Coberturas metálicas inovadoras: Eficiência energética e tecnologia na construção | Expo Offsite #4

A Portuguese-language panel (Expo Construção Offsite) where MBP/Isobloc and OmniTrade representatives discuss innovative metal roofing and thermoplastic membrane systems focused on energy efficiency, watertightness and long-term durability. They cover partnership origins, market barriers in Brazil, technical differences between PVC and TPO membranes, applications for refrigerated chambers and industrial warehouses, installation practices, warranty terms and on-site/demo offerings.
Questions this video answers
Speakers cite warranties ranging from 10 to 30 years (examples: 20, 25, up to 30 years).
They mention refrigerated chambers reaching -40°C (minus 40 degrees).
Panels are produced in dimensions up to 12 meters (panels come in 12m lengths).
Speakers claim the system life can reach around 40 years and, depending on composition, may exceed 50 years.
Chapters
Você está no ConstrueCast, a voz da construção. E o bate-papo de hoje, de novo, é aqui da Expo Construção Offsite, maior exposição de construção modular da América Latina, diretamente do Sambódromo do Iambi. Como a gente tem o propósito de mostrar as melhores soluções construtivas para cada tipo de obra, o bate-papo de hoje a gente vai apresentar, vai falar de um produto super legal que está revolucionando esse mercado. Para falar um pouquinho, só para introduzir de forma rápida, eu vou passar a palavra para o meu convidado, que depois ele vai apresentar aí cada um deles, os outros que estão aqui no estúdio comigo, para fazer um pitch rápido do que a gente vai falar aqui hoje. Gonzaga, se apresenta um pouquinho para a gente falar, introduza o que a gente vai falar aqui hoje.
Bom, Paulo, boa tarde, primeiramente. Para mim é uma honra estar participando desse teu quadro. Acompanho o teu trabalho, acho que existe um serviço aqui excelente, excepcional, de alto nível. Então, para mim, é muito importante e agradeço a oportunidade de estar aqui com você. Bom, sou Luiz Gonzaga, atuo na direção comercial do grupo MBP Exoblock. E nós estamos aqui hoje juntamente com os meus amigos aqui da OmniTrade. Nós vamos aqui trabalhar um assunto relacionado a uma inovação tecnológica, nos que diz respeito aos sistemas de cobertura, aos sistemas de revestimento, com um foco total na eficiência energética. Então, hoje, nós vamos estar navegando nesse território aqui, vamos apresentar algumas ideias, algumas soluções que a gente tem desenvolvido. E para contribuir, para brilhantar essa nossa conversa, nós temos aqui o Ricardo, que é o CEO da OmniTrade, o Renato Fidalgo, que é o diretor da OmniTrade, e a nossa amiga Ivana, que é a diretora comercial. Então nós estamos aqui com um time de altíssimo nível e que vai certamente contribuir muito para o crescimento e conhecimento da sua audiência.
E a função da Ivana tem tudo a ver. Ela tem jeito assim, ela vende tudo. Na mão dela, ela vende.
Aliás, está aqui para isso, né?
Mas assim, é importante. Eu vou começar agora o nosso bate-papo. Eu preparei aqui algumas perguntas e vou direcionar de novo para você. Como surgiu a parceria entre MBP, Isobloc e a Omni? E a Omni, quais os principais aprendizados e ganhos ao longo do projeto?
Olha, que pergunta. Eu estou na MBP há 14 anos, porém a minha experiência, pregressa da MBP, me leva a um contato com uma solução, uma inovação tecnológica, para a solução de coberturas. Eu vivi essa experiência e isso me fez ter muita sinergia com essa solução. A solução me conquistou e eu carrego isso desde então como algo que me motiva, tecnicamente algo que eu vejo, que é o avanço das coberturas no Brasil. Uma solução já muito explorada nos Estados Unidos, na Europa, e eu vivi essa experiência antes de estar na MBP. e acabei tendo muito contato, muita proximidade com esse conceito e ao estar na MBP, os produtos que a MBP fabrica, desenvolve, as soluções que nós temos dentro do nosso portfólio, conjuga, complementa, a solução que a OmniTrade desenvolve nesse tipo de aplicação. Então, a minha proximidade, o conhecimento com esse mercado, a relação que nós criamos até antes da própria MBP, facilitou essa aproximação e, evidentemente, a OmniTrade enxerga na MBP um complemento do seu portfólio, algo que é necessário para a solução que eles desenvolvem, Então, foi algo que aconteceu de uma forma muito natural. A MBP, com os seus produtos, as suas soluções, complementando e auxiliando ao Minitrade no desenvolvimento do seu negócio. Então, aí são forças que se somaram para resultar numa solução altamente tecnológica, com uma engenharia de alto nível, com garantia, com sustentabilidade, por aí vai. Ou seja, os negócios se complementaram.
Essas parcerias são fundamentais para a gente tentar trazer inovação que realmente vão fazer a diferença na construção civil. Agora, eu queria entender como está o mercado da construção civil hoje, considerando o cenário econômico atual e a longo prazo?
Eu vou deixar um pouco o Ricardo falar, né, Ricardo?
Vai, Ricardo.
Pergunta.
Como está o mercado da construção civil hoje, para você, considerando o cenário econômico atual e a longo prazo?
O cenário atual no Brasil é um cenário difícil, o mercado em si está um pouco parado, mas nós vemos essencialmente neste tipo de soluções um progresso muito grande. A OmniTrade, posso dar aqui um exemplo, quando chegou no Brasil, praticamente fazia-se zero metros quadrados de membranas termoplásticas e hoje vemos um horizonte de milhares de metros quadrados ao ano e é um pouco a evolução do mercado, a evolução natural deste tipo de tecnologia. Então assim, vemos com bons olhos esta parceria muito forte e acho que vamos conseguir aqui com estes produtos tecnológicos, conseguir vencer aqui assim o mercado.
Olha só Paulo, existe uma característica aqui que é interessante. O que a Omnitrade propõe, essa solução que ela traz, é a inovação das coberturas. Existe uma história por trás da evolução das coberturas no Brasil. Eu considero que a solução que a Omnitrade agrega, ela é a inovação, ela é o ganho, o avanço que estava precisando para coberturas de grandes panos a primeiro momento, porque hoje existe uma problemática envolvendo as coberturas no Brasil que chama-se estanqueidade, que chama-se vedação. que chama-se a garantia de conforto térmico, que no Brasil é algo que é um sofrimento para esse mercado. Então, existe aí um avanço tecnológico, porém, como tudo que no Brasil encontra barreiras culturais, falta de conhecimento, de entendimento da solução. Então, isso é um desafio, evidentemente, que a OmniTrade tem, que além de levar essa solução, é trabalhar também o convencimento técnico para os escritórios de engenharia, escritório de arquitetura, que entenderem esse conceito para que possam considerar em seus projetos, porque é uma inovação. Tudo que é inovação é uma quebra de paradigma.
Sim, você tem um trabalho para romper essas barreiras aí.
Exato.
Sim, mas é um trabalho, acredito, Gonzaga, pegando um pouco na tua palavra, o que nós conseguimos hoje oferecer ao cliente, Durabilidade, uma garantia diferenciada. Para terem noção, hoje nós oferecemos de 10 a 30 anos de garantias. Então é uma mais-valia para o cliente, um valor agregado que nós oferecemos.
Desafio está aí. Brasileiro, nós não estamos acostumados a olhar o longo prazo. Nós temos uma característica de uma conta de algo mais imediatista. É aquele desembolso imediato e não o benefício do longo prazo.
Esse é o trabalho, é a conta que nós temos que mostrar ao cliente.
É esse o desafio, é o convencimento.
Olhar para o futuro.
Exato.
E a MBP oferece soluções como painéis, telhas e portas industriais. Quais desses produtos teve maior impacto na obra e por quê?
Vamos lá, nós vamos tratar especificamente do caso que une aqui essa relação entre a Omni3 e a MBP. A MBP, o grupo MBP como companhia, ela tem dois importantes negócios. O primeiro negócio é uma distribuição de aço. É um centro de serviço que transforma o aço em chapas cortadas, perfis, bobinas eslitadas. E nós temos a operação da MBP IsoBlock, que é onde está contido tudo o que diz respeito aos sistemas, às soluções, termos isolantes, soluções de coberturas, e aí todos os outros agregados vêm junto. Eu não tenho como oferecer, a ideia não é oferecer somente um painel. Eu vou oferecer uma solução de uma câmara, por exemplo. Então o painel é um elemento que eu uso para revestir essa câmara. Porém, não adianta eu ter só o painel. Eu tenho que dar ao meu cliente qual é a solução de porta que eu tenho que oferecer para que o mesmo desempenho que eu ofereço para o painel, a porta represente também a mesma característica. Então, eu tenho toda uma linha de desenvolvimento de portas que são conjugadas com os painéis para garantir a vedação necessária do ambiente, que o calor não seja dissipado no momento que essa porta for aberta. Ou seja, isolar o piso para que, em ambientes de baixa temperatura, o piso não sofra com essa variação térmica. Imagina que dentro do contexto de câmaras frigoríficas, que é um case que a gente gostaria de abordar aqui, nós operamos com câmaras, Paulo, que chegam a temperaturas de menos 40 graus.
Menos 40?
Menos 40 graus. túnel de congelamento, câmaras pra conservação de alimento, de frutas, de leguminosas, conservação de semente, o agronegócio utiliza muito, pra que você possa ter a semente preservada, pra que ela não gemine fora do tempo. Ou seja, hoje você come fruta fora de época no Brasil. Isso só é possível pela tecnologia de conservação para que você possa comer uma maçã fora de época, a exemplo.
Você sabe que é por isso que eu gosto de contar essas histórias, porque às vezes a gente está comendo uma fruta fora de época e não tem a menor noção desse processo.
Não tem. Porque a colheita continua sendo no tempo certo, só que você vai comer fora do tempo, E para que as frutas cheguem lá na condição adequada, isso tem toda uma engenharia por trás. O conceito de como você vai preservar essa fruta, esse legume, essa semente, para que você possa comercializá-la fora do tempo da colheita. E para isso você precisa de quê? De ambientes preparados para essa conservação. Controle do oxigênio, controle da temperatura, controle de umidade, a troca de calor. Ou seja, existe muita engenharia nisso. E por que essa aliança precisa ser tratada? Porque muito se preocupou nesse ambiente de preservação de câmaras, de resfriados, de congelados, sempre se preocupou em trabalhar a câmara sob estrutura. Sempre foi uma casca dentro da estrutura, Paulo. É o que o Renato antes chamou de box, in the box.
In the box.
É.
No Brasil, o conceito de construir câmaras sempre foi nessa configuração. Então, a caixa é por dentro de outra caixa. onde por fora você tem uma cobertura tradicional, seja numa telha simples, seja numa telha zipada, por exemplo, uma fachada feita com telha singela também. O que nós conseguimos, claro, aliado a muito apoio técnico de engenheiros e arquitetos que trabalharam junto nesse conceito, como a gente poderia levar uma solução que fosse mais eficiente do que isso? imagina só se você enclausula uma câmara dessa com um sistema de cobertura que você começa daqui a pouco ter uma infiltração de água essa infiltração de água uma hora vai encontrar uma maneira de acessar essa câmara e aí você cria um problema de desempenho Daqui a pouco você tem um ambiente tomado por aquelas concentrações de gelo. Não sei se você já teve a oportunidade de visitar uma câmara desse, não?
Sim.
Faço questão de levá-lo. Você começa a ter...
Eu já visitei, mas eu quero ter a oportunidade de mostrar para a nossa audiência.
Perfeito. E, de repente, o case recente que nós desenvolvemos seria uma oportunidade interessante para isso.
É importante frisar também, Gonzaga, que normalmente esses sistemas que se trabalhava o boxing da boxe, né? Cria ali também uma nuvem entre a câmara e a cobertura. Porquê?
Temos...
O Brasil faz amplitudes térmicas muito altas. Tanto está em São Paulo frio, como está a 35, 40 graus. Uma telha metálica atinge 50, 60, 70 graus. Então todo esse calor vai para dentro do edifício.
Ah, ele passa, é.
Ele é condutor.
Ele é condutor, é.
Exatamente, quando é o boxing da box, trabalha-se com uma cobertura singela, então toda essa camada de ar quente vai para dentro do edifício. Então cria ali uma condensação entre a câmera e a cobertura altíssima. Então é assim, esta evolução natural de construção.
Aí vem exatamente o ganho. Você cria uma solução única, sem algo intermediário, onde eu tenho a câmera sendo construída já como uma solução direta.
E nesse processo, nessa construção dessa câmara, eu tenho uma limitação de tamanho? Até por conta de você criar uma solução única?
De dimensão, você diz, Paulo?
De dimensão, sim.
Da área?
De área, sim. Dimensão, você diz? Não.
E tem, se me permite, muitas outras vantagens. Para além de deixar de ter dois revestimentos...
O microfone.
Tem também a questão do ganho de espaço. Ou seja... o que Temos frutas, sementes, proteína animal, ou seja, muito produto alimentar.
Bags de câmaras de sementes.
Exatamente. E, normalmente, as palteiras, quanto mais altas forem, melhor. Ou seja, mais volume de armazenamento fica disponível. Ou seja, tirarmos este conceito do box-in-box, acabamos por ganhar área útil, cubagem útil. Essa é uma das grandes vantagens, aliada obviamente à economia que se faz por deixar de fazer um segundo revestimento.
E até aproveitando, eu queria trazer agora, não sei se vocês têm essa solução aqui no estande de vocês, aqui na Expo Offsite, vocês trouxeram?
A solução da cobertura, ela está no stand da Omni Trade. Eu tenho um pequeno protótipo no nosso stand, mas no stand deles é possível você conseguir visualizar todo esse conceito que nós estamos falando aqui.
Então, aproveitando, o que o público que visita o stand de vocês podem esperar e encontrar de inovação aqui no evento? Falando dessas soluções que a gente está tratando aqui.
Fala aí, Ivana.
A gente procurou trazer para essa feira um pouquinho de todos os sistemas que a gente trabalha. Então, indo até o nosso estande, as pessoas, o visitante, pode ter uma experiência intuitiva muito interessante. Inclusive, sobre a cobertura, a gente tem um mock-up completo que é caminhável e é bem interessante você caminhar sobre uma cobertura que tenha uma estrutura com impermeabilização e as placas termo isolantes, porque você percebe a firmeza que você tem ao caminhar. Basicamente, a gente trabalha tanto no refrigerado, como nos galpões, a construção de forma geral, as nossas coberturas são mais planas. O fato de a gente ter materiais de impermeabilização mais eficazes permitem que a gente trabalhe com inclinações menores. Isso vem de encontro também com o aumento da cubagem dentro do ambiente interno dos galpões. Então você consegue um aproveitamento menor Entre outras economias que você faz na parte da construção, da parte construtiva da estrutura metálica. Você consegue trabalhar com estruturas mais leves, testeiras mais baixas, a própria estrutura de apoio da cobertura, ela pode ser mais ligeira. Então, dentro do nosso estande, você vai ter um pouquinho de cada material que a gente trabalha e, no fundo, acabam se transformando em sistemas construtivos. Fora isso, individualmente, a gente traz os materiais para que as pessoas possam vivenciar e entender como funciona cada ponto específico do sistema completo.
E falando dessa parte de desempenho térmico, resistência, agilidade construtiva, quais soluções se destacam para construções modulares e salas limpas?
Quer falar um pouquinho?
Nessa parte aí, Paulo?
Eu achei que era a Ivana que ia responder isso.
É, porque envolve muito a parte dos termos isolantes.
Só uma coisa, essa solução, ela serve para as duas situações?
Serve, serve. É que, entenda assim...
Assim, eu estou perguntando porque eu sou.
O leigo aqui, tá?
Tá certo, tá perfeito.
Entenda que o OmniTrade traz uma solução que está muito relacionada às coberturas. Claro que para o cliente que quer uma solução completa, acaba que a OmniTrade incorpora dentro do seu pacote elementos que a MBP fabrica. Certo, Ricardo? para que ele possa levar uma solução completa. Neste momento, a MBP também entende que é momento dela agregar também soluções como o da OmniTrade para oferecer um pacote completo também aos seus clientes. Aquilo que era uma via única, agora passa a ser uma via de mão dupla. Nós também estamos agregando esse tipo de solução para oferecer nos nossos projetos, porque tem projetos que não são da especialidade da OmniTrade, mas a cobertura cabe para qualquer coisa. Mas, por exemplo... Qualquer edifício precisa de uma cobertura. Até em laje de concreto. Porque é um processo que tem característica de impermeabilização. Esse é o conceito. Mas que cabe para qualquer tipo de aplicação, seja em estrutura metálica, seja em estrutura de concreto. É possível aplicar em caletões de concreto, Paulo, para você ter uma ideia.
E tudo isso tem que nascer dentro de um projeto, né? Porque você não consegue chegar com esses painéis, dependendo do tamanho dele, para entrar, de repente, em uma obra... Ou seja.
Nós temos uma fábrica ao vivo, não é Paulo? Ou seja, os painéis vêm numa dimensão de 12 metros, a cobertura se tiver 50 metros, então vai levar vários painéis. O que vai dar depois a continuidade à cobertura são as membranas termoplásticas. porque elas são termossoldadas e vira uma membrana única. Então vira uma cobertura contínua. Nós não trazemos os módulos já montados. Por que a fábrica ao vivo? Porque nós produzimos na obra, ao vivo para o nosso cliente.
Agora, imagina que tudo isso, Paulo, porque é que o conceito que a gente está trazendo conversa muito com o plano de fundo da Expo Offset? Porque ao passo que a gente não, não nesse tipo de construção, não chega com tudo montado na obra, mas todo o processo que antecede a obra é feito em cima de projeto, de planejamento, um detalhamento prévio. Eu faço todo o desenvolvimento de um projeto de montagem. Então a gente prevê tudo primeiro dentro da indústria. depois produzimos conforme aquele projeto e aí os elementos vão para a obra apenas para que sejam montados conforme aquele detalhamento.
Tem uma pergunta do Rafa aqui, ele pergunta o seguinte, é para o público em geral qual seria a diferença da membrana PVC para o TPO?
Boa, Ricardo.
Bora Renato.
Membranas termoplásticas, sejam PVC ou TPO, são membranas de alto desempenho, a principal diferença prende-se com a flexibilidade. O TPO é um material naturalmente plástico, enquanto que o PVC é um material que tem que ser adicionado de plastificantes para lhe conseguir conferir flexibilidade. Isso tem algumas vantagens e outras desvantagens. Por exemplo, o PVC é mais flexível É mais fácil trabalhar, por exemplo, em mercados mais residenciais que exigem mais detalhes, são coberturas mais pequenas, mas mais recortadas, com muitas interferências, e aí o PVC funciona melhor. Nas áreas maiores, no mercado mais industrial, o TPO acaba por ser um material que tem uma aplicação mais rápida, Até porque o PVC, embora ambos sejam aplicados por termo ou fusão, o PVC normalmente necessita de menor temperatura na máquina e maior velocidade na máquina para fazer a fusão. E são materiais que dão absoluta garantia de estanquidade, principalmente pela sua forma de aplicação. porque não são colados, são termosoldados. Ou seja, os materiais são fundidos um no outro e cria uma ligação entre os panos, que os materiais são fornecidos em rolos, completamente estanque. Ou seja, é 100% garantido que não vai haver ali um vazamento naquela emenda. não tem fixadores aparentes, não tem selagens com PUs aparentes. Portanto, é uma solução, como o Ricardo dizia, que transforma a cobertura numa cobertura contínua, sem qualquer descontinuidade, trespasse de materiais, etc.
Eu queria só fazer aqui uma referência que eu acho que é importante. No PVC temos uma gama de cores muito grande. Então muitas vezes no mercado residencial nós utilizamos muito o PVC, temos uma gama de cores desde marrons, cinzas claros, cinzas escuros, enquanto o TPO é mais limitado nas cores, são cores mais neutras. O PVC é muito mais usado no mercado residencial também um pouco por isso.
E vocês podem falar um pouco, como você está falando de uma cobertura única, vocês podem falar um pouco de iluminação zenital? Como que seria uma solução? Como conjuga isso nessa solução?
Então, voltando um pouquinho ao que eu comentei sobre o fato das baixas inclinações, a cobertura passa a ser como se fosse uma quinta fachada. Então, através dela, a gente consegue aproveitar elementos que podem auxiliar no desenvolvimento interno do prédio. A iluminação zenital é uma delas. Através da iluminação zenital, você consegue trazer você consegue trazer luz pra dentro do ambiente, aumentando, diminuindo o consumo de energia elétrica. E quando você fala em sistemas de membrana, qualquer tipo de interferência que você traga pra cobertura, existe uma facilidade muito grande de fazer a impermeabilização dessas interferências. Então, o sistema de membrana ele possibilita a facilidade que talvez você não tivesse numa telha trapézio, que ela é recortada, e pra fazer essa intersecção entre o elemento que a cobertura tá recebendo ou uma telha metálica, seja ela trapézio ou zipado, você teria que ter uma dificuldade muito maior e praticamente uma impossibilidade de manter a estanquiedade ali naquele ponto. Com o sistema de membrana, você traz pra aquele ponto a mesma estanquiedade que você traria para uma superfície plana.
Sabe o que é impressionante? Já comprei a ideia. Você já me vendeu. Bora! Bora! Você é arquiteta?
Sou arquiteta. Sou arquiteta.
E é interessante também, Paulo, pegando aqui um...
Não, porque ela falou muito bem do produto. Ela conseguiu fazer uma conexão do produto com a parte de iluminação, trouxe essa parte sustentável de economia de energia. Então, foi uma resposta muito precisa.
Esse olhar é importante quando a gente assume um projeto de vanguarda que tem tecnologia. Então, a gente tem que trazer esses elementos construtivos e isso realmente para a gente que está na linha de frente do comercial é fundamental.
É que assim, Ivana, eu defendo muito essa coisa do... vem da técnica. Então, a partir do momento que você tem essa propriedade de fala, ou seja, você traz aspectos técnicos, você fala das vantagens, então, assim, esse processo de convencimento fica muito mais simplificado. Então, como que a gente vence essas barreiras? É justamente com essa capacidade, você fala da técnica e das vantagens de uma forma sucinta. Então, em menos de um minuto você conseguiu me vender.
Há aqui uma coisa interessante, Paulo, pegando um pouco aqui no assunto da Ivana, da iluminação. Nós trabalhamos com estas garantias estendidas, como eu falei atrás. Imagina um cliente que nós damos uma garantia, oferecemos uma garantia de 20 anos, 25 anos. A qualquer momento o cliente, não necessariamente durante a obra, necessita ter a instalação da iluminação. Então imagina que o cliente faz o seu galpão e depara passar dois, três anos que quer colocar iluminação. Então assim, a qualquer momento ele pode fazer essa integração da iluminação faz a instalação e as garantias da cobertura mantém-se. Existe esta flexibilidade por ser esta termofusão, não ter vedações, que a Ivana falou muito bem, a qualquer momento o cliente pode agregar estes acessórios, mantendo esta garantia estendida.
Muito bacana, e falando dessas questões de suporte, como os materiais de suporte técnico do MBP impactaram a execução, prazo e qualidade final dos projetos?
Seria bom que você dissesse. Porque, no fundo, no fundo, a execução... Nós tivemos recente, Paulo.
Ele está querendo sair do... Não, não.
Porque, entenda só, se a gente avaliar do ponto de vista da execução, isso está dentro da alçada dele nesse projeto específico que a gente está tratando...
Eu ia perguntar depois dessa questão da instalação.
Então é preferível que ele diga. Porque tem toda uma sinergia aí que se conecta para que ele tenha a execução dele. Então é preferível que ele responda.
Então isso está diretamente ligado à qualidade da instalação.
Hoje os materiais da MBP ficam normalmente dentro do nosso pacote.
Só o microfone.
Ficam dentro do nosso pacote. Então existe aqui um timing de projeto. A publicação das encomendas na MBP. São produtos muito rápidos de chegar até na obra para nós fazermos a instalação. São feitos um planejamento de quantidade de cargas, dimensionado, então muitas vezes temos 5 a 10 camiões a chegar à obra. Então assim, o prazo, a rapidez, entrega de fabrico é muito grande.
Eu queria só complementar, obviamente que tudo o que o Ricardo disse é de facto, esse planejamento é muito importante, mas eu queria destacar aqui a capacidade de resposta da MBP, porque nós sabemos muitas vezes O plano nem sempre acontece como previsto.
É obra. Mas eu queria fazer uma reflexão de quando é que encaixou. Exatamente.
Não, mas a capacidade de resposta da MBP nisso eu tenho que dar aqui os parabéns ao Gonzaga.
É o grupo NBP.
É o Gonzaga Eligeiro.
É sério, nunca ficamos na mão, as coisas acontecem muitas vezes. Não vou dizer de um dia para o outro, mas quase. Portanto, há de facto...
Há casos até de meia hora para meia hora.
Meia hora?
Coisas que ele já necessitou no dia anterior.
E há que parabenizar a NBP por isso.
Que casamento perfeito.
Imagina só, Paulo, ocorrem situações de emergência nos clientes. Nós tivemos recentemente um cenário onde o cliente teve um incêndio dentro de uma determinada área dele. Eu tive que resolver isso durante a toque de caixa, porque a operação da fábrica do cliente estava parada. Então, assim, agora imagina você criar toda uma forma de atender isso, com uma linha em produção, com a capacidade já programada e ter que ajustar isso. Então, por isso que eu estou aqui brincando com os meus amigos, porque aí entra a disposição da empresa de querer dar esse tipo de atendimento. Você está disposto a isso.
Agora eu vou te ajudar, Gonzaga. Pergunta para um dos três aqui, vamos lá. Como a qualidade da instalação e a expertise da OMNI favorece nos projetos a longo prazo, já que a gente está falando de futuro? Quem responde essa pergunta, Ivana?
Bom, quando a gente trabalha com o Build Owners, que é o dono do empreendimento, o dono do negócio, é fundamental que ele pense no conjunto da obra pra longevidade. No Brasil, a gente tem um péssimo hábito de não olhar muito pra cobertura. A cobertura é aquela coisa que vai só cobrir. Normalmente, quando o pessoal chega no momento do desembolso da cobertura, o dinheiro, o investimento que foi planejado, provavelmente ele já ficou pelo caminho da obra. E é fundamental que se comece a exigir mais de uma cobertura. As normativas brasileiras falam, os códigos falam que você tem que durar cinco anos uma cobertura. Você pensa num investimento que é feito num imóvel como um todo, e muitas vezes imóvel com metragens grandes, é impossível você imaginar que se durar cinco anos sua cobertura, ela vai ser o suficiente. Então, quando a gente vem com nossa proposta, a gente está falando em longevidade mesmo, em produtos com grande durabilidade. A vida útil desse sistema, ele deve chegar aí pelos seus 40, dependendo a composição do sistema, de materiais, ele pode até ultrapassar isso, chegar a 50 anos. Então, por isso que a gente, quando destina o sistema para algum fornecedor, é fundamental que por baixo da nossa membrana, que eu tô aí atribuindo 50 anos de durabilidade, sejam produtos com tecnologias tão desenvolvidas quanto as membranas de impermeabilização. Por isso que eu acredito que essa parceria com a MPB MBP, perdão, MBP.
MBP, é que na verdade o… Desculpa, desculpa.
Ele tá intimidando a gente.
Ele tá intimidando a gente. Não, ele tá intimidando a gente. Não, é que ele tem esse nome, imagina.
MBP.
Você conhece a música do famoso Luiz Gonzaga?
Sim, opa.
Aí ele pegou esse… Ele se titula da fama do homem, ele fica aqui tentando intimidade.
Pelo menos uma herança tinha que ter nisso, né? Me apropriei de algo dentro desse contexto aí.
E quem escolheu esse nome para você?
Meu pai.
Por quê?
Porque meu avô escolheu para o meu pai.
Eu vou parar por aqui. É melhor, é melhor.
A árvore genealógica não está parando.
Meu avô, fã de Luiz Gonzaga, coloca o nome do meu pai de Luiz Gonzaga. Meu pai me transferiu a herança.
Que sensacional!
Bela herança.
Boa herança. Quando criança, não tão bom.
Ah, imagino.
Depois de adulto a gente convive com isso com bastante tranquilidade.
Eu vou fazer aqui, tenho mais duas perguntas.
Eu posso só ficar aqui um pouco nesta parte da instalação.
Eu falo demais Ricardo. Por isso que ele já está me cortando.
Não, eu não estou te cortando.
Só queria ficar aqui um pouco na parte da instalação, porque hoje é essencial para a performance das nossas coberturas. E quando falamos de garantias até 30 anos, tem que ter uma mão de obra muito especializada, muito bem treinada para garantirmos que podemos dar 30 anos de garantia aos clientes. Então é fundamental ter uma equipe treinada qualificada, que saiba o que está a fazer nas coberturas, para nós conseguirmos dar estas garantias. E é um diferencial que hoje a Omni tem, a Omni Trade, que é as suas próprias equipes. Então toda a mão de obra de instalação é mão de obra própria, treinada, qualificada, para conseguirmos performar e dar garantias diferenciadas aos clientes.
Até se me permites Ricardo, só complementando, a instalação da membrana termoplástica é uma instalação muito técnica, não só em termos de know-how do aplicador como dos próprios equipamentos utilizados, são normalmente técnicas e equipamentos que não são vulgares, digamos assim, no Brasil. Portanto, a mão de obra própria é, de facto, um diferencial na qualidade e que nos permite ser instaladores certificados dos maiores fabricantes de membrana do mundo e que, consequentemente, nos permite oferecer aos clientes essas garantias até aos 30 anos.
Tem alguma coisa que eu deixei de perguntar para vocês que vocês gostariam de falar antes de encerrar o bate-papo?
Perguntar isso pra mim? Perguntar isso pra mim?
Eu tenho um ainda pra você.
Tem? Posso falar então?
Eu ia falar pra você deixar o contato de como as pessoas podem contatar vocês.
Não, eu entendi, mas eu vou dizer o seguinte. Existe algo que é primordial nessa conversa. É a satisfação do cliente. Certo? O que a gente busca é a satisfação do cliente. seja qual for a aplicação. A gente utiliza os produtos, evidentemente, mas visando o quê? A satisfação do cliente. E esse é um desafio, Paulo. Falar da linha que eu tenho, a máquina maravilhosa que eu tenho, o produto que o cliente se vier aqui na Expo vai encontrar, isso não faria sentido algum sem que o objetivo principal fosse cumprido, que é satisfazer o cliente. Deixar ele tranquilo, de que a operação vai funcionar, de que a temperatura vai ser preservada, de que a infiltração não vai chegar dentro do ambiente dele. E pra isso, meu amigo, não adianta ter produto, tem que ter tecnologia. E isso ele vai encontrar na MBP, e vai encontrar na Omnitrade. São 81 anos de história. fabricando e construindo com responsabilidade, com eficiência, e a gente se sente muito à vontade de estar aqui dizendo isso. E, certamente, o Ministério de Trejo não poderia atestar isso se não fosse realidade. Então, essa característica, primeiro que é um legado que o dono deixou para nós, que tinha como objetivo principal cliente. Não adianta ter empresa, uma indústria muito bem montada, máquinas de alta tecnologia, se o cliente não é o mais importante. Então não tem empresa, não tem o minitrade, não tem o MBP, se não tiver o cliente sorrindo.
Falar uma coisa, se bate o papo aqui eu ficaria ó. Vocês são incríveis. Você quer deixar o contato para as pessoas entrarem em contato aí com vocês, para a gente encerrar isso?
Olha, você deve colocar alguma coisa embaixo.
Sim, nós vamos colocar.
É só procurar Grupo MBP em todos os canais aí, Instagram, Facebook, e por aí vai, LinkedIn, e nós vamos ter o prazer imenso de poder dar uma solução ideal aí para os nossos clientes, certo, Ricardo?
E nós igual também, é só nos procurar nas redes sociais, Instagram, LinkedIn. E também estamos aqui para ajudarem em tudo o que precisarem, com projeto, assistência. Estamos aqui para fazer evoluir o mercado e ter a melhor satisfação dos clientes.
Hoje, eu estou preparado para atender de Sul a Norte e Nordeste.
Cara, não tá de brincadeira não, hein, gente? Então é dessa forma que a gente encerra mais um episódio diretamente do Sambódromo do A&B em São Paulo. Gente, mais uma vez, obrigado por fazer parte do ConstriCast, que é a voz da construção. E quando a gente fala de inovação, a gente tá trazendo hoje aqui um produto. Teve a oportunidade de trazer um produto pra vocês, muito legal, e eu tenho certeza que quem puder compartilhar pra aquelas pessoas, principalmente quem tem problema de estar em que idade.
E aqueles que não têm, querem continuar não tendo.
Então, o que acontece, se você for falar para aquelas pessoas que têm, na verdade você vai pegar o Brasil inteiro. Você vai atender de norte a surdo.
Paulo, se me permites só uma última nota. Porque as membranas termoplásticas funcionam não só para a obra nova. Ou seja, temos soluções de reforma de telhados sem causar qualquer constrangimento na atividade do interior do edifício e repondo a garantia até aos tais 20, 30 anos. Portanto, é importante dizer que são tecnologias que permitem fazer reforma no parque edificado.
Informação importante, que eu esqueci de perguntar, mas felizmente eu estou bem assessorado aqui por vocês. Então é isso, gente. Um abraço e até o nosso próximo encontro em mais um conteúdo incrível como esse. Em homenagem ao Rafa, em homenagem ao Rafa, aqui ó. O Rafa.
Ó, Rafa.
Aí, Rafa.
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