Como Acelerar o Acabamento da Obra: Produtividade e Mecanização

Paulo and Thales Batista discuss how to speed up construction finishing work, the slowest and most error-prone phase. Thales, a former metalworker turned construction expert, shares how mechanization and the right products can cut finishing time significantly while improving worker ergonomics and quality of life on site.
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Quem vive o canteiro de obra sabe, o acabamento é a fase que mais consome tempo, estoura cronograma e gera retrabalho. Agora, se existisse uma forma de acelerar esse processo? Este episódio é um oferecimento Hub e Construção. Seja bem-vindo a mais um episódio aqui no Constricast. O tema de hoje é como acelerar o processo de acabamento na obra. E para falar sobre o assunto eu trago aqui uma grande referência nesse assunto. Tales, seja bem-vindo a esse episódio especial.
Desde já agradeço a Deus, agradeço a você Paulo pela oportunidade concedida. Estamos aqui para revelar e entregar segredos muito valiosos para a sua construção e acelerar o processo sem pular a etapa.
Agora eu te falo, vai ter alguma receita especial no final deste episódio ou você vai começar a revelar no início?
Não, não. Vamos deixar para o final para gerar uma curiosidade e entender o propósito do episódio de hoje.
Para ver se as pessoas no final vão compartilhar o conteúdo, enfim.
Não tenha dúvida, vai ser interessante pra muitos aqui, né? Que é uma dor que muitos construtor vem enfrentando e sente, né? Essa necessidade de acelerar esse processo de acabamento.
E o episódio de hoje ele é direcionado pra quem? Só pra construtor?
Não, para profissional que quer se atualizar, que necessita de uma evolução no seu processo de trabalho, sair do sistema manual, tem toda uma técnica e um equipamento a ser indicado.
E se eu sou um consumidor final, eu tenho uma residência, quero reformar, quero pintar, enfim, serve também pra essa pessoa?
Serve pra esse cliente também porque envolve tempo. E tudo que envolve tempo há uma necessidade de acelerar o processo de execução.
Tales, antes da gente iniciar agora, eu queria que você falasse um pouquinho como você entrou. na construção civil e principalmente como você se especializa aí justamente nessa parte de acabamento, que geralmente é o que fica para as pessoas verem aí no dia a dia em suas casas, prédios e etc.
Bom, eu fui metalúrgico, e dentro do processo da siderúrgica, eu sempre estive envolvido na parte de execução. E tendo a oportunidade de ir para a construção civil, o que me chamou a atenção? A necessidade de acelerar o processo, porque eu percebi que todos os processos muitas das vezes eram manuais. E aí eu me envolvi na tecnologia a qual eu estava entrando no Brasil, que era um sistema mecanizado, e eu adquiri um equipamento. E dentro desse equipamento eu fui treinando, fui me aperfeiçoando, e aí eu tive a oportunidade de conhecer o Rodrigo Melo, onde ele tinha o processo dele manual, E, olhando esse processo dele manual, eu entendi que o meu maquinário poderia atender essa questão de modificação do manual para o mecanizado, assim ganhando um tempo muito significativo.
Ou seja, eu tenho um produto que, em tese, ele é aplicado de forma manual e você trouxe esse olhar, viu esse produto, gostou e falou para isso aqui. Dá para acelerar a etapa, mudando a forma de aplicar.
Exatamente isso. E aí ele também se interessou por esse conceito. E aí foi onde ele cedeu essa oportunidade. E aí eu consegui realmente essa excelência de acelerar esse processo não mecanizado.
Thales, qual foi a maior dor, o maior gargalo que você enxerga hoje nessa parte de acabamento em obra? O que as pessoas mais reclamam e como você entende que dá para resolver essas questões?
Então, o que eu percebi de maior dor é o quê? É encontrar um produto com a excelência e durabilidade e depois, infelizmente, envolve novamente o tempo a ser realizado esse trabalho. Porque, eu volto a falar, o tempo está se tornando algo muito precioso. E tudo que você consegue ter uma excelência de acelerar, você acaba querendo optar por esse produto. Ah, ele é mais rápido. Ah, esse aqui vai levar um tempo e esse aqui leva... Ah não, eu quero esse então. Atendendo as normas estabelecidas, a gente vai ocorrer pra esse tipo de produto, entendeu? Então a combinação produto e velocidade é a combinação perfeita pra excelência da obra.
E aí você traz um ponto importante na sua fala que são as normas.
Sim, é respeitar as normas, estabelecida, é fundamental.
E nessa medida, queria que você falasse um pouco, já tá totalmente fora do nosso script aqui, que é falar com um profissional, aplicador, não importa qual o segmento dele entender norma. Eu queria que você trouxesse aí um conselho, uma dica para esse profissional, como que ele se especializa, como que ele estuda essas normas para seguir aí esse casamento, porque a indústria desenvolve um produto seguindo ali uma receita que está dentro de uma norma. como o profissional pode trabalhar de uma forma que ele consiga trabalhar exatamente nesse casamento perfeito. Desenvolvimento de produto e ótima aplicação.
Então, o que eu vejo nos profissionais? Eles precisam aprender a ter uma cultura, ou seja, uma educação de entender que quando um produto é desenvolvido, ele é desenvolvido dentro de normas. E o profissional lendo o rótulo da embalagem, respeitando as diluições, isso vai fazer com que ele se torne um especialista no que ele está fazendo. Por quê? Porque especialista, nada mais nada menos, é respeitar o que está sendo estabelecido. Você respeitou aquele processo, aquilo vai te entregar um resultado. Se aquele resultado não for cumprido conforme a norma e o rótulo do produto, você tem um respaldo de solicitar a indústria para estar vindo fazer uma análise do que aconteceu e assim a indústria se responsabilizar na correção. Agora, o que acontece hoje no mercado? O profissional cria uma cultura dentro dele, ah, eu sempre fiz assim, deu certo assim, e aí traz isso como uma verdade, e a verdade é respeitar a norma do produto e do fabricante. Isso te traz uma segurança, isso te traz uma certa sustentabilidade na execução. Você fica protegido não só pela execução e pelo fabricante, trazendo assim a excelência dos dois conjuntos. E aí eu me tornei um especialista respeitando as normas.
E esse ponto é legal quando você traz, tudo bem se a gente fala aí de um grande construtor, você tem ali Enfim, uma obra gigante, alto investimento, esse cara tá seguindo a norma, tá tudo ok. Se você tem ali algum problema de patologia... esse construtor não vai ter prejuízos, porque a indústria, em tese, obrigatoriamente vai assumir a responsabilidade de fazer essa correção, esse ajuste. E se é um consumidor final, mesmo que seja uma residência, e esse profissional segue uma norma, ou seja, ele está fazendo de forma correta, ele não vai correr risco de ter prejuízo para refazer, de repente, um acabamento que, em tese, pode ter sido problema aí de desenvolvimento de produto, enfim. Então, se o aplicador segue as normas técnicas, ele, enquanto profissional, está respaldado e a pessoa que está investindo ali o dinheiro também, opa, peraí, isso aqui deu problema. Vou chamar a indústria, a indústria é obrigada a refazer aquele serviço. Ou seja, custear todo aquele prejuízo.
Você entende, Paulo, que você vê a importância de respeitar? Tudo é uma questão de respeito. Você respeitar a norma, ela te traz uma segurança. Não só para o construtor, como o cliente final. A importância de respeitar as normas é o que vai te trazer a excelência. Porque um produto que é desenvolvido para fazer 10 metros, e aí vem um profissional que não tem essa cultura de respeitar, e ele fala, ah não, aqui eu vou conseguir fazer com 15 metros. entenda que esse produto vai sofrer uma fragilidade muito significativa e impedindo de atingir o propósito. E dentro dessa responsabilidade vai cair sobre quem? O aplicador. E o aplicador tem praticamente 80% dessa responsabilidade. O fabricante faz, produz, entrega. O cliente compra, E passa para o aplicador. O aplicador fica com 80% dessa responsabilidade de execução. Então, entenda a responsabilidade do aplicador. Porque o fabricante está dentro da proteção dele. O cliente está dentro da proteção dele, que é comprar o produto e te entregar. E a execução é, literalmente, do aplicador.
E é por isso que eu sempre trago aqui em nossos bate-papos, por onde a gente se encontra no Brasil, é importante existir uma união entre indústria e profissionais que aplicam ali os produtos no dia a dia, porque se existisse casamento no final todo mundo vai estar ganhando.
Exatamente, hoje a indústria eu vejo que a necessidade dela de buscar profissionais responsáveis é isso, é pegar uma pessoa que tem uma cultura, uma educação de respeitar normas estabelecidas não só pelo fabricante ou pela obra, entendeu?
É um maravilha, agora falando de tempo, Thales, onde você entende que existe a maior perda de tempo nessa etapa de acabamento na obra?
Rapaz, eu tive uma ligação essa semana e que me surpreendeu a gravidade do tempo que ele tá levando pra finalizar a obra. Me surpreendeu a velocidade de construção dele. Ele levanta uma torre de 16 andares em 48 dias. Agora, para entregar o acabamento final, ele está levando seis meses. Então, é uma área que a gente consegue buscar soluções dentro das normas, entendeu? Hoje, o importante é estar sempre dentro da norma. E a gente tem essa possibilidade hoje. Eu venho trazendo esse conceito para o mercado hoje, eu me tornei um especialista nesse conceito, justamente para atender essas dores.
Sensacional. E qual que é o sistema construtivo utilizado para entregar essa quantidade de andares nessa quantidade de dia e como você entende que daria para diminuir esse prazo de seis meses no processo de acabamento da obra?
Bom, hoje a gente entende que tem profissionais no sistema manual. E eu acabei desenvolvendo o conceito operacional no sistema mecanizado. Então, a questão da mecanização na obra hoje, ela se torna fundamental no processo de acelerar, sem pular etapa e entregando uma qualidade, assim, espetacular. Onde nenhum... execução manual consegue entregar.
E o processo de construção dessa obra, qual que é? A tecnologia aplicada?
Parede de formas, concreto.
Ah, então aí você vê, ele já
traz um processo industrializado. Já tem uma evolução, né? Já tem um processo acelerado já, né? A gente percebe que já é uma...
É, ele tá praticando, na verdade ele tá fazendo industrialização in loco. Onde ele tem as paredes, as formas prontas, ele vem ali com... os caminhões de concreto, só enche, beleza, tem o tempo de secagem rapidinho, já sobe o próximo andar, então ele já está acelerando e está tendo problema na etapa de acabamento, que é justamente onde ele está perdendo muito tempo.
Isso eu entendo, Paulo, porque a velocidade da execução que ocorre hoje, o acabamento já não está conseguindo acompanhar, ou seja, se fosse no sistema antigo, Estava tudo dentro dos conformes, mas como existiu essa evolução do sistema de construção, o acabamento precisa acompanhar essa evolução também e andar junto.
Thales, e esse processo de atraso, geralmente de demora, geralmente está no produto, na mão de obra ou no processo?
Paulo, envolve um conjunto aí, né? Envolve produto, envolve mão de obra, e aí precisa ter um ajuste dentro desse sistema aí. Tem que ter um ajuste aí. E a gente, com o conhecimento adquirido, eu consigo levar esse ajuste pra obra, entendeu?
E você já pegou, assim, uma obra que o cara tava com problema de prazo, falou, cara, tô apertado e você trouxe ali uma solução mecanizada e se sim, né, como que foi esse processo?
Então, exatamente. Tem um cliente que tá desesperado nessa questão de atraso de obra e ele me contatou justamente pra visitar a obra dele, pra levar essa solução pra ele. Então, nada mais, nada menos, ele quer conhecer e entender, mas desde já ele deixou bem claro, eu quero implantar esse sistema mecanizado dentro da minha obra, porque o tempo se tornou algo muito valioso e é valioso. Muitas das vezes a gente não se dá conta, mas é muito importante.
E o uso de massa corrida, massa pronta, enfim, esses produtos aí industrializados, eles aceleram essa etapa de acabamento?
Sim, acelera, mas entenda, a importância...
É o que a gente tá falando, né? Eu tô falando de produto, mão de obra e processo. Por isso eu tô fazendo essa pergunta.
Aí que começam a entrar os ajustes técnicos. A importância de você encontrar um produto que tem uma agilidade na aplicação e na eficiência dele acabado, é fundamental. Porque não adianta eu pegar um produto de baixo custo e fazer a aplicação no sistema mecanizado, ele vai aplicar, ele vai atender a velocidade. Porém, o quanto esse produto vai te entregar de durabilidade e resistência? Está dentro das normas? Tem um parâmetro regulamentado? Tá dentro do mecanizado, ele consegue te atender. Agora, entenda a importância de você encontrar o produto certo pra fazer essa aplicação da maneira que você ganhe tempo e entregue um resultado satisfatório sem precisar fazer correção. É fundamental na obra isso.
Agora eu vou fazer uma pergunta aqui que muita gente vai se identificar, principalmente como eu. Eu já fui pintor, também já trabalhei com pintura, e uma das grandes dores que existia na época que eu... fazer aplicação de massa corrida era a tal da massa acrílica. Enfim, a parte interna de certa forma era ok, não tinha tanto trabalho ali para lixar, agora meu amigo, quando eu pegava a área externa para para lixar, era um problema, e eu vejo gente falando até hoje. Já existe alguma solução no mercado que melhora, assim, essa etapa, principalmente desse trabalho árduo, que é a massa acrílica, que dá até medo de falar dessa massa?
Rapaz, graças a Deus hoje eu tive o acesso a esse produto. Pouca construtora conhece, poucos clientes conhecem.
Mas já resolve, já resolve.
Hoje tem essa solução e é impressionante o acabamento dela, o que ela entrega e a redução de custo que ela entrega. Com um único só produto, é.
Então gente, se vocês quiserem saber, Tá, ele está aqui pra te ajudar. Você que é pintor, você que é empreiteiro e trabalha nessa etapa aí de acabamento.
Só pra deixar uma curiosidade.
Você falar um pode pouquinho mais aí
o que esse produto resolve? Você mencionou aí, né, a dor do lixamento de um produto acrílico. Ou seja, se você aplica ele e deixar ele pro dia seguinte, É complicado.
Tudo tem que acontecer no time correto, só que você depende de tempo. Às vezes o tempo tá frio, às vezes tá quente, enfim.
E hoje a combinação, pra você ver, a tecnologia que foi elaborada em relação a esse produto é espetacular. Eu posso fazer a aplicação desse produto, ele é acrílico, e eu posso deixar pra amanhã e eu lixo ele com uma facilidade absurda. E você tanto pode lixar no manual ou como no mecanizado. Então, a evolução do mecanizado vem para acelerar o processo, mas nada impede de você fazer pequenas áreas e fazer a correção manual, não tem problema nenhum. Mas a evolução desse material no mercado hoje é muito significativa.
E agora, falando aí para ajudar o aplicador, o que muda na vida de um aplicador quando ele sai do método tradicional?
Então, o tempo, volto a falar de novo, você profissional que está no sistema manual e está vindo para o mecanizado, o que vai mudar na sua vida? A qualidade de vida e tempo que você pode estar dedicando. Aí tem que ter uma maturidade do profissional de não exagerar, por quê? Uma aplicação manual você conseguiria fazer, vai, 500 metros quadrados. No mecanizado você vai fazer 1500. Só que o detalhe é respeitar a condição física. O mecanizado ele vem pra te dar uma qualidade física. Você consegue executar num menor tempo, numa maior facilidade. Então a ergonomia operacional se torna muito satisfatória. Só que administrar o tempo e elaborar o que eu vou fazer hoje é fundamental.
E detalhe, aí tem um fator importante. Se ele produz muito mais, o bolso
dele ali vai Exatamente, vai encher mais, mas tem que ter sabedoria. Sabedoria é fundamental para não exagerar, né?
E aí um recado para as crianças, ó, você, pergunte para o seu pai que é pintor, aplicador, seja lá, para o papai, você está trabalhando de forma manual ainda? Ou mamãe também? Existem muitas mulheres aí que estão no setor de aplicação. Vocês trabalham ainda de forma manual ou vocês estão... já com métodos industrializados, trabalhando com maquinária, etc. Se ele tiver no manual, papai, vai lá, vamos comprar uma máquina que vai sobrar mais dinheiro aí no nosso bolso e, obviamente, mais qualidade de vida aí para a família usufruir.
É, a indústria ela é preocupada com isso, com a execução, a ergonomia, o peso do equipamento, ela leva em consideração tudo isso para desenvolver um maquinário positivo, satisfatório para o operador.
Otário, existe diferença real entre produtos de diferentes marcas na hora de aplicar ou o segredo está só no aplicador ali, no cara que está executando a mão de obra?
O que eu aprendo? Não existe maquinário ruim. Vamos levar em consideração isso. E não existe produto ruim. A gente tem que levar em consideração qual é o propósito que foi desenvolvido esse maquinário. Qual foi o propósito de tempo de operação desse maquinário. Por quê? O que acontece? Volto a falar, a educação operacional do equipamento, ele permanece. Você vai ter tipos de equipamentos que vai te proporcionar operações dentro daquilo que ele foi desenvolvido. E se você... pular esse processo ou exagerar nesse processo você vai ter uma deficiência do equipamento e não adianta você falar que o equipamento não presta é que você está usando ele de maneira incorreta, entendeu? e o produto se enquadra no mesmo perfil ou seja, o produto foi desenvolvido para tal situação e você pega ele e aplica numa outra condição e ele não te entrega o resultado que você almejava aonde que está o erro? operador, no aplicador. Então é o que eu falo, não existe produto ruim, não existe maquinário ruim. Aonde ele está sendo aplicado é fundamental você entender. Para esse tipo de situação é esse produto, para esse tipo de situação é esse maquinário. Então respeitando isso você tem uma excelência na execução e na sua evolução e assim por diante.
Maravilha, falando de técnica e processo. O que um profissional precisa fazer para ter um bom planejamento de acabamento antes de começar a executar de fato?
Principalmente, eu creio que a gente deve começar fazendo uma visita na obra. que a visita na obra é muito importante, na organização, entender onde tem os pontos críticos. Criar um planejamento com a equipe antes de começar é fundamental, por quê? Você cria um cronograma ali e se algo sair fora daquele planejamento, você consegue ter o controle. de voltar, refazer ou de avançar, vai ter dias que você não vai conseguir ter uma evolução devido a meteorologia, mas você tendo uma elaboração do que vai ser feito do lado de fora e o que vai ser feito do lado de dentro, você acaba ganhando tempo. Dias chuvosos, vamos atuar aqui dentro, mas enquanto o tempo está bom, vamos atuar lá fora. E aí, criando esse planejamento com a equipe, você consegue ter uma evolução significativa na obra.
Então você divide aí essa etapa em três, né? Visita técnica, alinhamento aí com a equipe e plano de ataque.
Isso.
Porque quando ele cria essa situação, quando ele tem algum problema ali durante a execução, peraí, já tá traçado isso aqui, então a gente, tudo bem, a gente para aqui, essa área externa e compensa, adianta a interna. Então a gente vai criando ali esse planejamento aí durante esse processo de aplicação, mas tudo foi planejado lá atrás, seria isso?
Sim. E um fator que eu tenho aplicado e que eu tenho dado a oportunidade é de ouvir o colaborador que está envolvido na obra. Porque muitas das vezes ele tem uma visão mais ampla do que está acontecendo. Então você se permitir ouvir ele, qual a dificuldade que ele vem enfrentando, ajuda muito. ouvir o colaborador envolvido na obra é fundamental.
Otálius, e existe uma... dá para acelerar a obra, essa etapa, sem comprometer a qualidade ou uma coisa briga com a outra?
Não.
Você já deve ter ouvido falar isso. Já, já. Enfim.
Dá pra acelerar, a qualidade permanece, só que não dá pra fazer isso se não tiver o equipamento certo. Ah, mas esse aqui é igual. Igual não quer dizer que é o ideal. Parecido não quer dizer que é. Então isso é fundamental.
E aí quando eu falo de equipamento, você fala de equipamento, eu sou o profissional que estou ali no dia a dia, aplicando, legal, adquiri esse equipamento de uma indústria. E qual que é a importância desse profissional aplicador ter uma proximidade com esse fornecedor desse equipamento?
Hoje, graças a Deus, é um mercado que é bem aberto. Você tendo acesso ao fornecedor, automaticamente ele cria essa possibilidade de você ter acesso ao construtor do equipamento. A indústria, ela abre essas portas para você. Ela é desenvolvida num período durante um ano, mas a porta é aberta.
mas requer um envolvimento por parte do profissional. Eu preciso, enquanto profissional, estar atrás também
desse... Você entende hoje a necessidade de você ter parcerias? A parceria, ela cria uma aliança muito sólida, ela te dá a oportunidade de você ir adiante e criar oportunidades sólidas através do consultor, a indústria e o aplicador, esses três tem que andar junto, entendeu? É a oportunidade que eu vejo, que eu tive, que eu tô tendo, é justamente essa. Essa aliança que tá fazendo eu avançar, eu tive a honra de... Cara, eu sonhei, né? Deus me deu um sonho e eu desenvolvi um método único. É esse método que eu tô levando hoje pro mercado e eu não quero guardar isso comigo. O meu propósito é ensinar às pessoas o que eu desenvolvi e entregar pro mercado, pra que o mercado venha evoluir junto. Eu não quero guardar essa técnica comigo. Então, eu quero ensinar, quero transmitir e eu vou dar oportunidade para as pessoas.
E aí, você que tem interesse em aprender com o Thales, venha fazer parte do ecossistema Hub Construção e você terá a oportunidade de ter acesso onde o Thales consegue passar tudo para você.
Sim.
E aí, ó, nem foi combinado isso, hein?
Não, entenda que o propósito é justamente esse.
A gente vai marcar aí, a gente tem um cadastro que se chama Hub Pro, é um cadastro profissional ali, são pessoas que fazem parte do ecossistema Hub Construção, onde você que sabe uma técnica e quer passar para o mercado, a gente faz tanto reuniões online quanto também eventos presenciais. Isso você não sabia, mas já está aqui.
Eu carrego isso dentro de mim. É uma cultura. Eu sou cristão e eu aprendi que o meu propósito tem que apontar para Deus e abençoar pessoas. Não faz sentido eu ter só privilégio do que eu adquirir de conhecimento. Não faz sentido eu guardar isso só pra mim, entendeu? Que daí eu vou estar me tornando uma pessoa egoísta. Então, o meu propósito é esse, apontar pra Deus e abençoar pessoas.
Muito bem, aí a gente... É a gente servindo, né? Que a gente se fortalece.
É, exatamente. A gente tem que servir pra ser servido, né?
E o que você, enquanto profissional aplicador, gostaria que os profissionais entendessem melhor, assim, ou seja, fizessem melhor no setor?
Bom, eu oriento que sempre tá estudando, sempre tá lendo o rótulo da embalagem, pra que venha entender como fazer o preparo. E aí, você seguiu aquilo ali, é muito positivo o resultado. Tem como dar errado?
Agora tem aqui, eu queria pedir pra você três dicas, para profissionais aí do mercado da construção, você enquanto cara muito renomado aí do setor. E é importante falar que essas três dicas que o Thales vai trazer aqui só vai estar disponível para quem é membro do canal aqui do YouTube do Constricash. Thales, vamos lá, três dicas do Thales Batista para o mercado de construção, aplicadores, pintores e etc. Gente, esse profissional Thales Batista fala muito bem. Thales, antes da gente encerrar, eu gostaria de saber se você tem alguma outra coisa que você gostaria de aproveitar um momento para falar?
Bom, como falei, eu sou cristão, né? Sempre que você for fazer algo, consulte a Deus. Procure direção de Deus. Porque muitas das vezes tem contrato que é livramento você não fechar ele. E se você trazer essa insistência pra sua vida, ela pode se tornar uma dor pra você. Então, antes de qualquer atitude dentro de uma assinatura de contrato, ora Deus, sinta a paz pra fazer essa negociação, pra depois você não se arrepender e chorar. É isso o meu recado.
Sensacional, gente. Esse foi o bate-papo de hoje. com um cara que eu até queria aproveitar, Thales, e falar, tivemos a oportunidade de conviver aí alguns dias juntos no encontro de mestres de Goiânia e você é um cara muito diferenciado. Não à toa que eu fiz questão de trazer você aqui, eu fiquei muito contente e agradecer também ao Rodrigo, que foi através do Rodrigo que eu te conheci, quando você fala, né, de somar, de servir, é notório que você é um cara que serve, tá? Nas nossas saídas aí, mesmo em Goiás, nossas viagens, a gente tá ali, para pra comer, é uma coisa leve, sai à noite ali pra ir em bares e restaurantes, mas é uma coisa leve, é uma coisa em paz, e você, por diversas vezes eu já te falei, você é um ser humano iluminado, né, pessoa? diferenciado, eu me sinto muito grato por ter você aqui hoje.
Eu que agradeço a oportunidade, agradeço a Deus e espero voltar aqui mais vezes para ajudar a esclarecer dúvidas e levar o propósito que eu tenho carregado de transmitir o conhecimento operacional no mecanizado.
E você que chegou até o fim, para eu saber que você chegou, digita nos comentários mecanizado. O episódio de hoje fica por aqui, um abraço e até o nosso próximo encontro aqui no ConstrueCast.
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