velho. Cara, como assim? O médico falou que ele ia morrer. Esse cara, quem ele é? Ele é essa montanha de músculo aí, essa coisa toda aí, velho. Ele se identifica com isso psicologicamente. Quem ele é? Ele é isso aí. Vamos para esse atleta brasileiro, cara. Quem ele era? Ele era conhecido por o quê? Cara, por ser o atleta gigantesco, velho. Como que é pro psicológico de uma pessoa abrir mão do que ela se identifica como ela? Necessário um trabalho aí de profissionais da psicologia muito intenso, psiquiatras pra entrar com medicamentos pra conseguir ajudar. E na cabeça dessa galera, já atletas de fisiculturismo e enfim, pessoas que gostam muito do esporte, etc., e eu posso falar com muita propriedade porque eu vivi isso por muitos anos, tá? Hoje não mais, né? Na minha cabeça, quando eu tava completamente vidrado nesse transporte e tal, eu não me importava com nada, velho. Eu lembro de falar assim, brincando com amigos, fala: cara, se eu morrer cedo, que o meu caixão seja pesado para vocês carregarem. Cara, olha que imbecilidade, velho. Então consigo entender de forma muito clara porque eu vivi isso aí.
Na guerra que ele mesmo criou, os médicos alertaram que ele precisava parar imediatamente, mas o contrato com a farmacêutica as pressões dos fãs e o medo de perder a fama o mantinham refém.
Ok, tem tudo isso, mas eu ainda vejo que essa questão que eu te trouxe aqui, ela é muito mais forte.
Ele vivia um ciclo destrutivo. Se parasse, era esquecido. Se continuasse, morreria. E nesse dilema cruel, ele escolheu morrer famoso. Nikita dizia: se eu parar agora, Serei só mais um ex-fisiculturista fracassado. O medo de cair no esquecimento.
Tá vendo? E aí eu vou compartilhar com você uma questão muito pessoal minha, gente. Para mim, cara, eu era o atleta, tipo, eu era conhecido como, mano, o gigantão e tal, não sei o quê. Na época que eu competi era isso. Eu tive que ir trabalhando o meu psicológico. E assim, gente, eu sou um psicanalista, né, cara? Eu estudei tudo isso, eu atuo nisso faz muitos anos e tal. Então eu tenho uma visão bem diferente das coisas. Então eu fui trabalhando meu psicológico para ir, vamos dizer assim, me desconectando dessa imagem, tipo deixando de lado, fala, cara, eu não sou esse físico, eu sou outra coisa. Mas como eu disse, é um trabalho psicológico muito intenso. Então no caso dele, o que poderia ele ter feito? Cara, ok, eu fui, né, isso durante um tempo, vivi isso e tal, beleza. Agora eu vou direcionar as minhas energias, eu vou ser outra pessoa, vou viver de outra maneira.
Você entende?
Então Poderia ter construído outra coisa, mas ele não quis abrir mão disso. Porque aí tem isso, é abrir mão de uma coisa que foi construída há longos anos, com muito sacrifício, etc., para construir outra do zero.
Enriquecimento o mantinha em pé mesmo quando o seu corpo já estava se arrastando. Em certo momento, ele confessou a um amigo próximo: eu não me sinto mais forte, me sinto podre. Por dentro. Era o prenúncio do fim. Seus olhos, antes cheios de fúria, agora escondiam pânico. Ele sabia que tinha ultrapassado o ponto sem retorno, só não sabia quanto tempo ainda lhe restava. E quando o coração finalmente falhou, o mundo soube o nome dele, mas ele não estava mais aqui para ver. O dia 25 de junho de 2024 amanheceu como qualquer outro, mas algo estava errado. Nikita não conseguia levantar da cama. Sentia como se estivesse afundando em areia movediça. Seus pulmões não puxavam mais o ar como antes. Seu corpo inflado parecia pesado demais para existir. Foi levado às pressas para um hospital em São Petersburgo. Lá, os médicos tentaram de tudo, mas a falência era múltipla: coração, pulmões, rins. A notícia correu rápido: morre Nikita Tkatchuk, o Hulk russo, aos 35 anos. A manchete chocou, mas para quem acompanhava sua jornada era questão de tempo. Seus seguidores, que antes batiam palmas, agora deixavam emojis tristes.
Ainda, cara, olha isso, velho.
A indústria que o aplaudiu agora se calava. Ele foi enterrado como uma lenda, mas também como um aviso.
Seu corpo, cara, eu não acho legal esse negócio de, ah, ele foi enterrado como uma lenda. Não, velho, ele foi enterrado como um exemplo do que não ser feito. Ele foi enterrado como um exemplo de irresponsabilidade, de imaturidade psicológica. Não acho isso legal, não.
Estatística, sua alma um grito. E sabe o mais cruel? No hospital, antes de falecer, Nikita ainda gravou uma mensagem. Ele disse: eu faria tudo diferente. A fama não vale uma internação, os músculos não valem uma despedida. Foi a última vez que sua voz foi ouvida, uma voz cansada, arrependida, que finalmente entendeu que o shape não vale a vida.
Tá, vamos fazer algumas considerações importantes aqui. Por que que esse pensamento ocorreu na cabeça dele? Porque ele tava vivendo exatamente essa emoção lá no momento. Ele tava vivendo a emoção de, cara, tô fodido aqui. Por que que ele não teve esse tipo de pensamento antes? Porque ele tava vivendo lá do bom da coisa. E o que eu vou falar agora se aplica para tudo na vida. Em determinados momentos tem umas emoções, outras emoções, emoções boas, emoções ruins. Vou dar um exemplo: você tá fazendo dieta e aí você fura a dieta. Na hora que você fura a dieta, cara, você tá vivendo o prazer de comer aquelas coisas. Aí depois você começa a viver um sentimento ruim de arrependimento. Cara, enquanto ele tava vivendo e tal, e todo mundo achando Foda, hein? Tava vendo o lado bom do negócio. Aí depois que tava lá fodido na cama, aí ele tava vendo o lado ruim do negócio. Uma coisa tem me caído assim a ficha de forma muito intensa: o quanto que os sentimentos que a gente, cara, sente no momento, eles influenciam muito na nossa tomada de decisão. E, cara, não deveria.
Aos 35 anos, Nikita morreu não por acidente, mas por escolha. Uma escolha repetida semana após semana por anos.
Cara, não tem foto dele de campeonato de fisiculturismo. Se vacilar, ele nem competiu fisiculturismo.
Seu corpo foi levado, não sei, gente, campo de batalha vencido. Seu coração como um tambor que parou de bater. E o pior, ele foi foda, cara. A morte de Nikita virou manchete, mas também virou reflexão. E os grupos de academia, fóruns de fisiculturismo e vídeos no YouTube, seu nome começou a ser citado com reverência e temor. Ele virou símbolo do que acontece quando o corpo vira vitrine e a mente vira refém. Um mártir do culto à estética, um ídolo que caiu por dentro antes mesmo de cair por fora. O mais assustador é que sua história não é única. O mundo do fisiculturismo está cheio de Nikitas silenciosos, atletas que tomam tudo, misturam tudo, injetam qualquer coisa só para impressionar por 30 segundos de palco ou 15 mil views. A cultura do mais é mais mata devagar e muitas vezes ninguém percebe até que seja tarde demais, até que alguém morra, até que o like vire luto.
Eu não concordo, não é até que alguém morra. As pessoas morrem, a galera continua. Você pode pensar, mas ele foi longe demais, cara. Ele poderia ter parado, ele poderia ter diminuído, ele poderia ter feito só um pouco. A mensagem que eu trago agora para quem usa ou para quem pensa em usar, etc., gente, o uso de anabolizante ele cria dependência psicológica, tá? É muito forte, cara. Eu tive que trabalhar muito o meu psicológico para diminuir a quantidade de coisa que eu usava, para subir na balança e aceitar um peso diferente, né? Hoje eu peso cerca de 20 kg a menos do que eu pesava. Porque pode ser que você fala, não, mas eu não vou chegar nesse ponto aí. O negócio, ele vai degrau a degrau sem perceber. Do mesmo jeito que você olha no espelho e não percebe a sua evolução, às vezes você evoluiu 10 kg, mas você olha no espelho e você não consegue ver. Por quê? Porque foi gradativo. E os passos que são dados em direção a algo muito ruim também são gradativos, tá? Toma cuidado.
É por isso que histórias como essa precisam ser contadas, não para julgar, mas para alertar, para lembrar que por trás de cada shape descomunal pode haver um organismo gritando.
E não é pode haver, na grande maioria das vezes tem, tá? A gente tem grandes exemplos aí.
Trás de cada sorriso no Instagram pode haver um coração cansado Nikita Tekatchuk foi vítima e cúmplice, mas acima de tudo foi humano, frágil, real. Se você treina, estuda e quer evoluir com verdade, esse canal é seu escudo. Aqui a gente respeita o suor, não a ilusão. Nada de atalhos, nada de sintol, só treino bruto, raiz e real. E se a morte dele ainda não te fez repensar, o último capítulo vai.
Quanto vale seu corpo?
Nikita Tekatchuk deixou uma pergunta sem resposta. Quanto vale sua vida? Quanto vale seu shape? Quanto vale o respeito que você tenta comprar com agulhas?
Quanto vale a sua vida, cara? A sua vida, ela vale exatamente o que você acredita que ela vale. Quem dá o preço é você.
No fim das contas, nenhum músculo vale um velório, nenhum elogio justifica um caixão, e nenhuma fama compensa o vazio de uma cama de hospital. Essa história é sobre um guerreiro que lutou, mas lutou contra ele mesmo, um titã que caiu pela própria espada.
E por mais, ele falou aqui, ó, nem, nem o músculo vale o velório e tal, não sei o quê. Cara, eu discordo, sabe por quê? Porque o cara viveu a vida dele do jeito que ele quis viver. Então assim, porra, ele morreu com 35 anos, cara, é verdade, viveu pouco, cara, viveu pouco. Mas será que ele viveu de forma satisfatória para ele? Tô te convidando a uma reflexão muito difícil. E eu tenho toda essa visão e tal, de novo, por conta da psicanálise, etc. Porque assim, ah, qual é o padrão de pensamento? Ah, o normal é o cara viver até 80, 100 anos. Se ele viveu bem, se na régua dele ele viveu bem, cara, foda-se. Cara, tem muitas pessoas que vivem a vida inteira e não vivem a vida, morrem velhos, mas não, como diz o próprio Nietzsche, não consumaram a sua vida, não fizeram o que queriam fazer. É mais complexo isso aí, tipo, é muito fácil vir numa questão dessa e tal, e eu entendo muito bem o trabalho que o rapaz que tá fazendo, cara. Respeito, e eu acho que é muito bom mesmo, cara. A vida era dele, né? Quem tinha que colocar essa classificação que não vale ou que vale e tal era ele.
Percebe?
É delicado isso aqui, é muito, muito delicado.
Mais duro que pareça, talvez ele tenha morrido para que outros vivam, para que você que está ouvindo agora repense, inspire, treine com propósito Entenda, o verdadeiro shape não destrói, ele constrói. A vaidade pode ser um veneno silencioso, um veneno que vem disfarçado de elogios, que se esconde atrás de filtros, contratos, câmeras.
Mas o excesso da vaidade, tá, o excesso da vaidade vai causar tudo. Maravilhoso vídeo, eu acho que vale muito aí para galera pensar e tal, tipo, o que que você tá fazendo, quais são os custos das coisas que você tem feito. Se você treinar de forma saudável, se alimentar de forma saudável, cuidar de descanso, etc., você vai crescer, vai desenvolver um físico bacana, não vai chegar nem perto desses físicos. Você também não vai pagar o que esses físicos pagam, sacou? Então é muito uma questão de fazer escolhas e entender que cada escolha, sim, ela gera uma consequência. E essa consequência ela pode ser boa ou ruim. Então fazer uma escolha de treinar de forma saudável, natural, se alimentar bem, cuidar de sono, etc., são escolhas que trazem boas consequências. Usar anabolizantes, exagerar e etc. e tal são escolhas que trazem más consequências. Então a minha proposta aqui contigo é, cara, jogar o mais aberto possível para te levar o máximo possível de informação para que você consiga munido de tudo isso, tomar boas decisões na sua vida. E eu reforço a frase: tomar boas decisões na sua vida, porque a vida ela é sua. Você que tem que decidir o que vai fazer, o que não vai fazer. Maravilhoso! Fica com esse vídeo aqui agora, que são os piores vídeos marombas da internet. Cara, aqui também tem coisas assim, puta, bem bizarras, tá? Bem bizarras. Então clica aí que, mano, é importante você assistir também.










