Rafael Souto (founder/leader at Produtive) explains how Produtive innovated in outplacement by creating an active "área de mercado" that searched for opportunities on behalf of clients—what he calls "outplacement 2.0"—balancing deep career planning with a market-facing team. He states Produtive introduced this concept in Brazil around 1996–1997 and later expanded services to include entrepreneurship and a "FAR" area focused on "trabalhabilidade" (broader employability beyond formal employment).
Questions this video answers
Around 1996–1997 ("em 96, 97").
Rafael Souto (speaker).
Chapters
Quando o negócio surgiu e comecei a organizar o modelo e contratar pessoas O mundo do trabalho estava mudando e o mundo do Outplace era muito baseado num conceito que é assim, eu aconselho e preparo você e você busca oportunidades. Aí eu pensei assim, poxa, mas nós que somos uma consultoria não podemos criar uma estrutura para também buscar oportunidades? E aí a gente fez uma primeira inovação que fez a Produtive decolar, que é criar uma área de mercado. Eu chamei isso de outplacement 2.0, porque o outplacement 1.0 era orientar você e você busca oportunidades, vai até as empresas, manda seu currículo e diz não, eu quero uma coisa que ensine, mas que também faça. Isso gerou um grande diferencial que persiste até hoje e a Produtive foi a empresa que criou esse conceito no Brasil. em 96, 97, que é ter uma área de mercado. Estamos organizados com times de carreira e equipes de mercado que ajudam o profissional a se recolocar. Eu acho que o grande diferencial foi equilibrar essas duas coisas. a ideia de ter um planejamento profundo, ter conceito, como é que a gente orienta e por que isso é importante e como é que faz, e ter uma área de mercado que se compromete a também buscar oportunidades, indicar. E depois foi tendo novas coisas, né? Por exemplo, a área de empreendedorismo, a gente em algum momento entendeu que não dá mais pra olhar só emprego, trabalho formal, é uma forma de você se recolocar, claro, mas todos nós somos desafiados a olhar outras alternativas, que a gente chama de trabalhabilidade, Foi um conceito que expandimos no Brasil e criamos uma área chamada FAR para ajudar a pessoa a construir outras opções de trabalho usando o ativo intelectual dela.