Fachadas Industrializadas - Inovação e Eficiência na Construção Civil #9

Recorded panel (ConstrueCast) about industrialized/prefabricated facades in Brazil. Guests (Paulo Coeli, Francisco Pedro) define a facade as the building envelope, discuss market acceptance, logistics and the need for systemic design, and give technical examples (materials and cases) showing benefits in durability, maintenance and schedule reliability.
Questions this video answers
2016.
About 130 MPa.
About 50–60 kg per square metre.
Chapters
Você está no Constra e Cash, a voz da construção diretamente do Sambódromo do AMB na Expo Construção Offsite. A pauta de hoje é sobre fachadas industrializadas e aqui eu tenho a sorte e o presídio de receber como meu co-host que vai conduzir esse bate-papo comigo o engenheiro parceiraço aqui que já participou de um episódio que repercutiu Muito. Este episódio é um oferecimento Hub e Construção. Hélio, queria que você apresentasse a nossos convidados. E esse microfone aqui? Está valendo, está valendo, pode continuar.
Para falar desse tema tão relevante, nós trouxemos dois amigos aqui, o Paulo Coeli da Stony, especialista em fachada industrializada em concreto, e o Francisco Pedro Org.
Você falou o Pedro. Será que ele vai... Será que ele vai... Já que você falou esse negócio...
Ele é meu sistema temático.
Ah, ele falou o completo.
Falei.
Tá. Vamos lá com você.
É o nosso consultor especialista em concreto. Ele é o cara dessa nossa conversa aqui.
E vai ter apresentação de cases durante nosso bate-papo?
Vocês vão falar de cases? Sim, nós vamos falar de alguns cases ao longo da trajetória. A gente pode citar os dois onde nós trabalhamos juntos. que foi o empreendimento UNI, da Ideias Arvos, entregue em 2016.
Então eu vou começar com a primeira pergunta, tá? Pro Francisco Odi. Tá certo, Francisco?
Odi.
Fecho, Odi. Então, ótimo. O que é fachada industrializada?
Bom, antes de falar na fachada industrializada, você tem que entender o que é uma fachada. A fachada é um invólucro, é o fechamento de qualquer edifício habitativo, corporativo, comercial, industrial, que tem uma função específica de proteger o que se desenvolve dentro, e dá uma característica, na maioria dos casos, uma característica arquitetônica ao edifício. Nós estamos habituados a montar uma estrutura inicialmente, depois fazer essa vedação, esse invólucro com elementos modulares, tipo bloco cerâmico ou de concreto, ou tijolinho de barro também, porque começou tudo no tijolinho de barro para depois o bloco cerâmico tomar conta. e depois um revestimento que tem a função também de aguentar as interpéries. Então, tudo o que acontece do lado de fora, esse invólucro tem que ter essa resistência. É um processo muito trabalhoso, muito demorado. Se a gente pensar quando ele é feito em alturas, então bastante perigoso, sujeito a muitas patologias, muitas patologias. Em substituição a isso, a indústria, já de muito tempo, produz esse invólucro numa fábrica. Essa explosão desse processo se deu com a reconstrução da Europa depois da Segunda Grande Guerra, onde tinha milhões e milhões de habitações para se fazer em pouco tempo. Então aí esse sistema foi príncipe, ou seja, foi muito importante. E a partir daí a indústria da construção, como é chamado nosso setor, indústria da construção, ela utilizou essa técnica e vem aprimorando com o tempo. Então hoje nós temos condições de fazer a redação desse edifício com todas essas características de performance. com vários tipos de materiais, isoladamente ou em conjunto, que é o que nós chamamos de elementos híbridos.
Muito bem. Hélio, contigo, tá?
Francisco, como está a aceitação de fachadas pré-fabricadas no nosso mercado nacional hoje com arquitetura?
Bom, eu acho que tem um outro colega nosso aqui, o Paulo, que pode dizer isso porque ele sente na pele o que significa fornecer fisicamente esses elementos, essas vedações, esses invólucros num mercado que é bastante forte na construção tradicional. Então o Paulo já tem quase 40 anos de mercado fazendo esse tipo de produto. Essas empresas que hoje fazem esses produtos têm mercado, produzem. Poderia produzir muito mais? Poderia produzir muito mais. Posso citar aqui, não é bem um case, mas um caso interessante, o Paulo deve ter muitos mais, da primeira fábrica dele, onde ele trabalhou, de uma obra que está sendo terminada em Porto Alegre e os painéis foram feitos aqui em Barueri. Então não é a distância, não é o custo do frete, não é nada, é só uma questão de mudar a mentalidade. A construtora resolveu entender o processo, não é simplesmente mudar de mentalidade como você muda de carro ou de roupa, mas é entender o processo e do processo tirar vantagens. Não faz sentido você pagar mais caro por uma coisa que você não está vendo nenhuma vantagem nela.
Por se falar de vantagens, Paulo, quais são as vantagens de um painel pré-moldado em concreto?
A gente tinha... O Oddi começou a falar do início do pré-fabricado, com a necessidade de guerra, de construção rápida e falta de recursos para fornecer as habitações no prazo importante. Hoje em dia, a gente tem uma convergência de várias demandas importantes de mercado. A gente tem uma convergência de uma necessidade arquitetônica de produto Os arquitetos estão sendo mais arrojados, eles estão fazendo desenhos mais orgânicos. Existe uma convergência de uma falta de insegurança, de uma falta de mão de obra capacitada para fazer os edifícios e uma convergência de ter uma mão de obra até mais cara. Então, com essas três coisas, a gente hoje consegue ter uma demanda muito grande de produtos para aplicar nas fachadas dos edifícios. Hoje, como é que o mercado vê isso? Acho que os arquitetos vêm com uma possibilidade de criatividade mais aberta. Quando a gente começou hoje, você lembra do começo? Eram prédios quadrados, então a gente competia com bloco. Então a conta era quanto custa o bloco, era R$100,00 em metro quadrado, a fachada não pagou mais do que R$100,00. E hoje o R$100,00 em metro quadrado virou R$500,00 em metro quadrado. E tem uma terceira convergência que acho que é importante a gente citar, que é o que está fazendo, agora falando para o lado dos incorporadores, que é a confiabilidade. Eu acho que eu vejo isso como uma coisa muito importante na definição de algumas obras que tenho negociado e fechado nos últimos tempos. Acho que a confiabilidade... Os incorporadores, os construtores que fizeram obras nos últimos três anos, acho que nenhuma construtora, sem me correr se estiver errado, conseguiram chegar no final da obra com orçamento... Você, Helio, você me fala as tuas obras, cara. Você chegou depois de uma obra de dois anos, você chegou no final da obra, quanto você estourou orçamento? No mínimo, 10%? 20%?
Mais o estourou do prazo também.
Sem contar o prazo, né? Então, essa confiabilidade em você ter uma construção industrializada, que você vai acabar no prazo, que vai acabar com preço pré-negociado, eu acho que é uma terceira ou quarta convergência que faz com que o produto hoje seja um produto interessante. Não sei se responde a tua pergunta, mas acho que são esses pontos.
Interessante também o Paulo falar como é que ele passou esses trinta e tantos anos que ele tem. Não, como é que ele viu o mercado. que, a princípio, pela sua pergunta, parecia um negócio... Aceitação, né? É tão pouca aceitação que eu falei assim, bom, tudo bem, eu faço essa obra, depois eu fecho, vou embora, e não continuo. Na verdade, ele não só continuou, como depois abriu também a empresa dele.
Paulo, tenho uma pergunta para você. E esse processo de mostrar o seu produto para os arquitetos, ou seja, convencer os arquitetos a especificarem no projeto dele, como foi esse processo?
A sua pergunta é muito interessante, muito importante. O esforço que tive... Foram várias etapas. O esforço inicial muito grande que tivemos foi em treinar e apresentar para os arquitetos as possibilidades que o produto arquitetônico poderia oferecer. com isso e transmitir a segurança para eles. Não adianta eu falar que dá para fazer. Se não tinha nenhum case, nenhuma obra executada, eles não tinham confiança em usar o produto. Então, isso foi um trabalho demorado. A primeira obra que fiz foi a construtora que tinha a fábrica de pré-moldado que fez. Ela apostou nisso, ela fez a obra. Depois de alguns anos, já teve história, cinco anos. Hoje, tenho obras executadas há 40 anos e estão lá. O Hélio fez algumas que não tem tanto tempo assim, acho que a obra que você fez a primeira com a gente, Hélio, faz 7 anos.
2016, tem 9 anos.
9 anos, manutenção, zero.
Qual que foi a obra, Hélio?
Uni, Empreendimento Uni.
É, lá na Vila Madalena.
Ah, legal. Pra quem tá acompanhando, a gente vai colocar as imagens aqui.
É, aí o incorporador começa a ver. Putz, não dá manutenção. Aí começam a se falar. Existe uma coisa interessante na construção civil aqui em São Paulo, não sei se no Brasil, que são muito fofoqueiros. Eu acho que, tanto pelo bom como pelo ruim, os caras se falam muito. Então é sabido que o pré-fabricado dá resultado a longo prazo. Dá resultado... Hoje também tem a parte de manutenção de fachada, que é um custo importante para os compradores, para os condomínios. Então as pessoas começam a... Até alguns prédios começam a ter um valor até um pouco maior por isso. dependendo do prédio, da situação. E tem também alguns cases, que vou mandar as fotos para você, são cases que não daria para fazer de outra maneira que não fosse o pré-fabricado. Tem um case importante, que é uma obra que a gente entregou faz... Matrazo tem quantos anos hoje? Quatro anos?
Hoje participa desses processos aí?
Hoje é um consultor de extrema relevância no mercado. Eu acho que os processos preocupantes, eventualmente, ou o cliente incorporador, a construtora, para ter um apoio inicial, ele não vê só a parte da fachada hoje, ele vê a parte da logística do canteiro e da obra. Então não adianta falar de pré-fabricado, de fachada desconectada com o resto. Não adianta eu fazer uma fachada em dez meses e o prédio demora três anos. Então a fachada tem que seguir todo um contexto. O cara tem que fazer a estrutura prevendo a fachada, tem que fazer a parte de instalações prevendo a fachada, tem que pensar na logística da obra, para onde vai entrar o caminhão, qual o equipamento que vai montar. Então ele tem que prever tudo isso na fase de concepção. E são poucas as pessoas que têm essa capacidade de auxiliar a construtora ou incorporador nisso. O fabricante, eu consigo auxiliar no que envolve o meu produto. mas o Oji consegue auxiliar em outras opções de industrialização no canteiro. Ele consegue desenhar para o cliente uma escada pré-moldada, consegue desenhar para o cliente uma viga, uma laje plana, ele consegue dar soluções.
O Oji olha para o todo.
Ele tem capacidade. Desculpa, tá, Tuté?
Não, não, é...
Eu queria que eu ia falar pra.
Você falar um pouquinho sobre... Aqui nós estamos transmitindo alguma coisa pra alguém, então sempre tem que ter alguém falando, não? Tá ótimo? Isso nada mais é do que a visão sistêmica, que a gente vem martelando isso, sei lá quantos anos, 35, 40 anos, martelando em cima da visão sistêmica, porque você tem que entregar um produto final. E a gente, na construção civil, tem um defeito bastante grande, que é o fracionamento da obra. A gente isola tudo. Isola tudo de tudo. Então, o que o Paulo quis transmitir é as dificuldades que o mercado encontra em colocar uma fachada industrializada quando o processo todo da construção de projeto daquele empreendimento não foi feito previsto para aquilo, não tirou vantagens daquilo. É um produto mais caro industrializado, se você pensar no produto. Só que se você pensar ele como sendo uma peça importante dentro do sistema para que o global, quer dizer, o final seja viabilizado, É uma outra maneira de você encarar os projetos, encarar as obras. Então, as obras hoje são todas separadas, a instalação disso, a instalação daquilo, e são tratadas como entes independentes, quando eles estão intimamente ligados. Então, um projeto de estrutura, por exemplo, mal pensado, Não é errado que a gente tenha problemas em estruturar, mas um projeto de estrutura, como é visto hoje, de se fazer estrutura mais econômica, ela não está levando em consideração instalações, não está levando em consideração tudo o que vem depois e, principalmente, não está levando em consideração fachadas. Ela pensou na estrutura e pensar numa curva ABC de um empreendimento, onde você tem ali em torno de 20%, 25%, no máximo 30% do valor da construção é a estrutura, se você não... desenvolve uma estrutura para que os outros 70%, você tire proveito nos outros 70%, você não fez um bom negócio. Então aquilo tudo que você enxugou, vamos dizer assim, ou quis enxugar na estrutura, você depois perdeu nas outras instalações. Mas a instalação é a mesma? Não é a mesma. Não é a mesma coisa, porque quem projeta sabe o que ele vai encontrar pela frente. Então, se ele tem que fazer desvios de uma viga, que não precisava ter aquela viga lá... Hoje, por exemplo, a gente teve um período áureo da nossa construção, que foram os anos 90, quando a gente fez muita laje plana. A gente fazia laje plana para tudo. A laje plana simplesmente foi abandonada, não se sabe exatamente por qual motivo, ela foi totalmente abandonada, exceto em duas capitais onde a coisa continua desde aquela época, que é Vitória no Espírito Santo e Fortaleza no Ceará. voltou para trás, continua fazendo as estruturas as mais simples possíveis, complicando a vida de todos os outros. Você tem uma sala enorme com uma viga no meio. O arquiteto não sabe o que fazer com aquilo, vai acabar pondo um forro, quando não precisaria pôr o forro se tivesse uma loja de plano. Isso reflete muito na fachada. Porque você entrar numa fachada onde você já tem uma parte dessa vedação composta por vigas e pilares, o que você vai fazer ali? Você vai sobrepor mais material. Essa sobreposição, além de ser um desperdício, tem um custo. Hoje a gente tem uma tendência, obviamente, que tudo isso depende também de a gente se interessar pelo que está acontecendo. ao nosso redor. Nós somos muito introspectivos, quer dizer, a gente só pensa aqui. Se você está na Alameda Santos, você não sabe o que está acontecendo, nem na Jaú, nem na Paulista, que está a uma quadra de distância uma da outra. A gente olha para dentro. Se a gente olhasse um pouco para fora, a gente veria que todas as estruturas que estão sendo feitas no mundo inteiro, elas são feitas a partir de um princípio muito simples, que é núcleo rígido e laje plana. A partir daí, o resto é tudo muito mais simples de ser implantado. Imagine caminhamento de ar-condicionado, essas coisas todas. E as fachadas vão encontrar uma espessura de laje lá na frente, que é onde você vai pendurar a laje. É o que precisa. Então você já preparou aquela estrutura para soluções industrializadas. Banheiros prontos, por exemplo, se eu tiver que entrar com um banheiro pronto numa estrutura convencional, eu tenho que deixar ou fazer o banheiro rebaixado para ele passar embaixo da viga, ou você deixar um pedaço de viga sem fazer na fachada, só para entrar o banheiro pronto por ali. Então, sem essa visão sistêmica, é impossível você trocar o convencional por alguma coisa industrializada. Alguns já estão começando a entender por uma força maior que aqueles podem enfrentar, que é justamente esse desinteresse pela construção civil da mão de obra. Então, não tem mais esse interesse, não é mais entusiasmante ir para a obra, nem para a mão de obra mais, vamos dizer assim, mais baixa, menos qualificada, até mesmo para engenheiro e para arquiteta. Isso a gente vê as universidades reclamando que esses cursos de engenharia, principalmente esses dois aí, arquitetura e engenharia, voltada para a construção civil, estão perdendo Quando, naquela época em que a gente fazia Mapofê e tal, que tinha 300 para um numa vaga na Poli, hoje eu acho que acredito que, se você fizer exame na FUVESE, você entra na Poli sem esquentar muito a cabeça. Por quê? Porque não tem candidato. Por quê? Porque não tem interesse mais. Por quê? Porque não teve uma evolução. Lá fora, a gente percebe essa vontade de evolução, a realização dessa evolução, e a gente vê que essa tendência aqui ainda não encontrou espaço. Ela tem nichos, nichos. Uma feira dessa era impensável cinco anos atrás. Hoje já é. Ela já tem propostas aí interessantes, mas são nichos, nichos. Eu cito, por exemplo, uma coisa interessante, se na década de 1940 e 1950 foram feitas 10, 12, 15 milhões de habitações na Europa por uma questão de necessidade, hoje a gente não tem uma unidade no Minha Casa Minha Vida que seja feita no sistema.
Você não tem uma unidade?
Não tem uma. Se alguém sabe disso, por favor, fique aí no meu telefone e me ligue para dizer, olha, aqui nós fizemos dessa forma. Então, quando eu falo uma, é uma metáfora, está certo? Mas esses grandes volumes hoje são feitos em dois sistemas, alvenaria estrutural e parede de concreto, moldada em ló. Fora isso, ninguém está se mexendo para nada. Provavelmente, Acredito que tenha uma concentração de mão de obra ali. Não que eles não mereçam isso, mas os carpinteiros, os pedreiros têm salários que, há 15, 20 anos, eram inimagináveis. Porém, sou da opinião que eu posso pagar um salário de 15 mil reais para um carpinteiro desde que ele tenha um sistema produtivo na mão. que vale aqueles 15 mil e me dê um retorno em cima disso.
Eu não tenho nenhum problema.
Hoje, se paga esses 15 para o poder da produção, ele está sendo exigido ao máximo, tanto que com 40 anos, você que vem desse setor, você sabe muito bem que os mestres e pedreiros antigos trabalhavam até muito tarde na vida. Hoje, Deu 40 anos, um sujeito desse que já foi desgastado por essa pressão de produção, produção, produção, produção, ele não aguenta mais. E ele não tem substituto.
Então, tem uma pergunta. Paulo, você comentou que você foi ganhando aceitação do mercado, aceitação principalmente advindo de arquitetos. A gente pode citar Dois exemplos onde a gente teve a participação juntas, onde foi o empreendimento único, igual citado, e nós temos outro exemplo, que foi o Colégio Bandeirantes, onde tinha uma necessidade de fachada, painéis, cores, texturas, isso que o arquiteto vislumbra. Eu queria entender de vocês dois, até para passar para o público, o quanto que temos de tecnologia e de engenharia envolvida na fabricação de um painel. A gente fala um painel de uma forma muito simplória, a gente sabe, você é um especialista nisso, o Rod também, o quanto de tecnologia tem envolvida no concreto, os sistemas de fixações, no... ele ser autoportante, as espessuras muito... o sistema esbelto com capacidade de carga de peso próprio, você consegue... nos explicar como viabiliza isso.
No Bandeirantes, só para especificar Bandeirantes, a gente tem lá praticamente só duas tipologias. A gente tem a aplicação do concreto de alta resistência, que a gente lá aplicou para os breezes o concreto HPC que tinha 130 MPa. que é uma tecnologia relativamente nova no mercado. Ela existe, acho que começou há 10 anos na Europa. A gente comprou a tecnologia na época e começamos a aplicar algumas obras aqui em São Paulo. E uma delas foi o Bandeirantes. Aqueles breezes, para vencer aqueles bãos com aquela espessura que o arquiteto queria, teria que ser feito com esse material. e o concreto armado convencional, concreto armado com fibras também, com concreto que tem uma espessura média de 10 centímetros. Ele recebe toda a carga do cachilho, ele é encaxilhado, o cachilho está entre dois painéis, fixado com insertos metálicos ou parafusados ou soldados. E painéis, acho que se não falha a memória, bandeirantes eram com duas cores aplicadas, ou três cores aplicadas no mesmo painel. Hoje a gente tem tecnologia de concretos para fazer painéis esbeltos, painéis com porcentagem alta de furos ou de aberturas. Hoje a gente tem basicamente três tipologias que se misturam entre si. A gente tem o GRC, que é um concreto que recebe um teor de fibra na composição, uma resistência de 50, 60 MPa e um peso que mais ou menos chega a 50, 60 quilos ao metro quadrado. que a gente usa em obras que têm uma demanda de esbeltez, que é um concreto projetado, então consigo fazer obras curvas com detalhamentos que não conseguiria fazer, o que seria um custo mais alto de fazer no concreto armado convencional. E também quando a gente tem uma estrutura que não foi pensada desde a fundação para aguentar uma carga de um concreto convencional que chega a 200, 240 quilos ao metro quadrado. Já que você está chegando a 60, 70 quilos, então é uma diferença brutal na fundação se você pegar um prédio de 50 andares. que é o caso hoje que estou executando uma obra lá no Parque Global que tem 50 andares, a estrutura não conseguiu, tive que usar o GRC porque a estrutura não foi concebida para receber outro produto, nem a alvenaria. A gente tem também o UHPC, que é esse concreto de altíssima resistência que permite fazer peças especiais. É um concreto que tem uma característica de cálculo muito parecida com o aço. Ele chega a 130 MPa e ele tem um fator água-cemento muito baixo. O fator água-cemento, só para traduzir, é o que deixa o concreto mais impenetrável. Então é um concreto que serve até como uma capa de proteção contra as interperes. São obras que têm uma grande necessidade de proteção. Estou fazendo uma obra agora, que é lá na frente do mar. Estou usando o HPC até para uma proteção do concreto, uma maior durabilidade. E designs diferentes, formas diferentes. A Matarazzo, que fizemos aqueles cipós todos, foram feitas com HPC, porque eram peças esbeltas e o cálculo não permitia fazer de outra maneira. Então é isso, a gente tem tecnologias hoje para todos os gostos e todas as criatividades dos arquitetos. Acho que é caso a caso que a gente estuda o produto que a gente vai usar.
É muito legal, Helio. Eu vou até mostrar algumas imagens aqui durante esse episódio, porque confesso que vivendo tanto a construção civil, vivo dentro de canteiros de obra, e em momento algum passou pela minha cabeça que aquele cipós da estrutura daquele prédio no Matarazzo seria de concreto.
Paulo, aquele cipós, quando a gente pegou o projeto para fazer, a história foi interessante, porque a gente tem lá 50 a 60 formas diferentes. porque o incorporador e o arquiteto, que é um francês, queria ter uma variação de formas. Então a primeira coisa foi escolher os cipós que iam gerar as formas. A segunda etapa foi escolher um lugar para moldar esses isopores, essas peças, para produzir a forma, todas em borracha. Então, aquela obra foi uma obra bem complexa. Desde a parte executiva e você conseguir fazer com que uma peça... Lá são três peças no prédio. Então, fazer com que a peça de cima encaixasse direitinho na peça de baixo foi uma coisa que foi... Eu tive que fazer a forma já com o tamanho inteiro do edifício.
Então, naquele processo, você tem emendas ali?
Então, são três peças.
É que eu não consigo perceber.
Eu olhando, não consigo.
E nem vai conseguir, porque quando eu fiz a forma, eu fiz a forma do prédio inteiro. Aí eu repartia a forma e gerei as peças. Então, já na forma já deu a união. Não sei se você entendeu o que eu falei.
Sim, sim, entendi.
Imagina uma árvore que eu corto em três pedaços e depois eu emendo a árvore na obra.
Sim.
Esse é o conceito. Essa foi a ideia que a gente fez. E tem uma complexidade grande, que é uma ordem de montagem importante, que uma peça passava atrás da outra. Esse projeto foi desenvolvido lá fora, tá? A gente fez lá na França esse projeto.
Bacana.
Odd, uma pergunta importante para nossos amigos da engenharia, né? Hoje é muito, você explicou muito bem no começo, a nossa engenharia convencional predial, como ela é concebida no sistema de fachada. E nós sabemos que tem vários empreendimentos icônicos hoje que estão sendo feitos em fachada pré-fabricada. Hoje, qual o para e passo, os pontos essenciais que deve ser pensado para conceber uma fachada pré-moldada? Essa é a pergunta 1. E a pergunta 2, como deve ser feito esse acompanhamento que você faz com maestria para garantir que o sistema funcione e tenha a vida útil para a qual ele foi pensado no início?
Bom, é uma pergunta que levaria aí uns 40 minutos para responder.
A gente tem só 10 hoje.
É, a gente tem só mais 10 minutos. Ainda bem que o Paulo já falou.
Depois eles cortam.
O problema é que não vai dar para cortar, porque vai ser uma aula se ele começar a falar.
Não vai dar para cortar.
Beleza bem, inicialmente é a aplicação da visão sistêmica. O projeto tem que sair da cabeça do arquiteto já sabendo como ele vai realizar. Eu uso uma frase interessante que é, imaginem um empreiteiro pintando a Capela Sistina. Então, Michelangelo era pintor. Imagina a Pietà de Michelangelo, o Dávid de Michelangelo, a matriz de Firenze e tal. Imagina o empreiteiro fazendo isso lá se ele não fosse um escultor. Então, o arquiteto precisa ampliar os seus conhecimentos dessas tecnologias. A tecnologia não é inimiga da criação. Aliás, a criação depende da tecnologia para se realizar. Então, é entre criar e realizar. Há um ditado italiano que diz que no meio tem um oceano. E você precisa vencer esse SNU conhecendo essas técnicas. Então, o projeto tem que nascer para aquilo. Alguns projetos a gente fez, e a gente às vezes se desdobra em quatro, em oito, para fazer caber aquilo dentro do orçamento, que não nasceram para aquele produto, para um banheiro pronto, para uma fachada pré-moldada ou até mesmo para um simples uso de um drywall interno. Então, sistemicamente, se isso já pudesse ser concebido lá na concepção do projeto, existe uma grande possibilidade de você ter a viabilidade. Obviamente que, quando você movimenta toda a equipe de projeto, de concepção e tudo mais, você já movimenta naquele sentido. Você escolhe a Dutra, então você já sabe que vai para o Rio de Janeiro. Agora, você está lá em Lorena e acha que o destino era Londrina, vai ter que voltar para trás, então não vale a pena voltar para trás e você tomou um caminho, uma decisão errada ou não toma aquela decisão. Mas o correto é a utilização de uma concepção sistêmica, para que aquilo possa ter sua realização. É muito fácil – sou filho de artista plástica, não digo que é fácil, mas ele sempre reclamava que não era fácil – pintar ou conceber um quadro bonito. O duro é realizar. Na cabeça do arquiteto, do criador, o engenheiro também é um criador, ele tem a segunda etapa, que é a realização. O que está acontecendo hoje, só para emendar aquela conversa de antes do desinteresse pela construção, principalmente dos engenheiros, está sendo substituída pelos fornecedores. Porque para ser fornecedor, você tem que ser um industrial. Não existe fornecedor que não tenha... Se não tiver a cabeça industrial, pode ser qualquer coisa que ele queira fazer, não vai dar certo. A fábrica dele não vai para frente. Mas para uma fábrica, uma indústria ir para frente, ela precisa de engenharia. Sem engenharia, não existe indústria. Então, o que acontece? Toda aquela engenharia que está faltando hoje nos canteiros, e até mesmo na concepção dos projetos, aos poucos está sendo suprimida, de uma forma muito capenga ainda, por fornecedores. Então, a gente hoje não recebe, pelo menos nesse nosso setor de fachadas, a gente não recebe um projeto de fachada. A gente recebe uma intenção. Olha, aqui a gente quer fazer essa fachada. Aí você... se recorre ao fornecedor. Tem uns poréns que precisam ser resolvidos, que ninguém recorre a um fornecedor se não estabelecer primeiro qual é o preço, mas é uma parte comercial que pode ser resolvida muito facilmente. É aquela falta também de confiança, porque a gente, infelizmente, nesse setor, parceria não existe. O que existe é... Existe, não é parceria. Sobre verdades.
Hoje tem um pouco de sincericídio, né?
Não, não.
Veja bem, ficar aqui falando...
Não, tá certo.
Então, quando existe essa parceria, que a gente tem algumas parcerias, a gente tem empresas com quem a gente já está trabalhando há muito tempo. E toda vez que tem que fazer alguma coisa, chamam a gente. chamam a mim, chamam o Paulo e tudo mais, a gente sobrevive nesse mercado também graças a essas parcerias. Mas já, vamos dizer assim, a grande maioria das coisas que a gente fez nessas, no meu caso, quase 50 anos de profissão, foram tipo fazer uma coisa e não voltar, como ele havia dito antes de a gente entrar aqui, a gente entregava uma obra e depois nunca mais via aquele cliente. Mas hoje a gente já tem, hoje a gente tem no nosso na nossa trajetória, clientes que estão aí com a gente há muito tempo fazendo, entendendo que a nossa contribuição, que é a contribuição da indústria, melhor colocar, a contribuição da indústria é importante. Então, esse é o tipo de fomento que a gente se debate. para que haja mais fomento, para que haja mais Paulus empreendendo, abrindo indústrias para fornecer. Eu sou do tempo em que a gente fazia todas as esquadrias de qualquer obra, alto padrão, qualquer padrão, era tudo de ferro. Era o famoso serralheiro. Aí começou a aparecer as primeiras obras com alumínio. Não tinha nenhum fabricante de castilho de alumínio no Brasil. A gente comprava o alumínio da UCOA, da CBA. levava para a obra, no porão da obra, vinha um pessoal de mão de obra fazer os cachilhos aí. Hoje, você não consegue dar conta da quantidade de empresas excelentes. Tem a Alfeal, que é a Associação das Empresas de Cachilho, que governa tudo isso, e tem gente fazendo cachilho de alumínio no Brasil inteiro. inclusive invadindo a classe mais baixa, porque hoje nos depósitos das periferias você não encontra cachilho de ferro para comprar, só de alumínio. Então, se até o que tem uma renda baixa entendeu que aquilo era melhor, eu me lembro a transição do ferro para alumínio. Isso aqui é muito caro, isso não vai dar certo. Hoje, até o que tem uma renda bastante reduzida, que conta o dinheirinho, ele faz questão de ter a porta de alumínio, a janela de alumínio e tudo mais.
Já tem o valor percebido.
Já percebeu que aquilo tem um valor agregado importante que vale a pena ele fazer essa compra. E muitas outras transformações que a gente vê, que elas vão acontecendo há 40 anos atrás, mais ou menos, a gente só tinha um fabricante de bloco no Brasil. E tanto que era conhecido como... O bloco de concreto não era conhecido como bloco de concreto, era conhecido como bloco de concreto reago, que era da Camargo Correia. Só tinha eles. Só tinha eles fabricando bloco. Hoje você tem condições de ter bloco estrutural com capacidades de resistência altíssimas no Brasil inteiro. Então, o fornecedor vai ser, vamos dizer assim, a âncora de salvação da construção civil, da indústria da construção civil. Quanto mais gente na indústria estiver produzindo construção off-site, mais o engenheiro que está no canteiro, hoje ele tem muita função de administrador. Se pratica pouquíssima engenharia no canteiro. A engenharia tá vindo toda de fora. Dá essa argamassa estabilizada, concretos com módulo e resistência garantidas. Tudo isso tá vindo de quem? Do fornecedor. Da engenharia do fornecedor.
Você quer complementar alguma coisa pra gente ir pro final?
Eu vou resumir a resposta.
Tô de sacanagem com você hoje.
Sabe que idoso sempre...
Espera aí, só uma coisa. Vocês têm amizade de quanto tempo?
Eu conheci ele em 1990.
Então ele pode.
Mas a amizade é aqui. Na obra não é bem assim.
Ah, na amizade o couro come.
O objetivo é um só.
É fazer com que as coisas dêem certo. Rapidamente a sua pergunta, as obras, quando elas recebem o pré-fabricado... Existe uma série de fatores a serem considerados, a logística mais importante, o plumo da estrutura, a tolerância da estrutura, toda essa parte a gente faz hoje, a Stony tem todo um procedimento que a gente dá um treinamento para o cliente para controlar isso daí. E o pós-obra também, a gente tem alguns critérios de entrega de obra, de manutenção, de limpeza, de controles que tem que ser feitos também. De uma maneira muito simples a gente dá esse acompanhamento também.
Perfeito.
Eu queria que você fizesse suas considerações finais para a gente encerrar. Eu ficaria horas ouvindo esses dois aqui.
Eu ficaria horas ouvindo isso.
Se perguntar, vai longe.
Na verdade, assim, ele resumiu muito o que a gente estava conversando aqui antes, que quando nasce, e a gente conversou naquele outro episódio, quando nasce o projeto pensado na sistemática, em todo o sistema construtivo, tem as grandes vantagens, e o Hogg conseguiu exemplificar isso, onde a estrutura é pensada para aquilo, o sistema de fixação, a fachada é pensada, aí vem o especialista e consegue orientar a obra de como tem que ser aquele acompanhamento, então ele conseguiu resumir bem aquilo que nós conversamos no episódio sobre planejamento e gestão de obras. Mas o que é interessante é a gente roda a feira e falando dessa disrupção do nosso mercado sobre a aceitação do novo. A gente começa a olhar e ver aonde se encaixa os modelos de negócio que está sendo exposto nas feiras. A gente está falando do sistema extremamente relevante. Nosso mercado da construção civil está em alta. É prédio para todo lado São Paulo. Paraná, Santa Catarina, Goiás, sistema de fachado onde nós temos diversos benefícios, que ele foi muito modesto e não falou, nós temos durabilidade, manutenção, logística, é um desafio mais para a obra ter uma agilidade absurda. material de alta qualidade, prazo otimizado, e não está sendo difundido, está sendo difundido através do canal do Consul Cash, está possibilitando falar de um sistema tão importante que é a fachada industrializada.
Eu vou vender um pouquinho aqui, tá? Quando a gente fala de preço, desse preço, desse custo inicial, quando você olha para as vantagens, durabilidade e essa redução na manutenção, só para a gente fechar esse episódio, uma última parecer seu, esse custo eu não consigo equalizar quando eu penso a longo prazo?
Os incorporadores estão começando, alguns incorporadores estão começando a fazer essa conta já. Teve dois projetos grandes que eu fechei nos últimos tempos, que eles fizeram essa conta e a gente conseguiu fechar o projeto.
São raros que fazem isso, porque são intangíveis. É intangível você quantificar quanto custa um risco de obra, quanto custa essa manutenção de utilização. Tem vários estudos que dizem que se você gastar 30% a mais na execução do projeto, você reduz 40%, 50% o custo de manutenção a longo prazo. Mas esse a longo prazo não está pauta hoje da nossa engenharia.
É uma pena.
Mas tem empresas antigas que têm essa conta, tá? Eu acho que a gente tem um amigo comum hoje, eu, que fez essa conta numa empresa grande e chegou a um valor, se eu não falo a memória, hoje acho que é 2% ou 3% do VGV de manutenção de obras entregues. É isso, né, que ele passou para a gente? Então, em cima dessa conta... Tem gente que tem essa conta maior. É, ele começa a viabilizar as fachadas, porque ele já tem esse histórico. Então, o histórico gera... Então, existe todo um tempo para as coisas amadurecerem. Que nem o Jorge falou do... Foi muito feliz o exemplo que ele deu do cachilho. Foi um tempo.
Sim, é o tempo, né? Existe um tempo.
A gente tem que dar tempo ao tempo. As coisas estão acontecendo. Acho que tem que... As coisas vão acontecer. Estão acontecendo.
Pra gente conseguir essa maturidade, assim, ou...
E é muito relevante, quando a gente fala do sistema predial, sem delongar muito, onde a fachada, falando de engenharia pura e bem objetiva, é o caminho crítico, um dos mais importantes na construção do edifício. E você percebe um sistema tão importante, a gente tem uma resistência tão significativa. de adentrar tecnologias. E o outro ponto também é falando da vida útil no empreendimento. Então a gente tem um período de concepção, de compra do terreno até a entrega do empreendimento de seis anos, mas a consultoria corporadora tem que dar um período legal de cinco anos de garantia e eu tenho a vida útil da minha fachada, que o Paulo pode falar e ele consegue falar rapidamente a diferença entre a fachada convencional, a vida útil, a vida útil do sistema que ele entrega.
Esse episódio tá igual, sabe aquela comida gostosa que fala assim, não, quero um pouquinho mais e tal?
Não acaba, né? Não acaba.
Não, só pra complementar o que o Paulo falou da que é lento, ainda bem que é lento, porque se todo mundo resolvesse, da noite para o dia, embarcar nisso, a gente teria um tsunami que destruiria tudo. Então, ainda bem que é lento, o pessoal tem a possibilidade de observar, porque a gente tem muito essa mania aqui, de primeiro ver o outro se ferrar, para depois ver se deu certo com o Paulo, eu vou fazer. É bom que seja lento, mas que seja estruturado. A nossa preocupação maior é não ter ainda esse entendimento que isso precisa estar estruturado. Não pode vir aqui um sujeito e montar um negócio e falar assim isso aqui. Da onde isso surgiu. Será que vai durar. Isso aí vai ficar lá no tempo. Aguenta não aguenta. Posso dar garantia de 50 anos em cima disso. Vou vender vou encontrar mercado para isso tudo mais.
Então é isso gente. Gostaria de ficar muito mais tempo aqui ouvindo vocês, mas é dessa forma que eu gostaria primeiro de agradecer a presença de vocês, Hélio, e obrigado por ter conectado aqui dois, você falou, gênios.
Não foi fácil trazer essas lendas aqui.
Eu vi o perrengue.
Super fácil, Helio.
Ele estava na China. Helio, quando eu chegar da China, eu te atendo.
Obrigado, mas...
O Pedro ficou bravo, porque eu chamo ele de Pedro, não é Pedro, é Francisco Og.
É, você viu? Eu tinha que encerrar dessa forma. Então, como você sabe, aqui esse canal é a voz da construção, é todo o conteúdo que é gerado aqui, um conteúdo para todos. A gente não está falando aqui de engenheiro para engenheiro, é de engenheiro para arquiteto, para investidor, para mão de obra que está ali no dia a dia. Então, comente, compartilhe nossos conteúdos e até o nosso próximo encontro aqui no ConstrueCast. Eu tenho certeza que dessa forma a gente vai transformar a construção civil no Brasil através da educação. Vem com a gente!
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