PORQUE 90% DOS PROFESSORES DE ACADEMIA SÃO LIXO!

In this impassioned YouTube monologue, Rodrigo Barros (the speaker) denounces the majority of gym instructors, claiming that about 90% are unprofessional and detrimental to members' health. He outlines a series of grievances: instructors treat the gym as a gossip hub, sharing personal information about clients and causing relationship fallout; many are lazy, often slouching on equipment, using their phones, or forming idle chat circles, which distracts them from supervising members. He cites instances of trainers mocking or ridiculing clients who perform exercises incorrectly, showing a lack of technical competence and empathy. A major criticism is the negligence in monitoring form, leading to potential injuries, and the failure to provide individualized training—most simply hand out generic programs without assessing joint health or personal needs. Barros also discusses systemic issues: low wages cause trainers to do the bare minimum, contractual obligations are ignored, and gym management often tolerates these behaviors. He urges viewers to report poor staff, demand better attention, and share their own negative experiences in the comments. Drawing on his own experience as a former gym coordinator in Moema, São Paulo, he reflects on the importance of proper instruction, patience, and the trainer’s duty to prioritize the student’s safety and learning over personal convenience.
Chapters
Esse tema me deixa puto porque 90% dos professores que estão na academia são um lixo. Eu sei que vão ficar puto comigo e muitos professores não vão gostar de nada do que eu vou falar aqui, mas o meu compromisso é com você e com a verdade. Então eu vou te revelar como que esses professores estão te fazendo de trouxa. A primeira coisa: eles estão cuidando da sua vida. Eles deveriam cuidar, na verdade, da sua saúde, do seu corpo, da sua das suas articulações, mas não, eles estão muito mais preocupados em cuidar da sua vida. Você já parou para pensar que uma academia gera mais fofoca do que um salão de cabeleireiro? E cara, você sabe que esses salões têm exatamente essa fama, né? Mas os professores, eles ficam ali o dia inteiro bisbilhotando a vida dos outros e fazendo fofoquinhas entre eles. Quando não, acabam impactando de forma muito negativa na vida das pessoas. Então você que se Você se abre muito ali com o seu professor? Fala coisas da sua vida? Então saiba que não, ele não guarda segredo. E assim que você vira as costas, eles contam tudo que você falou para outras pessoas. Eu já vi casos de casais se separarem por conta de fofoquinha de professor. O câncer da preguiça, um professor que vive encostado nas máquinas. Cara, aqui a gente tem dois problemas. Primeiro, o professor ele precisa passar exatamente energia. Você precisa olhar pro cara e sentir vontade de treinar, sentir disposição. Aí quando você olha pro cara, ele tá lá escorado parecendo um ornamento, um objeto de decoração do ambiente. Ah, tô cansado, velho. Segundo ponto é o seguinte: ele tá tão na preguiça, ele tanto tá economizando energia, e quando você vai lá perguntar alguma coisa pra ele, é como se você tivesse interrompendo o descanso dele. Cara, o aluno é o patrão, o aluno é quem paga o salário dele, e no final das contas ele acaba te vendo como um estorvo que tá atrapalhando o momento dele de ficar ali de boas. Esse é o que me deixa mais puto de todos, cara: o professor que ri quando vê um aluno fazendo um exercício errado, ou um exercício que ele acha que é errado. Chegou até mim a seguinte situação: quando os nossos alunos vão para academia e fazem alguns exercícios com as adaptações que eu passo, esses exercícios eles ficam diferentes, alguns ficam bem diferentes dos exercícios convencionais. Então um dos nossos alunos se queixou falando que quando ele tava fazendo ali a remada do lalá, juntaram dois professores e ficaram um comentando, cochichando com o outro, olhando para ele e rindo. Depois desse aluno ficar incomodado com essa situação, ele foi lá até os professores e falou: cara, tá acontecendo, vocês estão olhando para mim, estão rindo, o que que é isso? O que foi? O que que rolou aí? E aí eles falaram que não, porque esses o exercício tá errado, porque não é assim que faz, é que não sei o quê, não sei o que lá. Ou seja, junta a incompetência técnica do cara não saber olhar para o exercício e identificar alguma variação que foi feita, e a falta de profissionalismo de ficar rindo do aluno. Ou seja, é um baita de um filho da puta que tá ali ao invés de ajudar fazendo chacota, e ainda por cima é burro. Então, se você é professor e, cara, você vê algum aluno fazendo alguma coisa errada, faz muito mais sentido você ajudar ele fazer o que você precisa fazer porque você foi contratado para isso. Mas o problema maior acontece nesse quarto aqui, são os professores que não estão se importando se você vai se machucar ali dentro da sala de musculação. Eles não se preocupam em te corrigir se você estiver fazendo exercício errado. Eles na verdade por vezes nem veem que você tá fazendo exercício errado por pura incompetência. Uma coisa que é importante, se você nunca parou para pensar nisso, pense agora. A função primária de um professor dentro de uma sala de musculação é estar atento ao que tá acontecendo. Algumas pessoas vão falar: não, o professor ele tem que ter bagagem técnica. Óbvio. Ah, o professor tem que agir, tem que corrigir. Óbvio. Mas antes de tudo isso, o professor precisa estar atento, cazzo. E se você é professor e tá numa sala de musculação que nem um idiota lá olhando para cima, distraído, você tá fazendo um baita de um trabalho bosta, porque você tá ali exatamente para evitar que os alunos se machuquem. Você já parou para pensar nisso? Antes de entregar um resultado satisfatório para o aluno, que é óbvio, é função do professor, o professor precisa evitar que o aluno se machuque naquele ambiente. Tanto isso é fato e as pessoas não param para pensar nisso, que o CREF, que é o órgão regulamentador da profissão, ele obriga cada ambiente de academia que tem alunos se exercitando tenha no mínimo um professor. Mas do que adianta o CREF obrigar a ter um professor lá se o filho da mãe ele tá lá, mas só corpo presente, né? Que às vezes ele tá ali pensando na morte da bezerra, ou então até cometendo o próximo, que também me deixa muito puto, que é só ajudar quem ele quer ajudar. Ou seja, ele só dá atenção pras gostosas, ou então pra aquele amigo dele. Você, professor, você que faz isso, toma vergonha na sua cara, irmão. Dois pontos aqui importantes. Primeiro, se você acha que pelo fato de ficar ajudando a gostosa, dando mais atenção pra ela e etc. e tal, isso vai te render alguma coisa, olha, eu posso te falar com muita certeza que você tá bem enganado. Segundo, se você fica dando mais atenção àquele seu amigo que fica trocando ideia, etc. e tal, você tá cometendo um crime, porque você não tá cuidando dos alunos que estão ali na sala. Você não está fazendo o que você foi contratado para fazer. Você não tá ali em prol do outro. E ser professor é fazer tudo em prol do aluno. Você é um baita de um egoísta que tá só pensando no que é bom para você. Você que é aluno das academias já passou por isso? Isso, comenta aqui como foi isso, quando você tava precisando de uma ajuda e você olhou, tava lá o professor ajudando a gostosa numa coisa que ela nem precisava de ajuda porque ela já sabe fazer. E aqui eu não tô nem citando uma coisa que é ridícula do ridículo, que é o idiota do professor que fica desmontando e montando as máquinas para essas alunas. Cara, isso eu olho, eu falo, mano, é um babaca que merece ser demitido agora. Mas se você já passou por situações desse tipo, que ficou puto com essas coisas, cara, comenta aqui. Eu quero ver a sua história. O sexto da lista é aquele cara que o brilho da tela do celular dele é a única coisa que importa. Isso mesmo que tem algum aluno ali se machucando em algum exercício, descendo a barra do supino no pescoço, ou até deixando a barra do agachamento esmagar ele no exercício. Esse cara, ele é viciado no celular dele. Ou seja, ao invés dele estar atento à sala de musculação, observando o que tá acontecendo e cuidando daqueles alunos Não, ele tá mais preocupado com o que tá acontecendo nas redes sociais dele. E eu não vou nem te falar que isso deveria ser proibido, porque isso é em algumas academias. Mas eu vejo com muita frequência os professores indo atrás de uma pilastra, atrás de algum equipamento, pra fugir do raio ali da visão da câmera, pra ficar mexendo no seu celular. Isso quando o cara não tá ali no computador que monta treino navegando pela internet. Porque ele ainda passa uma mensagem que tô montando treino com alguém. No final das contas, ele tá fugindo do trabalho dele e fazendo algo que é única e exclusivamente bom pra ele. Foda-se o aluno. Esse é um dos que mais te prejudica. Eu vejo com frequência o professor juntando com outro professor ou com outros 2 professores e às vezes com outros 3 professores, fazem uma literal rodinha e ficam trocando ideia. Ou seja, o cara não tá fazendo o trabalho dele e tá impedindo os os outros de fazerem também o seu trabalho. E os caras ainda acham que tá tudo certo. E o aluno, o que tá acontecendo? Se o aluno tá morrendo lá com a barra do supino no pescoço, o que importa é a conversa deles. Se o outro aluno tá lá fazendo exercício todo torto e vai machucar seu ombro e pode até evoluir para uma necessidade de uma cirurgia, os caras estão ali trocando ideia deles para agravar a situação. Lembra lá do tópico da fofoca? O que você acha que eles estão fazendo nesse momento. Eles tratam o ser humano como uma carne de açougue, passando exatamente o mesmo treino para todos. Ele simplesmente imprime o treino e te entrega, ou vai lá e coloca no sistema para você. Muitas vezes o cara nem te pergunta se você tem alguma sensibilidade articular, se tem algum movimento que você faz e provoca dor conforto. Não, ele pega o treino e te passa. Isso por quê? Porque para ele pensar, montar um treino de acordo com a sua individualidade biológica, cara, é mais cansativo do que um treino de perna. Então ele simplesmente pega um treino e te entrega. E eu já ouvi professores falando que eles fazem isso porque eles ganham só para isso. O cara é tão um filho da p— porque assim, ele é contratado, beleza? E na hora que existe um contrato entre academia, empresa e o professor funcionário, eu entendo da seguinte maneira, cara. Então, ó, eu vou te pagar X para você fazer esse trabalho, você aceita? É claro. Depois, o filho da mãe não consegue honrar com a palavra dele porque ele aceitou aquele valor para fazer aquele trabalho. Aí, na cabeça dele, ele pensa assim, ah, se eu fosse dar uma aula de personal, eu ganharia R$100 a hora, por exemplo, mas como eu tô aqui na sala, eu tô ganhando R$15, então eu faria um bom trabalho se eu ganhasse R$100 a hora. Como eu não ganho R$100 a hora, eu vou fazer o trabalho correspondente aos R$15 a hora. Mas é um imbecil, cara! Cara, foi feito um contrato, ele aceitou a parada, e aí depois ele não cumpre com o dele. E o maior prejudicado é você. E eu vou falar que existe uma grande responsabilidade da academia também, porque ela não deveria permitir isso. Não tá fazendo o seu trabalho? Rua! E é recomendação minha, cara. Você tá vendo essas coisas acontecerem, chama o gerente, leva essa informação para frente, não aceite isso. Porque hoje a gente vê a galera: ah não, mas é assim mesmo. Cara, não, não é para ser assim, cara. Existem bons profissionais e maus profissionais em qualquer área, mas cara, é a sua saúde que tá em jogo. Você já parou para pensar que você pode se machucar por incompetência deles e levar essa lesão, essa sequela, para o resto da sua vida? Você tá indo para academia para buscar saúde, para buscar uma vida melhor, e você pode sair de lá lesionado porque tem um filho da mãe que não tá cumprindo com a sua responsabilidade, ele não tá cumprindo com o seu juramento. Quando a gente se forma, a gente faz um juramento, cara. Ele é uma vergonha para profissão. Dane-se o problema dele, mas ele tá prejudicando você. Não deixa isso acontecer. Para esse nono, eu vou te contar uma história. Eu era coordenador numa academia no bairro chamado Moema, em São Paulo. Naturalmente, eu treinava os professores a serem professores. E uma coisa que acontecia com uma certa frequência era os caras se queixarem que tinha que explicar o mesmo exercício para o mesmo aluno várias vezes. Eles falavam: porra, meu, mas eu já ensinei o cara como faz, ele é burro? Cara, nesse nível o professor falava isso do aluno. Vergonhoso, né? Eu também acho. Mas eu virava para ele e falava assim: cara, não, ele não é burro, só que isso aqui é a sua profissão, você vive isso aqui, você sabe de forma muito clara a diferença de um exercício para outro, de uma máquina para outra. Se eu te colocar dentro de uma sala com 50 computadores diferentes, você vai saber me falar a diferença entre eles? Não. Então, cara, porque não é sua área. E se você tivesse dificuldade com isso e perguntasse lá para o técnico 50 vezes sobre alguma determinada coisa, você não gostaria que gostaria que ele te explicasse? É, gostaria. Então, mano, é a sua função. Se você tiver cansado de explicar a mesma coisa, troque de profissão, vá fazer outra coisa. Porque ser professor é ensinar o aluno 50 vezes como fazer uma rosca direta, e, cara, todas elas com uma grande paciência e boa vontade. Porque no final das contas, ser professor é colocar o aluno em primeiro lugar, é fazer tudo em prol aluno. E eu te trago mais uma reflexão aqui. Você que é professor, se você ensinou o aluno a fazer o exercício uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, esse cara não entendeu ainda, será que você tá sendo eficiente na sua forma de ensinar? Não que o aluno não possa esquecer, e eles na grande maioria das vezes esquecem, e tá tudo bem. Então é função do professor ensinar, é função do professor de novo colocar o aluno em primeiro lugar e ajudar essa pessoa, independente do que esteja acontecendo. E aqui eu tô falando sobre ensinar o exercício, não tô nem entrando no mérito de o que um bom professor tem que fazer. E era isso que eu cobrava muito deles, falar: cara, não é simplesmente ensinar o aluno a fazer o exercício da forma certa, é falar para esse aluno: ó, cara, então esse exercício, o foco é trabalhar esse músculo. Então quando você tiver fazendo, é importante que você sinta esse músculo trabalhar. Ou seja, entregar para o aluno não só o que é o exercício, mas qual a função dele, qual o objetivo desse exercício no treino. Isso é fazer um trabalho decente, que infelizmente é bem raro a gente ver hoje em dia. E claro que existem outras coisas polêmicas na academia, e é exatamente sobre isso esse react aqui, ó, vídeos polêmicos na academia. Clica aí, vai lá!










