Neste vídeo informal, Rodrigo Barros, Léo e outros participantes discutem níveis de testosterona, o que é considerado fisiológico versus doses usadas por "fake nerds" (usuários de altas doses). Rodrigo relata seu exame de 560 ng/dL aos 38 anos, considerado adequado dentro da faixa normal (300‑800 ng/dL). O grupo explica o mecanismo de feedback hormonal: o cérebro detecta a testosterona circulante e regula a produção testicular. Quando se usa testosterona exógena, o eixo hormonal pode ser suprimido, levando a baixa produção natural ao interromper o uso. Léo descreve sua experiência de parar, a recomendação médica de não interromper totalmente e a intenção de fazer um "blast" para ganhar massa. Rodrigo menciona a prática de TRT em doses baixas para manter o eixo ativo, contrastando com ciclos de alta dose (blast) que elevam os níveis a 1.200‑1.400 ng/dL ou até 17.000 ng/dL em competição. A conversa serve como um guia prático sobre como interpretar exames, os riscos de doses suprafisiológicas e estratégias para equilibrar resultados estéticos e saúde hormonal.
Você ainda tá nessa do fake nery, Rodrigo, ou já tá podendo tomar um suquinho?
Cara, eu fiz exame de testosterona, deu 560, tá bom pra 38 anos. Claro que não pros fake neries, o mínimo é 1000, mas eu tô satisfeito.
Tu tá com quanto, Léo, de testosterona?
Ó, ele falou ali algumas medidas de testosterona e é legal falar. Gente, uma pessoa normal ela vai medir aí tipo de uns 300, esse é o range, né, é a faixa ali, de uns 300 até uns 800 nanogramas por decilitro. Uma pessoa normal, tá? Pode chegar a 1000, mas é muito ponto fora da curva já. E aí o Góes falou que tá com 500 e pouco ali. E cara, é uma quantidade de testo super ok, não existe uma grande diferença, tá bom? Ah, porra, o cara tem 500, o outro tem 800. Cara, tá dentro do fisiológico ali, tá dentro de um valor ok, não tem grande diferença, tá? Agora, aí você falou que ali os fake nerds, o mínimo é 1000, percebe? Aí já é para cima. E cara, uma pessoa que toma tipo uma dose de testosterona por semana, ela vai medir aí na baixa. Ela vai medir 1.200, 1.400. Cara, na minha época de competição, eu já cheguei a medir 17 mil, cara. Pra você ter uma ideia como que eu já pesei a mão nisso aí. Enfim, esses dados aí são interessantes pra você saber. Vamos lá, vamos ver o que que o Léo fala aqui.
Ah, não sei, mas é muito.
Eu voltei a tomar.
Tu tinha parado total?
Tentei parar total, o médico falou que eu não podia parar total.
O que acontece quando tu para total?
Porque como eu fico muitos anos com altas doses, o meu corpo não produz já naturalmente.
Então Então quando você para de administrar o sintético, aí vem uma vontade de dar um pulo.
Não, jamais. Mas você fica com o eixo hormonal desestabilizado, porque você não produz, você tá com zero testosterona, entendeu? Aí continuei tomando bem leve, conforme o médico foi indicando. Só que agora, daqui pro ano que vem, eu quero botar um shape fantasmagórico de novo.
Aí você vai fazer um blast.
Vou fazer um blast.
Ó, o que ele tava falando ali é o seguinte: o nosso corpo, ele regula a nossa produção de testosterona. Então a gente tem no nosso cérebro um sensor que vê, analisa ali a quantidade de testosterona que tem no organismo. Se tiver uma dose baixa, uma quantidade baixa, melhor dizendo, ele manda uma mensagem pro testículo e fala assim, ó, cara, produz mais testosterona aí. E aí o testículo produz, passou lá no sangue uma quantidade maior, beleza, entendeu, tá de boas, pode parar. Quando se toma testosterona, tá passando testosterona o tempo inteiro nesse sensor e o tempo inteiro ele tá mandando mensagem pro testículo, ou melhor, né, Não tá mandando mensagem pro testículo produzir. Então o testículo para de produzir. Por muito tempo o testículo sem produzir, chega uma hora que ele fica meio que dormente. E aí é o que o Léo falou, se ele ficar sem administrar, ele fica sem testo no corpo, que vai demorar muito pra esse testículo produzir de novo. E aí, cara, é melhor manter uma dose baixa, tipo a ideia de um TRT, que é o que hoje eu faço também.