Fisiculturistas Que Foram Longe Demais! (E PAGARAM POR ISSO)

This content was created by Rodrigo Barros. This content was uploaded by Rodrigo Barros. This is a Portuguese-language YouTube video titled "Fisiculturistas Que Foram Longe Demais! (E PAGARAM POR ISSO)" (published 2025-04-10T14:45:13Z). The excerpt is a documentary/commentary-style transcript with two speakers (labeled SPEAKER A and SPEAKER B) who trade narration and personal commentary. They discuss extreme practices in bodybuilding — synthol/oil injections, anabolic steroids, severe dehydration, and other performance-enhancing methods — and the health consequences these caused for multiple athletes. Specific cases referenced include Greg Valentino, Richie Piana, Paul Dillet, Ronnie Coleman, Kenny O'Neill, Art (Edwards), Nasser El Sonbati, Boston Lloyd, Trevor Smith, and Greg Kovacs. The tone mixes factual narration, anecdote, warnings about risks, and first-person reflections from one speaker who has athletic experience. Metadata: YouTube video, thumbnail provided, created on 2025-04-10T14:45:13Z.
Chapters
Mas muitos atletas morreram. Teve atleta falecendo em cima do palco. A única coisa que ele tem na cabeça dele, o foco, é ganhar a competição, mano. Elas podem até se intitular fisiculturistas, gostar do esporte e tal, mas, cara...
O fisiculturismo é uma jornada de anos, marcada por dedicação, treinos intensos e uma disciplina de ferro. Mas até onde vale a pena ir para alcançar um corpo perfeito? Alguns atletas ultrapassaram limites.
Recorrendo ao gente, isso não é fisiculturismo. O fisiculturismo é outra coisa. Isso aqui é eu não consigo nem olhar direito. Elas podem até se intitular fisiculturistas, gostar do esporte e tal, mas cara.
Greg Valentino. Greg Valentino sempre foi apaixonado pelo fisiculturismo. Desde jovem, se Greg Valentino.
Mas está vendo que o braço dele é todo deformado, o ombro é todo deformado? Isso aí é a aplicação local. Basicamente é colocar uma agulha no meio do músculo e injetar algumas substâncias que o corpo não absorve. Essa coisa fica ali, por isso que fica esse formato estranho, entendeu? Se um atleta sobe no palco de fisiculturismo com esse tipo de coisa, ele perde ponto na hora. E dependendo de como tiver, ele é desqualificado. A galera tira ele do palco, fala: não, mano. Ou melhor, né, nem sobe no palco. Já é observado isso antes e já o pessoal nem sobe no palco, porque isso mancha, né, a reputação.
Dedicou intensamente aos treinos e construiu um físico impressionante apenas com dieta e exercícios. Mas o desejo de—
o cara já tinha um físico legal, né—
ir além aumentava cada vez mais, e por isso decidiu que era hora de recorrer ao uso de esteroides e synthol, fazendo com que esse synthol é essa substância que eu falei que eles aplicam no músculo, tá? Ele chegasse a aumentar seus bíceps para impressionantes 71 cm.
Isso aí não é 70 cm de bíceps, é 70 centímetros de sintol, de óleo.
Ficar com uma aparência extrema e, como consequência, uma figura conhecida no fisiculturismo underground. Mas o que ele não esperava era que os efeitos teriam um custo alto em sua vida. Uma infecção grave tomou conta de seu braço, levando Greg a um dos momentos mais chocantes já registrados sobre os perigos do uso abusivo desse tipo de substância para crescer. Depois de se recuperar, o fisiculturista refletiu bastante fisiculturista não, mano.
Esse cara não é um fisiculturista.
Sobre seus erros e começou a se engajar na conscientização de outras pessoas.
Ai, que bom, né?
Sobre os riscos da busca pelo extremo.
Ah, isso eu acho muito legal, porque aí o cara ele passou por situações que ele consegue conscientizar as outras pessoas, né? Vale muito mais você ouvir o conselho de uma pessoa que já passou pela coisa, que tá falando para você, mano, não faça isso porque não é legal. Ou seja, o cara tem Tem experiência de causa. E você ouvir de um médico, tipo, gordo, que nem treina, falando pra você não fazer isso, você vai mandar o cara, né?
Richie Piana.
Richie Piana, vamos lá.
Outro apaixonado pelo fisiculturismo foi Richie Piana, um californiano que cresceu cercado por academias e atletas dedicados. Começou a treinar muito novo, com apenas 11 anos de idade, se inspirando na sua mãe, que também era fisiculturista. Com o tempo, Richie foi percebendo que treino e genética não eram suficientes para alcançar o tão desejado tamanho com músculo.
Ó, aqui eu vou fazer uma observação. O físico do cara aqui já é um físico legal. Qual é a questão? Naturalmente, quem treina musculação tem uma forte tendência ao que a gente chama de vigorexia, que é a pessoa olhar no espelho e se achar pequena. E aí começa a querer cada vez mais, cada vez mais, cada vez mais, cada vez mais. E aí, óbvio que ele vai chegar no limite do corpo natural dele e vai falar assim: não, eu quero utilizar os anabolizantes porque eu sei que com eles eu vou ficar ainda maior. Mas esse querer ficar maior não tem fim, gente. Se você pesa 70 kg, você vai falar, caraca, quando chegar a 80 kg eu vou estar foda. Aí quando você chega nos 80, você vai falar, nossa, mano, com 90 kg vai ser animal. Aí você chega nos 90, você fala, mano, com 100 kg eu vou estar sinistro, velho. É assim, não tem fim, tá? Eu tô falando aqui por experiência própria.
E como boa parte dos fisiculturistas, recorreu ao uso de esteroides anabolizantes. Só que como tudo na vida, toda ação tem uma reação. E com o passar dos anos, seu corpo começou a mostrar sinais de desgaste. Em 2017, aos 46 anos, Rich desmaiou de repente em sua casa e entrou em coma, vindo a óbito alguns dias depois por complicações cardíacas. A autópsia revelou um coração anormalmente grande e órgãos comprometidos pelo uso prolongado de substâncias químicas.
A conta vai chegar, mano, um dia. Não vou ser hipócrita falando que os alamburezantes não dão resultado, porque eles dão resultado, vai crescer, vai reduzir gordura e tal. Mas como diz o nosso grande amigo Leandro Twin, você paga a estética com a saúde.
Paul Dillet, o canadense Paul Dillet se dedicou ao fisiculturismo com uma determinação feroz, tornando-se um dos atletas mais impressionantes.
Esse cara foi considerado um dos maiores atletas de todos os tempos. Vai vendo.
Década de 1990, com 1,88m de altura e músculos gigantescos, Paul ganhou o apelido de Frankenstein por causa da sua aparência surreal no palco. Mas para conseguir uma definição muscular extrema, precisou seguir um protocolo agressivo de desidratação antes das competições, eliminando quase toda a água do corpo. Seu objetivo era simples: exibir músculos secos e altamente definidos.
Olha o tamanho dos ombros do cara! Olha o tamanho do cara, fica gigantesco, velho.
Essa estratégia teve consequências graves.
Em 1991, eu já vou falar sobre essa ideia que ele trouxe aqui da desidratação e tal, tá?
4, durante o Arnold Classic, seu corpo entrou em colapso diante do público. Seus músculos travaram de forma incontrolável, deixando-o completamente paralisado no palco. Socorrido às pressas, Dillay foi reidratado e estabilizado, escapando por pouco de um desfecho fatal. Apesar do susto, seguiu competindo por alguns anos antes de se afastar das competições e fundar a sua própria federação esportiva. Sua história permanece como um dos momentos mais chocantes do fisiculturismo profissional, um alerta sobre os perigos de levar o corpo ao extremo.
Nessa época, década de 90, os atletas, eles competiam muito definidos, muito, muito. Eles utilizavam protocolos de desidratação muito severos, utilizavam remédios muito pesados para fazer tudo isso, para desidratar e tal. E assim, aqui tá falando do Dylane que quase morreu, mas muitos atletas morreram. Teve atleta falecendo em cima do palco, não sei se ele vai trazer ainda. Isso começou a alarmar muito o meio do fisiculturismo e começou a preocupar demais toda a organização e tal. Se você vê os atletas do Mr. Olympia hoje, você vai observar que eles não são tão definidos quanto os atletas da década de 90. O nível do fisiculturismo da época era de muita definição. Os atletas começaram a morrer em busca dessa definição, então começou a tirar o pé disso, né? E aí hoje os atletas, eles não são tão definidos mais.
Aí, The King! Ronnie Coleman nasceu em 1964 na cidade de Monroe, na Lusíania, Estados Unidos. Ele é considerado um dos maiores fisiculturistas da história. Com 1,80 m e cerca de 134 kg, conquistou 8 títulos consecutivos de Mr. Olympia entre 1998 e 2005, igualando o recorde de Lee Haney. Antes do fisiculturismo, se formou em contabilidade e atuou como policial em Arlington, Texas. Seu estilo de treino intenso, levantando pesos superiores a 350 kg, ajudou a esculpir um físico lendário. Mas também resultou em graves lesões na coluna. Depois da sua aposentadoria, Coleman passou por mais de 10 cirurgias na tentativa de recuperar a mobilidade, mas hoje enfrenta dificuldades para andar, muitas vezes dependendo de muletas ou cadeiras de roda. Apesar dos desafios, ele continua ativo nas redes sociais, inspirando milhões de fãs com sua resiliência e paixão pelo esporte. Hoje, Coleman defende que é possível conquistar um físico impressionante e digno de competições sem o uso de substâncias como anabolizantes, priorizando treino disciplinado, nutrição adequada e dedicação extrema.
Ronnie Coleman, considerado o rei, sempre assim. E um documentário dele inclusive na Netflix, tá, gente, quem gostar e quiser se aprofundar, tem uma parte que um cara que competia na época, um grande atleta também, Kevin Levrone, ele foi treinar com Coleman. E aí ele falou que, mano, aquilo ali era sobre-humano, velho, Véio, tipo isso não é normal, mano. Que o cara treinava muito forte.
Por outro lado temos Kenny O'Neill, conhecido como synthol man, que ganhou fama no fisiculturismo justamente pelo uso extremo de óleos para aumento muscular, como synthol.
Não, isso não é crescimento muscular, velho. Deixa claro aqui: crescimento muscular é outra coisa.
Essas substâncias são injetadas diretamente nos músculos para aumentar o volume rapidamente, sem refletir ganhos reais de força ou desempenho. O'Neill usou essas injeções de forma exagerada, especialmente nos ombros, o que deu um resultado de aparência totalmente des—
E o cara tirar uma foto dessa e postar é porque ele não tem noção de como tá, gente.
Distorção de imagem mesmo, porque olha isso, tá desproporcional e extremamente criticado por muitos, inclusive pelos próprios colegas atletas.
Claro, porque o cara mancha o nome do fisiculturismo.
O uso excessivo de sintol trouxe sérias complicações, incluindo infecções e danos permanentes, exigindo intervenções médicas. Além dos riscos físicos, esse tipo de prática levanta questões sobre a ética no fisiculturismo, pois altera a estética muscular sem benefícios funcionais. O caso de Kenny O'Neill serve como um alerta sobre os perigos de buscar atalhos para o desenvolvimento físico em detrimento da saúde e da performance real.
É só deixar claro que aquilo ali não é fisiculturismo, tá bom?
Com 1,80m de altura e chegando a pesar até 160kg na off-season, Art Edward deixou sua marca no fisiculturismo, tanto de forma positiva quanto negativa. O americano, conhecido por sua impressionante estrutura física e conquistas no esporte, sua rápida ascensão no fisiculturismo o tornou uma figura respeitada no meio. Mas infelizmente, a sua carreira foi interrompida de forma abrupta. Em 2011, aos 37 anos, Art sofreu um ataque cardíaco fatal enquanto caminhava próximo à piscina de seu condomínio. Sua morte levantou diversos debates sobre os possíveis impactos do uso prolongado de substâncias para ganho muscular na saúde cardiovascular. Apesar da causa exata da sua morte não ter sido confirmada, seu falecimento serviu como um alerta sobre os riscos envolvidos nas práticas extremas do fisiculturismo e a importância da saúde em esportes de alto rendimento.
Uma coisa que é interessante observar, o quanto que nessa época aí a galera abusava muito também, usava por muito tempo, usava doses assim cavalares. Por conta de tudo isso, hoje existe uma conscientização muito grande, né? A gente vê aí bons coaches trabalhando de forma melhor, a própria medicina do esporte entrando com mais intensidade, médicos melhores preparados para cuidar desses atletas. Mas mesmo assim existe um risco muito grande, tá? É como se você tivesse forçando demais, entendeu, a máquina. E aí existem algumas pessoas que acaba não suportando.
Nasser El Sonbati, conhecido como O Professor, foi um fisiculturista profissional que marcou presença significativa nos palcos durante os anos 90. Nascido em 15 de outubro de 1960.
Gente, essa década dos anos 90, caraca, velho, tinha muito atleta bom, muito, muito, muito. É considerado a época de ouro, né, a era de ouro. Muito atleta bom.
Além de sua impressionante carreira no fisiculturismo, Nasser possuía uma sólida formação acadêmica com diplomas em história, ciências políticas e sociologia pela Universidade de Augsburg.
Aí, quem fala que os body é tudo burro, tá vendo? Tem nada a ver uma coisa com outra. Mas existe body que é burro também.
Ao longo de sua carreira, competiu em 53 eventos profissionais da IFBB, qualificando-se para o Mr. Olympia por 10 anos consecutivos.
Seu melhor exemplo: o fisiculturismo e o Mr. Olympia, o campeonato mais importante do mundo. Então pensa na Copa do Mundo por futebol, Então o Mr. Olympia é para o fisiculturismo.
Bem, nessa competição foi em 1997 quando conquistou o segundo lugar, ficando atrás de Dorian Yates. Em 1999, Nasser venceu o prestigiado Arnold Classic, solidificando a sua posição entre os grandes nomes do fisiculturismo. Infelizmente, a busca incessante pela perfeição física teve consequências para sua saúde. Nasser enfrentou problemas renais, possivelmente relacionados ao uso de substâncias para aprimoramento de desempenho. Em 20 de março de 2013, durante—
lembra lá de todo o lance dos diuréticos que eu falei e tal, de desidratação, parará—
uma visita ao Egito, ele faleceu enquanto dormia, aos 47 anos. Relatos indicam que a causa da morte foi insuficiência renal, embora algumas fontes mencionam complicações decorrentes de malária. Sua morte prematura trouxe à tona discussões sobre os riscos associados às práticas extremas no fisiculturismo.
É que é delicado, né, gente, porque assim, o esporte ele acaba sendo extremo, né. Claro que o fisiculturismo acaba tendo um consumo muito grande, né, de substâncias e tal que são deletérias à saúde, mas se você parar para pensar por que que os jogadores de futebol eles se machucam tanto? Por que que o próprio Gustavo Kirten teve que parar de jogar por conta de lesão? Que o esporte ele acaba pedindo isso, porque assim, o atleta, e eu me coloco aqui como atleta que fui por muitos anos, a única coisa que ele tem na cabeça dele, o foco é ganhar a competição, mano. É isso, o cara vai fazer o que tá ao alcance para ganhar a competição, velho. O caso do fisiculturismo Isso fica mais evidente por conta do uso dos anabolizantes.
Boston Lloyd. Boston Lloyd foi um fisiculturista americano conhecido por sua transparência ao falar sobre o uso de esteroides e outras substâncias para aprimoramento físico. Nascido em 1992 em Los Angeles, cresceu em uma família de fisiculturistas e ganhou destaque aos 21 anos ao vencer o NPC contra Costa. Logo depois de sua vitória, gerou controvérsia ao divulgar publicamente seu ciclo completo de esteroides, tornando-se um dos primeiros atletas a fazer isso abertamente. Sua postura dividiu opiniões, mas levantou debates importantes sobre os riscos e a ética no uso dessas substâncias no esporte.
Em 2020, aqui é delicado porque assim, ó, falar sobre, eu eu vejo que é muito importante para gerar conscientização, mas em contraponto acaba estimulando que algumas pessoas usem. Aí vai ter muita gente que vai olhar e vai falar assim: ah, se o cara tá tomando essas coisas e tem esse físico, e eu quero ter o físico que ele tem, então vou tomar as coisas que ele tá tomando. E esse é o pior caminho possível.
Trevor Smith foi um fisiculturista americano conhecido por sua dedicação extrema ao desenvolvimento muscular. Em seu auge, chegou a pesar mais de 180 kg, resultado de treinamentos intensos e, conforme relatos, do uso de esteroides anabolizantes. Além de sua prática no fisiculturismo, Trevor desenvolveu um método de treinamento Beyond Failure Training, que enfatiza levar o corpo além dos limites convencionais de exaustão muscular. Infelizmente, essa busca incessante por tamanha força teve consequências trágicas. Em 2004, aos 33 anos, Trevor Smith sofreu um ataque cardíaco fatal, evento que muitos atribuem ao estresse físico extremo e ao possível uso de substâncias para aprimoramento de desempenho.
Uma coisa que eu quero trazer: eu dei aula por um tempo para um médico, ele falava assim, Lárcio, o corpo humano humano não foi feito para pesar mais de 100 kg. Claro, visão de um médico é uma visão mais conservadora e tal, mas eu quero que você olhe para isso e veja o quanto que o fisiculturismo ele sai desse padrão. Mano, o cara pesava 180 kg, você tem noção o que é isso? É muita coisa, é um desgaste para o corpo muito grande, uma sobrecarga bizarra.
Greg Kovacs. Não menos importante, vemos Greg Kovacs, um fisiculturista canadense conhecido conhecido por seu tamanho descomunal. Nascido em 16 de dezembro de 1968, ele chegou a pesar mais de 190 kg em competição e ultrapassava os 200 kg na off-season, tornando-se um dos fisiculturistas mais massivos da história. Com 1,93 m de altura, sua estrutura corporal era gigantesca, o que fez dele uma figura imponente no mundo do fisiculturismo profissional. Apesar do tamanho impressionante, Greg nunca conseguiu se destacar no Mr. Olympia ou em competições de elite. Seu físico, embora imenso, era criticado por falta de definição muscular e proporções equilibradas. Além disso, relatos indicam que ele fez uso extremo de esteroides anabolizantes, hormônios de crescimento e insulina na tentativa de continuar aumentando o seu tamanho. O resultado foi um corpo cheio de pregadas com problemas cardiovasculares graves e dificuldades de mobilidade. Em 2013, aos 44 anos, você vê que ele fala dificuldade de mobilidade, né?
Esse é um ponto importante trazer, porque se relaciona muito a dificuldade de mobilidade para pessoas obesas. Existe isso também para fisiculturistas. Ó, eu cheguei a pesar 120 kg, não é muito, e eu tinha dificuldade de colocar o tênis. Eu tô trazendo essas coisas para você porque assim são coisas ruins do esporte que as pessoas vivem. É interessante, é legal, pá, músculo e tal. É, mas caraca, existem coisas ruins que pouquíssimas pessoas falam, viu? Eu vou deixar você com esse vídeo aqui, ó, que é um react também que eu fiz do grande Rei Coleman, e aqui aprofunda a história dele e até o quadro que hoje ele vive. Depois de ter gastado muita grana, ter quase falido financeiramente, ter feito mais de 10 cirurgias, você vai ver como que o grande Rei Coleman hoje tá passando aí, né, a última fase da vida dele. Clica nesse vídeo aqui, mano, também é bem chocante, bem legal.










