
Two speakers break down a viral moment where someone got called out for asking "Tá malhando?" (You working out?). They argue the accusation of fat-shaming is absurd, invoke Freud on jokes and hypocrisy, and critique how people use cancel culture to silence others while claiming moral high ground.
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O homem não faz um exercício, né? Não prepara o fôlego, aí acabou. Tá malhando? Quem? Eu? Não, eu tô perguntando. Eu tô perguntando. Olha o cancelamento, hein? A gordofobia.
Ele fala, olha só que louco, ele fala, não, gente, eu tô só perguntando. Por quê? Porque ele já sabe o quanto que esse tipo de pergunta, o quanto que esse tipo de coisa gera problema, cara. Não, mas ela falou brincando, cara, tava rindo. Freud diz, abre aspas: brincando se diz qualquer coisa, até mesmo a verdade. Fecha aspas. Ela não falaria isso se ela não tivesse pensado nisso. A pessoa ser hipócrita, cara, não tem problema, tá? De coração mesmo. Hipocrisia, de certa forma, é uma coisa que é natural do ser humano. Então a mina ser hipócrita, tá tudo bem, cara. É uma coisa louvável? Não. É uma grande virtude? Óbvio que não. Mas tá tudo bem, é um ser humano passível de erros, tá tudo certo. Agora, o que esse esse vídeo mostra para mim é o seguinte: o quanto que a gente vive no mundo que, mano, o cara ele fez uma simples pergunta de forma inteligente para fazer ela refletir, para gerar nela, mano, você consegue de vez em quando se olhar no espelho, olhar para você, para os seus comportamentos e etc., para, mano, cobrar isso das pessoas? O problema é que a pessoa ela vai lá, fala mal dos outros por uma coisa que ela não faz, Aí quando ela recebe uma pergunta, cara, pequena, pra fazer ela refletir: olha o cancelamento, olha a gordofobia. Cara, mas aonde tem gordofobia? O cara não falou nada, o cara só falou assim: cara, você treina? Você malha? As pessoas, elas não aceitam os seus posicionamentos errádicos e, cara, querem sair por cima ainda, querem sair com a mão certa.










