CONSTRUECAST | ARQUITETURA CORPORATIVA | WORKPLACE | THAIS TRENTIN | PODCAST DA CONSTRUÇÃO #007

Podcast interview (ConstrueCast #007) with Thais Trentin, executive director and founder of Workplace, about corporate/workplace architecture. Thais describes her career path (architect for ~23 years), the Workplace firm (founded ~4 years ago), the firm’s philosophy (human-centered design, culture-through-space, ‘Ubuntu’ team culture), typical project timelines (concept-to-delivery ~90–120 days; on-site construction management often 45–60 days), and practical approaches: early involvement in site selection, test-fit studies, stakeholder alignment (RH/people, facilities, finance), careful planning with suppliers, and examples of domestic and international projects. She also defines PTQ ("Padrão Thaís de Qualidade") and mentions a PTQ Plus recognition from a long-term client.
Questions this video answers
January 25, 2023
23 years
4 years
Approximately 90–120 days
Approximately 45–60 days
Chapters
Sejam bem-vindos ao ConstrueCast. O episódio de hoje é um oferecimento produtor à Infinity Plus. Olá, está no ar mais um episódio do ConstriCast, o podcast da indústria da construção, arquitetura e engenharia. Hoje nós vamos conversar sobre um tema que eu gosto muito, que é arquitetura corporativa. E antes de apresentar nossa convidada, eu gostaria de agradecer a produtora Infinite Plus, que é a patrocinadora oficial deste podcast. Thais Trentin, ela é diretora executiva e fundadora do Escritório de Arquitetura Workplace. Ela é palestrante e também tem um desafio muito interessante que é transformar a vida das pessoas através do ambiente de trabalho. Thais, eu gostaria de agradecer a sua presença, que é uma honra muito grande te receber aqui.
Ah, Paulo, sempre muito bom, sempre muito bom poder contribuir, poder compartilhar o conhecimento, me sinto muito honrada em estar aqui.
Obrigado, Thaís. Então, tenho uma honra, mais uma vez, muito grande de receber você, porque você é uma pessoa muito querida, enfim, a gente tem uma relação aí de longa data e eu acompanho o trabalho incrível que você, junto com o time da Workplace, realiza dentro das empresas.
Ah, que bacana. Muito bom estar aqui hoje pra gente poder contar um pouquinho, né, de como é que a gente consegue impactar as pessoas, promover bem-estar, né? Isso também é um tema que é minha grande paixão, então vai ser uma delícia o bote-papo.
E para dar início ao nosso bate-papo, como surge a arquitetura na sua vida?
Uou, vamos lá então. Eu já sou formada há 23 anos, então a arquitetura passou a ser uma escolha há quase 30 anos na minha vida. Foi uma escolha porque ali naquele momento onde a gente é adolescente, que tem que de fato fazer uma escolha para que você possa Entender quem você vai ser lá na frente, como você vai construir a sua jornada, esse caminho. A arquitetura, para mim, sempre me chamou muito a atenção pelo ponto estético. Acho que foi o primeiro ponto. E o segundo, porque os projetos são únicos. Não existe uma rotina. É um processo de começo, meio e fim, mas que tem sua dinâmica. Isso me encantou muito. E aí foi por esse motivo que eu optei, entre as minhas outras carreiras, que era advocacia, fazer direito, trabalhar com marketing, eu optei em seguir pela arquitetura.
E por que a arquitetura corporativa, Thais?
Justamente porque os projetos são únicos, porque existe uma dinâmica e na arquitetura corporativa essa dinâmica é potencializada. Enquanto num residencial, muitas vezes você vai junto com o seu cliente, passar meses trabalhando. E se for uma casa, até anos trabalhando com esse cliente, até que a casa possa ser construída, finalizada, enfim. O dinamismo do corporativo não é assim. Por quê? Porque a empresa precisa entender que o investimento dela, ela tá fazendo para a empresa, não só pro board que tá ali na definição daquele momento. Então, ela precisa rentabilizar. Ela não pode ficar pagando meses de alocação, ela não pode. Então, ela precisa fazer com que isso aconteça e um projeto corporativo ele roda ali na casa dos seus 90, 120 dias. Então, é muito mais dinâmico, e isso é o que brilha meus olhos, né, sabendo que a gente tá sempre em processos novos, sempre em projetos novos.
E nessa questão de prazos aí, existem exceções, né, que você consegue entregar de forma muito mais rápida, que é o que eu tenho visto aí na Workplace.
Sem dúvida, na verdade, assim, quando eu falo 90, 120 dias, é quando a gente tá falando do processo como um todo, né, então, ali eu já tô falando em conceituação, desenvolvimento executivo e execução de obra. Então, é muito desafiador. Uma obra, efetivamente, A gente gerencia entre 45 a 60 dias normalmente, mas é caso que cada projeto, cada caso é um caso, cada projeto é um projeto, a gente precisa sempre olhar como atender melhor o nosso cliente.
Hoje você vê muito o nome do fundador sendo o próprio nome do escritório, ou seja, como que é a gestão de um escritório de arquitetura e como que você vê essa questão do ego, né? Porque acho que existe um ego e, enfim, como que você engaja uma equipe se você usa, por exemplo, Thaís Trentin Arquitetura ao invés de Workplace. Como que você enxerga isso dentro da arquitetura, principalmente?
Na verdade, Paula, a Workplace existe há quatro anos. Acho que ela é uma consolidação de toda a minha jornada, de todo o meu caminho como profissional. E a primeira reflexão foi justamente essa. Como vai chamar o meu novo escritório? Num primeiro momento, óbvio que me veio a ideia do Thaís Trentin, mas no momento seguinte, já não mais. Eu não gostaria de ser reconhecida no mercado por um escritório autoral. porque eu não faço sozinha. Então, o Workplace veio, e eu fiquei muito surpresa quando fui fazer a pesquisa do nome, de saber que ele estava disponível ali. O Workplace veio porque é o nosso DNA, é o que a gente de fato faz. Então, é o Workplace e a arquitetura corporativa. Nós não fazemos casas, nós não fazemos arquitetura hospitalar, por exemplo, nós somos focados na arquitetura corporativa. Então, acho que esse é o primeiro ponto. E o segundo, que eu acho que o ego é algo que talvez esteja intrínseco na personalidade de um arquiteto. O arquiteto costuma olhar muito para si nos seus projetos, entender muito o eu no projeto, e eu gosto de olhar o todo. Então, no ano passado, a gente teve um All Hands na nossa empresa, e nesse All Hands eu trouxe um contexto que eu valorizo muito, que é um... uma filosofia africana que se fala Ubuntu. Todos somos um. E hoje é UbuntuWP. As pessoas se sentem parte integrante. Então, como é que você vai criando cultura conectada àquilo que de fato você acredita? Então, eu não acredito que eu, Thais, que inicialmente era conceituadora de layouts no nosso escritório, hoje não mais, eu já deleguei essa função, hoje o time de arquitetura toca, porque eu entendo que o negócio precisa ter um outro olhar, um outro direcionamento. Não que eu não ame fazer a conceituação, com certeza sim, mas eu acho que é pensar nesse todo, é entender de como a equipe, cada um, vai fazer parte, né? Eu sempre penso, eu não gosto muito de usar a expressão do cada um do seu quadrado, mas eu sempre falo, vamos pensar num grid? Cada um está dentro de um quadradinho desse grid. E esse grid forma o todo. E esse todo é a nossa entrega. Desde os arquitetos que conceituam, a parte do administrativo que faz a coisa acontecer na questão burocrática. A gente tem uma PMO que conecta tudo isso. Quando a gente gerencia uma obra, os nossos residentes que ficam nesse gerenciamento junto com as construtoras. Eu acho isso muito rico. O processo é muito rico. Não dá simplesmente pra eu falar Thaís Trentinho.
Como que cada pessoa participa, né, no processo pra você ter, de fato, um projeto excelente, né?
Exato, aí você gera o engajamento, aí você gera o pertencimento. Então, isso é a raiz da cultura da nossa empresa.
Mas que você construiu, né?
Sem dúvida.
Na verdade, essa cultura, né? Porque acho que todos hoje que estão ali na workplace, tem um pouquinho da Thaís Trentinho, acredito, pelo menos, o que eu vejo de longe, assim, sabe?
Eu acho que tem muita coisa do... Walk to talk, assim, eu lidero pelo exemplo. Então, eu sou uma pessoa extremamente presente, eu sou uma pessoa que também tem uma abertura muito grande com todos eles. Porque o que eu vejo hoje, depois de construir essa jornada de tantos anos, se eu somar, e é muito interessante porque quando eu optei em fazer arquitetura, logo no primeiro estágio, eu fui trabalhar com arquitetura corporativa. E eu falava, bom, então, como é estágio, vamos experimentar. Então, quando eu fui para um segundo estágio, eu me lembro que, inclusive, fui ser estagiária do meu professor e orientador do meu TFG, e ele tinha projetos incríveis, institucionais e tudo mais, e calhou dele receber uma demanda de refazer um... de propor um layout, né, pra um determinado cliente dele. Ele falou, olha, Thais, você que já tem experiência com layouts, eu falei, poxa, mas eu vim aqui pra aprender outras coisas, né?
Vim pra aprender.
Então, assim, eu entendi que ali era o meu caminho, era o meu destino, então eu realmente abracei isso, né, e hoje eu realmente me considero uma especialista em ambientes de trabalho, com todos os cursos que eu tenho, para me consolidar dessa forma. Então, após 25 anos de atuação na arquitetura corporativa, o que eu vejo hoje da Thais Trentin? Que ela tem que transbordar na vida do outro. Então, o meu time recebe isso, que eu tenho que compartilhar conhecimento, eu tenho que acelerar o desenvolvimento deles. Muitas coisas que eu fiz, eles não precisam fazer. Eles podem fazer melhor, né? Então, eu acho que esse é o meu grande papel como gestora, como líder.
Paz, e nessa linha, né, quando você fala de arquitetura corporativa, imagina, tem uma empresa, não importa o tamanho, mas assim, eu sinto a necessidade de fazer uma reforma ou expandir, Qual o momento que eu devo procurar um escritório de arquitetura? Ou seja, quais são as etapas para eu pensar em fazer uma reforma ou uma ampliação para que eu tenha, de fato, uma obra entregue no prazo, no preço e, principalmente, com excelência?
Acho que é sempre importante, Paula, assim, o profissional, e a gente fala muito com os facilities, às vezes as empresas não têm um facility, então a gente vai falar por muitas vezes com alguém de compras, com o pessoal de RH, né, porque os nossos projetos, eles são norteados numa questão de human center aqui, né, é a pessoa, a gente projeta para pessoas, então a pessoa tem que estar no centro de tudo. Normalmente, RH detecta muito isso. Olha, nossas instalações não estão de acordo, às vezes estão antigas, obsoletas, precisam receber uma expansão. Então, é importante que o arquiteto seja convidado para esse processo nesse início. a gente tem toda uma expertise pra ajudá-lo, né, pra contribuir, né, de uma forma muito genuína com essa busca de um imóvel, né, com, de repente, o que a gente chama de test-fit. Como é que eu faço um estudo de ocupação pra entender quais são os caminhos pra que possa ser, o que eu sempre falo muito pros clientes, nos use como uma ferramenta de tomada de decisão, né? Eu posso ali gerar todo um estudo pra você, pra que você tenha lá opções A, B, C, e que ali junto com a tua alta liderança, vocês tomem a decisão, melhor decisão. E ela vai estar pautada na qualidade do espaço, acima de tudo, mas no custo, no investimento, em que prazo a gente vai conseguir isso, e a excelência ela é de fato intrínseca ao nosso trabalho. Então, eu acho que quando a gente consegue estar nesse momento, junto com a empresa, acho que o projeto fica muito mais... A gente fica com a sensação de realizar um projeto completo. Não entrei no meio, não tentei resolver... Não que a gente não faça isso, a gente faz, mas o ideal, de fato, é que a gente consiga estar nesse começo.
Que, inclusive, vocês têm a função, né, também, de transmitir a cultura da empresa através do ambiente de trabalho, né? Como que funciona isso, por exemplo?
Sem dúvida. Na verdade, assim, avançando com o desenvolvimento do projeto, então, assim, eu entendi qual é a necessidade, a demanda, o headcount desse cliente. eu entendi quais são as expectativas, em que momento que ele quer estar na empresa, e agora, desse pós-pandemia, a gente tem discutido e tem sido conversas muito ricas com os nossos clientes, e a gente promove alguns insights justamente para que eles construam caminhos. Então, o que eu acho é assim, nesta avaliação, a gente tem que captar ali nessa captura de briefing, Qual é a cultura? O que que você, de fato, quer viver com o teu colaborador? Porque a gente tem falado muito que hoje o escritório, ele passou a ser o ponto de encontro, né? Então, assim, muitos trabalhos estão consolidados, né, no Anywhere Office, não vou nem dizer só que é o Home Office, mas hoje a pessoa trabalha da onde ela quiser. Algumas atividades, sempre brinco, obra não é Wi-Fi, então a marreta, ela, né, e a construção, ela acontece realmente de uma forma física. Mas muitas atividades podem ser desenvolvidas e até devem, né, por uma questão de foco, por uma questão de concentração, enfim. Só que o ser humano, ele é de conexão. Esse olho no olho, esse café, essa conversa, ela tem que acontecer pra que o ambiente seja saudável, né?
O ambiente tem que estar preparado, né?
Preparado pra isso. Então, assim, a partir do momento que a empresa escolhe qual é o modelo, ah, é híbrido, É presencial, é remoto, com encontros esporádicos, enfim. Então, isso é a cultura. E como é que a gente traduz essa cultura para que as pessoas possam vivenciar isso no ambiente? A gente teve um cliente que a gente entregou recentemente. uma obra, e foi muito curioso porque, na primeira visita da colheita do briefing, o CEO dessa empresa estava conosco no espaço físico, que seria reformado, e ele falou, olha, eu quero que o meu colaborador chegue aqui, olhe para a direita e para a esquerda e não entenda onde ele vai trabalhar. Aí eu falei, entendi. E aí a gente veio, era uma concorrência, fez uma proposta, e, no fim, nós fomos eleitos o escritório para poder executar esse projeto, justamente porque ele estava totalmente conectado com o que eles queriam propor para a vivência dos colaboradores. Espaços coloridos, espaços colaborativos, espaços que realmente promovam esse tipo de encontro e conexão. não era simplesmente um grande open space, com várias estações de trabalho, né, que de fato ali não tava conectado.
Conectado com aquela nova cultura da empresa?
Exato, com aquilo que a empresa gostaria de reforçar com o seu time, né, porque eu acho, eu sempre gosto muito de falar isso, o ambiente físico é quem empacota e entrega essa cultura pro teu colaborador. Então, não adianta, às vezes, você trabalhar em reuniões de alinhamento, ou o RH ter um superesforço em falar quais são os valores da empresa, o propósito da empresa, se o ambiente físico não está conectado. Porque o ambiente físico, nós somos impactados pelo ambiente físico. Então, a gente gosta muito de falar na workplace que nós impactamos as pessoas. Os ambientes, eles transformam e conectam as pessoas. E que ambiente eu quero ter, né? Pra que time? Então, por muitas vezes, eu invisto num ambiente saudável, num ambiente que proporcione, né, e um ambiente que fomente isso. Qual que vai ser o seu resultado? Sem dúvida, aumento de produtividade e lucratividade.
E nessa questão, né, de fazer avaliação, né, daquilo, o cliente ele te chama pra conversar, ele transmite ali uma ideia que ele tem na cabeça, Como que é fazer essa leitura, né, do que o cliente quer e transmitir num projeto? Hoje eu tô falando de Itaís, né? Mas você tem um time que tá ali, enfim, dando suporte. Como funciona esse processo? Porque eu que visito muitas empresas, eu vejo, às vezes, que o espaço tá totalmente fora daquilo que eu entendo que é a cultura daquela empresa. E como que funciona isso na workplace? Essa leitura da ideia do cliente.
Eu acho que essa é a nossa cultura, né, Paulo, de trazer luz e clareza, né, porque por muitas vezes o cliente, ele quer, mas ele não tá direcionado exatamente porque ele quer. E esse é o nosso papel. Direcionar, né, orientar e propor, né. Várias vezes eu chego pro cliente e eu falo, olha, eu queria isso. Eu falo, mas você tá aberto a ser algo diferente disso? Aí ele olha e fala. Traga sugestões. E a gente traz, e normalmente, a gente consegue ser assertivo, porque você é o famoso fora da caixa. E a criatividade do arquiteto tem que ser utilizada e canalizada desta forma. Então, o que eu vejo muito no mercado é que, após pandemia, as pessoas estão mais abertas, porque você pode ter uma redução de espaço, só que você pode ter mais qualidade no seu espaço. E essa qualidade é o que vai, de fato, reforçar sua cultura, né, trazer esse pertencimento, esse engajamento. Então, eu gosto também muito de trazer aqui qual que é o propósito da Workplace, né? Então, a gente, o nosso propósito é que, através dos ambientes físicos, a gente possa impactar as pessoas pra que elas possam ser mais produtivas, mais engajadas e, acima de tudo, mais felizes. Porque, gente, feliz é sucesso.
Sucesso, com certeza. E nessa questão de qualidade, eu recebi duas perguntas aqui, pediram pra fazer pra você pelas redes sociais em um vídeo que eu postei. A primeira delas é, eu vi num vídeo da Workplace que tinha uma pessoa falando que tinha uma sigla chamada PTQ. O que é PTQ, Thaís?
Olha, assim, eu sou, eu tenho muito orgulho dos clientes que eu tenho, e é uma relação de muitos anos, né? Por quê? Eu acho que eu também, e aí acho que esse é meu DNA, né? E eu falo sempre, eu gosto sempre de falar que os projetos da Workplace, eles estão pautados em dois pilares. Primeiro, é o técnico, sem dúvida, normativas e tudo mais, a gente é conhecedora de todas elas. E segundo, os detalhes. E essa questão dos detalhes é o meu DNA, né? Então, é o DNA da Thaís que tá ali dentro da workplace e que tá todo mundo vivenciando. Como é que eu penso no detalhe, eu olho no detalhe, porque a pessoa que vai receber esse projeto, ela se sente cuidada. Então, esse orgulho de entrar num cliente e saber que você vai prover solução, é um cliente que eu tenho há uns 15 anos aí, pelo menos, e já fiz diversas reformas. Mas, nesta última reforma, eu fui surpreendida, porque PTQ, ele comentando, ele falou, olha, Thaís, como você sempre vem, né, agora a gente tem esse novo desafio de transformar a nossa casa nessa cara mais coworking, mais acolhedora, por conta de um pós-pandemia e tal. E ele falou, mas você virou um OKR aqui. E é uma empresa de tecnologia, aí eu olhei, eu falei, um lokiar, ele falou, a gente tem aqui o PTQ. Falei, o que é isso? Padrão Thaís de qualidade.
Que legal!
Aí eu fiquei super impactada, mas muito feliz, né? Saber que todo o nosso reconhecimento, todo o nosso esforço, ele é reconhecido. Então, assim, e aí a gente fez uma, depois desta nova obra, virou um PTQ Plus, né? Porque, de fato, ele ainda se sentiu mais surpreendido do que o padrão que ele já estava acostumado a receber. Então, isso só me enche de orgulho e vira combustível, né, pra que a gente possa cada vez fazer mais e melhor.
Não, é interessante, né? Você pega um cliente de 15 anos aí que você tá atendendo, ou mais, e você chega nesse padrão, né? Como a gente fala sempre, que quanto mais você tem ali responsabilidades com o cliente, o seu nível de exigência vai aumentando cada vez mais, e você chegar num... O cliente fala isso de você. Realmente, é muito interessante.
Não, com certeza. É o que dá sentido.
Agora eu tenho aqui mais uma pergunta que veio através das nossas redes sociais. Vamos lá. Olha só. 70% das gerações YZ diz preferir o trabalho híbrido ou remoto. Gostaria de saber por que os escritórios tradicionais não atraem mais os jovens.
Olha, na verdade, o que eu gosto muito de falar, e aí você começou aqui falando no início da minha apresentação, que eu sou palestrante, e eu tenho um conteúdo que inclusive tá até disponível no YouTube, justamente sobre smart office, e o que fala sobre que hoje a gente convive com até cinco gerações do mesmo ambiente. Então, desde o estagiário até a pessoa mais sênior, a autoliderança, a gente passa por cinco gerações diferentes, e dentre elas, agora, a gente passou por dez anos de pandemia, o que fez a gente repensar e refletir muita coisa. Eu acho que a resistência é uma coisa que não dá mais para ser recebida, porque você vai ter automaticamente você não vai conseguir atrair bons talentos que tenham uma visibilidade diferente. Por quê? Porque o jovem hoje, e eu falo disso porque eu vivencio isso na minha própria empresa. E uma das coisas que eu acho bem importante, eu gosto de considerar workplace como empresa de arquitetura. Nós não somos só um escritório de arquitetura. A gente tem, de fato, uma estrutura que tem essa visão da gestão, que embarca outras coisas. Voltando à sua pergunta, a questão é assim, o jovem hoje, Maria, sua geração dos 20, 30 anos, eles são da geração do compartilhamento. Eu não tenho um carro, eu compartilho um Uber. Eu não tenho, às vezes, até uma moradia, eu tenho um co-living. Eu não tenho um hotel, mas eu tenho um Airbnb. Eles são de uma outra... de uma outra geração, efetivamente. Então, assim, pra esse jovem, é rico ele não ter um posto de trabalho com um porta-retrato da família, o copinho de caneta, por quê? Porque ele quer estar vivenciando experiências ao longo do dia, ao longo da semana, né, e sentando com diversas pessoas.
Olhando pra uma janela, olhando pra uma parede, pra uma pessoa, enfim.
De fato, e às vezes ali concentrado num puff, numa salinha de foco, ele quer ter a experiência, vivenciar coisas dentro desse ambiente. E por isso que hoje a gente tem olhado pro ambiente, não simplesmente como mesa de trabalho e sala de reunião. A gente tem olhado sim como a mesa que ele também pode fazer o trabalho, mas a gente tem olhado pra squads, a gente tem olhado pra metodologia ágil, a gente tem olhado pra colaboração, compartilhamento, a gente tem olhado pra uma série de outros itens, né, que compõem esse projeto e entregam mais pra esse ambiente de trabalho e que você consegue acomodar essas cinco gerações. Porque a pessoa que é um pouco mais conservadora, ela vai querer ter o posto dela de trabalho. Mas esse jovem que chega, né, com um... com outro direcionamento, com outro olhar, porque pertence de fato a uma outra geração, ele quer vivenciar outras coisas.
E como preparar um ambiente, né, que você consiga lidar com isso, né? Com essa pessoa mais conservadora, não, esse espaço aqui é meu, eu não aceito chegar amanhã e ter outra pessoa nesse lugar e eu ter que usar outro, enfim, como que eu preparo um ambiente pra isso?
Por muitas vezes, Paulo, a gente recebe, né, o direcionamento da empresa, dizendo, olha, eu pensei aqui, e é um escritório super convencional. E aí a gente vem, né, com o nosso olhar e fala, olha, eu entendo, mas eu acho que a gente podia contribuir e propor, né, outros ambientes. Por que que o coworking hoje, ele é um modelo de sucesso no quesito de ambiente, da vivência, da convivência? Justamente por isso, porque você tem, geralmente você chega numa grande cafeteria, onde você é abraçado e você é acolhido. Depois você tem pequenas salas de foco, onde você pode desenvolver o seu trabalho concentrado, entrar num call, por exemplo. Você tem salas de reunião, porque você vai dividir isso com mais pessoas. Você tem áreas de trabalho coletivo, que são grandes espaços com plataformas compartilhadas ou salas individualizadas, porque são empresas, são células de empresas. E aí você tem auditório, você tem espaço livre. Hoje os rooftops estão muito cobiçados, justamente pra você ter essa proximidade um pouco mais também com a natureza, porque isso promove bem-estar. Então, são todos esses pontos que a gente vai conectando e que a gente consegue concentrar num projeto pra entregar... Essa semana até me perguntaram sobre definições do que de fato eu faço. Aí eu promovo o bem-estar. no fim do dia, o meu trabalho tem que ser esse, né? O ser humano, a pessoa pra quem eu tô projetando, ela tem que se sentir, né, ela tem que ter alegria de acordar todos os dias e falar que ela pertence àquela empresa, ou se ela vai presencialmente, ou se por algum motivo ela vai trabalhar no remoto, Ela tem que estar estimulada. E eu acho que o ambiente não é motivacional, ele é ativacional, porque ele ativa a sua motivação de pertencer. Então, esse senso de pertencimento, que vai propor o engajamento, isso tem que ser promovido pelo ambiente físico.
Thais, e pra você ter um projeto mais, assim, que esteja de fato dentro de tudo isso que você me falou, deveria existir alguma conversa antes entre, de repente, você, no caso, como escritório de arquitetura, e alguém ali do RH da empresa, mas com uma consultoria, pra ver se de fato a empresa precisa passar por uma transformação nesses ambientes?
Sem dúvida. Na verdade, acho que nas corporações, Paula, sim. Hoje, RH tem sido muito uma aba de people, cultura de pessoas, inclusive. Eu acho que sempre existe uma vontade deles em querer promover um ambiente melhor, uma vivência melhor. Só que eles são uma célula dentro do todo. Aí passa pelo financeiro, Aí passa pelo organizacional. Enfim, tem uma série de conexões que precisam para que a decisão seja de fato tomada. Volto naquela sua pergunta de onde a gente entra. É nesse momento do que eu estou pensando em como eu vou promover qualidade, como é que eu vou dar algo diferente. Teve um outro cliente também que me chamou muita atenção, porque isso foi muito no início da pandemia, ele tinha feito o escritório dele, não tinha dois anos ainda. E ele entendeu, ali passado uns 3, 4 meses de pandemia, que o espaço que ele tinha feito estaria muito grande, porque ele ia adotar o híbrido, já não tinha mais o 100% presencial, e também por uma questão de custo operacional, ele resolveu fazer um escritório numa área um pouco menor. E qual que foi a tradução de um CEO pra nós pra fazer esse projeto? Ele falou, olha, o que eu quero dar pro meu colaborador não é o que ele tinha antes da pandemia. Eu quero dar uma nova experiência, porque a pandemia a gente sabe que foi, foi ainda, talvez ainda esteja sendo, talvez a gente não tenha de fato se liberado 100%, mas o grande ponto é um período difícil que ninguém imaginava, com sofrimento, com perdas. Então, ele não queria cultivar isso para que as pessoas voltassem para o mesmo espaço, e ele queria promover um espaço novo para isso. Quando você vê alguém que lidera uma empresa tomar essa decisão, é isso que me inspira.
Não, é muito interessante.
É isso que me inspira, falar que bom que tem pessoas que se conectam com o nosso propósito, pra que a gente, de fato, possa promover isso na vida das pessoas.
Eu queria que você falasse de alguns cases, né? E nesses cases, quais as principais... Eu vou falar uma palavra dura, porque eu não gosto muito do termo, mas enfim. O que que era, por exemplo, no case tal, eu precisava tratar de tal desafio? No case Y, eu precisava tratar de tal desafio? E como isso foi tratado ao longo da obra? Porque quando você fala em obra, as pessoas sempre... Será que... Não, eu não vou fazer, porque vai me trazer problema, enfim. Queria que você falasse aí pelo menos nos dois cases e o que você resolveu de fato.
Perfeito. Bom, assim, acho que, no geral, não vou citar exatamente o nome do cliente, porque acho que isso faz parte de todo o processo que a gente vai conduzir. Então, acho que a principal dor do nosso cliente é entender, primeiro, que ele precisa mudar, que, obviamente, todo mundo quer qualidade no seu projeto, mas está muito atrelado ao investimento. ao prazo disso, né. Então, acho que uma das coisas que a gente tem muito claro dentro do workplace é que eu tenho que entregar mais com menos. E não é só o clichê. É o fato, a gente acabou de entregar uma obra, tem 10 dias mais ou menos, e onde a gente tinha um budget extremamente limitado, mas isso não poupou pra gente ter uma recepção mais bacana, porque resolvemos instalar uma estrutura metálica com paisagismo, de ter evidenciado o logo desse cliente num roll de elevador, No dia da inauguração, eu perguntava para a gestora de RH, eu falei, mas e o laço para inaugurar? Ela olhou e falou, laço? É um laço gigante, bonito. E a gente vai lá e também consegue contribuir nesse momento, que era um momento sublime da inauguração, com laço, para que os diretores pudessem, de fato. Isso é o detalhe. Isso é entender que com aquele investimento, que, dentro de uma concorrência, ela entendeu que tinham três fornecedores que entregariam o escopo do projeto, mas que, com aquele mesmo orçamento limitado, ela conseguiu receber o encantamento de coisas que não estavam no projeto. Quando a gente apresentou para ela o 3D, dizendo, olha, sua recepção vai ficar assim, ela literalmente chorou na apresentação, falou, não acredito. Falei, não, até me arrepia. Eu falei, não, mas isso faz parte do nosso trabalho. Eu acho que vocês merecem isso. Então, essa dor de entender como é que você pode... investir o seu dinheiro da melhor forma, dentro do prazo que tá acordado, com toda a tua liderança e tudo mais. Isso é uma das coisas que a gente tenta atender com louvor. Tenta e consegue atender com louvor em todos os nossos projetos. Até pra desmistificar que um projeto, até porque tem um arquiteto envolvido, vai ser mais caro. E eu sempre falo, gente, planejamento é um projeto que tem seu escopo definido. E aí volto aqui para o Sakata, que esteve aqui meu amigo de processos e planejamento. Um projeto que ele tem todo o seu escopo definido, o seu budget definido, e obviamente um cronograma atrelado, ele não tem porque desviar disso a não ser que tenha alteração, solicitação de alteração ao longo do percurso. Senão ele tem que ser o projeto que você contratou, no escopo que você contratou, no preço que você contratou, no prazo que foi acordado.
Mas quando tem essas variantes aí no meio do processo, isso, na verdade, um novo prazo é discutido, né? Então, ou acontece, tem uma mudança... Sim.
Porque assim, quando existe alteração do escopo, e pode ser porque o cliente resolveu fazer uma alteração no layout, pode ser porque talvez a gente tenha tido alguma intercorrência, aconteceu muito durante a pandemia, intercorrência de entrega de materiais, né, a cadeia produtiva foi muito impactada. Então, tivemos aí um outro caso que tivemos que fazer uma reunião, né, de acordo com o cliente, para acordar um novo prazo com o cliente, porque as divisórias alumínio e vidro não tinha no mercado, e para isso precisava estender o prazo em 15 dias. Não é comum, não é o que a gente gosta de fazer, mas foi necessário pra atender o cliente, o cliente entendeu. Então, assim, é claro que ponto a ponto a gente vai tratando, mas em geral, né, e a leitura que a gente tem dos nossos clientes, né, de quem recebe, quem passa essa experiência conosco, é isso. que a Workplace, de fato, consegue cumprir. Até porque eu também tenho na minha formação gerenciamento de projetos e estudei muito pra isso. Então, tem uma metodologia, né?
Isso ajuda, né, na eficiência, ou seja, no processo.
Sem dúvida.
Taís, e como você vê a indústria, né, pra você conseguir, de fato, atender esses projetos, inclusive dentro do prazo, né? Porque acho que a indústria também é fundamental. pra você ter ali uma entrega, né? Porque quando eu falo de indústria, eu falo do geral, né? Fornecedor. Você precisa de um vidro, né? Então, você tem toda uma cadeia até esse vidro chegar na sua obra.
Exato. Na verdade, mais uma vez, eu gosto de usar a palavra planejamento, né? A gente tem ali um hall de fornecedores, a gente... conversa muito com eles e entende o mercado. Estamos com falta de alguma matéria-prima, não... E ter a antecedência de comprar itens que possam nos comprometer em prazos, né? Nesta cadeia produtiva que está atrelada à indústria, como mobiliário, carpete, divisórias, luminárias, isso pode gerar um impacto lá na frente, que não é simplesmente o serviço à mão de obra. Máquinas de ar-condicionado em determinadas épocas do ano, elas também ficam escassas e aumentam o prazo por conta de demanda. Então, eu acho que a palavra é planejamento. Quando você entende a complexidade de um projeto, você traz para um kick-off, que isso é uma das reuniões que a gente faz também, sempre tem um kick-off interno do projeto, depois que a gente desenvolveu o encantamento na concorrência com 3D e o cliente entendeu que aquele projeto faz sentido e nós fechamos o projeto, automaticamente a gente faz uma reunião interna, chamando todos os envolvidos para o desenvolvimento daquele projeto, justamente para mitigar esses pontos. né, pra entender, olha, né, o fornecedor entrou em contato e ele tá aceitando pedido até tal data, ou houve aí uma intercorrência no mercado e a gente tá com falta de matéria-prima, até porque na hora que a gente desenvolve o cronograma, que eu vou cravar a data com o meu cliente, eu já consigo até ter todo esse cenário desenhado. Ele não se desenha ao longo do processo.
Entendi. Então, é importante você ter esse planejamento, porque quando você vai, de fato, pra obra ali, ó, beleza, vou executar, você já tá com tudo ali planejado, enfim.
Sim.
Então, bem interessante. Tem algum outro case que você quer citar?
Olha, assim, eu acho que... Em geral, todos eles, né, eles são constituídos do que eu falei, mas acho que tem um case que é muito interessante pra nós, foi bem desafiador.
Até porque, assim, vocês atuam tanto no Brasil quanto fora, né, então queria, se você puder, inclusive, citar Ah, então serão dois cases, né?
Então, vamos lá. O primeiro foi, de fato, ainda na pandemia, um cliente que tinha oito andares corporativos e entendeu que demandava muito recurso, fazer eventos fora, e resolveu ressignificar um dos seus andares para uma área de eventos. A gente foi bem desafiador. Primeiro por conceito, porque não é uma coisa que a gente faz sempre, então foi muito desafiador no sentido de pesquisas, de buscar conhecimento, de buscar consultorias, e isso nos enriqueceu muito. E também por uma questão de prazo, né, porque você tava no meio da pandemia, você tinha muita deficiência nessa cadeia produtiva, que realmente não dava pra gente falar em prazos de 45 dias. A gente, de fato, teve que negociar um prazo um pouco mais extenso com o cliente. mas que foi um projeto de sucesso, eles realmente ficaram muito impactados, porque acho que acima do desafio de projetar um espaço de eventos, o maior impacto foi a conexão com a marca. Então, realmente essa é a cara. que a gente queria da nossa casa de eventos.
Que entra a questão de cultura que a gente falou.
Exatamente. Isso foi um projeto que nos encheu de orgulho para toda a equipe, porque foi muita energia demandada, mas que, no fim de tudo, valeu muito a pena. Acho que esse é um ponto. E o outro ponto é que nós fomos convidados. E isso era uma vontade, mas não era uma vontade que eu expressava muito. Eu falava, um dia eu queria ter um projeto fora do país. Como é que seria isso? E nós fomos convidados, a princípio, para gerenciar um projeto de um cliente nosso, daqui do Brasil. Naquele momento, era só um gerenciamento. Tinha um local, já tinha um escritório de arquitetura, mas depois as coisas mudaram no sentido de planejamento, resolveram não ocupar mais o espaço, estava grande, revisitaram em função de tudo isso que a gente falou. Podia ser um espaço menor para acomodar e tal. E aí a gente assumiu o desafio de projetar e gerenciar uma construtora local. Então, o desafio é imenso, principalmente pela questão cultural. A gente está com uma obra na Argentina, em Buenos Aires, apesar de ser os irmãos aqui vizinhos, mas existe uma diferença cultural muito grande. Então, são esses embates saudáveis pro processo, mas que eles acontecem sem. Então, eles são muito acalorados, né? Então, é um desafio, mas que eu sempre trabalho na metade do copo cheio, né? Assim, é um aprendizado. uma troca, quando a gente fala, poxa, no Brasil não é assim, mas aqui é só assim, eles têm uma limitação muito grande em função do momento econômico, de materiais, não podem fazer importação, tem muitas limitações. E aí a gente aprende, né? Aprende como trabalhar a solução local, como é que você pode contribuir isso nos seus processos aqui. Então, é uma troca, assim, sensacional.
Interessante como você traz nessa cultura seu jeito, Thais, de resolver as coisas, enfim, em outro país, por exemplo.
É muito desafiador, não falo espanhol fluente, mas a gente tem lá um engenheiro que ele é argentino, apesar de morar aqui no Brasil, mas ele tá lá atuando e nos apoiando. Mas é muito interessante, porque assim, não adianta eu ver o problema, e por isso que eu gosto de falar que nós somos provedores de soluções, o problema ele existe. E eu escutei isso da minha rede de arquitetura, ela falou, poxa, Thais, Conheço muitos arquitetos, e se alguém chegasse para esses arquitetos e falasse, olha, eu tenho um desafio, um projeto lá na Argentina, as pessoas falariam assim, nossa, que incrível, que bacana, boa sorte para você lá, e você não, Vamos fazer. Eu acho que às vezes é um pouco de posicionamento, é aceitar o desafio, é entender que isso vem pra somar, pra crescer, pra te levar no próximo nível.
É a forma como você abraça, né, a causa, né? Porque se o cliente teve uma experiência boa, quer te levar, imagina, você vai pra qualquer lugar do mundo.
Com certeza, com certeza. Inclusive, a gente já tá indo pro segundo projeto com eles lá.
Que legal. Enfim, o resultado, né?
Exatamente.
Thaís, antes da gente encerrar o nosso bate-papo, eu queria que você indicar-se um convidado, uma pessoa que você gostaria de ver aqui no nosso podcast, falando sobre um determinado tema que, pra você, te brilha os olhos quando você, enfim, conversa com essa pessoa.
Acho que uma das minhas indicações é o Anderson, de uma marcenaria que trabalha comigo já há algum tempo, que é a Finíssima Marcenaria. que é o parceiro que eu só ligo, e ele fala onde é o projeto. Então, é uma pessoa que está já muito nesse drive do vamos resolver, do vamos propor o melhor para o cliente, por muitas vezes a gente tem uma troca. Nós temos colaboradores, e é um processo. Então, nem sempre o colaborador é o mais assertivo, é um processo de obra. Então, a gente troca muito sobre isso.
E o Anderson é aquela pessoa que entende, deixa, vamos lá, ele tá pra resolver, não tá pra... Com certeza, mandei.
Ele pra Goiânia essa semana, e ele foi.
É a pessoa que enxerga a solução em todo problema.
Exatamente. Eu acho que ele é um grande parceiro, né, tá conosco na grande maioria das obras, enfim. Outro grande parceiro é o Wagner Bastos.
Só uma coisa, Anderson está convidado para participar, fazer um bate-papo aqui com a gente e para levar, enfim, sua forma de trabalho para outras pessoas e outras empresas que precisamos de pessoas e empresas como você e como a sua.
Muito bom. Acho que uma outra pessoa que eu gostaria de que também pudesse compartilhar é o Wagner Bastos, da Axis. Ele é uma pessoa com quem eu compro bastante mobiliário, divisórias, mobiliário colaborativo, e também está sempre no pronto atendimento. Ele tem um prazo que é desafiador. Quando eu ligo o nosso orçamentista, Ele já até sabe. Ah, é, a Thaís ligou, tem alguma coisa. Ah, então, sabe o que é? Esse prazo de 30 dias não vai dar pra ser. Você consegue entregar em 20? É o cara que, assim, calma, Thaís, vou ligar na fábrica, vou resolver, vamos sempre tentar achar os melhores caminhos. E, normalmente, conseguimos. Então, acho que é um super parceiro nesse sentido. E, por fim, acho que um terceiro, pra fechar, luminárias. Carlos Pestana, famoso Caco. Caco, preciso de luminárias verdes. Ele vai entregar, ele vai produzir. Então, mais uma vez, só ressalto que eu sou uma pessoa muito feliz em ter parceiros que compram essa melhor entrega para os nossos clientes.
Bacana, isso reflete em obras com esse nível de excelência que a Workplace tem entregado ao longo desses anos de existência. Antes da gente encerrar o nosso podcast, eu gostaria de agradecer mais uma vez a produtora Infinite Plus Lembrar você de curtir, compartilhar, se inscrever nos canais e, principalmente, manda esse conteúdo para outras pessoas que eu tenho certeza vai ajudar muito. Thaís, antes da gente encerrar, eu gostaria que você desse aí um recado para quem está buscando um escritório de arquitetura, o que a pessoa precisa se preocupar na hora de iniciar um projeto.
Acho que o meu conselho final aqui, para que de fato essa empresa possa passar por uma boa experiência, é que ele busque um especialista. O arquiteto pode atuar em diversas vertentes, mas o arquiteto corporativo, de fato, ele tem ali o conhecimento de todas as normativas que devem ser aplicadas no projeto. Ele tem a consciência realmente do melhor projeto que ele pode propor para esse cliente. Então, não é só no mercado, né? Trabalhar e buscar simplesmente uma consultoria profissional. Acho que tem que ser através de um especialista, e a gente tem diversos no mercado. Então, acho que ele vai estar melhor assessorado.
E, acima de tudo, buscar referências, né?
Sem dúvida.
Sobre aquele profissional e aquela empresa.
É justamente isso, né? Assim, acho que hoje você tem acesso à informação. E você tem como fazer validações, né, então muitas empresas até chegam a nós, a gente às vezes não sabe nem por quem e por onde, mas justamente porque foram buscar a referência e entenderam, né, o que a Workplace representa hoje, né, na vida, né, dos nossos clientes, dos clientes que passaram por essa experiência e nos validam por isso.
Isso aí, Thais, muito obrigado mais uma vez.
Eu que agradeço, Paulo, foi um prazer estar aqui compartilhando um pouco mais e tentando esclarecer também o que, de fato, a arquitetura cooperativa representa.
Hoje eu conversei com a Thais Trentin, que é diretora executiva da Workplace. Então, mais uma vez, compartilha esse conhecimento que ela trouxe para o nosso podcast. Um abraço e até o nosso próximo encontro.
More from Andre

Construção Industrializada no Setor Público: Desafios e Inovação em SP | Marcos Monteiro (SIURB)

Mestre de Obras Merecem Reconhecimento e Nós Valorizamos | Podcast | Construção | Engenharia

Muitos Cursos On-line São Divulgados na Internet | Obra se Aprende na Prática | Podcast

Tenha Cuidado Redobrado na Hora de Comprar um Apartamento | Podcast | Construção | Arquitetura

Quanto Ganha um Ajudante de Pedreiro na Construção Civil? Fala do Mestre de Obras Glaudio | Podcast

O Erro na Reforma Tributária que Pode Custar MILHÕES à Sua Empresa | Podcast #202

Valorização Profissional na Construção Civil | Podcast | Engenharia | Arquitetura #obra

Método CHAMA Gravado Com o Engenheiro Boutros Bichara | Pessoas Negativas | Paulo Barros #podcast

Assista ao Vídeo do Roberto Justos Sobre Caso Daniel Vorcaro do Banco Master | Podcast | Construção

AI FIRST #2 . André Abucham e Lauro Fiuza - Os desafios intrageracionais dentro e fora das empresas

Vidro NÃO É Tudo Igual! Descubra o Erro Que Pode Destruir Seu Projeto | Podcast | Arquitetura