Construção Industrializada em Aço: Inovações e Tendências com Ulysses Nunes #113

Paulo talks with Ulisses Nunes about industrialized steel construction in Brazil. They discuss how steel structures speed up building timelines, the role of the ConstruMetal event in São Paulo, and why finding skilled workers matters as the industry adopts new technologies.
Chapters
O episódio de hoje é com Ulisses Nunes, diretor executivo da Absen, e vamos falar sobre construção industrializada e também sobre um evento muito importante que acontece em São Paulo, que é o ConstruMetal.
ConstriCast, arquitetura, engenharia e construção.
Este episódio é um oferecimento Hub e Construção. Ulisses, seja bem-vindo mais uma vez aqui no ConstriCast. Vamos fazer um bate-papo, vamos falar sobre construção, mão de obra, oportunidades onde a gente pode aprender de fato, enfim. Seja bem-vindo mais uma vez aqui no ConstriCast.
Bom, bom dia Paulo, obrigado mais uma vez pelo convite, da gente poder falar um pouco de construção industrializada. Lógico que eu vou falar sobre construção industrializada em aço, da estrutura metálica e mista, junto com os outros sistemas, mas basicamente é construção metálica.
A gente vai falar sobre construção industrializada, ele vai falar da metálica e eu vou puxar a sarinha aqui. Vamos falar também de concreto, madeira, para complementar as coisas. Mas, de fato, no caso do Ulisses, é que o aço se sobressai. Lógico, Ulisses, o que você fala aqui eu assino embaixo. Aqui você não pede, você manda. Ulisses, vamos falar das vantagens do aço na construção civil? Então, já mandar de cara essa pergunta para você. Quais são as vantagens que você entende do aço na construção civil?
Eu entendo que... o aço na construção civil, a gente falando de construção industrializada, é realmente a redução da velocidade da obra, uma obra mais sustentável, você pode fazer uma obra em metade do tempo de uma construção convencional, mais sustentável, obra mais limpa, menos impacto, no entorno da obra, com trânsito, caçambas, a redução de caçambas de resto de obra, isso não vai acontecer na construção industrializada em aço. Então, isso é uma redução muito grande. Por isso que a gente fala que a obra é extremamente sustentável. E depois o reaproveitamento. Vamos supor que você constrói em aço um escritório ou um consultório em algum local de São Paulo. Bom, eu resolvo mudar o meu escritório. Bom, eu desmonto o meu consultório e levo para um outro lugar e monto ele em outro lugar. Isso aí é extremamente positivo para construir em aço. Eu dou até o exemplo, o Zanettini. O Zanettini, ele tinha a sede dele no local, ele desmontou toda a sede dele, levou para outro local e montou de novo.
E até aproveitar para mandar um abraço para o Zanettini, também para a Adriana, que é filha dele, enfim, querido aqui do ConstrayCast. Querido, na verdade, da Constituição Civil. Ulisses, agora uma pergunta que as pessoas sempre me falam, me fazem. Paulo, por que é mais caro? construir de forma industrializada. E eu sempre falo para essas pessoas que não é mais caro, é porque elas não fazem a conta da forma como tem que ser feita.
É, eu acho que você tem que não só considerar os materiais. Eu acho que muitas vezes as pessoas confundem e consideram como um custo só os materiais. Mas você tem que considerar todo o projeto da obra, a redução de fundação que você vai ter, com a construção metálica, o risco trabalhista, que como a sua obra é mais rápida, você tem menos tempo com os funcionários ali, o menor risco de acidente de trabalho, quer dizer, uma série de custos que são inerentes, a redução das caçambas, quantas caçambas você deve ter Uma construção tradicional, um edifício de 30 andares. Quantas caçambas você gira por dia. Então, você não vai ter isso, você vai ter essa redução. Então, existem todos esses custos que viabilizam a construção industrializada em aço. São custos inerentes ali que não aparecem.
E quem gosta muito desse tipo de construção são os vizinhos da obra.
Exatamente.
Que vão ter uma obra muito mais rápida, no caso, ou seja, você vai ter muito menos transtorno. durante esse processo de obra.
Por exemplo, você programa a entrada de material na obra. Vamos dar o exemplo, por exemplo, daquele prédio do Unibanco, ali na Avenida Paulista, que foi construído em aço. Imagina, ele está encaixado entre dois prédios. As estruturas chegavam à noite, descarregavam, de manhã já estavam sendo montados e você não via nada, parecia que não tinha uma obra ali.
Tudo programado, né, Ulisses? E você não tem problema com a questão de chuva.
Exatamente. Nada, nada, nada. Então, tudo isso é redução de custo, né?
Ulisses, e se você tivesse que falar por que eu escolho construir em estrutura metálica?
Eu acho que a construção em aço é realmente mais precisa. A gente vai falar de milímetros, não mais em centímetros, que é a construção convencional. Então, nós temos uma obra mais organizada, a possibilidade de você fazer uma arquitetura diferenciada, né? Você utilizar materiais isolantes diferenciados também, né? Pra manter temperatura, pra manter a parte de som também, né? Existem hoje também uma série de materiais que você pode fazer o fechamento, materiais mais modernos, né? que a gente tem por aí, que encaixam na estrutura metálica e não encaixam numa construção convencional muitas vezes.
Ô Ulisses, e aí a gente tem uma questão que fala-se muito na construção industrializada como um todo, que são as vedações. E eu queria entender de você como que a gente pode, de repente, resolver possíveis problemas de patologia que venham a ocorrer nesse tipo de construção.
É, isso pode acontecer naquelas construções mais leves, onde você precisa ter esse isolamento.
Que a gente, na verdade, precisa olhar como um sistema. Precisa olhar para a construção industrializada como um sistema.
Não é a construção industrializada, é o sistema construtivo. como um todo, né? Na maioria das vezes ele vai ser misto, né? Ele nunca vai ser... Na maioria das vezes ele vai ter aço, ele vai ter madeira, ele pode ter também o concreto, então você vai ter... a sinergia de todos esses materiais nesse sistema construtivo, por isso que a gente chama de construção mista. Então você tem que ter nos encontros dos sistemas construtivos, dos materiais diferenciados, você tem que ter os produtos adequados para você ter vedação e tudo mais.
E antes de falar do ConstruMetal, que enfim, a gente precisa lembrar de falar o nosso código, tá? Durante o bate-papo aqui para as pessoas que estão acompanhando. Quando a gente fala de problemas, de patologias, muitas vezes a gente culpa só um produto ali que foi aplicado. E eu trago até um ponto importante que a gente está vivendo hoje, que é a questão de mão de obra. E sobretudo a questão de qualificação.
É, vamos falar primeiro a questão da mão de obra, né? Eu acho importante a gente Hoje a gente tem uma crise de mão de obra para, não só para construção civil, mas para outras coisas, mas no nosso caso, principalmente a gente falando de construção mais leve, construção tipo light steel frame, onde muitas vezes a gente tem mão de obra preparada para o consultor fazer a obra. Então, a gente tem trabalhado junto ao SENAI, a gente já vem dessa preocupação, a gente já tem essa preocupação há bastante tempo, e a gente vai estar lançando agora no consultor mental, o SENAI vai estar lançando os cursos de formação de montador de Lysoframe, porque a gente percebe que grande parte das patologias está na mão de obra. não preparada para fazer a montagem das casas, né? Vamos falar do Light Shield Frame, principalmente, né?
É, e quando você traz uma mão de obra qualificada, né? Imagina que essa pessoa, ela está qualificada para fazer aquela execução, de repente, ela consegue identificar um produto que não está adequado para aquele tipo de aplicação porque ela foi treinada ali, olha, ela entende um pouquinho das normas, ela entende daquilo que realmente ela está fazendo e isso acaba, de fato, impactando numa construção sem patologia.
Exatamente. Você tendo um profissional preparado, ele sabe escolher os materiais adequados para ser utilizado, apropriados para ser utilizado na construção. Senão, ele não tendo conhecimento, ele aceita qualquer produto. E com certeza vai sempre na questão preço. Ah, vamos pôr esse aqui que é mais barato e tal. Então, o que precisa é o profissional estar preparado para fazer essa construção. Então, a gente tem que preparar. Eu acho que principalmente nas obras Light to Frame, a gente tem que começar. Aliás, muitas empresas já têm ações, grandes empresas têm ações de formação de mão de obra atuante. Então, eu acho que é isso aí. Agora, com o Senai também, eu acho que a gente vai fortalecer isso, vai melhorar essa condição.
E as pessoas que estão acompanhando a gente pelas plataformas de áudio ou de vídeo e querem saber mais sobre esse processo de formação, porque o lugar onde você vai fazer essa formação também impacta. de forma positiva ou negativa nesse processo de conhecimento. Para quem está acompanhando e quer saber mais, qual o caminho que elas devem buscar?
Eu acho que elas podem conversar no Senai, ligar para o Senai em São Paulo, ali no bairro Oliveira, na Zona Leste, eu acho que é importante. No instrumental, a gente vai ter o Senai expondo lá também e a diretora, a Camila, participando do segundo painel. Ela vai estar falando um pouco dos cursos e depois na própria Vicente, se vocês ligarem lá, a gente pode ajudar. vocês a como fazer o contato com o Senai.
Pode direcionar e também podem mandar mensagem aqui nos nossos canais do Construe.Cast que a gente também ajuda nesse direcionamento. Ulisses, agora vamos falar um pouco do evento Construe.Metal. O que que as pessoas vão poder ter aí a chance de acompanhar, de aprender, enfim?
Essa é a décima edição do nosso congresso, um congresso que acontece de dois em dois anos. A gente só parou na época da pandemia, comemos um ano, demorou três anos para acontecer. Até antes da pandemia, a gente tinha um evento que eram três dias, era um evento um pouco diferente. A partir da pandemia, a gente começou a avaliar uma melhor maneira de a gente transmitir pontos importantes do setor de estrutura metálica para o público em geral, principalmente o público comprador de obras, os engenheiros, arquitetos, projetistas e também a academia, os alunos de universidades, professores. Então a gente escolheu fazer um congresso de um dia, um dia mais, um dia bem denso, onde a gente tem painéis, a gente subdivide painéis por assuntos, e a gente tem um tema central do consumo metal, inovar, conectar e sustentar o futuro da construção metal, que é o nosso tema do congresso, a gente sempre tem um tema. E aí a gente desenvolve todos os painéis em cima disso.
Eu ia te perguntar agora, eu queria que você falasse um pouco dos painéis, inclusive citasse aí alguns nomes, porque eu.
Vi que tem aí nomes fortes, né? Nomes fortes do setor da estrutura metálica, né? Nós temos aí o painel 1, que vai falar sobre... Eu tenho que dar uma lida às vezes aqui?
Não, pode, fique à vontade.
Porque fica mais fácil, né? Que é a viabilidade econômica da estrutura metálica e quando construírem aço, né? De projetos que utilizam aço, Agora, quem.
Vai participar desses painéis?
Essa é importante, análise de casos em prédios de múltiplos andares, destacando custos diretos e indiretos. Quem vai estar participando disso? O Daniel Ferraz, o engenheiro do Aço, ele é o moderador desse painel. Nós temos o Enrico Mangoni, que é um engenheiro e arquiteto italiano.
Conhece muito de estruturas híbridas.
Conhece muito de estruturas metálicas. Vai trazer a visão da Europa comparando com o Brasil. Ele vai estar trazendo isso. O César Mortari, que além de um fabricante de estrutura metálica, foi presidente do Sinduscom Goiás, é o atual vice-presidente do Sinduscom, é também diretor do SIBIC, é uma pessoa fantástica. Se vocês forem no YouTube, você pode seguir lá. Ele tem sempre uns episódios interessantes, bastante interessantes sobre estrutura metálica. Agora ele fez um da China, comparando a China. Muito interessante sempre. E o Márcio de Castro é de uma empresa que se chama Next. Ele vai falar sobre a legislação da pegada de carbono, como é que ela vai funcionar. Não vamos aqui falar sobre pegada de carbono do aço, não, da estrutura, do concreto, não. A gente vai falar da legislação e o que todo mundo vai ter que fazer para atender essa legislação.
Quais são as adequações.
Porque lá na frente nós vamos ter obrigação. Os financiamentos vão exigir que você tenha todo o seu inventário, né? Então, ele vai estar falando sobre isso, eu acho que é um assunto extremamente interessante.
Importante, né? Para se preparar, né?
Exatamente.
Quando você se prepara, você evita aí possíveis...
Exato. E ganhos, ganhos, financiamentos. Vocês têm que saber que existem financiamentos do BNDES para quem investe nisso e financiamentos com taxas baixíssimas. Então, é muito interessante. Não cheguem atrasados, não percam o primeiro painel. É muito interessante. E a Rosana Bevilacqua, da Gerdau, aí é uma... Rosane é uma ícone aí do setor de estrutura metálica, uma pessoa fantástica, tem um conhecimento pleno de estrutura metálica.
Rosane, eu posso falar com propriedade, assim, que, enfim, é uma mulher incrível em todos os quesitos, assim, e tem uma reputação no mercado muito boa, assim. A Rosane, dispensa comentários também.
Então, ela vai estar falando sobre a viabilidade, como é que se viabiliza a cadeia da construção de um prédio em aço, né? Porque não é só estrutura metálica, né? Você tem uma série de outras coisas que entram, né? Materiais complementares ali, o vidro, né? Como é que isso aí pode... Como você viabiliza isso, né? Porque muitas vezes você quer construir em estrutura metálica, mas você não sabe como viabilizar essa cadeia, né? Você tem dificuldade de achar as outras coisas para juntar e formar o edifício. Então ela vai falar como ela... A Gerdau fez isso aí numa obra, ela vai falar sobre essa obra, uma grande obra que vai ser construída, e ela vai falar como a Gerdau e ela ajudaram a... informar para a empresa, construtor e tudo, como viabilizar essa construção.
Esse painel aí tá forte demais, tá bom. Então imagina o que vem aí também na sequência.
Depois nós temos aí o segundo painel, que é novas tecnologias aplicadas à cadeia produtiva da construção em aço. Além de a gente estar falando, a Trimble vai estar lá, o Carlos Costa. O Carlos, grande amigo. Vai falar sobre BIM, sobre como os sistemas, como a programação pode ajudar na automatização da produção. Como essa produção vai... A gente tem que pensar que um dia tudo vai ter robô, né? Independente de você ter um... A estruturamentura é muito tailor-made. Cada obra tem o seu projeto e peças diferenciadas. Então, por isso, muitas vezes uma parte você consegue automatizar facilmente, mas tem uma segunda parte que são peças diferentes que você acaba tendo uma mão de obra intensiva. Mais intensiva. e tem uma certa dificuldade em automatizar, mas eu tenho certeza que lá na frente vai acontecer. Isso aí é questão de tempo.
E essa parte da tecnologia de ponto a ponto é muito interessante, porque quando você pensa nessa cadeia da indústria e obra, você consegue fazer esse processo de automatização. Imagina, isso é o melhor dos mundos.
E vai ter um cara muito bacana, que é o Rodrigo Varejão, ele é o diretor-geral da FAPS, e do IFES lá no Espírito Santo. É uma coisa que a BCM vai começar a pensar em como a gente buscar startups para ajudar os fabricantes estruturamentares a desenvolver uma certa automatização. De repente, a gente... já está pensando em um programa de startups dentro da Vicenha para os fabricantes estruturamentares, então a gente vai estar pensando nisso, surgiu isso de uma conversa que nós tivemos aí, a gente teve esse mês aqui, até hoje está tendo, Painel por painel, a gente reúne todos os painelistas para a gente preparar o congresso.
Que hoje é um grande desafio do Setor Vivo, né Ulisses?
Ele mesmo falou que ele levantou e não viu nenhuma startup no setor de construção metálica. Então, de repente, é uma coisa que pode ser boa. E aí vai outros painéis, tem o painel do setor de energia elétrica, onde vamos ter a NEO, Anel, ONS, Opel.
Fala quem vai mediar os painéis. Fala o nome dos mediadores.
Os mediadores? Esse aqui que nós falamos agora é o Rodrigo Varejão, vai ser o mediador. Depois nós temos o de... é... construção industrializada leve, né? Do Light Shield Frame e tal. É o nosso vice-presidente, o Fábio De Geroni. Ele é o vice-presidente de Light Shield Frame do ABCM. O Renan, da Espaço Smart, tá nesse painel. Professor B, da Barcussen, lá na Universidade do Chile. Especialista em construção a seco. Já esteve no Canadá, na universidade lá do Canadá. Agora tá na Universidade do Chile. Temos o Marcelo Micali e a Camila Pimenta, diretora do Senai São Paulo, que vai estar lançando os cursos de Light Shield Frame e estrutura metálica no Consumo Metal.
Sensacional. Próximo mediador?
O próximo mediador é o nosso amigo Carlos Adolfo da ABDIB, a Associação de Construção Pesada. É a parte de energia elétrica, é um painel diferente um pouco, é uma estrutura metálica diferente, mas dentro da BCI nós temos 20 associados entre fabricantes de estrutura metálica e construtores de linha de transmissão. É um grupo forte, muito coeso, onde a gente luta bastante pelo conteúdo local das torres de transmissão, para não ter nenhuma entrada de... de material importado, de baixa qualidade, então a gente está trabalhando muito forte sempre junto ao governo, junto à NEO, junto à ONS, para que isso se mantenha. E aí nós temos a presença aqui do Adriano da ONS, que é o operador nacional do sistema elétrico brasileiro. Depois temos a Eletrobras, o Fernando, que vem representando a Eletrobras. O Ricardo Nakamura, que é o vice-presidente de Itoes, da Abicem. O Gustavo Barra, que é o diretor das construtoras, é o líder das construtoras de linha de transmissão, está dentro da Abicem. Depois temos o André, que é o vice-presidente de regulação da Copel, também vai estar aqui. E o Carlos Matar, da Anel, também vai estar aqui. O diretor geral também, o Sando Malfeitosa, vai estar no evento, desde a abertura até esse painel. E depois temos também o de construção pesada. O moderador é o nosso amigo Zé Augusto.
Zé Augusto da Abrafé.
Que é o vice-presidente da Abrafé e da ABC.
Esse daí é brabo, viu? Entende demais.
E nesse, como a gente fala em obras estruturas pesadas, estamos falando de Petrobras e Valem, com os dois representantes aqui que vão estar participando de painéis. E o Marcos Monteiro, o nosso secretário de estrutura da Prefeitura de São Paulo e professor do Mackenzie. entendido em pontes e vai estar falando das vantagens das pontes metálicas também e como São Paulo tem uma série de pontes metálicas também. E o último painel, o painel final, a gente está chamando de perspectiva de oportunidades para a construção, para a indústria da construção civil, vai ser mais um Uma descompressão no dia. O Teco Medina, o da CBN, ele é um cara super bacana, super... Inteligentíssimo, né, também. Ele tá já no nosso terceira edição que ele vem. Ele já reserva a data sempre. E aí vamos estar aí, o Horácio vai estar nesse painel. E vamos ter o BNDES também, falando dos financiamentos nesse painel. BNDES vai estar. no último painel, apresentando os financiamentos disponíveis para o nosso setor, para o nosso segmento.
Então, a dica que eu traria aqui, ó, vai descansado, anota tudo.
Aí temos um bom almoço, um bom coffee break, intervalos.
Além de tudo isso, as pessoas ainda vão poder ter a oportunidade, não só de network, mas também de conhecer um pouco do Allianz Parque. Que, diga-se de passagem, quando ele foi construído para a Copa do Mundo de 2014, Foi uma obra destaque pelo exemplo de construção, né?
Eu não sou palmeirense, eu sou santista. Eu tô feliz porque a WT vai fazer a Vila Belmiro também, então deve ser mais ou menos parecido. Mas realmente, pra mim, o estádio mais bonito que a gente tem é o Allianz Parque.
E agora, Ulisses, vem uma informação importantíssima. Primeiro, agradecer porque as pessoas estão vendo esse livro aqui, ninguém está entendendo nada, mas esse livro aqui o Ulisses me presenteou, tá? Um presente meu. Obrigado, Ulisses, de novo. Porque eu já tinha ganhado um, mas o meu eu tive que dar para o engenheiro Rafael dos Santos, que ele viu, gostou. E a gente não pode negar nada para um autista, porque o bicho é teimoso e se eu não desse ele ia ficar triste. Mas agora eu ganhei o meu. Ulisses, a gente vai ter 5, sortear 5 ingressos pra quem tá acompanhando esse episódio até o dia do evento. A gente vai falar um código aqui agora, que é minha história no ConstruMetal. Você vai colocar esse comentário aqui e vai mandar também no inbox das nossas redes sociais do ConstriCast, tá? E o que que é legal? A gente vai estar com o estúdio dentro do Constru Metal esse ano e você que vai, a gente vai fazer um bate-papo rápido lá pra você contar um pouquinho da sua história na Construção Civil, um bate-papo de cinco minutos pra gente de fato construir essas conexões porque aqui a gente dá voz de repente a quem não tem ou a quem tem, é uma forma de Você também vir fazer parte desse ecossistema aqui de construção e, sobretudo, de inovar na construção. Ulisses, tem alguma pergunta que eu deixei de te falar, de te perguntar e que você gostaria de reforçar aqui?
Não, eu só queria agradecer, novamente, e também a oportunidade de a gente poder divulgar o consumamental. que é o nosso congresso principal, né? A gente tem ele de dois em dois anos, né? E também a gente tem um outro evento que é o Modern Construction, que é de dois em dois anos também.
E já teremos o ano que vem, né?
Um ano o ConstruMetal, no outro ano o Modern Construction, onde a gente faz o ConstruMetal Pocket mais reduzido, né? Com outros materiais, porque ali no Modern a gente vai estar falando de de construção, não só de construção metal, mas de todos os sistemas construtivos, a gente vai ter madeira. Você falou da ilha, né? A ilha com o pessoal lá da BICIC com pré-moldagem de concreto, o light steel frame, os fechamentos também, telhas, isolamento acústico, isolamento... Todo material de construção, tudo que for possível de construção industrializada. Todos aqueles materiais que fazem parte de um sistema construtivo industrializado. Então a Abicem agora tem dois eventos, um no ano par e outro no ano ímpar.
E, enfim, quem teve a oportunidade de acompanhar esse episódio até o final... Mas não perca o Construmental! Não dá pra perder!
Não pode perder esse Construmental aqui, que vai estar muito bacana, o último foi fantástico, né? Nós devemos ter a presença de algumas autoridades, a gente não tem ainda a confirmação, mas tá bem adiantado aí, mas a gente deve ter na abertura e no encerramento também.
E é isso, galera! Vocês que ficaram até aqui, lembrando, a gente vai sortear 5 ingressos gratuitos e você só precisa colocar o código nos comentários e também mandar no inbox das nossas redes sociais. Um abraço e até o nosso próximo encontro, não sei se aqui no nosso estúdio ou diretamente do ConstruMetal 2025. Ulisses, obrigado mais uma vez!
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