MOMENTOS MAIS VERGONHOSOS DOS ESPORTES (Canal @FaladeTudo )

O vídeo apresenta, em formato de programa de humor, uma sequência de episódios reais ou fictícios de situações embaraçosas nos esportes, narrados por dois apresentadores que utilizam linguagem informal, vulgar e cheia de gírias. Cada segmento destaca um esporte diferente – ciclismo, bobsled, ginástica artística, luta livre, salto com vara e Tour de France – descrevendo falhas como quedas, colisões, comemorações prematuras e comportamentos inadequados. Os apresentadores também fazem comentários culturais (ex.: uso de sobrenomes no Brasil), expressam empatia ou zombam dos atletas, e incentivam a interação do público. O tom geral é de entretenimento cômico, misturando humor escrachado com breves reflexões sobre a pressão dos atletas.
Chapters
Os momentos mais vergonhosos dos esportes, parte 2. Atletas que comemoraram antes da hora. Vamos ver.
Mais uma Olimpíadas que chegou ao seu fim. Au! Olimpíadas essa que será lembrada por seus belos momentos.
Eita!
E que também deixará muitas saudades. Saudades de grandes atletas como o Emanuel Caralhos.
E assim, adorei, cara. Seu ar, bolseta.
Mas é uma pena que os atletas brasileiros—
o legal que assim, ó, é aqui no Brasil não é tão comum a gente chamar as pessoas pelo sobrenome, mas cara, existe toda uma cultura em cima disso, né? Em outros países a galera chama pelo sobrenome, né? Então você vê que fica em caixa alta o Caralho, é o sobrenome do cara.
Caralhos.
E assim, não é caralhos, é caralhos. Falou errado aí, bro.
Mas deve ser, deve ser bolseta. Mas é uma pena que os atletas brasileiros trouxeram apenas 21 medalhas. Da próxima vez espero que mandem uma meia dúzia de flamenguistas. Assim nos trazerão além do ouro também a prata, o bronze, colares, celulares, relógios, carteiras. Nesse vídeo veremos os momentos mais embaraçosos dos esportes. Atletas que comemoraram antes da hora outros momentos de vergonha alheia.
Ai, ai!
Então bora lá.
Nossa, cara, essa menina ela ralou a cara no goleiro, se ligou.
Então bora lá.
Ó, aí o cobrança para trás, cara.
Vamos começar com um acontecimento que aconteceu numa corrida de bicicletas.
Depois, acontecimento que aconteceu foi foda, hein, mano.
Depois de horas de corrida com as mulheres dando tudo de si, com as virilhas já tudo assada, essa de amarelo estava no quilômetro final, bem na frente de todas as outras. Era só manter o ritmo e ganhar a corrida. Lá vem ela, toda graciosa.
Olha para frente, caralho, vai embora!
Para trás, o menor não entendeu muito bem, sorri e perde. Puta que o pariu, cara, é inacreditável!
Eu vou voltar. Nossa, outra passou E assim, não foi que a outra, ah, não foi por pouco. Não foi por pouco não, Carol. Foi por uma bike de diferença.
É inacreditável. Vejam ela vindo toda contente. Seu rosto estava esbanjando alegria e felicidade, já pensando no reconhecimento que ia ganhar. E de repente, bum, tomou no rabo. Em um segundo, ela foi da expressão da glória e da conquista para a cara de alguém que levou uma dedada surpresa no meio da toba.
Foda, cara!
Por um pentelho de distância.
Não foi um pentelho não, cara. Aí, ó, quase uma bike de distância.
Essa gente bicicleteira nunca aprende. Agora tá aí no chão esperneando por ter perdido. É como sempre digo, se a cabeça não pensa, a bunda paga.
É, cara, tem que ficar ligeiraço, né, mano?
Essa é a Guilhentinha.
Eu já reagi a outras questões assim, né?
Uma mulher de cara engraçada e meio birulha. Ela é praticante de bobsled. O que que é isso? E passou por um dos maiores vexames da sua carreira. Bobsled, para quem não sabe, é aquele esporte que a pessoa...
O filme respondeu, né? O que é isso? O bobsled, para quem não sabe...
A pessoa desce encoxada na outra dentro de um trenó apertado num escorregador de gelo.
Ah! Aí eu lembro do filme Jamaica Abaixo de Zero. Eu assisti e achei mó da hora. Sei lá, acho que vocês são da tarde, se pá.
É tipo aquela fase do Mario 64.
Ah, esse eu nunca joguei não.
Era Copa de Inverno do Esporte na Suíça. Ela estava junto com a sua dupla para iniciar a prova quando isso aconteceu.
Seitende Pakjes, da muitende Hufeisers noch eens gekaust worden. Pô, se liga, a mina é giga, mano. Ó, ó, ó, ó, ó, o tamanho do ombro da mina. Ó, esse ombro que ela tá mexendo aqui, ó. Dá pra você ver já, ó, o desenho ali do ombro. Se liga o trapézio da mina, viado. Dá um chapeuzinho vermelho aí, ó.
Olha!
A mina bolada, viado. Aí, ó, vai ter umas paradas aí, mano. Nog eens gekuist worden en dan maken we ons klaar. Eita! Eita!
As boas calças com a raba. E mesmo assim, com o frio de rachar a beça, ela não se deixou abalar.
Cara, eu acho que ela nem percebeu, cara. Acho que nem percebeu. Porque tem isso também, cara. O pessoal tá tão na adrenalina ali. Cara, que ela vai fazer a parada que ela nem percebe, cara. Tomara que ela tenha conseguido ganhar o bagulho ainda.
Imagina a nesga de ar do Alasca que deve estar entrando, congelando o furico dela.
Imagina, cara, ali dentro tá no vácuo da porra. Ai não, cara, esse bagulho é perigosão, viado.
Humilhante. Ah, mano, toda descaralhada e com as calças rasgadas. Vergonhoso.
Ah, mano, aí eu não curti não o comentário do maluco. Curti não, cara. A gente fica triste quando o atleta ali, pô, se prepara para caralho e tal, chega lá, dá uma merda, mano. Pô, faz parte.
Um dos meus esportes favoritos de se assistir sempre foi a ginástica olímpica.
As meninas são zica, velho, sério.
O jeito todo gracioso que essas ginastas se mexem sempre me encantaram. Esportes também que nos trouxe muitas alegrias. Ah, Daiane dos Santos aí, ó.
Tá vendo? Dos Santos tá encaixado.
Querida Daiane dos Santos. Aonde ela fazia o seu famoso duplo mortal twist carpado.
É, daí, né, cara, era bonito de ver, mano. O mundo inteiro parava para ver ela.
Só está no XXX Burger com cheddar prensado.
E quedas desse aí, muito, cara, tipo, nem parece a mesma pessoa. Tem todo um lance, né? Você pode ver que não todos, né, mas muitos jogadores ou atletas de outros esportes e tal, os caras param de trabalhar, né, para de competir, etc. Em grande medida eles engordam muito, né? Porque o cara tem todo um gasto calórico fodido ali. Aí depois ele para, às vezes continua comendo igual, mas dá para levar para outras questões também, né? O quanto que ele começa, talvez, tá? Tem que analisar caso a caso. Quanto que ele pode estar compensando a falta das competições e tal, emocionalmente falando, na comida, né?
Desportes são bem comuns.
Ai, cara. Nossa, mano.
Eita!
Não, mas isso aí é zoeira. Não, não acredito não. Não, é zoeira, é zoeira.
Mas acho que o pior foi desse maluco. Era o seu salto final, sua chance da medalha. E então ele correu como se tivesse esquecido o celular sem senha na casa da namorada.
Vai, viado!
Nossa, que porrada!
Puta, cara!
E de lá teve que ir para o hospital.
Eu não consigo ver essas coisas e achar engraçado. Cansado, tá ligado? Eu fico com sensação ruim assim, cara. Dá dó, eu não gosto não, cara. Rola meio que uma empatia, tá ligado? E o maluco ficou mauzão, cara. Olha só, deve ter sido uma porrada.
Esse aqui é o Jason Solomon, um lutador nascido na Índia, do mesmo país da Mulher-Aranha e das pessoas que tomam banho no rio do esgoto.
Ele iria lutar, pessoal fica falando no rio esgoto. Não é isso, cara. Eles têm toda uma cultura lá, tipo, da religião deles. Não é assim também não. Mas é que o pessoal fala que o rio ele é bem sujo assim. Pessoal lava tudo lá, né?
Lutar no evento principal estava todo confiante.
Vamos ver.
Tava todo se achando e pagando de gostoso, cara.
É muito louco isso, né? Porque assim, ó, quando o cara ele é confiante E na verdade assim, o cara ele precisa ter confiança nele mesmo, é preciso ser confiante. Você vê, por exemplo, Cristiano Ronaldo, ele é super confiante, cara. Você vê as entrevistas do Mohamed Ali, cara, ele era super confiante, ele até brincava muito com isso. Mas na grande maioria das vezes a gente vê um cara super confiante, a gente torce para ele se ferrar, né? Não é assim? E às vezes ele se ferra mesmo.
Tudo animado e chamando a plateia. Estava super confiante e ainda fez essa macaquice.
É, ficou isso aí, ficou bem macaquice mesmo, mano. Olha o tamanho do queixo da mina ali, velho. Se liga, essa que tá com o celular assim na mão, do lado do maluco de chapeuzinho, tá porra, viado. A mina tem um queixão, tá ligado? Bagulho aqui assim, viado, ó, gigas. Parece ser Pacol, só que a versão feminina e o queixo pontiagudo. Parei.
Zero humildade.
É isso aí que ele fez, eu não gostei. Tipo, mano, tem que respeitar, o maluco tá no momento dele ali de concentração e tal, cara. Deixa o cara Você quer fazer as macaquices lá e tal, achar o fodão? Você pode se achar, cara, tá tudo bem.
Como ele vai se sair, né, Lúcio?
Ai, cara, a musiquinha, velho! Porra, essa musiquinha, comenta aí se você lembra disso, hein? Caralho, mano, que saudade, velho! Comenta aí, comenta aí. Eita porra! Não, vou voltar, vou voltar, cara. Eu quero ver como é que foi. Ó, ele deu o soco, o maluco deu aqui, ó. E aí entrou o direto, viado. Nossa, cara, o maluco já caiu já, ó. Nossa, cara, mano, nem suou.
A apresentação desse imbecil durou mais que a luta inteira. Coitada da plateia, que não deu tempo nem de se sentar.
Mano, nem suou, nem suou. A galera que chegou para assistir a luta nem esquentou a bunda na cadeira. Nem foi, nem foi.
E levou paulada na boca.
Nossa, cara, muito bom! Aquela foi boa. Salto com vara, caralho! Comenta aqui se você pratica salto com vara, né? Coloca aí. Contei quinta série.
Muito de assistir ao salto com vara, esportes que a pessoa corre com a vara na mão.
Aí, caralho!
É um esporte de muita técnica e elegância.
E, mano, as mina que faz esse bagulho aí tem uns glúteo violento, cara, porque tem que ter o glúteo forte, né, para fazer isso aí. Essa não tinha quinta série não, mas agora veio a quinta série. Agora ela veio meio atrasada.
Era de um dia o cara cair sentado na vara sem querer rasgando tudo. As pregas. Até que um dia isso aconteceu, e foi com esse pobre cidadão. Ai, ele em 3 segundos alcançou a experiência de uma rapariga depois de 40 anos de trabalho.
Nossa, cara, não, não, pera, mas o maluco, mas ele conseguiu, ele conseguiu. Pode ver que a barra, a barra não caiu, a barra deu uma bambeada, mas não caiu não. Conseguiu, conseguiu!
Nossa, cara, esse infeliz aqui também quase teve um empalamento rabal.
Os comentários são os piores, cara.
Nossa, quase que ele cai sentado com toda a força na vara. Iria entrar pelo furico e sair pela boca. Mas se você acha que isso é o pior que poderia acontecer, esse aí não conseguiu.
A barra caiu, caiu a barra. Você sabe que sempre que eu vi salto com vara assim Eu fiquei pensando, mano, é perigosão, cara. Galera tem que pular e você pode ver que eles pulam, eles jogam a barra para lá, tá ligado? E às vezes não joga, tá tudo bem.
Veja só o que aconteceu com esse ucraniano em 2000 ao tentar saltar por cima do pau. Não conseguiram ver? Prestem bem atenção na ponta da vara.
Cara, não dói, dá uma sensação. Mulheres, vocês nunca vão entender isso, cara. Nossa, cara, é tipo isso, né?
Instantâneo. Pelo menos ele conseguiu o salto, venceu a prova, mas perdeu os vagos. Desde então ele passou a participar pela modalidade feminina.
Mano, deve ter doído isso, cara. E detalhe, mano, corre o risco de dar problema lá, cara. Meu Deus, cara.
E finalizando na terra das mulheres que não tomam banho e de sovaco cabeludo, acontece todo ano uma super corrida de bicicleta com milhares de pessoas chamada L'Étoile da França.
Le Tour de France é os são os buceleteiros, cara. Eu vi isso uma vez, achei ótimo. São são os buceleteiros. Cara, é muita gente, cara.
E é uma tradição por lá.
É, pô. Não, e esse bagulho é foda, né? Porque as bike fica. Ó, é isso que é foda, cara. Se um cai, fudeu, cara. Porque o bagulho é tipo boliche assim, tá ligado? É strike, viado. Olha isso, mano. Cara, isso é um rola que meu Deus do céu, cara.
Meu Deus, olha isso, cara!
Olha isso!
Olha, centenas de ciclistas se embucetaram naquele que é considerado o pior acidente da história da competição. Parece uma zona de guerra. Alguns se machucaram tão feio que talvez nunca mais vão poder competir novamente. Mas afinal, o que que houve para tudo ter descarralhado dessa forma toda?
Não, cara, basta um fazer merda, um, porque tá tudo ali engrunhado, cara. Puta que eu pariu! Vamos de novo, vamos de novo. Ó, sorrisona, felizona aqui, ó. A placa. Olha o que aconteceu.
Que mulher corna! Acabou com tudo com uma placa de papelão para se mostrar na TV. Deviam arrastar ela pelo grelo pelas ruas de Paris.
E o pior que assim, né, mano, eu acho que não tem como controlar isso, né, porque a galera fica toda ali na rua assistindo, né. E cara, vai fazer como, né, para controlar isso aí? Apesar que, mano, vai ter que cercar a porra toda. É porque, cara, essa prova ela é longa, velho, é gigantona assim, tá ligado? Galera fica dias nessa prova aí. E mano, a mina não imaginou que ela ia fazer isso, né, cara? Mas não imaginou. Mas aí, ó, eu fico triste, sabia? É verdade assim. Se você quiser continuar dando risada, clica nesse aqui, ó, que são momentos vergonhosos também, só que na academia. Toma cuidado que você pode se identificar com os rolê aí, hein? Vai lá, clica aí.










