Concreto Reforçado com Fibras PP | Construção Civil | Vantagens e Aplicações | Ivan Daniel | podcast

Podcast episode (ConstrueCast) interview with Ivan Daniel about polypropylene macrofibers in Brazilian construction. Covers Ivan’s background, market history (pre- and post-pandemic), drivers for adoption (steel shortage, cost and time savings, logistics), main applications (industrial floors, radiers, hybrid solutions, precast, pavements, walls), material variants (PP macrofibers virgin vs recovered, microfibers of PP and glass), quality/standards (Brazilian standard and Inmetro-accredited testing), and industry challenges (lack of project designers, need for training and dissemination).
Questions this video answers
2018
Development and Brazilian standard activity cited around 2021
An Inmetro-accredited laboratory (has an Inmetro seal)
Chapters
Fala pessoal do ConstrueCast, aqui mais um produto da Hub e Construção, e hoje nós estamos com uma pessoa muito especial, nós vamos falar sobre um assunto muito especial, um assunto relativamente novo para a construção civil no Brasil.
Este.
Episódio é um oferecimento Hub e Construção. Nós vamos falar, desvendar um pouquinho sobre o setor de macrofibra de polipropileno. E por isso a gente trouxe o Ivan aqui conosco para falar um pouquinho sobre isso. Ivan, seja bem-vindo.
É um prazer estar aqui. Vamos poder contribuir com o seu público aí.
No nosso público, agora você faz parte do Universo Hub de Construção, então é um prazer imenso ter aqui, a gente já se conhece há algum tempo, eu como engenheiro civil nas minhas obras já utilizo seu produto, já o conheço como pessoa, já me salvou diversas vezes assim.
Ah, tranquilo.
E assim, para o pessoal que conheceu um pouquinho mais, quem é o Ivan? O Ivan, ele é um engenheiro, ele é um químico, ele é um formado, ele é um empresário. Quem é o Ivan? De onde surgiu o Ivan? Qual que é a trajetória do Ivan? E principalmente, Ivan, dizer um pouquinho sobre você. E assim, como você chegou nesse mundo da macrofibra? O que foi que te fisgou? O que foi que te levou para esse mundo da macrofibra de PP?
Bom, vamos lá. O Ivan... O Ivai sempre foi vendedor, representante comercial. A minha carreira começa como representante comercial, passando por vários segmentos. E sempre com materiais onde exige uma venda técnica. E até a última empresa, antes de eu me tornar um empreendedor de macrofibras, foi... uma empresa onde eu vendia telhas zipadas, que também é uma venda muito técnica. Aí, dentro de um cliente, ele me mostrou um folheto falando de macrofibra. Falei, olha, uma pessoa apareceu aqui e mostrou macrofibra. Ivan, é interessante, isso aí pode ser o futuro aqui no Brasil. Aí foi onde a gente iniciou um trabalho de pesquisa, e aí comecei a vender microfibra para uma empresa. Posteriormente, a fim de encontrar uma solução de um material com melhor qualidade, foi aí que eu peguei e falei, bom, preciso empreender e ter uma fábrica própria. Então, com essa fábrica própria, foi onde nós fomos procurar fabricar um material com a qualidade onde a gente realmente conseguisse atender o mercado da melhor forma possível diante da concorrência que eram as macrofibras importadas.
Certo. Essa foi a grande virada de chave. Então, foi uma busca por ter um produto próprio, por empreender e ter melhor qualidade em relação às fibras, né? Essa foi a grande virada de chave do Ivan, talvez, essa experiência que você teve comercial.
Sim, porque a partir de um ponto a gente percebe que como representante não tem como mais contribuir. Então, bom, eu preciso ter uma fábrica própria. E aí foi onde nós fomos procurar a desenvolver um equipamento, pois o equipamento no Brasil não existia. Nossa!
Falando em que ano mais ou menos, Silvio?
A gente tá falando em 2021.
Pós-pandemia, né? Terminando a pandemia de 1920.
Ali de 21. Eu entrei no ramo de macrofibras em 2018.
Comercialmente.
Comercialmente, isso. Então... Antes de a gente falar um pouco aí da fábrica, o que que eu posso falar? Posso falar assim que o mercado de macrofibras no Brasil, ele tem um inside antes da pandemia e pós-pandemia.
Nossa!
Porque anteriormente, o que que acontecia? Pouca gente conhecia, tinham duas, três marcas que eram importadas, né, que dominavam o mercado e Tinha muito pouca brecha porque a tecnologia ainda era muito rudimentar pra gente ter uma fibra com uma excelente qualidade pra competir com as importadas. E quando houve a pandemia, todo mundo se reorganizou e quando a gente foi sair da pandemia, teve uma questão que o aço faltou. Faltou o aço e disparou o valor. Foi onde o pessoal, as construtoras, o pessoal ficou mais suscetível a experimentar, a utilizar a macrofibra. Entendeu? E aí com isso, foi onde a gente realmente teve um avanço, um avanço do mercado com a macrofibra. Aí com esse avanço, muito mais gente utilizando, começou a ter maior exigência por qualidade. Aí foi em 2021 que eu falei, bom, eu tenho a necessidade de ter um produto de qualidade para competir com as fibras importadas e com aquelas displays que estavam chegando, que também já tinham alguma qualidade, entendeu? Então foi onde a gente começou o desenvolvimento do equipamento e da fibra em si. E foram dois anos de desenvolvimento de equipamento, desenvolvimento de fibra, e hoje a nossa empresa tem uma fibra já com ensaio qualificado. O laboratório que nós utilizamos para ensaiar, ele também é qualificado, ele tem um selo do Inmetro, isso nos ajuda muito.
Com certeza, laboratórios acreditados, pessoal, quando ele fala selo do Inmetro, são laboratórios acreditados que podem trazer com equipamentos calibrados, trazendo qualidade não só do produto, mas da validação do produto no mercado. E é legal quando eu vejo você falando sobre isso, porque realmente essa experiência sua comercialmente, essa dor que você enxerga no mercado, e a questão da pandemia, o quanto ela moldou os mercados, né? Ela... E assim, eu posso chamar de revolução da macrofibra aqui. Quando aconteceu essa revolução da macrofibra, porque num momento em que a gente tem uma dificuldade, onde o mercado enxerga uma dificuldade, né? Como você disse, eu tenho falta de um produto, ou ele está tarifado de uma maneira diferente e ele muda o valor, né? Assim como o trigo para o pão, o aço também, ele é precificado em dólar muitas vezes, e isso causa esse impacto grande na valorização desse produto do mercado. E aí, com a falta, abre-se o espaço para que o mercado comece a se absorver essas fibras. Talvez o mercado estava relutante em admitir que tinha um espaço para as macrofibras.
Pra ter uma ideia, quando eu entrei no ramo de macrofibras, eu fui estudar o segmento em outros países. E eu achei estudos de 1970, 60, então é muito antigo. E eu posso, pela experiência que eu tenho, que eu falo, não é muito ainda, mas desde 2018 com a macrofibra, eu venho acompanhando o crescimento do mercado, realmente o Brasil, a macrofibra foi pós-pandemia, não tenha dúvida.
Com essa sua viagem ao longo dos países buscando tecnologia, buscando qualidade para o nosso mercado, podemos dizer que o Brasil estava atrasado 50 anos em relação ao mundo. Então, de 70 até 2020, 2021, em relação a essa tecnologia.
Acredito que sim. Acredito que sim. Mas eu vejo assim... É muito tradicional. Então a gente reluta em mudanças, né? É uma percepção que eu tenho. Você reluta na mudança. E a necessidade nos obrigou a realizar essa mudança.
Entendeu? Sim. E assim, o que eu percebo? Aqui eu vejo uma quebra de paradigma. Quando você conta essa história, eu percebo uma quebra de paradigma. Existia um paradigma anterior à pandemia, e que ele foi quebrado. E essa é sempre a parte mais difícil que eu percebo. E você tocou num ponto importante, que é a questão do aço. Então, assim, a gente hoje percebe que, quando a gente percebe alguém mais conservador, ou alguém que tem um argumento pra tentar se convencer sobre essa questão da comparação. Todo mundo sempre vai fazer uma comparação. Pô, mas eu sempre usava aço, eu vou usar fibra, etc e tal. Engenheiros mais tradicionais, mais conservadores, que muitas vezes não estudaram as questões das fibras e não correram com essa questão. Porém, hoje nós percebemos um mercado muito competitivo para as fibras.
Sim.
Olhando para o mercado, onde você percebe que... Primeiro, quais são seus argumentos comerciais, vindo do comercial, para poder vender, porque isso é uma coisa importante. Assim, quais são os argumentos e onde a fibra realmente ganha, do seu ponto de vista ali, o que a oferta de benefício real está no custo, está na aplicação, está na logística, porque são coisas... Pesa muito menos.
É um pouco de tudo que você falou. Eu sempre falo a minha visão, porque a gente não sabe a visão dos outros. Mas acredito que, como a gente está dentro de muitas obras, e não só aqui no estado, no Brasil todo, a gente avalia, assim, a gente consegue ter um panorama do que está sendo feito. Então, hoje, eu posso dizer que, basicamente, as macrofibras são utilizadas em pisos industriais, e Radiesse. São os dois principais segmentos. Nós temos fibras para túnel, mas aqui tem pouca obra de infraestrutura de túnel que vai utilizar. Tem um outro mercado que é a de pré-moldado, estão começando a engatinhar, por falta de projetista para esse segmento. Tubos de concreto, daria para fazer. Mas, então, falando sobre isso, sobre os segmentos de atuação, os principais argumentos de uso da macrofibra ainda é a redução de custo, redução de custo na obra, um piso industrial, vamos citar o piso industrial, que é o principal, você consegue ter uma agilidade maior na execução da obra. Um exemplo, um piso de 20 mil metros quadrados, você vai montar tela em 20 mil metros quadrados, quanto tempo você vai gastar para montar essas telas? Então, você pega a fibra, vai direto na concreteira, o caminhão já chega na obra com o concreto e a fibra pronto, E é só lançar. Você tem economia de bomba em 90% dos casos, porque com a tela você às vezes precisa de uma bomba para poder alcançar. O caminhão não pode subir na tela. Então, esse é um dos principais vantagens. Então, você pode economizar bomba, você pode se dar agilidade na obra. Quanto menor dia, menos dias você ficar na obra, você vai ter custo menor de canteiro, de mobilização, de tudo mais.
Tempo é dinheiro.
Tempo é dinheiro, não tem a dúvida. Então, a fibra, a macrofibra, ela no concreto é um agregado. Então, você tem uma vantagem, quando você vê um concreto junto com a fibra, que a fibra se tornou o agregado do concreto.
Eliminou o processo.
E ali dentro da obra, você tem um piso muito mais resistente, você ganha resistência com isso, do que numa tela.
Que interessante.
Que a tela, que a gente a pouco estava conversando, a tela ela... Ela não ocupa todos os vazios do concreto, é só parte. E quanto mais complexo o piso, melhor é o uso da fibra. É claro que pisos que exijam grandes cargas, portos, uma oficina de aeronaves de grande porte, hangares. O que acontece? Muitas vezes também, Dá pra fazer híbrido. Então, a carga vai ser muito além do que a fibra suporte. Então, ao invés de você usar duas telas ou mais, você usa uma tela e põe mais fibra. Então, essas são as principais vantagens de uso.
Show de bola. Eu achei sensacional quando você traz esse exemplo, porque de ganho, porque eu vejo um ganho na performance e processo. Porque você fala tempo é dinheiro, ou seja, eu poderia colocar aí a... o tempo da mão de obra armando essa tela lá, os custos extras, custos traspasses, a questão da colocação da tela e das tubulações que podem estar aí, o armazenamento, a logística, né? Quanto pesa um caminhão com tela pra chegar no meu piso? E quanto pesa fibra, né? Existe uma relação aí também, que a gente às vezes acaba ganhando alguma coisa nessa logística, porque ela já vem no caminhão de concreto, eu não preciso armazenar.
Para armazenar a fibra, um pallet, que nem do nosso material, que era embalado em caixas, um pallet 1,20 por 1,20, com 1,80 de altura, você coloca mil quilos. Então, você ocupa um espaço muito pequeno em relação aos outros. Então, são situações que auxiliam bastante.
E você estava comentando onde ela se aplica, né? Radiespes, industriais principalmente, ela pode ser usada em híbridos, em hangares. E isso, eu acredito que seja crucial a gente saber onde se aplica, né? Porque a gente já andou aqui, de onde veio, quando nasceu... como a gente está com a qualidade, quais as vantagens, e agora onde se aplica. Ele está agregado ao concreto, ele não é um acessório. E ele está em todo o concreto, né? Então quanto o piso, quando ele for cada vez mais alto, melhor a macrofibra, ela começa a ganhar vantagem em relação à tela, justamente por esse estacionamento.
E até o inverso também. Eu vou citar até um exemplo aí de um cliente, né? O que aconteceu com o cliente? É um radiê? Radiê geralmente, pô, é um pisinho de 12, 13 centímetros, uma telinha pop, simples, né? Então, aí mesmo com a macrofibra, pode ser que o custo ali não fique tão mais em conta, comparando a tela com a fibra, né? Um exemplo. Só que a gente planilhou junto e deu uma diferença de apenas 6% nessa situação específica, né? Aí, o que acontece? Ele falou assim, ó Ivan, mas mesmo que empatasse, pra mim, era melhor. Aí até eu fiquei meio assim, né? Aí eu falei, sabe por quê? Porque eu fiz as contas que eu vou tirar 30 dias de canteiro. Eu vou sair antes, 30 dias antes. E pra mim, isso daí, eu já ganhei. Sensacional. Então, é, foi um exemplo assim. Como também em pisos de alto desempenho, vamos dizer assim, aonde ali teve situações de 35, 38% com um valor menor, entendeu?
Com certeza. Eu acho que dificilmente quando a gente vai comparar, é... é... ali... essa situação que você deu, tipo assim, principalmente essa questão, né? Diminuir processo, reduzir tempo de canteiro, é... tirar uma pessoa que esteja ali naquela... naquela circunstância, é... o do profissional, e você trazer pro outro ponto, isso eu acho que é crucial, e... e assim, piso industriais, e radieiros que você trouxe. E assim, uma pergunta desafiadora agora que eu vou fazer pra você, porque é isso que a Hub faz através do ConstruCast, tem uma pergunta desafiadora. Se você fosse olhar pra frente agora, sua visão é empreendedora, você conseguiu olhar pra frente, você vê no horizonte alguma aplicação emergente que você aposta que vai ser o próximo grande nicho pra macrofibra no Brasil?
Até são duas coisas que a gente ainda, que eu pontuei, que a gente acabou deixando fora, que foi As paredes de concreto, até a gente tá fornecendo já pra uma obra aqui em São Paulo mesmo, e o pessoal eliminou ali 40% do aço das paredes de concreto e tá utilizando macrofibra na parede e 100% no radier. Essa é uma situação. Tem uma situação no Nordeste que há dois anos que a gente já fornece, o pessoal lá já fizeram 68 blocos de prédios de quatro pavimentos, onde o radier está sendo feito com macrofibra. Esses aí são alguns pontos. E tem um ponto que o pessoal está que é o nosso horizonte, que eu acho que com certeza vai dar um bom aí no consumo de fibra. O que é? Pavimento de concreto, que isso daí já é uma realidade em alguns lugares no Brasil, mas tá em desenvolvimento. E o próprio pré-moldado. Quando a gente fala em pré-moldado, não é que vai substituir numa viga, mas você... Já pesquisei na Europa e o pessoal utiliza assim, eles utilizam sistemas híbridos. Então eles tiram alguma coisa de aço e põem fibra. Só que isso no Brasil ainda tá faltando projetista. Entendeu?
Sério?
É, faltando projetista. Mesmo porque também é uma coisa que até a gente não citou, né, diante desse mercado, que eu falo, o bom da fibra pós-pandemia. Mas tem um detalhe aí muito importante, que a gente acabou não citando. Foi a questão de norma. A gente não tinha uma norma de fibra. Então, antes da pandemia, as importadas, uma vinha com a norma americana, outra vinha com a norma europeia, a outra vinha com a norma japonesa. Então a gente tinha as três normas. E aí em 2021, que até caso ali com a situação que eu falei de começar a ir atrás da fábrica, foi onde realmente foi lançada a norma brasileira. Então com isso eu falo, então a fibra pro Brasil realmente nasceu em 2021. Porque aí com a norma, as coisas começaram a se balizar.
Com certeza. E esses pontos que você traz são muito importantes, principalmente em questão de normas, aplicações nas paredes. Mas assim, você tá falando de macrofibras e tal, e tem algumas coisas aqui comigo que você trouxe, e acho que o pessoal quer saber. Ivan, o que seria essas coisas que você tá trazendo aqui pra gente? para o nosso público aí saber um pouquinho sobre ela. Queria que você falasse um pouquinho. Eu tô vendo algumas coisas aqui. Elas têm diferença entre elas, Ivan?
Essas fibras? Sim. Aqui é... Essa daqui é uma microfibra de vidro.
Microfibra?
De vidro. Essa daqui é uma microfibra de polipropileno.
Sim.
Isso aqui é uma macrofibra, que é onde se trabalha com... uma parte do material recuperado, e aqui a macrofibra com o material 100% virgem.
Peraí, então assim, só perguntando, eu tenho essa aqui, é a microfibra de vidro?
Sim.
É, para o pessoal entender, Por que que ela chama fibra de vidro? O pessoal morre o vidro? Como que é? Explica pra gente aí um pouquinho sobre ela, pro pessoal entender. Gente, o toque desse negócio que não parece que é fibra de vidro.
Cuidado que vai pinicar.
Olha lá, ó. Tá vendo? Então agora o especialista vai ensinar pra gente. Olhem isso aqui, gente. Vocês precisam conhecer. É sensacional. Eu queria que todo mundo tivesse tendo esse toque aqui. Então macro... a microfibra de vidro. E aí, me fala um pouquinho sobre a microfibra de vidro.
Me fala um pouquinho sobre as duas. Essas duas aqui. Né? Essas duas aqui. Aí vai falar assim, ô Ivan, qual a diferença entre microfibra de vidro e de PP? Além do material, que é óbvio, né? É óbvio, uma de vidro e uma de polipropileno.
Essa aqui é mais gostosa de dar o toque, Ivan.
Ela é mais macia.
Pra quem não sabe, pessoal, ó, se for pegar na mão, a mais gostosinha é a de PP.
Pra utilizar em pisos, radiês, o que que ela auxilia? ela auxilia na retação plástica. Certo. A hora que o piso tá ali perdendo a água, na esvaziação, né?
Na esvaziação, isso.
Então ela segura mais. Aí, mas qual é melhor usar? As duas dá pra utilizar da mesma forma. Porém, a de vidro, ela geralmente é álcool irresistente. Ela tem um tratamento álcool irresistente. melhor do que a de PP.
Certo.
Apesar que o PP hoje, se é um PP virgem, ele automaticamente é álcool irresistente. É claro que tem ensaios para comprovar isso. Porém, na hora de você executar a obra, as fibras de vidro, como elas são mais densas, como você pegou ela mais firme, a outra mais fofinha, então elas são mais densas, elas têm uma dificuldade um pouco maior de homogenização do concreto. Então ela pode ser alcali-resistente, vantagem, ser mais resistente do que o PP no concreto, resistente a alcali-resistente. Ela não tem nada a ver com tração, não segura nada, é somente para retração plástica. E a micro de PP, por ela ter essa característica mais leve, tranquila, o que acontece? Ela auxilia também na homogenização do concreto. Entendeu? Então, é basicamente essas duas diferenças.
Mas sensacional que você traz essa questão dessas microfibras e o pessoal muitas vezes não conhece. Você trouxe pra gente. Então, pessoal, vocês têm a opção da microfibra de polipropileno. microfibra e também a microfibra de vidro. Lembrando aqui que o Ivan nos trouxe que a microfibra de vidro, normalmente, quando nós estamos comparando as duas, além da diferença do material, nós estamos falando aí de um produto álcool resistente, trazendo pra si, naquele momento que o concreto ali, ele começa a exotermia, ele começa a trocar calor, ele começa a retrair, porque o concreto, pra quem não sabe, ele tem uma retração, a gente chama de retração térmica ou retração plástica, né? Plástica pela forma, o formato dele começa a se alterar. Essas fibras, elas ajudam, como o Ivan trouxe aí pra nós, com que esse movimento, ele seja abreviado ou mesmo, né? A gente não tenha qualquer manifestação patológica ali em relação a isso. Uma microfissuração, uma fissura por mapa, alguma coisa desse tipo. Mas, Você trouxe outras duas aqui, que é o tema da nossa. E, cara, eu tenho uma dúvida, que eu acho que é a dúvida de todo mundo que tá vendo a gente, que é a relação seguinte. Você me disse que nós temos aqui uma fibra aqui, que eu vou mostrar, pessoal, pra vocês, que ele trouxe, é sensacional. Essa aqui, ela é a reciclada, é isso, né?
É, macrofila, mas a gente fala reciclado, recuperado, ela é feita com parte de material recuperado.
Gente, sensacional isso. E nós temos aqui um produto virgem, né?
Sim, aí é com polipropileno 100% virgem.
Eu posso tirar uma daqui de dentro? Pessoal, pra vocês verem aqui, eu vou pedir pra... a gente já tá em zoom aqui, olhem aqui, ó. São produtos... que parecem semelhantes, mas não são iguais. Essa aqui, não sei se dá para captar, a gente tem aqui uma resistência dela, e essa aqui um pouco mais flexível. E achei muito interessante. Ivan, o que nós temos de diferença? Por que tem uma, tem a outra? Para a gente qualificar o pessoal, fala um pouquinho da sua experiência, achei sensacional.
As duas elas podem ter, tanto a gente falar recuperado e 100% virgem, as duas podem ter qualidade excepcionais. Tanto é que as grandes marcas também tem dois tipos de macrofibras, uma com material recuperado, reciclado, e o outro 100% virgem. Mas a principal, o que a gente tem que tomar cuidado quando a gente compra um material recuperado e o virgem. Qual é a diferença ali? A diferença está na fabricação. Por quê? A fabricação, a do recuperado, exige um controle de matéria-prima rigoroso. Não que o outro não tenha, mas o outro, a partir do momento que você definiu qual o material que você utiliza, quando você compra um grade só e virgem, o controle do material em si É partir daquele momento. É, e não recuperado não. Então por isso que a gente tem que tomar muito cuidado com o material recuperado, entendeu? Só que os dois apresentam qualidades bem próximas.
Certo.
Bem próximas.
É, e assim... Apesar da qualidade próxima, o que é mais vantajoso para a indústria? Porque um, eu recupero e tenho talvez um menor valor do meu insumo, falando de mercado aqui, mas eu tenho mais controle. O outro eu tenho o material mais caro, virgem, com a qualidade já estabelecida, um padrão. E tenho ali uma... Depois eu não preciso ter... Ficar com todos esses controles ali ajustados. Olhando desse ponto de vista, do ponto de vista mercadológico, em relação às microfibras, você como líder do setor industrial, né? O que você é?
Ainda vou chegar lá.
A liderança tá no conceito. Mesmo que a matéria-prima virgem custa mais, é um material que para você, indústria, ele é melhor?
É o melhor a utilizar. Não tem outra maneira. Porque o equipamento...
Muda?
Muda. Ele roda mais liso, não tem nenhum problema. O recuperado, o que acontece? A gente pode ter fontes confiáveis de fornecimento de matéria-prima. Porém, há variações.
Normais, o processo.
Porque você recebe um lote, aí você faz aquele lote, deu tudo ok. Aí no segundo lote, por algum motivo não veio da forma que deveria.
Sim.
E quando você tem o material 100% virgem, já tem o controle de qualidade, lá da Braskem, ou de qualquer outro fornecedor que nos forneça virgem. Então, com isso, nos auxilia muito e elimina possíveis erros. Porque a partir do momento que o equipamento, ele já tá ali definido com seus parâmetros, né? E é onde a gente faz um ensaio da FIBA periodicamente. Então, a gente não tem problema.
Sim. Você acha que... E é uma indústria, falando ainda de mercado, você entende que é uma indústria hoje, entre... Vamos lá, quando a gente fala de indústria do metal, a gente tem a Associação Brasileira de Estruturas Metálicas, LABSEI. Quando a gente fala de cimento, nós temos a Associação Brasileira de Cimento Pórtico. Há uma união nesse setor de certa forma. Você que está na frente, existe essa união real entre a indústria das fibras, das macrofibras?
Hoje tem, hoje tem associações já que estão trabalhando em prol da qualidade, a prol do desenvolvimento. Então, hoje tem, sim, já o pessoal. O pessoal vem se unindo nos últimos anos pra isso, entendeu?
Sim.
Então, a gente ainda falta, sempre falta melhor. Porque a do aço, a indústria do aço é desde... Desde os primórdios. Então, o que eu te falei, a fibra a gente entende dessa forma. Então, mas hoje já tem o pessoal se criando associações, trabalhando na qualidade do material. Tem, sim, o pessoal, tá?
Não, show de bola. Voltando um pouquinho, quando a gente fala da questão dos... Falta projetista, tá? E eu concordo plenamente. Falta projetistas para que consigam, né? Calcular as macrofibras e conseguir utilizar essas fibras do ponto de vista educacional. Porque eu entendo que é uma dor da indústria é não ter os projetistas, porque quanto mais projetistas indicarem nos seus projetos, mais fibras vão ter e mais vão acontecer. Aqui na Hub nós temos alguns programas, um deles chama-se EducaHub. É uma colaboração que nós temos com a Fatec São Paulo, na formação de profissionais visando justamente essa qualificação do mercado da mão de obra, que nós vemos como agrandidor. Todo mundo que passa por aqui, meu querido amigo Ivan, todo mundo tem uma dor educacional. E acho que você tocou num ponto que ele é puljante dentro do coração do mercado, pra tudo. Faltam projetistas e engenheiros. A gente esteve no primeiro dia de Concrete Show, e aqui estamos gravando durante a Concrete Show, pra avisar a todos vocês. E o pessoal falando, tava com o Felipe do canal Engenharia Ativa, um grande abraço pro Felipe. A gente tava falando do quanto falta engenheiro. Cada vez tem menos engenheiro ingressando nas faculdades. A gente forma 50% menos engenheiros do que formava antigamente. E o nível dos engenheiros formados, tem muito engenheiro de obra, muito engenheiro orçamentista, etc. projetista, mas faltam os calculistas, faltam aqueles que são nichados, né? Aqueles que tenham entendimento. Como é que você enxerga que nós podemos... Qual que seria um caminho, se você tem essa resposta, que é uma resposta fácil, pra gente poder fazer isso? Porque se a gente esperar das instituições, das faculdades, etc., elas não vão trazer isso.
Eu vejo assim, hoje, as grandes obras Já existem grandes escritórios no Brasil que atuam fortemente e perfeitamente, desenvolveram muito bem esse mercado. Porém, o que a gente sente falta, porque eu sou fabricante de fibra, eu vendo fibra, eu não vendo projeto, não vendo obra, não vendo esse tipo de coisa. E aí quando a gente depara, o nosso representante depara com algum cliente, às vezes o cliente, o que acontece? tem a empresa dele. Aí ele vai ampliar a empresa. Só que a empresa dele tem lá 2, 3 mil metros. Aí ele vai fazer agora uma empresa de 15 mil metros. Aí ele quer fazer o piso da mesma forma que ele fez os 2, 3 mil metros. Aí a gente fala, pô, mas você tem um projetista? Ah, você tem... A pessoa às vezes não quer nem pagar, entendeu?
Sim.
Então, com tudo isso, a sugestão que eu posso dar é divulgação. Divulgação que mais escritórios menores Comecem a fazer projetos de piso, porque às vezes a pessoa fala, mas é um ou outro que aparece, aí não faz, entendeu? Mas tem mais projetistas, então tem que difundir mais essa tecnologia para outros projetistas e projetistas de outras áreas. Projetito estrutural de parede. Comece a fazer de piso, comece a fazer de radier. Eu falo da falta, pelo menos é onde a gente atua, onde a gente vai. E pelo que eu pesquisei, vi em outros países. O pré-moldado. para o fabricante de fibra é um mercado muito interessante, porque é uma compra recorrente. O piso é você vender uma obra. Você está vendendo só a fibra, mas está vendendo uma obra. E para pré-moldado seria uma dentro da decorrente. Então eu penso assim, tem que fazer um trabalho de desenvolver mais escritórios que façam projetos de piso.
Sim, mas para desenvolver esses escritórios alguém tem que dar esses cursos aí.
Sim, com certeza.
E assim, a gente vê, vou dar um exemplo, Estruturas de concreto, a gente tem, por exemplo, a ABC, a Associação Brasileira de Estruturas de Concreto. Ela tem um curso lá dentro de projetistas e calculistas que vão, que trabalham nesse tipo de situação. Por isso que eu perguntei nessas sessões. A Associação Brasileira de Estruturas Metálicas lá dentro também tem a vinculação dos grandes especialistas relacionados aos cursos. Então, quando a gente olha, por exemplo, para as fibras, Eu entendo que a Gui aqui fazendo do ponto de vista do lado do projetista, porque eu acho que a gente pode tentar conversar sobre essa situação que está acontecendo e tentar ajudar a resolver, nós aqui da Hub. Por que? A gente consegue hoje, talvez, iniciar esse processo com uma palestra dentro da FATEC, talvez apresentando o produto da FATEC, montando um curso dentro da FATEC. Por que? Porque E não basta ter o projetista, porque normalmente quem vai ter essa informação e vai contratar, é o cara que tá lá dentro da obra. Ele que muitas vezes decide, né? Como você disse no início da nossa conversa, é uma venda técnica. Então quando a gente convence, o cara, o técnico de tecnologia do concreto lá...
Você falando assim, eu vou traçar um paralelo com outro mercado, que no passado, e ele se profissionalizou muito, e tinha essa falta de mão de obra. É o mercado de pintura epóxi de piso. Sabe? Nossa, o fabricante tinha um bicomponente, tinha um que era tricomponente, e aí ia pra obra, quem ia aplicar o material não tinha conhecimento. Enfim, os fabricantes começaram a elaborar cursos de aplicação, de demonstração, Tanto é que existe alguns places que fizeram até cursos pagos e teve público pra isso, né? E com isso esse mercado se desenvolveu e conseguiu grandes profissionais pra pintura de piso. Hoje, na execução do piso de concreto, que também poderia fazer algo parecido, entendeu?
Show de bola.
O que a gente, lá como fabricante, porque... Fica uma situação meio complexa pra gente. Eu sou fabricante de fibra, aí eu vou até a obra e instruir um funcionário de um TRC. Pô, não fica legal, né? Mas a gente toma cuidado, a gente faz essa instrução. A nossa embalagem, ela tem um QR Code, onde qualquer um com celular, hoje todo mundo tem celular, ele faz a leitura e com a leitura ele consegue ter ali um mínimo de entendimento, o.
Mínimo, Instrução para poder executar com o mínimo de eficiência, de profusão aquela aplicação.
O que aí é uma opinião minha, né?
Você tá aqui pra falar, é a sua voz.
Já que você quer ouvir a minha.
Opinião... ConstriCast é a voz da construção. ConstriCast agora é a sua voz. Fala o que você quiser, que aqui ninguém vai te censurar.
Na minha opinião, tudo que a gente treina, né? Todo mundo sempre vai melhorar. Sempre vai melhorar. Você faz algo e fica fazendo, refazendo. É igual fibra. A primeira fibra que eu vendi e foi, foi. Eu vou evoluindo, vou evoluindo. Eu já tô pensando na outra fibra. para melhorar ainda mais. E é a mesma coisa a mão de obra, tem que encontrar pessoas interessantes, dar ferramentas para as pessoas entenderem como funciona, conhecimento, treinamento, porque existe muito a fibra, a macrofibra sintética, vamos falar assim, Ela tem alguns requisitos para a hora da aplicação, que é somente seguir, entendeu? Seguiu, não tem problema. É uma fibra de qualidade. Tem um ensaio qualificado com laboratório qualificado. E aí tem o procedimento de execução. Não tem erro. É isso aí.
Sim, com certeza. Eu acho muito legal essa parte. E a gente precisa achar uma forma de casar essas situações. E colocar a indústria nas parcerias. Porque é uma coisa que funciona muito bem. A gente vê assim, a gente tem alguns cases. com alguns clientes nossos aqui, Ivan, que são as parcerias, né? A gente faz as parcerias ali voltadas à parte educacional. Por quê? Pra indústria, ela precisa vender. Pra ela vender, alguém tem que querer comprar, alguém precisa conhecer o produto. E eu vejo que muitas pessoas desconhecem o produto. Por exemplo, hoje nós estamos aqui, nós estamos apresentando as macrofibras, com certeza muita gente não sabia que tinha macrofibra, macrofibra reciclado, microfibra de vidro, microfibra de pp, acha que tudo é... Tem gente que pega macrofibra de polipropileno, tive cliente meu que eu levei e o cliente fez assim. Aí ele fez assim pra mim. Ah, se eu der umas camisas que eu tenho aqui pro cara, ele não... Ele me dá um desconto. Lógico que é uma brincadeira do cliente, mas tem um fundo ali de desinformação. Eu noto que há uma... Como você disse, quando eu tenho um mercado já consolidado, que é o mercado ASP, principalmente para os pré-moldados, a gente tem, dentro da nossa base aqui da Hub, uma quantidade de... e de empresas com pré-moldados, em que nós podemos aí talvez linkar junto desse mercado. Então eu acho que eu vou tentar, se você me permitir logicamente, um bate-papo sobre a utilização das fibras lá fora e quem sabe até um piloto com as suas fibras e um dos maiores fabricantes de pré-moldados do Brasil, um dos mais técnicos, caras, que é Felipe Cassol, tá? Então, não sei se já teve contato com ele.
No passado, sim.
No passado, sim. Espero que tenha sido bom, porque agora...
Não, foi tranquilo. Eu vendia coberturas de pala, né?
Show. Eu vou... Se você me permitir... que a Hebe possa fazer essa conexão. Se você falar pra mim que sim, precisa da sua autorização.
Tá autorizado.
Pra quem não sabe, o Ivan, nos bastidores, ele trouxe até o advogado dele, Francisco, que tá aqui atrás da gente. Francisco, tá liberado pra eu poder aqui fazer o convite? Com certeza, Francisco. Então, Felipe, Cassol, eu espero você para um bate-papo, para a gente poder ser vanguardista e dar um passo além no processo de inovação e tecnologia na construção civil no Brasil, para formarmos profissionais projetistas e, principalmente, habilitarmos profissionais pedreiros, montadores e outros para que a gente possa trazer as tecnologias utilizadas ao redor do mundo para dentro do Brasil. Eu já tenho as fibras, e agora, os pré-moldados? E você, vem comigo nessa jornada? Estou te esperando, hein, Felipe? Então, agora que o Felipe tá convidado, isso aqui vai chegar pra ele, né? A nossa técnica aqui, a grande Gabi que tá nos acompanhando aqui, que ajuda.
Tudo isso a acontecer. Muito simpática, ela nos recebeu ali.
Ela é sensacional, ela é sensacional. O nosso motorzinho, eu brinco aqui, o nosso motorzinho nunca para. Ela vai fazer com que essa informação chegue, ela é muito competente. Então ela vai fazer com que essa informação chegue no Felipe hoje. Eu vi que ele tava na feira ali, se ele tiver ainda, Eu vou buscar ele hoje ainda. Se ele estiver em São Paulo, eu busco ele hoje ainda, para a gente tentar fazer com que isso aconteça. Ivan, a gente está se caminhando para o final. Tem alguma mensagem que você gostaria de deixar para o mercado, para as pessoas que estão nos vendo? Se você puder olhar para aquela câmera e deixar um recado para a galera, quem quiser conhecer um pouquinho mais, onde te encontra... Enfim, a palavra é sua e é um prazer imenso te receber aqui.
O prazer foi meu, foi muito gratificante vir aqui, foi a primeira vez aqui.
Primeira de muitas.
Estou estreando aqui com vocês, entendeu? E uma palavra que eu deixo é que usem macrofibras em mais segmentos. Vamos desenvolver macrofibras, escritórios de projeto, Entrem em projetos de piso, que é justamente para a gente poder difundir ainda mais a tecnologia, para não ficar nenhuma dúvida. Escritórios de projetos, procurem saber sobre projeto de pré-moldado com macrofibras, tubos, também tem um mercado, eu já sei que usam fibras de aço e dá pra utilizar a macrofibra sintética, mas por falta de um projetista, a gente não consegue desenvolver esse mercado. Então, tem um mercado que pode ser melhor pra gente fabricante e também pros projetistas, que são outros mercados que eles também vão começar a atuar, entendeu? É basicamente isso.
Show sensacional. E a gente aqui, sempre aqui dentro do Constry Cast, que é um produto da Hub, a gente sempre tem um finalzinho aqui, um convidado convida. Então já na sua cabeça aí é de bate-pronto mesmo pra poder trazer aqui no CountryCast.
Você me pegou meio de surpresa, mas eu tenho uma pessoa que eu acho que pode ser muito interessante. Pode dizer até o nome?
Fala pra aquela câmera, convida ele você que vai chegar até ele.
Ô Jefferson, da Computex, vem aqui conversar com o nosso amigo Rafael. Vem falar sobre normas. É o Jefferson, meu convidado. Minha sugestão de convidado. Porque aí, de maneira técnica e mais aprofundada, falando sobre todas as normas de macrofibras e como que é uma acreditação de um laboratório. Isso aí é muito importante para a gente que é fabricante e para os projetistas ter segurança em indicar os fabricantes que trabalham com esses laboratórios.
Sensacional. Então, Jefferson...
Eu te passo o telefone.
Show de bola. Passa, a Gabi vai salvar o telefone. Jefferson, você é o próximo convidado aqui do ConstrueCast, junto comigo com o Rafael dos Santos, para nós falarmos sobre normas, acreditação de laboratórios e trazemos aqui informação de qualidade para crescermos no mercado de macrofibras no Brasil, principalmente nos segmentos onde não atua. Jefferson, eu espero por você, hein? Cara, sensacional, Ivan. Espero que você... tenha sido prazeroso esse momento aqui. Espero te ver mais vezes aqui, ainda esse ano. A gente já tem uma conversa sobre isso, espero te ver aqui mais. E assim, foi sensacional. Eu aprendi aqui, tenho certeza que as pessoas também aprenderam, conheceram um pouquinho mais dessa história. A gente entendeu um pouquinho sobre o mercado de macrofibras. Com certeza informação de qualidade para todo mundo. Então pessoal, muito obrigado. tá? Por estar conosco, por fazer esse pedacinho de conhecimento junto com a gente e lembrando a todos vocês, vocês estão no Constra e Cast, a Voz da Construção e Eu Não Sou Paulo Barros. Vem comigo assim ó, faz assim, olha pra câmera aí, out!
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