Comunicação e Marketing na Construção | Vendas

Adriana, profissional de marketing da Tecnocroma, discute como comunicação e marketing funcionam na construção civil. Ela aborda propósito, branding, alinhamento entre marketing e vendas, inbound marketing, segmentação de públicos como engenheiros e arquitetos, e a importância de consistência e profissionais qualificados.
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Comunicação e marketing na construção civil é o tema do episódio de hoje. Seja bem-vindo a mais um episódio do Constrycast e hoje vamos falar sobre uma pauta tão importante para o mercado de construção, arquitetura, engenharia, enfim, todas as empresas do setor da construção civil precisa dar atenção. E para falar sobre o assunto, Eu recebo uma convidada com uma vasta experiência e, atualmente, ela trabalha em uma das maiores empresas do Brasil. Ela vai explicar um pouquinho a trajetória dela e eu tenho certeza, você que precisa convencer, de repente, uma diretoria, de uma construtora ou de qualquer segmento, esse episódio é para você. Adriana, seja bem-vinda ao nosso podcast. É um prazer enorme receber você aqui e ter esse contato próximo pela segunda vez.
Prazer é meu, eu que agradeço, é uma honra estar aqui, poder falar um pouquinho, não só de mim, mas de uma paixão minha, que é a comunicação e o marketing.
É, eu sempre falo, né? Eu tenho muita sorte, porque a maioria das pessoas que eu trago aqui, geralmente quando elas vão falar da área de atuação, o olho fica brilhando.
Ah, brilha.
E a gente tem uma audiência muito grande nas plataformas de áudio, e eu sempre fico tentando induzir as pessoas, ó, vai lá, nas plataformas de vídeo, porque além do bate-papo, que sempre é muito bom, tem também esse lance de olhar a expressão das pessoas. E diga-se de passagem, esse episódio tá demais. Já começou bom.
Ah, que bom!
Agora, pra falar um pouquinho sobre... Antes da gente entrar no tema, eu queria que você falasse um pouquinho como que você entra no mercado, né? Nesse setor de comunicação. E, principalmente, num mercado tão desafiador que é a construção civil.
Eu sou apaixonada por comunicação, formada em comunicação, com ênfase em marketing, publicidade, comecei minha vida em agências de propaganda, entendi o outro lado da moeda e fui virar cliente em outros segmentos e cheguei há 10 anos na Tecno. na Tecnocroma, não diretamente ligada ao setor de construção civil, mas foi um movimento lá muito importante, porque depois de a gente começar isso numa das empresas do grupo, que era ainda B2C, a gente galgou dentro da empresa justamente a importância do marketing e da comunicação, quanto isso podia agregar, tanto internamente quanto externamente, para explicar para o cliente um produto que, no caso nosso, nas nossas soluções, que não são simples de serem explicadas. É um nicho, é um produto diferenciado, técnico, que ele merecia ser comunicado corretamente para que ele abrangesse mais mercados e também conseguisse atingir um novo público, principalmente dentro da construção civil, que é o nosso principal mercado de atuação da Tecno. A história da Tecno é muito ligada à evolução da construção civil metálica no Brasil. Foi um desafio, mas muito gostoso. Não foi só para o mercado a nossa evolução, mas também foi internamente. A gente construiu toda essa estrutura para chegar internamente, para depois conseguir colocar para o mercado tudo que a gente é, e a comunicação e marketing foram fundamentais para isso.
Adriana, aí você traz um ponto importante na sua fala, que é esse aprendizado, né? Não só pra fora, mas também pra dentro. Quando falar de aprendizado, precisa existir um processo de reconstrução mental. Inclusive, quando você entra numa empresa já estabelecida, você vem de uma agência, ou seja, você tava do outro lado do balcão. Então, ou seja, você entende, começa a entender os dois lados. Só que você vai atuar com pessoas, né, que muitas vezes só conhece um lado e tá muito focado em vender, vender, vender e não dá tanta importância, por exemplo, pra uma... padroniza... pra um padrão, por exemplo, de comunicação.
Exato. A construção de uma marca, né?
A construção de uma marca. Então, como que isso... Começa, né? Onde começa, de fato, a construção... Eu ia colocar essa pergunta lá na frente, mas eu já vou trazer agora. Como começa a construção de uma marca, de uma história, né? Que a gente chama de Storytelling, pra que isso gere valor lá na frente?
Olha, eu acho que primeiro é a gente analisar nosso propósito, nossos valores, quem a gente é. Primeiro a gente precisa realmente olhar pra dentro, o que a gente tem, o que a gente é, como que a gente leva a nossa verdade, o nosso produto, as nossas soluções, como é que ela sai daqui, como é que ela é vista. Eu acho que o primeiro trabalho foi esse. Eu ouvi muito internamente, vou falar do meu mercado atual, que é mais ligado à construção civil, até que não tem muita história. Então, foi muito desafiador colocar tudo isso num pacote em que coubesse toda essa história, todo esse legado. Então, durante todo esse tempo, e tem um histórico muito interessante, que a Tecno foi durante muitos anos monopólio de mercado. E quando você é monopólio de mercado, você vira quase que sinônimo de categoria, né? E fica nisso, né? É difícil você falar, será que eu preciso de marketing, será que eu preciso de comunicação, será que eu preciso de branding, né? E precisa sim, que eu tenho uma frase que eu falo sempre, falar comunica, não falar comunica também. Né, então é... Que forte! Não é? É, o silêncio comunica, né? Então, assim, vamos pensar qual é o silêncio da sua marca, né? Qual é o silêncio da sua empresa. Quando você não se posiciona, né? Quando você não comunica, quando você não fala o que é, você vai deixar as pessoas interpretarem do jeito que elas querem. né, contar essa história, o storytelling, é você dizer, olha, eu tô aqui pra isso, eu sou desse jeito, né, eu acredito no meu serviço, no meu produto dessa forma, é isso que eu quero te entregar, né, e daí vamos falar disso pra dentro. Imagina se tá só a comunicação falando isso, mas o pessoal lá na ponta, seja o comercial, seja o pessoal da sua produção, não tem a menor ideia disso, né, nem sabe que parte que ele tá fazendo. E, às vezes, ele é um ponto de contato com o seu cliente. né? Ou aquela estranheza mesmo. Nossa, olha o que a minha empresa tá falando aqui na televisão, né? Aqui na internet. Mas, nossa, isso parece que não acontece aqui dentro. Né? Isso é ruim.
É, inclusive, isso reverbera de uma forma negativa.
Negativa, exatamente.
Porque, assim, como que o mercado... É igual... Acho que todo mundo vai se identificar com isso que eu vou falar agora.
É.
Às vezes você é casado, tá num relacionamento, ou casado ou o contrário. É. E aí, a mulher ou o marido fala. É, não, você é uma pessoa boa na rua, mas em casa você não presta.
Ai, credo, né?
Tem, já aprendi tudo. É muito isso, porque eu trouxe esse exemplo porque às vezes, de fato, né, por exemplo, eu sou filho no meio de oito irmãos. E eu ouvia minha mãe falar coisas assim que... Aí eu começava a sair com meu pai, eu começava a observar coisas. Aí eu falei, poxa vida, mas... É, ele tá fazendo tal coisa que realmente não tá fazendo sentido com o que é pregado em casa. Então, na rua ele se comporta de um... Ou seja, fora e dentro de outra.
Exato. Causa uma estranheza.
Causa uma estranheza.
Não é verdade? E eu acho que a comunicação é o elo. Ela é o elo que costura tudo isso. Ela é o elo que faz a gente criar uma corrente de informação, de contexto, da história. Ela é o que costura a história para conseguir atingir os objetivos de mercado. E depois a gente tem que falar de marketing. O marketing é você olhar para o seu mercado, entender as oportunidades de negócio, né, ir atrás disso estrategicamente, com inteligência, né, onde estão os números, onde estão os resultados, mas o que faz chegar lá é a comunicação.
Agora, esse bate-papo eu tô bem, assim, eu vou tentar amarrar. Quando você fala ali de definir, né, a missão, visão, valor, que, na verdade, que é a razão de existir de uma empresa.
Exato.
E, no setor da construção, tem muito isso, que é, muitas vezes, o cara, ele é um mestre, é um engenheiro, ou ele é um pedreiro, que ele resolve empreender e abrir, muitas vezes, uma construtora. Mas só que muita gente, né, não tem noção nenhuma o que que é, de fato, uma empresa e, às vezes, pode acontecer, porque a pessoa é muito aguerrida, e essa empresa começa a crescer por conta dessa força, dessa garra que essa pessoa tem, se conecta com investidores e acaba fechando grandes negócios, depois vem os problemas do dia. Então, quando você vai fazer, criar uma comunicação, enfim, pra qualquer área ou abrir qualquer empresa, Eu penso que a gente tem que ter qual é a razão de existir dessa empresa, que é onde vem a missão, visão, valor. Por outro lado, você tem o brand, que é a marca, criação de logotipo, enfim. O que que nasce primeiro? É primeiro a razão de existir, missão, visão, valor ou a criação da marca?
Não vou dizer que tenha uma ordem, né? Às vezes as coisas são mais orgânicas do que a gente imagina. Mas, teoricamente, a gente deveria primeiro definir quem a gente é, pra depois tangibilizar isso numa marca que reflita quem a gente é e transmita essa mensagem, que eu acho que é o ponto principal. Que mensagem você quer transmitir? O que você quer que o mercado fale de você? A comunicação tá aí pra isso. Você transmite o que você quer que seja falado. A gente tá na era de comunicação. Hoje em dia, você conta a sua história. Então, eu acho que primeiro você precisa saber quem você é pra você contar uma história direito. Acho que esse é o ponto. Talvez isso ocorra mais organicamente e menos fora de ordem do que a gente gostaria, mas ela funciona, às vezes, do mesmo jeito. As coisas acontecendo simultaneamente.
E qual que é a importância de você começar uma marca, de você ter uma marca onde está estabelecida essa razão de existir missão, visão, valor? Qual que é a importância pra dentro da companhia e pro mercado?
Eu acho que a importância é justamente a questão da mensagem. A comunicação é muito básica. Eu tenho um interlocutor, eu tenho um receptor e a mensagem. E isso a gente tem que conduzir. A marca tem esse objetivo, o que eu quero que as pessoas entendam sobre mim. Então a importância é essa, não adianta você ter o melhor produto do mundo, a melhor solução do mundo, você não contar pra ninguém. Ou se você não contar isso da forma que você queira que as pessoas entendam, né? Eu acho que a comunicação é muito simples, né? Você tem que entender só assim, eu estou falando com uma pessoa que não vai entender. E eu acho muito importante a gente pensar, ah, é B2B, e B2B, ah, não, eu tô falando com outras empresas, né? Não, você está falando com pessoas. São pessoas que compram o seu produto. Por mais que seja eu vendo da empresa A para a empresa B. Não, mas são pessoas dentro da empresa B que vão entender aquilo que você está transmitindo. Então, o storytelling, o branding, a missão, visão e valores, ela precisa ser transmitido de forma que uma mensagem clara, que todo mundo entenda quem tá dentro, por que que eu tô fazendo isso, pra que que eu tô fazendo isso, né, e como eu tô fazendo isso, e pra fora é o que que essa empresa entrega de valor pra mim. Esse eu acho que é o grande papel do branding e da comunicação como um todo, deixar muito claro a mensagem, né.
E isso, quando é bem trabalhado internamente, faz com que seus colaboradores, seus funcionários venham trabalhar de uma forma diferente.
Sim, nossa, hoje, né, acho que não existe empresa que se sustente sem um mínimo de alinhamento cultural até, né, do que que a gente tá fazendo aqui. Tem muitos estudos, né, inclusive é uma área que eu tenho me aprofundado recentemente, que é a comunicação interna, o endomarketing, né, a importância da gente saber pra quê, por que que eu tô aqui. Não só a nova geração acho que pede isso, então a gente está passando por esse ciclo de novas gerações entrando no mercado de trabalho também. Todo mundo quer trabalhar com propósito, você saber o que você faz, e acho que tem um ponto interessante quando a gente é o responsável pela empresa. Por mais que você seja o dono e que você saiba muito sobre o seu produto e que você saiba que o seu é melhor, é você que vai estar em todos os pontos de contato com o cliente? Dificilmente, né? Não é. Se for, você vai ser desse tamanho, porque não tem como. A gente tem, ora, homem aí pra trabalhar, né?
Não tem como crescer, né?
Sozinho. Não tem, não tem. Não tem como. Então, ter um discurso alinhado, uma mensagem clara de falar assim, a gente faz isso por conta disso, a gente é bom nisso, talvez a gente não seja tão bom naquilo, mas a gente pode valorizar esses pontos, né? ter a sua, seu time, né, entendendo o que que ele tá fazendo, como ele deve fazer, né, você tá criando aí uma, um time mesmo, né, que vai defender a sua marca e vai vender tão bem quanto você.
Adriana, e no início do nosso bate-papo você fala essa importância, né, de contar a história, que é o storytelling.
Sim.
Então, isso entra muito na questão como que eu conto essa história?
Sim, com certeza.
E é importante que essa história, ela seja contada por todas as pessoas da empresa, né? E como que essa mensagem reverbera no mercado.
Exatamente.
O que, assim, já aproveitando, que conselho você daria pra... A gente tá com o tema que é comunicação e marketing pra construção civil, enfim, porque é o nosso nicho, é o nosso mercado, mas eu penso que isso é, enfim, pra qualquer empresa, inclusive, até dentro de casa, né? Por exemplo, você é uma mulher casada, mãe, né? Enfim. E esse exemplo, ele vem também pra dentro de casa, porque a partir do momento que eu... Opa, peraí, eu tô contando... Ah, meu filho tá estudando e ele tá com dificuldade em tal situação. O que que eu conto? Que história eu conto, por exemplo, da minha vida que vai impactar a vida dele e ele tem uma mudança mental pra que ele melhore de repente? naquela matéria ou começar a ver aquela escola ou aquela situação de outra forma?
De outra forma, exatamente. Como é que você vai transmitir os seus valores, seja internamente, seja dentro de casa, seja externamente? Como você vai fazer isso sem contar uma história? Eu não consigo enxergar de outra maneira e tudo conta uma história.
E aí você fala da questão do marketing, por outro lado, na maioria das empresas também, a gente tem um certo atrito entre marketing e vendas.
É o normal.
É o normal?
É, sim.
Porque, assim, isso é um desafio. A gente, às vezes... Como eu tô de fora, às vezes eu recebo. Pô, Paulo, fala com tal pessoa. Assim, são duas pessoas dentro da mesma empresa. Eu tô com um diretor de marketing e um diretor comercial. Cara, porque ele veio com uma ideia assim e tal. Mas, ó, esse é um processo que ele tá traçando uma estratégia. Ele não vai ter resultado agora. Né? É um processo... Aí eu vou explicando. Comercial você... Mas eu tô precisando de um resultado imediato.
Tem também, né? Esse é o grande ponto, né? A gente... Não vou dizer que a gente briga, né? Mas existe aí... Existem atritos, às vezes, né? E não tô falando nem do... Internamente da minha empresa, mas...
É, mercado, né?
Mercado como um todo, exatamente. Primeiro, todo mundo tem que bater meta. E eu falo que principalmente quando a gente trabalha numa metodologia onde o departamento de marketing é responsável por gerar leads para o time comercial, até se azeitar esse processo, às vezes vai fazer o time comercial trabalhar um pouquinho Mas, né, mas se essa roda gira, né, se existe troca de informações e tudo mais, a gente consegue organizar, né, e fazer as duas coisas colaborarem, mas existe sim, é normal, várias, eu tenho objetivo, você tem o mesmo, eu atinjo dessa forma, você dessa, A gente pode se complementar, mas acho que é até saudável. É interessante. Se a gente conseguir complementar as informações, né? A ponta direta mesmo com o cliente é o comercial, né? É o time de vendas. Eles precisam ser ouvidos pelo marketing.
E é interessante, né? Eles precisam ser ouvidos porque eles estão na ponta, eles estão vendo ali as dores do dia a dia. Então, como que eles conseguem trazer informações pra alimentar o marketing e o marketing pensar, né? Em soluções, em estratégias pra... potencializar de repente, ah, isso aqui tá dando certo, isso aqui tá legal, o cliente tá feliz por isso, por isso, opa, então o marketing já pensa em alguma ação baseada naquilo que deu certo.
Exato, e o marketing tem mais de um papel, né? Às vezes a gente não é só... Muitas das vezes você não gera só leads, né? Vamos chamar aqui de leads, mas potenciais clientes, né? A gente constrói branding, né? Que às vezes não é tão direto e tão papapá resultados e vendas como, né? Quando a gente tá falando de prospecção, né? Então, a gente vai um pouquinho além, né? A gente tem outras coisas pra construir, não só abertura de mercado ou prospecção, né? Então, acho que é normal, acontece. Se não acontecer em alguma empresa, eu quero saber.
Agora eu vou te fazer uma pergunta. A gente tá vivendo na era das redes sociais. O que eu percebo também é que quando a gente fala de marketing digital, né? Muitas pessoas, eu tô falando de empresas grandes também, tá? Não é só de empresas pequenas. Fala de marketing digital, aí parece que as pessoas pegam, faz isso, rede social.
Sim.
Aí, esquecem de Google, esquecem de um balde marketing.
Sim.
Né? Como que você vê, Adriana? Você que, enfim, é notório a paixão como você toca essa área. E eu falo que quem faz as coisas com paixão, elas tendem a fazer melhor. Porque é como se fosse uma coisa de propósitos, sabe? Assim, ou seja, não é o dinheiro. Entende?
É uma missão.
É uma missão.
Sim.
Então, assim, nesse sentido, eu queria que você falasse um pouquinho o que é embalde marketing, pra que nossa audiência entenda. Eu vou mandar esse conteúdo pra algumas pessoas. E pra onde você entende que as pessoas têm que dar mais atenção? Porque... Só pra contextualizar. No momento que eu tô olhando pra rede social, ninguém vai na rede social comprar alguma coisa quando tá com uma dor. A não ser que você é uma empresa... Ah, eu vendo produtos. Ali, eu preciso mostrar as vantagens desse produto. De repente, a pessoa compra, nem precisa. Agora, como você entende que uma boa estratégia de embalde marketing tem que ser pensada?
Vamos lá. Embound Marketing não é a única estratégia. O que é o Embound Marketing? É você atrair pessoas através de conteúdos relevantes. Você cria aí uma jornada para esse potencial cliente dentro de um famoso funil de vendas, onde você vai atraindo essa pessoa, criando a relevância, Descendo ela no funil através de conteúdo, ensinando ela até chegar e a prospectar. Isso é o básico. E principalmente para quem é detentor de temas importantes, é autoridade. em produtos, em assuntos, o inbound é muito relevante, né? Mas o marketing digital é muito maior do que o inbound marketing e eu acho que ele está muito mais evoluído do que a gente imagina, né? Eu acho que não tem mais como você não estar nas redes sociais se você quer ser visto. Esse é um grande ponto. Existe a rede social talvez ideal pra cada tipo de empresa? Sim. Cada uma vai te trazer um resultado diferente. Hoje em dia a gente não constrói, quando a gente tá falando de branding, de experiência e tudo mais, a gente não constrói só no direto na venda, só falando de produto. Você constrói estando ali no dia a dia. Lembrando aquilo que eu já falei. No fim, são pessoas. A gente acha que mesmo um B2B você tá vendendo para outras empresas, mas não, são pessoas que estão ali que vão abraçar a sua causa, né, do seu produto e levar isso pra dentro da empresa, né, porque ainda vamos pensar que são vários níveis de decisão quando a gente tá falando de B2B, né. Ah, tem influenciadores, né, tem o decisor de compra, né, e quando a gente tá falando de construção civil, às vezes em grandes... obras, né? A gente tá falando de um especificador, né? A gente tá falando do incorporador, a gente tá falando da construtora em si, né? Então, são várias pessoas que estão envolvidas nesse processo e com cada uma você vai construir diferente. Cada uma vai construir a mensagem diferente, né? Cada uma tem a sua, o seu papel ali naquela jornada e o tipo de informação que ele precisa receber pra ser convencido, né? De que o seu produto, a sua solução faz sentido, né?
E aí você traz um ponto importante, que eu até trago o exemplo de como que eu me comunico com um engenheiro.
Ah, sim.
Porque ele tem um comportamento.
Sim.
Então, até eu brinco, não adianta você pegar e mandar, não sou generalista, tá?
Sim.
Na minha fala, porque rede social também tem essa coisa, as pessoas pegam um corte e criam situações. É isso, é. Às vezes eu preciso, vou me comunicar com um engenheiro, não adianta eu mandar um textão, porque a maioria não vai ler.
Ah, ninguém hoje, né? É difícil. É difícil.
Então, como que eu me comunico com engenheiro, como que eu me comunico com arquiteto, né? Muitas vezes... Como que eu me comunico com comprador, por exemplo. Então, é muito importante esse ponto que você traz, até trazendo isso pra nossa vida, pras pessoas. Então, assim, cada pessoa é única.
Exato.
Da mesma forma no marketing, na comunicação.
Exato.
Eu não posso criar uma campanha pra pegar geral.
Não, não. Nossa, imagina. Hoje a gente tá falando de... exatamente do marketing direcionado, né? Do marketing personalizado. Hoje é possível você fazer isso, né? A gente tá num mundo de dados e algoritmos e tudo que você consegue, inclusive, mapear. né, óbvio, com o LGBT dificulta um pouco as coisas, com toda a razão do mundo, mas as pessoas são diferentes, as pessoas são heterogêneas, né, e elas recebem a comunicação e a mensagem de formas diferentes, né, então desde o formato, né, hoje até, vamos falar, até geracionalmente, né, a gente tem a geração do TikTok aí, né? É uma informação rápida num vídeo que papum, né? E ainda a gente cria ebooks e tudo mais, que dependendo do tipo de conteúdo, aquele formato é mais relevante, é mais interessante pro público, né? A comunicação hoje ela é personalizada. Se você quer cumprir o seu objetivo, você vai ter que fazer o mínimo aí de personalização que tem a ver com o seu público.
E como a tecnologia ajuda nesse sentido?
Há muito. Nossa, a inteligência artificial para o marketing digital, para o inbound marketing, é um grande passo, né? Óbvio, com muito cuidado, né? A inteligência artificial, ela não sabe tudo, né? Ela ajuda muito você ganhar produtividade, escala, né? Mas o conhecimento, a gente tem que lembrar que a inteligência artificial é um assistente pra gente. né? Um estagiário. Então, assim, você vai pegar um estagiário que tá chegando agora, você vai pedir pra ele desenvolver um material, você vai entregar direto pro seu diretor e falar, não, tá aqui o relatório, olha que maravilhoso. Quem tiver coragem de fazer isso... Eu acho que não tem como. Não tem como, você... A pessoa tá aprendendo, então é igual a inteligência artificial, eles estão aprendendo com a gente, então você tem que ir lá ensinar e tudo mais, mas você ganha muita velocidade nisso, né? Você consegue... Eu acho que... Eu acredito muito Nessa tecnologia, eu acho que vai virar a chave e pro marketing digital, pra comunicação, vai dar uma grande virada pra gente.
E essa coisa que você traz do conhecimento, da importância do conhecimento, porque assim, quando você pega algo feito por inteligência artificial, você precisa trazer o seu olhar praquilo.
Ôôô, com certeza.
Porque, ó, é artificial.
Exato, exatamente.
Então, como eu falei do brilho no olho, ou seja, você é único, então você tem uma forma de se comunicar, você tem uma forma de escrever.
Sim.
Quando você simplesmente pega alguma coisa, algum texto que você criou na inteligência artificial, tudo bem, ele trouxe um formato E agora, o que que eu transformo isso?
Exato. Exatamente. Tem que ter um olhar. Não dá pra achar que a máquina sabe tudo, né? Mas também, eu falo que é um estagiário mesmo. Então, se você ensinar, é um estagiário bem bom, daqueles bem bons.
Eficiente.
Eficiente, que sabe, que você vai ensinando, ele aprende, é sensacional.
E eu tenho aqui várias perguntas pra fazer pra você, mas por conta do tempo... Tá. Eu falo muito, desculpa.
Não, não.
Você não fala muito, não. Na verdade, é que assim, é que... Eu queria me aprofundar em algumas coisas. Por exemplo, eu queria me aprofundar qual a importância, por exemplo, de uma boa identidade visual, brand, enfim, para uma construtora, etc. Como eu vou trazer uma outra pessoa aqui, de uma agência aqui? O que que acontece? Você, há 10 anos atrás, já esteve em agência, esteve do outro lado. Hoje, você tá do outro lado do balcão. E aí, essa agência, eu acompanho o trabalho deles dentro de grandes empresas, então, ele tá numa empresa A, tá numa empresa B, tá numa empresa C, então... O legal é que ele vai conseguir trazer vários exemplos. Qual que é o comportamento nessa empresa de cimento? Qual que é o comportamento nessa empresa de aço? Qual que é o comportamento nessa empresa, por exemplo, num PDV? Então, aí eu vou... Vai guardar? Tá bom, combinado. Vou criar essa série, tá?
Tá bom.
Como você percebeu agora. Antes de a gente entrar no bate-bola, a gente tem aqui um quadro convidado com vida. Hoje foi só um esquenta para as pessoas entenderem a importância da comunicação e marketing. É... quadro convidado com vida. Quem é o convidado da Adriana aqui que você gostaria de assistir e de ouvir aqui no Constrycast?
Nossa!
Surpresa!
Nossa, não sei, você me pegou despreparada agora, né? Acho que tem tanta gente que poderia contribuir. Eu não sei se ele viria, mas a gente teve esses últimos dias na MCS, foi um evento extremamente importante pra gente, a gente tem lá na Tecno, um dos nossos gerentes comerciais lá, que ele tem um conhecimento do mercado de construção civil, que eu até agradeci a ele, porque a gente aprende muito, que é o Arevaldo Soares, ele é nosso gerente comercial de construção civil lá, e ele é uma enciclopédia de conhecimento sobre a construção civil, a construção civil metálica, ele conhece todo mundo no mercado, E eu acho que ele agrega muito pra qualquer pessoa. A gente tava falando antes aqui de começar a gravar de conexões, ele é um cara que cria conexões também. Então, não sei se ele falaria, ele é tímido.
Ah, ele é tímido. Mas comigo ele fala, convida pra aquela câmera.
Ari, vem aqui, por favor, conversar um pouquinho com o Paulo, vai ser legal.
É, e a gente tem esse propósito, porque, assim, se ele é um cara muito conhecedor, uma pessoa muito conhecedor, o que adianta tanto conhecimento e ficar restrito? Exato. Assim, quando eu falo restrito, não é uma área pequena, tudo bem que ele passa muitos para o mercado.
Exato.
Porque, geralmente, a gente dá aquilo que tem. Se você está diante de tanta gente citando esse nome, é porque ele é muito especial nesse sentido. Sim, ele é um... pegar essas pessoas e usar a internet pro bem. Eu nem vou fazer perguntas polêmicas aqui, porque a gente tá fazendo só um esquenta.
Tá bom.
Tá? Agora, vamos pro bate-papo. Pro bate-bola. Com a Adriana Paz. Vamos lá, Adriana. Uma rede social indisponível para o setor de construção.
Indisponível?
É indispensável. Vou refazer. Uma rede social indispensável para o setor da construção.
Ah, eu acho que se a gente estiver falando... Eu acho o Instagram muito eclético. A gente sabendo fazer direitinho e definindo o público, eu acho que o Instagram acrescenta muito para criar branding. Agora, quando a gente está falando de negócios, LinkedIn tem que ter. E se a gente tiver que falar em formato, o novo formato, os vídeos, ninguém pode ficar sem.
Melhor estratégia para atrair novos clientes?
Olha, a gente tá revendo isso, mas eu acredito muito, muito no inbound. Eu acredito no inbound marketing.
Eu também acredito. E agora a gente precisa passar por um processo de transformação do mercado pra olhar Pro embalde, tá? Depois, inclusive, é um tema que eu queria me aprofundar um pouquinho. Até quando você falou de funil de vendas, eu queria trazer um exemplo de... Quando você joga uma rede no mar, assim, você pesca vários peixes, mas você vai ali selecionando aqueles que, de fato, te interessam pra você começar um processo de prospecção, que é onde você tá investindo tempo da área comercial. Então, por isso que é importante esse... essa conexão, né, entre comercial e marketing, né, que você falou lá atrás.
Não existe você pescar e não falar pro comercial, esse peixe, era esse peixe que você queria? Esse peixe tá na hora dele ser pescado, né, ele tá do tamanho certo, é agora que ele vai comer então, né, não adianta, usando a sua analogia.
Ó, agora, erro de marketing mais comum no setor.
Nossa!
Essa é comprometedora.
É, difícil. Ah, não tem, imagina, tudo perfeito.
Gostei de você.
Melhor não.
Palavra que define uma boa comunicação.
Transparência.
Boa, gostei de você de novo, vamos lá.
Ponto pra mim.
Ponto pra você. Uma ferramenta de marketing digital essencial.
Uma ferramenta de marketing digital essencial? Ferramenta, deixa eu pensar. Olha, eu vou dizer uma ferramenta essencial, é uma agência.
Uma agência.
Uma agência ajuda muito. Eu sou uma pessoa que acredita muito em especialistas, assim. Eu sou uma pessoa generalista, eu me considero uma profissional generalista, que consegue olhar o todo, mas eu valorizo muito quem sabe fazer coisas específicas, né? Porque aquela pessoa tem aquele conhecimento, ela estuda aquilo, né? Muitas vezes tem experiência naquilo. Então, eu acho... Eu vim de agência, eu trouxe isso pra Tecno e eu acredito muito que você ter um parceiro, né? Especialista, né? Principalmente no mercado de construção, né? Que o seu negócio é construir, arranja alguém que sabe comunicar pra você, né?
E aí, eu complemento, quando você fala de agência, mas uma boa agência.
Uma boa agência, com certeza, porque hoje todo mundo acha que faz marketing digital.
Então, já que você falou de frase, eu vou complementar uma.
Complemente.
Em terra de cego, quem tem um olho só é rei.
Exatamente.
Entendi. Então, é importante.
Exatamente.
A gente tá vivendo a área do, assim, todo mundo é especialista, todo mundo vende curso, eu vou te ensinar isso, eu vou te ensinar aquilo, ó, esse conteúdo é gratuito, mas depois, ó, clica aqui...
Doze vezes, quarenta e nove, noventa, é, exatamente isso. A gente tem que ter o filtro, é que nem inteligência artificial.
Tem que ter o filtro.
A gente tem que ter o filtro.
E aí tem uma outra que é...
É, contrate um bom pessoal... Bom profissional de marketing pra sua empresa.
É, inclusive, contrate uma boa pessoa assim, como a Adriana, pra que... Consegue se comunicar de uma forma leve, mas no dia-a-dia muito exigente. Sou. Que também quer uma outra frase do Flores. Gentil com as pessoas, rígido com os processos.
Exatamente.
Então, vamos lá, agora...
Prometido com os resultados.
Isso aí. O papel do conteúdo educacional em uma palavra?
Nossa, eu acho que é... mudança.
Adorei. Tendência de marketing que veio pra ficar?
Ai, com certeza é inteligência artificial.
Muito bom. Melhor maneira de se diferenciar da concorrência?
Sendo você mesmo.
Sabe o que é isso?
O que? Não.
Isso aqui é palma.
Legal.
Ó, vamos lá. Agora faltam só mais duas. Maior desafio na comunicação com o cliente final?
Nossa, são tantos. Eu acho que cada mercado é diferente. mas eu acho que talvez seja você compreender o seu cliente final, né, e dar valor pra isso, né, às vezes a gente fica muito olhando pra dentro, né, ontem eu tava conversando sobre isso com umas pessoas, a gente olha às vezes muito pra dentro, muito pro nosso produto, é meu, eu sei, né, mas é o seu cliente, na verdade, que sabe o que acha do seu produto, né, então, é compreender, assim, o comportamento, o que quer, né, as dores do seu Cliente final, acho que é o caminho.
E quando eu me abro, né, pra entender o outro.
Exato.
Então, assim, o que que eu agrego? O que que ele tá precisando que eu possa agregar na vida dele?
Exatamente. É isso. Exatamente.
Agora, a última. Na dica de ouro, aqui a gente tem a dica construir cash, pra gente encerrar esse bate-papo. Uma dica de ouro para quem está começando a investir em marketing na construção civil, mas eu vou ampliar, ou seja, investir em marketing em qualquer área.
Uma dica de ouro? Ah, vamos falar dos profissionais, né? A gente tem que valorizar isso. Tocando num ponto aqui, e eu vejo muito isso, que parece que todo mundo sabe fazer marketing, até não só marketing, mas a comunicação. É muito importante você entender a origem, né? Uma formação não só acadêmica, né? Mas de pessoas que realmente se preocupem. Eu acho que também tem uma grande responsabilidade na comunicação. A gente tá na era da info intoxicação.
Boa!
É, né? E fora isso de fake news e tudo mais. Então, tem muita gente construindo muita coisa sem ética, sem conhecimento, achando que o cursinho de 12, de 49, 90 vai funcionar. Então, invista num bom profissional de marketing e confie nele.
Confie nele. E aí eu vou adicionar mais um tempero nessa dica de ouro, que é a consistência.
Com certeza. Excelente dica.
A gente tá tratando de algoritmos e tal. Então, quando você começa a educar o algoritmo, toda quinta-feira... Há 19 horas vai sair um episódio novo aqui no Constrycast. Esse mesmo episódio é lançado uma matéria notícia no portal Hub Construção. Olha que legal! Legal! A gente tá pensando, quando a gente fala de embalde marketing, a gente tá pensando no 360.
Sim.
Porque quando a gente vai lá, coloca lá no Google, Hub construção. Olha só, colocou no Google. Vão chegar nesse bate-papo super gostoso, vão ter acesso a vários conteúdos. Tem a pessoa que é do Spotify, por exemplo, vai ouvir pelas plataformas mundiais. Então, o que a gente fez? A gente pegou Todo esse conteúdo, que está em vários canais de áudio e de vídeo, concentramos isso num portal super relevante, que é o portal Hub Construção, que tem o propósito de gerar conteúdo qualificado para o setor de construção, arquitetura e engenharia, e a maioria dos nossos conteúdos, eles são assinados. por um profissional da área em que aquele conteúdo se destina. Então, se é um conteúdo... Perfeito. É isso. Então...
É sobre isso.
É sobre isso.
O que a gente está falando. Exatamente.
É sobre a qualidade do conteúdo gerado. Quando você fala de... Do bom profissional. Isso. Qual que é o filtro? Onde que eu estou buscando essa informação?
Exato. Nossa, a fonte é tudo.
Isso.
A fonte é tudo.
A fonte.
Exatamente.
É igual. Às vezes a minha esposa... Beba da fonte correta.
É.
Às vezes a minha esposa vem lá e me dá uma notícia. Ah, você viu tal coisa, tal coisa. Aí eu falo, qual que é a fonte?
A tia do zap.
Aí ela, ah, é tal, você tá lá e dá certo. Vê mais uma.
Exato.
Vamos fazer double check.
Exato. No mínimo.
No mínimo.
Exatamente.
Tá? Bom, agora a gente, infelizmente, queria continuar, mas você já tá convidada pra voltar.
Ah, eu também. Tá uma delícia. Tá bom.
Tá? Agora eu queria que você falasse só um... Qual foi a sua experiência hoje com esse bate-papo e como que você entende que é o ConstriCast, com esse propósito de transformar ideias e soluções, né? E também unir todo o setor de construção, arquitetura e engenharia, pode impactar esse mercado tão carente de informação. Ou seja, e além disso, a gente pega tudo isso e traz um parceiro, que é o portal RubConstrução, pra potencializar isso mais, assim. Qual a importância disso pro mercado?
Nossa, acho que precisa, né? Sabe as dores? Eu acho que é isso que precisa ser feito. Alguém que abrace essa causa de trazer conteúdo de qualidade, com fontes, com os melhores profissionais do mercado, com pessoas com conhecimento, isso só agrega. né, e acho que facilita, né, porque a gente tá num mundo cheio de informação pra tudo quanto é lado, bombardeado, você saber que num lugar, né, tem informação correta, de confiança, transparente, é tudo, é o que a gente precisa.
E vamos em frente.
É isso aí.
E pra quem acessar qualquer conteúdo, nossa, o importante é, ah, eu queria... tal conteúdo sobre tal tema relacionado. Só mandar um e-mail pra gente. Enfim, tem nossa... Tem nossa... Tá na descrição desse vídeo. Inclusive, o seu contato, quem quiser conversar um pouco mais... Por favor. Com a Adriana. Ó, fique à vontade. Na descrição desse conteúdo. Não importa a rede que você está, tem o contato.
Exatamente. Vou adorar trocar.
É isso aí. Adriana, mais uma vez, obrigado.
Eu que agradeço. Foi um prazer. Minha estreia em podcasts.
Ó, então assim, sem gerar experiência... É o nosso propósito também.
É, uma coisa que a gente tem que fazer antes de morrer é participar de um podcast. Cheque!
Mas de um podcast, qual podcast?
Ah, o melhor de todos aqui. ConstrueCast.
É isso, gente. Um abraço pra você. E lembre, compartilhe nossos conteúdos. É importante que você comente, porque quando a gente tá falando de algoritmo, se você comenta, se você participa, Ele vai.
Entender que é relevante.
Esse conteúdo, né, é relevante não só pra você, mas também pra pessoas que têm comportamento parecido com o seu. Olha que legal.
Aham. Essa é a mágica do algoritmo.
Essa é a mágica, então. Um abraço pra você e até o nosso próximo encontro aqui no ConstraeCast. Vamos mandar um beijo pra mais alguém, pra aquela câmera.
Manu, Zaza, meus amores, inspirações da vida da mamãe. Tô aqui morrendo de vergonha, mas superando um desafio. Amo vocês, tô morrendo de saudade.
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