REACT O GRAVE PROBLEMA DOS PRODUTOS COM MUITA PROTEÍNA QUE NINGUÉM ESTÁ FALANDO

SPEAKER A and SPEAKER B break down the protein-fortification trend flooding products from the UK to Brazil. Most people need 0.8 to 1.6 grams per kilogram of body weight; above 1.6 g/kg brings no extra muscle gain. Whole foods like eggs and beans beat expensive ultraprocessed protein products masked with sugar and additives.
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O grave problema dos produtos com muita proteína que ninguém tá falando. Esse é o vídeo que a gente vai assistir junto agora. E cara, é verdade, tem muito, muito produto com acréscimo de proteína. A gente chama isso aí de proteinização dos produtos. Eu morei um tempo fora, há não muito tempo, morei em Manchester, na Inglaterra. E é bizarro como lá, mano, tudo tem muita proteína. Tipo assim, você entra nos corredores do mercado, você encontra praticamente todos os produtos que você imaginar, claro, alimentícios, com tipo uma opção com boost de proteína. É surreal. E isso tá chegando aqui no Brasil. Vamos lá, vamos assistir aqui.
No vídeo de hoje eu vou revelar a farsa dos alimentos altos em proteína que invadiram o supermercado. Pão proteico.
Eu já vou dar minha opinião também, né? O que acontece é o seguinte: a galera coloca proteína no negócio e aí é vendido como uma coisa mais saudável porque tem proteína. E na verdade não, cara. Às vezes o negócio tá cheio de açúcar, tá cheio de ultraprocessado, cheio de gordura, só que tem proteína também. Tem que tomar cuidado com isso.
Iogurte proteico, barra de proteína, agora tem até água com proteína. Só falta colocar proteína no cafezinho.
Ah, já tem também.
Será que você precisa de tanta proteína assim? Será que um produto alto em proteína é mais saudável? De onde vem esse vício em colocar proteína?
Ah, deixa eu te contar um negócio. Olha só, lá tem uns produtos muito diferentões assim, né? Que aí eu tô trazendo a minha experiência aqui para você. Cara, sabe esses iogurtezinhos? Proteico? Proteico é uma marca famosa aí. Esse iogurte ele vem com 15 gramas de proteína. Cara, ele lá é um dos piores, bizarro. Lá tem com 25, com 30, eu comprava um com 40 gramas de proteína, velho. Bizarro, bizarro. Vamos voltar aqui.
Proteína em tudo? Para descobrir se você realmente precisa desses produtos, vamos começar entendendo o que as proteínas fazem no corpo, tá? De fato, proteínas são essenciais para a vida. Abriu uma ferida e precisa fechar? Entra em formam o colágeno e a fibrina, proteínas que agem na reconstrução da pele. Ficou gripado e precisa combater vírus? Começa a produção de anticorpos, que também são formados de proteínas.
Treinou, quer ficar boladão? Precisa de proteína, porque a fibra ela se chama proteína contrátil. E aí a gente vai construir proteína.
Precisa transportar vitamina e mineral pelo sangue? Entra albumina e várias outras proteínas de transporte do sistema circulatório.
Albumina peida demais, velho. Brincadeira, gente, tem albumina no corpo.
E se o assunto é crescer músculo depois daquele treino puxado? Também é proteína que faz esse trabalho. Praticamente todo o processo bioquímico do nosso corpo, desde a multiplicação das células até a digestão do estômago, usam alguma proteína. Mas não é porque uma coisa é importante que a gente deve consumir mais dela, certo? O clássico exemplo é a vitamina D. Nos níveis ideais é ótimo, ajuda na saúde óssea e do sistema imune, mas se fica muito—
Aumenta a testo, deixa a gente boladão.
Acima do valor de referência pode dar até intoxicação no fígado. No caso da proteína é a mesma coisa, tudo tem limite. Muita proteína em excesso mesmo pode sobrecarregar os rins. Isso é um problema especialmente para quando a pessoa já tem alguma doença crônica nos rins. Mas proteína de menos também faz mal e os sintomas aparecem, como eu expliquei nesse vídeo aqui. Acontece com muito estudante na faculdade quando mistura a vida corrida com falta de grana e uma alimentação toda desregulada. Falta de proteína gera unha fraca que lasca fácil, pele seca e pálida, cabelo—
Cara, eu adorei essa cobertura. Que o editor dele usou. Adorei, cara! Gente, essas imagens que vocês veem no vídeo aqui também nosso, a gente chama imagem de cobertura, porque é uma imagem que a gente cobre a imagem, tipo, da minha cara, por exemplo, né? No caso dele ali, o editor dele ainda deixa um quadrinho dele. E aí ele falou de unha fraca, apareceu a mina pintando a unha, cara. Ai, cara, quer dizer, pode ser um cara também, né? Só que é um pouco mais difícil. Se ela quiser pintar a unha de vermelho, vai dar também.
Falta de proteína gera unha fraca que lasca fácil, pele seca e pálida, cabelo fino e quebradiço, sem brilho, caindo mais. Esses são sintomas de falta de proteínas para produzir colágeno e queratina, que são essenciais para pele e cabelo.
Desculpa, gente, eu sei que o assunto é sério, mas eu tô meio trouxa agora.
Deficiência de proteína também gera deficiência de fatores de coagulação, levando a ferimentos que demoram mais para cicatrizar. Com pouca proteína, o corpo começa a priorizar o que é vital e também deixa a imunidade de lado. Então você pega mais infecção ou ela demora mais pra passar e aparece fraqueza, cansaço, perda de força porque a massa muscular—
Mas nós não tem esse problema aí não, cara. Nós, a gente consome bastante proteína, a gente toma whey e tal, come ovo, come carne. Nós é maromba, né?
Com falta de proteínas começa a ir embora. Esse problema pra gente não tem não. A gente começa a perder massa muscular a partir dos 30 anos. Então, galera, comprar produtos com alto teor de proteína pode até fazer sentido. Mas olha isso aqui, esses dias eu fui no supermercado e vi um pão Sabor Proteínas. Eu juro, eu fiquei alguns segundos olhando pro rótulo tentando entender a promessa. Afinal, proteína não tem sabor. Sei lá, parece que tão querendo tanto colocar a palavra proteína em tudo que se esqueceram que o meme sabor chocolate ou sabor café mostra que o produto é ruim, né? Mas aqui foi usado como se fosse um selo de qualidade. Só porque teria mais proteína seria melhor. Ou então isso aqui. Eu tava no sacolão e junto daqueles freezers que costumam ter água de coco e sucos naturais estava ela, a água com proteína. Que nem água é, tá? Cara, Precisa chegar nesse ponto de pagar quase R$14 numa garrafinha de água que tem nome hidro só pra parecer que é água, mas não é água? Será que essa estratégia de adicionar proteína em alimentos do dia a dia, tornando eles—
Então, tem água lá também. É água? Não sei, mas que tem água lá, tem também.
Suplementos seria o ideal pra uma alimentação mais saudável? Ou estamos falando de uma jogada de marketing? Uai, pra descobrir nós precisamos saber quanto de proteína exatamente o corpo precisa por dia pra funcionar bem. Pra aí sim entendermos se a gente precisa aumentar essa quantidade quantidade com esses alimentos proteicos.
E ó, aqui eu vou trazer, ele vai falar alguma coisa ali e eu vou trazer para você alguns dados, né? Mas se você tá numa dieta, por exemplo, para reduzir gordura, hoje a gente sabe que é interessante consumir uma quantidade. Se você tá com uma dieta para aumentar massa muscular, é outra quantidade. Vou explicar, tá? Eu acredito que ele vai trazer ali de 0,8 a 1,2 por quilo de peso. Vamos ver.
Quanto de proteína precisamos parece uma pergunta simples, mas ela intriga os cientistas há quase 200 anos. E a verdade é hoje existe discussão sobre isso. Lá em 1840, um químico chamado Justus von Liebig estimou que um adulto precisaria de 120 gramas de proteína por dia, baseado na dieta de um grupo de trabalhadores alemães. Mas concorda comigo de definir um número fixo para todas as pessoas não faz muito sentido? Porque cada um tem um peso, um metabolismo, um consumo energético diferente dependendo das atividades. Eu vou te explicar como que cientistas resolveram essa questão e chegaram a um número. Mas eu preciso confessar uma coisa: eu, até pouco tempo atrás, não bati a minha meta de proteína quase nunca.
Não porque eu não sabia quanto eu precisava, eu fiz nutricionista, mas por falta, irmão, ó, faz o seguinte, aqui embaixo tem um link do site da Growth, entendeu? Vai lá no site da Growth, lá você vai achar uma diversidade gigantesca de tipos diferentes de whey, cada um para uma especificidade de corpo. Aí na tela, se você tá na correria, tem wheyzinho pronto. Se você quer mastigar, tem barrinha de proteína, né? Também tem tipo outras formas de você ingerir proteína, tem tudo lá no site da Growth, wheyzinho e tal, não fica não, cara, sem bater a quantidade de proteína. Ah, o cupom LALAT dá desconto, vai lá e ó.
Direito. E aí ficava correndo atrás de suplementos ou alimentos altamente proteicos como esses do vídeo para compensar algo que um prato de comida de verdade entrega. E sendo bem sincero, o que mudou o jogo para mim foi ter comida boa e pronta na geladeira.
Ó, deixa eu te falar uma coisa aqui muito relevante, tá, mano? Eu super defendo a ideia de consumir whey ou outras formas de proteína, mas nunca, nunca substitua uma alimentação saudável. Nunca, tá bom? Por favor. O suplemento, ele, o próprio nome já diz, é pra suplementar. Não é pra te alimentar. Pra alimentar a gente tem as refeições normais, caralho. É pra suplementar. É um complemento, é um facilitador da vida, tá bom?
Bora entender como descobriram quanto de proteína nós realmente precisamos. Qual era o mínimo? Por muito tempo não sabíamos. Até que por volta dos anos 40, pesquisadores da Academia Nacional de Ciências dos Estados Estados Unidos chegaram na recomendação: entre 0,8 e 1 grama de proteína para cada quilo de peso que você tem em um dia, tanto para homem quanto para mulher. Abaixo disso, o corpo é obrigado a queimar as próprias reservas de proteína do músculo e dos órgãos. Então, se você perde—
ponto importante aqui, você viu o que ele falou? Abaixo disso, o seu corpo vai— um termo muito bacana para a gente usar aqui— ele vai se canibalizar, cara. Então assim, se você não consumir isso de 0,8, hoje a gente já usa de 1 até 1,2, tá? Para uma pessoa sedentária, uma pessoa que não treina musculação, o seu corpo vai degradar músculo para parar de acontecer. Como é que tá isso com as canetinhas emagrecedoras? É isso que tá acontecendo, cara. Galera tá churrando, tá perdendo massa muscular para cacete porque não consegue consumir isso aí, tá? E aí tá vindo uma forte proposta aí de, cara, a galera começar a utilizar, tipo, né, coisas com mais proteína e tal, aí pode fazer sentido, né, dependendo do alimento. Óbvio que o whey vai entrar aqui nessa questão, mas toma cuidado, tá? Isso é pra quem não treina, tá?
Peso 75 kg teria que comer no mínimo entre 60 e 75 gramas de proteína pra não perder massa muscular e não entrar em deficiência. Mas esse número detectado aí na década de 40 era o mínimo. Nós ainda não sabíamos qual era a ingestão ideal de proteína pra preservar a força, preservar os músculos durante o envelhecimento, durante o emagrecimento, para se recuperar de exercícios, para ter mais saciedade. Foi aí que vieram novos estudos mostrando que em alguns casos comer mais proteína poderia ser bom. E com esses estudos, o mercado de produtos proteicos foi criado. Afinal, quanto mais proteína fosse necessária, mais vendas esses produtos teriam. Isso aí foi por volta dos anos 2000.
É, cara, a gente não pode tirar da equação, gente, que, mano, o mercado ele quer fazer venda, cara. É isso. O mercado ele vai seguir o que a população está querendo comprar, entendeu? Então aqui a gente está falando de proteína, mas não há muito tempo a gente teve o boost, né, a explosão dos produtos diet, light, né, reduzido em calorias e tal. E aí você pode pensar, porra, nossa, a indústria é super legal, né? Tipo, ela colocou esse produto na rua, né, nas gôndolas aí pra gente comprar e facilitar nossa vida. Não, cara, a indústria ela quer vender os produtos dela, é isso só. Então se a gente está consumindo mais esses produtos light, etc., não vai produzir proteína igual.
Estudo feito em 2008 acompanhou mais de 2.000 idosos de 70 a 79 anos por 3 anos, e quem comia mais proteína, perto de 1,2 grama por quilo de peso, perdeu 40% menos massa muscular do que quem comia menos do que isso, na faixa de 0,7 grama por quilo. Ou seja, pessoal, comer um pouco mais de proteína pode fazer a diferença entre você ser um idoso que consegue ficar de pé sozinho e um idoso que não consegue nem se levantar.
Depois, um outro estudo de 2018, é por isso que a gente A gente vai continuar treinando, comendo proteína e tal, para se tornar um idoso que não só consegue ficar em pé sozinho, mas consegue fazer outras coisas mais, cara. Você entendeu do que eu tô falando.
18 viu que consumir mais de 1,6 gramas não gerava ganhos de massa muscular livre de gordura. Ou seja, a gente não precisa de mais do que isso, a não ser que—
ó, você viu que ele falou consumir mais não gera ganhos de massa muscular, mas não tá relacionando a treino ainda. Esperar para ver se ele vai falar, tá?
Por recomendação de um nutricionista. Por isso diante de todas as evidências que nós temos, o consenso do Guia Alimentar dos Estados Unidos, que vale para 2025 a 2030, recomenda comer entre 1,2 a 1,6 gramas de proteína por quilo de peso. Joga na calculadora e faz o cálculo para você. Eu que peso 86 hoje, eu preciso ali de 103 a 137 gramas. E o número exato vai variar dependendo do seu nível de atividade física, da sua idade, do seu objetivo e da quantidade total de calorias que você precisa. Com acompanhamento nutricional, essa margem pode subir até para 2,2 gramas de proteína por quilo de peso, sem que cause um excesso de proteínas no corpo.
Ok, agora eu te trazer aqui algumas estratégias que a gente usa com os nossos alunos. Então, gente, aí não sou eu que faço não, tá? Eu não sou nutricionista, eu tenho um time de nutricionistas para fazer isso, mas a estratégia eu conheço. A galera que tá no processo de redução de gordura, o déficit calórico faz com que o catabolismo proteico, né, o catabolismo de músculo, ele possa acontecer de forma mais facilitada. A gente tem estudo hoje mostrando que é interessante você usar uma quantidade maior de proteína A gente usa de 2,5 até 3 gramas de proteína por quilo de peso. Já uma pessoa que tá aumentando massa muscular, tá em hipertrofia, você deve estar pensando: ah, consome 2 gramas por quilo de peso. Então, essa é uma estratégia que funciona, mas ela é meio antiga já. Hoje o que a gente sabe é: 1,6 gramas de proteína por quilo de peso, se você estiver em superávit calórico, é o suficiente. Ou seja, o seu músculo, o seu corpo, ele não vai usar mais do que isso. E a proteína, ela tanto é cara quanto ela gera saciedade. Logo, uma pessoa que tá com superávit calórico, tá aumentando peso, não é legal ela ficar muito saciada, porque senão pode atrapalhar em fazer todas as refeições. Então a gente trabalha com a proteína mais baixa, na quantidade que é o limite ali que o corpo vai usar. Inclusive, se você quiser se tornar meu aluno também, ser cuidado por mim, por todo o meu time, tem um link aqui embaixo. Eu vou colocar à sua disposição disposição para cuidar de você, personagens, nutricionistas, fisioterapeutas, e ainda um time de sucesso do cliente para ficar enchendo o seu saco, saber se você tá indo treinar, tá fazendo a dieta, o caramba quanto, porque eu sei que isso é importante. Então clica aqui embaixo e se torne meu aluno também.
Pergunta: é fácil conseguir tudo isso? Talvez não seja. E é nessa dúvida cruel que a indústria se apoia. Na verdade, ela se apoia na ideia de que buscar proteína o tempo todo é bom, é saudável.
Afinal, tecnicamente é um nutriente muito importante para o Cara, aqui depende de interpretação, tá? A indústria quer vender, então parta desse pressuposto: a indústria quer vender. A indústria pode estar colocando proteína em tudo porque sabe que você está buscando mais proteína e aí a probabilidade de você comprar o produto é maior. Procuro pensar dessa maneira. Ou então, a indústria está colocando proteína sempre para fazer com que você sempre esteja se preocupando em consumir mais proteína. Cara, aí é uma questão de interpretação. Eu procuro ver o mundo mais colorido possível.
E que pode ser que seja muito difícil de bater as metas. Será mesmo? O que os produtos altos em proteína escondem?
Aí já é uma outra questão, que é o que eu falei lá no começo. Tem que tomar cuidado porque às vezes é um produto ruim, né, critério de carboidrato, açúcar, gordura e tal, só que tem proteína também.
Sendo bem sincero e me baseando na pesquisa de orçamentos familiares do IBGE, que avaliam os nossos hábitos, 97% dos brasileiros já batem o mínimo de proteína de 0,8 gramas.
Então deficiência de 0,8, tá falando de pessoas sedentárias, certo? Proteína na nossa, para nós que treina, o rolê é outro, já expliquei.
População é muito raro. Só que 0,8 nunca foi a quantidade ideal, né? É o que você precisa para não ficar doente. Além disso, se você é minimamente ativo ou se precisa manter a massa muscular porque é um idoso, a recomendação de proteína é maior.
Nutricionistas costumam fazer um exercício erradão ali, né, viado?
Massa muscular porque é um idoso, a recomendação de proteína—
o professor, chama um professor aí para ajudar esse velho, cara. Tá ruim o negócio aí, vai foder o ombro dele.
Como trabalhar com 0,8 a 1,2 gramas por quilo de peso para pessoas sedentárias e de 1,4 a 2 gramas para quem é mais ativo ou idosos. Mas olha como até para esses casos de maior necessidade nós não precisamos sair estocando barrinha de proteína em casa. Um homem de 80 kg que não é atleta—
ah, eu estoco sim barrinha de proteína em casa, eu estoco. Ai, eu faço isso sim.
Preciso de 112 gramas de proteína.
Não tô falando que você precisa fazer, cara. Eu faço, eu tenho.
Proteína por dia, 1,4 gramas por quilo de peso. Isso significa que 2 ovos e um copo de leite no café da manhã.
Eu não consigo. 2 ovos, 2 ovos e um pouco de leite de manhã. Já resolve.
Filé de frango com arroz e feijão no almoço, um iogurte à tarde e um bife com arroz e feijão no jantar já são mais do que suficientes, provendo 112 gramas de proteína que ele precisa. Isso sem contar legumes, pães e frutas, que também tem um pouquinho de proteína e podem contribuir com mais um pouco. Ele conseguiria bater a meta sem comer um único iogurte com proteína adicionada, sem selo 100% proteína, sabor proteínas ou sem água proteica, só comida de verdade. Agora, se esse mesmo homem fizesse exercício com o objetivo de construir massa muscular, ou mesmo de perder massa de gordura sem perder músculo, aí sim teria que aumentar mais as proteínas. E é aqui, aí já tem que praticamente dobrar, né, que começa a grande jogada da indústria. O Guia Alimentar Americano recomenda priorizar alimento proteico em cada refeição, e muita gente se baseia nisso, inclusive o mercado. Isso dá a impressão de que comprar iogurte, pão e até água com proteína é uma alternativa.
Cara, ninguém lê essa porra aí não, mano. Pode ficar tranquilo.
Super saudável, mas não é bem assim, pessoal. Olha um exemplo mais concreto. Essa bebida láctea que vem escrito proteína na embalagem tem 15 gramas de proteína. Parece bom, né? Mas aí você olha os ingredientes e encontra leite semidesnatado, soro de leite reconstituído, caseinato de cálcio, concentrado proteico de soro de leite.
Ó, o concentrado proteico de soro do leite é whey, tá?
Amido modificado, cloreto de sódio, estabilizantes, carboximetilcelulose sódica, fosfato de sódio, fosfato de potássio, celulose microcristalina e carrageena, aromatizante de enzima lactase e edulcorante sucralose. Um ultraprocessado disfarçado de saudável só porque tem bastante proteína. Já esse aqui de outra marca me deixou chocado com a quantidade de sódio.
São, ó, a questão aqui é o seguinte: é um ultraprocessado, cara? É ruim? Não é dos melhores, cara. Mas e aí, vai assim matar você se você tomar um bagulho desse por dia? Cara, não acho. É muito a questão de a quantidade que consome a frequência que consome e o quanto que a sua rotina pede, entendeu? É a melhor opção? Obviamente não, mas pode ser viável durante um período de tempo e tal.
475 gramas, basicamente 23% da quantidade diária em uma garrafinha de 200 ml.
Aí é uma cacetada.
E uma quantidade excessiva de aditivos também. Será que precisamos disso para conseguir 15 gramas de proteína? Não. Uma fatia de pão de forma integral com 30 gramas de queijo Minas, cottage ou ricota e um copinho de leite integral entregam a mesma coisa.
Ah, mas às vezes é a correria, mano, que é foda. Eu te entendo.
Aí vem junto gordura, às vezes tá no corre ali, cara.
Um bagulho desse aí facilita a vida, né?
Carboidrato, tá? E por que que isso seria ruim? Ele também vem com fibras, vitaminas e outros nutrientes que uma água proteica ou essa bebida láctea não entrega. Vem com a necessidade de você mastigar o alimento, comer com calma.
Mastigar é legal, hein? Eu gosto de mastigar. Você gosta de mastigar também, galera? Outra coisa que eu tô gostando muito é essa nova camiseta aqui, ó, mano. A Alfa agora tem essas camisetinhas básicas do dia a dia, mano, maravilhoso. Então assim, ó, dá para ir para o treino, dá para ir para o trampo, dá para ir para escola, para faculdade, para o barzinho, tipo o almoço com amigo, o churrasco, sei lá, cara. Dá para você usar infinito, tem muitas e muitas cores. E cara, tem aquelas características que ajuda no dia a dia. Desamassa no corpo, não desbota, não fica fedendo. E tem mais uma coisa: o fato de ser da Alfa, ela tem um corte pensado no maromba, ou seja, ela veste melhor no nosso corpo, mano. Alfa Co, né? Além de tudo isso, ainda custa a metade do preço de outras que a gente encontra no mercado. Muito massa, né, mano? A Alfa mantendo o seu DNA de preço baixo. Então, cara, aqui embaixo tem um link do site oficial da Alfa para você ir lá e aproveitar isso. E sem contar que no site você vai encontrar várias e várias outras promoções lá: 3 camisetas por R$100, bermudas, oversized. Cara, é muito massa! Então clica aí embaixo, vai lá ver.
Tanto sua sensação de saciedade por mais tempo, auxiliando você a não ficar com fome rápido. Essa é uma diferença fundamental entre esses industrializados proteicos e um alimento que já é rico em proteína, como ovo, carnê, eles fornecem vários nutrientes sem aditivos. O que a indústria tem feito de verdade é pegar a ideia que nós temos da proteína como algo bom, e realmente é, e colocar no rótulo um aviso para chamar sua atenção. Isso tem até nome na psicologia do consumo, é o efeito halo de saúde. Um selo natural, fitness, rico em proteína, realmente aumenta as vendas e diminui a leitura das informações mais importantes, as informações nutricionais. Eu falei sobre isso no meu vídeo sobre as etiquetas de alto também. E parece que é exatamente isso que tá rolando agora com a proteína. E tem um outro detalhe: produtos que têm mais proteínas são mais caros, né, por puro marketing. Se você é realmente alguém que precisa aumentar o aporte de proteína por orientação nutricional, talvez a melhor forma não seja através desses industrializados, mas sim com suplementos como whey protein. Tudo bem que whey protein ainda é um ultraprocessado, mas ele é uma proteína do soro do leite concentrada, com baixo teor de gordura.
Você viu que eu falei ali naquela bebidazinha láctea lá que eu falei, ó, isso aqui é Então o que os caras fazem, mano, em muitas situações é adicionar whey protein às bebidas, aos produtos e tal, entendeu?
Carboidratos, tem aditivos, claro, mas é um suplemento para aumentar proteínas, não um alimento dito saudável. Sacou a diferença? Esses alimentos do supermercado aí com alto teor de proteína dão a impressão de estarem substituindo uma refeição inteira de forma saudável.
Nunca faça isso, vou repetir, já falei uma vez. Cara, não é para substituir, tá bom?
Mas só te fazem pagar caro para ter o que uma boa organização da sua rotina e da sua alimentação entrega. Isso porque eu nem falei de alguns produtos proteicos que adicionam colágeno ao invés de proteína do leite, como essas águas proteicas aí, sendo que colágeno é uma proteína de pior qualidade e que não tem todos os aminoácidos. Eu realmente não tô aqui para demonizar.
Ele falou ali não tem todos os aminoácidos. Funciona assim, ó, cara, o nosso corpo precisa do que é chamado de aminoácidos essenciais. A partir desses aminoácidos essenciais o corpo produz outros aminoácidos. Então, sem os aminoácidos essenciais o nosso corpo vai ficar com falta de alguns aminoácidos, tá bom? E aí não tem como, não tem como produzir outros e tal, não tem como fazer as funções. O que o corpo vai fazer? Vai tirar do músculo zíteo, tá? Então, quando você encontrar um produto que está escrito assim, ó, alto valor biológico, é porque esse produto tem todos os aminoácidos essenciais. Por exemplo, whey protein é alto valor biológico. Ovo, carne vermelha, carne branca, tá, é alto valor biológico. E aí ele falou ali do colágeno. Cara, o colágeno não tem todos os aminoácidos essenciais, cara. Por isso que é considerada uma proteína de má qualidade, porque ela não tem alto valor biológico, ela é de baixo valor biológico. É de todo mal e tal, não sei o quê? Cara, não necessariamente. Só tem que pensar na estratégia, né?
Esses produtos, eu mesmo tenho bebida láctea com proteína guardada aqui em casa para aqueles dias que eu tenho que sair para uma consulta médica e não conseguir comer. E aí a alternativa seria um salgado lá na feira. Nesses dias, esses produtos quebram galho. Mas como eu sempre digo, o que vale é o contexto geral da sua alimentação. Alimentos proteicos não substituem um prato com arroz, feijão e carne, nem substituem café da manhã com pão integral, ovo e queijo. Agora me conta, qual outro produto você viu por aí que estão adicionando proteína? Você tem algum em casa? Pelo menos agora você—
e aí você pode estar pensando assim, cara, massa, os suplementos são maravilhosos, né? E cara, sim, tem muito suplemento bom, mas tem suplemento que que não é legal, dependendo da situação sua de treino, de vida, etc. Nesse vídeo aqui, ó, eu vou falar exatamente isso para você: quais suplementos que super valem a pena e quais aqueles que, mano, se você tá comprando, você tá jogando o seu dinheiro fora, não vale a pena você continuar com eles, tá? Então clica nesse vídeo aqui porque ele vai ajudar muito o seu físico, shape, saúde e também o seu bolso, mano. Clica aí.










