Rafael Souto summarizes the main challenges in Produtive’s evolution: transforming from a founder-centric company into a structured team with internal training and processes; integrating technology without losing personalized, high-quality consulting; and deciding and building new business pillars (autoplacement, development, digital) including creating a digital area and transitioning the business model.
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E aí E aí Tem vários desafios ao longo da história. Um, como sair de uma empresa baseada na figura do Rafael para uma empresa que tivesse um time e uma estrutura garantindo uma entrega premium para todo mundo. Isso é um super desafio. Treinar as pessoas, respeitar as individualidades dela, criar os conceitos, educação interna. Então isso foi o primeiro desafio, porque eu nunca quis uma eu-empresa. Então eu tenho que criar modelos e permitir que as pessoas também incorporem o conhecimento delas e aprendendo ao longo dos anos com as pessoas que a gente foi trazendo. Então isso foi um super desafio. Segundo, construir um modelo em que a tecnologia não retirasse esse olhar personalizado que a gente tem. porque essa história de hub e tal é muito bacana, mas daqui a pouco vira uma coisa muito automatizada e a gente perde o charme. O que fez a gente ser uma consultoria de referência foi a nossa entrega muito focada, profunda. Então, esse blend entre tecnologia e entrega foi um desafio. Eu acho que o outro desafio foi tomar as decisões desses novos pilares, porque hoje eu resumo, ah, pilar 1, pilar 2, pilar 3 da Produtive, né? Autoplacement, desenvolvimento e digital. Mas em algum momento a gente teve que tomar decisões. Ser uma empresa de treinamento sobre o tema é outro negócio. É outro tipo de comprador, entrega. Criar uma área digital foi um desafio. Pessoas, tecnologia e a transição do modelo de negócio.