The video presents a raw gym session where trainer Murilo aggressively pushes a female trainee, using coercive language, dismissing her physical limits, and making sexualized remarks about becoming "gostosa" (attractive). The trainee repeatedly expresses low blood pressure, fatigue, and emotional distress, while Murilo insists she continue, threatening not to count reps unless she complies. After the session, Speaker A reflects on the interaction, comparing Murilo’s rigid, coach‑like approach to the teaching style of Valdemar Guimarães, arguing that such a trainer‑athlete relationship can be acceptable if the athlete consents and enjoys the intensity. The commentary also touches on how social media perceives such behavior, questioning the boundaries of consent, the appropriateness of harsh coaching, and the potential for a sexualized power dynamic. The overall narrative juxtaposes the on‑floor harsh coaching with a post‑session justification that frames the behavior as a legitimate training method, while also hinting at a personal relationship between the trainer and trainee.
Chapters
Redes sociais pela forma como treina mulher em academia.
Vai embora! Não, não tem pera aí não.
A minha pressão está baixando.
Deixa baixar, faz parte. Bora, vamos!
Beleza, se eu desmaiar aqui a culpa é sua.
Beleza, bora, bora fazer força que eu não vou fazer braço não.
Eu tô fazendo força.
Duas. Não quer ficar gostosa?
Eu já nem sei mais.
Quero mais força.
Eu não tenho mais força, Murilo, não tem de onde tirar.
Tira, não tô nem aí. Bora, dá teu jeito. Bora, quarta, super slow. Bora, briga!
Vai, faz força!
Isso, bem demais!
Vontade de chorar.
Na hora que você quiser descer o joelho, tá? Já pode.
Tô descendo, né, Murilo?
Não, você não tá descendo não. Pode descer de verdade sim. Se tu não descer lá embaixo, eu não vou contar a repetição. A escolha é sua.
Eu colocava um colchonete no chão pra pessoa encostar o joelho. Se você não encostar o joelho no colchonete, eu não conto.
Eu tô avisando. Não, desce. Não vou contar essas duas. Uma agora, uma. Que execução lixo essa aí, pelo amor de Deus. Não, essa perna aí foi lixo.
Essa perna ela é lixo. Essa carga não tá justa pra mim.
Tá justa sim. Não tá não, não tá justo para sua preguiça. Nossa, não vou te ajudar nessas aqui. Que isso, cara, não despenca assim não.
Bora, eu despenquei não, a máquina despenca.
Bora, 4 segundos.
Tem hora que eu repenso, sabia, se vale a pena mesmo tudo isso para ficar gostosa. Eu acho que não vale não.
Vai embora aí. Não, não tem pera aí não.
Vamos lá, a questão aqui é o seguinte: a gente vê um professor ali que tem uma pegada de puxar aula mais rígida, né, uma pegada mais treinador. E aí quando eu falo disso, eu lembro de Valdemar Guimarães dizendo quando ele dava aula e na visão dele é assim que tem que funcionar. Quando um professor, um treinador— ele não fala professor, fala treinador— quando um treinador fala para o atleta: pule, a única coisa que o atleta tem que ter, que ele pode, né, perguntar ou falar e etc. para o treinador é: que altura, mestre? A gente tá falando de um treinador e de um atleta. O rapaz aqui, ele tem uma pegada mais de treinador. E, gente, eu não acho isso ruim. Quem tem que achar bom ou ruim É aluna dele, mas pelo que dá para entender na dinâmica aqui dos dois, ela meio que gosta disso. Porque, cara, eu tenho certeza que é Murilo, né? Ela falou, não, Murilo e tal. Eu tenho certeza que o Murilo não lidou com ela desse jeito na primeira aula. Isso aí mostra para mim uma relação que foi sendo construída. Então existe um grande respeito entre eles dois dentro da dinâmica deles ali. Aí vai ter gente que vai falar, nossa, mas que grosso, e que não sei o quê. Porque, cara, não é do universo, né, e tal, tipo, não entende. Precisaria ser desse jeito, cara? Talvez não, cara. Ao que tudo indica, a mina gosta, cara. Ela tá lá fazendo amor com ele, entendeu? Tá tudo certo.