
No vídeo, Laércio Refundini relata sua experiência pessoal com o uso de Durateston, um blend de ésteres de testosterona, durante a fase de competição e posteriormente em manutenção. Ele descreve como o propionato, presente em Durateston, gera picos de testosterona em 1‑2 dias, provocando uma “montanha‑russa” hormonal que ele percebeu como libido excessiva, queda de concentração, e impactos negativos no trabalho e nos estudos. Refundini explica que, embora altos níveis de testosterona favoreçam ganho de massa, força e disposição, as oscilações trazem efeitos colaterais como acne, queda de cabelo e variações de humor, inclusive depressão quando a libido cai. Ele argumenta que a meta ideal de reposição hormonal é reproduzir a produção natural do corpo (5‑7 mg/dia) de forma estável, evitando os altos e baixos provocados pelos diferentes ésteres. Por essas razões, ele abandonou o uso de Durateston, buscando um protocolo que mantenha níveis hormonais mais constantes.










