ACM na arquitetura de alto padrão: Estética, funcionalidade e sustentabilidade | ConstrueCast #107

Interview (Portuguese) on the use of ACM (Aluminum/Aluminium Composite Panels, sometimes called ACP) in high-end architecture. Host Paulo and specialist Gilson Fernando discuss what ACM is, its aesthetic versatility, technical limits (thermal dilation, fixation, panel selection), common installation mistakes, applications beyond façades (interiors, doors, counters), sustainability aspects (recycled aluminium and PEBD core), safety/fire requirements for tall buildings, market training gaps, and recommendations for specifiers and industry outreach.
Questions this video answers
Polietileno de baixa densidade (PEBD).
4 mm.
Aproximadamente 1,2 milímetro por metro linear (a 50 °C).
Entre 15 e 20 anos (dependendo do produto e aplicação).
Uso de núcleo retardante de chama (fire-retardant) com cargas minerais em vez de PEBD.
Chapters
Se você trabalha com arquitetura, engenharia ou construção e busca soluções modernas, sofisticadas e eficientes, esse episódio é pra você. Hoje vamos explorar um material que está revolucionando os projetos de alto padrão. o ACM. Agora, quais são as vantagens? Será que vale a pena investir? Como aplicá-lo corretamente? E quais são as tendências para o futuro? Para responder essas e muitas outras perguntas, eu trouxe um especialista no assunto, Gilson Fernando. Fique com a gente até o final, porque vamos trazer insights valiosos que podem transformar seus projetos. Construir cash, arquitetura, engenharia, Este episódio é um oferecimento Projeto Alumínio. Gil, seja bem-vindo a mais um episódio aqui no Construe e Cash. E antes da gente iniciar o nosso bate-papo, eu queria que você falasse um pouquinho da sua trajetória, da sua carreira nesse mercado tão desafiador que é o mercado de ACM e comunicação visual.
Bom, Paulo, primeiro, obrigado pela oportunidade de estar aqui. e colocar um pouco do meu conhecimento para o pessoal aí deixar isso mais claro para todo mundo que gera bastante dúvida quanto à aplicação da CM. Eu comecei na comunicação visual fazem 21 anos, comecei fazendo silkscreen de camisetas com os meus pais E foi evoluindo o mercado, a gente começou a ir nas feiras juntos e começou a ficar mais interessante a parte do sign, pelos equipamentos, pela tecnologia. Então sempre estudei bastante sobre isso e hoje... A gente está focado, 80% da nossa empresa, no revestimento em ACM. Então, isso eu sempre falo que nesses últimos dois anos eu estudei mais do que quando eu fiz faculdade. Fiz faculdade de Sistema de Informação, que não tem nada a ver com o nosso mercado, mas naquela época essa experiência de fazer uma faculdade eu acho que ajuda muito. Só agrega pra gente, como pessoa, essa fase da vida, vamos falar assim.
Agora, falando da nossa pauta, né? Que é aplicações de ACM na arquitetura de alto padrão. Então, a gente falando de estética, funcionalidade, sustentabilidade... Primeiro, pra começar, o que é ACM?
ACM é um painel de alumínio composto. Tanto que, na maioria das empresas hoje, já estão trocando a nomenclatura de ACM para ACP. porque fica uma tradução mais correta como painel de alumínio composto do que material de alumínio composto. Você entendeu? Então, a tendência é que vire ACP no futuro. Os 4mm que é o de alta performance, todos eles já vem identificado como ACP, tanto em nota fiscal quanto no verso do material com lote e tudo mais.
Agora, eu queria aqui, assim, pra gente iniciar esse bate-papo, nós temos aqui alguns materiais em ACM. Quando a gente fala de ACM pra alto padrão, também nós temos um desafio que é orientar essas pessoas, não só na hora de projetar, mas também falar de aplicações.
De aplicações e, o principal, ACM não é tudo igual.
ACM não é tudo igual. Você trouxe uns materiais aqui, inclusive?
Alguns exemplos.
Alguns exemplos, né? Eu tenho aqui uma chapa com uma textura madeirada. Então, assim, eu que tô conseguindo tocar, gente, é incrível, parece...
A textura é incrível.
Madeira. E você tem ali essa... Dessa outra placa aqui de cortem, que ela simula o cortem. Eu tô... Eu tô... Então, assim, tô conseguindo tocar nesse material e, de fato, imagina um... um material como esse, que ele tem uma durabilidade absurda... Uma performance e uma entrega... Incrível!
É incrível!
Então, por que eu escolhi essa pauta? E falar principalmente de alto padrão? Porque existem muitas possibilidades nesse mercado e aí eu queria te devolver com uma pergunta. Por que o ACM se tornou tão popular na arquitetura de alto padrão?
Paulo, ele se tornou tão popular pela entrega e pela performance. A hora que a gente fala que vai fazer um revestimento de alto padrão, é que nem... eu vou te dar um exemplo aqui que a gente consegue identificar uma possibilidade dele muito... é muito usada hoje que a gente tem várias vantagens. Se a gente for fazer um pergolado de madeira, quanto vai gerar de manutenção esse pergolado de madeira?
Principalmente quando fala num ambiente de alta corrosão.
E um ambiente externo. Sim. Vai estar ali chuva, sol, poluição... Cada quanto tempo esse profissional vai ter que ir lá lixar, aplicar um verniz, uma proteção, alguma coisa? E se a gente fizer uma estrutura de alumínio e revestir com ACM? Que é alumínio também. E que essa pintura, esse tipo de acabamento de alta performance vai garantir pra gente aí, no mínimo, a durabilidade de 20 anos. se aplicado de forma correta. O que a gente precisa fazer para o OCM entregar toda essa performance? Uma limpeza comum.
E aí, quando você fala se aplicado de forma correta, mas pra frente a gente vai falar dessa parte tanto de projeto quanto de aplicação, né?
De aplicação, essa parte técnica da aplicação.
Isso, porque a gente está vivendo hoje, agora nesse primeiro momento, a gente vai falar um pouco dos benefícios e tudo mais, a aplicação de uma forma mais... Máquina. Depois a gente vem... para o micro, né? Falando de temas mais aprofundados. Aí eu queria agora te perguntar, e quais são os benefícios do ACM?
Paulo, eu acho que o maior benefício, essa entrega, a hora que a gente fala em alto padrão, alta performance, você acabou de olhar, a hora que eu te entreguei essa chapa, a hora que eu cheguei. É madeira?
É madeira. Se eu não olhasse dos lados aqui, eu não saberia que era um material em ACM.
Eu vou instalar na área gourmet da sua casa, num balcão da sua área gourmet, uma chapa dessa. Se fosse MDF, você conseguiria jogar água lá e lavar?
Não.
Você me permite.
E aqui é interessante porque, pô, está vendo? Você tem até aqueles... Os...
O veio, o nó da madeira.
O veio, o nó das madeiras, assim. Então, pega aquele outro pra mim que simula o cimento queimado. Pega esses materiais pra mim.
Esse é um pouco mais escuro.
É.
Esse mais claro.
Então, esse aqui simula... Ó, esse, simula.
Um granito, vamos falar.
Granito também, gente. Então, as possibilidades, assim, são várias.
Muitas.
Sim. E aí, quem quiser também, enfim... Ah, quero saber mais. Paulo, pode colocar suas perguntas aqui nos comentários. Fica com a gente até o final. Coloque... Mande esse conteúdo pra outras pessoas. E de repente você que... Ah, tem um amigo que tem algum tipo de preconceito com esse tipo de material. Mande esse episódio pra ele, que eu tenho certeza que a gente vai mudar essa mentalidade de alguma forma.
Tenho certeza que vai mudar.
Este episódio tem o apoio da Projeto Alumínio, porque confiança é a base de toda boa construção. E quando o assunto é fachado em ACM, a verdade é uma só, ACM não é tudo igual. A Projeto Alumínio entrega mais do que painéis, ela entrega qualidade, desempenho e compromisso com cada projeto. E aí, eu queria te perguntar agora, eu tenho uma pergunta aqui, Em quais partes de um projeto de alto padrão o ACM pode ser aplicado além das fachadas? Essa você tem muitos exemplos.
Paulo, você consegue colocar um ripado de madeira dentro de um banheiro? Não, o ACM você consegue. Essa da área gourmet que eu te falei, de um balcão, que vai ter contato direto com água, você consegue. Um revestimento interno de uma recepção de uma empresa. A gente consegue fazer um ripado de madeira, quer mais, revestir uma parede. A nossa recepção tem uma parede que é revestida com esse cimento aqui, antocato, essa cor. A hora que você coloca isso na parede, o cliente chega, ele passa a mão na parede, ele não acredita que é um revestimento de ACM.
E aí você me traz agora uma, você me dá uma, deixa, quando você fala, imagina que você tem uma bela fachada com um ACM com essa qualidade, né? Que é um 4mm, enfim, um ACM certificado. E aí, você dá continuidade dessa comunicação da fachada até a recepção.
É a hora que ele entra.
É.
Muda a percepção totalmente. O que você gera de valor pro cliente, isso não tem. Não tem como a gente mensurar isso. A experiência que você gera pra ele. Por exemplo, a gente vai falar... Já teve aqui o Filipe.
Sim, o Filipe da Projeto.
Isso. Tem muitos clientes que a hora que você fala assim, vamos fazer uma porta de ACM, por exemplo, que é outra possibilidade que é usada hoje muito, é muito aplicada em porta. A hora que a gente fala isso, Paulo, o cara entende que o ACM vai pensar na chapa, nos 4mm da chapa. Uma construção de uma porta é só os 4mm? a hora que ele pega uma porta. Quanto que ele gerou de valor nisso? É um material que vai trazer uma segurança pra ele.
Ô Gilson, e o mercado tá preparado pra esse nível de complexidade? Quando eu falo mercado de ACM, os aplicadores, enfim... Poucos. Eles estão preparados pra atender esse nível de complexidade, ou seja, de arquitetura ousada.
A gente tem empresas hoje, sim, mas poucas empresas.
Poucas.
Aí que a gente vai separar os homens dos meninos, vamos falar assim. Aí a gente não vai ter aquela briga que a gente tem do mercado desse preço por preço. Aí é valor agregado puro.
É valor agregado isso aqui.
A gente vai conseguir fazer uma obra dessa, entregar com uma qualidade no alto padrão, só que são poucas empresas.
Por outro lado, quando você tem poucas empresas, poucos profissionais disponíveis no mercado, você acaba onerando a mão de obra, porque se eu tenho... Sem dúvida. Se eu tenho muita demanda e pouca mão de obra.
Pouca mão de obra. Mas a gente sempre fala isso até nos treinamentos. O cara que se dedicar pro ACM voltado no alto padrão, e ele for um cara caprichoso, porque o acabamento de ACM, mais do que nada, é dedicação e capricho, é carinho com o material.
Sim.
Porque você consegue entregar um acabamento muito top e um acabamento Meia boca, vamos falar assim.
Sim.
Vai depender muito da mão de obra, do que o cara tá fazendo, entendeu, Paulo?
Então, como que a gente equilibra, né? Essa qualidade do material, que é excelente, com uma mão de obra ali, né? Que esteja contente daquilo que o material pede.
Isso aí é treinamento e focar no profissional, entendeu?
Nossa!
A gente tem que dar esse apoio pra ele, que é uma coisa que a gente vem divulgando isso muito e colocando muita informação no mercado. De forma assim, quem acompanha a gente, se o cara acompanhar e for um cara que for dedicado e estudioso, ele já consegue melhorar muito. Porque a hora que a gente fala, tirando o ACM da comunicação visual e voltando para a arquitetura de alto padrão, a gente está falando, a gente está dividindo o mercado. porque a gente não consegue comparar o tipo de mão de obra, aquela que briga preço por preço, faz a qualquer preço, vamos falar assim, com a pessoa que tá focada no alto padrão, é totalmente diferente.
Hoje você, além de ser um grande conhecedor desse tipo de material, você também dá cursos, tá ali trabalhando junto com a indústria, principalmente nessa questão de variedade de cores e etc. Como que isso impacta, de repente, ali na hora que um arquiteto está desenvolvendo um projeto? Eu falo, como que isso impacta? Será que o mercado de arquitetura já tem esse conhecimento das possibilidades de criação com esse material de ACM?
Falta um pouco de conhecimento, Paulo. A gente está tentando trazer o arquiteto mais... Colocar o arquiteto mais próximo da gente para a gente mostrar até a limitação técnica. do ACM. A hora que ele projetar, ele conseguir fazer uma coisa que a gente vai conseguir executar e entregar a qualidade e a performance do material. Porque dependendo do detalhe que ele faz, o ACM tem um limite, igual a qualquer outro material. A metálica, vamos dar um exemplo. Depende do vão que o cara tem que vencer, ele vai fazer uma metálica estruturada de uma forma. Ah, se não é, se é na alvenaria, é outra forma. O ACM é a mesma coisa. A gente tem que entender até onde eu posso chegar com o ACM. Uma coisa que a gente tem que quebrar um pouco. Tem muito arquiteto, tem muita gente que projeta e a hora que você fala que vai usar o ACM, ele não quer uma emenda aparente. E isso é uma dificuldade muito grande. Você consegue instalar o piso da sua cozinha sem junta de dilatação?
Não, precisa, né?
O ACM da mesma forma, o ACM dilata. E aí, qual é o coeficiente de dilatação do ACM? Hoje o ACM atingiu 50 graus instalado numa, sei lá, uma fachada externa. É muito fácil, com o calor que tem feito. Pô, o ACM dilata 1,2 milímetro a cada metro linear. Aí o cara quer pôr uma junta seca?
É.
O que vai acontecer com o CCM na hora que ele dilatar? Está lá, a chapa está com 50 graus, aí dá uma chuva, esfriou. A chapa estava muito quente e esfriou de repente. Ele vai ter essa dilatação, não vai?
Pode acontecer um desplacamento em uma situação como essa?
Instalação errada, sim. Instalação errada, sim. Aplicou de forma errada, pode acontecer. Ou ele vai desplacar, ou ele vai começar a juntar aqui, ele vai forçar um com o outro, vai dar um efeito almofada que a gente fala. Quantas fachadas que você passa por aí que você vê a chapa está assim, toda arredondada? Ou para fora ou para dentro, por quê? Ele diratou e deformou a chapa.
Você sabe que... Imagina, né? Eu estou aqui vivendo toda essa experiência, recebendo diversos profissionais de várias áreas. Conheço bastante desse material e eu achava que quando eu olhava para essas fachadas, eu via essas... Parece curvas, né? Parece que a chapa está curvada. Eu achava que era a qualidade do material. Eu achava que assim, de repente o cara tinha que usar uma chapa, sei lá, de 4 milímetros e ele usou uma de 3, por exemplo. Aí deu essa distorção, ou então ele não colocou... Não estruturou corretamente. Eu achava que era isso.
Muitas vezes é esse tipo de aplicação, ou ele não estruturou direito... ou ele não respeitou a dilatação do material. Então, tem várias coisas que fazem com que, pô, é um excelente material, a planicidade que tem esse material, você pegar essa chapa aqui maiorzinha, você olha, cara, não tem, é excelente. Só que dependendo para cada tipo de obra, você sabia que tem um ACM correto para você revestir um prédio acima de três pavimentos? É um tipo de chapa, abaixo disso é outro, até a dupla face que é usada faz diferença.
Pela questão do vento, da força do vento.
Vento, dilatação, tamanho da chapa, tudo isso faz diferença.
Interessante.
A segurança que isso vai passar, entendeu?
E nessa parte de estética e personalização, existe alguma tendência específica no uso do ACM para fachadas de luxo, enfim, que requer essa alta sofisticação?
Paulo, o que eu vejo? Hoje, a porta de ACM evoluiu muito.
Inclusive, eu queria até chamar a atenção desse ponto, quando a gente fala de alguém que duvide da qualidade desse material, a gente tem o Felipe Xavier, que é um dos maiores especialistas hoje.
Eu, do Brasil, é o maior especialista.
Ele que abriu, né? Ele que abriu esse mercado aí. Enfim, uma grande referência. Imagina, o cara fazia porta de mais de oito metros.
Vamos falar uma porta de 8x2, o cara consegue vencer um vão desse. E tudo dentro da norma, vamos falar assim, com segurança. E aí é a hora que a gente tem uma casa de alto padrão. que o cara instalou uma porta, o cliente escolheu uma porta dessa, às vezes ele já associa, seguindo com o mesmo material, ele já faz um ripado, uma porta de garagem, vamos dar um exemplo, ele vem com o portão, seguindo com o ripado que já emenda, então a hora que você olha, você não vê nada. Não aparece, a porta não fica aparente, o portão não fica aparente.
É legal que até confunde, né? Quem não conhece não sabe onde tá a porta.
Não sabe, não sabe onde tá a porta. Então tem um monte, esse exemplo que eu te dei do pergolado. É muito comum, hoje, essas platibandas que os arquitetos gostam de desenhar, que é inclinada, com cortes, cara, o ACM possibilita, a gente consegue fazer e entregar com uma qualidade legal.
É, você falou desse exemplo, né? De, imagina, você tem ali uma parede, você tem uma porta no meio, você não consegue identificar onde tá a porta...
Onde tá a porta.
Eu vou citar um exemplo, vou até citar o nome de um grande arquiteto que hoje, recentemente saiu uma matéria que ele tá aí entre os 100 arquitetos mais renomados do mundo, que é o Gui Matos. Eu fui outro dia no escritório, no escritório de um projeto dele e tinha uma parede com ripado, eu não sei qual que era aquele material. Eu lembro que eu precisei voltar nesse ambiente, assim, sabe quando você fica perdido, peraí, peraí, onde tá a porta? Onde está a porta? Assim eu não consegui identificar, porque eu dava um toque, quando eu identifiquei, na verdade, que eu fui orientado, a porta está ali, aí eu só dei um toque, a porta abriu. E agora você falando isso, eu lembrei dessa situação.
Não, e tem vários exemplos. E essa parte, se a gente parar para pensar no ambiente interno mesmo, com esses materiais hoje, esse material aqui foi lançado ano passado na Fesco, por um fabricante aqui do Brasil, e cara, ele não risca, ele não fica a marca de mão. Então, isso era uma grande dificuldade, principalmente para o ambiente interno, onde vai ter contato com as pessoas. Se você pegar, ele não tem, não fica aquela marca de mão.
Não, realmente.
Eu fui. Então, até você pegar, ó, esse aqui é um texturizado, um dark grey, ó. Ele não fica a marca de mão, preto.
Eu fui, sim, eu fui na Fesco, aí eu vi esse, assim, porque você percebe muito mais quando a chapa é maior.
É maior, é, sem dúvida, mas, ó.
É, realmente.
É uma briga, estala uma chapa preto, fosco ou preto brilho, gente, você olha pra ela e já fica a marca. Então, isso, além de ser mais resistente a risco, esse tipo de coisa, na hora da limpeza, essas coisas, pode ter contato com água a vontade, que não vai ter problema, e tem esse acabamento que dá essa textura, é incrível, é que o pessoal acho que não vai ter essa percepção, a hora que tiver o contato com esse material vai mudar muito, isso aqui é muito engraçado.
Agora eu queria... fazer um pedido, já que eu estou hoje com um dos maiores especialistas nesse assunto, né? Antes de fazer esse pedido, eu quero mandar um abraço pro Nilson Tsuji, que foi através dele que eu te conheci. Sem dúvida. O Nilson, ele abriu, né, esse mercado no sentido de capacitação de bons profissionais. Sem dúvida.
E eu também quero mandar um abraço para ele e agradecer, porque ele é o meu grande mentor, vamos falar assim, e sem ele eu tenho certeza que eu não estaria aqui hoje.
Ele foi fundamental ali nessa conexão e é uma pessoa que eu admiro muito e torço muito, porque é um cara que realmente está fazendo a diferença no setor.
É fora da curva.
E já tem gente de outros setores usando ele como referência para tentar trazer melhorias.
Sem dúvida.
Nessa parte de mão de obra e qualificação. O que eu queria pedir? Imagina que... Você tem algum outro amadeirado desse? Pequeno, né? Ah, pega aquele lá pra mim.
Esse aqui é o mesmo.
Isso. Então, o que acontece? Imagina que eu sou um escritório de arquitetura. E aí, eu recebo uma amostra dessa. Eu vou vender pro meu cliente. Aqui, com esse tamanho, eu não tenho... Por exemplo, eu não tô vendo os nós da madeira. E aí imagina que eu vou especificar, só que aqui eu não tenho. Quando eu vou para uma chapa maior, por exemplo, aqui eu consigo ter a visibilidade, peraí, então eu sei o que eu estou especificando para o meu cliente. É difícil fazer com que a indústria forneça um material, por exemplo, desse tamanho Para os escritórios? Para os especificadores?
Hoje tem um pouco de resistência da indústria. A gente, inclusive, tem trabalhado nesse... Mostrando isso. Porque, Paulo, é que nem você falou. A hora que ele especificou isso, ele mostrou isso para o cliente.
É, eu imaginei que eu mostrei isso.
E aí, o cliente... Vamos dar um exemplo. Ele chegou lá, ele fez uma porta. Aí, a hora que tira a proteção da CM, tem um nó aqui no veio da madeira. Ele falou, não. Mas o que eu escolhi não tinha esse nó. E aí agora? Consegue mensurar o valor de uma porta dessa para o cara chegar lá e ter essa decepção? É uma coisa que ele não estava esperando.
Aqui eu não estou vendo, né? Tudo bem, que em tese eu teria, que depois ela continuasse.
Mas se ele tiver isso aqui na mão, a percepção é totalmente outra.
É, então o que eu quero chamar a atenção para isso, né? Vocês, enquanto instaladores, empresas, imagina, vocês investem muito em capacitação para fazer uma boa aplicação de um material premium como esse?
Sem dúvida.
E aí, imagina, chega numa situação... Porque você tirou o line ali, você vai identificar coisas que... Pô, peraí!
Não, não era isso.
Não foi esse material. Aí você, enquanto instalador, vai ter problema, porque vai ter que trocar aqui.
Sem dúvida, sem dúvida.
Alguém vai ter que pagar essa conta. Agora, se a indústria pensar no lado do arquiteto, E, nas empresas que estão aplicando, a gente consegue...
Principalmente o arquiteto, eu acho que na hora de ele compor um projeto.
Sim, na paginação ali, né?
Isso, depende da paginação que ele vai montar, depende do tom amadeirado. Tem alguns que puxam um pouco mais pro preto, tem um que menos... E aí, na composição, ele vai falar assim, ó, esse aqui é legal. Aí, na hora que ele faz a composição, que vai mesclar com o preto, alguma coisa ali, Pô, não ficou legal, agora um brigou com o outro. Por quê? Porque tem mais preto do que eu imaginava nesse amadeirado. Então, tem um monte de coisa que vai fazer diferença, sim, se a gente conseguir um catálogo ou um mostruário que seja maior, para a gente tirar essa dúvida, vamos falar assim.
Então, isso é importante. Então, esse pedido que eu quero fazer pra você, que é a indústria que, enfim, você que fabrica no Brasil, você que distribui esse tipo de material, forneça um material pra ajudar não só os arquitetos enquanto especificadores, mas também as empresas que precisam, né, desse material, porque se você tem bom material, para mostrar para aquelas pessoas que precisam, de repente, fazer uma fachada ou uma parede ripada e ela consegue ter uma visibilidade de uma área maior do material.
No todo, vamos falar assim.
Você vai ter um material mais rico para vender esses materiais que a indústria produz.
Sem dúvida.
Então, no final, todo mundo ganha.
A gente só vai dar um exemplo. Qual a cor que a gente mais vende para revestimento interno? Os que a gente tem na nossa recepção. Por quê? Porque o arquiteto vai lá, o cliente vai lá, é aquele que ele consegue ver e pôr a mão, entendeu? Então isso faz muita diferença. Na nossa recepção tem uma parede revestida com esse aqui.
Esse material.
Esse material. Que é o cimento antocato.
Vocês estão vendo agora esse material aplicado na recepção da empresa do Gilson. Então, imagina... Indústria, vamos ajudar, né?
A percepção é totalmente outra.
Isso não é só essa indústria do ACM, da comunicação visual. A gente também tem outros desafios como esse pra vencer. Pra todos. por outras indústrias. Então, a partir do momento que essas indústrias, elas investem milhões em propaganda na TV, elas investem milhões no estande numa feira. Agora, vocês que precisam de um material, vocês que estão, de fato, aplicando, vendendo esse material para a indústria, por que a indústria não olhar, né? pra vocês enquanto empresa que tá ali fazendo acontecer, ou seja, girando, né?
Essa engrenagem.
Essa engrenagem. Então, vamos olhar pra os aplicadores e investir mais nessa galera, porque algumas empresas que eu conheço, eles fazem o trabalho de investir em boa formação, em qualificação desses funcionários pra que o seu material, né, enquanto indústria, tem ali uma boa reputação na hora da aplicação. Então, acredito que eu queria chamar a atenção. Agora, eu queria falar dessa parte de sustentabilidade e eficiência, né? Então, eu tenho aqui uma pergunta. O ACM é um material sustentável? Como ele se encaixa nas exigências de construções eco-eficientes? Porque o que a gente tem visto aí em algumas situações, por isso que essa pergunta Bom, acho que você está acostumado.
É, sem dúvida. Como que é a composição do ACM hoje? A gente tem aqui, são duas lâminas de alumínio e o meio, o miolo dele, vamos falar assim, o núcleo, é composto por um poletileno, PBD, poletileno de baixa densidade. Você sabia que é sacolinha de supermercado?
Ah, é material reciclado.
Totalmente reciclado. Então, isso já é. E ele é reciclável também. A única parte que não se recicla do ACM é a parte da pintura. o alumínio e o miolo, o núcleo, vamos falar assim, é totalmente reciclável. E o alumínio, de onde que vem? Uma indústria nacional de reciclagem que recicla e fornece para as latinhas de cerveja, refrigerante. Então, o alumínio é totalmente reciclável. Então, o ACM é totalmente sustentável, vamos falar assim. E a gente só fica um pouco na parte da reciclagem, depois do uso do ACM, que pega um pouco essa dificuldade de separar o material. de desplacar o alumínio do poletileno para conseguir reciclar. Mas a matéria-prima que é usada para fabricar, 100% reciclado.
Isso é bacana, porque grande maioria, né? Desses... Dos insumos, né? Que são produzir... Para produzir uma chapa dessa.
É reciclado.
Então, isso é sensacional. É reciclado.
A gente estava agora recente na fábrica e a gente vê chegando e aí pega o material na mão e vê isso, entendeu? Essa... Imagina quantas sacolinhas, quantas garrafas PET, quanto foi tirado do meio ambiente pra gente colocar aqui nesse material. Então isso é bem legal.
A gente tá fazendo agora uma série... voltada pra alguns tipos de material. E quando a gente tá falando agora dessa série do ACM e materiais de comunicação visual, a gente vai falar um pouco, a gente vai visitar alguma fábrica no Brasil pra mostrar como é produzido o ACM, vai falar com distribuidores também, empresas que importam material pra falar dos desafios também, porque muitas vezes quando esse distribuidor importa um material de fora, será que ele sabe exatamente o que ele tá comprando?
Isso é uma coisa que é muito difícil Paulo, a gente que tá na ponta, vamos falar assim, beneficiando o material, às vezes a gente compra um material com uma lâmina 0,30 de alumínio, vamos dar um exemplo. E será que realmente tem o 0,30 ali? Aqui quem tá fabricando no Brasil consegue, a gente consegue comprovar isso. O que tá importando às vezes nessa loucura de preço, de conseguir estar dentro do mercado, às vezes não por ele, mas quem fabricou lá na China, vamos dar exemplo. Está usando de má fé, mandou o produto correto. Então, às vezes, não é a empresa que está revendendo aqui no Brasil, que está sendo sacana, que está vendendo um material e entregando o outro. Às vezes, nem ele não consegue identificar isso.
É, porque você tem o Line, né, fazendo essa proteção e você só vai.
Saber isso quando tá aplicado. Eu tenho certeza que eles fazem teste em laboratório, tudo, mas uma pintura, vamos dar um exemplo. Quanto despesso, quantas micras é a pintura dessa lâmina? É muito fino isso, a quantidade de tinta. A hora que a gente fala um 4mm PVDF, tem uma porcentagem do PVDF que vai ali, a gente tem marcas de PVDF que até são associadas ao produto, naquela relação que a gente fala do bombril caparalho de aço, da mesma forma, o pessoal usa o nome da marca da tinta, Como a pintura dele não é. Então tem várias outras marcas. Então, e aí? Qual é a entrega, a performance desse material? Só que é um material difícil. Por quê? A gente tá falando de longo prazo. Tem material com performance e garantia de 20 anos. Então, daqui quanto tempo que a gente vai ter essa resposta? Então, isso é muito difícil.
E aí, você me trouxe um ponto agora com essa sua resposta. Eu visitei a Fescoa do ano passado e aí tinha um player lá, tinha duas chapas expostas, assim, umas chapas grandes, assim, e em cima tinha uma frase, ACM não é tudo igual, da mesma forma que o vidro não é tudo igual. Só que, cara, eu olhava para aquilo, eu falo, não, não é possível. Isso aqui é igual. Aí depois ele foi me explicar que esse tipo de ACM aqui, parece que é, mas não é. Ele tem uma pintura especial. pra ambientes de cor rosal, por exemplo.
Ele tem um prime a mais pra ser instalado numa região costeira.
Numa região costeira. Então, assim, você olhando, olhando, assim, você não conseguia perceber.
Não tem como, não tem como.
E aí, muitas vezes, eu acabo comprando o mais barato, instalei, daqui, sei lá, um ano, dois anos, eu começo a ter problema com a cor, Corrosão? Corrosão.
Porque você concorda? Desde o primer que foi aplicado, a primeira camada sobre o alumínio já faz diferença. Porque aí essa corrosão, ele vai entrar, ele... Ah, não vai corroer o alumínio, mas ele entra entre a tinta e o alumínio. E aí começa a fazer igual aquele bichinho de pé lá, bicho geográfico, que vai fazendo entre o alumínio e a tinta e vai fazendo aquelas... Vai criando uns relevos assim, ó. Essa é a corrosão que vai dar. É uma aplicação errada.
E imagina que eu sou um escritório de arquitetura, eu tô lá, gostei, sei lá, de repente eu gostei do tipo de material, conheço um pouco, mas só que eu tenho um pouco de dificuldade com meu time de projeto para projetar. Você tem alguma dica ou você fornece algum apoio para escritório de arquitetura no sentido de ajudar na especificação? Tudo bem, eu enquanto... Ah, tudo bem, eu tenho meu time de projeto. Agora, é importante que esses escritórios de arquitetura, eles tenham empresas parceiras ou parceiros para ajudar nesse desenvolvimento de projeto, para ampliar as possibilidades, assim, do material.
Sim, a gente pode, isso, cada projeto, a gente pode, depende da demanda do que ele vai fazer, a gente pode dar uma orientação sim. As empresas que são fabricantes aqui no Brasil também dão esse apoio. E além dos treinamentos que a gente consegue, a gente recebe bastante arquiteto e engenheiro lá no CT para fazer o treinamento, para conhecer mais a fundo esse material, para conseguir aplicar de forma correta. Porque é isso que vai fazer a diferença e garantir a performance. Não é só o instalador que tem que ter a técnica para instalar corretamente. Se na hora de projetar ele foi especificado um ACM que não atende... Vou te dar um exemplo. A gente está fazendo um revestimento de uma parede com esse cimento aqui, esse concreto grey. E aí ele vai ficar, vai chegar no jardim e vai ter contato com aquela umidade do jardim ali, aquela água... Você concorda comigo que dependendo do acabamento que for feito ou a especificação do material que for feito, a performance dele vai diminuir muito?
Diminuir, sim.
E se eu pegar um material que a gente... Não era pra ser, mas é muito normal as empresas usarem material que é pra uso interno, colocar para uso externo. Então, isso acaba manchando a imagem do ACM. Eu fui dar treinamento numa região no Nordeste e os instaladores falaram que os clientes não queriam ACM porque o ACM não dura. E aí, como que eu tô falando pra você que tem ACM com performance aí pra 20 anos, 15 anos?
É, aplicação é fundamental. Inclusive, até fazendo uma associação aqui, que também é comum um pouco, é na escolha de argamassa. Você tem ali argamassa C1, que é pra uso interno, mas eu, Paulo, uma opinião minha, eu não usaria essa argamassa C1 em nenhuma situação, tá? Eu, Paulo, não usaria, enfim, porque ela Requer um cuidado muito maior, enfim. E você tem a C2 e a C3, enfim, de acordo com o formato de peça que você vai usar. Então, ela pede ali um tipo de erga massa específica. E eu cansei de ver. Pessoas usando a argamassa C1 porque ela é mais barata. Aí o que eles fazem? Ah, eu vou reforçar. Aí eles misturam, colocam um pouquinho de cimento ali a mais pra reforçar. Só que daqui a pouco não tem nada a ver porque ela não foi desenvolvida daquela forma pra aquele uso.
Não, e aí a gente vê isso no ACM muito. Dessa aplicação do material errado no lugar errado e de forma errada. E aí o cliente acaba que fala, não, é um material com valor alto e que não entrega o que a gente precisa. Totalmente ao contrário.
Quando, na verdade, a mão de obra é fundamental, né?
Não, e se a gente colocar o material certo de forma correta, ele se torna barato.
Sim.
Não dá manutenção. Tem uma performance de 15 a 20 anos. Paulo, não é caro.
Quando eu penso é? Quando eu penso na durabilidade, custo-benefício, né?
Não, que isso. E com esse tipo de acabamento que a gente tá falando aqui, não tem como. É só usar da forma correta.
E agora, falando um pouquinho, né, que eu falei que a gente ia falar essa parte de instalações e cuidados técnicos, a gente já começou a falar, quais são os principais desafios na instalação do ACM e como evitá-los, assim, problemas, que a gente já falou um pouco.
Paulo, o principal é o pessoal tirar essa ideia da emenda do ACM, que não pode ter emenda, que o cara quer instalar uma chapa só. É o que a gente vê muito.
Mas isso vem de onde? Vem dos arquitetos, é isso?
Muito arquiteto, ele fala assim, não, então a gente vai usar ACM porque aí não aparece a emenda e não tem emenda. É errado pensar dessa forma. E o arquiteto, ele sabe, eu tenho certeza que ele sabe. O material dilata, gente. Como que não vai ter emenda?
Então, será? Sabe aquela... Eu tô questionando, será que ele sabe?
Cara, então é... Então a gente vai ter que fazer um material de conscientização pra eles.
É o que a gente tá fazendo aqui agora.
Porque, Paulo, tem que ter. Eu te falei, o ACM dilata 1.2mm por metro linear a 50° pra uma chapa dessa. Aplicar do externo a chegar a 50° nos dias de hoje é a coisa mais fácil do mundo.
É, você já ouviu aquela frase, o óbvio precisa ser dito?
Precisa ser dito, e às vezes o que é óbvio para mim não é óbvio para você. Então, a gente tem que falar.
Exemplo disso.
E vale falar também, deixar bem claro aqui, que essa relação garantir performance tem que ficar muito bem clara, tanto para o arquiteto quanto para o cliente final e para quem está fazendo a instalação. A gente tem um mapa disso, você pegar o mapa do Brasil, você dividir ele da linha do Equador, 15 graus acima, passou de 15 graus acima da linha do Equador, a performance, a garantia do material, cai pela metade.
Cai pela metade?
Pela exposição do sol. Pela metade, vamos supor, se eu instalar no Rio Grande do Sul, eu vou ter 10 anos de garantia ou performance, vamos falar assim. Se eu instalar lá em Macapá, É só cinco anos. Então, isso é muito importante a gente frisar e deixar isso muito claro. A gente tem que colocar esse conhecimento, mostrar isso.
Você... A gente estava ontem, né? Conversando, a gente estava jantando, conversando e você me mostrou uma imagem de uma mesa de escritório sem emenda. É um projeto... Bom, as pessoas estão vendo agora essa imagem. E você mostrou, eu olhei e falei, não, não é possível que isso aqui não tenha emenda.
Era uma chapa só.
Era uma chapa só.
Então... Aonde a gente faz?
Explica um pouco isso. Como você conseguiu fazer isso e se esse mesmo tipo de A aplicação poderia ser feita em uma área externa.
Sim.
Pode receber sol e chuva, por exemplo.
Sim. A estrutura daquele balcão, vamos falar assim, ela era 100% em alumínio. E a hora que eu desenhei ele e fui colocando os cortes do ACM, era uma peça só. Claro, tem os cortes para a gente conseguir vestir ele na peça. O que a gente tem que respeitar muito, Paulo? Como foi fixado naquela estrutura. E aí, a dupla face certa, porque a dupla face também vai acompanhar a dilatação do material. Então, é uma composição correta para a gente conseguir ter uma longevidade disso, para a gente garantir a performance daquele material. Ele poderia estar externo, com chuva e sol, sem problema nenhum.
E aí, quando você fala dessa parte, né, que a gente precisa, né, orientar os arquitetos quando eles querem junta seca, aí eu tenho essa pergunta aqui, que tá bem dentro. Existe algum tipo, uma outra situação que é comum na aplicação que pode comprometer a estética ou a durabilidade do material? Além dessa que você não pode fazer junta seca.
É, a junta seca, chapa com chapa.
Assim, Mas assim, erros comuns, alguns exemplos.
Esse é o maior. O que mais você vê na rua instalado é isso.
Outra coisa... De novo, para quem tem dúvida, a gente fala também com o público leigo que contrata as pessoas. Então assim, a junta seca é quando eu grudo uma chapa na outra.
Isso. É aquilo que eu te falei, se a gente vai instalar um revestimento na nossa cozinha, um piso. Ele tem que ter a junta de dilatação.
Ele tem que ter a junta de dilatação.
Eu não consigo instalar um piso inteiro na minha cozinha, porque ele vai dilatar. Então, todo o material dilata. Então, a gente só tem que estar atento com isso. Essa troca brusca de temperatura, o material vai aumentar ou diminuir. Então, tem que ter essa dilatação. Outra coisa, aplicação errada. Vamos dar um exemplo. Para me garantir essa performance do ACM, que é um material de alumínio, eu vou revestir uma estrutura metálica. Eu não posso colocar o ACM com uma dupla face ou parafusado direto numa metálica.
Não pode.
Não, porque aí eu tenho alumínio com aço. O que ele vai causar?
Ah, tá.
São materiais diferentes. Então, ele vai criar uma fotocorrosão ali de dentro para fora. Então, isso também já afeta a performance e garantia. O que mais? Parafuso. O cara vai lá e ele conseguiu. Ah, não vai aparecer. Ele pôs a estrutura dele e parafusou todo o ACM por trás. Um monte de parafuso. Ele deu chance do material dilatar e voltar?
Não. Não.
Então, também. não vai cair não vai cair a chapa dele mas ela pode deformar porque ela não tem a dilatação não tem área para dilatação então tudo isso faz diferença uma coisa que é besteira parece que é um simples detalhe que representa sei lá quantos por cento de uma obra fita dupla face Se não usar a fita dupla face correta, vai cair.
Porque ela também... Ela tem uma importância muito grande nessa dilatação, né? Ela tem a performance dela, é. Sim.
Então, isso. E pra sustentar o peso da chapa, tem um cálculo pra fazer. Dependendo do tamanho da chapa, o tamanho do peso, quantos centímetros quadrados a gente tem que colocar de fita pra sustentar aquela bandeja. Então, cara, são N situações que vai definir se a minha chapa vai... entregar a performance que ela tem ou não.
E os materiais utilizados para a ligação entre uma chapa e outra, no caso, os... Agora me fugiu o nome.
Os perfis?
Não os perfis, né? Porque você tem esses materiais de apoio, né? A gente faz uma estrutura auxiliar.
Vamos dar um exemplo, a gente vai fazer um revestimento de uma marquise. Eu faço a minha estrutura auxiliar de alumínio e nela, dependendo do sistema que eu for usar, se for um sistema de junta rebaixada, ela vai ter uma chapa de ACM e a outra chapa vai vir aqui, deixando essa junta no meio de dilatação.
Ah, tá. E aqui eu vou colocar o silicone...
Não precisa, porque aqui eu faço um acabamento de borda, isso também é muito importante ressaltar. Para o ACM ter garantia, essa lateral dele aqui, o núcleo dele, não pode estar exposto. Então, eu tenho que fazer uma usinagem, um refile para esse acabamento aqui da junta de dilatação.
Entendi.
Você entendeu?
Então, eu não preciso colocar o silicone aí?
Nesse caso, não. Nesse caso, não. A gente tem um outro sistema que foi lançado agora também, que é um sistema que garante 100% de fixação mecânica, E no meio dessa junta, você consegue até trabalhar com outras cores. Vamos supor, eu coloquei aqui... Ah, na junta rebaixada também dá. Mas aí eu fiz uma bandeja, o sistema de bandeja tradicional, que é o que a gente mais vê em revestimento de edifício, que é com silicone.
Sim.
E aí o silicone, eu vou falar do silicone primeiro, depois eu vou nesse sistema novo. A hora que a gente faz uma bandeja, a gente parafusa ela com uma cantoneira de alumínio e fica essa junta. Vamos usar 10 milímetros de junta. A profundidade da bandeja é geralmente 25 milímetros. Eu não consigo aplicar silicone em toda essa junta. Então tem um material que chama tarucel que a gente preenche essa junta e aí a gente vai fazer... ela vai ficar com 10 milímetros por 8 aproximadamente. E por que que eu coloco esse tarucel? O silicone, para ele ter a garantia e a eficiência dele, ele pode estar fixado em apenas duas partes. Então, ele vai estar fixado nas duas laterais da bandeja e o tarussel, ele não gruda no tarussel.
Nossa, que interessante!
E aí, é isso que vai garantir essa dilatação. Então, se der um problema do silicone soltar ou não ter a dilatação certa, o fabricante vai lá, ele vai tirar. Se você não tiver esse terceiro elemento no fundo que ele não adere, a sua obra não tem garantia.
E existe algum órgão ou alguma, sei lá, alguma forma de eu, sei lá, de repente, fiscalizar essa qualidade de aplicação?
Não, que eu conheça. É difícil aqui no Brasil isso. Tem tanta coisa que aqui fica... A gente fica mais vulnerável em relação a isso, Paulo. A gente vê...
Mas não existe uma norma que qualifica.
Esses profissionais Cara, eu posso até, mas que eu saiba te falar assim agora, não. Porque eu sei da fabricação da chapa, que tem certificado a BNT, tem um monte de coisa que tem. Mas para os instaladores assim, alguém que certifica isso...
É, no mercado de vidro a gente tem a norma que qualifica aquele profissional. Esse profissional que instalou e tal, ele tá...
A gente pode ter, e aí eu não vou saber te falar qual é a norma, para revestimento de edifício, que aí é o que eu te falei, que entra nessa parte, que até o terceiro pavimento é um tipo, acima disso é outro, mas essa eu não vou saber te falar essa norma. Mas para o mais comum, o instalador que vai fazer uma residência, uma fachada comercial, essas coisas, Infelizmente, a gente não tem nenhuma coisa que regulamenta isso.
É, e por isso a gente acaba tendo muitos aventureiros no mercado.
Tem outra coisa aqui, no estado de São Paulo, eu sei que o corpo de bombeiro, ele verifica isso, os revestimentos de edifícios acima de três pavimentos, é obrigado a CMCFR. O que é isso? Fire retardant. ele muda o núcleo, ele deixa de ser o PEBD, que é o Poletínio de Baixa Decidade, e ele é feito com cargas minerais, que aí ele não propaga chama. Porque a gente já teve exemplo de um incêndio lá em Dubai, em Londres, de um prédio que pegou fogo, vamos falar assim, no décimo andar, e aí o ACM pegou fogo e ele... pinga o plástico com a chama e aí incendiou de baixo para cima também. Então, se fosse o material correto, o que ele teria? Teria controlado o incêndio só lá no décimo, não teria propagado para os outros.
Gilson, e ainda nessa parte de aplicação, eu percebo que no Line você tem algumas setas.
Isso é fundamental.
Aí eu queria te perguntar, quando eu tô fazendo a aplicação, tudo bem, eu tenho a posição ali, né, pra onde que essas setas têm que tá direcionada, pra baixo, pra cima, pro lado, etc. Essa paginação, ela é tratada No projeto, é isso?
No projeto. A hora que a gente projeta, a hora que a gente vai mandar pra CNC, pra fazer a usinagem da chapa, a gente já define o sentido da seta. Então, isso é muito importante.
Só uma coisa, se eu coloco a chapa, um exemplo, ela é invertida na CNC, Eu vou ter problema na...
Na instalação.
Na instalação. A minha paginação vai mudar.
Vai mudar. E aí, o que é importante... Você pegar um amadeirado. Você imagina se você colocar uma seta pra cima e uma pra direita. Um veio da madeira tá pra cima e um tá pro lado.
Ah, entendi.
Matou sua fachada.
Entendi.
E uma chapa metálica. Aonde que a seta faz diferença? Vamos pegar um... Um prata. É uma cor, assim, que reflete bastante. Coloca o prata. Por que todas as setas têm que estar para cima? Como que é pintado o ACM? É um sistema de coil, coil coating, um sistema de pintura contínua. Então, dependendo do lado que a luz bate, ele vai refletir para o lado... Ah, entendi. Então, se eu instalar uma prata com a seta para cima e uma para baixo, Uma... Cara, parece que é cor totalmente diferente.
Porque é o sentido da forma como ela foi fabricada.
E aí, como tá refletindo essa luz. E, às vezes, o cara instalou uma fachada de um edifício de um... Vamos falar de um prédio comercial? Sei lá, tem dez bandejas. E aí, volta naquela parte da estruturação. Se ele não estruturou direito e uma bandeja ficou instalada com um ângulo um pouquinho diferente do outro. Aí o cara vai chegar lá e o cliente final vai ver e falar, não, mas tá diferente uma chapa. Esse prato é diferente desse e é a mesma chapa. Por que que tá dando diferença de cor? O ângulo que a luz tá batendo nele tá refletindo outra cor. Isso chama metamerismo. Todas estão com a seta pra cima, mas uma ficou um pouco mais inclinada que a outra. Então, a incidência de luz nela está refletindo diferente uma da outra.
Entendi.
Porque quando a gente faz um painel 3D, que tem volumetria diferente...
As angulações ali, né?
É, muda. Parece que são três cores de chapa e é tudo a mesma.
E é tudo a mesma.
É, esse que cria o metamerismo, que dá essa diferença de cor. Nossa, que interessante. É muito. E aí... mesmo que esteja no mesmo nível, tudo instalado corretamente, se a seta estiver invertida, vai criar a mesma situação, principalmente nas cores metálicas.
A gente está chegando para o final, para eu não esquecer, a gente tem o propósito aqui de informar, de ser o motor de transformação da indústria da construção, levando a informação de qualidade. Então, diante dessa nossa conversa, eu vi que a gente tem muito, assim, tem muito, muito para ensinar Os especificadores. E esses especificadores, na hora que eles estão projetando, eles precisam ter boas parcerias com profissionais como você. A gente precisa ampliar esse leque. Nessa medida, o que eu queria te perguntar? A gente conseguiria, de alguma forma, criar algum tipo de evento especial voltado para especificadores, para arquitetos? Isso, na verdade, nem é uma pergunta, é um pedido.
É um pedido. Conseguimos, sim, sem dúvida. A gente consegue fazer isso, sim. Você, como conectador, vamos falar assim, você que... traz os especialistas aqui para passar esse tipo de informação para quem vai usar e quem vai aplicar o material. Eu me coloco à disposição, se você falar que faz essa ponte, vamos falar assim... E a gente cria um evento pra isso, pra gente conseguir divulgar. Pra gente isso é muito importante.
Já vou começar, inclusive.
A partir do momento que a gente coloca essa informação pro mercado, isso melhora pra todos. Principalmente pro cliente final, que aí ele tem certeza que ele vai receber um material que vai estar garantido aquela performance pra ele, entendeu? Isso é importantíssimo.
É, eu já vou começar esse movimento, principalmente nessa parte de... Desse catálogo, da gente começar a ter chapas...
Maiores...
Maiores... E aí eu vou... O que que eu vou... Eu vou entrar em contato com alguns escritórios... de arquitetura, pra gente... Opa, imagina que eu levo ali dois representantes, a gente reúne todo mundo, traz você, traz, por exemplo, o Flávio, que é um grande especialista em projetar, pra que essa experiência dele consiga ser agregadora pra esses escritórios, na hora de projetar. Você traz as possibilidades ali, na hora de aplicação, de repente a gente pode trazer um... um terceiro player que pode ser a indústria.
Aham, sem dúvida.
Entendi. Pra falar de uma forma mais técnica sobre essa questão da parte de pintura, espessura e etc.
E entender que o ACM não é tudo igual.
Sim.
Esse é o principal. Mas aí se a gente consegue trazer a indústria pra passar essa especificação técnica, Pro... Não é convertedor, como que a gente vai falar?
Especificador.
Pro especificador. Conseguir definir o material correto pra aquele tipo de... De projeto, eu acho que o resultado, assim, é incrível. E pra indústria, isso vai fazer muita diferença.
É isso.
A gente consegue criar vários cases de sucesso. E a gente sabe que depende da aplicação que você faz assim, o retorno é imediato.
É, esse é o nosso...
Tanto visual quanto, sei lá, financeiro até.
Sim, sim, esse é o nosso papel. Inclusive, assim, a gente igual, eu tenho muitos amigos também, por exemplo, arquitetura corporativa. Eu percebi que vocês têm, assim, uma possibilidade de fazer, criar projetos exclusivos.
Sem dúvida.
Porque imagina, Ju, as mesas, aquela mesma que a gente tá tendo a possibilidade de ver aqui. Imagina eu fazer um escritório totalmente personalizado com a minha cara.
É possível.
Com material duradouro, eu não tenho problema com risco. Então, quando a gente traz essas possibilidades para esses caras que estão ali na linha de frente, porque muitas vezes quando eu, enquanto arquiteto, quando eu desconheço soluções como essa, de repente eu acabo, isso acaba me limitando ao usar, sabe, na criatividade.
Não, sem dúvida. E a gente acaba ficando limitado ao tipo de acabamento e aos materiais que a gente tem. E, de novo, reforço, a hora que a gente tem um balcão feito desse material, essa relação com a água... Aquele exemplo que eu dei no começo, falar assim, um ripado dentro de um banheiro, a umidade que tem ali dentro, se a gente tá com alumínio lá dentro, pô, não tem. Você não tem problema de corrosão. Meu Deus do céu! Vai durar até... Eu falo assim, enjoei dele, vamos tirar. Porque não vai acabar.
A gente está indo agora já para o final, antes da gente encerrar, eu gostaria de te perguntar, a gente tem um quadro, Convidado com Vida, e quem você gostaria de ver aqui no ConstrueCast e por quê?
Agora você me apertou, hein?
É, na verdade a intenção é essa. Eu sei que você é um cara muito conectado e você que vai querer ficar em cima do muro, mas não, tem que escolher uma pessoa.
Agora você me apertou, cara.
Não necessariamente precisa ser da área de ACM, pode ser de repente, ah, para.
Falar de... Pode ser um arquiteto?
Pode ser.
O Johnny.
O Johnny. Então, convida ele para aquela câmera.
Johnny, você está convidado a vir aqui no ConstrueCast bater um papo com o Paulo para mostrar, colocar a sua experiência na arquitetura e como você usa o ACM, que você é um especialista e aplica de forma corretíssima.
Tá, agora eu tenho uma pergunta. Para você, que tá assistindo ou ouvindo pelas plataformas de áudio. Coloca nos comentários. Ó, eu vou colocar o contato aqui, a referência, ou inclusive as redes sociais do Johnny pra vocês entenderem se faz sentido. É vocês que vão trazê-lo aqui junto com a gente.
É isso aí.
Acho que essa troca vai ser legal.
É muito legal.
Porque o Johnny, eu... Penso que ele pode agregar demais pra outros escritórios de arquitetura com a experiência dele.
Sem dúvida, sem dúvida.
Então, quando a gente começa a conectar todas essas pontas, a gente consegue, de fato, contribuir de forma significativa pro mercado.
Sem dúvida, isso vai mudar muito o jogo, porque ele é muito bom. É muito especialista.
Temos o Johnny aqui como o cara da arquitetura para falar de ACM.
O cara da arquitetura com ACM. Arquitetura com ACM.
E agora, falando já para o final, enfim, mercado e futuro do ACM, como você vê o futuro do ACM na arquitetura, enfim, em novas tecnologias? Você enxerga que a gente pode aprimorar ainda mais o que temos hoje?
Sem dúvida, Paulo. Com esses últimos lançamentos, a gente vem quebrando um monte de barreira que a gente tinha das portas, desse contato com a mão, de ele ficar marcado, a gente já não tem mais. O risco era uma coisa que esbarrou, riscou, a gente já não tem mais. Então, o material evoluiu muito e vai garantir a evolução da aplicação muito mais. Eu acho que agora cabe a gente e os criadores, vamos falar assim, usar a criatividade de uma forma legal pra gente encarar esse desafio, porque a gente como instalador e convertedor, vamos falar assim, a gente abraça a causa. O cara desenha, você olha assim meio apreensivo e fala, mas dá, vamos fazer desse jeito aqui que a gente consegue entregar.
Agora, fazer um teste prático. Você falou que no mancha, eu posso pegar aqui no mancha, beleza, já passou no teste da mancha. Agora, aqui eu tenho uma lâmina, de alumínio, eu vou riscar. Vamos ver se passa no teste?
Pode riscar, pode riscar.
Vamos ver.
Pega esse aqui ó, os Alucense, vamos falar assim, a linha Alucense são todos esses. Esse é Derexel e é Derexel.
Me passa, esse daqui eu não posso?
Pode riscar.
Esse aqui, esses três aqui né?
Todos esses, pode riscar.
Gente, agora eu vou fazer o... ó o... vamos ver, teste prático. Ó, vamos lá. Não tá refletindo aí né a luz? Tá. Gente, realmente, esse passou no teste. Esse é o cimento queimado. Esse aqui também, não riscou, não risca, ó.
Pelo microfone aí, eu tenho certeza que eles estão escutando o som que tá passando, ó.
É a textura.
A textura do material, ó.
Tem textura, tá, gente? Tem textura e não risca, é impressionante. Ó, agora a madeira. Ó, realmente é um material fantástico, é fora da curva de fato. Então, Gilson, realmente...
Mudou, mudou. O negócio evoluiu. Eu acho que se aplicar de forma correta, o resultado é incrível.
Aplicação é fundamental e pra isso a gente pode contar com o apoio do Gilson, enfim, é um profissional fora da curva.
Tô à disposição, todo mundo que tiver dúvida pode me chamar, pode mandar, eu vou responder isso aí nessa parte de aplicação. que a gente ajuda isso e o nosso intuito é esse.
Vamos ampliar.
Propagar essa informação aí de forma correta pra gente garantir a evolução de forma correta e defender o material que é um baita de um material, vamos falar assim.
É, agora enfim, agora é a gente trazer, levar, promover esses encontros, né? Tanto em escritórios de arquitetura quanto nas construtoras também, porque as construtoras, a grande maioria delas trabalham com mão de obra terceiras. Então, tudo bem quando eu contrato um terceiro, eu preciso ter gente dentro da minha empresa para ajudar nesse dia a dia. Porque, imagina, eu enquanto construtor não posso ficar refém dessas empresas terceiras, dessas empreiteiras.
Sem dúvida, e eu acho que a partir do momento que a construtora, o arquiteto, todo mundo tem esse conhecimento, ele consegue cobrar de forma correta. Porque não é aquele negócio, isso aí passa e deixa assim. Porque a gente, infelizmente, a gente vê isso muito no mercado. Que o profissional, na hora da instalação, ele encontra alguma limitação, ele dá o jeito dele, que não é a forma correta, e instala. E como a construtora ou quem recebe esse trabalho não tem o conhecimento técnico, acaba perdendo na performance do material.
E aí, no final das contas, todo mundo perde. Todo mundo perde, sem dúvida.
Principalmente quem investiu.
Quem investiu. E agora, a última dica do Gilson, pra gente encerrar esse conteúdo, pra quem vai construir um empreendimento ou uma casa de alto, médio, padrão ou baixo padrão, o que você traria de dica pra essa pessoa?
Não existe milagre, isso é o principal. E aí, a gente pesquisar sobre o material, De novo, eu me coloco à disposição, tem vários profissionais no mercado que são especialistas e se a gente pesquisar a fundo o material e a aplicação dele, a gente vai conseguir nivelar o mercado. Vamos falar assim, eu tenho certeza que você vai fazer um investimento e vai ficar muito feliz com o resultado da aplicação imediata e com a performance dele no longo prazo, que a gente sempre pensa nisso, a gente pensa no longo prazo. Não adianta eu usar o melhor material se instalado da forma errada, no curto prazo você já vai ter um resultado negativo e aí que deixa aquela história do ACM... aí que comprova que o ACM não é tudo igual, entendeu? Então acho que isso é muito importante, a pessoa só pesquisar um pouco e afunda um pouco de quem vai executar esse trabalho para ele.
E aí eu queria encerrar hoje de uma forma diferente, né? Hoje eu tô aqui conversando com você, mas antes de eu encerrar, o que é que tá fazendo esse Ezinho aqui durante todo o nosso bate-papo que agora que eu lembrei?
E aí o E tá aí e não aconteceu nada, né?
Não aconteceu nada. Qual que é a função?
A hora que a gente, Paulo, hoje, com a evolução desses materiais e dos equipamentos que a gente usa na comunicação visual... Vamos dar um exemplo, Paulo, que a gente tem esse material, como a gente estava falando um pouco da comunicação visual com a arquitetura de alto padrão.
É, porque a comunicação visual faz parte dessa série.
Então, se a gente tem uma recepção de um prédio ou a entrada de um condomínio, alguma coisa, então a gente consegue unir o ACM, que é um material nobre, mais o acrílico, e ainda dá um efeito nisso. Vamos acender esse... Cadê o acendo?
Cadê? O que aconteceu aqui, gente? O que aconteceu aqui? Estou com o pé aqui e falhou.
Ligou!
Ligou.
Vamos acender esse... Acendeu.
Ligou, acendeu, acendeu. Gente, é que o controle tá no meu pack, tá? Mas acendeu, ó.
Mas acendeu.
Coloca a câmera fechada aqui que eu vou mostrar agora. Vamos lá, vamos lá. Tá em qual câmera? Deixa eu ver. Opa, ligou. Tá na aberta aqui, ó. Ligou. Isso aí, gente.
É isso aí. Então, pessoal, olha o nível de acabamento que a gente consegue entregar. Isso aqui também é uma comunicação visual de alto padrão.
Se vocês quiserem apagar as luzes do estúdio, pode apagar, tá? Vamos testar?
Vamos testar.
Tira a luz. Deixa na câmera aberta. Gente, olha que legal. Olha que legal. Olha que experiência, gente. Sensacional. Agora volta a luz.
Ficou um pinguinho de luz aqui.
Cara, que legal, gente. Sensacional.
Como não tem o parafuso de fixação, ele ficou um furinho aqui, ó, aceso. Mas isso, cara, esse tipo de letra é equipamento e material de qualidade, né, Paulo? Que vai fazer a diferença.
Não, sensacional.
A gente usinou ele dentro desse E, a gente desbastou esse acrílico de 15mm na halter, levou pra pintura, fez uma blindagem ali dentro do acrílico, porque senão ele ia acender a face também. E aí colocou o LED lá dentro e depois colocou esse outro alquilírico de difusor.
Ó, nós vamos fazer um... Nessa mesma pegada com o logotipo do Constricate. Dá pra fazer?
Dá, lógico que dá.
Dá pra fazer?
O balcão da outra, você não viu? É assim.
Então vamos... Dá pra fazer. Vamos fazer. Agora, eu queria encerrar, como eu falei, esse episódio de uma forma diferente. Que é... Eu conheço o Gilson há algum tempo. Só que eu tô impressionado com a sua capacidade de falar, com a capacidade de se expressar e com a capacidade hoje de colaborar com o mercado. Ou seja, através da sua comunicação, da forma de ensinar, você tá fazendo um trabalho brilhante. O que eu quero dizer com isso? Você que tem medo de falar pra uma câmera, de se expressar pra um time, gente... O Gilson, pra mim, é a maior prova que é possível a gente fazer uma autoanálise sobre nós, identificar quais são os nossos medos e como que eu posso melhorar. E pra melhorar você precisa estar conectado com pessoas. incríveis que querem o nosso bem. Então, nessa medida, coloca nos comentários se você tem algum medo, algum receio de se comunicar e eu estou à sua disposição para te ajudar nesse processo de transformação para se comunicar na frente de câmera, na frente de plateia, enfim, pode contar. com o meu apoio, é dessa forma que eu encerro esse bate-papo sensacional. Jussão, obrigado cara, sensacional.
Eu acho que foi muito legal, a gente conseguiu colocar bastante coisa aqui, eu acho que isso vai fazer diferença para o mercado a partir do momento que a gente usa a aplicação de forma correta para qualquer material, a gente não pode Deixar isso só para o ACM. Eu acho que todo material que a gente for usar, a gente tem que entender, estudar e fazer da forma correta, que vai dar bom, sem dúvida nenhuma.
Sempre. E é isso. Vamos aplicar a melhor solução construtiva para cada tipo de projeto.
É isso aí.
Um abraço e até o nosso próximo encontro aqui no Constra e Cash. Para você que ficou até agora.
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