
In this Portuguese YouTube video, fitness coach Rodrigo Barros warns viewers against performing oblique‑focused exercises. He begins by sharing his personal regret for having done these movements in the past and explains that the common belief—training the obliques will reduce the “pneuzinho” (side‑abdominal fat) and slim the waist—is false. He details why fat loss cannot be achieved by targeting the muscle covering it, using analogies and personal photos to show that hypertrophied obliques can make the waist appear wider even at low body‑fat percentages. Barros lists the specific exercises he considers harmful (trunk rotations with resistance, bicycle crunches, lateral trunk flexions) and describes how they overload the obliques (and sometimes the quadrado lombar) leading to permanent muscle growth that does not regress without complete inactivation. He then offers two legitimate paths to a slimmer waist: (1) overall fat loss through a sustained caloric deficit, supported by personalized nutrition plans offered on his platform, and (2) strengthening the deep core muscle, the transversus abdominis, with a simple, equipment‑free routine that takes less than five minutes a day. The video ends with a call‑to‑action directing viewers to his service link for customized diet and coaching.
Chapters
Não faça esses exercícios! E eu tô te dizendo isso porque eu fiz no passado e hoje eu me arrependo amargamente. E o mais triste de tudo isso é que não tem mais volta. Eu vou te explicar tudo durante o vídeo. A primeira ideia de fazer os exercícios para o oblíquo vem de ter uma silhueta mais bonita, afinar a cintura, ficar com o abdômen mais desenhado. Na verdade, esses exercícios eles acabam sendo feitos pensando naquela gordura que fica na lateral do abdômen, abdomen, famoso pneuzinho, que depois da pochete é uma das mais terríveis de sair e que a gente quer de todos os jeitos se ver livre dela, não é? E o impacto dessa gordura, ele é tão grande, eu falo visualmente mesmo, que eu me recordo de um aluno que ele nem percebia muito bem essa gordura que ele tinha ali. E as pessoas acabam dando mais atenção à pochete porque ela é mais visual, né? A pessoa consegue olhar no espelho e identificá-la. Mas esse aluno teve um dia que ele chegou na academia numa segunda-feira, ele tinha passado o final de semana na praia e ele chegou horrorizado. Ele falou assim, Lárcio, eu quero tirar esse negócio aqui. E pegou ali no pneuzinho e falou, para ontem, velho. E eu falei, mano, o que que aconteceu? Ele já treinava comigo há um tempo e nunca tinha falado disso. E aí nesse momento ele me mostrou uma foto que um amigo tirou, momento que ele tava de costas olhando para o mar. E aí de costas ele viu aqueles dois negócios gigantes ali do lado do abdômen e ele falou assim, meu, eu eu quero tirar isso do meu corpo para ontem. Mas da onde veio essa ideia de fazer os exercícios para a musculatura pensando em resolver o problema que é a gordura? Durante muito tempo, as revistas de fofoca ou até revistas de treino mesmo, que indica, recomenda ali dietas e exercícios para fazer em casa, recomendam esse tipo de exercício para afinar a cintura. E na verdade é meio que intuitivo também, né? A pessoa pensa, pô, se eu fizer um exercício para essa região, então eu vou melhorar essa região. Se eu fizer um exercício para a cintura, a minha cintura vai afinar. É esse raciocínio, não é? Está certo? Não, não está certo. E na verdade, muito pelo contrário, a situação pode ficar pior se você fizer esses exercícios. E até uma coisa que me deixa muito triste, mano, porque eu fazia bastante esses negócios. Hoje eu tenho que conviver com uma coisa ruim que eles me trouxeram. Antes até eu preciso te falar de quais são esses exercícios para você tomar cuidado para não fazer, ou então se você faz, que você pare nesse momento. O primeiro da lista é a rotação de tronco. Esse exercício pode ser feito de diversas maneiras e a proposta aqui é rodar o corpo com uma resistência. Essa resistência pode ser um peso livre, se você tiver deitado em algum banco, etc. Pode ser um cabo que normalmente se coloca ele na altura do ombro e segura ali, né, uma manopla com os braços quase que estendidos. Ou então existe até máquina para fazer esse negócio, máquina que a pessoa senta e ela roda o corpo. Qual é a proposta? Colocar exatamente o movimento que o oblíquo faz com resistência. Você vai estar trabalhando fortemente o seu oblíquo, isso sem dúvida, mas isso vai te trazer um prejuízo grande. Quando as pessoas não fazem dessa maneira, e aqui vem um exercício muito característico das revistinhas que eu falei anteriormente, se passa exercícios que você vai fazer uma certa flexão de tronco, só que você vai fazer um cruzamento junto. E aí tem até a famosa bicicletinha, né, que a pessoa coloca as mãos atrás da cabeça ali, flexiona o corpo e fica torcendo, levando então o seu cotovelo direito no joelho esquerdo, cotovelo esquerdo no joelho direito, fazendo de novo a rotação de tronco bem característica do exercício. E agora vem o pior de todos: a flexão lateral de tronco. Então, por que que eu tô falando que é o pior de todos? Porque algumas pessoas ainda fazem esse exercício com o mesmo peso, um em cada mão, fazendo assim com que um peso isole o outro. No final das contas, ela tá só colocando uma sobrecarga maior na coluna. Completamente ignorante esse exercício a nível de funcionalidade. Mas vamos imaginar que a pessoa esteja fazendo ele da forma certa, que é pegando o peso apenas de um lado. O exercício feito da forma certa, ele é ruim pra caramba. Primeiro, a flexão lateral de coluna, ela é grande parte feita por um músculo chamado quadrado lombar, ou seja, não tem nada a ver com o oblíquo, né? Mas o oblíquo tem uma certa participação ali, não tão grande, mas ele participa um pouco. E eu já tive em várias situações de perguntar para pessoa: por que que você faz esse exercício? E a pessoa fala: não, é porque eu quero diminuir isso aqui, ó. E ela pega ali naquela capa de banha, né, que muitas pessoas chamam de pneuzinho. E eu já vou te adiantar que não é fazendo esses exercícios que você vai conseguir reduzir a gordura dessa região, porque já tá mais do que comprovado que o músculo sendo trabalhado ele não influencia na gordura que tá em cima dele. Primeiro, são tecidos diferentes, são coisas diferentes. É como se você olhasse para o hambúrguer e falasse que o pão ele faz parte da carne e vice-versa. Não, mano, é tipo, é um hambúrguer, mas o pão é o pão, a carne é a carne. Você tá entendendo aqui? Exemplo ridículo esse, mas funciona. Agora, o que efetivamente vai acontecer se você ficar fazendo esses exercícios é que você vai desenvolver essa musculatura. E eu quero que nesse momento você olhe pra uma foto minha. E você vai reparar que nessa foto eu tô com um percentual de gordura bem controlado. Não tô num shape de competição, mas tá um percentual de gordura baixo. Agora observe a parte ali da lateral do abdômen. Olha o tamanho desses oblíquos. E por que que eu tô falando pra ti, olha o tamanho desses oblíquos? Porque são eles que estão grandes. Mas não parece que é gordura que tem ali? Não parece que é meio que um pneuzinho? É por isso que eu te falei lá no começo do vídeo. Não faça, porque hoje eu olho para o passado e eu me arrependo muito de ter feito, porque essa musculatura ela não volta. O músculo, para ele regredir, diminuir de tamanho, precisa ter inativação. O nosso abdômen é responsável por estabilizar nosso corpo. Então, a partir do momento que eu levanto da cama, que eu sento nesse momento aqui sentado conversando com você, toda a musculatura do meu abdômen ela tem uma certa tensão. Eu acabo mantendo a musculatura por conta desse trabalho que ela faz. Águas passadas não movem moinhos, não diz o ditado? A recomendação que eu te dou é: não faça, porque esses caras vão crescer. E eu me recordo de um aluno que eu dei aula na época de personal, e ele gostava muito de jogar squash. E ele me pediu certa vez para passar alguns exercícios para ele, para que ele melhorasse a força dos golpes. Que ele conseguisse bater ali na bolinha com mais potência. Eu falei para ele que daria para a gente fazer alguns trabalhos específicos e tal para aumentar essa força muscular, essa potência muscular, mas que a gente precisaria fazer alguns exercícios de potência para rotação de tronco. Afinal de contas, o golpe de um squash, ele contém essa rotação de tronco. E aí eu expliquei para ele exatamente tudo que eu tô te explicando aqui. Eu falei assim, olha, a gente consegue fazer, eu consigo melhorar a força ali das suas jogadas. Porém, a gente corre o risco, e é um grande risco, para não falar que certamente isso vai acontecer, de desenvolver essa musculatura responsável por todo esse trabalho. E aí, você quer que a gente faça? Nesse momento ele falou assim: mano, não, eu não quero. Porque ele valorizava muito a estética ali do seu abdômen, né, toda a silhueta do corpo. Eu só consegui alertá-lo do que ele tava querendo fazer e dos perigos, vamos dizer assim, dos riscos que ele ia correr esteticamente falando, porque eu já tinha passado pela situação. E a minha proposta é essa aqui com você: trazer toda a minha experiência, as coisas que deram certo, as coisas que não deram certo, e te explicar qual é o melhor caminho. Afinal de contas, eu já pisei em todas essas pedras que você tá pisando hoje. Então eu sei quais delas são boas, que você pode ir sem medo, que são firmes, e aquelas que vão te trazer prejuízos. Deve estar se perguntando nesse momento: perguntar lá, lá, mas e aí, como eu resolvo então esse problema? Porque eu tenho uma gordurinha chata aqui, eu quero melhorar a minha cintura, eu quero ficar com meu abdômen mais bonito, meu corpo mais estético. Existem dois caminhos para a gente fazer isso. O primeiro é atacar a gordura. Lembra que eu te disse? São coisas diferentes. A gordura é uma coisa, o músculo é outra. Quando a gente fala de redução de gordura localizada, porque a gente tá falando desse pneuzinho, a ciência hoje mostra para nós que isso não é possível. Mas é possível que você reduza gordura do seu corpo inteiro. A gente vai reduzir gordura do seu pneuzinho e do resto do seu corpo inteiro. E para isso é fundamental que você tenha o que a gente chama de déficit calórico, que é basicamente você gastar mais energia durante o dia do que aquelas que você tá consumindo, ou seja, comendo. Cada pessoa pode trabalhar de uma certa maneira e cada biotipo, cada acaba se enquadrando em uma estratégia diferente. Eu não só sei disso como dou tanta importância para isso. Todos os alunos que se inscrevem na nossa plataforma, se tornam nossos alunos, recebem uma dieta personalizada que leva em consideração o biotipo, a rotina da pessoa, quais alimentos ela gosta de comer, quais não gosta, enfim, a gente trabalha de forma completamente personalizada. E a gente entrega também outros acompanhamentos de personagens, fisioterapeutas, enfim. Se você quiser conhecer esse trabalho que a gente faz, tem um link aqui embaixo. Uma outra coisa que você precisa fazer é controlar a musculatura do seu abdômen. A gente entendeu até aqui que fazer exercícios específicos para oblico vai fazer com que essa região fique maior, mas existem músculos que são responsáveis por deixar a sua barriga mais contida, fazer com que a sua cintura fique menor, com que o seu abdômen fique mais mais controlado. E esse músculo não é o oblíquo, esse músculo se chama transverso do abdômen, que é uma camada mais interna de músculo que a gente tem na nossa barriga. Ela é como se fosse uma cinta natural. Sabe aquela ideia de barriga chapada ou barriga negativa? Isso é o resultado de um trabalho feito para transverso do abdômen, que inclusive eu vou te ensinar nesse vídeo aqui, ó. E o mais interessante, é apenas um exercício, você vai fazer na sua casa sem precisar de equipamento nenhum. E, mano, menos de 5 minutos por dia você resolve essa parada. Então clica nesse vídeo aí.










