Treinar Menos da Mais Resultado para NATURAIS? - O Método de Mike Mentzer

Rodrigo Barros breaks down Mike Mentzer's Heavy Duty method, which uses low frequency and high intensity, then compares it to current science showing that total volume and weekly frequency matter more for natural lifters. He suggests naturals need shorter recovery periods than steroid users and shares his own approach: avoid failure on early sets, use it strategically on the last set.
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Treinar menos dá mais resultado para naturais? Esse é o vídeo que eu vou reagir aqui agora.
Nos anos 70, o fisiculturismo vivia a era do volume. A ideia era clara: para crescer, você precisa treinar o máximo que pudesse. Horas na academia, 20, 30 séries por grupo muscular, 6 a 7 dias por semana. Nomes como Arnold Schwarzenegger dominavam o palco com essa filosofia. Mas em meio a esse cenário, um homem ousou desafiar tudo. Mike Mentzer, um gênio do bodybuilding, trouxe uma ideia radical: treinar menos pode ser melhor. Ele não só falou, ele provou um físico estético e, para surpresa de muitos na época, volumoso. Mike Mentzer foi mais do que um fisiculturista, ele foi um revolucionário no mundo do bodybuilding. Nascido em 1951 na Pensilvânia, Manson começou a treinar aos 12 anos, inspirado por revistas de musculação que mostravam os gigantes da época. Aos 27 anos, ele já era um fenômeno, vencendo o Mister Universo de 1978 com a pontuação perfeita, o primeiro da história a alcançar esse feito. No ano seguinte, em 1979, ele conquistou a categoria peso pesado do Mister Olympia, consolidando o seu nome entre os melhores. Mas foi em 1980 que Menzies entrou para a história, enfrentando ninguém mais e ninguém menos que o próprio Arnold Schwarzenegger no Mister Olympia mais polêmico de todos os tempos. Apesar de não vencer, sua performance e sua crítica ao volume excessivo de treino marcaram o esporte para sempre.
Não foi a primeira vez na história do fisiculturismo que uma determinada pessoa ganha o campeonato com muita crítica, porque que o segundo lugar tava melhor, né?
Mas o que realmente fez Mazy se destacar, no entanto, não foi só o seu físico impressionante, mas sua mente brilhante. Influenciado por Arthur Jones, criador do treinamento de alta intensidade, Mazy desenvolveu o método Heavy Duty, uma filosofia que desafiava tudo que o fisiculturismo pregava na época.
Você pensa no seguinte, percebe que o cara ele vem com uma ideia de treinar menos na década 70, que se defendia que, mano, era o treino de 2, 3 horas e muito, né, um volume cavalar e tal.
Ele acreditava que treinar menos, com mais intensidade e foco na recuperação, era o verdadeiro segredo para crescer. E ele provou isso com seu próprio corpo, exibindo uma densidade muscular e simetria que poucos alcançavam. Além de competidor, Mincey se tornou escritor e treinador, publicando livros como Heavy Duty e explicando gerações de atletas a repensar seus treinos. Sua abordagem não era só sobre músculos, era sobre ciência, lógica e eficiência. Mas afinal, como funcionava o método criado por ele? Ele se baseia em 3 pilares fundamentais: intensidade, falha muscular e recuperação. E cada um deles é essencial para entender por que treinar menos pode trazer mais resultados. Intensidade é tudo. Para Maser, intensidade não era só levantar pesos pesados, era sobre o esforço máximo que você pode aplicar em cada repetição. Ele definia intensidade como percentual de esforço muscular momentâneo possível. Isso significa que você precisa treinar.
Aqui a gente tem uma coisa que a ciência já provou diferente. Daqui a pouco eu abordo isso com você e trago até o que a ciência tem mostrado hoje que são as melhores estratégias para se fazer um treino de musculação. Mas, cara, a gente tem que pensar que o maluco tava na década de 70, né? Não tinha esses achados novos.
Até a falha concêntrica, aquele ponto em que você simplesmente não consegue completar mais uma repetição com uma boa forma, mesmo se sua vida dependesse disso. Mentzer acreditava que só assim você cria o estímulo necessário para hipertrofia muscular.
Ele também enfatizava assim, quando a gente olha para essa ideia da alta intensidade gerando estímulo e tal, não sei o quê, gente, porra, faz muito sentido, né? Pô, a partir do momento que você levou o músculo no nível alto de estresse, cara, o recado tá dado. O treino, ele tem por finalidade dar um recado para o músculo que você quer que ele cresça. A ideia do treino é exigir do músculo. Guarda isso, que, cara, vai te ajudar muito. A ideia do treino é exigir do músculo mais do que ele é capaz de entregar. Quando você exige mais do que ele tem, né, sua capacidade, então o seu músculo tem essa capacidade. Se você entrega para ele essa exigência, ele vai entender que do jeito que tá, mano, tá tudo certo, tô dando conta do recado. Agora, se você entrega essa exigência, é da natureza do nosso corpo gerar adaptação para essa exigência, e essa adaptação diz respeito ao volume muscular, a força também, tá?
A cadência controlada, por exemplo, 2 segundos subindo, 2 segundos segurando no topo e 4 segundos descendo para maximizar a tensão no músculo. Essa intensidade brutal é o que diferencia novos métodos de outros métodos.
Mas eu trago depois.
Falha muscular e técnicas avançadas. Menzer dizia que as repetições mais importantes são as últimas, aquela que você está praticamente tremendo, lutando contra o peso e sente que não vai conseguir. Mas ele não parava na falha, ele ia além usando técnicas avançadas. Por exemplo, repetições forçadas, em que o parceiro te ajuda a levantar o peso depois que você atinge a falha, permitindo mais uma ou duas repetições. Repetições negativas.
Você entendeu até aqui? Então, ó, de novo, a ciência tem questões aí diferentes. Você vê que a ideia dele era assim, tipo, cara, as primeiras repetições elas não valem, são nas repetições que o músculo tá mais cansado, tá mais exausto ali. Hoje, o que a ciência aponta pra gente é que elas valem sim. Na verdade, o que vale é o volume total de carga que você levanta. Imagina que você vai fazer uma rosca direta e aí você pega 10 kg. E aí com esses 10 kg você faz 10 repetições. Como que hoje a ciência olha? Nessa série você levantou 100 kg, porque você pegou 10 e você fez 10 vezes. Se você fizer 3 séries dessa, Você vai ter levantado 300 kg. Então a ciência olha para o volume total. Quando ele traz a questão ali das técnicas avançadas, etc., gente, isso é muito legal, mas tem que saber usar. O que a ciência hoje mostra é: se você lança mão de técnicas avançadas na primeira série, por exemplo, você prejudica as séries subsequentes, você vai deixar esse músculo mais cansado, e com isso você vai diminuir esse número final. Isso até abre muito a seguinte discussão: Se você for a primeira série até a falha, você vai fazer a segunda série até a falha com um número menor de repetições e a terceira ainda menor. Então você entra num decréscimo. Segundo a ciência mais atual, é ruim porque você perde o volume load. Essa matemática que eu fiz a gente chama de volume load. E isso para hipertrofia é ruim, porque o que vale é quanto maior o volume load, mais desenvolvimento. Mas existem aí observações a serem feitas também, tá? Mas eu gosto muito da ideia de técnicas avançadas, principalmente se elas forem bem usadas.
Repetições negativas focando na fase excêntrica, onde você desce o peso lentamente com controle, e pausas estáticas, maravilhosas, né? Peso no ponto de maior contração.
Dá para usar inclusive sozinho, dá para fazer isso sozinho.
Levava o músculo ao limite absoluto, garantindo que cada série fosse o suficiente para disparar o crescimento. Recuperação é o segredo. Aqui está o diferencial do heavy duty. Menzies acreditava que o músculo não cresce durante o treino, mas sim durante a recuperação. Quando você treina com alta intensidade, você causa microlesões nas fibras musculares.
Ali ele tá falando até de tempo sob tensão, né, que é uma variável que também é muito importante para hipertrofia. Enfim, qual é a questão, gente? Hoje O que a ciência bate de forma muito clara é, cara, volume e load. Mas existem muitas questões envolvidas, então a gente não pode fechar os olhos para todas elas, né? O que eu gosto de fazer, tá? Eu faço isso nos meus treinos e faço isso também todos os treinos dos nossos alunos. A primeira série a gente não vai até a falha. Sabe esse negócio de ir até travar? Não vai até travar, fica duas antes, uma antes, para não exaurir o músculo total. Na segunda série a mesma coisa, repete. Se for um exercício com 3 séries somente, a terceira vai até a falha. E a depender da fase da periodização e do nível do aluno, entra técnica avançada. Porque qual é a ideia? A técnica avançada é para levar além da falha. Ou seja, o músculo já entregou tudo que ele podia, mas aí a gente coloca artifícios para ir além disso, extrair ainda mais desse músculo. Ou seja, aumenta ainda mais o volume load, entendeu? Então o Método Cerveza, ele usava para aumentar a fadiga exaustão muscular. Hoje a gente usa para aumentar o volume load, então ela continua funcionando muito bem, mas hoje a gente tem outros respaldos científicos para usar.
Aqui está o diferencial do Heavy Duty. Menzies acreditava que o músculo não cresce durante o treino, mas sim durante a recuperação. Quando você treina com alta intensidade, você causa microlesões nas fibras musculares e o corpo precisa de tempo para reparar e reconstruir essas fibras, tornando-as maiores e mais fortes. Mentzer argumentava que treinar o mesmo grupo muscular com frequência, como peito todo dia ou até 3 vezes por semana, interrompe esse processo de recuperação, levando ao overtraining e até à perda de ganhos. Por isso, ele recomendava treinar cada grupo muscular apenas 1 a cada 7 a 14 dias, dependendo da sua capacidade de recuperação. As sessões eram curtas, de 30 a 40.
Hoje a ciência ela traz toda a questão de quantas vezes estimular o músculo por semana com base no volume total de treino. É com base no volume total de séries que você faz por semana. A gente tem muitos estudos hoje mostrando o seguinte: você fizer um treino ABC, então na segunda-feira você fez 3 exercícios para peito, na quinta-feira você faz, fez mais 3 exercícios para peito, certo? Se a gente somar o volume da semana, 3 com 3, 6. Então, o que a ciência hoje mostra? Se você quiser, você pode pegar esses 6 exercícios e distribuir na semana do jeito que você quiser. Você pode colocar 2 na segunda, 2 na quarta, 2 na sexta. E existe uma inclinação a dizer que se você dividir de 2 a mais vezes é melhor, tá? A gente tem estudo mostrando que dividir um treino, colocar um músculo para treinar 2 vezes ou mais por semana, teve mais resultado do que treinar o músculo uma vez só por semana. Durante muito tempo Eu olhava para a ideia de síntese proteica e entendia ela como hipertrofia. Síntese é uma palavra que significa crescimento, construção. Proteica você já entendeu, né? O músculo a gente chama de proteína contrátil. Então síntese proteica é construção de músculo. E hipertrofia é crescimento do músculo. Hipertrofia muscular é o músculo crescer. Então na minha cabeça, por anos a fio, eu acreditei que, cara, hipertrofia é síntese proteica, síntese proteica é hipertrofia. Imagina que seu músculo tá aqui, ó, imagina que seu músculo tá aqui, aí você treina, esse músculo ele se machuca, ele se degrada e etc. Aí, cara, quando você para o treino e aí você come, etc., o seu músculo ele entra em síntese proteica e ele vai demorar até chegar onde ele tava antes. Então a síntese proteica vai ser necessária para retomar o que era, e aí ele pode continuar tendo síntese e gerar hipertrofia. A gente chama isso de supercompensação. Se você treinar, imagina que seu músculo tá aqui e você treinar muito, cara, você vai ter que fazer síntese proteica para um caramba para conseguir chegar onde ele tava. E aí é o que ele tá dizendo ali, a recuperação é mais importante. Qual é a ideia dele? É diminuir o mínimo possível e dar o máximo de tempo possível para o músculo crescer. Forte.
Menz argumentava que treinar o mesmo grupo muscular com frequência como peja todo dia ou até 3 vezes por semana, interrompe esse processo de recuperação, levando ao overtraining. Ele recomendava treinar cada grupo muscular apenas 1 a cada 7 a 14 dias, dependendo da sua capacidade de recuperação. As sessões eram curtas, de 30 a 45 minutos, em poucas séries, mas cada uma levada ao extremo. Nada de treinar peito na segunda, quarta e sexta. Isso para mim era um erro que só—
detalhe, ele tá falando série pesada e tal, mas para o cara fazer de 6 a 9 repetições com cadência controlada, etc., cara, ele não pegava muito, muito peso não. A intensidade era muito alta, mas não tinha muito.
6 a 9 repetições até a falha, usando a cadência lenta e controlada. Depois ele ia direto para uma série de supino inclinado no Smith. Também 6 a 9 repetições até a falha, às vezes com repetições negativas no final. E era só isso, finalizado o treino. Nada de 20 séries como na época do volume, apenas 2 séries, mas com intensidade que fazia o músculo pedir arrego. Ele descansava o peito por pelo menos 7 dias antes de treiná-lo de novo, garantindo que o corpo tivesse tempo de se adaptar ao crescimento.
O que a gente hoje sabe é que o descanso pode ser menor, não precisa ser 14 dias, não precisa ser 7 dias. Claro, depende do nível da pessoa, né? E que a gente pode colocar um pouco mais de estímulo.
Mas por que treinar menos pode ser melhor? Vamos à ciência por trás do método Heavy Duty. Quando você treina com alta intensidade até a falha, como Mentzer recomendava, você cria o que chamamos de tensão mecânica, um dos 3 principais gatilhos para hipertrofia muscular. Junto com o dano muscular e o estresse metabólico. Essa tensão através de sinais de socorro, que basicamente diz: ei, precisamos crescer para aguentar esse estresse. Isso aumenta a síntese proteica, o processo que o corpo constrói novas proteínas para reparar e aumentar as fibras musculares. Mentzer sabia que a intensidade máxima e não o volume era o que realmente disparava esse processo. Um estudo de 1919 publicado por um jornal bastante conhecido nos Estados Unidos postulou que treinos intensos com poucas séries podem gerar o mesmo estímulo de crescimento que treinos de alto volume, desde que você chegue à falha. Mas aqui está um detalhe crucial: o músculo só cresce durante a recuperação, não durante o treino. Estudos mostram que grupos musculares menores, como antebraço, pode levar até 6 semanas para se recuperar completamente de um treino, enquanto grupos maiores, como pernas, podem precisar de até 7 semanas.
Vai depender do volume de treino que que foi entregue e da intensidade que foi entregue, tá, gente? Quando você chega lá para treinar, o seu músculo, ele tá, imagina que ele tá aqui assim, e aí a ideia é que você faça um treino intenso, etc., piriri parará, certo? Então, se tudo isso acontecer, o seu músculo ele vai perder condicionamento. E aí quando você entra na fase de recuperação, toda essa fase que eu acabei de explicar de síntese sintese proteica, etc., ele vai meio que recuperar tudo aquilo que ele perdeu, beleza? Então toda essa fase aqui é uma fase de síntese proteica, beleza? Mas até aqui ele só recuperou. Se você aplicar um novo treino aqui, vai voltar a cair. E muitas pessoas treinam anos a fio e fica fazendo isso: ela treina, aí recupera, aí treina e aí recupera. O que que no final das contas está acontecendo? Ela tá só conseguindo manter o volume dela. Foi lá, treinou, o músculo diminuiu, aí foi, recuperou, ele voltou ao normal. E treinou, voltou, treinou, voltou. Tudo que a gente faz hoje é pensando nisso. Cara, você foi lá, treinou, beleza, fez um bom treino, certo? Essa parte aqui ela é muito importante, porque aí a gente estimula esse músculo da forma correta. Porém, tudo tem que ser feito E cara, aqui envolve muita coisa para que esse processo ele continue, para que essa fase de construção de fibra se torne hipertrofia. E aí sim você aplica um novo treino, e aí você entra no novo processo de recuperação que vai de novo ultrapassar toda a fase que você tava antes. E aí a gente tem um crescimento de volume muscular, de força, etc. Tudo que ele tá falando ali é o seguinte, cara, se o estímulo acontecer de forma precoce, interrompe isso aqui. Tudo que eu tô te trazendo aqui é o que existe de mais atual na ciência. Imagina que você parou aqui, ou então imagina que você nem deixou o seu músculo se recuperar completamente. Você, ele se recuperou um pouco, e aí você foi lá e aplicou um novo estímulo, mas esse novo estímulo ele não foi muito intenso, ele foi só um pequeno estímulo. Ele não derrubou pra caramba, mas esse pequeno estímulo faz com que intensifique o processo de crescimento depois. E aí você dá um tempo longo de descanso e tal. Isso aqui eu chamo de estímulo de reforço. Imagina que você foi lá na academia segunda-feira, treinou peito, arregaçou. Você fez isso aqui, ó. Você descansou e tal, não sei o quê. Aí no dia seguinte, 24 horas depois, você foi lá e fez só um exercício pra peito. Você fez isso aqui, ó. E aí depois você deixou o músculo 3 dias descansando, por exemplo. Cara, isso aqui que eu tô te mostrando é só um exemplo do que dá para fazer no sentido de técnica, de inteligência por trás do treino. Tem muita coisa, velho, muita coisa referente à escolha de exercício, a execução. Cara, assim, a musculação é gigante nesse aspecto. Eu vou fazer um evento agora que eu vou abordar exatamente toda essa parte inteligente da musculação, a parte estratégica de como mexer com cada variável. Isso eu chamo de nova era da musculação, é usar toda essa parte científica, técnica, de forma intencional para gerar o máximo de resposta. O que o Mike fazia, o que o Arnold fazia, o que o Arnold fazia, etc., cara, isso aí é da década de 70. Dorian veio depois, aí veio Coleman, década de 80. E muita gente ainda treina desse jeito, levando em consideração algumas dessas premissas. Cara, tudo evoluiu, a musculação também evoluiu. Então eu quero te convidar para conhecer a nova era da musculação, um treino estratégico e inteligente. Vai ser um evento gratuito que eu vou fazer, e para você participar é só clicar nesse link que tá aqui embaixo, fazer sua inscrição e vir aprender a treinar como a nova era da musculação dita, com muita ciência, com muita estratégia, com muito estímulo direcionado para gerar o máximo de resposta. Quero você comigo nesse evento. Bora treinar de forma mais inteligente.
Parava esse processo. Um estudo de 1919 publicado por um jornal bastante conhecido nos Estados Unidos mostrou que treinos intensos com poucas séries podem gerar o mesmo estímulo de crescimento que treinos de alto volume desde que você chegue à falha. Mas aqui está um detalhe crucial: o músculo só cresce durante a recuperação, não durante o treino. Estudos mostram que grupos musculares menores, como antebraço, podem levar até 6 semanas para se recuperar completamente de um treino, enquanto grupos maiores, como pernas, podem precisar de até 7 a 14 dias. Se você treina de novo antes disso, você, segundo o método Heavy Duty e alguns estudos na ciência, interrompe o processo de recuperação, impede a síntese proteica e pode até regredir entrando em overtraining. Menzies entendia isso e ajustava os treinos para maximizar a recuperação. Por isso, ele treinava cada grupo muscular umas 2 ou no máximo 3 vezes por mês. Um estudo de 2022 publicado por um jornal na Europa viu que treináveis por semana podem estimular o crescimento muscular em jovens adultos, desde que a recuperação seria priorizada. Agora a pergunta que não quer calar: o método Heavy Duty de Mike Mentzer funciona para fisiculturistas naturais ou apenas praticantes de musculação? A resposta é sim, mas precisamos entender um detalhe importante. Mentzer, como muitos competidores da sua época, usava anabolizantes, que aumentam drasticamente a síntese proteica e a capacidade de recuperação. Isso significa que para ele Qualquer estímulo intenso, anabolizante, ou longos períodos de descanso, de 7 a 14 dias entre treinos no mesmo grupo muscular, gerava resultados impressionantes porque os esteroides mantinham o corpo no estado anabólico constante. Por isso, Menzies podia treinar peito, por exemplo, apenas uma vez a cada 10 dias e ainda assim crescer, já que os anabolizantes amplificavam o estímulo do treino e aceleravam a recuperação. Mas para um natural, a história é outra.
Cara, aqui é delicado porque assim, muito antes dos 10 dias o peitoral dele já podia receber outros estímulos, entendeu? Uma pessoa natural já pode treinar antes, dependendo do estímulo e tal, não sei o quê. A gente entende que a partir do 7º dia o seu músculo ele entra no princípio de destreinamento, então ele começa a regredir. Então lembra que eu fiz todo o desenho de subida e tal? Pensa o seguinte, ó, imagina que você chegou até aqui, Certo? Aí esse momento é o momento ótimo de gerar um novo estímulo, porque daqui, velho, o músculo ele vai ficar um tempo estabilizado e depois ele começa a descer. Não é tão acentuado assim, né? Mas ele vai ficar um tempo estabilizado e depois ele começa a descer, e aí depois ele vai acentuando a descida. Por isso que quando você fica, sei lá, 2 semanas, 3 semanas sem treinar, você vai sentindo que o corpo ele vai Definhando assim, porque, cara, o seu corpo entendeu que aquele músculo não precisa estar ali, não tá tendo uso, então ele vai diminuir mesmo. Ficar muito tempo sem treinar, cara, também é ruim. Precisa encontrar o time certo. E, cara, hoje a ciência ela dá umas direções melhores assim para gente, você entendeu? Eu vou abordar nesse evento exatamente essas questões e até tipo, cara, qual é esse momento ideal como fazer isso, etc., tá? Então por isso que é importante você ver.
Hipertrofia e naturais podem se beneficiar da frequência um pouco maior para manter o estímulo anabólico. Por exemplo, você pode treinar peito duas vezes por semana dividindo o volume. Na segunda-feira, faça dois exercícios, três séries de crucifixo na máquina.
Durante muito tempo a gente defendeu isso, hoje não tanto, tá?
Todas entre 6 a 9 repetições. Como diz o Heavy Duty, na sexta-feira treine peito de novo, mas com 2 exercícios: 3 séries de supino reto com halteres e 3 séries de crossover no carro, somando mais 6 séries, totalizando 12 séries na semana, dentro da faixa ideal, segundo vocês, essa frequência maior de 10 a 20 séries por semana. Tá, mas distribui como isso? Mike Manzi provou que menos pode ser mais, e sua filosofia Heavy Duty continua a inspirar muitos jovens atletas até hoje. Treinar com alta intensidade, focar na recuperação e ajustar o volume para suas necessidades como natural.
Aqui a gente começa a entrar em questões, porque assim, ó, vamos lá, o hormonizado ele tem a recuperação mais rápida, então ele pode treinar de forma mais rápida. O natural ele tem a recuperação mais lenta, então todo aquele processo de subida é mais lento, pode demorar mais. Então nesse ponto eu vou discordar um pouco do que o rapaz do vídeo tá falando, porque é o contrário. Então o hormonizado ele pode treinar com mais frequência, seguindo, gente, seguindo essa ideia: o buraco é muito mais embaixo. Uma pessoa natural ela precisa ter mais cautela nisso, porque ela pode interromper o crescimento, ela pode interromper a subida. Porque a recuperação dela é mais lenta, posto que ela não usa hormônio.
Uma vez por semana, ou dividindo o volume em dois treinos intensos. O segredo está na qualidade e não na quantidade. Então, que tal dar uma chance ao método de Menger? É o que você aprendeu hoje. Aplique no seu treino por oito semanas e veja o resultado por si mesmo. Você pode se surpreender com quanto pode crescer gastando menos tempo e energia.
O shape dele era muito forte.
E aí, o que você achou?
Olha essa foto, tipo, valorizou demais o braço, ficou bonito, peitoral quadradão também. Muito legal. Existem algumas considerações importantes a serem feitas, gente. Primeiro, cadência é importante para todo mundo e sempre foi. A questão é que muitas pessoas negligenciam intensidade, cara. Sempre foi importante. O Arnold também treinava em alta intensidade, o Lou Ferrigno também treinava em alta intensidade. A diferença é que que o Mike ele vem com uma pegada de volume mais baixo. Muitas pessoas hoje em dia elas treinam em cima do método Mike sem saber. Que a pessoa, ah não, vou fazer 3 séries, mas ela vai até o talo mesmo, tipo ela faz o negócio, né, para acontecer só na última. Ou seja, ela fez só uma série que valeu, valeu mesmo. Quando a gente olha para o método Mike Mentzer e olha para o que a ciência aponta hoje, a gente vê que muita coisa ele descobriu lá atrás, a ciência usa, e muita coisa a gente ajustou. Então dá para ser melhor. Ele treinava menos e compensava na intensidade, e essa intensidade ela vinha muito alta também para as articulações. O que hoje eu faço com respaldo científico é, cara, é volume adequado, intensidade adequada para levar o estímulo melhor possível para o músculo e o menor possível para as articulações. Isso de novo é treino inteligente, é saber manipular as variáveis e usar tudo isso de uma forma estratégica. Se todo esse papo faz sentido para você, se, cara, você quer entender melhor treino, entender melhor a estratégia, técnica por trás, esse evento vai ser muito, muito importante para ti. Aqui a gente viu algumas coisas e tal, eu trouxe algumas questões, mas no evento eu vou aprofundar isso em alguns dias de aula só estratégia de treino, inteligência aplicada. E se você não curte tanto essas coisas todas, mas você quer ter mais resultado de forma mais inteligente, de forma mais eficaz, com menor período de tempo, cara, faz super sentido para você também. O evento vai ser gratuito, é só você clicar nesse link que tem aí embaixo e se inscrever para participar, tá bom? E assim, gente, ele defende muito de forma clara a intensidade, etc. Mas essa intensidade, se ela for utilizada de forma errada, ela pode trazer graves problemas. A gente tem um triste exemplo que é do Coleman, que treinava de forma extremamente intensa. Eu reagi a esse vídeo aqui, ó, que fala exatamente sobre a condição atual dele. Então, cara, dá uma assistida aqui, esse vídeo ficou muito legal e é um vídeo muito bom para conscientizar como você treina hoje e como que você deve treinar para não ficar bem hoje somente, mas para ficar bem hoje e para o resto da sua vida. Então clica aí.










