Nunca Faça esses Exercícios de Peito! FAÇA ESSES NO LUGAR

Rodrigo Barros breaks down why static chest squeezes and flat dumbbell flies waste your time, then shows the double press at 45° elbow angle and cable crossovers as better alternatives. The key: constant tension and proper shoulder position.
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Se você quer fazer esse exercício, pelo menos não faz essas merdas aqui, ó. Tem gente que fica aqui parecendo uma tartaruga, o outro quer levar o aparelho para casa, e sem contar aquela galera que fica fazendo um puta balanço para conseguir fazer o exercício. Mano, na moral, é um exercício bom, mas faz direito, né? Vou trazer nesse vídeo 2 piores exercícios para peitoral e 2 os melhores exercícios para peitoral. E já para você parar de errar, se você tiver errando, a gente vai começar com os piores exercícios, são 2. Então vamos aqui, ó, eu vou demonstrar com essa anilhazinha, nenhum quilo aqui. Tem uma galera que vem aqui, ó, segura esse negócio, aí faz assim, ó. E aí, sabe o que é legal? Esse exercício eu conheço há muito tempo, mas não sabia o nome. É o espremiteta. É porque você vai sentir uma sensação de muito trabalho muscular, de muito encurtamento, muita tensão. Mas o que que acontece, meus amores? Quando a gente fala do peitoral, dentre as funções dele, a principal, a adução de braço, quando você fecha. E aí aqui você pode até falar, não, mas de certa forma o cotovelo tá fechando, mas não tem sobrecarga. Então é a mesma coisa que você contrair o bíceps e ficar contraindo ele assim, ó. Ou então você até pode fazer assim, ó, mas não tem tensão, porque não tem sobrecarga. Ou melhor, tem tensão, mas você entendeu, não tem uma resistência. Logo, se você pega 2 pesos desse, você até pode pegar mais peso, mas ele tá puxando para onde? Para baixo. Então, se você tá fazendo esse trabalho aqui, ó, sabe qual o músculo que tá, vamos dizer assim, recebendo essa tensão, recebendo essa sobrecarga? Deltóide anterior. Porque se ele relaxar, o braço cai. Ou seja, mano, se você tá fazendo esse negócio, por favor, vai fazer qualquer outra coisa da sua vida. Aí você pode falar assim, mas e se eu fizer ele deitar? E aí eu levo, né, empurro o peso para cima, melhora. Mas de verdade, tem muita coisa melhor para você usar, né? E esse é pior exercício? É o pior exercício de peitorais parado, porque não faz nada esse negócio. Você já acordou com a sensação de que é inútil, imprestável? Vamos no segundo pior agora. E esse segundo pior, ele é polêmico. Existe uma forma que você pode fazer que dá bom, mas existem muitos outros exercícios melhores. Primeiro, você segura aí. Sabe o que acontece, galera? Começa aí, já sai do vídeo. Não concordo, é assim, não é? Não, vamos lá, que não presta. É o segundo pior. E agora? Tá com medo de fazer mais alto na Ironberg? Crucifixo com halteres reto. Eu quero que você lembre do quê? Peitoral é o músculo que faz adução do braço. Ou seja, se eu tiver uma resistência nesse sentido, ele faz força. Se eu não tiver essa resistência, ele não faz força. Ou seja, ele relaxa. O que que a gente quer no treino de musculação? Quer que o músculo fica relaxado? Não, vai para o yoga, cara. E olha que nem no yoga relaxa, hein? Vamos pensar aqui: se o peso fizer força para lá, o peitoral faz força. Aqui embaixo, se o peso fizer força para baixo, o peitoral faz força. Você percebe que eu preciso que o peso esteja fazendo força contra a movimentação que o peitoral participa, ou digamos assim, né, proporciona. Quando eu chego aqui em cima, o peso ele tá encaixado nas minhas articulações, logo o peitoral relaxa. Vamos ver o exercício para você entender. Aqui o peitoral tá fazendo força, aqui ele tá fazendo muita força, aí ele vem fazendo menos força, menos força, menos força, menos força e zero força. Se você tocar no meu peitoral, ele tá relaxado. Eu não vou tocar não, hein? Toca aqui. Não toca. Quando a gente pensa em hipertrofia, em trabalho muscular, etc., a gente pensa em uma das coisas que são muito importantes, que é o tempo sob tensão. Se você mantém a tensão no músculo durante toda a série, você tem um exercício que te proporciona um grande tempo sob tensão. Se você tem um exercício que te causa relaxamentos a cada repetição, você tem um curto tempo sob tensão. Logo, o aproveitamento para hipertrofia é ruim. Porém, o que que acontece? Existe aqui uma, vamos dizer assim, vai, uma forma de você fazer ele, ele ser bom. Vai ser o melhor? Não, mas vai dar para dar uma melhorada. O que que eu falei? Que você chega no final, o músculo relaxa. Logo, você não vai chegar no final. A gente tá falando de não perder tensão muscular. Aqui o músculo tá relaxado ainda, você vai afastando, tá relaxado, tá relaxado, tá relaxado. Opa, tensionou! Aí você vai trabalhar daqui para baixo, desse tudo o máximo que eu posso. Cuidado para não se machucar. E eu subo até onde eu continuo sentindo a tensão muscular. Percebe? Olha lá, toma cuidado para não descer demais e não se machucar, tá bom? Percebe que você olhando daí, você vai perceber que o peso ele tá afastado, ele tá para fora da linha do meu ombro. Olha o que aconteceu agora. Então aqui eu tenho tensão, eu tenho trabalho, eu consigo fazer um bom exercício de peitoral. Então o que que você começa a perceber? Que dá para você fazer o exercício, porém você tem que fazer ele de uma forma que, mano, você consegue manter a tensão. Falamos dos piores. Se temos os piores, temos os melhores, lógico. E claro, eu vou trazer para você agora o primeiro melhor. Mas o primeiro melhor não é que é o primeiro da lista. Eu não entendi o que ele falou. É o primeiro que tá vindo. Então é o segundo melhor. É um exercício que é o supino? Não. Aí você pode estar falando assim: não, mas o supino vai ser o primeiro melhor. Não é também. O supino nem coloquei na lista. Então vamos usar o double press. O double press você consegue ter a sobrecarga do supino. E quando eu falo sobrecarga, eu falo peso mesmo, com toda uma parte que você molda o exercício para ficar confortável, gostoso. E aí o seu ombro ele fala: que delícia! Vamos ao exercício. Você já aprendeu no crucifixo que você fechar tudo, descansa, leva o peso aí para cá, né? Então você já deixa ele um pouco afastado aqui, ó. Olha como é que é interessante. No supino eu estaria aqui, aqui eu ganho um pouco de amplitude, ó, porque eu fechei E no supino eu não conseguiria fazer isso, coisa que para o meu ombro é muito saudável. Então eu, Laércio, gosto de fazer o movimento nessa angulação aqui, ó, meio que 45 graus, tá ligado? Desço até o máximo, alongo. Ah, rasgou o peitoral aqui! Aí eu subo até não encostar, porque para não perder tensão. Olha lá. E aí você sempre sobe até não perder tensão e sempre desce até alongar o o máximo, claro, o máximo que a sua articulação fala tá tudo bem. Então o que acontece é o seguinte, esse aqui é o ajuste que eu acho que é puta de ouro nesse exercício. Se você descer aqui, ó, olha como que o cotovelo ele tá na linha do ombro. Isso para o peitoral é legal porque alonga bastante, mas para o ombro não é bom porque força articulação. Então o custo-benefício não é bom. O que que eu quero que você faça? Eu quero que você traga, claro, se você sente desconforto no ombro, tá? Eu quero que você traga o cotovelo um pouco mais para próximo aqui, ó. E aí é impressionante como que o trabalho fica muito mais confortável para articulação. E aí, como é um exercício que tem o cotovelo flexionado, você consegue colocar muito mais peso do que o crucifixo, por exemplo. E aí você vai ter uma sobrecarga braba. Você não vai conseguir colocar tanto peso você colocaria no supino, sabe por quê? Porque a instabilidade faz com que a musculatura trabalhe mais, coisa que no supino com barra não tem tanta. Logo, é um exercício superior ao supino, não só pelo trabalho muscular, até de alongamento que possibilita, como também, vamos dizer assim, o conforto articular. E a sobrecarga tá ali tão boa quanto, sem contar o trabalho da instabilidade. Esse é supimpa, esse é da hora, esse é só o número 2. Vamos então agora nosso primeiro exercício, o melhor de peitoral. A gente vai fazer um crossover. Você pode fazer ele simplesmente inclinando um pouco o corpo para frente, ou você pode deixar aqui, ó, em anteroposterior. Então a gente tem um exercício que ele acontece isso, ó. Percebe que o meu tronco ele tá totalmente estável e a movimentação acontece somente em cima da articulação do ombro. Cotovelo ele tá levemente flexionado, olha lá. Eu levo até o final, aperto, alongo o máximo que eu posso. O máximo que eu não sinto desconforto na minha articulação. Você tem que alongar muito, mas até onde a sua articulação fala, mano, Tá legal aí. Agora, se ela falar não, para, aí você volta. Se você leva a musculatura até o alongamento máximo e você força, você tá forçando o alongamento em cima da sua articulação. Então todos os tecidos, toda a parte tendínea ali também, toda a parte ligamentar começa a ser forçada. E aí não é legal, você vai se machucar. Continua, você vai se machucar já já. Então assim, um erro que você não deve cometer, que a gente falou lá no comecinho, é aquele de levar o aparelho para casa, né? Pô, mano, não precisa. Se você tá aqui, ó, você pegou, deu um passo para trás, né, um passo para frente, você já se posicionou para fazer a série. Você não precisa ir lá na esquina. Outra coisa que a gente viu lá é o que é o balanço, né? Isso aqui é roubo. Você tá impulsionando com o seu corpo, com o peso do seu corpo. E o peitoral tá fazendo o quê? A outra é um erro que ele não é um erro tão assim, né? Mas é feio. Tem gente que curva aqui, ó, para fazer, né? O Arnold fazia assim, por exemplo. Por que que não é um erro, erro? Porque você não tem sobrecarga na coluna, mas o movimento fica feio. Agora vamos dar intensificada no bagulho. Uma coisa que esse exercício tem de muito bom é ele encurta muito a musculatura, ele causa o maior encurtamento da fibra. Ou seja, se esse exercício me possibilita o maior encurtamento, eu vou otimizar o encurtamento Eu vou potencializar o negócio. Ó, quando eu fecho, eu encurto a musculatura, beleza? O que que eu vou fazer? Eu vou aproximar os cotovelos, ó. Ó, vou de novo, ó. Aproxima o cotovelo, ó. É como se eu quisesse encostar um cotovelo no outro, não a mão somente. Eu posso levar até a mão encostar, mas quando ela encostar, eu levo o cotovelo. Então faz assim, ó, encosta a mão, leva cotovelo, mano, seu peito ele vai querer dar um 9, é brabíssimo. E aí, lógico, né, você faz o alongamento do jeito que eu falei, mantém a postura, não balança, não leva aparelho para casa. Essas coisas todas a gente já falou, você já entendeu, né? É sim. E aí, desse jeito, você vai potencializar uma coisa que já é boa. Mas eu quero que você lembre das coisas que eu falei que você não pode fazer, que são erros. Isso aí vai estragar seu treino. E aqui a gente trouxe apenas alguns erros, mas existem uma porrada de erro no treino de peito que uma pode estar atrapalhando desenvolvimento e duas pode estar machucando seu ombro. Então, mano, é uma coisa que você precisa saber now. Esse vídeo aqui ele foi feito para isso, então clica aqui porque você vai ver o quanto que isso vai te ajudar a desenvolver e a não se machucar. E, mano, tem erro no supino, tem erro no double press, tem erro no crucifixo máquina. Ironberg, é nós!










