FEICON 2026: O que esperar da maior feira de construção das América? | Podcast | Ivan Romão

Ivan Romão, director of Feicom, discusses Brazil's largest construction fair, which draws over 100,000 visitors from 85+ countries and 1,200 brands. The 2026 edition in São Paulo (April 7-10) aims to educate the entire supply chain, from architects to on-site workers, through technical talks and hands-on training. A new Rio edition launches in October to reach industries that can't travel to São Paulo.
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Sejam todos bem-vindos a mais um episódio do ConstruCast. O convidado de hoje é Ivan Romão, ele é diretor da Feicom. Imagina você que em conversas pelo Brasil durante nossas viagens tem vontade de conhecer a maior feira de construção das Américas.
ConstruCast, arquitetura, engenharia e construção.
Esse episódio é um oferecimento Hub e Construção. Pra falar sobre o assunto, Ivan, seja bem-vindo aqui ao nosso ecossistema de comunicação, hobby e construção, o ConstruCast.
Muito obrigado pelo convite, obrigado pela oportunidade.
Ivan, eu queria que a gente vai falar um pouquinho do cenário da construção brasileira, como que, qual que é o papel da Feicon nesse desafio, né, de mostrar tecnologia, de fazer com que os profissionais saiam das suas obras e venha conhecer soluções construtivas inovadoras. Eu queria que você falasse, só se apresentasse um pouquinho e já contextualizasse qual que é o papel da Feicom nesse cenário da construção civil.
Muito bem, eu estou à frente do projeto Feicom desde 2024 como diretor do evento, né? Eu acho que a Feicom ela exerce um papel essencial na cadeia produtiva da construção civil Por quê? Porque ela é uma grande vitrine de novas tecnologias, de tendências, de lançamentos. É uma oportunidade única para o fabricante trazer o seu produto para um número significativo de pessoas ligadas diretamente à cadeia produtiva da construção civil, seja ele especificador, seja ele varejista, distribuidor, né? Então é o grande encontro da construção civil nível América Latina.
Bacana. E como que você entende que é muito importante a gente começar a chamar atenção das construtoras para que elas tragam seus profissionais que vivem ali o canteiro de obra para conhecer o evento, para que a gente consiga dar acesso a esses profissionais sobre soluções construtivas que surgem no mercado e ali é um ponto de encontro para esse cara ter acesso?
Olha, fazendo um parafraseando, né, vamos dizer, o cara que põe a mão na massa, né, o cara que tá no canteiro de obra, o mestre, o engenheiro, todo aquele pessoal que tá produzindo realmente, né, na construção civil, Ele é um grande avaliador do produto, né? E nós, como vitrine, né, a gente tem trabalhado incessantemente, constantemente, para trazer esse profissional para o nosso evento, mas não só na questão de novos produtos e novas tecnologias, mas também para ele adquirir conhecimento, boas práticas, para que Como uma tendência geral de mercado, sustentabilidade e eficácia no canteiro de obra hoje é essencial para qualquer construtora. Então esse profissional para nós tem ganhado muita relevância nesses processos de especificação dos produtos que vão ser apresentados na Feicom. Por isso o nosso grande interesse de trazer esse profissional para a feira, porque é ele o principal especificador do produto que o nosso expositor fabricante está levando para o evento.
E nessa medida você falou que não é só conhecer material, né? Você tem a parte de adquirir conhecimento, né? Você tem painéis ali de conteúdos e tem essa possibilidade desse profissional ouvir, se conectar com outros profissionais de outras empresas para fazer troca, né? Intercâmbio de conhecimento. Você tem algum case nesse sentido onde você possa compartilhar de pessoas ou empresas que visitaram a Feicom? Como que foi a experiência desses profissionais no sentido não só de ter acesso a materiais, mas também ter acesso a conteúdos?
Olha, esse é um ponto interessante e gratificante para nós que trabalhamos na organização do evento, porque a gente recebe depois muitos agradecimentos dos profissionais e das empresas que visitam, até que expõem.
Por quê?
Porque esse cenário Feicom é um grande network, um grande ponto de encontro onde você vai encontrar parceiros, vai encontrar concorrentes, vai encontrar pessoas envolvidas em diversos momentos da cadeia produtiva da construção. E esse profissional sai dali conhecendo muito mais de quando ele entrou. E a gente recebe muitos agradecimentos de profissionais dizendo: olha, eu estive na Feicom, eu quero agradecer vocês porque eu sou hoje um outro profissional, porque eu tive contato com novas tecnologias, eu tive contato com conteúdos que me fizeram ser um profissional melhor. E aí eu vou além do canteiro de obra, o balconista que tá na loja, o dono do depósito de bairro. É muito legal essa parte, porque Porque para nós, né, receber esse feedback indica que a gente está no caminho certo.
É, eu comecei pelas construtoras porque quando você, quando a gente olha para a indústria, principalmente a maioria dos profissionais de comunicação da indústria, eles tendem a olhar muito para construtora, que é aquela venda de maior porte. Então, por outro lado, a gente tem o varejo. Que é aquela, você tem muita construção no Brasil onde o pedreiro influencia o dono daquela residência ir lá e comprar material. Por outro lado, a gente precisa olhar muito para qualificação desses profissionais que estão ali nos depósitos de material de construção e tudo mais. Eu queria que você trouxesse agora uma pincelada da importância do evento para esses profissionais do dos depósitos de material de construção, para os donos de residência, porque quando ele vai comprar ele precisa ter uma venda, um atendente bom tecnicamente para atender, e também aquele pedreiro, pintor, que influencia diretamente um processo de compra.
Você tem aí os dois grandes disseminadores, né, da tua marca, do teu produto. Porque primeiro, quando você contrata um profissional para trabalhar na sua casa, numa pequena obra sua, né? Ele é o primeiro indicador ou especificador daquilo que você vai precisar chegar no balcão e comprar. Quando você vai no varejo, aquele balconista bem preparado, bem instruído, e às vezes até treinado por algumas marcas— porque, porque as marcas já perceberam isso— o balconista bem treinado, balconista instruído tecnicamente, ele vai fazer uma venda melhor. Inclusive, as nossas associações parceiras, dentre elas a própria Namaco, terá um capítulo dentro da Feicon 26 falando justamente sobre essa questão do treinamento do balconista para que ele faça uma venda realmente consultiva, entendeu? E o pedreiro, o pintor que você contrata para fazer a reforma na sua casa, ou para fazer muito, entre aspas, aquele puxadinho na sua casa tal, Esse também é o especificador do produto que você vai lá e vai comprar, porque é ele que vai dizer que tipo de material vai ser comprado, qual a quantidade que vai ser comprada. Então, a gente tem trabalhado muito nessa questão de trazer mais conhecimento para esse profissional, e a indústria abraçou essa causa também.
E nesse processo, Eu penso que vocês têm uma influência muito grande nesse movimento, né? Até por conta da relevância que tem a Feicon no mercado da construção brasileiro. Qual que é o principal desafio para o mercado, quando eu falo de mercado, a própria associação de material de construção, a própria indústria se unir para fortalecer esse movimento de qualificação não só desses profissionais balconistas aí, material de construção, mas também desse profissional, desse pequeno pedreiro que constrói ali pequenas casas e faz aquelas reformas do dia a dia, que para mim ainda esse trabalho ele ainda tá bem lento. A gente precisa um pouco mais de, sabe, de ação tanto da indústria quanto das associações e de eventos como a Feicom.
Olha, eu acho que é cultural barra educacional. Porque, vamos lá, um cimento, ferro, é meio que uma commodity, né? Dificilmente você precisa ter uma especificação muito técnica com relação a isso. Mas a boa utilização deste material, eu tô falando de pequenas obras, claro que em grandes obras você vai ter o profissional lá que tá qualificado, o engenheiro, o arquiteto que tá lá qualificado, especifica, tá normatizado, ele vai pedir um produto Mas vamos assim, o pintor, o pedreiro que tá ali no dia a dia da maioria da população, esse profissional fazendo bom uso do produto do fabricante, ele por si só tá certificando com carimbo de qualidade. Por isso que é importante as empresas atentarem essa questão de utilização adequada do produto. Porque não adianta nada eu comprar um produto de ótima qualidade e dar na mão de um profissional que não saiba usar isso. E no final das contas, o que acontece? A culpa vai ser do produto, a culpa vai ser do profissional. Então os dois perdem nesse processo. Aliás, os três, porque o consumidor também perde.
Ele não vai ter uma construção tão boa.
Exatamente. E as empresas têm percebido cada vez mais isso. A gente percebe, por exemplo, na Feicom, muitas empresas têm dentro dos seus espaços, dentro dos seus estandes, uma área de conteúdo para pequenos talks de 15, 20 minutos, aonde lhe dá informação técnica, onde lhe dá treinamento para o profissional que vende e para o profissional que aplica o produto. Porque uma boa aplicação, uma boa venda vai repercutir de forma positiva para toda a cadeia.
Vocês fazem um trabalho para mim, tá, que eu reputo brilhante na Feicom, que é essa união de trazer os influenciadores, né, aquelas pessoas que vocês entendem que influenciam o mercado de forma positiva tecnicamente, ou seja, são conhecedores. E eu percebo que vocês não estão olhando para aquelas pessoas que têm milhões de seguidores, vocês olham a o perfil, ah, essa pessoa ele gera um conteúdo bacana, influencia positivamente, vocês pegaram e trouxeram isso para dentro da Feicom. Como que você entende que as empresas poderiam adotar esse formato de inovação, de divulgação de conteúdo em suas áreas? Por que que eu tô te perguntando isso? Tem empresas que investem milhões em grandes campanhas de TV para ter visibilidade da marca. E muitas vezes eu não vejo essas empresas fazendo esse investimento num conteúdo técnico com micro influenciadores para esse conteúdo chegar de uma forma assertiva, da forma como realmente tem que chegar. Tô falando tecnicamente, tá? Primeiro, qual foi o desafio de criar esse movimento dentro da Feicom? E como que você entende que as empresas, a indústria da construção, pode adotar esse esse modelo que vocês trouxeram para dentro da Feicom?
Olha só, é claro que é de conhecimento de todos que a internet tem hoje uma relevância, um protagonismo super importante para determinar, para orientar, né, tendências e tudo mais. A nossa preocupação sempre foi trabalhar com profissionais que realmente agregassem valor ao processo, né? Essa questão da superficialidade da internet, essa questão da falta de conteúdo de verdade, do miolo da coisa mesmo, sabe? Isso foi uma, sempre foi uma preocupação nossa. Quando a gente se alinha e quando a gente cria momentos e parcerias com esse tipo de profissional, uma das nossas grandes preocupações é credibilidade. Porque isso é uma coisa muito importante para nós, porque você ganhar a confiança e você ter crédito com o mercado é muito difícil, mas você perder é muito fácil. Então, para nós é muito significativo a gente ter parceiros que tenham a mesma mentalidade que a gente, que é agregar valor ao processo. Então a gente sempre procura estar em parceria com profissionais que realmente tragam conteúdo relevante, que realmente agreguem valor àquilo que está sendo discutido ou que está sendo apresentado nos nossos eventos. Essa sempre foi a nossa preocupação.
E é muito legal que a gente falou, né, que a feira em si, o evento em si, ele também é um ponto de encontro. E nessa medida eu vou ter a oportunidade de encontrar vários amigos que são de outros estados, que já anunciaram: "Eu estarei lá." Então, ah, o Paulo vai lá para visitar essa galera. Enfim, conheço bastante dos que estarão lá. Como que você entende que as empresas poderiam adotar esse modelo de... Qual que é a dica do Ivan para as empresas adotarem esse modelo de comunicação com parceiros que de certa forma geram conteúdos assim? Qual que é a dica para não cair naquela situação do falso conteúdo sem profundidade?
Isso aí, isso é um ponto que você tem que ter muita atenção realmente, porque às vezes o pago, o patrocinado, ele tem que ser muito bem tratado para não se tornar um tiro no pé. Sim, eu acho que as empresas, os fabricantes fabricantes, eles, pelo menos no nosso setor, tá, eu entendo dessa forma porque a gente se relaciona ali com um, eu diria que é um micro universo, vamos dizer assim, né. A gente percebe que as empresas, no caso os fabricantes, expositores, eles têm uma preocupação de se aliarem, né, de estarem junto com profissionais que realmente Tem uma certa garantia com relação à marca, porque como eu disse, né, imagina se você tem um profissional que você tá lá, é a tua cara, né, na internet, a tua cara na TV, e de repente esse profissional não agrega valor. Isso vai repercutir negativamente na sua marca. E eu percebo que as empresas têm se preocupado muito com isso, tanto é que muitos dos nossos expositores Tem os embaixadores, é, os embaixadores, que é o cara que fala em nome da marca, é o rosto da empresa, entendeu? E as empresas têm se preocupado cada vez mais com isso porque muitas das compras acontecem por influência de vocês, sim, por influência daquela pessoa que tá falando na internet sobre o produto A, produto B, sobre aplicação A, sobre aplicação B.
É, prova disso é o, como eu te falei, os encontros que a gente faz com, nas obras, e a gente reúne grupos de profissionais. Às vezes só de aparecer, às vezes uma sacaria numa imagem, as pessoas já associam: ô mestre, você passa o contato dessa empresa e tal, você recomenda? Ele nem tá sendo pago para isso, tá?
Acho que esse é um dos principais pontos, né? Essa é a credibilidade que se busca. Eu acho que é uma tendência, né? A gente sabe que a internet tem muita coisa, tem, acontece, o impacto da internet é muito grande, mas eu acho que cada vez mais nós estamos procurando aquilo que realmente é seguro, é certo. Essa credibilidade vai ter cada vez mais valor.
E como que você enxerga o O papel dessa união de profissionais para a gente melhorar a qualidade da construção no Brasil? Olha, essa troca, sabe, de conhecimento.
Eu entendo da seguinte forma: o bom profissional, ele é sempre mais valorizado. Então já começa daí, começa por aquilo que impacta diretamente o nosso bolso, vamos dizer assim, né? A sustentabilidade, a eficiência, seja em qualquer nível de obra, tá, qualquer nível de obra, o impacto social. Você tem um profissional hoje bem treinado, um profissional hoje com conhecimento tecnológico, isso vai repercutir de forma muito positiva na qualidade do produto final. Então todos ganham com isso, entendeu?
É, quando você traz uma, uma, imagina que esse profissional ele tem um conhecimento, ele consegue trazer, escolher uma solução construtiva que vai acelerar aquela obra, que vai trazer qualidade, consequentemente usuário final ele vai ter menos transtorno, porque obra, né, obra, reforma, tem o famoso transtorno. Então quando a gente traz esses agregadores aí, no final realmente todo mundo ganha. Esse cara entrega mais rápido, pega mais cliente, O cliente recebe mais rápido e realmente isso é um agregador. E falando de agora um pouquinho de Feicom, né, para a gente só dar uma pinceladinha em tecnologia também, como que você, qual que é o movimento que você, em número, tá, que vocês fazem no mercado da construção brasileira?
A FECOM, nesta edição de 2026, vai receber mais de 1.200 marcas para um público estimado em torno de 100 mil visitantes nos 4 dias de evento. Esses visitantes vêm de todos os estados brasileiros e mais de 85 países. O impacto disso no mercado, vamos assim, de forma geral, Ele é muito significativo porque eu acho que esse é um dos papéis que a FEICOM presta. Tudo bem, todo mundo trabalha para ganhar, seja ganhar dinheiro, ganhar conhecimento e tal. Eu acho que esse é um papel que a FEICOM tem prestado, vamos dizer assim, para o setor da construção civil, sendo uma grande vitrine para os fabricantes poderem lançar seus produtos, novas tecnologias e tendências, a vitrine para o profissional que vai especificar o produto. E aí a gente começa a gerar os subestações, assim, os influenciadores que agora estão entrando, agora não, mas que estão entrando cada vez mais forte nesse cenário todo. Tanto é que vocês têm um capítulo específico dentro da feira A parte de conteúdos, né, a gente traz aí um conteúdo muito relevante com a Feicon, falando sobre tecnologias, falando sobre sustentabilidade, falando sobre eficiência. Então todo esse cenário que a Feicon traz nesses 4 dias vão repercutir de longa data. Tudo bem que são muitos negócios fechados na Feicon, existe um volume gigantesco de vendas na Feicon, Muitas empresas esperam a Feicom para fazer os seus lançamentos porque é onde ela vai vender o produto dela na grande massa mesmo, né? Então, mas é um processo que começa na edição, mas vai a longo prazo, você entendeu? Isso aí tem obras que vão acontecer o ano que vem, mas que são produtos que estão sendo mostrados agora. Então esse trabalho de ser a vamos dizer assim, a grande vitrine do setor é de curto, médio e longo prazo mesmo, entendeu?
E nesse processo de trabalho para vocês enquanto movimentar o setor, você tem esse trabalho de trazer esses expositores para o próximo ano, né? O que que vocês fazem nesse período que não tem o evento?
A gente continua sendo a vitrine desse expositor, porque ele permanece durante, até a próxima edição, vamos dizer assim, dentro do nosso site, né? Os nossos conteúdos, muitos deles são disponibilizados para o público, né? E o network que é gerado entre visitante e expositor, ele passa a ser constante. Ele passa a ser um processo contínuo, né? Então a nossa grande preocupação de— eu, por exemplo, já estou trabalhando na próxima edição. Por quê? Porque a gente quer sempre a novidade, a novidade para a próxima edição. O que que vai ter de mais relevante para o mercado da construção em 2027?
Agora, antes de falar de novidade, é Queria te perguntar, você tem noção de número que foi movimentado na edição? Falando número em valores, tá, de negócios fechados na edição anterior, assim, por cima?
Esse é um número muito difícil de eu te passar, mas depois até a gente pode colocar lá. Porque o que que acontece, como eu disse para você, muitos negócios são fechados durante a feira, e esse eu consigo medir Porque o expositor me fala. Mas tem negócios que demoram meses para ser fechados, mas que partiu dali, mas que partiu dali, entendeu? São projetos que vão demorar às vezes até 2 ou 3 anos para serem concluídos, mas começou, começou na Feicom. Então esse é um número relativo. Eu até tenho o número da edição passada, mas ele, ele é superficial.
Sim, com certeza, o número é muito maior.
É muito maior que isso.
Queria que você falasse um pouquinho, você já que você falou, tocou na palavra inovação, e vocês agora estão indo para o Rio de Janeiro. Como que partiu essa ideia de pegar o evento que acontece aqui em São Paulo e fazer uma edição também no Rio de Janeiro?
Olha, a gente sempre acompanha a evolução do mercado, né, e nós percebemos que existe uma lacuna, um hiato, vamos dizer assim, não especificamente no Rio de Janeiro, mas uma série de indústrias que não vêm para São Paulo por uma série de motivos, tá? Então a FECOM Rio de Janeiro tem um objetivo de proporcionar as possibilidades das indústrias que não vêm para São Paulo participarem da feira, seja como visitante ou como expositor, e das indústrias que já participam da edição de São Paulo ter uma segunda chance de ter todo esse contato, todo esse network com o mercado que a Feicom São Paulo proporciona. As duas edições não são edições regionais, elas são edições internacionais, tanto a de São Paulo como assim será do Rio de Janeiro, né? E a nossa escolha pelo Rio de Janeiro foi justamente pelo Rio de Janeiro ter essa estrutura estrutura hoteleira, transporte, portos, aeroportos, né, suficiente para receber um evento do porte da Feicom. E a gente entende que é uma segunda chance, uma segunda oportunidade para quem não veio, e para quem veio ter uma, uma, o dobro das possibilidades de geração de negócios.
É interessante, ó, um é pouco, dois é o ideal.
É o que a gente tá entendendo a princípio.
Não dá para falar que, ó, não fui em um, você tem que ir. Exato, exato. Agora, Ivan, neste mundo tão digital que a gente tá vivendo hoje, como que você enxerga a importância do evento presencial?
Olha, a gente, quando nós tivemos o período pandêmico, vamos dizer assim, que a gente ficou impossibilitado de fazer eventos presenciais, a gente investiu muito na questão do virtual. E a gente trabalhou muito bem com isso naquele período 2 anos e meio com isso. E existia uma certa preocupação que o virtual iria sobrepor sobre o presencial. Mas olha só, as coisas se casaram tão bem que hoje eles trabalham muito bem juntos e um não vive sem o outro. Tanto é que na Feicom, em todas as nossas feiras, a gente usa as plataformas de mídia, o virtual, como mais uma ferramenta. Então, por exemplo, os visitantes da Feicom 2026 vão ter acesso a catálogo virtual, eles vão conseguir ter uma série de informações através do aparelho celular, e por isso a internet circulando no pavilhão, entendeu?
Agora é importante, você que é em primeira mão, gente, vocês vão ter internet, Wi-Fi disponível para todos os visitantes.
É o que a gente pretende.
Claro que, né, a gente Vamos lá conferir, hein, Ivan?
Não, acho que faço questão de você conferir. Se por acaso não funcionar, você me questiona mesmo.
Vai funcionar, vai funcionar.
É um volume muito grande, né, num espaço limitado, vamos dizer assim, né. O pavilhão, ele é um espaço limitado e restrito, né. E você, a gente recebe 100 mil pessoas em 4 dias. Se você fizer uma conta aritmética, é 25 mil pessoas por dia acessando ao mesmo tempo. Entendeu? Então a gente tá procurando prestar o melhor serviço possível, né, e estamos avançando edição a edição para que a gente consiga chegar no modelo ideal. Mas a gente vai trabalhar intensamente para que funcione tudo bem.
E vai, para quem ainda não decidiu ir à Feicom esse ano, o que que ela vai perder?
Ah, vai perder muita coisa, não só como lançamento de produtos, né, assim como eu disse, as empresas esperam a Feicom para lançar as novidades, esse network de encontrar pessoas do mercado, a parte de conteúdo técnico para se tornar um profissional melhor do setor. Acho que é um momento diferenciado do setor da construção civil participar da Feicom. Você sairá de lá um profissional muito melhor, eu não tenho dúvida disso.
Eu também não tenho. Agora, tem alguma pergunta que eu deixei de fazer que você gostaria de trazer aqui para aproveitar já o espaço?
Não, eu acho que a gente conseguiu Assim, quer que fique com é tanta coisa que é difícil a gente tentar falar tudo num curto período, né? Mas eu gostaria de realmente fazer um convite para tua audiência, né, para que de 7 a 10 de abril no São Paulo Expo, né, em São Paulo, visite a feira. A feira nós estamos trazendo uma série de melhoria para os visitantes, traslados de duas estações do metrô, pontos de táxi distribuídos, estacionamento amplo. Então a gente tem procurado melhorar a experiência do visitante e do expositor, claro, né? Porque a gente sabe que para você se deslocar e se dispor a visitar um evento tem que ser uma experiência satisfatória.
Você tocou no ponto importante: logística de transporte. O que que você, enquanto diretor de um evento tão importante que movimenta muita gente, Traz de dica aqui para as pessoas para ajudar nesse processo de acesso ao evento.
Tudo aquilo que a gente consegue ter domínio, né, porque o trânsito de São Paulo é o trânsito de São Paulo e todo mundo sabe como é que funciona. A gente procura criar ferramentas, né, dentro do nosso universo ali em torno do pavilhão, né, para facilitar o acesso. Então a gente, nós colocamos transporte gratuito nas duas estações do metrô, seja a Estação Imigrantes ou a Estação São Judas. Nós disponibilizamos pontos estratégicos de táxi e de traslado, por exemplo, do Shopping Central Plaza, do entorno ali do zoológico, do Simba, né, para que as pessoas que queiram chegar através de transporte público ou de transporte coletivo, né, tenham esse acesso fácil. O carro particular, a gente sabe que indeterminados pontos, em determinados períodos do evento, realmente você tem um over ali de trânsito, né? Porque além do trânsito gerado pela feira, você tem todo o trânsito em volta, né? Mas a gente tem trabalhado incessantemente com as autoridades, com a CET, com a Polícia Civil, com a Guarda Municipal, para tentar melhorar ao máximo a experiência do visitante até ele chegar no pavilhão. Porque eu tenho certeza que a partir do momento que ele entrou na feira, ali é o nosso território, ali ele vai ter melhor experiência, sem dúvida nenhuma.
E para você que tá vindo de outros estados, de outros países, e segue a gente, acompanha a gente aqui no ConstruCast ou nas plataformas Hub Construção, se você tiver alguma dúvida, entre em contato que o nosso time de suporte pode ajudar em te dar dicas de como melhorar a sua experiência de acesso na Feicom. Pode contar com o nosso apoio. Pode agora finalizar ou você tem mais alguma dica importante?
Não, eu quero agradecer a oportunidade de estar aqui. Eu acho que a Feicom 2026 de São Paulo tá preparada para receber o teu convidado, para receber a tua audiência. A gente promete para vocês que vocês vão ter acesso a muita coisa boa dentro da feira, né? E Rio de Janeiro também tá aí, de 6 a 8 de outubro estaremos no Rio também.
Olha a responsabilidade, ó, isso é um convite.
Com certeza, já tá feito aqui.
Vamos para o Rio de Janeiro, gente, vamos para o Rio de Janeiro também. Ivan, obrigado mais uma vez pela sua participação. Eu coloco nossos canais à disposição de vocês para ajudar no que for preciso. Parabéns também por esse movimento que você traz para construção civil. Eu acredito que vocês têm um slogan e eu gostaria que primeiro você falasse o slogan da Feicom para que a gente continue e encerre esse episódio.
Eu posso até trocar algumas palavras, mas se tem na construção, tem na Feicom.
Se tem na construção, tem na Feicom. E aqui no ConstruCast, exatamente a mesma coisa. Conhecimento também se constrói.
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