Rodrigo Barros argumenta que o face pull não trabalha bem o trapézio transverso e deltoide posterior, falhando em ativar esses músculos de forma eficaz. Ele recomenda máquinas de deltoide posterior ou crucifixo inverso. A única exceção: fisiculturistas podem usá-lo para melhorar a pose duplo bíceps de costas, conforme concordou com o treinador Fabrício Pacholó.
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Esse exercício tá super na moda e eu acho ele uma estrela. Achei ele muito ruim. Que coisa horrorosa! É um exercício que não te proporciona a melhor posição para trabalhar o trapézio transverso e o deltoide posterior, que é a proposta do exercício. Quer trabalhar esses músculos bem? Faz o deltoide posterior máquina ou crucifixo inverso. Aí você vai ter um trabalho efetivo muito bom. Ah não, Lércio, mas é porque como o braço tá, né, nessa posição, cotovelo tá um pouco mais alto, você tem um trabalho maior de manguito rotador. Quer fazer uma coisa boa com a manguita rotador? Faz o exercício de manguita rotador. Percebe que ele meio que junta duas coisas e acaba não entregando nenhuma muito bem. Então eu sempre achei esse exercício muito ruim, assim, sem necessidade de fazer. Porém, olha que interessante, teve uma vez que a gente tava junto com Fabrício Pacholó, que é um dos maiores treinadores do mundo de fisiculturismo. Veio a questão do face pull e eu falei assim, mano, eu não gosto. Eu trouxe essas fundamentações e o Pacho falou assim, meu, eu concordo com você, mas para atleta ele é bom, porque para o atleta ele aumenta a consciência para fazer uma pose chamada duplo bíceps de costas. Então percebe, se você for um atleta de fisiculturismo, aí ele é nota 5, porque ele vai te proporcionar fazer melhor a pose mais difícil do fisiculturismo. Mas se você não é atleta, não faz sentido nenhum você fazer esse cara.