EX PERSONAL TRAINER REVELA PORQUE A MAIORIA NÃO PRESTA

In this 30‑minute YouTube monologue, former gym instructor and personal trainer Laércio Refundini vents about the widespread unprofessional behavior of many strength‑training teachers and personal trainers, while outlining how a competent instructor should act. Drawing on more than a decade of experience in gym‑room instruction and personal training, he first explains the legal and ethical duty of a gym‑room teacher to "cuidar" (care for) the entire environment, citing the CREF’s requirement for a qualified professional to supervise students. He illustrates this duty with a story about a disruptive member who repeatedly damaged equipment until the instructor expelled him, emphasizing that the teacher must enforce rules and protect both machines and people. Refundini then details the day‑to‑day habits of a good instructor: greeting every member, patrolling the floor, dividing the space into zones, staying visible, avoiding distractions (phones, conversations, focusing on attractive members), and providing immediate, hands‑on feedback, especially for newcomers who often lack knowledge of machine settings. He stresses the importance of teaching students to adjust equipment themselves, using a “learn by doing” approach rather than merely demonstrating. The video also clarifies the distinction between a gym‑room teacher (who serves all members) and a personal trainer (who works one‑on‑one and is considered a specialist). Refundini critiques the current education of physical‑education graduates, noting that university curricula provide minimal practical musculature training, and calls for continuous self‑education, certifications, and staying updated with anatomy and exercise science. Finally, he invites viewers to two actions: a free “independence in training” module for students to learn to train safely without relying on a teacher, and a forthcoming certification program for instructors who want to adopt his methodology. The overall tone is a mix of passionate criticism, instructional guidance, and promotional outreach.
Chapters
Vejo diariamente professores de musculação e personagens fazendo um péssimo trabalho, uma coisa que dá nojo de olhar. E esse vídeo ele é tanto meio que um desabafo e também para você ver como que esses professores eles deveriam trabalhar para que você tenha aí material para conseguir julgar um bom professor de um mau professor. Muitas vezes as pessoas contratam um personal e continuam com ele. Acredito que por não saber que ele deveria estar fazendo o trabalho de um jeito e no final das contas ele está fazendo de outro. E eu posso falar com muita propriedade porque eu me recordo que em 2009 eu já estava dentro da sala de musculação, mais de 10 anos como professor de musculação, por volta de uns 10 anos também como personal. Eu posso falar com bastante propriedade. Eu vou começar falando sobre o professor de sala. Na grande maioria das vezes ele não entende uma coisa que ela é muito importante e ela é a base de tudo. A partir do momento que ele entra numa sala de musculação, ele é o responsável ali, ele é o responsável pelo ambiente inteiro. O CREF, que é o Conselho Regional que regulamenta os professores de educação física, ele é muito categórico em dizer que se existe uma sala, um ambiente onde existem alunos ali fazendo atividade, precisa ter um olhar especializado cuidando desses alunos. Guarda essa palavra: cuidar. Eu vou trazer muito ela pra gente. Se precisa ter o professor cuidando, esse professor é responsável por aquele ambiente. Isso eu levo tão a sério que eu vou te contar uma história. Certa vez eu tava numa sala de musculação e tinha um aluno, ele fazia o exercício e soltava, batia a máquina. E eu nunca gostei disso porque isso quebra a máquina, gera um transtorno terrível. E aí eu conversei com esse aluno, ele falou que ia parar de bater, depois ele bateu de novo. Aí eu voltei lá, falei com ele e ele falou, não, eu vou parar. Eu falei, tudo bem. Aí o que aconteceu? Ele bateu de novo. Na hora que ele bateu de novo, na terceira vez que eu fui falar com ele, eu falei pra ele sair da sala de musculação. E aí ele não entendeu, eu falei assim, olha, essa sala é responsabilidade minha, então as coisas que acontecem aqui têm que ser do jeito que eu considero que são as certas. Se você não respeitar as normas da sala consecutivamente as minhas, você não pode treinar aqui. Eu posso até chamar o gerente para que você assine a sua expulsão. E aí você pode olhar para isso e falar assim: nossa, Laércio, mas que exagero! Não, não é exagero. É esse tipo de mentalidade que o professor tem que ter quando ele entra na sala. Aquilo ali é o ambiente dele, a responsabilidade dele, tudo que acontece ali. A partir disso, o olhar dele é completamente alterado por um olhar de cuidado, não só das máquinas, como eu tô trazendo esse exemplo, mas dos alunos. Eu vou te trazer como que eu fazia. Primeiro Primeiro passo: professor entrou na sala de musculação, é obrigatório, passa pela sala inteira cumprimentando todos os alunos. Não é simplesmente por ir lá e ser cortês, não. Para mostrar para o aluno que ele chegou, que agora o aluno pode contar com ele. Depois disso é ficar atento à sala inteira para ver se tava tudo certo. Passava pelo aluno, dava um feedback positivo. Isso é muito importante. Passa no outro aluno, vê se tem alguma coisa para ajustar. Às vezes o aluno tá ali com a planilha na mão, já encosta: eu posso te ajudar? Qual é o exercício? Qual é o próximo? Percebe E o professor, ele tá cuidando dos alunos, ele tá atento à sala inteira. Caraca, a sala é muito grande. Fazia isso quando coordenava, eu dividia a sala em zonas. Então essa zona aqui é do professor X, essa zona é do professor Y, e cada um é responsável ali. Ah não, a sala tá mais tranquila. Fica num lugar pra não ficar andando sem necessidade, mas num lugar que dê pra ver a sala inteira. Caraca, velho, é difícil isso entrar na cabeça do cara. Eu vejo muito o professor, ele fica num canto onde não dá para ver nada. Muitas vezes se esconde atrás de uma pilastra para mexer no celular. Ou então aquele cara que ele acha que porque ele tá ali montando treino ele pode esquecer da sala. Meu, você é idiota! Monta treino no horário que a sala não tem ninguém, ou então monta treino num outro horário. Isso são coisas que eu vejo como muito básicas. E aí vem uma questão que isso eu fico impressionado: professor que fica conversando com um outro professor. Se tiver um professor bom na sala, cuida da sala. Se tem dois professores, melhor ainda, né? Mais atenção pra sala. Aí o que que um faz? Se junta com o outro. Ele não faz o trabalho dele e ainda atrapalha o outro de fazer o trabalho do outro. Ou seja, a gente tem dois professores fazendo o trabalho de quantos? De nenhum. Vagabundo! Professor tem que estar com atenção focada na sala. Se ele quiser marcar com essa pessoa pra conversar fora da academia ou então no horário que não tá trabalhando, a vida é dele. Mas a partir do momento que ele coloca uma camiseta de professor, ele tá ali pra fazer o quê? Cuidar dos alunos. Se ele tiver parelando com uma pessoa, ele tá cuidando dos alunos? Não! Não tô nem falando daqueles professores, chegou uma aluna, a atenção dele direciona para ela só e acabou o mundo, né? Tem o aluno do lado, a barra caindo no pescoço, ele nem viu, velho. E isso é tão bizarro e acontece tanto que existem quantos memes com isso, os caras brincam para cacete com isso. E quando eu vejo várias vezes do Rani colocar pra gente fazer reaction. Eu fico muito chateado quando eu vejo. Eu sei que é humor, eu sei que é brincadeira, mas eu fico muito chateado porque é essa maneira que a minha profissão tá sendo vista. Ah, você é aquele cara que fica só dando atenção pras gostosas, quer comer todas as alunas e os outros alunos que se foda. E o mais triste é, tem muitos professores que são assim, que nem é piada, mano. Manchando a nossa profissão. Profissão que é linda, velho. A gente cuida das pessoas. Esses lixos, eles mancham tudo isso. Mas tudo bem, né? Toda profissão tem os seus bons profissionais e maus profissionais. Reforçando, esse vídeo é pra isso, identificar se você tá fazendo um bom trabalho ou não. Esse cara tem que estar ali cuidando do aluno. E aí a gente começa a ver que as outras coisas são preguiça também, né? Chega um aluno novo. Esse aluno, ele não sabe o que tá acontecendo ali dentro. Ele não faz a mínima ideia de como usar o aparelho. Ele não tem a mínima noção de como se comportar no ambiente. É novo pra ele. E aí o que o professor faz? Ele põe o aluno na máquina. Ó, faz assim, ó. Faz 3 de 10. E vai embora. Aí, se você passa na sequência, você vê que o aluno não entendeu nada, ele tá fazendo tudo errado. E o professor tá onde? Dando atenção pra gostosa, conversando com amigo, conversando com outro professor, porque a preocupação dele está em passar X horas na sala de musculação. Ele não entendeu que a função dele é cuidar dessas pessoas. Pô, chegou um aluno novo, dá atenção pra essa pessoa, observa, vê se tá certo. Então esse professor, ele tem que ficar full com esse aluno, tipo, dá uma aula de personal. E aí entra um ponto importante: o professor, ele precisa dar atenção atenção para todos os alunos da sala. Uma pessoa mais velha, um aluno iniciante precisam de mais atenção, mas ele tem que dar atenção para todo mundo. Mas então vai lá, tipo, se certifica que a pessoa tá fazendo certo, acompanha pelo menos a primeira série com ela. Depois que ele se certificou que tá fazendo certo, beleza. E lembra que eu falei da ideia de ficar girando na sala? Quando eu tava fazendo meu trabalho e tinha um aluno fazendo treino novo, eu colocava a pessoa para fazer, identifiquei, beleza, tá tudo certo, ó, faz mais mais duas dessa. O tempo dele fazer essas mais duas era o tempo que eu tinha na cabeça, meu, eu tenho que dar um giro e tem que voltar aqui, eu tenho que chegar quando ele tiver acabando. Porque aí quando ele tiver acabando, mano, terminou, beleza, tudo bem, vamos para o próximo. E levava ele para o próximo exercício. E aí eu já abro um parênteses que é muito importante: levar o aluno para o próximo exercício. Aí ele chegou lá, professor, qual é esse exercício aqui? É aquele lá, ó, velho, é sério, me dá vontade de matar. Aquele lá qual, ô seu animal? Segue meu braço aqui, ele tá ali, eu tô apontando para ele ali, ó. O aluno não sabe. Não é aquele que faz assim, ó, é aquele que faz assim. Ô mano, isso é preguiça de trabalhar, gente, por favor. O aluno chegou, tá com uma dúvida, leva o aluno até o exercício primeiro. Pode ser que o aluno não ache o exercício. Tem aluno que fala que sabe porque fica com vergonha de falar que não sabe, aí ele nem faz o exercício. Vamos imaginar que eu falei: não, é aquele lá. Aí o aluno: ah não, beleza, sei qual é. O que garante que esse aluno sabe fazer o exercício. Ele sabe qual é o exercício. Tem aluno que fala: não, professor, pode falar, eu vou sozinho. Não, brother, imagina, vamos lá. Chega lá, mano, essa é a máquina aqui. Espero o aluno fazer pelo menos umas 2, 3 repetições para identificar que tá certo. Me ensina a ajustar a máquina também. Quantas vezes eu cheguei numa máquina que eu não faço nem ideia do que fazer. Tem que partir do pressuposto que o aluno não sabe. E tem muito aluno que sabe, ok, mas tem a grande maioria que não sabe. Então leva o aluno, se for o caso ajusta a máquina pro aluno. Eu gostava de fazer o seguinte: eu deixava o aluno mexer pra ver se ele sabe fazer. Eu ajudava ele, eu ensinava ele a fazer e deixava ele fazer. Isso é estratégia de ensino. Se eu faço algo pra você, você não aprende a fazer. Agora se eu viro pra você e falo assim: ó, o ajuste do banco é esse aqui, ó. Mostrava como é que era e falava: mano, ajusta você. Pra ele mexer, pra ele perceber como ele faz. Porque o papel do professor Professor é esse: ele tem que ajudar o aluno a aprender a fazer. é cuidar, o papel do professor é ensinar. Ó, eu já tive vezes que eu tive que perguntar tipo várias vezes pro professor, professor, como é que ajusta essa máquina? E eu vi que ele não tava gostando, bufando, revirando o olho. Mas acontece, viu, irmão? Ele cansa de ensinar a mesma coisa. O professor, ele vai ensinar a fazer a rosca direta 50 milhões de vezes e todas as vezes tem que ser pra ele como a primeira, porque pro aluno é a primeira. Se você não quer fazer isso, vai procurar fazer outra coisa então. Sai daqui, meu! Aí, pra ti, Mel, já tinha sido atendido dessa forma? Do cara chegar e falar, mano, ó, o ajuste é aqui, ó. Ajusta você. Nunca. Aí você vê o cara fazendo, ah, entendi. Ó a bosta, quando que você vai fazer esse treino de novo? Semana que vem. Passou uma semana, você nem olhou pra aquela máquina mais. Não vou lembrar. Aí quando você chegar lá, não vai lembrar. Agora, se você mexer, a probabilidade de você lembrar é absurdamente maior. Você mexeu e tá assim, ai, caralho, entendi! Ah, agora eu entendi! E o cúmulo do cúmulo é aquele professor que ri do aluno. Gente, dá vontade de gastar o réu primário. Eu lembro de quando teve toda aquela ascensão da remada do lalai, a gente teve aqui no canal alguns de vocês colocando nos comentários que tava fazendo o exercício e tinha professor professor que ria. Mas, mano, dá vontade de chegar e falar assim: mano, você tá rindo do quê, o seu animal? Porque duas coisas: se você tá vendo o exercício que na sua opinião tá errado, a sua função como professor era ensinar o cara e não ficar rindo dele. Segunda, você é um imbecil ao quadrado, porque o aluno sabe de uma coisa que você não sabe. Animal! Se o professor chega, conversa com o aluno, o aluno pode falar: não, mas é porque eu vi assim no vídeo do Lala. E nesse momento o professor, ele pode aprender com o aluno. Ó, que legal! Mas não. No auge da sua ignorância, prepotência, ele ri do aluno. Ele não se dá conta que a partir do momento que ele ri do aluno, ele tá fazendo a pior coisa possível. Tá se tirando do papel de professor e tá se colocando no papel de um imbecil completo. Porque ele era pra ajudar, e por mais que se eu tô numa academia hoje, eu vejo um aluno fazendo um exercício muito errado, eu não tenho nada a ver com o aluno. Pior das situações, eu fico na minha, eu faço meu treino. Mas quando eu vejo que o exercício tá ruim a ponto de machucar o aluno, eu chamo um professor. Agora ri do aluno, mano. É vergonha na profissão! E tudo isso é sobre um professor de musculação. Existe uma diferença entre o professor de musculação e o personal, porque algumas pessoas têm essa dúvida. Às vezes eu vejo o pessoal falando, ah não, o personal e tal, não sei o quê, vai vir, ele tá falando do professor da academia. O professor da academia, a função dele é o quê? É estar ali e ajudar todos os alunos da sala. O personal é cuidar do aluno dele, somente do aluno dele. Eu vejo o personal trainer como um especialista. Isso é uma coisa que eu fico meio chateado. O médico especialista, vai, um cirurgião plástico, o cara se tornar um cirurgião plástico, ele fez medicina, ele fez a faculdade, aí depois ele fez a residência, alguns anos se especializando, depois tem prova de título, cara, é toda uma complicação. Pro cara se tornar um especialista. O personal não. O personal, ele sai da faculdade já especialista já. Quando não, ele nem terminou a faculdade ainda, mas ele já dá os personal dele. O cara, ele é especialista só por se formar, né? O que eu tô entendendo é que você acha que ele deveria primeiro ser professor de academia pra depois virar personal? Ele deveria se especializar nisso. Vou falar sobre a minha formação, tá? A minha faculdade, ela durou 4 anos. Os 3 primeiros anos, foi chamada licenciatura, é para o professor dar aula na escola. Sabe o professor de educação física na escola? Depois eu fiz mais um ano, é o bacharelado, é para o professor de educação física que é direcionado a clubes e academias, uma área mais esportiva e tal. Desses 4 anos eu fiz 2 semestres de musculação. O professor ele sai da faculdade com uma bagagem de musculação ridiculamente pequena. Aí você pode virar para mim e falar assim: pô, Lala, então a culpa é da faculdade? Não. O cara que faz educação física, ele pode ser professor de natação, de ping-pong, de tênis, de basquete, vôlei. Eu tive na faculdade uma matéria que se chamava ginástica artística. Você percebe tudo que eu vi na faculdade? Por que a faculdade é assim, a meu ver? E por que que eu defendo que não tá ruim, tá bom, é assim mesmo? Porque a obrigação da faculdade é mostrar para o profissional: olha, dentro da área de educação física existe existe tudo isso aqui, ó. Depois, então, existe esse universo inteiro aqui, ó, de possibilidades para você se especializar e se tornar um bom profissional. O que acontece? Os professores saem da faculdade, não faz mais porra nenhuma, acha que tá pronto, vão para o mercado de trabalho, continua lá. Caraca, tem que estudar, velho, tem que se especializar. E eu vou dizer mais uma coisa, hein, quantos vídeos a gente já postou aqui falando uma alguma coisa diferente do que a que eu falei há anos atrás, porque eu continuo estudando, principalmente educação física, corpo humano. Caraca, cada dia que passa se descobre uma coisa nova, tem que continuar estudando, não adianta. Ou pelo menos, sei lá, uma vez por ano faz um curso de atualização, uma preocupação em tá entregando para o aluno o melhor. São vidas que estão nas nossas mãos, velho. Percebe a responsabilidade? Vou trazer para você agora a minha visão de um personal. A partir do momento que eu ia dar aula, eu tinha na minha que a aula é 100% do aluno. Vamos falar aqui do atendimento, tá? O aluno chegou, é olhar dentro do olho dele e perguntar como ele tá. Mas não é tipo essa coisa do dia a dia: e aí, tudo bem? Não, não é isso. É perguntar: como você está? E esperar ele responder e prestar atenção. Porque pode ser que esse aluno tá chegando de um dia que foi maravilhoso, então ele tá bem, ele tá feliz, ele tá, cara, disposto. E pode ser que o inverso aconteceu, e aí a preocupação começa Como eu vou conduzir esse treino? No primeiro exercício eu já percebia se naquele dia eu conseguia apertar mais na intensidade, extrair mais desse aluno, ou se aquele dia eu tinha que ir mais devagar. Se eu apertasse ele, ia ser ruim, porque ele não tava num bom dia. A aula é 100% do aluno. Você, professor, se você não quiser estudar tudo isso, seria legal, mas vamos imaginar que você não faça isso, não tenha tempo, a desculpa que você quiser dar, é pelo menos observe o seu aluno. Basta você parar um instante e observar, velho. É só isso. Aí tem uma outra questão: quem tem que falar, o professor ou o aluno? Tem professor que não cala a boca, velho. O professor quer contar da vida dele, quer contar das mazelas dele, ficar chorando no ombro do aluno. O cara, ele saiu da posição dele de personal e entrou na posição de amigo confidente. E se liga, acorda, essa pessoa ela te contratou para cuidar dela. Então proporcione o ambiente melhor possível para esse aluno. É de um ser humano para o outro ser humano. É disso que eu tô falando, de coisas que são tão simples de fazer, é proporcionar para o outro um bom momento. Aí depois disso vem a parte técnica. O professor tem que estar 100% focado no aluno. O semblante, ele mostra muito para gente a intensidade que o exercício tá. É observar o rosto do aluno, observar também todas as articulações que estão se movendo. Tô aqui com o Bruno, eu tô observando o rosto dele, os ombros e o cotovelo. E eu tô aqui falando com ele, estimulando que ele continue. Na hora que eu começo a perceber o cotovelo afastando, opa, esse cara já tá começando a cansar. E aí eu determino o que eu faço, se eu peço para ele fechar, continua a série assim mesmo, eu ajudo ele. Mas eu já percebi antes dele imaginar que ele tava fadigando, eu já fiz a leitura do corpo dele. Tem que estar atento ou não para fazer isso? Eu já cansei de ver o aluno fazendo o exercício errado, errado, e o personal tá do lado. Aí eu fico me perguntando: será que ele não quer corrigir? Será que ele tá com preguiça de corrigir? Ou será que ele não sabe? Porque em todas as situações tem que ir pra fogueira. Aí o que que a gente vê? Personal que tá conversando com aluno. O personal que conversa com aluno tá estragando o treino do aluno. Personal que tá mexendo no celular. Ah, mano, não faça isso! Me corta o coração porque eu falo: meu, esse filho da puta volta é chamado de personal, é chamado de professor de educação física, assim como eu. Olha para onde a gente tá indo. Percebe a ideia, a importância desse vídeo? Trazer todas essas informações para você, para que você olhe para isso e fala: ah, mano, agora eu tô entendendo o que que um professor tem que fazer. Agora eu saquei. E olha que eu trouxe isso, né, mas já dá para ter uma ideia. E eu não preciso nem falar de professor obeso, né, professor gordo, pode me lá, pode falar o que você quiser. Para mim é inadmissível. Professor é um promotor de saúde. Ah não, Lala, eu não quero ficar com físico de atleta. Não precisa, não tô— a gente não tá falando disso. É um físico que a gente olha e fala: esse físico é um corpo saudável. E não aquela pessoa, aquele professor que a gente olha e fala assim: puta, meu, tá gordo, tá pré-diabético, tá com pressão alta, colesterol estourando. E a saúde tá onde? Quero te trazer agora dois convites. Um é para quem é aluno e 1, para quem é professor. Você que é aluno, eu tenho um movimento que é da independência nos treinos. Independência para você entrar numa sala de musculação e, mano, você não precisar do professor, porque pode ser que ele te ajude, mas pode ser que não. Então, para você não ficar dependendo disso, eu vou deixar aí embaixo aqui um link que você vai fazer um cadastro e você vai ter acesso a alguns módulos da minha plataforma de graça para você ver como é que faz os exercícios, inclusive até aplica a minha metodologia de graça. Você vai colocar seu nome, seu email, telefone, é só isso, e vai receber esse acesso. Se você tiver alguma dúvida sobre isso também, a gente tem lá o time de suporte para te ajudar. Você que é professor e que se preocupa em fazer um bom trabalho e entregar tudo isso de bom que a gente consegue, a minha metodologia vai se tornar uma certificação. E eu tô abrindo nesse vídeo para você se inscrever ali e conhecer como é que tudo isso vai funcionar, para participar da primeira turma dessa certificação. Então vou deixar um link aqui embaixo, você vai cair numa página de cadastro mesmo com as suas informações, você não vai pagar nada por fazer ali o cadastro, por conhecer um pouco mais, e depois a gente vai te passar mais informações para você saber como que tudo isso vai funcionar. Se você é um bom profissional e se preocupa em se tornar cada vez melhor, vai ser um caminho bem legal. Porque lá eu vou trazer toda essa experiência e nesse vídeo aqui você já teve uma ideia do que eu entendo que é fazer um bom trabalho como personal, como professor de musculação. Agora clica nesse vídeo aqui, ó, que é de react e tem muito vídeo de personal fazendo coisas que eu fui lá e, mano, dei a minha opinião sincera. Vai lá, clica aí.










