Do Construecast para a Faculdade: Como o Podcast Inspirou a Carreira em Engenharia Civil!

Catiane Domingues, 37, transitioned from her family's metalworking business to civil engineering while balancing motherhood and studies in a small town 40 km from suppliers. She credits ConstruCast for inspiring her career shift and now advocates for industrialized construction methods that improve speed, cost, and quality.
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Sejam todos bem-vindos a mais um episódio aqui no ConstruiCast. O episódio de hoje é muito especial. Primeiro, porque a convidada de hoje assiste todos os episódios. Ela comenta, ela dá feedback. E nesse sentido, eu queria pedir a sua ajuda, o seu apoio, para que você que está acompanhando este episódio comente, curta, compartilhe. Toda vez que você que faz parte desse grande ecossistema de comunicação compartilha, curte, enfim, você está ajudando não só a gente enquanto canal, mas também toda a cadeia da construção a mostrar para os algoritmos que esse canal é relevante.
Construicast Arquitetura, Engenharia e Construção.
Este episódio é um oferecimento Hub e Construção. Catiane Domingues, seja bem-vinda e é uma gratidão muito grande ter você aqui conosco.
Obrigada, Paulo. Eu estou muito grata por estar aqui, muito feliz mesmo, realizada por estar aqui. Quero agradecer pela oportunidade de estar aqui para a gente compartilhar um pouquinho de conhecimento.
Agora, eu gosto, eu costumo dizer que a gente tá o tempo todo fazendo negócio com pessoas e não com empresas, né? Nesse sentido, gostaria de entender um pouquinho quem é a A Catiane, onde você nasceu? Como que você entra aí no mercado de construção civil?
Eu tenho 37 anos, eu nasci na cidade de Dourados, Mato Grosso do Sul, e há 16 anos eu moro numa cidade próxima de Dourados, né, cidade Douradina, cidade um pouquinho de média de 6 mil habitantes.
Nossa, que legal!
Isso.
Todo mundo sabe a vida de todo mundo.
Todo mundo. É uma cidade voltada bastante para o setor do agro, né? Mas a gente está ali no meio, entrei para a gente fazer a diferença, somar conhecimento, né? Em média de 3 anos a gente está no setor da construção civil.
Há 3 anos mais ou menos?
Isso, mais de 3 anos.
E o que te levou, Catiane, a entrar no mercado de construção? Foi influência de alguém?
Foi influência da família, né, que a família que trabalha nesse setor. Eu trabalhei há 8 anos em uma outra empresa, né, e eu sempre vi a oportunidade ali, vamos dizer, dentro de casa, né, na família mesmo, família dos meus cunhados, né, do meu esposo. Eles trabalham no setor de metalúrgica, né, serralheria, metalúrgica, tá diretamente ligado, né, diretamente ligado. E eu vi uma grande oportunidade ali É, um pouco antes de eu entrar para trabalhar, a gente participava das comemorações de final de ano. E ali nas falas eu percebia, e no dia a dia quando eu tava por ali, eu percebi a movimentação dos funcionários e como que se eles integravam. E a minha cunhada, que ela é engenheira civil, né, ela é formada, ela trabalhava lá. E sempre que a gente podia, a gente comentava sobre, né? E algo assim me puxava, a forma como eles trabalhavam, como eles lidavam com funcionários, sempre me chamava atenção. E aquilo eu fui plantando uma sementinha assim, sabe? E eu chegava a brincar antes que um dia eu ia trabalhar lá, e eu tive a oportunidade, e hoje eu estou lá.
É, e aí eu costumo dizer que o pensamentos, nossos pensamentos nos levam aonde a gente quiser. Agora, nesse sentido, antes da gente entrar propriamente dito no assunto construção, mulher, lugar e etc., você é mulher, esposa, mãe de uma criança linda que está aqui inclusive no nosso estúdio acompanhando a gravação. Qual que é o desafio para você conciliar a vida de mãe esposa e dia a dia de construção civil?
É um desafio bem grande, mas é gratificante, né? A cada passo que a gente dá, a cada evolução, a gente sente que família é importante, né? Igual eu sou mãe, sou esposa, dona de casa, sou aluna.
Ah, é verdade!
Sou funcionária, tenho um grupo em que eu dirijo. Então assim, A gente tem que ser bastante forte, tem que ter um intuito em realizar aquilo, tem que ter um propósito em realizar aquilo e pedir muita força e sabedoria. E a gente consegue, dando passo a passo de cada um.
É, eu esqueci de colocar esse que a gente vai falar agora, que você também é aluna de engenharia.
Sou aluna de engenharia.
O universo te levou para engenharia, felizmente, meu Deus, porque a construção civil precisa de pessoas assim como você. Agora, eu queria que você contasse um pouquinho, antes da gente falar da tomada de decisão pela faculdade de engenharia, você, na verdade, tem uma história muito bacana com ConstruCast. Sim. Como que você conheceu ConstruCast? Faz quanto tempo? E é verdade que você assiste todos os episódios?
Ai, eu assisto, eu gosto muito, sabe? Porque é um canal assim que te motiva, te incentiva, Principalmente pela integração das mulheres. É algo assim que motiva muito, sabe? Uma pessoa que me incentiva muito também é minha cunhada. Ela sempre lembra a gente sobre essa parte da mulher no setor da construção civil. E o ConstruCast Desde outubro de 2024, talvez um pouco antes, né? Mas eu tenho lá, eu lembro que em outubro de 2024 eu marquei vocês, eu compartilhei, e de lá para cá, a cada história assim que eu assisto, tem alguma coisa que eu guardo para mim.
Tem um aprendizado, tem um aprendizado. Agora eu queria que você falasse o nome da sua cunhada, que você fala tanto dela, e ela é engenheira. Como que é o nome dela?
Isso, é Karine.
Karine, eu queria deixar aqui um abraço para você. Inclusive, você também já está convidada para vir aqui fazer um bate-papo junto conosco. Caso você não venha aqui para São Paulo, como foi o caso da Catiziane, quem sabe a gente pode ir lá visitar uma obra de vocês, tendo em vista que a gente tem a série Por Dentro da Obra.
Por Dentro da Obra.
E agora, Catiziane, eu queria entender um pouquinho como que foi o processo A partir do momento que você resolve estar de fato dentro da construção, atuando no meio da construção, qual que está sendo o seu processo para adquirir conhecimento, para crescer no setor? Obviamente você está fazendo engenharia, mas teve todo um processo até você tomar a decisão de fazer engenharia.
Isso. Quando eu comecei a trabalhar, um ano eu trabalhei no setor financeiro. Depois, devido à demanda crescer rapidamente, aí eu fui ajudar ela no setor de orçamentos e projetos. Daí surgiu a necessidade do conhecimento. Aí vai você conhecer materiais, peças, produtos. Comecei a fazer orçamentos, aí você precisa ter um conhecimento, aí eu precisei buscar. Aí surgiu oportunidade, oportunidade eu tive e foram surgindo os caminhos. Olha, tem esse caminho, por aqui você busca, por aqui você consegue, vamos fazer isso que vai ser bom para você, vamos fazer um curso, vai te ajudar, você vai ter, como se diz, vai abrindo a mente, será que vai ser isso mesmo? Aí eu fui, fiz o curso técnico em edificações.
Ah, você fez edificações?
Fiz, eu vi no canal também.
Ah, você viu aqui? Eu vi. Você deve ter assistido ao episódio com Josué Góes, diretor da FATEC São Paulo.
Sim, eu cheguei a mandar mensagem para ele para ver se tinha o técnico em edificações em AD. Cheguei a mandar mensagem, não tinha isso. Daí ela me ajudou procurar, né? A gente encontrou e eu fiz, né? Eles me ajudaram bastante. Aí a parte da essa construção, meu pai também me ajudou. Aí entra todos os tópicos, né, de pintura, hidráulica, elétrica, fundação, tudo a gente estuda, né.
É uma coisa que eu sempre falo, às vezes a gente começa a se limitar na questão do "ah, eu vou fazer só uma coisa", quando na verdade todas as áreas que a gente vai atuar, ela é tão ampla Isso. E quanto mais a gente aprende, mais a gente se integra com o todo, tá? E aí, nesse sentido, quando você faz edificação, tal, aí por que que você tomou a decisão de fazer engenharia?
Aí foi legal, eu fiz o técnico, aí foi indo, vindo projetos mais difíceis, aí um dia eu pensei: nossa, mas Eu precisava ter um pouquinho mais de conhecimento, buscar mais. E agora? Qual que é o próximo passo? Cursar faculdade.
Que legal!
Desafio muito grande pra mim. Mas assim, é algo que é o caminho, né? E oportunidade eu tenho, eu só preciso buscar.
Mas nesse sentido de oportunidade, Eu costumo dizer que o ambiente que a gente está influencia muito, né? No seu caso, você tá numa família que de certa forma estão já no meio da indústria, da construção e etc. Só que muitas vezes essas pessoas que a gente vive, eles não têm um olhar muito para estudo. Até se você pegar a história da construção civil mesmo, você tem aquelas pessoas que começam a fazer autoconstrução, depois eles vão construir para os outros, Mas eles não investem tanto no estudo, na questão teoria.
Isso.
Que é o que a gente aprende muito na faculdade, depois a gente vai viver a prática. Isso. Você ter essa base teórica é muito importante até para você tomar melhores decisões, óbvio, porque a teoria e a prática, acho que não tem nada melhor que isso. Esse incentivo pela faculdade veio de dentro de casa assim? Da família, na sua convivência?
Veio.
Mas tinha alguém ali que tava formado, óbvio que tinha um—
isso que teve, né, todo esse, ou seja, que passou por esse processo de formação, pelo processo. E igual surgiu a ideia, né, falou, foi por esse caminho que eu passei e algo que vai te ajudar muito. E a gente vai subindo os degraus, vai galgando novas oportunidades.
E como que é Katiane, a realidade da construção numa cidade tão pequena, tão enxuta, que é qual que você mora atualmente?
É.
Até então, aí nesse sentido também que você queria falar, eu queria que você falasse das dificuldades logísticas que deve ser também chegar material para lá.
Sim, os materiais vêm de cidades próximas, né?
Quantos quilômetros aproximadamente?
40 km.
Ah, então é perto.
É, em vista daqui é perto. Depois tem Campo Grande, tem ali cidade de Batacuassu, que já é divisa com São Paulo quase, né? Também tem bastante materiais que a gente compra dali. Aí sempre já compra uma quantidade maior, né?
E nesse sentido de compra, quais são as maiores dificuldades que você tem Principalmente na questão planejamento, tendo em vista que você, por estar um pouco afastado dos locais, dos centros de distribuições que você tem, como que você se planeja para comprar, para conseguir economizar também nessa parte logística?
Isso, tem essa parte também, né? A gente se organiza, né? Vê o estoque de materiais, como é que tá, e já faz um planejamento ali para as próximas semanas, a demanda de serviço, quais são os materiais que vão ser mais usados, né. A gente trabalha muito com corte e dobra de peças, de chapas, né. Então, conforme é o orçamento, por exemplo, o cliente fechou o orçamento, a gente vai precisar fazer uma dobra de materiais. Vamos supor, um portão, Né? Aí você fechou ali, fez o contrato, a gente já faz o projeto de fabricação, de montagem, e já vê as peças que vão precisar ser dobradas. A gente já faz tudo no programa ali, o desenho, né? E já entra em contato com a empresa e já falou: a gente vai precisar disso e disso. E entra na fila.
Ah, então essa matéria vocês fazem esse serviço de corte e dobra?
Isso.
E essa matéria-prima vocês precisam trazer de cidades vizinhas.
É, o corte e dobra mesmo, ele vem de fora, né?
Mas quando você fala de corte e dobra, está falando do aço cortado e dobrado ou daquele de chapas?
Das chapas, chapas metálicas, né?
Entendi. Mas ele já chega para você dobrado?
Chega dobrado. Nesse caso, ele chega dobrado, né?
Entendi.
Você projeta isso, tubos, perfis, já vem para a gente as medidas normais, né? Lá que é moldado as peças. Agora, quando precisa de corte e dobra, sai e vem de fora.
E quais são os serviços que vocês mais fazem lá atualmente?
É estrutura de coberturas, portões, portões residenciais, portas, portões biarticulados, portões grandes de 12 metros, sabe? 6 de altura, 5 ou 6 de altura. Pra galpões. É, essa área da metalúrgica, né, serralheria. Aí a gente iniciou com um projeto de pré-fabricação também. Um ano e pouquinho que a gente tá nesse setor também. Que entrou bastante a parte da, que eu acho muito legal, né, do pré-fabricado, né, ser montado lá. Aí a gente faz galpões agrícolas, comerciais.
Nossa, que legal! Então um negócio foi levando o outro.
Isso.
E em um negócio vocês estão fazendo, vocês faziam muito essa parte metálica e nessa parte de pré-fabricado, concreto. Concreto. Vocês estão usando muito concreto. É. E por que o concreto, Catiane? É mais econômico, é isso?
Ele é mais econômico, né? Mais rápido, né? Mais prático, mais limpo. Na obra, por exemplo, o cliente fechou um galpão. Vamos supor um galpão comercial. A gente faz tanto comercial quanto o agrícola com os painéis de concreto. Agora a gente já começou a fechar cômodos com os painéis.
Nossa, que legal!
Isso. Os comerciais a gente começou e já tá aí fazendo com 6 metros de altura, sabe? Vedado. Recente mesmo a gente fez um galpão na cidade próxima, cidade de Maracajú. Bastante voltado ao setor do agro. É um salão comercial para lojas Gazin, foi com 7 metros de altura, fechado em placa, uma coisa mais linda.
Agora uma pergunta que todo mundo quer saber: qual a diferença entre galpão logístico e galpão agrícola?
O logístico, ele é mais no centro comercial, né, para estoque, para oficinas, para, que nem esse foi para loja da Lojas Gazin, né, para mecânicas. E um empreendimento muito grande que foi da Lojas AlumiSol, na cidade de Dourados, uma loja que ficou muito linda. Aí o agro, galpão agrícola, né, é o nome, já diz, né, para o agro, para guardar tanto as máquinas agrícolas, os próprios insumos, né? Na área da pecuária também a gente faz, são galpões grandes, galpões com varandas.
E tem diferença estrutural entre um galpão logístico e um galpão pra agro?
Aí vai muito do cliente, né? Do que vai ser a obra. Por exemplo, um galpão todo em um pré-moldado com pilares e braços. Aí tem a opção também com tesouras metálicas. Tem o comercial, ele já é muito com a cobertura de zinco termoacústico. E o agro já é mais voltado aos pilares, braços.
Agora, você sabia que você consegue encontrar várias soluções para suas construções no portal Hub Construção, principalmente, enfim, pra todo tipo de construção, mas lá você encontra empresas pra fornecer aditivo, pra fornecer telhas pra esse tipo de construção, inclusive painéis prontos pra agilizar o dia a dia de vocês. Você que vai construir, reformar, contratar mão de obra, a gente tem um leque muito grande de empresas fornecedoras na aba fornecedores dentro do portal hubconstrucao.com.br. Tudo que você precisar. Ah, não encontrei lá? Manda um email para gente que a gente indica fornecedores para vocês.
Que legal!
Então isso é muito bacana. Agora, Catiane, eu queria que você falasse um pouquinho como que você, dentro de tudo que você viveu aí na construção, como que você se vê no futuro? Quem é a Catiane do futuro?
Olha, eu espero conquistar bastante num setor assim, né, aprofundar meu conhecimento, buscar novos caminhos, novas conquistas, né. A gente tem uns desafios pela frente, né. Eu gosto muito dessa área, né, é uma área muito grande. A cada dia vem uma novidade, né, é sempre algo ali para agilidade na obra. É limpeza em canteiro de obra, para agilidade, porque sempre o cliente quer. É um projeto para esse ano, eu preciso começar. Então a gente tem que estar sempre buscando nesse ramo, acompanhar.
Uma coisa que é interessante, ouvindo um pouco você, é que você já entra na construção civil industrializando. Exemplo disso que você também já está fazendo obra mista com concreto. Yasu, você nunca viveu, você já viveu a construção tradicional? Aquela construção com tijolo, bloco, só na residência mesmo, só na minha casa. Mas o que que você consegue trazer de mensagem para o público do ConstruCast no sentido de vale a pena industrializar? Se vale, por quê?
Vale muito a pena. É igual o Chase, assim, é porque é algo que traz benefícios, né, tem os benefícios, é algo que traz agilidade para a obra, né, e que movimenta um setor muito grande, né, uma cadeia muito grande, envolve vários setores e traz benefícios não só para o cliente Mas para quem tá à frente da empresa e traz a mão de obra, que é a mão de obra mais qualificada, né?
Qualificada. Quanto mais você aprende, mais você se qualifica, ganha melhor. E isso é uma, é um ciclo sem fim. Agora, Catiane, antes da gente encerrar, tem alguma mensagem que você gostaria de deixar para, enfim, para nossa audiência, para você mesmo, talvez? Ou alguma pergunta que você queira fazer para mim? Como é um bate-papo, nesse momento só Eu tô te perguntando, mas fique à vontade caso queira perguntar alguma coisa para mim.
Obrigada. Eu quero agradecer pela oportunidade, né, de estar aqui. Quero mandar um abraço muito grande para minha família, para o meu pai, para minha mãe, para meu irmão. Meu pai e meu irmão são construtores.
Fala o nome deles.
Meu pai chama Odelino Domingues e meu irmão Fabrício.
Odelino e Fabrício, construtores. Gosto muito dessa gente, viu.
Foram eles que construíram nossa casa.. E eu tive a oportunidade de acompanhar de pertinho assim a obra. A Heloísa era pequenininha na época, pôs muita mão na massa, subia na areia, mexia com a massa ali na carriola, se sujava. Foi algo assim muito gostoso.
E para quem está acompanhando pelas plataformas de áudio, a Heloísa é filha da Catiane e que vai ser o quê, Heloísa?
Engenheira civil.
Engenheira civil. Muito gratificante, eu estou na torcida. A Heloísa hoje tá com 11 anos. 10 anos. E vai fazer engenharia civil. Quem sabe até lá você vai, quando você tiver cursando engenharia, você vai vir aqui igual a sua mãe.
Isso, vem com a mãe.
Fazer um bate-papo aqui com a gente. Tatiane, só agradecer mais uma vez pela sua participação. Fico muito feliz de saber também que o ConstruCast tá te ajudando nesse processo de formação, até de Também te ajuda a abrir a mente para novas soluções construtivas. E queria que você deixasse agora um recado para os jovens antes da gente encerrar.
Jovens, sigam o canal do ConstruCast, tem muita oportunidade, tem muito conhecimento, eles compartilham muito conhecimento com a gente. E nunca desistam dos sonhos de vocês, se tem uma sementinha plantada Busca conhecimento, oportunidade a gente tem, só precisa buscar. E siga em frente, seja o que for, siga em frente porque a gente consegue.
Agora, para encerrar esse episódio, você que chegou até aqui digita Katsiane, ó, Katsiane, porque é difícil falar seu nome. Katsiane se escreve com K-A-T-S-I-A-N-E. S-I-A-N-E. Então, assim eu vou saber se você chegou até o final deste episódio. Katiane, obrigado mais uma vez. É dessa forma que encerramos mais um episódio aqui no ConstruCast. Afinal, conhecimento também se constrói.
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