Marksuel Carlos | Comunicação Visual X Construção Civil | Construecast | Paulo Barros

Maxwell Carlos built a visual-communication business from scratch in Goiás, lost it in a partnership breakup, and rebuilt it to become a major content creator teaching the industry. He talks family, faith, the obsession with detail that drives growth, and what he'd tell young entrepreneurs starting out.
Questions this video answers
34 years old.
About 90 km from Brasília and about 120 km from Goiânia.
Town (district) ~7,000 inhabitants; municipality (including districts) ~30,000 inhabitants.
Started about 15 years ago; left the partnership about 9 years ago.
YouTube ~153,000 subscribers; TikTok ~100,000 followers; Instagram ~129–130,000 followers; Facebook ~6,000 followers; monthly impressions/reach ~18 million.
Chapters
Sejam bem-vindos ao Constra e Cash. Esse episódio é um oferecimento Actus. Está no ar mais um episódio do Constra e Cash. E hoje eu tenho a honra de receber nada mais nada menos que o maior influencer do mercado de comunicação visual, gráfica rápida e brindes. Ele é lá de Cocalzinho, Goiás. Maxwell, seja bem-vindo ao nosso podcast.
Rapaz, você já imaginou, papai? De Cocalzinho de Goiás pro mundo, hein? Ah, moleque!
Tá preparado pra...
Rapaz, eu posso até... preparado, mas disposto até um pouquinho, ó.
E pra começar o nosso podcast, queria que você falasse um pouquinho de Cocauzinho, que é sua terra natal. Eu acho que tem muita gente aqui que não... não vai entender o porquê da minha pergunta, mas contextualiza, Maxwell.
Cara, Cocauzinho de Goiás é a cidade do Lázaro, pô. Ó, Cocauzinho de Goiás poderia ser conhecido como uma cidade que tem um monte de cachoeira, morro dos pneus, aquela coisa toda, mas infelizmente ela ficou conhecida por causa daquela situação do Lázaro. Não é o Lázaro Ramos, né?
Não é o Lázaro Ramos, é o Lázaro Perigoso, é o Lázaro... Aquele lazo.
Lá que saiu, sei lá, matando as pessoas. A polícia passou, sei lá, 15 dias, quase 20 dias atrás o cara e não conseguiu pegar. Ah, foi uma loucura, mano, foi uma loucura. Mas, cara, minha cidade, ela fica próxima à Brasília. Na verdade, ela fica a 90 quilômetros de Brasília e 120 quilômetros ali de Goiânia. Ela fica entre as duas capitais, sei lá, entre o Distrito Federal e Goiânia. Porém, a minha cidade não é uma rota muito usada para os caminhões, não tem um fluxo tão grande, porque tem uma outra BR que passa por Nanápolis que tem um fluxo muito maior. Então, tem muita gente que pode pensar que o sucesso da minha empresa é porque eu estou entre duas cidades extremamente grandes, mas não, ela tem uma BR mais afastada. Então assim, é uma cidade extremamente pequena, minha cidade hoje, saiu o censo agora, tem 7 mil habitantes, cara. 7 mil habitantes. Porém o município tem muitos habitantes, tem 30 mil. Só que as cidades, os distritos de Cocauzinho estão do lado de Brasília, de Águas Lindas, de maneira que eu não atendo absolutamente ninguém, assim, entre aspas, do distrito, né, do município. Fico mais na cidade que tá lá no interiorzão, nessa BR que eu tô falando pra você, que é só de 7 mil habitantes, cara. Uma loucura, mano.
E antes da gente continuar o nosso bate-papo, bom, pra você que me assiste, pra você que me ouve, eu tô falando de fato, eu tô falando sério, é o maior influencer do mercado de comunicação visual, gráfica rápida e brinde. Agora, imagina só, o cara nasceu numa cidade...
Eu nem nasci em Cocauzinho não, papai.
Você não nasceu lá?
Rapaz, eu nasci em Niquelândia. É pior ainda, o buraco é mais embaixo, meu filho. Conhece Niquelândia? Nunca ouviu falar de Niquelândia.
Nunca ouviu falar.
Niquelândia é mais interior, porém é uma cidade muito maior. É uma cidade de, sei lá, 60 mil habitantes, não sei.
60 mil.
É bem mais do interior ali. E eu nasci em Niquelândia, cara. De Niquelândia eu fui parar em Cocauzinho de Goiás, que tá mais próximo ali um pouco de Goiânia, de Brasília. Saí da... Rapaz, saí de longe, hein?
Você saiu de longe, enfim, mas pelo menos uma coisa eu adianto aqui. Você atingiu... um nível aí que, diga-se de passagem, andando com você agora na Future Print, na feira... Galera, eu fiquei impressionado, não dá pra andar com ele, é todo mundo parando querendo autógrafo, outras pessoas chorando, assim, pelo sonho de estar perto, né? Você hoje é um popstar, mas antes da gente chegar nesse ponto... Dá até.
Um gelinho na barriga quando você fala isso, sério.
Antes de a gente chegar nesse ponto, eu queria que você falasse um pouquinho da sua trajetória, principalmente no mercado de comunicação visual, e como nasce esse desejo de gerar conteúdo e ajudar tanta gente, porque, de fato, o que eu vi, pelo pouco tempo que eu tive contato com você, eu fiquei bastante impressionado. Este episódio é um oferecimento Actos. Actos conta com soluções completas para coberturas e fachadas, comunicação visual e uma linha completa de produtos para a indústria. e produtor Infinity Plus. A produtora Infinity Plus é especializada em comunicação para o mercado de arquitetura, engenharia e construção.
Cara, se eu começar a contar minha história aqui, a gente vai lá... a gente vai gastar, sei lá, duas horas, mas eu vou tentar... Vamos resumir. Eu não consigo resumir muita coisa, mas eu sou filho de pais separados, meu pai era de Nickelande, casou com minha mãe, enfim. Com 15 anos de idade eu morava em Niquelândia com meu pai e minha mãe já morava em Cocauzinho e eu comecei a trabalhar numa gráfica, uma gráficazinha muito simples em Niquelândia e meu pai tinha alguns problemas, meu pai tinha muitos problemas e acabou me mandando embora de casa. Então quando meu pai me manda embora de casa, eu vou morar com a minha mãe, com 16 anos ali já, vou morar com a minha mãe. Em Cocauzinho de Goiás não tinha gráfica, não tinha comunicação visual, afinal de contas a gente tá falando de uma cidade de 7 mil habitantes, cara. Cê tá doido? 7 mil habitantes? Rapaz, o que que tinha na cidade? Era basicamente prefeitura, supermercado, E igreja, né? Igreja tem em todo lugar, mas nada contra, tá? Eu sou cristão. Então assim, eu fui pra Cocauzinho morar lá, e como não tinha oportunidade, eu acabei me mudando pra Anápolis. Anápolis é uma cidade bem grande, que inclusive eu tenho uma história muito legal sobre Anápolis. que é para onde eu vou agora, depois montar a minha empresa. Fiquei lá, trabalhei com gráfica rápida em Anápolis, cara, eu tive péssimas experiências, trabalhei uma gráfica offset na verdade, não tinha nada a ver com revestimento, tinha CM, construção civil, cara, não tinha nada a ver, eu nem sabia desse mundo, desse mercado. E eu fui trabalhar em gráfica, normal mesmo. E lá, cara, eu sofri bastante. Eu tive um patrão que, cara, não posso falar que ele me explorou, mas posso dizer que ele me humilhou bastante e eu sofri bastante. Moral da história, volto eu pra Cocauzinho de Goiás dessa vez pra gente começar um pequeno negócio. Então, a ideia era, pô, eu já trabalhei em gráfica, eu sei mais ou menos como é que é. então eu vou mudar aqui agora pra... vou voltar pra Cocauzinho e vamos começar um negócio lá. Por que não? Uma empresa de comunicação visual que é fazer placa, fazer fachada, mas cara, nessa época só era lona, não tinha... eu não tinha a mínima ideia do que que era CM, do que que era revestimento, o que que é um projeto... um nível de projeto com detalhe. Cara, não, não sabia nada disso. Então lá vou eu, voltar pra Cocauzinho e montar uma empresa de sociedade.
E isso em que ano?
Cara, eu sou péssimo com essas paradas de ano.
Inclusive pra nomes também, você tem... Não, tá tudo bem.
Com data, sou péssimo com nomes, mas isso...
O importante é que você é bom pra comunicação visual.
Isso tem 15 anos, cara. Aproximadamente 15 anos. Rapa motor, véi. Caraca, eu tô com o pé na cova, mano. Cê tá é doido. Mas enfim, há 15 anos atrás, tá, galera? Então eu comecei como sócio numa pequena gráfica. Cara, e o treino bombou, assim, tá ligado? Bombou mesmo. A gente começou a crescer muito rápido. Daí a gente começou a ter máquinas. Até então nada de ACM. Então, como a gente começou a crescer, eu tive alguns problemas com o sócio. E... porque eu sempre fui esse cara de detalhe, tá? Eu chego aqui, cara, eu chego aqui, eu fico olhando cada detalhe aqui, eu pego uma fachada, entro no escritório, eu fico olhando a posição que os móveis estão, se isso aqui daria pra ser melhorado, então assim, eu sempre tive... eu não sei se isso acaba sendo um problema, mas eu sempre fui muito detalhista. E o nível de acabamento nessa época que a gente era sócio era muito ruim, então pegava muito pesado com relação a isso. Moral da história, a gente... Nossa, eu tô conseguindo ser rápido. A gente acabou se desfazendo dessa sociedade. Cara, eu saí dessa sociedade, isso já agora há nove anos atrás. Olha, eu já tô mais perto.
Já tá mais próximo.
Saí da sociedade sem absolutamente nada. Nada mesmo, cara.
O famoso com a mão na frente e outra atrás.
Exatamente. Sabe o que eu tinha? Eu peguei lá da empresa o notebook, que era meu, e uma mochila, que era minha, cara. E eu não tinha... Até então a gente tinha carro, né? Eu tinha um carro, que era da empresa, e eu entreguei o carro pra empresa. Falei, cara, eu não quero nada. Eu sou muito ignorante, assim, em relação a essas coisas. Acaba sendo um pouco de orgulho, né? Então, assim, já que é pra desfazer, pode ficar com tudo. Eu não quero absolutamente nada. E eu lembro que nesse dia, cara, que eu tava indo pra minha casa a pé, que eu deixei o carro lá. Eu cheguei no meu sofá, acho que foi um dos dias que eu mais chorei em toda a minha vida, assim, sabe? Porque assim, a gente tinha construído uma parada muito legal. A gente tava numa coisa que ia crescer bastante. Cara, foi um dia... eu não posso falar que foi o dia mais triste da minha vida, porque eu tive momentos muito mais delicados que esse. Mas foi um dos piores dias da minha vida e um dos dias mais marcantes pra mim, cara. O dia que, pô, fui chutado, eu comecei, tinha começado tudo, mano. O cara não sabia de nada, mano. Eu, cara, sabia de tudo. quem mandava lá era eu, e como ele já tinha treinado, a gente já tinha treinado a outra equipe, outras pessoas, foi muito fácil pra ele me dispensar, né? Falei assim, cara, vaza aqui, agora eu sigo minha vida, você segue a sua, eu saí sem nada. Então nesse dia eu chorei bastante, bastante mesmo, mas eu não tinha ideia assim de que, não, não tem problema, agora eu vou abrir uma empresa, eu vou ser digital influencer, eu vou criar conteúdo.
Cara, não existe Engraçado que esse ponto que você trouxe agora, né, que essa questão do detalhe, né, ou seja, nesse sentido você se tornou um cara chato pra ele, né, e aí tem o momento de desfazer, né, quando você desfaz qualquer relação, acho que você, pelo menos eu me entendo, que você tá se dando a oportunidade de conseguir algo que de fato faça sentido, né, com o propósito de vida que você, sei lá, que você almejava ou não, ou a própria vida te levou pra esse rumo?
Cara, você tá ligado que tipo, quando eu comecei, quando eu saí dessa sociedade que foi, como eu disse, um dos piores dias da minha vida, um doce, eu não fazia ideia do que que aconteceu com a minha vida. Mas sabe uma parada bem legal, isso eu falei na feira agora, a gente tá vindo na feira, é que antes disso, eu já tinha ali, sei lá, meus 22 anos, eu sou cristão, tá, então não tinha um dia que eu não chorava na cama, ajoelhado ali, orando, pedindo pra Deus me tirar de comunicação visual. Cara, eu queria sair disso, essa parada não era pra mim, cara. Eu odiava comunicação visual, eu tava fazendo aquilo ali, mas eu queria outra coisa, cara, eu queria... Eu queria ser pastor, eu queria ser qualquer outra coisa, menos empresário de comunicação visual. E quanto mais eu pedia pra Deus, Deus me tira disso, me tira disso, me tira disso. Quando chegou no dia que eu falei assim, que aconteceu a situação, de romper, de eu sair fora. No outro dia, eu tava trabalhando com comunicação visual.
Cara, que louco, que história louca!
Então assim, às vezes a gente pede tanto pra Deus, a gente fala que ah, eu odeio comunicação, eu odeio o trabalho que eu faço, eu odeio, mas sabe de uma coisa, mano? Por mais que eu odiasse qualquer coisa na minha vida, por mais que eu odiasse trabalhar com comunicação visual, por mais que isso fosse péssimo, eu sempre Dei o meu melhor. E isso é o que eu faço a vida inteira. Não importa naquilo ou o que eu esteja trabalhando. Mesmo odiando, mesmo não querendo fazer. Trabalhar com comunicação visual. Eu sempre vou dar o meu melhor. Porque eu sei que em qualquer coisa da minha vida, aquilo que eu der o melhor, as coisas tendem a acontecer mais cedo ou mais tarde.
Maxwell, é muito interessante esse ponto que você fala, principalmente nesse mundo raso, né, nesse mundo vazio que a gente vive hoje. Você sabia, se você não gostava de comunicação visual, você gostava do quê? É só, isso é pra, na verdade, o rumo dessa conversa é pra ajudar outras pessoas, porque muita gente se encontra aí perdido, fazendo alguma coisa bem... Só que assim, aí você pergunta, o que você gostaria de fazer então?
Cara, sabe o que você tá me falando agora e eu tô assim, caraca velho, nunca tinha... Ninguém nunca me fez essa pergunta, mano. Ninguém me perguntou isso.
Porque será que você não se enganava? Será que você realmente não gostava?
Cara, sabe o que eu gostava de fazer de verdade? E olhando pra trás, e a gente tá falando de 15 anos, 9 anos pra trás, eu gostava de ajudar as pessoas, de me comunicar com as pessoas. E isso é uma coisa que faz total sentido e que a ficha caiu agora. Porque assim, eu segui pela comunicação visual, comunicação visual, mas... No fundo, comunicação visual foi o instrumento pelo qual eu encontrei para ajudar as pessoas. E a gente só está aqui agora porque, afinal de contas, eu estou ajudando as pessoas. É doido isso, né, mano? Tanto que o trem da aula... Fiquei emocionado agora. Foi doido, mano.
Faz sentido, porque o que acontece? Você... Ah, tudo bem, eu não gosto, mas e aí? Mas você gosta do quê?
Eu gostava de me comunicar e de conversar com as pessoas.
Você entende? E a comunicação visual, você tem noção do quão você transformou a vida de tanta gente daquela época até aqui através da comunicação visual?
Cara, isso foi muito louco, porque assim, como eu disse, O pior dia da minha vida foi aquele dia na qual eu chorei, chorei, chorei. Mas no outro dia, eu lembro que eu sempre acordei cedo, né? E quando eu acordei cedo, no outro dia, a minha esposa me perguntou assim, Maxwell, o que você tá fazendo? Eu falei assim, vou trabalhar. Tá, Maxwell, mas não tem empresa pra você trabalhar. Pode descansar, afinal de contas, não tem mais o que fazer. E nesse dia eu falei pra minha esposa uma coisa que eu me recordo muito bem. E isso eu aprendi com meu pai. Eu falei pra ela, Jaqueline, homem que é homem, acorda cedo e vai trabalhar, independente de qualquer coisa. Eu tinha isso em mente, eu tinha que fazer alguma coisa. Eu não podia ficar parado e esperar qualquer outro tipo de resultado. Eu falei assim, cara, eu vou trabalhar. O que eu fiz? Eu peguei uma mochila, peguei o meu notebook, Peguei uma bicicleta da minha esposa, uma bicicleta azul, e comecei a andar de bicicleta na rua pra poder oferecer o serviço de comunicação visual. Sem nada. Fui terceirizar, fui atender pessoas, batia nas portas e falava, cara, eu trabalhava em tal empresa, eu desfiz a sociedade e agora tô trabalhando sozinho, cara, sem nada. Sem um centavo, sem absolutamente nada. E por causa disso, cara, eu tô aqui hoje. Acordei cedo. Não existe mágica, não existe empréstimo. Cara, não existe nada disso. É o cara que falou assim, vou levantar da cama e vou trabalhar. Não teve YouTube, não teve... cara, não, não teve absolutamente nada. Não teve ajudinha, não teve papai e mamãe que bateu nas costas, ou herança, ou qualquer outra coisa. O que mudou o jogo, e o que continua mudando o jogo, é o fato de você falar assim, vou acordar, vou me levantar, eu vou sair da posição de conforto e vou fazer alguma coisa.
Maxwell, e um ponto muito importante que eu reputo aqui, Toda essa dificuldade que você passou, você foi resiliente, acreditou que pra fazer a diferença só dependia de você e de mais ninguém. E como que era, na verdade, as pessoas que estavam em sua volta? Porque eu entendo que naquele momento também você vivia ali um momento de ausência, sabe? É você com você mesmo.
Na verdade, eu acredito que todo empreendedor é chamado de louco. Eu acredito que em nenhuma parte da sua vida as pessoas vão deixar de chamar você de louco ou de... Cara, isso vai dar merda. Todo mundo falava pra mim que não existe isso. Empresa de Comunicação Visual, você vai começar do zero de novo, já tem empresas aqui, pô, cidade de 7 mil habitantes, você vai começar outra empresa, você vai concorrer contra o maior da área, porque querendo ou não, eu deixei uma empresa sólida funcionando, não era tão grande, mas, pô, tava funcionando. E eu falei, cara, eu vou só começar. Então, vou começar. e no começo todo mundo me chama de louco, eu tinha o preconceito de parte da galera, porque querendo ou não, uma história sempre tem duas versões, então a minha versão era que eu tinha sido injustiçado, mas a versão do outro ali era que não, que o Marcos era muito enjoado, aquela coisa toda, então assim, fui chamar de louco, taxado de louco, que não vai dar certo, mas em contrapartida também, minha mãe, posso falar da minha mãe, minha mãe sempre Por mais que ela me chamava de louco, ela nunca me proibiu de fazer nada, minha família, minha esposa, na verdade. Eu tive muito apoio da minha esposa, mano. Minha esposa, eu posso falar pra você que ela não é a minha esposa, ela não é a pessoa que fala assim... Ah, vamos fazer... Ela não é a empreendedora, ela tem medo de tudo. Mas ela tá tão acostumada com as minhas loucuras, que fala assim... Cara, esse cara é muito louco, que ela sempre me apoiou. Assim, mano, é... A gente tá junto, a gente tá casado, independente de qualquer coisa. Então assim, teve essa parte da galera me chamando de louco, mas eu sempre tive uma esposa e isso eu posso, eu tenho muito orgulho de falar que ela sempre me deu apoio em absolutamente tudo. Ela nunca tomou frente em nada, mas em qualquer loucura que eu fazia, assim, Maxwell, a gente... Maxwell, mas enfim, ela sempre apoiou.
É, mas é interessante que eu costumo dizer, né, também, que quando você não precisa ter alguém ali tomando frente, mas só o fato de você ter ali alguém que, quando dá errado, você ter alguém pra dar um abraço, pra abraçar, sem te julgar, né, pelas tomadas de decisões, assim...
Eu cansei de chegar em casa. E fala assim, a Jaqueline, agora... Jaqueline é o nome dela. Jaqueline, vai dar merda. Agora, agora... Agora não vai dar certo. Agora fodeu mesmo. E cara, eu sempre lembro da minha esposa cantando pra mim. Cara, ela cantava muito. O meu amanhã está nas mãos de Deus e tal, e Deus vai fazer acontecer. Cara, minha esposa sempre foi assim. Ela nunca teve as melhores palavras do mundo, ela nunca foi boa assim pra falar. Mas toda vez que dá merda, alguma coisa dá errado, ela sempre chega, manda áudio pra mim cantando. Porque, cara, isso é fantástico, mano.
Será que legal?
É, ela sempre canta. E... E sempre, sempre, sempre. Que as coisas deram errado, ela sempre mandou áudio cantando pra mim, sempre cantou pra mim em casa.
Uma curiosidade, fala uma música que ela cantava.
Agora eu não me lembro, cara, mas tipo... Agora eu não me lembro, mas agora eu consigo lembrar. É porque assim, eu sou muito ruim pra lembrar das coisas assim quando... Mas são músicas, assim, inspiradoras. Tipo, vai acontecer, vai dar certo.
Às vezes a felicidade demora a chegar, né?
É. Tem uma música que fala assim, o meu amanhã... Eu sou péssimo pra cantar. Mas é porque eu não consigo lembrar da letra da música. Está nas mãos de Deus. E Deus sempre vai fazer o melhor. E as coisas vão acontecer. E todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus. Cara, minha esposa canta demais. Você tá aí doido. Um abraço, Jaqueline.
Jaqueline, olha que legal, né? Olha como você transforma a vida do Marcos outra vez na música.
E eu nunca falei isso, assim, sabe?
Você sabe que eu conheci a minha esposa na dança, dançando.
É louco, assim. É muito louco, né?
A gente não tem problema. O bicho tá pegando, tá caindo o mundo e a gente lá, cantando, dançando.
Que legal. E eu sempre tive esse apoio da minha esposa, cara. E como eu tava falando, eu fui gravando conteúdo ajudando as pessoas. Ajudando, ajudando, ajudando. E teve um período assim que eu passava, sei lá, três meses sem gravar conteúdo. Pessoal, uma coisa acabou, o que foi, o que tá acontecendo. E nessa época só era no YouTube, não tinha Instagram nessa época, não tinha Face, não tinha TikTok, não tinha absolutamente nada. Eu só tava lá ajudando as pessoas. E foi acontecendo, foi acontecendo. Quando veio a pandemia, cara, que as coisas definitivamente deram merda mesmo assim, que tipo, tudo fechou, aquela coisa toda, foi o boom assim de todas as minhas redes sociais, sabe? Acho que tinha muita gente querendo saber o que fazer, muita gente sendo demitida, muitos patrões, sei lá, mandando a galera embora. E a galera não tinha o que fazer, foi empreender. E nesse período, eu sei que foi o que dividiu as águas, tanto para a minha empresa de comunicação visual, a minha empresa mesmo, o meu CNPJ, quanto o Instagram, nossas redes sociais, que foi o boom, ao contrário de milhares de pessoas que quebraram, que fecharam, que qualquer outra coisa assim, foi um dos melhores momentos da história da minha empresa, que eu costumo dizer e até falei isso ontem na na minha palestra ali, que eu só era dono de empresa, tá ligado? Tipo, eu não comecei um negócio estruturado. E numa cidade pequena você nem sabe o que você tá fazendo, mano. É como um padeiro que faz pão todo dia e que decide abrir uma padaria. O cara não sabe ser empresário. O cara não sabe gerir o negócio dele. Ele sabe fazer pão.
Ele sabe fazer pão.
E do nada o cara fala, não, vou abrir uma padaria e ele se vê ali, entra um cara que acorda 5 horas da manhã, 4 horas da manhã, começa a amassar a massa, faz o pão e tem que ir ali pro atendimento vender o pão, pega o pão, acabou a massa, acabou a farinha, acabou o sal e o cara fica ali naquela loucura.
Daqui a pouco cuidando de gente também.
Exatamente, tendo que lidar com as pessoas. O cara não é empresário. Ele não foi treinado pra isso, cara. Ele foi treinado pra fazer pão. E a partir do momento que eu falo assim, agora eu vou ser um empresário de verdade. Entender custos, saber precificar... Cara, eu não sabia nada disso. Eu só sabia que existia uma ploter de impressão, uma halter, que a gente fazia a fachada e que a gente cobrava, sei lá, no metro quadrado. Como na engenharia, que a gente vê, e eu tenho uma relação muito boa com o engenheiro também, que os caras estão se matando ali, pelo menos é assim na minha cidade, os caras estão se matando para fazer um projeto 350 reais com assinatura. E eu era esse tipo de pessoa que não tinha noção de custo, que não sabia absolutamente nada, que só sabia fazer um serviço e entregar. Então, cara, eu vivia me matando ali. Então, o período da pandemia foi dois momentos excelentes, porque eu entendi sua precificação, entendi o mercado e, principalmente, a minha empresa deu um boom, cara. A gente começou a produzir muito mais, entrar mais serviço, mesmo no período de crise.
Só pra contextualizar, Maxwell, eu queria que você falasse um pouquinho, antes da gente entrar mais especificamente na questão dos materiais, tipo de fachadas e tudo mais, eu queria que você falasse um pouquinho, só por cima, quais são os números hoje que você entrega? juntando todos os canais, porque, de fato, é, até ó, tá na Viu que você é o maior gerador de conteúdo de comunicação visual e, de fato, você começou ali, basicamente, junto com o Nilson Tsuji, né, então, acho que, antes de vocês, eu não vi ninguém, tá, e eu conheço um pouquinho desse mercado.
Cara, hoje, eu comecei do zero, absolutamente do zero, não peguei carona com ninguém, antes de mim não tinha ninguém, Não tem pra trás. Isso eu posso falar com toda a verdade que há, que não tinha ninguém pra trás até então. Pelo menos eu não tenho notícia de alguém que fazia isso. A gente começou do zero. Hoje a gente tá no YouTube com... Hoje, né? Pode ser que semana que vem já, sei lá, 153 mil seguidores inscritos no canal, no YouTube. 100 mil seguidores no TikTok. a 129, quase 130 mil seguidores no Instagram e também no Facebook. A gente começou agora há pouco tempo com um pouco mais de 6 mil seguidores no Facebook, que tem dois meses que a gente entrou nisso.
E um ponto importante também, né, eu reforço aqui, porque assim, O fato de você ter essa quantidade não quer dizer que o seu número, muitas vezes, não dobra em questão de visualização, porque nem todo mundo ali que consome tá inscrito.
É, cara, 85% do nosso conteúdo do YouTube, que a gente tem esses dados, 85% da galera que assiste nosso conteúdo não são inscritos no nosso canal. Só pra você ter ideia de números, de alcance, tanto que a parada é louca, é que a gente tem um alcance de impressões mensais de 18 milhões de pessoas. Daí você pensa, o cara é que saiu lá de cocauzinho. É muito fácil você ter um engajamento desse quando você tem uma mulher bonita dançando. Quando tem um cara brincando amarrando o pescoço do gato, sei lá, fazendo uma zoeira, fazendo uma pegadinha. Cara, mas você tá ligado que a gente tá produzindo conteúdo de ensinamento.
É de transformação, né?
De transformação, de mudança de mente pra galera e alcançando 18 milhões de pessoas. É claro que os que mais têm alcance sempre vai ser aqueles viralzinhos, aquelas coisinhas e com o tempo a gente entende isso. Mas, cara, é muita gente sendo alcançada todos os dias no mercado. O que tem, cara, de gente de arquitetura, de engenheiro, de mecânico, cara... Profissional de obras, lendo o dia-a-dia. Cara, muita gente. É um alcance, assim, que eu não tenho noção. Eu tô numa cidade de 7 mil habitantes. O número de seguidores que eu tenho no Instagram, sei lá, é 100 vezes maior a minha cidade, a população da minha cidade, cara. Cara, isso é muito louco, mano.
E outro ponto também que eu acho interessante é, quando eu tava conversando outro dia com um fornecedor, né, ele tem uma máquina e tal, ele tem ferramentas, e aí falando que quando você faz algum tipo de publicidade pra ele, assim ó, some, acaba em questão de minutos. E você tem noção disso, Maxwell? O que isso representa para aquele cara que tem essa história de vida, essa trajetória de vida?
Cara, o que acontece muito, igual a gente estava na feira, a gente se conheceu na feira, o que tem de pessoas que me encontram chorando, Pô, porque o cara tava falido, o cara tinha sido demitido, o cara não tinha absolutamente nada, e começou um negócio só baseado nos meus vídeos no YouTube. E, cara, isso é impressionante. Isso... não tem dinheiro no mundo que paga por isso. Lembra daquela... agora eu falei pra você que lá atrás o que eu queria mesmo era me comunicar com as pessoas? Queria falar pras pessoas? Antes de começar a minha empresa, eu fiz teologia por quatro anos. Então, meu sonho era ser pregador, tá ligado? Pregador, ir nas igrejas, falar de Deus...
E hoje você tá pregando, viu? Já se deu conta disso?
Então, cara, e hoje... Sabe uma parada que eu descobri, mano, que... Cara, você não precisa falar de Deus pras pessoas. Todo mundo sabe que Deus existe, que Deus é, aquela parada. Não quero discutir, não quero entrar no mérito disso aqui. Se você crer ou descrever, pra mim não faz diferença. Mas todo mundo já sabe, mano. A maioria da galera do nosso público já sabe. Mas tem pouquíssimas pessoas vivendo essa parada. Então, cara, dificilmente você vai me ver falando de Deus em qualquer rede social, em qualquer coisa. Porque eu prefiro ser do que falar, mano. E tem uma parada, acho que foi Martinho Luther, não sei, que diz que assim, pregue, se possível, se necessário, use as suas palavras. Ou seja, cara, as suas atitudes precisam manifestar aquilo que você crê. Se você acredita em algo, seja, antes de falar. Deixe as pessoas verem isso, cara. Se as pessoas conseguirem notar aquilo que você é, sem que você tenha que ficar falando qualquer coisa, Eu não vejo um profissional falando que a todo momento que ele é especialista em qualquer coisa. Você vê alguém falando, não, eu sou rico. O cara que ele é rico, ele precisa falar que ele é rico. As atitudes, aquilo que ele é, já a transparência, ele não precisa ficar falando. Então assim, eu creio, eu tenho as minhas crenças e respeito quem não crê em absolutamente nada. Mas dificilmente você vai me ver falando que eu sou influencer, Dificilmente você vai me ver falando que eu sou um empresário de sucesso, você não vai me ver falando essas merdas. Porque eu deixo que aquilo que eu creio, aquilo que eu sou, fale mais do que qualquer palavra que sair pela minha boca, mano. Isso pra mim é o que é mais importante.
Acho que é o poder do ser. Exatamente. Aquilo que você é, ninguém tira de você.
Sim.
Então o seu dia a dia... Fala por si só.
E pra mim tá tudo certo. Tá, então assim, tem muita gente que fala, ah cara, você não fica falando as coisas. Cara, pra mim não faz diferença. Pra mim não muda nada. E essa parada de você ou de qualquer outra pessoa falar, ah, ele é o maior digital influencer, cara... Sabe aquela coisa que em todo momento ali, enquanto as pessoas estavam me abraçando, enquanto as pessoas estavam falando, cara, você é o cara e tal. Enquanto as pessoas estavam falando isso, eu falava dentro do meu coração e falava pra mim e falava pra Deus também. Falei, cara, Deus, não deixa essa parada subir pra minha cabeça. Não deixa me perder nisso aqui, porque a palavra diz que aquele que tá de pé é vigi para que não caia.
Sim.
Então, mano, manter cair é muito mais fácil. Subir essa escada foi muito mais difícil. Chegar até aqui, mano, foi muito difícil. Mas pra cair, só basta um escorregão.
Só basta, sim, sim.
Cara, assim... E pra escorregar é só deixar subir pra cabeça. Eu sou o cara. Eu... Cara, eu sou o fodão. Cara...
Sábio é aquele que sabe que não sabe nada, né? Porque sempre vai aprender, né, Maxwell? Então, eu acho que, de fato, se você está aqui hoje conversando comigo é porque eu fiquei muito impressionado pela forma como você trata as pessoas, pela forma como você é acessível. o carinho que as pessoas têm com você e você com as pessoas. Então, por essa razão, a gente tá fazendo essa troca aqui, né? E indicação também de um cara que vem na mesma linha que você, que é o Nilson Tsuji, um amigo querido que, quando eu precisei dele lá atrás, ele teve uma postura, sabe, de servir, Hoje, com toda a fama e sucesso que tem, não deixou subir a cabeça e continua sendo exatamente a mesma pessoa.
Você sabe de uma coisa que eu falo isso em toda reunião, em tudo que eu vou? Suponhamos que em São Paulo não tenha absolutamente nenhum flamenguista, tá? Corintiano. O que é São Paulo?
Aqui é Corintiano do Rio.
Corintiano, Corintiano.
Infelizmente.
Eu não entendo nada de futebol, tá? Só pra deixar claro. Suponhamos que em São Paulo não tenha nenhum corintiano. E que se mude pra cá, São Paulo é extremamente grande. Dois corintianos. Um corintiano vai morar numa ponta da cidade e outro corintiano na outra ponta da cidade. Cara, o universo, Deus, qualquer coisa que vocês quiserem acreditar, vai fazer com que esses caras se juntem. é uma coisa de louco. E isso nesse mercado nosso, no mercado de comunicação visual, de arquitetura, cara, de qualquer coisa. As pessoas que pensam a mesma coisa, elas sempre, o cosmo, qualquer outra coisa que vocês queiram acreditar, sempre vão se encontrar. As pessoas que pensam a mesma coisa E até as pessoas que são más também, cara, é uma coisa de louco. Então, assim, parece que é uma energia.
Acho que é atração, né? Eu acho que elas próprias atraem, né? A gente fala aqui, da mesma forma que um sorriso acaba, de certa forma, contaminando aquele ambiente, uma cara feia também contamina, da mesma forma que pessoas boas se conectam, se atraem, e as pessoas.
Más, E é o poder do relacionamento, tá ligado? E das conexões, aquilo que o Nilce tava comentando comigo ontem. E o segredo de tudo hoje em dia, a gente tá num período de relacionamentos rápidos, aquela loucura. mas as conexões que você faz no caminho é de fato aquilo que vai definir os melhores trajetos. Cara, você não tem ideia do que uma conexão bem feita consegue diminuir o caminho que você teria que trilhar lá longe. Então, assim, uma conexão que você faz, pequenas conexões que você faz, você ganha muito tempo na vida. E isso é o que muda o jogo em qualquer tipo de negócio, cara.
E quando é verdadeira. Isso é importante, porque, assim, aquilo que é falso é muito fácil de ser percebido.
Exatamente.
Então, acho que você, inclusive, quando você estava lá no lounge do... Lounge?
Dos embaixadores.
Dos embaixadores, né? Você percebia ali como as pessoas estavam conectadas, né? Chegava o Flávio ali conversando com o Nilson, a forma como o Nilson falava do Flávio, como o Nilson falava de você, enfim... Você percebe que você acaba criando ali aquelas bolhas, enfim, né?
Acho que... E foi isso que a gente criou. Foi isso que eu consegui criar ao longo do tempo. Criei uma comunidade. E isso se fala muito ultimamente, de criar a comunidade. E hoje eu acabo representando o mercado de comunicação visual. Hoje não tem como você falar de comunicação visual sem falar em Mark Swell, em Nilsson, em Flávio, nessas pessoas que estão definitivamente mudando o jogo. E aquilo que eu já falei e vou voltar a repetir, atrás da gente não tem história. Era tudo analógico, digamos assim. Era tipo... não existia redes sociais. Era tudo no telefone, aquela coisa toda. Depois da gente, a gente colocou o mercado de comunicação visual, de revestimento, de gráfico, de brinde, a gente colocou esse mercado no digital.
Pra não perder a linha do nosso bate-papo, eu queria que você aproveitasse, eu queria aproveitar essa sua fala, É, primeiro que você é um jovem empreendedor, né? Eu até vou perguntar qual a sua idade hoje.
Trinta e quatro anos, mano.
Trinta e quatro.
Eu não sou do Jó Mar, não. Eu tô com o Pernakova.
É um jovem. Pra mim, acho que a minha vida, de fato, vai começar, acho que, aos trinta e cinco anos, pelo menos. Mesmo começando a trabalhar aos oito anos de idade.
Sério, mano.
O que você diria para essa geração de hoje? Por exemplo, essa geração de 20 a 30 anos, que querem que as coisas aconteçam muito rápido. Por que eu estou te perguntando isso? Porque, assim, quando... Tudo bem, você fala que as coisas aconteceram pra você na pandemia. Eu entendo que não. Na verdade, as coisas começaram a acontecer lá atrás, quando você não desistiu, naquela sociedade que não deu certo. Felizmente, não deu certo, porque senão você estaria lá. Enfim... E não teria... Muita gente não teria tido a sorte de ter esse cara aí que felizmente ajuda tanta gente. O que você diria pra essa galera Principalmente, sabe, aquela galera que quer que as coisas aconteçam de forma rápida.
É que sem sofrimento, mano, não vai, tá ligado? Isso eu falei, peguei um colaborador meu semana... mês passado, uma menina, sentei com ela na mesa, ela tem exatamente essa idade, e eu falei pra ela assim, eu não... eu vejo você sangrando pelo monte de coisa. Eu vejo você sangrando pela igreja que você tá nela. Eu vejo você suando ali, sangrando, sofrendo, trabalhando em prol do seu relacionamento. Eu vejo você sangrando pelo seu Instagram, pelos seus estudos, que, cara, é muito importante. Mas, cara, eu não vejo você derramando um suorzinho pela sua empresa. E é o retrato da maioria da galera. A galera que é resultado sem esforço. A galera que é alegria sem tristeza. E é muito fácil pra todo mundo chegar em mim e falar assim, cara, você é famosinho. É muito fácil. Chegar onde é que o Marcos Sol chegou, tendo todo esse alcance, é só começar a gravar vídeo. É, os recebidos, qualquer outra coisa, é só começar. Começa. Tá ligado? Mas ninguém olha pra trás que foram oito anos, cara, oito anos sofrendo. Comendo o pão que o diabo, que Deus, qualquer outra coisa assim tem amassado, mano. Cara, cê tá ligado que quer quebrar um cofrinho pra comprar um botijão de gás, tendo uma empresa? Tá ligado nisso? Sim. Quebrar um cofrinho porque não tem o dinheiro de comprar um botijão de gás. Da família indo se divertir, passar um final de semana na casa de outro fulano e você não ter dinheiro pra abastecer o carro. Porque você precisa entregar um serviço ou qualquer outra coisa assim. Você tem que sacrificar o carro da família para comprar uma máquina. Que isso é muito comum e quem está assistindo sabe disso. A primeira coisa que vem, cara, na hora que você precisa suprir alguma necessidade da sua empresa, é sua família. O que você sacrifica? Você não vende o carro da sua empresa. Você não vende a moto da sua empresa. Você vende o carro da sua família.
Você vende o carro da sua família.
Você vende o que deveria ser seu conforto. A gente está sacrificando muita coisa.
Muitos vendem casas, né?
Exatamente. A gente está sacrificando muita coisa, mano. E essa garotada nova aí, cara, o que vocês estão sacrificando, mano? Os caras aí... Aconteceu na Open ali, um moleque com esse... Cara, dessa idade, 19 anos, com um futuro brilhante, cara, dentro da nossa empresa. Cara, extremamente inteligente. a gente passou ele para o setor de criação de projetos 3D ali e ele ia trabalhar nesse segmento mas indo mais pra arquitetura pra gente ter uma pessoa na nossa empresa que tivesse essas noções. A gente transferiu ele pra isso e a gente precisou da ajuda dele na produção. A gente tirou ele, colocou na produção e ele falou, cara, eu não vou ficar trabalhando na produção. Meu negócio é criação, não sei o que lá, eu tenho o dom. Falei, cara, mas eu preciso de você aqui, cara. Vamos com a gente um pouco de tempo até as coisas melhorarem e a gente vai voltar você pro setor. Três dias depois ele desapareceu da empresa. O cara não quer sofrimento, mano.
Então, mas você sabe que eu enxergo isso até como um livramento, sabe assim? Porque um Neymar não ganha o campeonato. Então um cara bom ele pode ganhar um jogo de fato, mas ele não ganha um campeonato. Então acho que essa deve ser a dor de vários empresários. Às vezes você tem uma pessoa boa, o cara começa ali no ritmo, ali vestindo a camisa. Aí chega daqui dois, três, quatro, cinco meses, um ano, acha que, porra, tô... Não, já poderia ser tal coisa, mas essa pessoa não entende que ela precisa viver o processo, porque quando a coisa é muito fácil, na verdade, você acaba se perdendo no primeiro mês, no segundo mês, quando... Que foi o caso dessa pessoa, né?
Cara, é... É porque, assim, a internet é muito boa, tá? Cara, eu me fiz na internet, mas se a gente pegar essa garotada aí, essas influências, essas referências no mercado, que os caras postam lá com 19 anos, os caras já estão andando de carrão, com ouro, concentração, aquela coisa toda, esse mundo. que essa galera vende na internet, faz com que todo mundo, todo jovem, ou a maioria dos jovens pensem, cara, eu vou ter isso muito rápido. E não é rápido. Cara, a gente tem raras exceções. Quantos cantores de funk Não tão tentando ali gravar um funk pra poder ostentar ali depois. Cara, cê pega um em um milhão que consegue fazer isso. Só que esses cantores, esses caras vendem que foda-se tudo, tá ligado? Eu vou conseguir, eu vou na raça, eu vou na coragem.
Vou vender a alma e tal.
E aí, que que eles tão fazendo? Fazendo o que o meu funcionário tá fazendo. De não esperar o processo acontecer. Não espera, cara. Os caras, não, vou ficar aqui dois meses. As coisas não dão certo. Cara, eu sofri, foi sete anos, cara. Sete anos torrando a empresa. Torrando, não, me sofrendo, me sacrificando. Então não adianta o cara pensar que vai ser rápido. Pode acontecer de ser rápido? Pode. Cara, boa sorte, vai ser muito top, eu super torço pra galera que seja rápido, mas na maioria das vezes não, mano. Você vai sofrer. Cara, você vai ter que comer o pão que o diabo amassou pra ver alguma coisa. E a galera não entende isso, mano.
É, na verdade, esse é um... Um desafio, né, que eu tenho, assim como tantos outros empresários têm, e às vezes você passa pessoas muito boas, né?
Você começou com oito anos.
Comecei com oito anos.
Com oito anos de idade.
E uma coisa que talvez muita gente saiba, acho que poucas pessoas sabem, na verdade, eu entrei na escola para estudar com 16 anos.
Sério?
Com 16 anos. E eu não gosto de tocar nesse assunto, porque antes eu entendia que meu pai era ruim, que minha mãe era ruim, mas, na verdade, era o que ele sabia que, naquele momento, estudar pra ele não era tão importante. Até que chegou um momento, uma fase da minha vida que eu precisei, que eu entendi que, peraí, ao invés de eu ficar culpando eles, não, deixa eu fazer a diferença. E hoje, pelo contrário, eu tenho muito orgulho da minha mãe, do meu pai, e assim...
A gente costuma julgar os nossos pais pelos filtros e pela cabeça que a gente tem hoje, né mano? Tipo, eu tenho muita dificuldade até com um irmão meu que ele julga a minha mãe, as atitudes da minha mãe quando a gente teve alguns problemas pela sabedoria que ele tem hoje e o acesso à informação que ele tem hoje. Então, assim, é muito fácil fazer isso. Mas ninguém sabe o que nossos pais estavam fazendo lá. Pô, minha mãe, ela tirou comida do prato dela, mano, pra colocar na nossa boca. Tá ligado? Tipo, se eu olhar pra antigamente, se minha mãe tivesse feito assim, assim, assado, ela teria conseguido mais comida pra gente. Ela teria... Pô, eu coloquei meu filho pra fazer inglês agora, meu filho com seis anos de idade já faz inglês. E eu fico, pô, se minha mãe tivesse feito isso comigo, hoje eu estaria bem à frente. Mas eu não paro pra olhar pra trás que não tinha esses acessos.
Então, é a gente olhar, na verdade, porque quando a gente tá olhando pela nossa perspectiva, a gente tá deixando de enxergar, porque, por exemplo, meu pai não tinha a melhor noção do que ele tava fazendo, minha mãe muito menos.
E hoje, a sabedoria que a gente tem, a inteligência que a gente tem, os nossos pais não tinham. Cara, eu fico assim pensando, o que que meu pai fazia com 34 anos de idade, quando ele tinha a minha idade? Pô, o cara curtir a vida, fazer um monte de coisa ali, cara, que eu não faço hoje. Mas eu não posso julgar, porque meu pai não teve esses acessos. Meu pai nunca leu um livro, cara, com 34 anos de idade. Eu com 34, eu perdi as contas de quantos livros eu tenho, que eu já li. Então eu não posso julgar, como eu já disse e repetindo, não posso julgar eles pela falta de informação que eles tinham. Eles não tinham nem acesso. Quanto mais tempo, barra cabeça ou qualquer outra coisa pra fazer essas coisas, O.
Que você acha que de mais valor eles te deram, Marcel?
Ah, cara, que legal, que pergunta, mano. Meu pai... foi um péssimo pai, mano. Meu pai morreu... Nossa, meu pai... Meu pai morreu... Meu pai faleceu tem três anos, né, mano? Meu pai faleceu com câncer no cérebro. Aliás, meu padrasto também faleceu com câncer no cérebro tem três meses. Mas meu pai foi muito ruim comigo, mano.
Muito. Será que ele sabia? Será que ele tinha noção?
Ele replicou exatamente o tratamento que ele teve com o pai dele, ele tratou, e eu fui dos filhos, somos em três, dos filhos, meu pai, eu fui o filho que mais convivi com meu pai. e meu pai foi um péssimo, foi péssimo pra mim, péssimo, péssimo, como um pai, meu pai nunca me abraçou, meu pai foi falar que me amava, papai te ama, agora, antes dele morrer, cara, mas eu nunca escutei um te amo do meu pai.
Tá, mas você sabe que, é engraçado que a nossa história é assim, é muito parecida, né, mas hoje eu vejo, tento ver sempre de outra forma, porque depois que eu fui pai, né, eu vim transferindo coisas que eu vivi com meus pais para o meu filho até que eu entendi que no momento da minha vida entrou pessoas com a vida é isso quando você tá muitas vezes batendo no seu filho porque ele fez tal coisa tenta voltar no seu passado coisas que você apanhou que você não tinha a menor noção. Então hoje, por exemplo, quando meu filho faz alguma coisa ali de errado, tudo bem, a gente tem ali aquele papel do homem e tal, de repreender, mas vem cá filho, papai já foi criança, também já fiz isso, E, você entende, mas até então eu vinha replicando ali um modelo que eu não tinha a menor noção do que eu tava fazendo.
E cara, muito louco isso. E como eu tava falando que meu pai foi um péssimo pai, mas meu pai me ensinou demais uma coisa que eu sou exatamente a cópia dele. E da minha mãe também. Honestidade e trabalho. Uma vez eu achei uma tampinha, isso ficou marcado na minha vida com 6 anos de idade, eu achei uma tampinha de garrafa que era bonitinha, meu pai não tinha a mínima noção que era uma tampinha, achei na rua. E eu cheguei brincando ali com essa tampinha, nesse dia meu pai pegou e falou assim, onde é que você conseguiu essa tampinha? Eu falei, pai, eu achei. E meu pai deu uma surra em mim e falou assim, agora você vai lá e vai devolver a tampinha porque ninguém nunca acha nada. E eu não tinha roubado a tampinha, mas eu entendi que meu pai, com 6 anos de idade, eu entendi que eu nunca poderia me apropriar de algo que não fosse extremamente meu. E aquilo me fez ser exatamente quem eu sou hoje. Eu tive um péssimo pai, mas ele me ensinou muito. a nunca pegar nada que não seja seu, a nunca se apropriar de absolutamente nada que você não tenha conseguido com o seu suor e com o seu trabalho. Esse dia eu estava no banheiro e eu achei um óculos no chão, nem sei se era de marca, porque hoje em dia... E eu peguei o óculos e eu falei, cara, eu não vou pegar esse óculos, porque o meu pai me ensinou lá atrás que eu nunca achava nada de ninguém. E meu pai me ensinou muito a trabalhar. Minha mãe e meu pai foram guerreiros que me ensinaram demais o valor do trabalho. Meu pai morreu com 47 dias depois que descobriu o tumor no cérebro, mas meu pai só morreu Ele só parou de trabalhar no dia que ele praticamente estava invalidado mesmo. E isso é a mesma coisa da minha mãe. Eles nunca pararam de trabalhar. E esses valores eu vou carregar e vou passar para a vida dos meus filhos. Nunca se apropriar de algo que não seja seu. e correr atrás das coisas que você quer e acima de tudo trabalhar bem, trabalhar muito é claro que daria para trabalhar e ganhar muito mais de outras maneiras mas o meu pai trabalhou do jeito que ele conseguiu trabalhar e hoje eu trabalho como eu consigo com muito mais informação e muito mais inteligente que meu pai mas esses valores apesar do péssimo pai que nunca falou eu te amo meu filho que nunca me deu um beijo, meu pai nunca me deu um abraço, meu pai me batia por causa de qualquer outra coisa meu pai já esfregou minha cara na parede mano por causa que eu cheguei a noite mais tarde porque eu tava na igreja, tá ligado? mas isso tudo eu deixo pra lá e fico com a mensagem que meu pai me deu de trabalhar É, e.
Uma coisa que me chama muita atenção, né, diante de tudo que você tá falando, Maxwell, é que eu entendo, assim, o que ele deixou, o que eles passaram pra você de maior valor. foi o cuidado. Acho que esse cuidado, a partir do momento que você foi aquele cara chato naquela sociedade, é porque você tinha muito cuidado, principalmente com quem estava recebendo aquele serviço, aquele material. Enfim, é louco dizer, mas se um dia a gente começar a viver sendo grato pelo que se vive hoje, ou seja, pelo hoje, a gente deixa de sofrer Pelo que deixou de viver.
É, sabe que essa parada de qualidade é uma coisa que agora a gente até consegue entrar já no final.
Cara, falamos de tudo, menos de materiais e tal.
Porque que o meu sócio quebrou depois, ele não conseguiu. Por que a maioria das pessoas não conseguem ir pra frente, prosperar no negócio? Porque eles não se atentam que fazer diferente ou fazer bem feito é o que vai fazer você prosperar, cara. Eu nunca conheci um modelo de negócio que tenha prosperado, prosperado, fazendo mal feito, fazendo de qualquer jeito. Você pode até pegar as paradas ali da China, aquelas coisas ali, aquela coisa toda, mas é um modelo extremamente atípico, que venda no volume, qualquer outra coisa, mas dentro do meu mercado, do meu segmento, daquilo que a gente está, você conhece, eu conheço Muita gente que só conseguiu prosperar porque eles estavam extremamente apegado aos detalhes, a fazer bem feito, a ter uma experiência diferente com o cliente, a não ser mais o mesmo, cara, a não fazer merda, a não fazer porcaria no mercado. Então assim, cara, quer prosperar? Se apegue aos detalhes. Faça o feijão com arroz. que a maioria da galera não quer nem fazer. Todo mundo fica preocupado em ter Instagram, em ter rede social, em ficar bombado nisso aí tudo, mas por vaidade, cara.
Esquece do básico, né?
Porque o básico que é atender bem o cliente, que é ter uma empresa organizada, que é ter um setor de produção organizado, que é ter uma empresa que caminha, que tem uma rotatividade bem de serviço, de material. Os caras não estão nem aí. Os caras, e isso vale pra mim, tá? Eu não sou o melhor exemplo nisso, mas é uma coisa que eu prego muito dentro da minha empresa. Entrega o serviço na hora, cara. Você combinou? Combinou um dia, um horário? Pô, a gente combinou de estar aqui hoje, hora X. Cara, eu vou chegar mais cedo. o nilson o nilson qualquer evento que ele vai ele vai chegar uma hora mais cedo cara é isso é o básico agora os caras marca com o cliente de entregar o serviço não entrega os caras prometem entregar uma qualidade de serviço e não entrega entrega de qualquer jeito entrega faltando pedaço cara vai fazer uma obra Pô, esses dias eu contratei uma vidraçaria, um vidraceiro, uma empresa de... que trabalha com vidro pra fazer um serviço pra mim. Cara, o cara me entregou o serviço pelas metades. Sabe, mano? Eu nunca mais vou comprar do cara. Absolutamente. Cara, eu nunca mais vou comprar do cara.
Não faz sentido. Maxwell, alguém em algum momento já falou se o serviço tá caro?
Cara, Eu vou ser sincero, sim. Acontece muito.
Será que essa pessoa sabe o que é um serviço ruim?
E tal.
Nesse nível de cuidado que você proporciona para os seus clientes.
Pensa que me diz que o meu serviço foi caro de duas uma ou eu não entreguei para ele a informação correta daquilo que ele iria receber ele não teve essa consciência daquilo que estava recebendo ou definitivamente o cliente não é o meu cliente certo porque cara vai sempre vai ter o cliente que vai pagar caro e vai ter o cliente que vai querer pagar barato. Então, na maioria das vezes que o meu cliente, que quando chega em mim, acha que tá caro, foi falta de eu entregar pra ele a informação daquilo que eu tava comprando. Entendeu?
Não, sim, faz sentido.
Porque, cara, se o cliente... Agora, mesmo após eu entregar todas as informações pro meu cliente, mostrar pra ele o que eu tô fazendo de diferente, qual que é a experiência que ele vai ter, ele achar que tá caro, é porque não era o meu cliente ideal. E tá tudo certo aqui, só é negócio. Sabe que eu tinha muita dificuldade com isso? Mano, eu levava isso muito pro lado pessoal, e isso eu falo muito pro meu time de vendas. Quando a gente perde uma venda, a gente ficava chateado com a pessoa. Cara, mas aquele fulano lá... Cara, não mano, não precisa ficar chateado com aquele cara. Isso aqui só é negócio. Amanhã ele vai voltar aqui, vai querer fazer um serviço, a gente vai voltar a tratar ele. como se fosse o primeiro contato que ele tivesse com a gente. Então assim, há um erro, principalmente na minha equipe, no mercado, da galera que está conversando agora, de levar essa parada para o lado pessoal. Só é negócio, é business, é só isso. Não precisa ficar chateado. Conseguiu fechar o orçamento, faz festa, faz farra, faz qualquer coisa. Principalmente quando é um orçamento bom, né? Agora, Não deu. Deu ruim, o cara optou, não gostou do seu atendimento, o seu material não era aquilo que ele precisava. Cara, tá tudo certo. Vira a página e vai para o próximo negócio. O que a gente não pode ter são vendedores que não saibam absorver isso.
Acho que levar para o pessoal, na vida, nunca é legal. Isso até nas relações dentro das empresas é um problema que se vive quando aquelas pessoas acabam levando coisas para o lado pessoal.
E é por isso que quando a gente tem vendedores, isso é uma coisa que eu estou aprendendo agora, tem vendedores que não sabem lidar com isso. pessoas que não vão saber lidar com isso, que quando eles falam não pro vendedor o cara fala ai meu deus ele não gosta de mim, ele não ta nem ai pra mim e o cara pensa que alguma coisa de errado nele, não tem nada de errado em lugar nenhum é só uma relação de negócios em que eu tenho um produto pra te oferecer, o cliente tem um produto pra comprar e eles não conseguem fechar o negócio. Tá tudo certo, mas só que se o vendedor não consegue lidar com isso, ou você contrata um psicólogo para o cara aprender a lidar com essa situação, ou você vai ter que ou demitir ou mudar o vendedor de setor de qualquer outra coisa assim, porque definitivamente não dá.
Maxwell, ainda nessa linha, a gente vai ter que marcar um outro podcast pra falar mesmo de materiais e tal, porque a sua história de vida, cara, de fato, eu fiquei, assim, muito emocionado ao longo do nosso bate-papo, e até se você já viveu ou conhece alguém que vive história parecida como a do Maxwell, acho que seria, inclusive, um pouquinho da minha, né, que eu acabei soltando aqui.
Cara, eu gosto.
Cara, coloca nos comentários aí do vídeo, do, enfim, das plataformas, porque acho que a gente precisa, de fato, quando a gente tira isso de dentro da gente, acaba fazendo um bem danado, assim.
E a gente não sabe, eu já tava fazendo um podcast com o Marcelo Giovanelli, que é um outro criador de conteúdo, mais pro segmento de gráfica, e a gente ficou uma hora e meia falando sobre história. E o David, que é o cara que participa comigo dos podcasts, falou, Maxwell, mandando um zap pra mim, Maxwell, sai disso, sai disso. Sai desse papo que a gente tem que partir pro próximo assunto e tal. E eu tentando sair, todo mundo falando, cara, eu tô chorando aqui porque isso aqui é a minha história, vocês não sabem o tanto que isso tá fazendo diferença pra mim. A gente não tem noção do quanto uma história, aquilo que você viveu, do quanto uma experiência, muda o jogo de milhares de pessoas que podem acompanhar. Talvez isso aqui pra gente, a gente nem tá conseguindo enxergar no assunto, mas talvez isso aqui faça tanto sentido pra um cara que tá desistindo, pra um cara que, cara, enfim.
É, eu tenho certeza, porque assim, tanto é que de fato hoje eu não vou focar mesmo no, na parte de materiais, eu não vou focar na parte, enfim. Acho que vou ficar, de fato, na sua história. A gente vai marcar um outro bate-papo. Inclusive, Marcos Soel, eu queria que, se possível, quero ouvir da sua boca. Eu queria trazer aqui uma pessoa, na verdade, algum empresário, algum empreendedor, que mudou de vida através dos seus conteúdos. E, nesse episódio com essa pessoa, eu queria ter a possibilidade de ter você aqui junto para essa pessoa detalhar o passo a passo, como foi que essa pessoa chegou onde chegou.
Ah, que legal, mano. Se eu jogar isso no meio das redes sociais, vai chover de gente querendo.
Então, já faz o convite aí, vamos. A gente elege um, a gente escolhe.
Um para aquela câmera.
Lembrando que a pessoa vem aqui para Barra Funda, em São Paulo.
Se você estiver disposto a vir para Barra Funda, em São Paulo, contar a sua história comigo, como que, de alguma forma, eu tenha te ajudado a superar o desafio do empreendedorismo, como você montou sua empresa baseado no meu canal no youtube ou qualquer outra coisa assim deixa aqui nos comentários vai ser bem legal e eu vou fazer questão aqui é claro com a abertura aqui de contar sua história e eu acho que vai ser uma experiência muito legal Porque acho.
Que a gente tem um papel, né? Muito importante. Porque, como vocês puderam ver e ouvir a história do Maxwell, nada acontece por acaso. Então, quando alguém fala que aconteceu na minha vida do nada, não, gente. Eu tenho certeza. Nada acontece. do nada assim tudo tem uma história por trás se aconteceu alguma coisa com você nesse sentido a do nada pare um pouquinho reflita que pode ter uma.
Música que eu gosto muito e que a maioria da galera que escutar não vai fazer sentido nenhum que o nome da música é TAPECEIRO, Steniel Marcius, que ela fala justamente sobre isso. O tapeceiro, quando está fazendo uma obra de um tapete, ele começa a passar os fios ali, e se você olha ao contrário, você não entende absolutamente nada. Passa o fio dourado, passa o fio de uma cor, passa de outro lado, E nesse momento, nesse processo da vida, você pensa que tá tudo uma bagunça porque, afinal de contas, você tá vendo a obra do avesso. Mas quando você vira o quadro e vê essa obra de tapeçaria, o resultado final, você entende que tudo fez sentido, tudo te trouxe, cara, tudo que eu vivi, todas as minhas experiências negativas com o meu pai, com a família, com o sócio, com o cara, que você também viveu, tudo isso trouxe a gente exatamente onde é que a gente tá.
Aqui agora, sentado nessa mesa... Estamos vivendo, na verdade, né?
Exatamente, em São Paulo, Cara, eu saí de cocauzinho, perspectiva zero ali, zero. E estou aqui agora conversando com você. E agora eu olho para esse quadro e falo, cara, no fim das contas, todas as coisas cooperam, colaboram para o nosso bem, desde que a gente seja extremamente envolvidos em produzir o melhor possível. Então vira o quadro, mano. Olha pra trás. Onde é que você esteve? Onde é que você está? Tudo trouxe você até aqui. Entender... Cara, isso é muito louco, né?
Cara, entender que não tem, não existe, não tem escolha ruim.
É.
Né? Acho que depende da forma como você enxerga isso vai, de fato, te levar pra um próximo nível. Cara, que história. Eu queria encerrar esse episódio, eu queria chamar aqui um cara. Se a Gabi autorizar, a Gabi que é nossa produtora, se ela autorizar, eu.
Gostaria de colocar... Mais lenha na fogueira, hein?
Mais lenha na fogueira. A Gabi, eu posso, Gabi? Pode, está liberado. Gente, a Gabi liberou. Então, se ela liberou, vamos ver. Vamos ver quem que vai entrar nessa sala.
Ah, meu Deus do céu. Vamos ver... Será que vai dar certo isso aqui?
Vamos ver quem que vai entrar nessa sala pra encerrar esse podcast com a gente. Ó, tem um lugar aqui que ninguém entendeu até agora o que aquele lugar tava fazendo ali. Olha o Nilção que vai encerrar.
Olha que privilégio.
Só pra você encerrar, cara, a gente falou de tudo, Nilção. Menos de materiais, menos de... enfim. Que a gente falamos da vida dos outros. Que história esse cara tem, Nilson?
Eu falei que não era um cara legal pra você trocar uma ideia, cruzar conexões. Tudo a gente tem algo pra aprender, pode ser uma lição de vida, algum detalhe, um trabalho diferente que o Chape Chape faz nas redes sociais. Que você tem muito pra aprender, eu tenho muito a aprender com ele.
E eu fiquei, assim, profundamente emocionado com a história dele, porque, assim, eu me conectei muito, até trazendo um ponto importante, quando ele fala aqui que o pai dele foi o... foi... não foi bom pra ele, talvez é porque ele não enxergou ainda o quão o pai dele foi importante pra ele ser esse cara.
Exatamente.
Que ele foi hoje, porque o meu... o meu pai... não é diferente do seu, mas o que eu aprendi com tudo isso é que esse valor de, cara, tudo bem, eu lembro que eu morava numa casa assim, não era cidade, tinha cerca de arame farpado e se uma galinha colocasse um ovo do nosso lado, a galinha do vizinho colocasse um ovo e a gente criança pegava, cara, meu pai batia, batia muito, Vai devolver porque assim ó, a galinha não é nossa, isso pertence ao vizinho. Então assim, foram esses valores que eu trouxe pra vida. Essa questão do cuidado, que a gente se conecta muito, sabe? Cada cliente que eu atendo, que eu tenho um cuidado, sabe? Em tratar-se. Quando um cliente que me conectou com o Nilson, quando eu cheguei nele, que eu vi o nível de detalhamento que ele trouxe praquele vídeo. Sabe, eu falei, não, é esse cara que eu quero pra minha vida, então, porque as coisas vão se conectando. Então, nesse sentido, eu entendo que seu pai foi o melhor pai do mundo.
Tudo tem um porquê. Às vezes você não entende na hora, mas os tombos que a gente leva, alguma coisa que você não entende na hora, é pra te preparar pra algo maior lá na frente. Porque se algo maior acontecer agora, você não vai estar pronto. É difícil entender isso no momento. Às vezes tá lá no fundo do poço, na merda, mas você não entende isso.
E, cara, uma coisa que você falou e agora que faz sentido, assim, é da gente nunca esquecer quem nos ajudou a chegar até aqui. Sabe, mano, e eu nunca fiz das pessoas nenhum tipo de escada, barra, trampolim ou qualquer outra coisa assim pra chegar até aqui. eu nunca esqueço de cada um cara que fez as conexões que falou assim cara fulano de tal porque é muito fácil a gente chegar em qualquer posição e descartar as pessoas que nos ajudaram eu tive parceiros pessoas que acreditaram em mim lá atrás quando eu fui comprar minha router por exemplo eu não ganhei nada cara mas eu tive alguém que me vendeu no cheque Gente que me vendeu no cheque confiando...
Talvez alguém não saiba o que é um cheque.
Galera do Pix agora...
A galera do Pix não sabe o que é um cheque.
Cara, o cara me vendeu, eu fui lá e me vendeu no cheque. Entendeu? Como que eu posso falar assim? Não, cara, agora eu vou... Agora que tá tudo muito mais fácil. Cara, se a gente quiser máquina de graça, a gente tem, não tem? Se a gente quiser qualquer outra coisa de graça, receber... Cara, a gente tem, a gente tá na mídia. E tem muita oferta disso. Falei, cara, eu não vou abandonar quem me ajudou a chegar até aqui. Isso não é o meu caráter, não faz parte de mim.
Você sabe qual que é a maior virtude? Sua maior virtude? Já te perguntaram isso?
Não.
Qual que é a maior virtude da pessoa grata?
Ótimo, pegou.
Te pegou. O que que é, Nilson, pra você? O cara que é grato, ele não trai. Ele é grato a tudo que ele viveu.
É isso aí.
Entende? Então uma pessoa grata, ela é confiável.
Ah, que legal. E o Nilson, ele é muito bom nisso, sabia? O Nilson tem um sensor. Qual que é o nome desse sensor, Nilson?
Principalmente de conectar pessoas boas, viu, Nilson?
Nossa, fugiu a palavra. é de sentir, assim, a energia.
Centiômetro, centômetro.
É, mas assim, eu sinto muito a energia das pessoas.
Então eu bato o olho em alguém.
E falo, cara, ó... Cuidado. Ou bato o olho e falo assim, ó, esse é do bem. E eu tinha que estudar um pouco mais essa... Essa questão, porque assim, eu tenho esse senso muito, muito afinado. Eu não erro.
É um dom, assim, sabe?
Eu não erro, cara. Assim, eu vejo, às vezes, até por live. Quantas vezes a gente já fez, tipo, uma live, alguma coisa. O Flávio é muito assim também, que vai vir aqui, o Flávio Santos. E às vezes a gente bate por mensagem, assim, cara... Não bateu o santo. E aí ele responde, cara, também não bateu.
Não, eu conheci o Flávio, parece que eu conheço o Flávio.
Não parece?
Cara, há cinco de anos.
Eles falam, a gente gosta do Flávio de graça.
É, a gente tava falando isso ontem dentro do carro. A gente brigando, às vezes a gente quer empurrar o Flávio no trânsito, porque a gente ama tanto o cara. Eu falo por mim e tem certeza.
Tem uma gratidão gigantesca pelo Flávio.
De graça, a gente ama tanto ele de graça que a gente fica com raiva dele pra poder ir pra gente, né? E porque a gente quer tanto ver o crescimento das pessoas. Pô, o crescimento do Flávio, o crescimento do Nilson, cara, é aquilo que me move. Porque eu sei, eu sei que se o Nilson crescer, eu vou crescer também, cara. Se eu crescer, ele também vai crescer. E quando a gente tem essa percepção no mercado de comunicação visual que a gente está inserido, de que se o fulano crescer, eu também cresço, todo mundo cresce, o mercado cresce.
O mercado cresce. Acho que é essa visão que falta, né? Essa questão do coletivo, porque igual a gente tá vivendo hoje, acho que talvez o Nilson possa falar melhor disso, que é o grande desafio da industrialização, né? Porque tudo bem, você industrializa, você dá volume. Hoje, pra você construir uma casa industrializada, se você tiver volume, cara, aquela casa que custa hoje, sei lá, um exemplo ali, 250 mil, essa mesma casa, se você tiver muito mais gente construindo, muito mais gente fazendo, vai custar, sei lá, 100 mil reais. Eu acho que é dessa forma, criando esse movimento, que a gente vai não só se ajudar, mas também ajudar aquelas pessoas que precisam ali de um lar, por exemplo.
Eu acho que isso atrapalha um pouco, Paulo. Eu não sei do que vocês estavam falando antes, mas o ego atrapalha muito. O ego atrapalha profissionais com profissionais, atrapalha empresas com empresas, atrapalha segmentos com segmentos. Vou dar um exemplo. Provavelmente você atende o cara da construção metálica aqui. que fala bem pra caramba do produto dele. Daqui a pouco vem o cara do Steel, que fala bem pra caramba dele. Aí vem o cara da construção do concreto. Fala tudo do concreto. Só caia o concreto, fala que o metálico é ruim. Aí às vezes, não, mas o meu é muito melhor que aquele. Aí, não, mas esse não presta. Se a galera entender que todos juntos podem se ajudar, Todo mundo, aí sim a gente vai ter construções mais inteligentes, mercados mais evoluídos, tudo mais evoluído.
E aí, e nesse ponto é importante, porque assim, na própria fala da pessoa, você vai numa venda, você vai vender, e aquele vendedor que fala mal do concorrente, porra, se o cara for inteligente, ele não vai contratar esse cara, porque ele é picareta.
Exatamente.
Entende? O bom vendedor, ele fala do seu, dele. Entende? Ele não critica o outro, porque cada um tem uma forma.
Isso eu falei pro meu time de vendas, que é bem pequeno, são dois agora com mais um, três.
Mas pequeno não é o que tá crescendo.
É, nossa equipe tá grande. Pequena é minha, minha equipe é duas pessoas.
A gente não precisa, eu proibi, que eu já vi áudio deles gravando áudio. Ah, mas não faz igual. Cara, a nossa política, a nossa cultura, dentro da nossa empresa não nos permite criticar qualquer serviço do cara enquanto a gente estiver criticando isso eu falei até na minha palestra a gente está gastando tanta energia criticando o serviço dos outros olhando para o concorrente que a gente não gasta tempo em prol daquilo que realmente vale, que é olhar pra dentro da nossa empresa, do nosso produto. Se a gente gastar energia com o nosso produto, a gente vai vender o nosso. Se eu tô falando do cara, eu tô vendendo a empresa do cara, eu tô gerando até engajamento, cara. Vou falar de hater, por exemplo, cara, quando o cara tá me criticando na internet, cara, ele não sabe o quanto que ele tá me ajudando quando ele vai lá e comenta, eu não gosto de você, você tá fazendo merda. ele tá me ajudando demais cara, porque o instagram ou qualquer outra coisa entende que tá gerando conteúdo que é importante, que tá gerando engajamento e você na vida real tá fazendo isso também quando você tá falando do seu concorrente pra qualquer empresa, pra qualquer cliente, você tá jogando luz num cara que nem merece que nem precisa de luz fala do seu produto, daquilo que você é, daquilo que você faz se o cara pensar no concorrente ou fechar com o concorrente, aquilo que eu já disse pra você agora a pouco Está tudo certo.
Está tudo certo.
Vira a página, vai para o próximo e vai.
É, eu acho que é essa visão que, de fato, a gente tem o propósito aqui, principalmente no Constricast. Ou seja, nós não somos um podcast nichado de drywall. Nós não somos um podcast nichado de metálica, né? A gente... Nós falamos de madeira, falamos de drywall, falamos de engenharia. Ou seja, a gente fala de soluções.
Exatamente.
De comunicação visual.
Inclusive, a gente está falando de comunicação visual hoje com... duas pessoas aqui que eu, enfim, tenho admiração muito grande. Ou seja, para que vocês, de alguma forma, se conectem com o nosso público, que são os engenheiros, os arquitetos, aqueles profissionais de obras, que fazem uma diferença absurda lá na ponta.
Com certeza.
Porque, cara, só dessa forma, construindo, que eu falo muito em construir pontes, a gente vai, de fato, construir um mundo muito melhor.
É isso aí.
Que legal, a gente poderia passar... Então.
Maxwell, eu queria que... Ah, antes da gente encerrar, a gente tem um quadro Convidado com Vida, tá? Não serve pro Nilson esse quadro, só pra você.
O Nilson já tá cancelado, vai.
Sacanagem. Nesse episódio o Nilson está cancelado, porque a gente vai gravar um outro depois. Vamos lá, Convidado com Vida. Você tem que convidar uma pessoa e tem que trazer essa pessoa. Aqui, não importa de que estado, de que cidade ela... Ela mora, a gente vai trazer ela.
Aqui, porque... Tá, mas tem que ser agora, assim, né?
Escolhe uma pessoa.
Agora? Mano, eu não sei o nome nem seu, depois de conversar quase duas horas aqui.
Você sabe que ele esquece o nome, assim, né?
Mas eu sou ruim também de nome.
Ele fala assim, qual que é seu nome? Eu falo, Paulo. Beleza, aí ele vai lá fora. Paulo? Peraí. É Paulo o quê? Eu falei, não, fica só no Paulo, não fala do Barros, porque senão você vai esquecer.
Cara, se eu pudesse convidar alguém pra estar aqui, mano... Ah, já sei. O Flávio Santos, então?
Não, o Flávio já tá. O Flávio já tá convidado.
Meu Deus, agora tem uma mais difícil, então. Cara, uma pessoa que eu vi falando ontem, que eu fiquei impressionado, foi a Carol. A Carol e o Diego. Principalmente a Carol. Eu acho que vai agregar demais mesmo. Então, já que eu sou convidado, preciso convidar alguém.
Olha, pra aquela câmera.
Mariano, pra aquela câmera ali, ou pra aquela ali.
Pra aquela não, pra aquela é porque é você e a Carol ali, ó.
Olha só, Karol, Karol Rino Máquinas, eu tô te convidando pra participar dessa mesa aqui, pra fazer acontecer no ConstruCast.
Eu posso até complementar, porque a Karol hoje tem uma das maiores empresas de routers CNC do Brasil, tava com ela ontem, o dia todo, o marido dela também, grande parceiro. A Carol tem um grande conhecimento de vendas de tecnologia, porque as vezes o seu público, por exemplo, eu falo porque eu conheço esse setor, por exemplo, da engenharia, da arquitetura, muitos estudantes que devem estar assistindo aqui o podcast, devem sentir aquela dificuldade, pô, sair da faculdade, mas... E agora?
Não é?
Você deve ter passado isso na faculdade, os meninos aqui, e assim, eles têm uma história muito legal de sair do zero há sete anos atrás e de ter uma empresa milionária hoje, de sucesso. Então, não importa que é o equipamento... Ah, a Halter ajuda no nosso setor? Claro! Ela faz o ACM, os ACMs que a gente instala, sai da router, madeiras que são, por exemplo, nos seus móveis aqui, provavelmente isso aqui foi cortado numa router, então tá muito mais ligado do que imagina. Mas o conhecimento da Carol nessa parte técnica, comercial, estratégia de venda, agressivo, meu, com certeza vai agregar muito pro público de vocês, com certeza.
Resumindo, ela é top beira das galáxias.
Bom, então, como que é aquele slogan lá, o chap-chap?
A gente nem falou da onde é que vem chape chape, top das garagas.
Vamos lá, fala do chape chape antes da gente encerrar.
O chape chape surgiu da... a gente tava fazendo uma parada ali, uma coisa rápida, e precisava adesivar uma chapa ali de PS, precisava ser rápido. E o Potzinho, que é o grande criador, o Potiguara, que era um colaborador meu, Não, cara, vamos, cara, vamos aqui ó, aplica a espátula aqui assim ó, e chape, chape.
Saiu.
Aí aquilo ficou na minha cabeça, e uma vez, o que que aconteceu? É que raramente eu falava isso, não, vai lá e faz, chape, chape. Aí eu tava num grupo de comunicação visual, e uma pessoa criticou, porque eu ficava, as vezes eu falava chape, chape. Aí o cara falou, cara você tá parecendo um borracheiro falando chape-chape, linguagem de borracheiro falando chape-chape. E... com todo respeito, tá? Sim. Aí todo mundo tomou ar, falando assim, cara, é chape-chape mesmo, é chape-chape. O pessoal começou a criticar o cara que tinha criticado. Aí todo mundo começou a ficar falando chape-chape, chape-chape do grupo. Aí... Ganhou. É o que é. Chapa-chapa é uma palavra que significa tudo, mas não significa absolutamente nada.
Gente, é dessa forma que a gente encerra o Maxwell. Então, suas palavras finais para a gente encerrar o nosso episódio.
Cara, eu quero agradecer. Agradecer ao Nilson, que fez mais uma vez essa ponte, essa conexão. E fiquei muito feliz de participar aqui, cara. E hoje eu aprendi muita coisa. Muita coisa fez muito sentido aqui pra mim nesse bate-papo, enquanto a gente tava aqui, enquanto a gente tava sentado ali conversando um pouco. E cada dia eu aprendo mais, cara. E até ontem mesmo, conversando com o Nilson, cara, o que tá rolando comigo nos últimos, sei lá, seis meses me trouxe exatamente até onde é que eu tô, mas é muita aprendizagem. E eu só sou apenas grato a você, ao Nilson, e ao nosso público, que é os nossos 18 milhões de pessoas ou de impressões que a gente tem, porque tudo isso é por vocês, é em mim, por vocês. Obrigado e chape-chape.
Chape-chape. Gente, então é dessa forma que encerramos esse episódio aqui. História tem o Maxwell Carlos. Olha, um nome desse com certeza não teria outra forma de não ser sucesso garantido, viu Maxwell? Então, eu peço que você que ficou até aqui comentem o que você achou deste episódio, compartilhe com o maior número de pessoas... E como vocês sabem, o propósito do ConstructCast é promover ideias e soluções unindo todo o mercado de arquitetura, engenharia e construção. Galera, para aquela câmera lá do meio... Tchau gente, até o nosso próximo encontro. Tchau galera, valeu.
Tchau tchau, paluco.
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