
In this reaction video, Rodrigo Barros (Speaker B) engages in a heated exchange with a critic (Speaker A) over the correct classification of a rowing‑type exercise. The discussion moves from a personal attack on the critic’s EAD (distance‑learning) degree to a detailed biomechanical analysis of rowing, covering planes of movement, scapular retraction, shoulder flexion/extension, and the multi‑planar nature of resistance exercises. Barros defends his own “remada do Lala” by citing historical Brazilian coaches such as Wilson Santos and explains how reducing elbow flexion increases dorsal activation. He also challenges the lack of standardized exercise nomenclature in Brazil, proposing a more precise naming system. Throughout, the tone oscillates between confrontational profanity and technical instruction, revealing Barros’s expertise in kinesiology, his advocacy for EAD legitimacy, and his desire for clearer terminology in strength‑training practice.
Chapters
Educação física, que porra, irmão?
Gente, delicadíssimo isso aqui, tá? O time me mandou e aí tá aqui para eu reagir.
Vamos lá, meu irmão, tu se formou em EAD da educação física? Que porra, tu corrige todo mundo e vai me falar que isso é remada, brother? Onde que isso é remada? Quando o profissional de educação física estudar, entender o que é anatomia, o que são planos e eixos, vai entender que remada é um exercício que ocorre no plano transversal. Não tem como remar num plano sagital, que remada vem de remo. Tu já viu alguém num barco remando sem flexionar o cotovelo, sem fazer uma retração escapular? Não existe isso. Inclusive, é por conta dessa condição que a gente diz que a remada é para o 3D das coisas, ó, ao plano transversal, profundidade. Então esse exercício que você fez aí pode ser qualquer coisa.
Eu tô deixando ele terminar. Pra ver tudo que ele vai falar, né?
Pode ser excelente pro latíssimo do dorso, mas não é remada. E eu vou te desafiar agora da gente desenvolver uma nomenclatura para exercício de musculação no Brasil. Ô, meu irmão, tu se for—
Eu vou ponto a ponto pra você degustar da minha resposta. Então assim, ele já começa da pior maneira que ele poderia começar. Vamos de novo aqui.
Ô, meu irmão, tu se for— Formou em EAD da educação.
Qual é o problema com a formação EAD, cara? Você sabia que muitas pessoas só conseguem fazer uma graduação se for EAD porque elas trabalham, às vezes elas têm que cuidar de pessoas da família, às vezes elas perdem 3, 4 horas em transporte público e a única forma que ela consegue fazer uma faculdade e ter um ensino superior é EAD. Enquanto outras pessoas só conseguem ter condição financeira para pagar um EAD. Por que desmerecer o estudo EAD? Eu não consigo entender isso. E muitos cursos que eu faço são EAD. Não existe problema nenhum com isso, cara. Por que desmerecer o EAD? E eu vou te dizer, hein, vale muito mais uma pessoa que faz um EAD e, cara, se dedica, senta a bunda na cadeira e estuda, do que várias pessoas que vão pra faculdade e no final das contas ficam mais no bar em frente às faculdades do que dentro da sala de aula estudando. Quem faz o profissional Quem constrói o conhecimento técnico não é o curso, é a pessoa. Eu já falei isso algumas vezes e eu vou reforçar. Se você tá achando que você vai fazer uma faculdade XPTO e você vai se apoiar na grade curricular e o caralho, e você vai ser um profissional foda, engana-se. Você pode sim escolher uma faculdade que é mais renomada, que tem uma grade melhor, etc. e tal, mas cara, nada supera uma pessoa que se dedica por si só, que vai atrás, que, mano, estuda coisa que nem tá na grade, que pede ajuda ao professor. Professor, eu quero estudar mais, cara, me indica livro, me indica um outro curso e tal. Essa pessoa se desenvolve. Não vejo o motivo pelo qual ele começa o vídeo desmerecendo um estudo EAD. Ridículo! Ele já começou da pior maneira. Ridículo! Né? Mas vamos lá, vamos voltar aqui, ó.
Ô meu irmão, tu se formou em EAD da educação física? Porque porra, tu corrige todo mundo e vai me falar que isso é remada?
É, velho, eu corrijo sim. Sabe por quê? Porque eu sou um professor. E o que um professor faz? Ele ajuda as pessoas a treinarem melhor, a conseguirem se desenvolver e não se machucar. É verdade, eu corrijo sim. E eu vejo que esse é o meu trabalho. Diga-se de passagem, eu tô na internet levando conhecimento para as pessoas treinarem melhor. Bem diferente do que aquele último vídeo que você fez falando de tem que pegar peso e tal, não sei o quê, que eu reagi também aquele vídeo e falei que aquilo é um desserviço para nossa área da saúde.
Educação física, que porra? Tu corrige todo mundo e vai me falar que isso é remada, brother? Onde que isso é remada?
Quando sim, cara, isso é a remada do Lala. Por favor, respeite.
Funcionário de educação física estudar, entender o que é anatomia, o que são planos Cara, a gente estuda muito isso aí na faculdade, tá?
É bem base assim.
Eixos, vai entender que arremado é um exercício que ocorre no plano transversal.
Ó, ele falou sobre planos eixos, é uma divisão do nosso corpo em visões. Então aí tem um plano de movimento que faz com que as articulações se movam naquela direção e tal, tá bom? De forma bem superficial para você. E existem três principais planos, tá?
Tu dá entender o que é anatomia, o que são planos e eixos. Vai entender que a remada é um exercício que ocorre no plano transversal. Não tem como.
Ele falou que a remada acontece no plano transversal. Tudo bem? Tem a imagem do Jojo ali. Depois eu vou voltar nela.
O remar num plano sagital. Que remada.
Eu quero que você guarde isso. Ele falou assim: a remada acontece no plano transversal. Não tem como remar no plano sagital. Cara, se você prestar atenção na remada, e a remada que ele tá falando, que é essa aqui, ó, né, que eu tô fazendo ali, ó. Imagina, né, que eu tô na posição ali da remada. Então o peso tá aqui, e aí se faz isso, não é? Ó, beleza? Você faz esse movimento. Essa é uma remada serrote, tudo bem? Que se assimila também com uma remada baixa. Eu quero que você preste atenção no seguinte: quando eu faço esse movimento O meu braço, braço, tá? Esquece do cotovelo para cá. O meu braço, ele tá fazendo uma movimentação que eu chamo, que a gente chama, né, de flexão de ombro e extensão de ombro. Tudo bem? Então, uma flexão de ombro e uma extensão de ombro, ok? Que é, diga-se de passagem, exatamente essa figura que ele coloca aqui, ó.
Quer ver? Todo mundo e vai me—
ó, vem na sequência agora, tá vendo essa posição? Ó, percebe que o esqueletinho ele leva o braço para frente, tudo bem? E leva o braço para cá. A remada unilateral ela faz a flexão de ombro e a extensão de ombro. Depois eu vou falar do cotovelo. E aí ele fala o quê? Eu quero que você guarde isso, tá?
Isso que ocorre no plano transversal. Não tem como remar num plano sagital, que remar—
Então vamos aqui, ó, cinesiologia estrutural do movimento. Vou dar uma olhada nisso. E aqui a gente tem anatomia funcional. A cinesiologia, ela vai falar dos músculos envolvidos nos movimentos. Então, por exemplo, qual é o músculo responsável por fazer a flexão e extensão de ombro, por exemplo, tá? Vai falar das articulações também. Mas quando a gente fala de anatomia funcional, esse livro ele vai basicamente em cima das articulações, ossos e seus movimentos. Mas essa aqui, ó, é dos membros inferiores. E aqui a gente tem coluna e tal, maravilhoso. E aqui a gente tem Fisiologia articular. E aqui, ó, tá vendo? Ó, ombro, cotovelo e tal, não sei o quê. E aqui tem uma imagem ilustrando, né, essa questão de planos e eixos, tá? Mas vamos aqui primeiro. Ai, meu Deus do céu, de novo, cara! Fisiologia do ombro. Ai, que coisa linda! Aqui, ó, vamos lá, ó, a flexão, extensão, adução do ombro. Eu vou ler para você. Os movimentos de flexão e extensão, e aí ele coloca aqui, ó, figura 3, 4, 5 e 6. Então eu quero que você veja nessa figura aqui, ó, essas duas de cima, tá vendo? Vai ficar fácil. Tá vendo que ele colocou o braço pra cima, aí ele colocou o braço pra baixo? Esse movimento são executados no plano sagital. Vamos voltar o que ele falou?
Nada, quando o profissional de educação física estudar e entender o que é anatomia, o que são planos e eixos, vai entender que a remada é um exercício que ocorre no plano transversal. Não tem como remar num plano sagital, que remada vem—
Ou seja, ele tá certo, o livro tá errado. Mas, cara, porra, pode ser que esse livro do Capange, que é um cara renomado nisso, tenha errado, né? Então vamos aqui, ó, eu tô pegando da Cinesiologia, tá? Movimento de flexão. Né, movimento de flexão. Você entendeu que a gente faz uma flexão de ombro. Movimento do úmero. E aí, úmero é esse osso do braço esticado anteriormente para frente, ou seja, úmero esticado anteriormente para frente. É que a gente tem a posição inicial da remada, não é assim? Que a gente puxa aqui, ó. O movimento do úmero esticado anteriormente para frente a partir de qualquer ponto no plano sagital.
Seu animal!
Isso é a flexão, né? Mas é óbvio, se flexiona vai estender, é o mesmo plano. Movimento do úmero esticando posteriormente para trás a partir de qualquer ponto no plano sagital. Ah, já vamos pegar aqui, ó, como exemplo. E assim, ele é tão cabaço, ou pode ser que parou no tempo, porque antigamente se olhava para essas questões de planos e eixos e a gente enquadrava o exercício dentro de um plano e um eixo. Então antigamente se fazia isso: ah, esse exercício é feito no plano sagital, esse exercício é feito no plano transversal. Antigamente era assim, mas com o tempo os estudiosos começaram a perceber que os exercícios eles não pertencem a um plano somente. Eu vou te dar um exemplo, vai ficar bem simples. Se você fosse fazer isso numa rosca alternada, você faz isso, né? Você puxa o braço, tal, puxa o outro. É isso aqui que você faz, certo? A gente segue a mesma linha aqui, ó, porque é um movimento de flexão-extensão. Então a gente tá falando do plano sagital. Só que a partir do momento que você coloca movimento de pronação e supinação, você já tá colocando outros planos e eixos no meio. Ou seja, Não tem como falar que um exercício é feito em um plano específico e o outro é feito no outro plano. Não, cara, o corpo ele tem movimentos que transcendem uma caixinha de um plano e eixo só, cara. E prova disso é o próprio Jojo fazendo a remada dele aqui, que diga-se de passagem eu acho uma bosta, mas eu respeito, cara, tá tudo bem. Ó, você vai ver ele fazendo E você vai perceber que ele vai ter flexão de ombro, flexão de quadril, flexão de joelho, tornozelo. Todas essas articulações se movem, se mexem, e o tronco gira, cara. Olha lá, ó. Ou seja, a gente tem todos os planos e eixos em ação em apenas um exercício. Mas o véio super inteligente aqui: não, é feito no plano transversal. E eu acabei de mostrar que ele tá falando a maior asneira do mundo. Se você for fazer a remada unilateral, não precisa ser a minha não, cara. Você encaixar ela de forma perfeita, ela é feita no plano sagital.
Como remar num plano sagital? Que remada vem de remo.
Ele é assim, ó. Remada vem de remo. E aí ele coloca a imagem de um cara remando. E o cara, ele tá remando no plano sagital. O cara tá trazendo o cotovelo aqui embaixo, viado, sem fazer uma retração. Cara, mano, é muito burro, bicho, é muito, cara, muito, muito, muito. Ele fala a remada e ele vai dar o exemplo da remada pronada aberta, que essa sim é feita no plano transversal. Ele coloca o exemplo de um cara remando no plano sagital.
Olha lá, se liga, ele dá o exemplo diferente do que O que tá falando aqui, inclusive, é por conta dessa condição que a gente diz que é engraçado, bicho.
Ai, deixa eu me conter, eu vou parar de rir.
Remar num plano sagital, que remada vem de remo. Tu já viu alguém em um barco remando sem flexionar o cotovelo?
Eu vou falar da flexão de cotovelo já já, tá, cara? E aí ele vai falar que isso aqui é remada, fazer uma retração escapular.
Não existe isso. Inclusive, é por conta dessa condição que a gente diz que a remada é 3D das coisas, ó, ao plano transversal, profundidade.
Ele tá falando, você viu? E aí ele mostrou o plano certo, é verdade. A remada pronada aberta é feita no plano transversal, faz sentido. Mas se colocar outros movimentos, já fodeu, né? Já sai do plano. Você já entendeu isso, cara? Presta atenção, ele tá falando que remada vem de remo. A remada tem que ser no plano transversal, com cotovelo aqui em cima. E ele coloca esse exemplo, olha lá, ó.
Tu já viu alguém num barco remando sem flexionar o cotovelo? Você entendeu isso? Uma retração escapular. Não existe isso.
Inclusive, ou seja, ele já tá tipo, mano, ele sozinho, velho, ele tá se cagando inteiro. Ele disse que essa é a remada, né?
Que a gente diz que a remada é para o 3D das coisas, ó, ao plano transversal, profundidade.
Então remada unilateral é diferente dessa que ele mostrou, remada baixa é diferente dessa que ele mostrou. Remada alta, cara! É diferente das que ele mostrou. Como que muito provavelmente, eu não vou falar com certeza, mas ele foi lá, pegou o meu vídeo, ele falou: não, deixa eu caçar um assunto aqui. Porque as fundamentações dele, velho, são, cara, é como dizia Nietzsche, né? Pés de argila. É ridículo, cara. Remada vem de remo? A gente até poderia pensar nisso, né? O quanto que o movimento do remo ele traz pra gente o movimento de remada. Mas aí a gente está falando da remada baixa e está falando também da remada unilateral. E a remada alta? Não tem remo nenhum que faz isso não, cara. Cara, a musculação ela pega umas nomenclaturas emprestadas para facilitar a vida. Então se você olhar para o nome dos exercícios, são nomes que são muito intuitivos até. Elevação lateral, elevação frontal. Pula em frente. Tem nada a ver uma coisa com a outra, velho. Acorda para vida, cara. Vai procurar outra coisa para fazer, mano. Acabou não, tem mais.
Vamos lá. Remada.
Ridículo, cara. E essa remada que ele tá falando, isso aqui eu concordo com ele, tá? A remada, essa remada pronada aberta, que é uma variação de remada, você tá entendendo? Não tem remo que o cara rema aqui em cima. Geralmente se rema aqui embaixo, cara, é mais eficiente. Essa remada é verdade, ela trabalha o 3D das costas, né? Ela precisa ter a retração de escápula, coisa que ele falou ali, né?
Enfim, 3D das costas, ó, ao plano transversal, profundidade. Então esse exercício que você fez aí pode ser qualquer coisa, pode ser excelente para o latíssimo do dorso, mas ser excelente para o latíssimo do dorso não é remada.
Eu vou te desafiar agora das Durante muito tempo eu fiz o seguinte, ó, antes de ir para academia eu pegava esse livro e eu ia no músculo que eu ia trabalhar. E aí eu olhava ali, ele vai ter essa parte aqui, ó, que ele faz, faz o seguinte, ele fala o movimento do corpo. E aí a gente vai falar da extensão do braço, beleza? Então aqui, ó, extensão, ele chama de extensão da articulação ombro, extensão. Aí ele tem os músculos agonistas da articulação do ombro. E quando a gente fala da extensão, aí a gente tem latíssimo do dorso e outros caras aqui junto. E aí, cara, eu vinha para o livro e falava, cara, eu quero trabalhar dorsal. Cara, a dorsal ela participa de quais movimentos? E eu ficava brisando isso aqui para chegar na academia e conseguir olhar para o exercício lembrando das ações do movimento que o músculo proporciona. Ou seja, se o bíceps, ele, uma das ações é flexionar o cotovelo, tudo bem? Então eu juntava todas as ações e falava, cara, como é que eu consigo extrair o máximo de trabalho dessa musculatura? E aqui a gente tem de forma muito clara, cara, a dorsal ela faz a extensão do nosso braço. Agora, por que que eu passo a remada desse jeito aí, ó? Ó, eu quero que você observe bem agora. Você vai ver que o meu cotovelo ele flexiona, mas ele flexiona pouco. Ó lá, ele flexiona, cara, mas ele flexiona pouco. Vou te dar dois motivos. Primeiro motivo: se eu flexiono menos o cotovelo, eu tenho uma alavanca maior de trabalho e isso faz com que a minha dorsal, responsável por fazer a extensão do meu braço, entre outros movimentos, ela vai trabalhar mais intensamente. Segunda coisa, e essa agora eu vou trazer, e muito provavelmente ele não consegue entender isso, não sei se ele deu aula em salas de musculação, não conheço, mas por muitos e muitos anos eu dei aula E eu observava dos meus alunos que eles sentiam mais o bíceps, mais o braquial do que as próprias costas fazendo a remada. Ou seja, músculos que são responsáveis pela flexão de cotovelo. Então a remada ela faz uma extensão de braço e uma flexão de cotovelo juntas. Por isso que você sai dessa posição e vem para essa posição. Aqui você estendeu o braço e flexionou o cotovelo. Então eu comecei a pensar, cara, o que que eu consigo fazer para evitar que o meu aluno fadigue o braço antes do que a própria dorsal. E aí foi que eu desenvolvi isso, percebendo em mim e percebendo em meus alunos. Então a remada do Lala, ela nasceu primeiro disso aqui, de estudo, cara. E não fiz EAD não, e poderia ter feito sem nenhum problema, cara. Já falei que isso Isso não quer dizer nada, zero. E de experimentação, de ouvir o aluno, de ouvir ali o que ele tava sentindo e tentar resolver o problema dele. Foi aí que nasceu a remada do Lala, cara. E sabe o que é o mais interessante? Depois que teve toda a polêmica lá com o Jojô e tal, a gente descobriu, porque algumas pessoas postaram esses vídeos de treinadores antigos que já faziam isso, ó, muito antes, cara, de eu, sei lá, cogitar fazer. Mas por que que esses grandes treinadores faziam? Porque o treinador de fisiculturismo, ele tem uma grande sensibilidade de como ativar melhor a musculatura. E a gente teve um cara chamado Wilson Santos que manjava demais disso. E o vídeo que apareceu é um vídeo, se não me falha a memória, do Wilson Santos passando esse exercício. Exercício, eu acho que para o balestrinho, sei lá, um negócio assim, não lembro agora. Treinador de antigamente, que diga-se de passagem era atleta também, eu tinha sido atleta, o cara treinava buscando movimentos e posições para conseguir ativar melhor seu músculo.
Ó, o plano transversal, profundidade. Então esse exercício que você fez aí pode ser qualquer coisa, inclusive na Iron Bag, você viu, né? Excelente para o latíssimo, Dudu.
Ele é excelente para o latíssimo do dorso, é dorsal, asa, se você preferir.
Mas não é remada, eu vou te desafiar.
É remada, viado, e é remada do Lala, respeita. Os antigos falavam limpa a boca, lava a boca para falar, e ele colocou de novo aqui a galera fazendo remada.
Então esse exercício que você fez aí pode ser qualquer coisa, pode ser excelente para o latíssimo. Doce, mas não é.
A galera fazendo arremado e puxando aqui embaixo também, ó, diferente do que ele tá falando lá.
E eu vou te desafiar agora da gente desenvolver uma nomenclatura para exercício de musculação no Brasil.
Ô, meu irmão, não precisa me desafiar não, cara. Você vai fazer o seguinte, ó, inclusive é o que todos os meus alunos fazem: existe o exercício normal e existe o exercício do Lala. Então assim, quando você vê quando eu faço alguma alteração no exercício convencional. Porque para deixar mais claro aqui ainda, né, a remada do Lala é uma variação da remada convencional. Então quando você vê, sei lá, por exemplo, uma elevação lateral com alguns ajustes, aí é, se foram os meus ajustes, é a elevação lateral de quem? Do Lala. Aí para deixar você, né, meu espectador feliz, você também encontra a rosca do lalá. É simples, cara. Não precisa me desafiar não, tá de boas. Ao invés de você me desafiar e não sei o quê, nomenclatura, o caralho, cara, vai estudar. Deixar você agora com esse vídeo aqui, ó, que também são reacts polêmicos. Eu também falei o que eu penso. Doa a quem doer, F bem grande. E cara, tem coisa aqui que é muito bizarra, brother. Ó, eu vou nem lembrar porque já me dá um negócio. Fica aí.










