29 Apr 2021 · 30 min
Psychoanalyst María Foster describes psychoanalysis as a shared investigation of the unknown between analyst and patient, requiring courage to confront what you don't know. She names Leandro Stitzman as the most valuable living psychoanalytic writer, emphasizes supervision as essential to the work, and warns against approaches that neglect the relational encounter in analysis.
Chapters
Esto es Framework, un podcast psicoanalítico. ¿Quién sos?
María Foster, de inicio. Tal vez no final saibam mais de mim.
¿Qué es psicoanalizar?
Psicanalizar, eu poderia começar dizendo que psicanalizar é uma tarefa, é uma profissão, mas mais do que isso é uma forma de pensar como é que a gente pode ir se encontrando e como é que a gente pode ir fazendo com que a mente seja pensada. Para mim, psicanalizar é Investigar, é se colocar num espaço onde aquilo que é desconhecido possa surgir e possa ser pensado a dois.
Por que sou psicanalista?
Não sei dizer, não sei dizer porque eu sou psicanalista, mas eu vou brincar de dizer, tá? A verdade é, começo dizendo Que eu não sei por que que eu sou psicanalista. Talvez isso tenha começado, eu a ser psicanalista, num tempo que se perdeu para poder ser contado, né? Hoje eu sigo sendo psicanalista e faço essa escolha muito seguidamente, né? Porque também é muito seguidamente que eu me boto a pensar se eu vou continuar, se eu quero continuar todo o trabalho que me dá ser psicanalista. Eu acho que eu sou psicanalista também por uma necessidade própria, muito mais do que todas as coisas que se diz de como é que a gente chega a um estado de ser alguma coisa. Eu acho que eu vou sendo, cada dia eu me torno psicanalista nas escolhas que eu faço da dificuldade que é essa tarefa. Acho que é uma tarefa que exige de dois, né? Então, por que que eu sou psicanalista? Eu não sei te dizer. Eu sei te dizer que é uma escolha que muito seguidamente eu tenho que continuar fazendo e que gosto, né? Eu acho que proporciona encontros tão, tão delicados, tão profundos, tão íntimos entre dois, no sentido de poder fazer o crescimento e o desconhecido surgir, que segue me agradando até hoje, segue me agradando, não sei até quando.
Qual é a ferramenta psicoanalítica que mais usas em teu trabalho cotidiano?
A ferramenta psicoanalítica que eu acho que eu mais treino usar, eu não sei se é a que eu mais uso, né, eu acho que a que eu mais treino usar É seguir com a coragem de poder ir enfrentando o desconhecido. Para mim, essa é a ferramenta que eu tenho um apreço muito grande e um cuidado, né, para que eu, enquanto analista, não caia no perigo de perder a esperança e a coragem de seguir com a capacidade de poder investigar o desconhecido. Eu acho que a gente tem no cotidiano um chamado a dar sempre continuidade ao que se conhece, a ser quem já se é, a ficar com a tranquilidade de que fazendo uma equação de 2 2 se saiba que o resultado é 4. Então eu acho que quando a minha mente se possibilita a entrar em contato com, bom, o que será que vai acontecer? Eu acho que eu fico utilizando uma ferramenta mais própria daquilo que eu acredito. Então eu acho que é isso.
Qual é o autor psicoanalítico vivo que consideras mais valioso para o trabalho na atualidade?
Olha, Leandro, o autor psicoanalítico que eu considero mais valioso vivo, que me acompanha, que me permitiu fazer uma transformação pessoal e profissional muito grande, com as ideias inovadoras, e mais do que ideias inovadoras, ideias que foram me fazendo sentido no decorrer do que eu fui aprofundando o conhecimento, é o autor que tem um livro publicado e com uma grande possibilidade de logo em seguida a gente conhecer o segundo livro, que é tu. Então, nesse momento, o autor psicanalítico que mais sentido me faz e que eu gostaria muito que fosse mais conhecido, que fosse mais estudado e que tivesse mais, mais pessoas tivessem acesso É o Leandro Stitzman. E eu queria dizer uma coisa com essa pergunta, que é uma pergunta para mim muito tranquila de responder, talvez até agora a mais tranquila, porque ela é sentida, então ela me é muito conhecida. Eu acredito nisso e eu tenho um carisma pelas ideias Que então esse autor, né, que é muito mais do que tu, porque são as ideias, me acompanham e me fazem acreditar.
Que lugar pensás que el dispositivo clásicamente conocido como supervisión ocupa en la tarea psicoanalítica?
Importantísimo, importantísimo. Eu acho que Eu acho que se tem uma genialidade, uma das genialidades do Freud, eu acho que é quando ele conseguiu pensar que tem um tripé. E que bom, esse tripé pode ser ampliado depois para muitas outras vertentes, né? Mas eu acho que um psicanalista, ele verdadeiramente se vai se fazendo vai se descobrindo na sua análise pessoal, na possibilidade de ir se identificando com conceitos teóricos e com teorias que vão se encontrando com ele. Eu não digo que seja no estudo de teorias, mas no encontro entre coisas que a gente possa ir, que vai nos fazendo sentido. Então, e na supervisão. E por isso que se chama supervisão. E por que que eu digo que eu acho que é de grande importância? Porque eu acho que é um espaço onde a gente pode, o analista pode ser visitado mentalmente, incluindo então um olhar. De novo se faz uma dupla, né, entre então a pessoa que supervisiona e a pessoa que é supervisionada, de algo que aconteceu. E que se repete ali na supervisão, então, e que pode ser investigado também intimamente com o colega. Então eu acho muito importante, acredito, acho importante, e acho que deve ter uma, que deve ser criado também essa cultura de que os analistas deveriam não só se reanalisar de tempos em tempos, Mas também de então supervisionar de tempos em tempos. Acho que faria bem para todo mundo, principalmente para psicanálise.
Que aspectos do psicoanálise consideras que estão obsoletos em 2021?
Uma prática, eu acho que o que está obsoleto em 2021 é uma prática que não leve em conta um encontro onde os dois estão implicados. Eu acho que os aspectos de uma psicanálise que se distancia do vínculo, do encontro, daquilo que tá acontecendo ali no momento da sala de análise, no momento que tá acontecendo, então aquilo que a gente encontra, aquilo que a gente chama de encontro analítico, eu acho que é uma psicanálise que tá muito distanciada. Acho que as mudanças que foram acontecendo desde então da criação da psicanálise, da invenção da psicanálise, elas, as transformações teóricas também que foram acontecendo, elas também serviram para ir colocando cada vez mais um dispositivo que possa ir abarcando mais do humano que foi conhecido, né? Eu acho que tem outras questões, outras possibilidades que foram se ampliando cientificamente, mas bem mais do que isso, em termos de possibilidades de pensamentos, ampliações de pensamento que a psicanálise precisa acompanhar. E eu acho que o encontro analítico poder ser visto feito por dois, eu acho que é um grande ganho para psicanálise.
¿Qué idea, herramienta o artefacto pensás que habría que desarrollar en psicoanálisis en los próximos 10 años?
No sé, mas desenvolvo essa resposta. Eu não sei qual artefato. E talvez por isso, quando eu falo daquela resposta de qual autor ou de qual a ideia, Eu acho que é de— o artefato que eu penso que tem que ser desenvolvido é a coragem de não parar. Eu acho que é a coragem de não encapsular algo já conhecido como sendo a verdade. É dessa psicanálise que eu acredito, que é a psicanálise que ela vai em busca daquilo que é desconhecido na mente. Então na forma de se relacionar do analisando, e não poderia ser diferente em termos da própria psicanálise como um todo, como teoria. Então eu acho que o que eu gostaria é que daqui a 10 anos a gente, os psicanalistas que têm o dom de seguir em busca, de seguir, de ter a coragem ou a capacidade de ir fazendo avanços e de ir fazendo transformações, que eles seguissem e nos oferecessem possibilidades de outros instrumentos que a gente pudesse compreender, pensar e se encontrar melhor com esse desconhecido que é a mente humana.
Esta é uma pergunta que requer honestidade e que vai mais além do narcisismo. Não, que tens que responder não o que te gostaria que estivesse acontecendo ou ocultando Lo que de hecho pasa, pero realmente, ¿qué libros estás leyendo en este momento?
É muito interessante essa tua pergunta e vou falar um pouco então de mim, já que me cabe, né, pelo convite. Essa, essa, eu sempre fui uma leitora, uma grande leitora, eu sempre gostei muito de ler e uma vez eu aprendi com uma colega que eu fiz um curso sobre escrita que a gente deveria sempre ler no mínimo um parágrafo por dia. E eu tomei isso na minha vida como lendo então um parágrafo de algum livro teórico e um outro parágrafo de algum livro que eu tivesse interesse, né? Então isso sempre me acompanhou, faz muito tempo que— então eu sempre li muito, né? E é muito interessante a tua pergunta porque por razões um pouco desconhecidas. Com essa questão do isolamento social, com essa questão atual, eu fui uma pessoa que perdi um pouco esse hábito de leitura que sempre me foi muito, muito, muito companheiro. Então eu não tenho lido na intensidade que durante a minha vida eu li. Eu agora então, eu tô lendo um livro que se chamou Avesso da Pele, que é um livro maravilhoso, um livro super atual, um livro que eu tô gostando muito, né, que é um livro pequenininho, eu tô para acabar, provavelmente eu acabe agora. E eu, em função de preparação para um trabalho, eu tô lendo então alguns livros do Bion, né, tô lendo do Estudos Psicanalíticos Revisados para poder fazer uma preparação. Eu tô lendo O Entrelaçamento em função do grupo de estudos que eu também estudo. Então nesse momento eu tô lendo livros psicanalíticos muito mais livros que eu tenho algum compromisso de estudo do que livros como eu sempre li, de ter um livro assim meio de cabeceira que eu ia lendo quase todo dia um parágrafo, né? Então Esses são os livros que eu tô lendo e eu tô lendo um livro que é bem bom e que vale a pena muito ser lido, né? Que é o livro sobre a banalidade do mal. Gostaria de estar podendo dizer uma lista maior, mas nesse momento é o que é o que é o que verdadeiramente eu tô lendo.
Que ideias estás pensando neste momento?
Brincando um pouco contigo nesse momento, tô pensando, a ideia que eu tô pensando é o que eu vou te responder. Mas ampliando um pouco essa pergunta do que que é esse momento, a ideia que eu tô pensando é como aquilo que, a forma como as pessoas estão vivendo é a forma como as pessoas são. E como tem coisas que é possível a gente nesse momento poder pensar com mais profundidade, compartilhar e quem sabe ter a sorte de poder estar analisando essas ideias para poder viver melhor. Então essas são as ideias assim que quando eu tô mais livre elas ocupam a minha cabeça.
Que pergunta lançarias em uma botija al mar ou al espacio para dentro de cien años?
Nossa, são tantas. Eu acho que a pergunta que eu lançaria é: o que a gente deveria ter feito que pudesse ter melhorado o mundo? Qual a ideia que poderia ter sido desenvolvida que pudesse trazer consequências de mais vínculos favoráveis ao humano 100 anos atrás?
Qual é a ideia mais valiosa que lhe darias a alguém que queira começar análises?
Quando pensar em desistir, te lembra de por que que tu resolveu procurar análise, que daqui a pouco tu vai encontrar de novo o motivo pelo qual naquele momento que tu resolveu eu vou vai te fazer sentido. Esse seria o conselho para que a pessoa seguisse. Se a pessoa ainda não decidiu fazer análise e me perguntasse se deveria e ainda tá em dúvida, eu diria que vale a pena fazer análise sim, porque é a forma de viver com mais verdade, mais intensidade a vida. Eu sou fã do processo analítico. Eu acho que ele é doloroso, não acho que seja fácil, mas acho que possibilita que a gente se contate com mais intensidade nas dores e nos amores, por mais que isso seja difícil.
En este momento me toca hacerte una especie de que no es una repregunta, es como tomar algunos hechos seleccionados de lo que viniste diciendo y preguntarte algo de las ideas que presentaste. Uno de los grandes misterios que tuvieron para los físicos el estudio de la gravedad una de las 4 fuerzas fundamentales del universo, es que a la vez que mantenía unidos a los planetas y las estrellas, también era fácilmente rompible, en el momento en que podías levantar una manzana del piso sin mayor esfuerzo, o una moneda, podíamos saltar. Entonces, ¿cómo una fuerza podía ser a la vez tan potente y tan ligera. Se hicieron un montón de teorías. Definitivamente, al día de hoy, quitando las especulaciones sobre gravedad cuántica, la de Einstein es la, la gran ganadora en términos de vigencia científica. Al escucharte hablar del psicoanálisis en este rato, la impresión que me das que es como si presentaras vivieras el psicoanálisis como algo muy profundo y potente, y a la vez frágil y ligero. Algo que puede ser muy firme para la investigación, la penetración, muy disciplinado, y por otro lado algo que se puede romper, quebrar, distorsionar, volver viejo, interesar o dejar de interesar algo de lo que uno puede insistir o desistir, como casi todo en la vida, pero de manera muy intensa estos dos extremos. Y pusiste la supervisión, cuando tuvimos que hablar, al menos en sentido clásico, en el centro de la escena. Incluso es un prejuicio de cómo lo escuché, con un peso mayor la importancia de la supervisión para el analista que la del análisis o reanálisis. Cada tanto tiempo. ¿Cuánto pensás que favorece en esta tensión que existe entre la fortaleza y profundidad y ligereza y fragilidad del psicoanálisis el dispositivo de supervisión? Y si te parece que hay alguna otra cosa que se pueda hacer para mantener operativo al analista en esta tensión.
La primera cosa que quería decir es que yo creo que tal vez uno no creía num analista sem análise. Então acho que esse é o primeiro ponto, assim, né? Eu acho que tem um terreno inicial que é: um analista pressupõe análise. Bom, daí eu passo para a tua pergunta, né? Para desenvolver isso que tu me pergunta. Eu acho que a análise, ela tem uma profundidade de ir então no analista, na mente do analista, nas suas questões, e ela também possibilita que ele tenha instrumentos de utilização. Quando a gente passa para supervisão, eu acho que é ali que vai poder ser olhado. Então, de novo, assim, explorado, observado aquilo que está sendo feito. Eu acho que a supervisão, ela permite um olhar sobre a prática que amplia então os limites do conhecimento. É ali na supervisão que me parece que o analista vai poder delinear para ele próprio, junto então com com o colega, né? Quais são os pensamentos que estão trancando ou ampliando o processo analítico de um outro? E é muito verdade isso que tu falou, isso que tu fala, que eu falei, é muito verdade no sentido de que eu creio que a psicanálise é isso mesmo, tanto a prática quanto o fazer quanto a supervisão é esse vai e vem entre a gente ter um pouco de segurança e logo em seguida ir para insegurança. E quando a gente tem um colega que pode colaborar, que a gente escolheu e que pode colaborar nos mostrando exatamente esse movimento, né, O dar o espaço para que a gente possa observar aquilo que na sessão também se transformou em desconhecido e que a gente pode ampliar, eu acho fundamental. Eu também acho, com essa tua pergunta, que um analista que não reconhece a importância de uma supervisão, e eu tô falando supervisão como prática, não tô falando só do estado emocional de se pensar a respeito da nossa prática, no consultório. Eu acho que se a gente leva em conta que somos feitos também do desconhecido, também do que não é visto, eu acho que vale a pena se pensar que de tanto em tanto é bom que a gente faça encontros que possam nos mostrar isso.
O que querias decir ou cachar e não te perguntei?
O que eu não sei, o que que eu não me perguntou, que eu gostaria que tu tivesse me perguntado, eu não sei. O que eu queria dizer é que, primeiro, que eu fiquei muito contente com o convite de estar aqui podendo conversar, e de que eu acho que tem uma necessidade da gente poder seguir acreditando, né, de que são nesses encontros entre pares, são nesses encontros onde a gente vai poder junto ter uma, essa tolerância aí descobrindo que a gente vai se também se fazendo, né? Eu acredito, eu acredito que a psicanálise ela tem que ser séria e alegre. E é muito engraçado quando tu coloca que talvez seja muito o que eu creio mesmo, né? Eu acho que esses encontros que são, que que possibilitam que a gente pense a respeito da gente. Tu faz perguntas que elas parecem muito óbvias, tu faz perguntas que seria muito tranquilizador se eu quisesse responder de um jeito muito sabido. Eu acho que também quando eu aceitei de conversar contigo é porque também eu sabia que seria um espaço que eu poderia assim Bom, olhar para mim muito mais do que responder, um pouco olhar para o que eu penso. Então eu só, só o que eu gostaria de dizer que eu não disse de início é que eu fico muito contente, que eu tô contente de estar aqui.
Me queres fazer uma pergunta para que responda ou não responda?
Sim, adelante.
Se tu Si tú fuese colocar un billete numa numa garrafa y jogar al mar para ser encontrado daqui un año, ¿qué que tú escribirías?
No era tan terrible. Lo podría mandar una vez por año para el año que viene. Si tuviera que escribir algo.
Me gustaría encontrar, me gustaría estar al otro lado y encontrar esa caja.
No era tan terrible, eso también pasó. Algo así, sí, no era tan terrible, me parece, es lo que pondría. Déjame una pregunta para el analista que vaya a responder después de vos.
¿Cuál es tu comprometimiento con el desarrollo de la psicanálisis?
Y para ser justo, el analista que respondió antes de vos te dejó una pregunta.
¿Qué es lo que pasa con los analistas que suponen que son productos acabados y no que van caminando en un proceso analítico propio. ¿Qué pasa? Que no ven la importancia, la urgencia de analizarse ellos mismos, de estar en esta aventura maravillosa que es estar en contacto con la emocionalidad, la observación de la emocionalidad, más allá de la comprensión, porque la comprensión como que cierra también horizontes. ¿Qué pasa? Que creen que llegaron a la línea de horizonte. Que passa que não ampliam suas próprias possibilidades de ser?
Bom, eu começo dizendo que não tenho a menor ideia do que que passa com eles, mas eu acho que falta coragem e esperança. Eu acho que um analista que se dá como pronto, eu acho que é me parece que faltou essas duas qualidades que para mim são fundamentais em um analista, fundamentais, que é coragem e esperança. Coragem para seguir e esperança de que não foi tão terrível, porque tem momentos em que se olha e se pensa: não sei se passo. Não sei se tenho medo, né? Então eu acho que isso, acho que faltou, tá faltando, faltou coragem e esperança. Sugeriria que os analistas de tanto em tanto se analisassem e supervisionassem.
Muchísimas gracias, María. Gracias por participar, por tu tiempo, por la generosidad y por la potencia de las ideas que presentaste. Son Ideas que, como usando el modelo de la gravedad con el que te repreguntaba, ligeras y pesadas a la vez, que requieren no solamente de surfearlas, sino de asimilarlas, pensarlas. Y creo que tienen mucha potencia, mucha potencia para fertilizar en las mentes que quieran alojarlas. En ellas. Así que muchas gracias por estar en este espacio, por compartir conmigo, con nosotros, con las personas que están escuchando tus ideas, y dejarnos conocer un poco más acerca de dónde estás parada psicoanalíticamente hablando.
Gracias. Yo te agradezco mucho, Leandro. Un beijo grande y que as ideias sigam germinando. Qualquer ideia que germina que faz sentido pra mim, é uma bike ideia. Então beijo e muito obrigada.










