Pessoas que Se acham Donas da Academia - Maicon Küster

Maicon Küster and guests react to a viral gym clip of someone acting like they own the space. They discuss equipment sharing, influencers filming workouts, Smart Fit policies, and how minor gym disputes blow up on social media. Rodrigo Barros shares 25 years of gym experience on handling crowded equipment.
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Pessoas que acham que são donas da academia. É o react de um mano chamado Michael Kierter. Pelo que chegou pra mim, o Ronizeto falou, esse mano não é da área. Então é a visão de uma pessoa que, cara, não conhece academia. Então eu, com meus mais de 25 anos de experiência em academia, né, passando por fisiculturismo, por professor, coordenador personal, enfim, a gente vai ter opiniões que podem ser diferentes. É, vamos descobrir o que vai acontecer durante o vídeo aqui.
Olá, pessoas, como você fala? Sou o Maicon Quist, e sejam muito bem-vindos aqui a mais um vídeo no canal favorito de vocês que estão nos assistindo, ou não, né? Uma decisão sempre própria. Hoje eu estou aqui com o Flávio Kotaka. Tranquilo, tranquilo. E hoje eu estou aqui também com a Bruna. E aí, Bruninha?
Olá, suave, tudo bom?
E eu trouxe aqui novamente a minha esposa e a Bruna para a gente fazer.
E o gatinho ali deitado, relaxado, de boa? Não vai apresentar o gato, viado?
Enfim, rapaziada, nós três aqui praticamos academia, né? Nós fazemos academia. E uma coisa que a gente entende na academia, né, cara, é que você não é dono dela. Você não é dono dela.
Então, cara, depende.
Esse é o privilégio de algumas pessoas, mas alguém fazendo aparelho, essa é a parte ruim da academia. Esse é o grande problema dela, é justamente isso, né, cara? Porque daí você quer, tá lá no teu papel lá que você precisa fazer um aparelho, você chega lá e tem alguém lá, você não pode pedir para ela sair. E se você tá naquele aparelho, na verdade você pode, irmão. Alguém quer fazer, você vai ter que ficar dividindo com aquela pessoa.
É, você pode recusar também, mas vai ser, parece um babaca, né?
Exatamente, você vai parecer um otário, você vai parecer muito babaca, querendo ou não. Infelizmente teve alguém que acabou sendo assim, a gente vai mostrar aqui, que é o pai de um rapper muito famoso. A Bruna tá ligada já, eu vi. E tem muita gente também, né, que hoje em dia, graças a Deus, Irmão, não tô sabendo disso não. Tanto isso não. Lá na academia que eu faço, muita gente que fica se gravando na academia, né? Bota na camerazinha parada lá, fica fazendo exercício, daí alguém passa na frente, fica bravo.
Nós faz isso, só que nós só não fica bravo.
Dois tipos de pessoas que acho que é dono da academia, esses dois tipos. E o que que a gente fez? A gente fez um compilado desses dois tipos de pessoas aqui pra gente ver e julgar, basicamente.
A gente sempre faz aqui, que é o que a gente faz nesse canal, né?
É, que a gente faz aqui nesse canal. O que eu sempre falo, que meu teto não é nem de vidro, ele é de sacola, porque eu falo tanto dos outros que se um dia eu fizer alguma coisa Cara, muito bom, viado.
Teto de sacola, muito bom.
Mais um dia na Academia Amarela, onde a aluna acha que é dona da academia. Academia Amarela, né? Que é? Smart Fit. Até porque é um problema, não é da academia. Não sei por que não colocaram o nome, né? O problema é da aluna, né?
Não quiseram divulgar.
Uma coisa que eu vi falarem da Smart Fit é que às vezes tem uns cara que quer fazer uns exercícios mais pesados, o cara fala, não, não pode.
É, eu ouvi falar isso.
Não pode ultrapassar o limite de anilhas na barra.
Ah, tá.
Os cara controla.
É, cara. Tem que ser pra saúde. Pra saúde apenas.
É academia geriátrica.
Ah, só lembrando aqui, tá, o Michael, eu entendo isso que você tá falando.
Não é que ela não deixa a galera treinar com mais carga, que ela não quer que as pessoas fiquem fazendo barulho de pessoas que treinam com mais carga. Isso é muito interessante porque é posicionamento de marca. Então se você for, por exemplo, numa Ironberg da vida, o padrão é a galera puxar peso pra cacete, gritar e bater o peso e a porra toda. A Smart Fit ela não se posiciona dessa forma. E quando aparece uma pessoa ou outra dessa mais marombeira que quer bater peso, quer fazer as coisas, cara, a melhor coisa que eles fazem é expulsar essa pessoa. Ela acaba criando um ambiente ruim para o público específico da Smart Fit, que é chato mesmo. Até eu, cara, que eu já fui desses, eu acho chato hoje. Então, ó, o problema não é o peso, sim o escândalo que as pessoas fazem por estar levantando ele.
Mais um dia na academia amarela onde a aluna acha que é dona da academia. Vamos lá. Eita, deixa eu ouvir aqui. É isso mesmo que ela falou? Vocês poderiam malhar mais para lá? Com certeza.
Minha nossa Senhora!
Então vou ver se eu consigo malhar. Fala, eu tô conseguindo. Então vamos ver se você vai conseguir malhar.
Ah não, que que é isso?
Nossa, mano, birra é aquelas— qual que é o nome disso aí?
Karen. Karen. A Lola sentou em cima do meu pé. Ela estava fazendo mobilidade e quando eu estava fazendo o búlgaro ela estava descansando e batendo papo. Fora que não atrapalhava ela de onde eu estava. Vi que ela queria discutir, então só ignorei. Tem gente que saiu para uma briga, né, velho?
Ela é igual você, levou desaforo. Tem que ser muito paciente para levar um desaforo desse para casa, né, cara?
Mas então aí que tá, né? Eu acho que o que vale Pena porque tá gravando, tá ligado?
Verdade.
Mandou bem, viado.
Tipo assim, eles vão levar o pau. Imagina, tu sai carregando a desaforo.
Exatamente o que imagina, Bruno.
Não, mas podia quebrar o pau e deletar o vídeo também, né? Porque a mina ali, na verdade, ela foi estratégica. Ela falou, mano, tá gravando. Ela teve uma frieza no raciocínio, você entendeu?
Gravando e dando o melhor de si e atrapalham duas vezes.
Eu sei, eu tô paciente.
Nossa, mas não é pra ir tanto pra cima assim, é?
Eita!
Não, ninguém atrapalhou nada aí.
Ah, mano, só tá... Ninguém atrapalhou nada.
Eu acho que quem tá atrapalhando é ela, né, com o celular ali, velho. Tipo uma... Olha, de verdade, cara.
Caralho, essa você mandou beizão. Na verdade, quem tá atrapalhando é ela com o celular ali. A pessoa tem que ficar, né, tem que tomar cuidado pra não chutar o celular.
Pagando tipo a direção do movimento dela, alguma coisa assim.
Não, mas é foda também, porque eu Eu consigo entender do ponto de vista do influenciador fitness. Consigo entender um pouquinho o ponto de vista dele, porque ele tá criando o conteúdo dele. Cara, eu tô trabalhando, velho. Mas aí, sei lá, tu tá trabalhando num ambiente público, né, cara? É igual, sei lá, o Matheus Wang, que faz bastante TikTok no metrô. Aí ele chegar lá pros caras que estão trabalhando no metrô: Ô, cala a boca. Tem como não passar aqui que eu tô gravando?
É exatamente isso. É exatamente isso.
É igual, se o Matheus Wang quer isso, ele vai lá e compra um trem pra ele. É a mesma coisa essa moça aqui. Esse aqui é tudo.
Você falou sobre a ideia da pessoa estar gravando num ambiente público. Você trouxe a ideia dele tá criando conteúdo. Mano, primeiro, é 10 quando a galera cria conteúdo, porque estimula outras pessoas a treinarem e tal. E mano, eu bato muita palma para isso, acho muito bom. E eu concordo muito com o que você falou, cara. As pessoas, elas estão vivendo a vida delas. A pessoa que passa na frente de um celular e tal, ela nem percebeu que tem um celular ali. Então, mano, qual o problema? Esse tipo de pessoa que fica puta é o tipo de pessoa que age dessa mesma maneira em todas as áreas da vida dela. Ela quer que o mundo se adapte aos gostos dela. Ela quer que todas as pessoas ao redor dela faça tudo para ela. Então, tipo, a síndrome do meu umbigo é o centro do universo, sacou? E aqui a gente vai a Freud de novo, né? Uma coisa que se faz em uma área da vida se faz em todas. Problema não é o gravar, não é a pessoa passar na frente. O problema é o mundo frustrar a expectativa da pessoa.
Eu não entendi muito bem o contexto aqui, mas é o pai do Real The Runner.
Que aleatório, né, meu?
Ah, tá, caralho, velho!
Ele tava fazendo exercício que eu não tô entendendo, não entendi direito qual que era o exercício que ele tava fazendo. Eu acho que era pra antebraço. E aí ele não queria revezar, não queria revezar, não queria revezar. Eu tô fazendo aqui meu treino, pô. Eu não queria revezar. Chamaram a funcionária, ficou brigando com a funcionária. Isso aqui eu acho que representa bem o cara que quer ser dono da academia, velho. E fazendo esse carrossel desde 2017, sabe?
Fit H, não quis revezar o aparelho.
Vejam o que ele falou.
Não quero saber da vida seu, vocês estão vindo aqui me julgar. Não quero conversar nem com você, nem com Não quer conversa.
Cara, eu já reagi a esse vídeo, hein? Calma aí que eu já falo o que eu acho disso aí.
É assim, pô, dessa, velho.
Eu não quero conversa, acabou. Não dirija a palavra para mim.
Baixa a voz, baixa a voz.
Só de pertinho vocês dois.
As coisas não funcionam dessa forma.
Então pronto, já falei para sair de pertinho. O cara acordou puto aqui hoje, né, cara? Não quero nem imaginar o recado que ele recebeu de manhã cedo aqui para estar desse jeito aqui na academia, cara. Não, porque o cara acordar assim e falar: não quero revezar.
Não, caramba, sai de perto de mim! Sai de perto de mim!
Ou o cara tomou umas testosteronas, né? Não vai revezar de pronto, não vai revezar de pronto, pô. Passa para cima, vamos passar, vamos passar.
Cara, eu acho que não tem problema nenhum revezar, cara.
Eu acho que tem que fazer, né? Porque tipo assim, a academia é o lugar privado e depende das regras do dono.
Ó, vou dar minha opinião, hein? E a minha opinião, ela é um pouco diferente disso aí tudo que vocês estão falando.
Dono da academia, se o dono da academia bota assim, tem que revezar, então tem que revezar. Revezar, acabou.
Então é isso.
E assim, né, eu acho também que também vai do bom senso da pessoa. Se tu tá lá revezando com o cara e o cara sua muito, tipo eu, aí o cara deixa tudo encharcado, vai dele saber. Pô, se eu estou numa academia e tô revezando aqui, será que eu dou uma limpada aqui ou não? Eu não sei, será que o pessoal fica meio foda esse senso?
Eu treino rápido, eu faço minha sequência bem rápido, tá ligado? Se o cara quiser revezar comigo e demora pra caralho pra fazer os exercícios dele, tá ligado? Aí tipo, é mais fácil terminar antes do que—
Pense pelo bom, cara, porque A pausa mais longa é melhor para hiperofisia.
Existe um consenso social que tem que se revezar o aparelho. Eu não sei se está no contrato de adesão da Smart Fit que é obrigatório revezar. Se você tivesse no lugar da outra pessoa querendo usar o aparelho, você ia querer que revezasse com você também, né? Se não for obrigado, o cara tem o direito dele de falar, cara, eu não quero revezar. Mas tem uma outra coisa, não sabemos o que aconteceu antes do vídeo. Porque o vídeo começou, o cara já tava puto. A gente não sabe o que aconteceu antes. Da mesma forma que a gente acabou de ver o vídeo de uma mulher pirracenta, a gente não sabe como essa pessoa que foi lá pedir pra revezar com ele agiu antes. É que, mano, eu sou muito do cara, deixa pra lá, tá ligado? Porque a pessoa, quando— vamos imaginar que efetivamente o cara é, mano, zoado e tal, tipo, mano, né? Cara, o maluco ele tá mal com ele, velho, ele tá tendo um dia bosta. Você vai deixar essa vibe pegar em ti, tá ligado? Ele não tá bem. Se ele tivesse bem com ele, ele falou: demorou, mano, vamos revisar, vamos fazer junto e tal, não sei o quê. Mas a gente tá percebendo que é o contrário.
Robin fica irritado ao tentar gravar seus vídeos em academia. O que não te conto sobre gravar seu treino? Se irritou, se passou.
Mas, gente, para você ter esse trabalho, você tem que ter um pouquinho mais de paciência, né?
Exatamente, cara.
Exatamente.
Não tem como, cara. A gente compra Só que eu ficava bravo com isso aí, velho.
Não, e sem contar que não muda nada no vídeo. Uma pessoa passando não vai mudar em nada no vídeo.
Ninguém liga, só ele.
É, porque, cara, eu tô vendo lá teu treino, passou uma pessoa, é tipo como se eu piscasse.
É. Não dá pra levar em consideração que é um lugar público e tá de boa, tá ligado?
Não, é que aí vem aquela outra parada. Se bem que o cara faz vídeo pra ficar irritado, pra colocar no TikTok, pra dar um vírus.
Aí tem isso também, viado. Pode ser estratégia, pode ser estratégia. Exatamente pra causar. E gerar engajamento. Pode ser.
Alunos batem boca em academia por uso de aparelho.
Realmente aconteceu.
Quantos você faz? 5. Do quê? Óbvio que não. Pergunta para ela se quiser passar o dia, que eu faço. Eu faço academia aqui há 4 anos. É que eu não paro, tem tempo para ficar aqui.
Não, mas eu acho que depende, porque eu acho que ela não tá querendo revezar, ela tá reclamando do tanto de tempo que ele tá fazendo. Aí eu acho que ele pode fazer, ele quiser fazer 80 séries, ele pode fazer 80 séries, contanto que—
Já reagi esse vídeo também, eu fecho contigo, Michael. Cara, se o cara quiser fazer 80 séries, ele faz, mano, tipo, zero problema. Fazer, quer revezar? Quer revezar? A gente reveza, zero problema. Se eu não me engano, o maluco ainda fala: se quiser revezar, pode revezar e tal, não sei o quê.
Vamos ver. Nas pausas ele deixa outra pessoa usar. Se a mulher tá reclamando dele usar o aparelho por si só, aí Aí quem tá querendo ser dona da academia é ela. Porque tem gente que não gosta de revezar, quer realmente esperar o outro. Mas daí, se o outro demora, aí vai fazer o quê? Ou reveza ou espera, né?
Ó, deixa eu contar uma experiência que eu tive, cara. Certa vez eu tava na academia, eu fui fazer um exercício e o cara tava sentado no aparelho mexendo no celular. E aí, cara, eu cheguei ali e perguntei para o cara, pô, quantas falta? E ele falou pra mim, porra, falta uma. Quando a gente chega na pessoa e pergunta pra ela quantas faltam, na verdade, na verdade, o que a gente quer é que ela responda, falta só uma, e que ela já comece a fazer a série pra sair do aparelho e a gente usar. E ele já tava uma cara mexendo no celular. Aí o mano, falta uma. Eu falei, pô, beleza, então vou esperar você fazer. Aí ele, tá bom. E ele continuou mexendo no celular. Aí eu falei pra ele, eu falei, irmão, já que você tá mexendo no celular, Deixa eu fazer uma série, depois você faz comigo.
É pegadinha? Ah, tá. Espero o tempo que você quiser.
Tá esperando.
E aqui tem o seguinte, Marco, ficou muito claro que o maluco foi arrastando o bagulho porque ele sabia que tava gravando. Você vê que ele vai falar, pô, tá gravando aqui, ó, tá?
Eu vou ficar aqui agora, quero ver quem me tira.
Eita porra!
Aí já entra na pessoa faz de pirraça, né?
Se encostar em mim, eu tá gravando.
Esse não leva desamparo.
Sim, ele esse é o que não leva.
Esse aqui reagiria um assalto, já sabe, né?
Sim. Queria entender o que que aquilo aconteceu. Levantou o peito, ó os bracinho.
Levantou o peito.
Respirando fundo.
Nesse momento ela estava falando com os professores para saber se existia tempo para cada um. Um para poder usar o aparelho, cara. Mas aí a mulher tá se fazendo, hein?
É eu aqui, ó.
É vinte minutinhos para cada aparelho, não é?
A mulher falou que eu tenho um tempo para ficar no aparelho.
Foqueiro.
Sim.
Microfone.
E aí, do que deu, hein?
E treinar.
É treina aí, coitado.
Mais rápido.
Não nesse momento o que tá valendo mais é a treta. Treino já ficou de segundo plano. Vamos brigar.
Rápido vai, mas rápido ela volta.
Tudo gravado aqui.
Se ela tiver falando alguma coisa, uai, meu amigo, você pode gravar o que você quiser. Sou uma cidadã.
Se eu precisar, claro, vou fazer uma mensalidade.
É que não dá para saber se não tá entrando no assunto revezar, porque eu acho que ela realmente não quer. Porque como a gente não tá entrando nesse assunto, a gente não consegue saber se envolve ele, né?
Pois é, a gente não consegue saber quanto tempo ele já tava ali também, né?
Porque depende, né, se ele tivesse já Umas 50 minutos.
Ele faz 5 séries, depois ele tem que colocar o outro puxador ali pra fazer mais 5 séries também.
É, então, aí que tá.
Tá perdendo o tempo do cara!
Tem que ver se ele já...
Cara, mas isso é super normal, tá? Então assim, ó, ele tá fazendo com uma barra. Ele pode sim, cara, terminar com essa barra e depois usar outra barra. Aí nesse ponto, o que é o mais interessante, o ideal é, cara, reveza.
Não fez 5 séries de outro exercício ali também, né?
Aí o cara já começa a culpar a academia, né? Aí não, a culpa não é minha se eu tenho esse aparelho aqui. Se eles não botam dois aqui também, na outra academia que eu fazia tinha dois. Cara pode querer levar para esse lado, né, cara? Aqui a Natália Valente reclamando. Isso aqui eu já vi aqui no canal. Ela ficando fazendo carinha assim de: está passando na minha frente, é?
Mentira, não vi.
Sim, sim, ela faz uma carinha exatamente essa que eu estou fazendo. Vai passar mesmo, né? E ela nem tá fazendo nada no vídeo.
Mano, deixa as pessoas, velho.
Ela quer ter um documentário dela 24 horas.
Não pode tampar nenhum segundo a imagem dela.
Pelo amor de Deus.
Mas eu acho que ela tava meio que esperando a galera sair da frente pra ela começar a fazer o exercício. O que eu falei da última vez sobre esse vídeo, eu reagi também, é o seguinte. Cara, ela colocou o celular num lugar, mas eu tenho 99% de certeza que as pessoas não viram o celular lá. Esse negócio de passar na frente de celular gravando e tal tá tão assim que hoje em dia, quando alguém vê que tem um celular, e a pessoa acidentalmente passa na frente, as pessoas até pedem desculpa. E aí foi interessante, virou uma outra trend da galera filmando que a pessoa passa na frente, a pessoa pede desculpa, e a pessoa fala, não, imagina, nada a ver, tá de boas, tranquilo.
Não foi isso que ela disse não. Ah, baba-ovo! Eita, tem outro vídeo aqui, o cara colou um link. Vamos nem sei o que se trata aqui, vamos copiar, vamos ver. Ah, mas vamos ver o perfil, porque pelo menos a gente consegue ver o perfil.
Carlinhos Maia.
Caiu o perfil também. Eita, o negócio era pesado então. Tem alguém que não quer saber ver o que que a Natália Valente falou que aconteceu aqui nesse vídeo. Não foi o que ela falou. Aí, ó, mais um. É só ir no vídeo dela. Ela falou que a mulher estava fazendo propositalmente e que tava irritando. Mas daí, como é que vai saber se foi propositalmente ou não? Eu posso achar que a pessoa tá passando propositalmente. Eu só posso saber a partir do momento que ela passa e começa.
Hahaha.
Pois é, uma questão de ponto de vista.
Não, mas e se a pessoa efetivamente tá passando propositalmente? Cara, é foda, velho.
Tipo, o treino e isso aconteceu.
Aí, irmão, falta mais uma barra aí.
Pô, mas daí foi otário.
Não, não, isso aí eu não acredito.
Sério.
Espera ele terminar, velho.
Mano, assim, cutucando, cara.
Cutucão é a coisa mais irritante que existe, velho.
É o cúmulo da falta de educação, né?
Pessoa te cutucar.
A Bruna sabe que eu não gosto. A Bruna é minha esposa, né? Minha noiva. E a Bruna sabe que eu não gosto muito de contato físico.
Eu sei bem.
A pessoa só encosta que eu já olho para ela.
Cara, eu sou desse também, cara. Não encosta Encoste em mim, por favor, não encoste em mim. Eu não gosto nem que as pessoas fiquem muito perto. Eu não acredito que isso aí é verdade, não, não acredito.
Vou ver até de novo aqui só para sentir mais raiva do cara.
Aí, irmão, falta mais uma.
Ele foi de novo.
Não, não, amor, tô dando repetição.
Mas ele foi de novo. A mina já tava quase entrando no vídeo para socar o cara.
Jerry vendo jogo de futebol.
Aí, irmão, aí ele foi duas vezes.
Caralho, aí ele foi mesmo.
Caralho, custa esperar a porra da série terminar?
Nossa, reação perfeita, mano.
Meu Deus, caralho.
Mas também o cara já pediu um anime umas 5 vezes, porra, de verdade.
Mas pô, eu achei que ele foi um pouco grosseiro. Ele poderia segurar a barra e falar só um minutinho. Ah, pelo amor de Deus, é isso aí.
Não, mas na moral, eu não acredito que isso aí é real. Não acredito, tá em outro universo. Barço para fazer isso.
Nossa, ficou nervosa ela. Às vezes os comentários são melhores do que o vídeo. Homem parte para cima de aluna dentro da academia por causa de uso de aparelho. Nossa Senhora, velho, eu dei like nessa desgraça, tá maluco? 150 mil pessoas deram like nisso, gente do céu.
Tu era uma delas.
O povo gosta de treta, cara. Mas agora eu evoluí.
Olha lá, para tirar foto minha.
Você não quer andar com Não, eu não vou sair, eu não vou sair.
Tira, tira!
Meu Deus, gente!
Não, tem gente que não tem que viver em sociedade. Agora, são vídeos assim que me fazem entender porque que existe prisão.
É, pois é, tem gente que o cara não é completamente maluco.
Você, nossa, tem uma mulher aqui que não tá saindo do aparelho! A mão dele quase não saiu do bagulho ali.
Essa aqui é a mesma coisa, cara. A gente não sabe o que aconteceu antes, velho, porque o maluco já tava muito pistola. Pode ser que o maluco ficou mais pistola porque a mina começou a tirar foto dele. Você viu que ele falou: não tira foto minha e tal, não sei o quê. Porque tem isso também, né, mano? Vai que o maluco foi lá, sei lá, perguntou, foi de boa e tal, e a mina xilicou, e aí já começou a virar treta. Porra, é foda, velho.
Tive que esperar 15 minutos para usar o aparelho porque a bendita não queria deixar eu usar, sendo que eu cheguei antes dela. O cara tá do lado do rapaz. Certo, até academia para mulher e academia para homens. Isso evitaria muito.
Nossa, que bosta ter que pensar nisso, né, cara?
É verdade, cara. Mas eu acho que se tivesse tudo de homem para mulher, seria muito mais fácil as coisas.
Academia de homem ia ser um inferno, né?
Eu acho que seria muita diversão. Na academia de mulher seria muita falsidade. Não, uma coisa é certeza, academia de homem ia feder pra caralho. Qual o contexto? Tem cara que tá dando contexto aqui. Ele deixou uma garrafa na máquina para ninguém usar. Ela tirou a garrafa e usou a máquina. Um escroto.
Faz certo.
Tá certa ela.
Quando academia tem alguém usando aparelho, aí o negócio já começa, né?
Garrafa não usa aparelho e a garrafa reveza o aparelho. Então tem problema.
Aparelho eu pulo, vou para outro. Se tiverem usando, eu vou passando. Se não tiver nenhum, eu espero, eu fico trocando ideia com os donos da academia. Acho que eu seria assim também.
Fora que quem quer fazer o treino certinho, o bagulho certinho, treino tendo tempo ali também. Mas é aí, rapaziada, faz um estúdio daí, né?
Exatamente, cara. Vê os—
mas deixa eu trazer um outro ponto aqui para vocês que é interessante. Quando a gente monta treino, treino ele é montado de forma estratégica. Então cada exercício ele tem a sua característica e tem um motivo muito específico dele estar naquele momento do treino. Eu falo para os nossos alunos, a sequência dos exercícios é que nem uma receita de algum, sei lá, de um bolo. Então tem a ordem, tem a forma de preparo, a mistura, o caramba quatro. Se não seguir a ordem, cara, o treino não fica tão bom. Então o que a gente faz é o seguinte: os nossos alunos do Muscle, por exemplo, eles têm acesso ao meu time de personagens que tem uma resposta assim ali no WhatsApp super rápida. Se o aluno chega na academia e fala, cara, esse aparelho tá ocupado, e manda mensagem pro time, o time de forma praticamente instantânea já fala pra ele, ó, pode trocar esse exercício por esse, porque existem exercícios que são similares. Então a gente consegue trocar. Não é interessante trocar a ordem dos exercícios. Inclusive, se você quiser conhecer esse trabalho que a gente faz de acompanhamento, a gente tem os profissionais, mas a gente tem nutricionistas e fisioterapeutas também no time, além de todos os treinos montados por mim que os nossos alunos recebem. Se você quiser conhecer, tem um link aqui embaixo, você clica nele, vai cair na página lá com mais informações. E se você quiser conversar com o meu time para tirar alguma dúvida, No final da página você encontra o botão dos aparelhos.
Aí você vai entender por que que você tá fazendo onde você tá e você vai pensar, ok, vou revezar. Vamos para o próximo aqui.
Qual é, mano? Tá olhando para minha mina ali?
Tá maluco? Tô olhando para menina de ninguém não, mano.
Tá assim, eu vi tu olhando, tá achando que eu sou doido?
Pô, eu acho que tu tá se confundindo, mano. Tô olhando para mina nenhuma não, tá ligado?
Tu fica ligeiro, viu?
Pô, qual foi, mano? Caralho, tá inseguro com segurança, pô? Tranca tua mina em casa, pô.
Tá um caralho, as coisas não é assim não.
Pô, cheio de insegurança aí, pô.
Segurança um caralho, tu fica ligeiro, viu?
Segurança pra caramba, né?
Tá maluco se o cara chegar assim falando?
O cara foi cobrar, velho.
Cobrar de olhar, cara?
Se eu te pegar lá fora.
Isso que é foda, né, cara? Isso aqui é.
Eu acho que na verdade ele tava a fim de pegar o cara.
Isso aqui é outra coisa que me faz entender Charles Darwin. Com certeza a gente vê nos macacos. O cara. Pronto, tu tá olhando, olhando pra minha mulher. O cara nem falou nada. Tá olhando pra minha mulher aí, eu vou te bater. Porque tu fez contato visual com a minha mulher.
Não, é muito... é uma fragilidade que...
É, o cara meio que tinha que ficar feliz, né?
Eu fecho contigo. Se o cara tá olhando pra sua mina, é porque ele achou sua mina gata. E se ele achou sua mina gata, ele tá meio que validando que você pegou a mina da hora.
Olha, minha mulher é desejada.
Não é para tanto, né, amor?
Por que não cria um privacy, baby? Bora, bora logo!
Mas, ó, tem um ponto aqui: existem olhares e olhares. E as pessoas vão olhar mesmo, tá tudo bem, faz parte. Mas quando a gente percebe que é uma pessoa que tá olhando demais, aquele olhar meio que, cara, chato, você percebeu, encosta na mina, conversa com ela, dá um beijo na boca dela, o cara já vai se ligar que a mina tá acompanhando. Porque uma coisa é o cara olhar para sua admirar, e tem todo esse lance até que eu brinquei aqui da validação. Outra coisa é começar a faltar com respeito. Vou deixar você agora com esse aqui, ó, que é só vídeo polêmico da internet, cara. Mano, tem umas parada aqui que o pau quebra, viado. E tem coisas aqui que eu falo que pouquíssimas pessoas concordam, mas, velho, é a minha opinião. E se você concordar com ela, boa. Se não concordar, boa também, velho. Então, se você quiser ver o pau quebrando, cara, clica nesse vídeo.










