Compônentes dinâmicos para Sketchup | Fabio Coutinho | Construecast | Paulo Barros

Transcrição de um episódio do podcast ConstrueCast (YouTube) com Paulo Barros entrevistando Fábio Coutinho sobre componentes dinâmicos para SketchUp. O episódio explica o que são componentes dinâmicos/paramétricos, benefícios (agilidade, redução de retrabalho, informação embutida), exemplos de aplicação (marcenaria, esquadrias, boxes), barreiras (propriedade intelectual, resistência de mercado) e integração com BIM/IFC e práticas de suporte e educação para adoção.
Chapters
Sejam bem-vindos ao ConstrueCast. O episódio de hoje é um oferecimento produtora Infinity Plus. Está no ar mais um episódio do ConstrueCast e hoje vamos falar sobre componentes dinâmicos para SketchUp. Para falar sobre o assunto, eu recebo o cara. É o cara, de fato. Nada mais, nada menos que... Fábio Coutinho, seja bem-vindo ao nosso podcast.
Muito obrigado!
Hoje você tem a responsabilidade de passar muitas informações, principalmente para arquitetos. E essa... molecada que está vindo aí para o mercado criativo para, de alguma forma, transformar o setor da construção que estamos precisando inovar nesse setor. Seja bem-vindo, Fábio.
Muito obrigado, muito obrigado. É um prazer enorme estar aqui, bater esse papo aí e mostrar toda a capacidade que o componente dinâmico tem de transformar o projeto do arquiteto.
Fábio, antes da gente começar o bate-papo, eu queria que você falasse um pouquinho, né? Como que você entra no mercado, principalmente de arquitetura, né? Como que você entra para trazer inovação, né? Para esse mercado, assim... Certo!
Bom, eu sou programador, tá? E há mais de dez anos aí, trabalhando já com o SketchUp, eu entrei... através de uma empresa que eu trabalhei de design de interiores para projetos corporativos eu entrei nessa empresa na área de programação para desenvolver um sistema E nessa empresa eu comecei a ter contato ali com os arquitetos, com essa parte de modelagem, projeto. E a minha mente de programador, inquieta que é, não conseguia ver aquele retrabalho, aquela modelagem toda hora se repetindo ali, ainda mais projetos corporativos que é muito repetitivo, divisórias, mesas, estações de trabalho e tudo mais. E aquilo não fazia sentido, né? Perder aquele tempo todo. Minha mente de programador, ali naquele meio, começou a programar aqueles blocos, né? E mostrar pra aquele pessoal que tinha forma mais inteligente de fazer aquilo. Foi onde eu comecei a brincar com aquilo, né? Há dez anos atrás.
Agora, pra contextualizar que a gente vai falar de bloco dinâmico, o que é bloco dinâmico? Só pra contextualizar pra nossa audiência. principalmente você que acha só criativa ou criativa entendam o porquê do bate-papo de hoje ter tudo a ver com você.
Vamos lá o componente dinâmico dentro do SketchUp ele é um componente, ele é uma modelagem 3D que recebe uma programação para que ele tenha diversos funcionamentos ali de forma automática então você pode ter componentes, imagina um armário por exemplo, tem ali as portas, tem a caixaria, as laterais imagina que você não precisa montar cada parte dele e posicionando todas aquelas peças ali você tem aquilo tudo pronto e você consegue escalonar através de ferramentas dentro do software, dar uma escala, você consegue parametrizar ele informando, por exemplo, olha eu quero que esse armário tenha três portas, quatro portas. Então você só digita e ele já constrói aquilo para você. Isso é um bloco dinâmico, né? Isso é um componente dinâmico dentro do SketchUp, um componente inteligente.
E além de inteligente, você traz liberdade para criar?
Sim.
Você traz agilidade. Então, vamos falar agora sobre o SketchUp.
O SketchUp. Quando você está modelando, está fazendo ali o teu projeto em 3D, você tem que pensar em todas as partes dele ali. Você vai fazendo toda aquela modelagem. O tempo que você perde fazendo cada peça daquela, Com o componente dinâmico você consegue ter mais liberdade para poder testar, experimentar. Então, a gente gosta muito de falar que a pessoa coloca os blocos na cena, ela consegue ter um processo criativo com volumetria, testa, muda. Isso tudo acontece muito rápido. A gente já fez alguns testes, por exemplo, de tempo. modelando de forma manual e com bloco paramétrico, tem um ganho até de 60% a 70% de tempo ali, sabe?
60% a 70%?
É. É muito grande.
Ô, Fábio, e nesse sentido, você se depara com alguma resistência, por exemplo, quando você é contratado em algum escritório de arquitetura, né, pra falar do SketchUp, e a pessoa já usa outra plataforma? Então, tem alguma resistência porque às vezes as pessoas acabam usando muito o básico do software. Assim, né? Então, como que é esse processo, né? Como que... Ah, legal! Você é contratado dentro do escritório de arquitetura para, de alguma forma, trazer inovação, agilidade ali para o... para o time de criação, de arquitetos, enfim... Como que é esse processo, assim?
A gente percebe assim, falando especificamente do SketchUp, por exemplo, é um software muito simples de usar. Então, a garotada, principalmente, sai da faculdade, já tem um software na mão para começar a trabalhar ali, de fato, né? Entrar no mercado. Mas, justamente por ser muito simples, as pessoas não exploram tanto todo o poder que o software tem, né? Então elas acabam negligenciando ali uma modelagem paramétrica, por exemplo, ou diversas ferramentas que tem ali dentro, né? Então a gente percebe que a pessoa está ali, ela tem uma ferramenta para trabalhar e quando a gente começa a potencializar aquilo, né, com ferramentas novas, com tecnologias novas, nossa, aquilo ali gera um, sabe, é um divisor de águas ali na modelagem, né.
Era brilha os olhos assim.
Nossa, nossa, pra gente ver pessoas assim... que já trabalham há anos com SketchUp, principalmente quando ela começa a ter contato com a modelagem de uma forma mais inteligente, aquilo liberta ela para desenvolver novos projetos, coisas que ela não fazia por medo, por não saber fazer ou por falta de conhecimento de determinados itens. E o componente programado tem essa característica de você já levar as informações daquela modelagem, seja uma marcenaria, uma esquadria, elementos que de repente ela não sabe mexer, não sabe manusear com aquilo, ela tem aquilo tudo ali na mão. O componente dinâmico é quase um livro que ela começa a modelar e ele já está passando as informações que ela precisa. Enquanto ela está modelando, ela já está estudando sobre aquilo.
E você tem uma riqueza de informação absurda, né? Também você consegue visualizar assim um projeto, inclusive até na hora de transmitir isso para o cliente e acabar... Sim, sim.
A gente tem muito cliente nosso que a gente observa que as pessoas fazem modelagens incríveis, né? Até bem detalhadas, tá? Mas quando você vai abrir aquela modelagem, ela é só um modelo 3D. É só uma casca, é um visual. Você olha para aquilo e identifica os elementos. Mas aquilo não tem informação, né? Aqueles blocos, né? Uma janela, ela é uma janela? Na modelagem? Bom, ela está bem modelada. Você olha e fala, isso é uma janela. Mas, para o projeto, aquilo é uma janela? Aquilo tem informação? Aquilo vem de um fabricante? Aquilo tem uma especificação? Aquilo tem um código? Aquilo é um produto? Aquele projeto, ele vai ser executado? Bom, se ele vai ser executado, em algum momento, em alguma etapa daquele projeto, aquelas peças, aqueles elementos precisam ser comprados. Onde estão essas informações? Então, é nessa pegada que a gente tenta mostrar para as pessoas que, olha... Você precisa transformar o seu projeto 3D, a sua modelagem 3D em um projeto. E no momento que você transforma a sua modelagem em um projeto, nossa, você agrega tanta coisa ali, você evita erros, você evita retrabalho, você consegue trabalhar em equipe com isso. Porque você imagina, você pega uma modelagem e você tem uma equipe, um estagiário, um sócio, alguém, outras empresas que vão operar naquele projeto também. É o que? Toda hora alguém te perguntando? O que é isso? Que elemento é esse? Qual é a cor que está aqui? Não! Você pode ter no seu projeto, na sua modelagem 3D uma série de informações e tudo ser extraído dali. E aí você consegue também gerar interoperabilidade entre todas as partes que estão participando ali daquela obra.
Daquele projeto.
Daquele projeto.
Fábio, você tocou num ponto muito importante, eu vou te fazer uma pergunta, inclusive essa pergunta serve pra mim também, né? Eu gosto de aprender, enfim, eu vivo muito aí em obras, eu tenho certeza que agora eu vou aprender com você. Tudo bem, eu tenho esse projeto, a gente vai usar essa janela que você citou agora no nosso bate-papo, enfim... pode esse mesmo exemplo vai ser usado em várias outras situações beleza eu criei o projeto tem essa modelagem eu começo a alimentar essas informações em que momento depois que eu tenho o projeto pronto eu vou fazer esse detalhamento por exemplo beleza essa janela é tal cor ela tem ali aquela paleta de cor eu tenho de repente eu posso já não sei se eu já posso especificar ali um fabricante ou mais que uma opção é espessura de chapa Enfim... Tipo de acabamento... Eu tenho... Naquele projeto, eu trago uma única solução, eu trago outras opções, por exemplo, de detalhamento. Por que a minha pergunta? Porque se eu não tiver uma informação precisa, eu posso confundir depois ali, enfim... Todo o time que está envolvido. Só para... Assim, é uma curiosidade mesmo minha. Eu acho que vai ajudar aí muitas outras pessoas.
Não, legal! É interessante porque assim... Na hora que você está desenvolvendo a sua modelagem, ao mesmo tempo que você desenvolve, você consegue enriquecê-la de informações. É sempre interessante que você faça esse projeto em conjunto, em paralelo. Voltando, por exemplo, à janela. No momento em que você modela uma janela, se você vai modelar ela do zero no seu projeto, você já faz isso acrescentando informações. Isso está ali à disposição de todo o arquiteto, no software, no SketchUp. As pessoas podem fazer isso o tempo todo. Apesar delas não fazer, mas elas podem fazer. Eu quero até criar um vídeo, alguma coisa assim, um conteúdo mostrando que as pessoas podem fazer isso e é simples.
Mas... Só uma coisa, você já está convidado depois para vir aqui um dia para a gente fazer meio que uma aula.
Isso vai ser muito bacana.
A gente liga aqui o notebook na nossa mesa. A gente vai fazendo bate-papo, mas mais em aula, bem educativo.
Excelente, excelente, excelente, topo! E aí, no momento em que ela vai fazendo essa modelagem, ela já vai fazendo, já vai acrescentando informações, tá? Esse é um ponto e uma forma de fazer. No momento em que você já tem disponível no mercado produtos que já foram configurados, programados para ter essas informações, já funcionam de forma paramétrica, aí você sobe um nível disso. A janela, vamos pegar o exemplo da janela. Você vai colocar uma janela na sua obra. Você sabe qual é aquele modelo? Você sabe qual é a marca? Se você já tem onde chegar, né? Num 3D Warehouse ou no próprio site daquela marca, daquele fornecedor e pegar aquela modelagem já pronta, com informações, aquilo é um produto, não é só uma modelagem 3D. Isso é totalmente possível. Tem marcas que já conseguem ter essa visão hoje em dia que estão investindo nisso. Isso faz sentido para todo mundo.
E essas marcas, elas já tem esse modelo pronto? No caso, que você consegue integrar ali no software? Então, essa é uma... Você entende que legal, assim?
Sim! Essa é uma batalha...
Não sei se existe, tá?
Essa é uma batalha que eu estou começando a travar, sabe? Porque as marcas têm os seus produtos, modelados e as marcas já tem isso. Elas já tem o que precisa para dar o pontapé inicial e disponibilizar isso para os arquitetos. Mas elas precisam entender que faz total sentido para elas investir nisso, sabe? O arquiteto precisa chegar lá no sitezinho qualquer marca, né? Preciso citar. imobiliário. Ela vai entrar no site, eu quero esse módulo, aquele módulo, eu vou montar aqui minha cozinha, minha sala, eu quero botar esses materiais e tal. Ela já vai direto na marca, coloca, aquilo já é um produto, aquilo já vem com informação, aquilo já tá paramétrico.
Aquilo... Fábio, nesse sentido, não tem um pouco também de resistência, né? Tem até um pouco de receio dessa indústria dela fornecer esse bloco até por conta de... copiarem... Eu entendo que não, tá? Porque a partir do momento que você facilita o trabalho do arquiteto, no seu caso, que está trazendo solução, que está trazendo inovação para aquele... Eu diria até para aquele consumidor final, que a partir do momento que eu, como indústria, facilito ali o dia a dia do arquiteto, cara, ele já vai especificar diretamente o meu produto. Eu estou dando uma opção para ele. Numa situação como essa, usa meu produto, você já consegue integrar ele aí na sua criação... Né? Assim, é uma provocação que eu acabei trazendo.
É, mas você tocou em um ponto muito interessante. A gente fez uma parceria muito bacana com uma empresa aqui de São Paulo de boxe. Boxe alto padrão.
Boxe de banheiro?
De banheiro, isso. E essa parceria, justamente, eles queriam ter seus blocos de forma paramétrica, por quê? Muitas modelagens que chegavam lá para eles, para fazer orçamento e tudo mais, vinha lá o modelo deles, mas esticado, deformado, porque as pessoas pegavam qualquer bloco que alguém modelou lá no 3D Warehouse. O 3D Warehouse é um repositório de modelagem 3D da Trimble, do SketchUp, ligado ao SketchUp.
E...
As pessoas pegavam lá, só que elas não conseguiam. O boxe é uma coisa que ele não tem uma medida exata, né? Cada banheiro vai ter ali um, né? É tudo feito ali de forma... Medidas diferentes.
É se não tem um padrão, né?
Não tem um padrão, exato. E isso estava incomodando eles. Porque as coisas chegavam todas erradas para ele. Esse é o primeiro ponto. A gente está falando do visual. E muitos arquitetos, é interessante isso, mas muitos arquitetos deixavam de especificar o produto deles porque não tinham uma modelagem para usar no 3D. Então ele acabava pegando uma outra que estava mais fácil de modelar. Quando a gente fez essa parceria, criou todos os materiais dele de forma paramétrica, as pessoas colocam de forma muito fácil, redimensionam ele no projeto. eles começaram a ter mais arquitetos especificando o produto deles nos projetos.
É, isso é bacana, porque se você tem essa liberdade, você já consegue ter... Imagina, eu já tenho ali o fornecedor, eu já tenho ali tudo, sabe? Tudo na minha mão, facilita demais.
Facilita, facilita. O produto, ele começa a ser vendido no projeto.
Sim. Né?
Então, é aquele momento em que você dá uma liberdade pro arquiteto usar aquela modelagem, Ele tem liberdade de criação, ele experimenta, ele bota aquele boxe, testa com aquele revestimento na parede e troca. Se ele tem essa facilidade, se ele consegue experimentar, é muito mais fácil dele conseguir especificar os produtos com tempo pra isso, sabe?
Eu já vou ter gente aqui... Querendo saber qual é essa empresa, enfim... Depois você vai falar... Quem é a empresa? Vou te mandando aí. Agora, eu quero só complementar, antes de você continuar... Nesse sentido de... Por exemplo, de você criar essa solução dentro de uma indústria. Imagina que tem ali outras indústrias que querem fazer a mesma coisa, pode ser com esse produto ou com outros produtos... Entrando em contato com você, você consegue ali ajudar essas indústrias?
Sim, sim. Eu vou só dar um passo para trás, porque eu acabei não respondendo uma pergunta sua, que foi sobre segredos de...
Sim, eu não ia deixar, eu não ia esquecer.
É, não, porque isso aí, a gente teve até uns dois dias atrás, a gente estava lá na Alameda Gabriel, numa marca ali conhecida. conversando sobre isso, né? Essa dificuldade da propriedade intelectual do desenvolvimento dos produtos, e a gente teve isso com a... com essa empresa de boxe.
A Gabriel Monteiro é uma rua muito conhecida aqui em São Paulo, só pra contextualizar, né?
Sim, sim.
Outras pessoas que não estão aqui em São Paulo.
Eu não conhecia, fui conhecer dessa...
É incrível, assim, tem...
É muito legal. E aí a gente passou por isso com essa empresa de boxe, porque eles tinham segredos ali na parte do mecanismo, o carrinho e tudo mais, que são coisas importantes, eles criaram. Aquilo ali é uma informação de propriedade intelectual. É aquilo na mão de outros fabricantes. Enfim, descobre o ouro do outro. Então na modelagem a gente não pode mostrar isso e isso é importante. A gente consegue ter blocos recheados de informações importantes para aquele projeto. Mas na parte visual, fica aparente, ele existe na modelagem só o que é visto.
Só o que é visto.
Só o que é renderizado. Só que a gente que vai fazer essa modelagem, a gente tem ali um... A gente faz um contrato ali de... Confidencialidade.
Confidencial, sim.
Isso é importante. O meu trabalho tem muito isso. Eu faço blocos programados. Eu tenho códigos que são confidenciais. São códigos que eu preciso proteger de certa forma. Então, eu compreendo muito isso e isso é um ponto importantíssimo, é uma barreira assim a ser quebrada porque, como eu disse, as fábricas elas tem tudo isso pronto. As modelagens, elas precisam disso para produzir. Então, elas conseguem facilitar muito a entrada dessas modelagens para a partir delas a gente parametrizar e entregar isso para o arquiteto.
É, eu gostaria muito que a gente começasse de alguma forma... Sei lá, tudo bem, você tem informação. Você não vai sair dando isso para o mercado. Agora, se existe uma forma legal, eu desenvolvo uma solução de tecnologia onde eu vou facilitar, muitas vezes, a especificação daquele arquiteto. Né? Por que não ao invés de se fechar naquele mundo, não, deixa eu entender. Entende? Ah, deixa eu conversar com o Fábio. Fábio, como que a gente poderia trabalhar dessa forma? Olha, eu tenho esse produto. Ah, legal, se encaixa bem aqui nessas especificações de arquiteto, design de interior, enfim. Eu trouxe aqui um ponto bem importante que agora eu queria ouvir de você. Como que, na sua visão, como que a gente facilitaria um pouco aí, de repente, o mercado, a própria indústria, falar, não, peraí, deixa eu ouvir. Mas deixa eu tentar ajudar, porque a partir do momento que a gente está falando de informação... Tudo bem, você tem a informação, mas aquilo não está sendo passado para o mercado. O que está sendo passado para o mercado, na verdade... É o visual pronto, é o produto final.
É, eu acho que a gente já conseguiu quebrar bastante isso. O apoio que a equipe do SketchUp aqui no Brasil está dando, eles estão fazendo um trabalho bem intenso junto às marcas e isso está ajudando bastante. A gente percebe pelo 3D Warehouse mesmo, que as marcas já começam a colocar suas modelagens de forma estática lá. Mas já é um início, já é alguma coisa. Então, eu acho que essas barreiras estão sendo quebradas. Isso que a gente está fazendo aqui ajuda. Ajuda muito. Porque a gente fecha o ciclo. Se a marca fornece... Ela quer vender o produto. Eu acho que esse é o objetivo básico. Ela quer vender. Para ela vender, ela precisa que os arquitetos, os designers interiores estejam especificando isso nos projetos. Para eles especificarem, tendo aquele produto modelado, pronto, recheado de informação, facilita e fecha o ciclo. E tem muita gente boa de modelagem paramétrica no mercado. Eu gosto muito de falar isso, eu não sou o único. Eu amo o que eu faço, tá? Mas eu gosto de pensar assim, eu abri uma porta, sabe? Muita gente manda mensagem, Fábio, puxa, olha o que eu faço também e tal, e aí eu troco ideias, ensino algumas coisas. e isso é um outro objetivo meu, eu quero formar novos modeladores paramétricos no mercado tem uma galera boa a modelagem paramétrica Ela envolve muita matemática, muita geometria, isso é uma paixão que eu tenho, essa parte de ciências exatas e tal. Mas tem uma galera boa, a gente pode formar essa galera pra poder enriquecer esse mercado, pra poder colocar na mão aí dos fabricantes. E a gente criar todo um ecossistema e fazer com que isso seja normal. Isso tem que vir dos fabricantes. A gente tem lá o nosso portal de modelagem paramétrica hoje, o portal blocos dinâmicos.
Pode dar um endereço do portal?
Claro! É bem simples. blocosdinamicos.com.br Entra lá, a gente tem o nosso portal, tem muita coisa gratuita, legal para as pessoas usarem também. É bacana que... Hoje o portal... a empresa tem dois anos, o portal tem sete meses, para você ter uma noção. Eu comecei a criar alguns pacotes de modelagem paramétrica, isso para mostrar esse universo para as pessoas. E as pessoas iam me cobrando, Fábio, eu quero tudo o que você faz. Tudo! E eu tinha uma dificuldade porque eu tinha que criar pequenos pacotes. Esses pacotes tinham que estar contextualizados. Então, eu estou criando um pacote de portas, um pacote de esquadrias. Isso demorava um tempo até aquilo virar um produto. Agora não. Com o portal... Tudo que vai ficando.
Pronto... Você vai soltando lá... Vai soltando lá... Está tudo conectado...
A pessoa já baixa, já começa... Nossa, é incrível, é incrível, é... É uma satisfação, porque eu acabo de colocar um bloco lá, as pessoas já mandam imagens, já estão usando o meu projeto. Quando eu coloco spoiler de coisas que estão sendo desenvolvidas, as pessoas perguntam... Fábio, será que fica pronto até sexta? Eu tenho projeto para fazer.
Que legal!
É uma pressão, mas é legal isso, sabe?
Fábio, e nesse sentido, a gente fala muito hoje em tecnologia BIM, muita gente não sabe o que é BIM. Apesar de estar no mercado há bastante tempo, o nome assusta um pouco, enfim... Então, a gente tem um grande desafio hoje, né? O mercado, na verdade, tem que é... Tudo bem, eu desenvolvi meu projeto, embinha ali desde o início e quando chega na obra acaba imprimindo, né? A planta 2D ali, então acaba... Enfim, de certa forma, deixa de fazer sentido todo aquele investimento que foi feito. lá atrás. Esse trabalho que você desenvolve, você consegue integrar no projeto ali desde da concepção inicial ali? Como que funciona esse processo?
As pessoas, elas precisam entender que BIM nada mais é do que informação. Tem gente que já trabalha BIM e nem sabia. E toca no nome BIM ali e já fica apavorado. A gente percebe muito isso com o nosso público lá, com os seguidores. Quando a gente fala BIM as pessoas sentem medo. Nossa, vai ser difícil de usar? Não. BIM é informação. Muita gente que trabalhava com outros softwares, que acabam te obrigando a trabalhar de forma BIM, estão migrando para o SketchUp, pela facilidade e pela liberdade que tem na modelagem no SketchUp e justamente porque os blocos dinâmicos oferecem um trabalho BIM.
Sim.
Então, essa integração da gente conseguir gerar informação com um software que te dá liberdade para modelagem, isso tem sido muito importante para muitos profissionais. E a gente percebe que pessoas que não tinham essa característica de agregar informação nos seus projetos, começam a entender como isso funciona, começam a perder o medo dessa questão BIM. Aí a gente já começa a integrar outros pontos, que é a classificação IFC, que é importante para gerar uma interoperabilidade entre os softwares.
O que seria? Como que isso pode se acontextualizar?
A classificação IFC é uma classificação que ela vai, de fato, classificar determinados elementos. Então, você conseguir fazer com que os softwares, não só os catch-up, mas entre os softwares, ele consiga receber aquela modelagem 3D, e saber que aquilo é um telhado, aquilo é uma parede, aquilo é uma janela, aquilo é um piso, um revestimento. A classificação IFC acaba gerando essa informação entre os softwares, entre as máquinas, é uma informação de máquina. O BIM é a informação do projeto. Então, esses dois itens acabam se ligando, agregando mais informação. E isso assusta um pouco.
E é bacana porque assim, pra mim, a palavra BIM assusta um pouco. Eu achava que BIM era uma plataforma e tal. E até nesse nosso bate-papo, eu já conversei outro dia com o Rogério falando sobre tecnologia 7D, enfim... E aí, você trouxe um ponto importante que você fala, BIM é informação. De fato. E lá atrás, nós conversamos um pouquinho, falamos um pouquinho dessa riqueza de detalhe do SketchUp, quando você está projetando ali, quando você coloca a informação, que é o exemplo da janela. A partir do momento que eu tenho todas essas informações ali, com certeza, ah, legal, estou vendo no projeto, estou visualizando. Se eu estou visualizando e tendo as informações exatas daquela área, por exemplo, aonde está passando o tubo de ar-condicionado, a espessura dele, tudo bem se eu vou passar um outro entre a laje e esse tubo, ah, legal. Então, eu tenho ali, de fato, o espaço, né? Para encaixar, de repente, um outro tubo, né? Então, quando... Acho que seria isso, né? Esse tipo de riqueza de detalhe, por isso que quando você fala projetar em BIM, né? Projeto BIM, você evita retrabalho, você tem assertividade, inclusive economia.
Com certeza! Você percebe que tudo que você falou agora, você acabou de transformar uma modelagem 3D numa obra virtual. Você tem a obra ali, você tem o que vai ser executado, porque você tem informação. É isso. As pessoas precisam entender. Bin é informação. É que existe uma rixa aí dos softwares, né? O pessoal que trabalha com outros softwares gosta de falar, o meu software é bin. Né? E eu vou causar polêmica aqui, o SketchUp é bin.
O SketchUp... Révinho, eu vou causar outra polêmica, ó... Coloca no comentário aqui, ó... Que tipo de ferramenta, que tipo de plataforma você usa, entende? Só para a gente saber se você está projetando... Seu projeto é BIM ou não.
Exatamente.
O que você acha?
Vai ser interessante.
Entende? Agora, eu tenho uma outra pergunta... Para você, você está há quanto tempo mesmo nesse mercado de inovação, 10 anos?
Eu já trabalho com modelagem paramétrica há mais de 10 anos, no SketchUp.
E aí, uma coisa também que é bacana no nosso bate-papo, é que assim, você é de desenvolvimento, ou seja, você conhece bem a tecnologia, por isso que você acaba, de certa forma, tendo... Uma facilidade. Essa facilidade, inclusive, trabalhou em escritório de arquitetura, designer... Enfim, então você entende a questão da tecnologia, você entende as possibilidades e uma pergunta, né? Nesse sentido. Quando... Geralmente, né? Programador... Gente, não estou falando mal de programador, longe disso. Pelo amor de Deus!
Vou até beber uma água.
Bebe uma água, olha só que... A pergunta é... Cabeluda! É... Assim, o mercado fala que programador é muito quadrado. Pensa muito na... Dentro da caixinha, assim. Quando você chega num escritório de arquitetura, por exemplo, numa empresa, enfim... E aí, o cara fala... Eu preciso dessa solução e tal... E você com cabeça de aqueles... O programador tradicional. Você ouve o cliente... Ou você... Não, tem que ser dessa forma. Entende? Ou seja, você cria uma solução para atender o cliente ou você fica muito engessado naquela solução que você entende que é o certo?
Assim, na programação... De forma geral, programação se trata de uma coisa que a gente chama de desvio condicional. Não sei se você já ouviu falar nesse termo. Nada mais é do que um algoritmo, né? Um algoritmo é ali a listagem dos acontecimentos. E esses acontecimentos são tratados através de desvios. Se eu vou por ali, abrem-se duas opções. E você está sempre escolhendo entre dois caminhos. Programação basicamente se trata disso, tá? E o que acontece muito entre os programadores é... Agora eu vou falar mal.
Pode?
Agora eu vou falar mal.
Às vezes não, né?
Me perdoem, programadores. Mas existe uma... preguiça de criatividade sabe porque tudo é possível tudo é possível né quando você programa você está ensinando a máquina a seguir algumas regras né então você vai passar essas regras né ó isso aqui tem um você vai entrar com o valor esse valor ele vai ter um valor mínimo e um valor máximo só que a gente sabe que Como eu estou programando blocos que vão fazer parte de um projeto, aquilo vai ser executado. Existem muitas regras que precisam ser quebradas. Isso acontece o tempo todo. Como você quebrar a regra com pensamento de programação em que segue regras? Que você vai ensinar ele a seguir regras. Então você também tem que ensinar para ele, olha... Segue essa regra, mas talvez você possa quebrar a regra. Como é que você fala isso para uma máquina? Aí entra o desvio condicional. E aí entra aquela questão da criatividade deixando de lado a preguiça. Quando eu estou programando os blocos, eu gosto de entender tudo o que acontece. Meu processo de criação, ele começa lá no final. Tá? As vezes as pessoas mandam pra mim os blocos, umas modelagens. Fábio, transforma isso em bloco paramétrico, vai ajudar bastante o mercado e tal. Eu falo, você me manda a modelagem e a situação mais complexa que existir. não tem essa de começado básico, não. Me manda o mais complexo, porque é enxergando o mais complexo que eu vou conseguir enxergar as variações, as possibilidades, as exceções da regra, para a gente conseguir programar e ensinar para o bloco todas essas variações, essas exceções. É um exemplo interessante que a gente gosta de... eu gosto sempre de colocar, vive acontecendo com a gente, em blocos de marcenaria, por exemplo. a gente ensina para ele que olha, você tem uma chapa e a chapa ela tem que respeitar ali o limite, por exemplo, na altura ali de 2,75. E aí o arquiteto está lá fazendo a modelagem dele, né? Aquela velha máxima, né? O papel aceita tudo, né?
A planilha aceita tudo. Eu vi isso aqui outro dia da Viviane, foi uma convidada aqui que veio como um co-host para entrevistar uma outra, fazer um bate-papo junto com a...
Exatamente. E o 3D também aceita tudo. A pessoa está ali, está desenhando, puxa e pula ali, estuda uma geometria, aceita tudo.
Aceita tudo mesmo dentro de um projeto? Mesmo dentro de uma limitação de área?
A modelagem 3D aceita tudo. A modelagem é o papel, você está desenhando, você está ali, né? Mas o bloco dinâmico tem regras ali dentro. Então, a gente recebe, por exemplo, muita gente manda mensagem... Fábio, eu tentei aumentar o tamanho dessa porta aqui do armário e ele não tá deixando. Tô fazendo alguma coisa de errado? Tá. Tá tentando aumentar demais, ele tá te limitando, ele tá evitando que você cometa um erro. É possível aquela porta ter um tamanho maior do que 2,75? Até é. Existem formas de executar isso. Mas olha, é isso mesmo que você quer? Isso vai levar um custo e tal. E normalmente a resposta é que, nossa, eu nem prestei atenção nisso. Se ela não estivesse usando um bloco dinâmico, ela ia errar. Na hora de executar... Na hora de executar aquilo, Depois de ter executado uma série de outras coisas, de repente um custo já fez corte de peça e tudo mais, ela percebeu que estava errado aquilo.
Você pode estar projetando ali algo inexecuível, por exemplo. Chega na hora... E agora? Aí vem a questão do refação... Não era isso.
E é aí que entra o que a gente estava falando, a parte da programação e o programador ser chato. Eu sou um programador chato, mas eu sou um chato que eu acho que eu consigo agregar valores aos blocos. Eu crio as regras, mas eu sempre gosto de colocar lá nos meus blocos uma forma de você quebrar ela. Mas você quebra de uma forma consciente. Então, você pode ultrapassar os limites de uma chapa de MDF? Pode. Você vai desabilitar lá uma chavezinha lá e tal. Porque a gente sabe que isso pode acontecer. Então, eu gosto muito de... Eu me preocupo muito em não criar modelagens paramétricas engessadas. Porque eu sei que no dia a dia as pessoas precisam ter um pouco dessa liberdade. Mas elas não podem ficar sem as regras. Entendeu? Então, eu acho que a ligação desses dois mundos, né? A liberdade com as regras, eu acho que foi um... Causou uma diferença e teve uma receptividade muito boa aí do pessoal.
Então, o que eu noto, né? Nesse... Da forma como você cria. Tudo bem, você cria as regras, mas dentro dessas regras existem ali as possibilidades. Se você trabalha naquelas possibilidades, você não vai cometer erros. né, porque a partir do momento tá tudo bem ó, eu tô te dando algo, mas assim ó, não é engessado. Ó, você tem ali uma área pra trabalhar, você tem ali as limitações e tal. Seria isso, você tem as regras e dentro dessas regras você tem as possibilidades.
Exatamente, tudo na arquitetura tem regras, então a gente tenta implementar essas regras, gerando possibilidades que essas regras sejam quebradas. e isso agregando informação. Nossa, isso foi um divisor de águas pra muita gente, sabe? As pessoas passaram a ter informações dentro das suas modelagens que elas não tinham, principalmente a regra. Eu, por exemplo, sou um apaixonado por matemática, né? Quando eu tô modelando, quando eu tô criando um bloco 3D com uma programação por trás dele, A gente coloca muita álgebra, muita geometria. Eu não tenho decorado todas essas fórmulas. Eu vejo, eu faço muito link disso na arquitetura. O arquiteto são tantas regras que ele tem que seguir, ele não tem aquilo decorado. Ele não precisa ter. Hoje a gente tem acesso a informação o tempo todo. Eu preciso saber que existe. No momento que eu vou criar algum bloco, que eu sei que eu vou precisar de um cálculo geométrico, uma trigonometria ali, Eu sei que aquelas regras existem, eu sei que as relações trigonométricas existem. Eu só preciso relembrar, procurar, mas eu preciso saber que eles existem. O mesmo acontece na arquitetura. A pessoa vai implementar ali um ponto hidráulico, ela sabe que existem regras para aquilo, ela precisa lembrar, mas ela sabe que ela vai rapidamente procurar. Isso é mais um poder que a modelagem paramétrica tem. Ela já coloca ali um bloco de pontos hidráulicos e ele já fornece as regras para ela.
E uma coisa que também me chama atenção nesse nosso bate-papo, principalmente agora, é que dentro dessas limitações você tem as regras, tem ali as possibilidades. Você percebe que você também falou um ponto lá atrás? Se o cara que tá ali criando, desenvolvendo, se ele tem preguiça de pensar, ele vai continuar limitado do mesmo jeito. Porque muitas vezes, né? Enfim... Eu ia citar uma coisa, mas deixa pra lá, que é um pouco comprometedor. Parece que... Eu não sei se é de geração, mas parece que as pessoas têm preguiça de pensar.
As pessoas têm preguiça de ler.
Ficam esperando o tempo todo. Pô, mas isso eu não sabia, mas isso eu não sabia, mas a informação tá aqui. Olha, tá vendo? Se isso aqui, você precisava, por exemplo, da... Sei lá, você tem esse tipo de chapa. Você sabe que ela ia receber ali, de repente, um papel, por exemplo... Peraí, mas... Papel, você não procurou entender qual era a espessura desse papel? Aí você simplesmente colocou um papel qualquer, essa chapa ficou mais grossa e não encaixa naquele ponto.
As pessoas têm preguiça de ler o que está na frente, preguiça de pensar.
Então... Antes da gente continuar, tem outra pergunta. Você não acha que uma coisa também que facilitaria muito é a comunicação? Porque tudo bem, a informação está ali. Mas para a gente evitar muitas vezes, tudo bem, eu estou com dúvida. Ou então, deixa eu questionar isso. Porque também a gente está vivendo na geração da preguiça.
Sim, isso é importantíssimo.
Que diga-se de passagem.
A gente falou aqui que o SketchUp é um software muito simples de aprender.
Para quem quer aprender.
Para quem quer aprender. E o SketchUp é um software, além de simples, ele te ensina a ser usado. Né? Por exemplo, qualquer ferramenta que você seleciona dentro do software, lá em barrinha, lá embaixo, aparece tudo o que você precisa, o que aquela ferramenta faz, se você clicar em determinada tecla...
Eu estou curioso para baixar.
Está tudo lá embaixo. Está tudo lá embaixo. Mas as pessoas não lêem. Às vezes a gente faz algum conteúdo mostrando, olha... Sabe aquela ferramenta borracha? Borracha serve para apagar. Vai apagar uma aresta, alguma coisa na sua modelagem. Se você apertar CTRL ela vira isso. Se você apertar ALT ela vira isso. Se você apertar SHIFT, nossa... Uma informação que está escrito ali. Eu só li... e criei o conteúdo. As pessoas acham aquilo incrível. Isso é novidade? É uma novidade, surgiu lá em 2014.
Olha outra dica que eu vou dar, eu não conheço, não conheço o software, nunca abri, mas me curte se eu estiver errado para não dar informação errada. Muitas vezes, se você colocar o mouse em cima, Ele te dá, inclusive, o atalho?
Sim. Então, as pessoas não leem. A gente vê muito isso nos blocos que a gente faz. Quando é uma informação que eu quero ressaltar, eu coloco ali em cima na janela, em vermelho. Aí, às vezes, as pessoas mandam para a gente um suporte. Para a gente ter os nossos blocos de guarda-corpo, a gente tem criou um sisteminha que a pessoa tem uma ferramenta chamada interagir é um dedinho que você clica né aí eu criei um sisteminha lá que você clica de um lado ou do outro do guarda-corpo ele vai modificando a conexão pra você fazer um L né então ele já corta aquele cano pra fazer uma conexão em 45 tudo mais e eu botei em vermelho lá em cima pra alternar entre as conexões você clica de um lado ou do outro Aí a pessoa manda a foto daquela janela com o texto ali. Fábio, como é que eu faço para alternar as conexões? E aí eu pego a foto da pessoa, circulo aqui assim... Então, a informação está ali, sabe? Eu sou suspeito, porque eu sou um cara que eu leio manual, né? Qualquer coisa que eu compro, primeira coisa antes de ligar, se tiver um botão para ligar, eu leio o manual. E as pessoas tinham que fazer mais isso, sabe? Porque as informações são colocadas, está ali...
Para serem usadas, né?
Exatamente! E aquilo tem o poder de fazer ela trabalhar melhor, mais rápido... Mas elas perdem tempo. Mas ainda assim, eu prefiro que as pessoas me questionem coisas como essa. A informação está na cara, mas... Se ela não me perguntar, ela vai viver sem saber fazer aquilo.
Não, mas o legal é que a gente estava falando da questão de se comunicar.
Exatamente.
Porque, tudo bem, se eu pergunto, eu não fiquei travado, eu não deixei de fazer. Entende? Então, isso é um ponto importante. E agora, outra curiosidade. Vamos lá! É... Com tudo isso que você está me falando, você, por um acaso, estudou UX?
Não!
É tudo... Mas é... Então, você autodidata. Você pensa na experiência do usuário... Assim... Ah! Aquele cara está me questionando muito isso. O outro também. O outro também. Então, deixa eu tentar achar uma forma de facilitar para que outras pessoas não me perguntem mais aquilo. É porque assim... Que hoje a gente vê muito isso em aplicativos de bancos, enfim...
O que acontece é que a gente... Fazendo um paralelo, por exemplo, com vídeos, vídeos, tutoriais e tal, a gente tem alguns lá... A forma como eu vou falar com um usuário que está começando agora, ela é diferente de como eu vou falar com um usuário avançado em SketchUp, né? Eu vou, de repente, falar de uma forma mais direta ali e aqui eu vou ter que pegar pela mão. É por isso que eu invisto em suporte. Eu prefiro investir em pessoas para ficar ali específicas, para dar suporte, para atender, para mexer junto ali. do que ficar jogando vídeo para as pessoas. Tem alguns vídeos, né, que eles são genéricos ali para todo mundo e tudo mais, um ponto de partida, um ponto de entrada ali na modelagem paramétrica, mas... eu gosto de atender as pessoas diretamente, sabe? Eu gosto de ter essa conexão, né? Então, a gente está sempre investindo ali no suporte porque isso tem dado muito certo, sabe? As pessoas têm dado um retorno, um feedback bem legal para a gente sobre esse atendimento. As pessoas falam, nossa, não existe esse tipo de atendimento que vocês dão. É, não existe porque eu estava no seu lugar, eu estive no seu lugar. Eu me lembro de mim lá atrás, né? Começando, aprendendo o software e querendo bater na porta de alguém para me ajudar, sabe?
É, isso... Na verdade, acho que tem essa... Carece, né? Dessa... Tem essa necessidade mesmo de suporte, porque ainda mais hoje que a gente vive num mundo virtual... Hoje, por exemplo, para você conseguir falar num banco... As pessoas colocam ali aquela... Sei lá... Aquelas informações prontas, você coloca uma informação... Ah, digite A ou B. Ah, legal, mas não é isso que eu quero. E quando você personaliza isso, de fato você fica... Você se torna diferente.
Algumas pessoas chegam, mas isso não é dar um passo para trás? Pergunta para os usuários. No momento em que eles buscam a informação sozinho, eles precisam estudar aquela informação para poder chegar a uma conclusão. E nem sempre ela é a conclusão correta. No momento em que ele pergunta, vai direto ali na fonte da informação, Ele está ganhando tempo, ele já está tendo ali a informação direta.
E você é contra ou a favor desse tipo de automação? Por exemplo, quando as empresas colocam ali um chat automático, você acha que mesmo assim ela deveria, grande maioria deveriam ter alguma, um outro tipo de suporte humanizado? Porque nem sempre, pelo menos eu tenho muita dificuldade hoje, quando preciso de uma ajuda aqui em um aplicativo tal. Aí você tem aquelas automações ali prontas, de tecnologias assim. Como que é na sua área assim? Porque tudo bem, ao mesmo tempo que eu não sei se te limita, porque você acaba tendo que investir ali uma energia muito grande de gente, isso acaba onerando muitas vezes a sua empresa. E assim, você é contra ou a favor? De ter, tudo bem, eu sou a favor de ter os dois ali, mas por que a maioria das empresas não colocam também um atendimento humanizado para dar esse suporte?
Eu acho que são etapas, são etapas. Eu acho que é interessante o uso da etapa, do robozinho ali, sabe? A gente tem lá no nosso portal também, né? Perguntas e respostas, né? Aí você vê, tem lá uma série de perguntas, tudo que as pessoas vão perguntando, tudo que fica muito comum, suportes muito comuns ali, a gente coloca lá. A gente percebe que, bom, isso aqui precisa virar um vídeo, vira um vídeo. Mas ainda assim, a gente percebe que na prática a pessoa vai lá, assiste o vídeo até o final e te chama. Porque as pessoas precisam desse contato, elas precisam, é... É como eu disse, eu falo de uma forma diferente com cada pessoa. Porque as pessoas tem receptividade diferente, as pessoas tem tempos diferentes. Então, a gente tem usuários ali, o cara tá ali, um rapaz novo, tá elétrico, tá cheio de energia e ele não deixa nem você terminar a frase porque ele quer captar aquilo que você tá falando muito rápido. Eu vou falar com ele de um outro jeito. Aí eu pego um usuário lá que de repente tá querendo entrar nesse universo do SketchUp, da modelagem paramétrica, tá saindo lá do AutoCAD, fazendo lá o DWG e tal, e tá começando. Entendeu? Então eu vou mostrar, além de mostrar todas as funcionalidades que eu tenho, eu gosto de mostrar os caminhos das pedras. Olha, segue esse caminho. Por que você não estuda aquilo? Conta comigo. As pessoas estão carentes. Essa frase, o poder dessa frase, conta comigo. As pessoas estão carentes disso de uma forma incrível, cara.
E, de fato, na verdade, acho que as pessoas se encontram perdidas, né? Até por conta dessa falta de conexão. Nós falamos hoje muito do trabalho home office e tal, que as empresas agora estão com problemas sérios, assim, né? Para voltar para o presencial, né? Porque, enfim... As pessoas acabam perdendo essa conexão e, de certa forma, prejudica, na verdade, o mercado como um todo. Agora, eu queria só ver se a sua produção tem alguma pergunta que você gostaria de passar para o nosso convidado? Vamos ver. Não, mas você. Isso. A Gi do Rio e a Gisele do Sul. Você tem alguma pergunta? Vamos lá, olha a pergunta da Gisele. Como surgiu a história da bloco dinâmico?
Isso é bem interessante. Como eu disse, eu já fazia blocos dinâmicos para o meu uso pessoal na empresa que eu trabalhava. Para facilitar a minha vida e dos arquitetos que trabalhavam lá. E aí um belo dia eu tava assistindo o canal de YouTube né, um influencer, um canal grande e tal. Ele é um designer de interiores e ele faz modelagens, projetos né, do zero até o render ao vivo. Então ele fica ali 1, 2, 3 horas, 4 horas ao vivo ali no YouTube. E eu tava assistindo, tava conhecendo o canal dele.
E...
Eu entrei justamente numa hora que ele estava fazendo uma modelagem, que eu olhei para aquilo e falei... Nossa, mas por que você está fazendo isso de forma manual? Isso poderia ser paramétrico, seria mais rápido, mais simples... E aí eu não conhecia ele, hoje é um grande amigo meu. Eu entrei no chat e falei... Por que você não faz isso de forma paramétrica? Ele trabalha com SketchUp também. Aí ele falou, ali ao vivo... blocos paramétricos não funcionam. Ele falou essa frase. Nossa, aquilo foi uma... Doeu.
Doeu.
Mas eu trabalho com isso há muitos anos, como não funciona? Posso fazer e te mandar? Isso ali, ao vivo. Aí, enquanto eu assistia a live dele, já abri na outra tela aqui, abri o sketch, programei aquilo que ele estava fazendo. Ele me passou ali o e-mail, eu mandei. Aí ao vivo. Aí começa, né? Nossa, isso tem que funcionar também, né? Ao vivo aqui vai pegar mal pra mim. Aquilo foi um... Explodiu a cabeça dele ali. Quando ele abriu aquele bloco, deu a escala, tudo se multiplicou. Nossa! Hoje é um grande amigo meu, ele divulga o trabalho, ele prega, ele é da religião, blocos paramétricos, modelagem dinâmica.
Não, que bacana!
Aí surgiu a empresa. Surgiu a empresa e eu falei, nossa, as pessoas não conhecem. Quando conhecem, acham que não funciona. E aí foi onde eu falei, eu preciso mostrar isso para o mundo. Eu preciso mostrar que a modelagem parabétrica é poderosa. Tem uma capacidade enorme de modificar o trabalho das pessoas. Então eu preciso mostrar. Aí eu comecei a mostrar e tal. E as pessoas foram pedindo mais e mais e mais. Quando eu vi, surgiu uma empresa.
Nossa, que história interessante. Mas você entende, a gente... Hoje, na era das redes sociais, você tem muita gente que está vendo ali um conteúdo, mas ele acaba criticando, né? Enfim, não trazendo solução. Você entende que, como você foi ali na contramão, aquilo te incomodou e tal, você questionou... A pessoa do outro lado, opa, pera aí, não, você foi lá e trouxe uma solução. Sabe aquelas pessoas que assim, você tá ali trabalhando na empresa no dia a dia e de repente surge ali uma dificuldade pra desenvolver algo. Aí tem aquelas pessoas que assim, ela sabe o que ela consegue fazer. Mas muitas vezes ela quer desenvolver isso dentro da empresa e às vezes pela correria do dia-a-dia não dá pra fazer. Agora, aquele profissional que vai pra casa inquieto, que leva aquilo então, que chega assim, eu posso tentar trazer uma solução? Tal dia ele foi, fez uns contatos, muitas vezes ele tem a possibilidade, ele não consegue desenvolver sozinho, mas ele trouxe uma solução. E é isso que me brilha os olhos em você.
Eu, lá atrás, nessa empresa que eu trabalhei, eu quis começar a colocar essa solução junto aos arquitetos. E foi onde eu encontrei as primeiras barreiras, tá? Onde eu encontrei as primeiras barreiras. Por quê? Eu estava oferecendo uma forma de modelar diferente. E isso incomodava. Porque algumas pessoas ali, que faziam aquilo ali de uma forma muito boa, com certeza, mas de forma manual. Aquilo gerava uma pequena sensação de, calma, tem alguém fazendo algo melhor do que eu. Isso acontece muito em todas as áreas. As pessoas não conseguem pensar que tem alguém somando uma qualidade, alguma coisa nova. Não! Tem alguém fazendo algo melhor do que eu. Primeiro vem o sentimento de competição. Depois o sentimento de soma, de crescimento.
De contribuição, né?
De contribuição. Então, as pessoas pegam pesado assim, sabe? Tipo... Não, mas você é programador. Você está querendo se meter aqui na arquitetura? Sabe? Mas eu acho que a força que a gente tem de pensar é que eu posso somar tanto, por que que eu vou me diminuir? Eu posso somar tanto, por que que eu vou esconder o meu potencial, se eu posso somar? Sabe? Então assim, se eu tivesse guardado isso numa gaveta lá atrás, Eu posso dizer pra você que essa porta que eu abri na modelagem dinâmica no mercado do SketchUp, ela estaria fechada ainda.
Você sabe quem indicou você pra vir aqui no ConstraeCast?
Quem?
Quem indicou, Gabi? O Flávio Santos. Você foi indicação do Flávio Santos, um cara que eu de fato conheci através do Nilson Tsuji. E... Pra quem de repente tá ouvindo pelas plataformas de áudio ou assistindo pelas plataformas de vídeo, eu tô falando de você assim, da admiração que eu tenho por você. pelo que eu ouvi, né, do Flávio, que é um cara de fato que eu, assim, gostei de cara, que também, enfim, a conexão com o Nilson, assim, então... Por essa razão... Como assim você admira um cara que você tá batendo um papo conversando? Então, assim, porque vem de referências.
Ah, o Flávio... Flávio se tornou um grande amigo, a gente tá... Aliás, a gente tá desenvolvendo, começando a desenvolver um trabalho junto pra comunicação visual ligado à modelagem paramétrica nossa. O pessoal aguarda aí que vai vir uma coisa incrível para esse mercado, muito legal. E o Flávio se tornou um grande amigo, a gente troca muita informação e a gente tem muita coisa boa para fazer junto.
Você sabia que aqui no Constra e Cash a gente tem a dica Constra e Cash? Assim, eu te peguei de surpresa. Qual que é a dica do Fábio para o mercado de arquitetura e de engenharia, construção no geral?
Ah, é uma dica que eu até tô sempre dando nas redes sociais. Eu falo pro pessoal o seguinte... Não tenham medo da modelagem paramétrica. não tenham medo as pessoas têm medo de informação informação demais parece que nossa muita coisa não tenham medo usem abusem enxam de informação a sua a sua modelagem tá mas principalmente não tenham medo do bloco dinâmico ele não é nenhum bicho de sete cabeças tá ele tem informações ele é um bloco dinâmico se der errado Apaga, bota outro que você vai fazer isso em segundos. A gente vem quebrando esse tabu da modelagem paramétrica. E a gente está conseguindo. A gente vê que cada vez mais as pessoas estão modelando de forma paramétrica, com informação. Então, não tenham medo, modelem de forma paramétrica que isso vai mudar a sua forma de projetar. Essa é a dica.
Se abram para o novo, pelo menos se deem oportunidade de ouvir. né, o outro lado de repente você pode aí, quando a gente fala de destravar a mente, né, de aprender algo novo, quando você se permite, eu acho que é a palavra correta, a partir do momento que você se permite aprender ou pelo menos ver algo novo, quem sabe a gente acaba... tendo aí uma mudança, né, mental.
A gente não pode ter medo, né, do novo. As pessoas estão com muito medo da inteligência artificial agora.
Eu amo a inteligência artificial.
Me perguntaram recentemente, Fábio, você não tem medo porque daqui a pouco você vai dar, colocar um script lá e ele vai criar um bloco dinâmico sozinho. Você não tem medo? Eu falei, eu tô torcendo por isso. Porque no momento em que uma inteligência artificial começar a criar o que eu crio, eu estarei livre para criar novas coisas.
Novas coisas. Ontem o Rutinaldo me mandou um amigo querido, me mandou um vídeo de inteligência artificial, é um cara lá ensinando a inteligência artificial, né? Criando, por exemplo, ele pega uma foto de uma sala, aí ele vai lá no software, lá clica, pega essa foto, aí ele coloca, cria um espaço, aí você tem as opções, contemporâneo, tal, enfim, tem as opções. Aí ele dá. Uma opção. E aí tem uns comentários que eu achei super bacana. É... A inteligência artificial não detalha. Você entende? Ela não... Tudo bem, de repente pode dar o nome ali de um fabricante, você não tem as especificações. Então, eu sempre falo aqui, não é a primeira vez que a gente toca nesse assunto. É, você usa a tecnologia pra facilitar, pra ganhar tempo, né? Ou seja, como um meio, não como um fim.
Exato.
Então, precisa a inteligência artificial, a tecnologia, não substitui.
Exatamente. O homem. Não substitui.
Entendi.
Então... E nunca vai.
Nunca vai.
Nunca vai.
Imagina, ainda mais que a gente falou essa questão. Se você pensa, substitui aquelas pessoas que de fato tem preguiça de pensar.
Exatamente.
Então, quem pensa, quem se comunica. Nunca vai ter problema, né?
Com certeza.
Bom, a gente infelizmente acabou chegando muito rápido no final do nosso bate-papo. Antes de eu te passar as palavras finais, você tem alguma coisa que você gostaria de falar?
Ah, eu acho que, assim... Eu acho que nessa pegada que a gente falou agora, sabe? É... Tem me preocupado muito, assim, eu tenho dado uma atenção ao pessoal, as pessoas que estão com medo de... De perder as suas profissões, principalmente a galera de arquivis, assim... Com essas novidades que estão surgindo de renderização automática e tudo mais, sabe? Gente... Estudem! Sabe? Tornem o trabalho de vocês um diferencial. Entendeu? Eu acho que tem a ver com isso. Quando a gente tá estudando, quando a gente tá adquirindo informações novas, a gente tá se projetando no mercado. Se valorizem. Sabe? Olha pra você todo dia e fala, nossa, meu trabalho é incrível. E é isso, sai de casa, vai pro teu escritório, mas vai com essa pegada, com esse pensamento. Eu sou incrível. E faz o teu melhor, estuda. Não tem, não tem inteligência artificial que quebre isso.
É, não tem, né? Tem até aquelas frases prontas, assim, que do pedreiro, né? Que assenta tijolo e tem aquele outro... Pedreiro, que faz exatamente a mesma coisa, mas ele se comporta de forma diferente. Não, eu construo lares incríveis.
Exatamente, exatamente.
Eu construo castelos assim, eu construo espaços onde famílias vão viver, sabe? Construo sonhos, é diferente.
Exatamente.
Aquele segurança que tá numa portaria, tem aquele, ah, tudo bem. Não, eu só controlo a entrada. Não, eu cuido. Né? Eu ajudo a proteger as pessoas que estão nesse lugar. Técnico de segurança, né? Que tem um papel fundamental pra cuidar da segurança das pessoas. Então, eu acho que tá muito nessa área, nessa linha do que conversamos aqui.
E, principalmente, contem comigo. Eu estou à disposição o tempo todo. Me chame, me mandem direct. Eu tenho um prazer enorme em ajudar, seja com o que for. Fábio, eu posso te pedir uma ajuda sobre SketchUp? Nossa, eu tenho um prazer enorme. As pessoas mandam direct lá. Então, me chamem, contem comigo, redes sociais. Meu WhatsApp fica livre, ele é aberto para todo mundo ver. Me chama, porque eu adoro atender as pessoas.
Agora, a última pergunta para a gente encerrar.
Vai!
O que que você acha, o que que você achou da ideia do ConstriCast, que tem o propósito de promover ideias e soluções unindo todo o mercado de arquitetura, engenharia e construção e principalmente conectando ali também com aquelas pessoas que contratam, com investidores, enfim, levando informação de qualidade como essa que foi passado aqui hoje.
Eu acho que é uma forma excelente de a gente fechar o ciclo, sabe? Eu acho que todas essas áreas, elas estão interligadas e elas precisam de fato conversar. A gente tem que somar uns aos outros para que isso aconteça de uma forma fluida. Desde o início ali, do projeto, a modelagem, a execução daquilo... Todas essas áreas estão interligadas, a gente não pode ficar de costas um para o outro. E o que você faz aqui, o que a ConstructCast faz aqui de unir essas visões, unir as tecnologias... Nossa, potencializa demais, a gente tem que fazer, tem que fomentar isso.
Fomentar, somar os pensamentos e tal... Com certeza! Porque eu acho que dessa forma de fato a gente consegue aí transformar o mercado de arquitetura, engenharia e construção e indústria também, que não pode ficar de fora.
Exatamente.
Fábio, eu não tenho nem o que falar, né? A minha expressão, quem tá me vendo pelas plataformas de vídeo assim, tá nítido a admiração, né? O carinho que eu tive por você de cara e agora depois do nosso bate-papo, isso só Ficou muito mais evidente. Então, agradeço mais uma vez a sua participação aqui no nosso canal ConstrueCast.
Nossa, muito obrigado. Para mim é um prazer enorme poder contribuir, somar um pouco mais e espero voltar. De repente, quem sabe dando uma aula, mostrando alguma coisa na prática, acho que vai ser bacana.
O convite já foi feito, tá? É só você agora pensar no tema, a gente já tem aí quem que é o público, a gente faz esse evento, pode ser ao vivo, inclusive...
Certeza.
Quem sabe ser o primeiro ao vivo do ContraCast. Vamos ver.
Conta comigo.
Então é isso, gente. O melhor, tudo isso. Tenho certeza que quem ficou até o final ficou aí impactado com o que ouviu. do Fábio, eu peço que coloque aqui nos comentários se você pratica um pouco do que foi passado aqui pelo Fábio. Compartilhe nossos conteúdos, eu tenho certeza que a gente vai de fato transformar esse setor que de fato carece de comunicação de qualidade. Um abraço, até o nosso próximo encontro, Fábio, naquela câmera do meio lá. Tchau, gente!
More from Andre

Tenha Cuidado Redobrado na Hora de Comprar um Apartamento | Podcast | Construção | Arquitetura

Quanto Ganha um Ajudante de Pedreiro na Construção Civil? Fala do Mestre de Obras Glaudio | Podcast

O Erro na Reforma Tributária que Pode Custar MILHÕES à Sua Empresa | Podcast #202

Valorização Profissional na Construção Civil | Podcast | Engenharia | Arquitetura #obra

Método CHAMA Gravado Com o Engenheiro Boutros Bichara | Pessoas Negativas | Paulo Barros #podcast

Assista ao Vídeo do Roberto Justos Sobre Caso Daniel Vorcaro do Banco Master | Podcast | Construção

AI FIRST #2 . André Abucham e Lauro Fiuza - Os desafios intrageracionais dentro e fora das empresas

Vidro NÃO É Tudo Igual! Descubra o Erro Que Pode Destruir Seu Projeto | Podcast | Arquitetura

Como ZERAR o Desperdício na Obra e Economizar R$ 600 mil com Construção Off-Site | Construecast #200

O Desperdício de Material na Construção Civil é Assustador | Podcast de Engenharia | Arquitetura

Pedreiro Faz Viga Invertida Que Imita MASP da Avenida Paulista em São Paulo | Podcast de Construção