Mulheres na Engenharia e Construção Civil | Suellen Pedreira | ConstrueCast

YouTube interview (ConstrueCast) with Suellen Pedreira about women in construction: Suellen describes how she entered construction (accepted a dare 12 years ago), her hands-on career from foundation to finishing (except painting), and her work promoting women in trades. The conversation covers practical on-site methods (uses a water hose level, prefers marreta over martelete to avoid vibration damage), quality and product selection, impermeabilization guidance (recommends ~80 cm of waterproofing from the baldrame), industry–influencer partnerships and sustainability (mention of Fulplastic/Full Plastique), and personal background (mother of seven: four girls and three boys). Tone mixes practical, motivational, and advocacy-oriented anecdotes.
Questions this video answers
September 14, 2023.
About 12 years.
Seven children — four girls and three boys.
Approximately 80 centimeters from the baldrame (foundation beam).
Andre Abucham (uploader/creator mentioned in metadata).
Chapters
Sejam bem-vindos ao ConstrueCast. Este episódio é um oferecimento Full Plastique. Sejam bem-vindos. Está no ar mais um episódio do PODCAST. Hoje eu tenho a honra de receber uma mulher que coloca a mão na massa, de fato. Eu sou muito... Como vocês sabem, eu gosto de fazer. Então, Suellen, seja bem-vinda ao nosso PODCAST.
Obrigada.
E eu já adianto, você não é aquela mulher de rede social que tá só gravando. Você, de fato, tá ali colocando a mão na massa. Vamos conhecer um pouco da sua história e, enfim... Não só seja bem-vinda, mas... Já abro esse episódio te agradecendo por ter aceito esse convite, vindo lá de Cascavel pra fazer esse bate-papo aqui, pra que toda a audiência do ConstrueCast conheça a história dessa mulher. Eu reputo incrível que é você. Tenho uma admiração. Já aqui, ó, na abertura, falando publicamente, admiro muito o seu trabalho, porque, como a gente fala, né? Lugar de mulher é onde ela quiser. Seja bem-vinda, Suelen.
E eu que agradeço o convite de vocês. É um amor estar aqui com você, né? E... bora.
Bora! Bora! Tá pronta?
Tô. Tô pronta.
Você é aquela mulher que já nasceu pronta?
Já nasci pronta.
Então tá. Suelen, pra iniciar nosso bate-papo, eu gostaria de perguntar como você entrou na construção civil? O que que te levou pra esse universo tão encantador? falando por mim, e tão desafiador pra mulher.
Foi desafiada.
Foi desafiada, me conta, quero saber tudo.
Vou contar. Eu morava em Cascavel na época, já faz há 12 anos atrás. E o pai dos meus meninos entrou trabalhar de servente. Meu ex-marido entrou trabalhar de servente numa empresa. E um dia eu fui lá, eles começaram a trabalhar perto da minha casa, e eu fui lá passear na obra. Cheguei lá e estava batendo reboco na parede, eu dei uma olhada e falei, moleza isso aí, eu consigo. Falou, duvido você fazer parar a massa na parede.
O cara chepando massa lá?
Aham. Falou assim, duvido. Aí você duvida, então, mas eu vou provar que eu consigo. Bati, falei, não pode, cara. Bati, deu vácuo, daí bati com força, né, a massa na parede, deu vácuo, caiu. Falei, não, não é assim, tem que ter alguma artimanha aqui, porque se ele tá batendo, tá parando a parede, eu também consigo, ué. E daí fui tentando. Aí a hora que eu dei uma de leve, que eu só ajeitei que deu certo, falei, ah, agora peguei a manha, agora é aqui.
Só de leve.
E dali pra frente eu iniciei, fui só aprendendo cada vez mais, fui querendo aprender mais e mais e mais e mais. E estamos aí há 12 anos.
Tá, e antes da gente continuar, eu vou chamar a atenção aqui pra um ponto muito importante. Pai dos seus filhos. Agora conta, quantos filhos você tem? Porque a gente vai falar sim de construção civil, mas a gente vai falar também de... Essa coisa de que existe sorte. A gente que constrói. Fala pra gente, quantos filhos você tem?
Sete.
Sete filhos.
Sete. Tenho quatro meninas e três meninos. Tenho três do meu primeiro casamento e quatro do meu último casamento.
Então, conforme vocês podem ver... Você é do tipo que reclama?
Não, não sou de reclamar não.
Entendi.
Sou de correr atrás.
É de correr atrás.
Sou de correr atrás.
E o pouco que a gente se conhece, né? O pouco que a gente tá junto ali, eu vejo como você ajuda outras mulheres, né? Como você apoia outras mulheres.
Apoio. Eu acho que o lugar da mulher é onde ela quiser, fazendo o que ela quiser fazer. Esse palavreado que todo mundo usa, lugar de mulher atrás do fogão, não existe mais. O lugar da mulher é onde ela quiser, fazendo o que ela quiser fazer e pronto. A mulher está em várias profissões. Você vê aí que ela já conquistou muito o mercado de emprego, as indústrias em todos os lugares. Ela conquistou o seu lugar. E tem muito pra conquistar ainda.
Tem muito pra conquistar.
Tem muito pra conquistar.
E claro, juntos, tenho certeza agora.
Sim, com certeza.
Suelen Pedreira. E com o Street Cash, a gente vai muito longe.
Vamos sim.
Porque você tem um trabalho muito importante. Com aquelas pessoas que estão ali, ó, mão na massa.
Mão na massa.
Mão na massa. Eu já quero aproveitar esse momento, Suelen, pra agradecer o apoio da FUPLA Chique. Pra mandar um abraço pro Bruno, que é o CEO da empresa. que a gente vai também conhecer.
Vamos lá, vamos lá conhecer a empresa hoje. Quero conhecer, diz que ele tem uma técnica aí que vai fazer meus olhos brilhar cada vez mais, então quero ir lá ver.
Vai brilhar, porque principalmente quando o assunto é logística reversa, para quem não entende o que é logística reversa, a gente vai falar de sustentabilidade, como que a gente constrói de uma forma sustentável. A Fulplastic tira o lixo da rua, recicla, constrói tijolos, vocês vão acompanhar um pouquinho lá, a Suellen vai fazer alguns stories, para que vocês entendam Como a indústria, o apoio da indústria é importante, Sueli, no seu trabalho e, principalmente, no trabalho de tantos outros profissionais que hoje são influencers. Vocês têm um poder muito grande, não só nessa questão de soluções construtivas e sustentáveis, mas também no convencimento. Porque, muitas vezes, quando você está tratando com o investidor, o cara que está te contratando para construir, Se você tem um apoio da indústria, no sentido de treinar, no sentido de levar a inovação, eu tenho certeza que até o seu convencimento ali pra...
Eu palpito muito, se é isso que você... Você entende? Se é onde você quer chegar, eu palpito muito nas obras, tá? Tipo, ah, esse produto não é legal, não. Eu acho que se você usar esse daqui, vai ser melhor, tua obra vai ter uma durabilidade maior, vai ser melhor. Eu sou assim. Esse banheiro aqui, nesse lugar, não vai ficar legal não. Vai lá do outro lado. Isso é legal.
Isso é legal. E assim, você não... né? A gente tá ali na... A gente sempre tá querendo o melhor pros nossos clientes. E consequentemente, quando você tem um cliente satisfeito, você fideliza. Então, obrigado, Fuplastic, aí, por esse apoio. E vamos trazer mais indústria pra... Mais novidades. Ajudar esse trabalho da Swelling, que é tão importante ali na ponta, no dia a dia, né? Isso aí. Enfim. Suelen, agora eu queria que você falasse um pouquinho, quais são os desafios que você enfrenta ali no dia a dia de obra?
Na verdade, o maior desafio na questão de ser mulher numa obra, é a parte que a gente até conversou um pouquinho, é sobre os banheiros, né, que não tem.
Não tem banheiro.
Não, não tem banheiro, não são colocados os banheiros especificamente, até porque tem muito pouca, na minha região tem muito pouca mulher nessa área.
Você está ali na linha de frente, então é você que sente a necessidade de fato. E eu te pergunto, o que você tem feito? Você tem provocado um pouco o próprio mercado para que eles pensem mais na mulher? Porque tudo bem, a mulher que não está ali na execução de fato, mas ela visita a obra. A mulher tem um papel importante dentro da obra.
Eu acho que, na verdade, a falta de ter, principalmente na minha região, de ter muito mais mulheres nessa área é o que acaba ficando difícil você lutar nessa causa.
Mas você é insistente.
Sou. Estamos aí, firme e forte.
E pode contar comigo.
Estamos aí, firme e forte. Porque, na verdade, eu não pinto só na minha região, né? Porque eu sei que tem várias mulheres aí no Brasil, e em vários outros lugares aí do Brasil, que trabalham com obra, que também sentem essa necessidade, que falta isso.
É, eu conheço inclusive... Até porque vão.
Engenheiros, arquitetos, vão na obra.
Sim, e eu tenho até um caso de uma construtora espanhola, que eles estão fazendo um trabalho muito bacana, muito importante, principalmente na formação, junto com o Senai, inclusive. Eles fazem esses cursos, dependendo do lugar, às vezes é um lugar de difícil acesso, então eles alugam ali um galpão, enfim, ou fazem parcerias com escolas para cederem esses espaços. para que facilite o acesso dessas pessoas, que muitas vezes, eles não têm como se deslocar ali até um lugar de difícil acesso. Então, assim, está sendo um trabalho muito bonito que eu estou acompanhando. Eu tenho certeza que, de alguma forma, isso vai chegar em você logo, logo.
Você vai ver que... Amém!
Bem bacana. Swellen, e continuando o nosso bate-papo, eu queria falar um pouquinho de o que você tem feito para trazer qualidade para as suas obras? Porque hoje, também falando de indústria, inclusive, A gente tem aí várias indústrias querendo vender a todo custo. E você, assim como um médico, receita um remédio...
Eu vou atrás de produtos de qualidade. Porque, na verdade, a pessoa fala, mas o preço é mais caro. Mas e a qualidade? Hoje em dia a gente vê muito isso. Mas eu sempre busco os produtos que vão... que são de qualidade, que vão melhorar a minha obra, que vão modificar, vão deixar diferente... Como que eu posso dizer? Que vai dar uma diferenciada na minha obra, na questão da qualidade do produto, que vai dar uma durabilidade muito maior. Então, a gente sempre está pesquisando aí no mercado e vendo e testando os produtos, porque não adianta eu pegar e falar, eu gostei desse produto, mas eu não conheço o produto. Então, eu não falo sobre um produto que eu realmente não tenha conhecimento.
Não tenha conhecimento de causa.
É que nem agora, a gente vai lá conhecer, e eu quero ver de perto, porque é isso, a gente tem que chegar, tem que ver, tem que pegar, tem que... Tem que ver os.
Benefícios, o que está por trás daquele produto.
Como é fabricado. Você tem que ver o contexto inteiro, não só um pedacinho.
Sim, inclusive é uma coisa que eu queria chamar a atenção para esse trabalho que a gente desenvolve nas redes sociais. Aqui a gente tá fazendo um bate-papo. Esse conteúdo, ele está completo, né? Tá tanto nas plataformas de áudio quanto nas plataformas de vídeo. Então, às vezes, as pessoas pegam um trecho, né? Um recorte de segundos ali e começam a criar conclusões.
Isso mesmo.
Então, gente, ó... Por isso que eu acho importante a gente ter, sabe, todo o material na íntegra, porque a gente tem Provas ó, isso tá dentro de um contexto...
É como é a mesma coisa sobre um produto.
Você entende?
Você tem que ver ele por inteiro, não só ali, ah, eu peguei aqui o produto... Eu vi ali, fulano, falou que é bom, vou usar e vou falar que é bom. Nem usei e vou falar que é bom. Então, não é. Você tem que ver tudo. Não só como ele é fabricado, mas qual benefício ele traz para o meio ambiente. A gente tem que pensar nessa parte também.
Porque hoje a gente fala muito, e essa questão ambiental, enfim, são vários fatores. Não é só redução de emissão, enfim, são vários fatores. Porque quando você pensa, por exemplo, em uma obra mais rápida, uma obra ágil, Primeiro que você é menos transtorno ali pra aquela família, pra aquela, sabe, uma obra mais rápida. É uma... Inclusive, a pessoa tá realizando um sonho.
Um sonho, né? Eu sempre falo, sou construtora de sonhos.
Construtora de sonhos. Suelen, e você constrói a casa do zero? Você... chave na mão?
Da fundação, da fundação.
Como que funciona?
Eu queria que você falasse agora um mais sobre... pouco Na verdade, assim, da fundação ao acabamento. É o que eu não faço, é a pintura.
A pintura.
Eu até faço pinturas, mas é só na casa da família que é pra... Não fala, ah, sua pinta aqui, pega lá a tinta lá, eu vou fazer a mesma cor aqui e vou pintar. Eu não faço pintura.
Entendi.
Mas eu gosto. Eu adoro.
Vou te contar uma curiosidade. Eu já peguei projetos de pintura, já pintava sobrado, pegava o projeto e fazia ali mão na massa.
Sério? Que tome!
Sabe por que eu desisti? Porque uma vez eu tava num sobrado de, acho que mais de três andares, e aí eu contratei um primo meu pra trabalhar, nem vou falar o nome dele, e ele deixou duas latas de tinta, assim, cair do último andar. E eu tinha cobrado muito barato, e o cliente pediu para eu comprar aquela tinta de volta. Reembolsado. Enfim, eu acabei desistindo da...
Acabou pintando sobrado de graça.
Enfim, acho que... Enfim, tomei prejuízo, mas acabei saindo da profissão. Mas conheço um pouquinho de...
Enfim. É, eu gosto.
Eu até tô... Do tudo.
Tô fazendo... Tô dando uns estudos ali. O curso... O famoso curso online, né? Na prática, eu já sei. Eu quero saber o... O contexto.
O contexto.
Do contexto inteiro, né? Porque a gente faz... Eu fiz um curso, agora vocês têm que botar. Eu tirei 100.
Ó!
Na internet. De pedreiro. Eu não sei por que eu fui fazer. Falei... Tava sem muito o que fazer. E eu adoro ler. Então era quarenta horas, quarenta horas eu faço rapidinho. Rapidinho você... De leitura. Quarenta horas de leitura. Só que daí o... Ele é daqui, eu acho que é daqui de São Paulo mesmo esse curso. É online.
Online.
Aí ele explica tudo primeiro. Gente, eu acho que é desnecessário colocar isso no curso, tá?
A teoria.
Não, ele explica primeiro tudo, como é que surgiu a construção, onde é que foi, qual ano, qual... Tudo aquilo dali que não vai me servir pra nada, aquilo lá, porque eu preciso saber da agora, aquilo lá.
Sueli, mas você não entende que, porque assim, se a gente entende as mudanças, né, porque quando a gente fala Qual.
Foi a primeira construção? Qual foi... Sabe, eu fiquei olhando aquilo e falei assim, gente, tá, é bom pra você saber a história, mas daí não deveria colocar que é um curso de pedreiro. É a história de como se iniciou a profissão.
E como se iniciou a profissão.
A história de como se iniciou a profissão.
Mas você entende da importância disso? Porque quando a gente fala de... Quando você conhece a história, igual hoje a gente tá falando aqui, de industrialização. Igual hoje você tá ali chapando massa na parede. Isso, nitidamente, é uma coisa que você ama fazer.
Sim, amo. Gosto.
De ali, de quebrar mesmo na marreta.
Quebrar na marreta.
É nítido o brilho no seu olhar, quando tá fazendo isso. Agora, a construção, a industrialização vem evoluindo, né? Se você pega lá do início, hoje, o que que tá sendo feito, né? Então, por essa razão, é importante você conhecer a história.
A história da construção, ó.
Né? Então, porque muitas vezes, é tudo bem. Essa, igual que a gente tava falando, ah, isso é um bom produto. Tem durabilidade agora, ó. Se você voltar, se você for a fundo, Entender como aquilo é fabricado, você, opa, tudo bem, isso é bom, mas não, não vou usar mais.
Tá, mas desse curso que eu tô falando, o único problema dele é que assim, é 40 horas, 38 horas só sobre como iniciou a construção.
E aí você pegou, ó...
Duas horas o curso.
O cara quer te vender mais um. Comprou mais um, Suellen.
Eu falei, ah, não é justo, entendeu? E depois as perguntas foram muito fáceis também. Qual que era o plumo, qual que era... Ah, eu falei, gente, qual que era esse quadro, daí mostra o desenhinho lá. Falei, não, esse me arrebenta, esse é fácil de passar.
Esse bate-papo tá sensacional.
Ah tá, mas tem outros cursos bons nesse negócio lá e é gratuito.
Esse bate-papo tá sensacional porque assim, eu já vivi tudo isso, tá? Eu criança trabalhando ali com meu pai e tal, sensacional, sabe? Você ainda usa mangueira de nível?
Eu uso, uso mangueira de nível.
Com água mesmo?
Eu gosto, eu acho que é mais eficaz.
Olha isso, gente.
São coisas que, por mais que tenha modernidade, tem coisas que você... Eu até coloco no nível lá, mas... Será que esse nível não deu uma desreguladinha?
Eu vou defender. Vou defender você. Eu também, eu confio muito na mangueira, sabe?
Uma grande nível.
Acho que é muito assertivo, assim, né? Você, enfim, checar ali se não tem bolha, se não tem nada. Meu, tá tudo ok? Você não vai errar, porque eu já vi casos da pessoa utilizando a tecnologia e coloca ali uma... um batente torto, sabe?
Mas tá tudo ok. Mas é, porque às vezes, sei lá, se derrubou o nível no chão e deu uma, sei lá, desreguladinha no sistema dele ali. Já vi acontecer isso também.
É, e ali você não tem erro, porque daquela forma você não erra.
Pior é quando você chega em um lugar que você olha e fala... Essa janela tá no nível. Tá tudo certinho? Tem certeza? Aham, coloquei, ó. Porque, velho, se eu pegar o nível aqui, para, põe lá. Não, cara, tem alguma coisa de errado aí.
Tem gente que desenvolve aplicativo de nível, sabe? Ah, eu tenho agora, não, vou fazer... Vou nivelar com o meu celular.
E a trena? Gente... Estou querendo tirar até a nossa trena.
Até a nossa trena.
Até a nossa trena. Deu tantos metros. Será, meu Deus? Vamos medir na trena de novo. Pega aquela trena grandona que você desenrola ela assim, ó, que ela é desse tamanho assim, você vai desenrolando 30 metros de trena.
Sabe o que é legal? Eu estava falando com um engenheiro outro dia, fui fazer um trabalho para um parceiro aqui do Constricash, que é o CBCA, E o engenheiro fala, olha, tudo bem, a tecnologia, ela agiliza. Mas é importante que esse engenheiro saiba fazer cálculo à mão, pra ele não ficar refém.
Isso.
Porque muitas vezes, quando você tem essa noção, igual você, você tem essa noção. Por quê? Porque você é uma estudiosa, você é curiosa. Porque quando você depende da tecnologia, exemplo, você tá guiando seu carro pra um lugar que você não conhece. E se você não estudou esse trajeto antes, e por alguma razão sumiu o sinal do GPS, ou acabou a bateria do seu celular, o que vai acontecer com você?
Você fica perdido.
Ficou perdido, ficou na mão.
Então, mas é que, na verdade, assim, eu gosto de ter certeza. Se eu não tivesse certeza... Não. Estica a linha aqui. Não, não. Vamos medir mais uma vez pra ter certeza que é bem aí mesmo, porque senão depois eu vou ter que bater outra estaca aí e não vai dar certo. Estica de novo. Vamos ver. Estica a treina até lá, pra depois a gente esticar a linha. Tem que ser assim.
Mas é isso. Eu não tenho dúvida que as suas obras têm qualidade.
Têm qualidade.
Você já perdeu alguma obra pra alguém aí?
Não, não. Não tive isso ainda na minha vida.
É que você passa tanta segurança nessa questão de checar, checar de novo, checar de novo.
Eu já tive vizinho de obra irritado.
Pelas batidas das barretas?
Não, pelo barulho da caixa de música.
Que legal! Me conta mais sobre o seu dia-a-dia, Saélia.
Eu gosto de um sertanejão na obra. Eu tava numa obra lá em Nova Cantua, o moço falou assim, Saélia, você tava doente ontem que você não apareceu na obra? Aí eu falei, como é que você sabe que eu não tava na obra? Não, eu não tava escutando música nenhuma, tava um silêncio, essa obra chegava a estar triste. Gente... Porque eu gosto de um sertanejo tocando, né? Você precisa trabalhar sem escutar uma música, parece que é isso.
E a música transforma, né, Saélia?
Transforma.
Gente, a música melhora a qualquer dia.
Melhora. Não. O ânimo, a maneira que você trabalha... É outra pegada, né?
Você, enfim...
É que você tem que trabalhar num lugar que você não pode fazer um barulhinho.
Eu gosto de barulho, eu sou barulhento.
Eu gosto.
Esse episódio é um oferecimento Full Plastique, construção com qualidade, confiança, tradição e sustentabilidade. E produtor Infinity Plus, empresa especializada em comunicação para arquitetura, engenharia e construção. Selly, enfim, esse bate-papo tá muito bacana.
Assim, porque a gente faz a mesma.
Coisa, sabe, assim, então eu entendo o que você passa ali no dia a dia. Agora, vamos lá. Até a gente tava conversando aqui antes da gravação.
Aham.
Enfim, você é uma pessoa que gosta de chapa massa. Gosta. Enfim. E agora você tem tecnologia.
É.
Que é, por exemplo, pra chapisco, pra reboco, onde você tem formas, né?
Tem maquinários, hoje em dia, diferenciados pra melhorar, pra agilizar o serviço.
Pra agilizar o serviço.
Pra agilizar o serviço. Mas tem alguns maquinários antigos que eu sou fã.
Qual? Fala um pra mim.
Marreta. Os outros vão lá no meu vídeo, por que você não usa o martelete, não sei o que, daí eu fico pensando. Apesar que eu vou falar a verdade, martelete é muito bom sim, agiliza o serviço. Mas tem lugares que as pessoas têm que aprender a colocar na cabeça delas que elas não devem colocar um martelete.
Por exemplo?
Não, porque o martelete faz uma trepidação que acaba causando rachaduras em outras partes estruturais da obra.
Dica Constricast da Suelen. Vamos lá, Suelen, explica pra gente.
Você sabia disso, você sabe disso, né? Você sabe dessa técnica.
Eu sei.
Porque, assim, pode ser que ela não cause, não denifique agora, mas por ele, por uma teletip, você viu que ele mexe o solo inteiro, ele não...
É que você cria uma vibração.
Uma vibração. Uma vibração do solo que você não tem controle. Ele não fica específico ali naquele lugar que você tá quebrando, ele se espalha. Com o tempo, não vai ser assim, ah, eu vou quebrar hoje e amanhã vai aparecer. Não, mas com o tempo ela vai surgir uma rachadura por perto ali. Dependendo.
Você me deixou curioso.
É verdade isso. E o que que vai... Ah, tá aí a marreta. Não, a marreta ela é mais localizada.
Gente, que interessante.
Eu fui criada por um senhor de 85 anos.
E você é uma mulher extremamente nova.
É.
Né? Sabe, com essa cabeça... Agora eu abri ontem, ontem a gente.
Jantando, e daí o pessoal começou a tocar umas músicas, umas músicas lá bem, bem antigas. De onde você tirou? Ela tá cantando, né? A Kátia falou, ela tá cantando a música. Você tá cantando? Ela falou, eu tô. Eu nunca nem vi essa música. Eu falei, menina, essa música é antiga pra caramba. Qual que era a música mesmo? Eu não lembro agora.
É que tá muito ligada.
Mas é uma música muito antiga, muito antiga. Só que pra mim, acho que era Milionários e José Rico.
Milionários e José Rico, acertando já o raiz.
Eu falei, ui, chamei uma música antiga. Falei, menina, essa música tem quem não conhece, né? Eu nunca vi, nem ouvi essa música. Falei, eu conheço todas.
E é muito engraçado, porque é o que a gente chama de memória afetiva, né? O que você viveu, por exemplo. Ah, eu sempre fui muito apegado... aos meus avós e tal. Eu gosto, inclusive, de conversar com pessoas mais velhas, porque você ouvindo as histórias, você aprende muito mais.
Eu ouvia Patrola Amarela.
Patrola Amarela, gente.
Procura um dia essa música, você vai ver. Que ela fala que o prefeito ia passar a patrola na rua da casa, ia ficar bonita, não sei o quê. É uma música muito antiga, muito antiga mesmo.
Não, é muito legal, né? A gente conhecer as histórias.
E o meu avô, ele trabalhava com serraria, né? Trabalhava puxando... O avô não, o meu pai me criou. Meu pai, ele trabalhava puxando lenha nas... Como é que se fala? Na floresta.
Então você já tem essa... Então você já tem esse DNA operacional na veia.
Sim. É. Vem dali um pouco, né? E a minha avó já sempre foi mais... Na verdade, assim... Eu e a minha avó... Eu e a minha mãe, que é a minha avó, né? Que eu falo... Nós éramos os homens da casa. O meu pai... Meu pai, se pedisse pra matar uma galinha, não matava.
Que doideira, gente!
E a minha mãe gritava, vai, Su! Era assim. Desde pequena. Sempre foi assim.
E... Então, nesse... Por exemplo, quando você viu, né? Esse seu ex-marido lá, chapando a massa... E você ficou olhando, né? Você meio que se desafiou. Você não acha que tem um pouco de ligação?
Não, não, é porque... É isso, tem. Eu sempre tive vontade.
Tem uma questão da lenha ali, porque.
Se você pegar, não sei se você viu isso. Eu tenho uma cicatriz aqui, ó, de brincar com o... com o facão. Não, porque assim, ó... Cortando torinha.
Ele lá é no machado mesmo? Ele cortava lenha no machado?
Não, ele tinha serra, mas ele cortava no machado. Sim, cortava no machado, em casa.
Gente, e até pra contextualizar um pouco, quem tá... ouvindo pelas plataformas de áudio, não consegue ver, mas eu vivi isso também, sério.
Sério, que legal.
Meu avô, inclusive, ele afiava machado, ele vendia também. Ele era artesão e ele tinha aquelas pedras, sabe? De afiar, fazia aqueles cabos, vendia nas feiras. E ele também ensinava, tipo, gente, não só os netos, por exemplo, a fazer aquele molde pra quando você tá rachando a lenha no meio, pra ele não voar na sua cara.
Pra não voar na cara, é isso mesmo.
Entendi, era muito legal. Então a gente fazia, pegava uma madeira, uma estrutura, aquelas madeiras, né? Cortava ali os perfis, depois você pegava aquela madeira que era arredondada, partia, você partia no meio abrindo, depois você... Aí ela virava, depois você partia de novo, abria...
Isso aí.
Enfim, ia fazendo... Ia fazendo assim. Gente, que legal, cara.
É, eu fui criada numa casinha de madeira. Tá até hoje lá. Acho que quando eu chegar na Cascaval, tirar uma foto, eu te mandar. Não, eu quero. Tá intacta.
Tem casa de madeira ou casa de taipa, que a gente chama?
Não, ela é de madeira muito antiga mesmo. Muito antiga. Aquela casa já... Aquela casa é... Eu ia ficar de museu lá.
Mas você tem apego por ela?
Eu gosto dela. É a parte que tem viva deles dentro da gente, a gente tem ali pra recordação deles.
E você conhece a tecnologia construtiva hoje, o de framing?
Não.
Não conhece? Não. Então, vem com a gente. Vem com a gente. Vem pro Constricash, que aqui é o seu lugar. Ó, em homenagem a você, Gabi agiliza um episódio com algum especialista em construção multi-frame. Então, pra você entender, Suellen, que a tecnologia tá aí pra gente usar ao nosso favor. Não defender uma construção... um modelo, não um material ou outro, mas sim a gente tentar de alguma forma como que a gente usa o melhor do concreto, como que a gente usa o melhor do aço e como que a gente usa o melhor da madeira. Olha que loucura, você falar de uma casa construída há quantos, sei lá quantos anos.
Muitos anos atrás. Na verdade, eu ajudei o meu pai a trocar todo o telhado. Teve uma chuva que deu, não lembro em que ano que foi, em Cascavel, que foi uma das maiores. Acho que foi a última. Que deu uma chuvona de pedra que acabou com todas as casas da cidade. Eu que ajudei ele a trocar tudo. Eu era pequena na época, viu?
Que bacana!
Ajudei ele a trocar todo o telhado da casa. O Fofo e a gente que colocou. Com a mãe brigando. Porque a minha mãe tomava onça.
Gostava do...
Pinga. Pinga pura.
Gostava do mé.
Pinga pura. Ela tomava, a gente arrumando e ela brigando. Isso não vai dar certo. Vocês não sabem fazer isso. Vocês não sabem... Tem que pagar alguém que saiba fazer isso aí. Não vai fazer. Vocês não sabem fazer nada. Ela sabia o que falava. Ela era muito brava. Quando ela estava sã, ela era um doce. Quando ela bebia, ela ficava brava com a gente.
Sueli, você tem algum caso engraçado que aconteceu com você? Até porque você sendo mulher, em obra, sendo influencer... Porque imagina, você tem ali... milhões, né, de seguidores, enfim, inscritos. Eu imagino, inclusive, a quantidade de impressão que você deve ter, né? Ou seja, vídeos que chegam aí... para pessoas do mundo inteiro. Você não recebe algum desafio de algum homem te chamando, ah, você é só...
Não, eu já tive um negócio que aconteceu comigo, que eu fiquei... Esse ali foi o único que eu tive que debater com ele, porque o que ele falou para mim não estava batendo. Eu moro no Paraná, ele mora no Rio de Janeiro. Ele falou assim, é por causa desse tipo de mulher aí que eu estou desempregada. Eu coloquei lá, onde é que o senhor mora? No Rio de Janeiro, lá no TikTok. O senhor não acha que está errado, não? Porque eu moro aqui no Paraná, o senhor no Rio de Janeiro, por que eu tirei seu emprego aí na sua região? Eu não estou entendendo. Porque é assim, se o seu trabalho for de qualidade, não vai ter quem vai tirar o seu emprego. E daí ele começou a me xingar e eu comecei a rir. Eu tive que abrir uma live. Ele entrou na rolada da live e começou. E daí o pessoal entrou na janelinha. Não, ele tá de palhaçada com você, Sueli, só pode. Eu falei, não, não, gente, eu quero que o senhor me explique como é que eu tirei o emprego dele. Como é que é por causa desse tipo de mulher. Tem bastante mulher na tua região? Não. Eu falei, ué, eu não tô entendendo. O que que eu fiz de errado pro senhor? O que que nós, mulher, fizemos que estamos tirando o seu emprego? É porque eu tô desempregada há quase um ano, sei o quê. Eu falei... Desculpa, eu tenho que falar pro senhor. O senhor é ruim de serviço, viu?
É ruim de serviço.
Porque se o senhor fosse bom de serviço, você não tinha ficado uma semana parada em casa.
Será que ele não é... Será que ele não é aquele tipo... Tipo, ó, não tô nem aí, deixa a coisa acontecer.
Não me deve ser daquele que assim, tipo, poderia ser até bom no começo, mas daí deve ter pegado uma obra, daí chegou um amigo e falou assim, ó, eu tenho uma edícola pra fazer lá em casa, você pega? Pega, pega. Aí pegou aquela edícola, aí não terminou aquela dali, já pegou aquela edícola, aí já foi, já pegou outra, daí já se embolou com o serviço, não me deve ter feito, porque é o que mais acontece.
Gente, aproveitando que você já tocou no assunto, porque assim, a obra assusta. Você vai falar, meu pedreiro, gente, que pedreiro é enrolado. Enfim, que pedreiro é isso, que pedreiro é aquilo. Suellen, qual que é a dica que você dá para quem quer construir e não ter problema na hora de contratar um pedreiro, um pintor, um marcineiro, enfim? Que dica você daria para essa pessoa?
De preferência alguém que vai pegar só a sua obra, né? Não, de verdade. Porque o que mais tem, o que mais fazem hoje em dia é isso.
Ele que acaba pegando, abraçando, querendo abraçar o mundo.
É, querendo abraçar o mundo e não termina. Se eu pegar uma obra, eu vou com aquela até o final e pronto. Eu quero terminar, eu quero começar, terminar aquilo dali. Depois que eu entregar, eu pego outra. Ou quando eu tô próximo de entregar, eu já vou falando, olha, tá o tempo, daqui um mês ou daqui uma semana eu tô terminando. Aí a gente pode, eu vou te passar o orçamento, você vai comprando os materiais, eu posso iniciar a tua tal. Mas antes de fazer isso, sem estar próximo de terminar, não.
Você tem filé de espera? É. A gente tem uma... Você tá metida demais, velho. Deixa eu te perguntar outra coisa. Então, a dica é... Quando você for contratar esse profissional... Pesquise bem. Pesquise bem, né?
Sim, o certo é dar uma pesquisada boa, ver as referências. Procure saber qual obra você fez. Você fez alguma casa aqui por perto? Você tem alguma referência de obra? Com o que eu posso falar? Porque, assim... A maioria das obras, tipo, quando dá problema na obra, quando o serviço é mal executado também, você não vai chamar o cara que fez tua obra pra voltar lá e resolver. Quando é na parte de permeabilização e... Ah, você sabe?
A gente tava conversando, eu não lembro se era com você que eu tava conversando na Concrete Show. Era com você. Eu tava falando com mais alguém, eu não lembro com quem que era.
Sobre a parte de permeabilização e de aditivos pra não deixar da infiltração. Porque, que nem eu falei, a gente tava conversando lá mesmo. Porque eu falo assim, quando dá um problema na sua obra que começa lá a tua parede subir a umidade e começa a descascar e começa a virar alguma coisa, você fala assim, filha da mamãe, não vou chamar esse cara nunca mais na minha casa. Ele vai chamar outro aí. Quando você pergunta pro cara, ô, você usa hipermobilizante? Você usa os aditivos corretos pra tua obra? Eu não, nunca deu problema, mas nunca fui chamado de volta.
Suelen, eu queria que você tocou num ponto também importante, que é essa parte de impermeabilização, e eu tenho falado aqui recorrentemente, enfim, já falei com o Anderson, que é especializado também nesse assunto de impermeabilização. Tive também o prazer de conversar com outra mulher, enfim, que eu acho muito bonito o trabalho dela, que você conhece, que é a Priscila. Então, enfim, até eu aproveitar e mandar um abraço pra você, Priscila, e te parabenizar pelo excelente trabalho que você veio desenvolvendo aí nesse setor. Inclusive, ela deu várias dicas.
É muito bom.
Como que você resolve seus problemas de impermeabilização?
Na verdade, não seria nem como eu resolvo. É como os pedreiros deveriam. Porque hoje em dia eles deveriam se estudar a parte de impermeabilização. Porque o que a gente ouve é isso. Minhas obras nunca... Eu nunca aponhei e a minha obra nunca deu problema.
Então, Suelle, mas aí o que acontece? Você, nitidamente, você é uma pessoa exigente.
Porque eu falo, eu falo, olha, eu acho, se você não usar produto, se não colocar esse produto na tua obra, você não vai me chamar agora, daqui dois meses, daqui três meses. Daqui três anos, começa a dar um problema na sua obra, você vai falar, filha, aquela filha da mãe vem aqui, desculpa.
Pode chamar.
Aquela filha da mãe veio aqui, fez esse trabalho aqui, eu nunca mais quero ver a cara dela aqui.
Aqui é papo de obra.
Se você não colocar esse produto, infelizmente, eu acho que da minha parte, eu não dou garantia.
E eu vou falar de novo sobre esse ponto, que pra quem não entende como funciona essa parte de... Ah, por que que tá dando infiltração na sua parede? Então, na verdade, os materiais... Tem aditivo.
Para todas as fases da obra.
Tem aditivo, enfim, tem várias formas de tratar. Enfim, tem que tratar tanto o baldrame ali quanto os contrapisos, enfim. Então, o que acontece? Você está ali numa área molhada, num solo úmido. Esse solo, enfim, choveu até pelo próprio calor mesmo. Ele vai absorvendo Você começa a ter problema ali de não rodar pé, principalmente até uma certa altura, inclusive.
Até uma certa altura. Normalmente eu lia na faixa de uns... O ideal é sempre fazer 80 centímetros.
80 centímetros.
80 centímetros de permeabilização ali.
Isso contando da base, né?
Da viga baldrame.
Da viga baldrame.
Mas também tem aditivos para a viga baldrame.
Não, bacana, Sueli.
Todos esses aditivos vão fazer durar muito mais.
E é importante essa dica que você falou agora, assim, você é pedreiro, você é pedreira, gente, estudem. Porque da mesma forma, é igual remédio, né?
Tem remédio que funciona, tem remédio que não. Eu também tinha um negócio assim, que eu aprendi de uma maneira, eu queria ficar ali, daquela maneira. É que a gente coloca na cabeça da gente que a maneira que a gente faz é correta, dos outros nunca é. E eu sei que é difícil, para quem já é um pedreiro mais de idade, te colocar na mente que tem coisas que podem inovar hoje em dia, que poderiam melhorar a vida não só dele, mas dos clientes também.
É porque eu estava na feira mesmo, eu estava vendo algumas coisas que eu já conhecia, inclusive, porque eu vivo em canteiro de obra, eu vivo também dentro da indústria para entender o que está sendo, o que tem de inovação. E aí tem um produto que me chamou bastante atenção, que agora eu não lembro da empresa, é da Penetron. Que você pega, você conhece a Penetron? Você pega, tem um cano. Aí você coloca um produto deles, um produto, uma membrana, ela se envolve nesse cano, você coloca naquela área, E assim, você olha, você tem um espaço, né? Você consegue ver que tem espaço. Só que em contato com água, quando a água chega, esse produto expande.
Ah, que legal.
E evita passagem de água. É sensacional. Eu vi isso. Foi esse produto. Eu vi numa obra em Brasília. Era em uma obra grande, né?
São produtos inovadores.
Um subsolo. E agora eles abriram para vender no B2C, ou seja, no público final, em ponto de venda. Então, assim, tem. Eu acho que aquele pedreiro, aquele profissional, né, que quer, de fato, construir obras com qualidades, com qualidades, se ele for atrás de informação, A gente tem.
É que na verdade, e hoje também já existe produtos pra solucionar quando a obra já foi mal feita.
Me conta, agora eu quero saber.
Existe, existe produtos aí, tem um produto que na verdade é assim, ele funciona Tipo, se você começou ali a subir do subsolo, da viga baldrama, começou a subir e dar aquela descascada na parede ali, aquela infiltração na parede, na parte de baixo. Descasca o reboco, faz uns furos. Se você fosse colocar, eu acho que você já deve ter ouvido isso, se você fosse colocar óleo ali e evitar de umas duas, três horas, e evitar de subir a umidade para cima. Então existe um produto já no mercado que faz isso. Você vai fazer os furos ali, vai aplicar. Solucionar teu problema.
Tá, se o nosso papel aqui, enquanto Constra e Cash é promover ideias e soluções, você vai, a gente vai dar dica desse... A gente vai mandar esse produto pra alguém que quiser saber. A gente não vai deixar ele claro aqui, ó. Você quer saber?
Isso, é isso aí.
Coloca nos comentários, eu quero.
É, coloca lá que depois o Paulo vai falar.
Entende? Porque assim, né? Você quer saber? Então vem com a gente, vem.
É isso aí.
Vem, imagina.
Então são produtos que existem já pra solucionar esse tipo de problema.
Então, Sueli, mas aí o que que acontece?
O que falta é, na verdade, é... as pessoas quererem abrir a mente e estudar sobre esses tipos de produtos.
Então, mas é uma coisa também que eu queria aproveitar esse bate-papo com você, porque essa questão de ouvir, essa questão de se comunicar é muito importante. Eu sou uma pessoa, eu me considero uma pessoa nova, né? Novo, enfim, tenho filho pequeno, e eu sempre bato muito na tecla de quando eu tô falando, você ouve. Quando você tá falando, eu ouvi. Porque aquele tipo de coisa, está vendo isso aqui? Eu trabalho com audiovisual, enfim, tudo mais, mas quando eu vou falar, está vendo essa situação? Muitas vezes eu sei. E aí a pessoa, mas foi por isso, por isso, por isso. Só ouve. Bora resolver? Você quer uma forma de resolver? Vamos atrás da informação? Então assim, eu acho que o que falta, no geral, é um pouco mais... Ah, vamos ouvir?
Vamos ouvir.
Vamos ouvir. Porque, olha só, você veio aqui, a gente agora vai conhecer... Enfim, hoje vamos conhecer uma empresa e você acreditou, né? Ou seja, pela forma como eu falei, pela forma como eles transformam, o planeta.
Você criou aquela semente da curiosidade.
Eu criei a curiosidade, no detalhe, o que a gente vai fazer. Como você é uma mulher que você não acredita naquilo que você não vive, naquilo que você não conhece. Vamos lá, Paulo, pra eu falar, eu quero ir lá conhecer. Eu quero ver todo o processo de construção desse produto.
É isso aí.
Você entende? Então, meus amigos pedreiros e pedreiras profissionais no geral, gente, se aprofundem nas coisas. Se aprofundar da trabalho. Você usa ali um final de semana, dois, três, quem sabe um ano, mas pense a longo prazo, pense daqui dez anos, esses clientes que vocês atendem.
Sabe o que eu acho legal? Quando eu chego numa obra e eu, tipo, chego lá pra ver algum... Ah, Sélia, eu tô com um problema aqui, vem cá ver. Eu chego lá... Daí você começa, tipo, a pessoa... Às vezes tem alguém por perto, dá uma olhada assim, será que essa menina entende alguma coisa? Você começa a falar e a pessoa vê, não, pior que ela tem razão, se for para analisar. Não, você tem razão, já aconteceu isso. Pior que mesmo, você tem razão, eu acho que é isso que faltou. Não, eu falei, acho não, tenho certeza. Só que se você usar esse produto, fizer isso, isso, isso, isso, acabou o seu problema. Eu não estou te dando uma opção paliativa. Estou te dando uma solução para o seu problema. E na minha região não tem muito esses produtos, não. Eu não vejo ninguém falando nos produtos que eu falo hoje em dia, que eu mostro lá, que realmente soluciona. Sobre permeabilização também, você não ouve muito o pessoal nas obras falarem que tá usando, ah, eu tô usando um aditivo pra não dar infiltração, eu tô usando um outro produto aqui, você não ouve muito disso, não.
Isso é triste, né? Porque você é um... e causa tantos problemas, né? Por exemplo, respiratórios.
Sim.
Então, eu acho que as empresas de impermeabilização, sei lá, eu conheço o mercado, tem algumas que fazem um trabalho bacana, mas às vezes é muito localizado, por exemplo, aqui em São Paulo, ou no Rio de Janeiro, Brasília, enfim, dentro de grandes capitais, mas quando você... faz um trabalho assim a nível nacional, hoje você tem aí o trabalho dessas pessoas influências, por exemplo, como você, como outros e outros...
É que eu falo que a gente está aqui, os influenciadores, a gente está aqui para mostrar o que é, o que deve ser feito da maneira correta. Os influenciadores da área da construção civil Se todos tiverem a mesma mentalidade de focar, de colocar na cabeça deles que eles têm que mostrar o que é certo para as pessoas não sofrerem no futuro, está ótimo. Mostrar os produtos realmente de qualidade, aquele produto que ele realmente testou, que ele realmente viu que funciona, que não é só eu vou receber. Funciona esse produto. Entendeu? É outro... Se todo mundo colocar isso na mente, a gente vai fazer um mundo melhor.
É lógico, porque quando você... Porque assim.
Quando eu falo de um produto, você... Não, é a Suelen que tá falando. Vou lá testar, vou usar. Se ela tá falando é porque deve funcionar.
É, e você não pode... E uma coisa que é muito importante que a Priscila falou pra mim, até fora da gravação que a gente acabou durante o podcast, não acabou citando, que a gente tem que tomar muito cuidado com essa coisa de a gente não pode ter apego a uma marca.
Isso.
A gente tem que ter apego em trazer solução.
Solução. Isso. Qualidade.
É, porque às vezes você tem uma marca ali que você está tão habituado, tão acostumado, e tem muitas empresas novas nascendo já inovando. Ou seja, ela pega um produto que já existe no mercado e melhora. Então, por essa razão, eu reputo o que eu falo. É muito importante.
É, porque, na verdade, assim, eu falo também na questão dos influenciadores. Quando vão fechar a parceria, vê se o seu patrão é seu parceiro de verdade. Sim. Porque, assim, se ele vai te ouvir quando você falar, se ele vai tentar melhorar o produto, ó, patrão, não deu certo, passei aqui, não funcionou. Sim. Se ele vai te ouvir, se ele vai melhorar esse produto ou se ele vai querer que você vá tratar mandioca.
É, eu tava falando, eu tava com.
A gente, tava... Porque se você não tem uma boa comunicação com o pessoal da empresa sobre o produto que você tá divulgando, que você tá falando, que é um produto que você usa, não resolve nada. Porque se você vai falar assim, ó, o produto tá dando uma falha em tal coisa e ele não der atenção, não tentar melhorar, Não tá resolvendo nem nada.
É, quando a gente tava conversando fora aqui da gravação, que eu tava te contando que eu fui fazer um vídeo pra uma indústria de rejunte, né? Uma indústria de argamassas e tal. E o que que acontece? Eu entendo um pouco de aplicação, né? Assim, eu sou uma pessoa curiosa. E aí a gente tava fazendo um vídeo, eram vários vídeos de passo a passo e tal, enfim. E aí, o que que acontece? Na hora que o profissional tava aplicando, aquele pedreiro que tava fazendo a aplicação desse rejunte, eu olhei e disse, tá estranho essa aplicação. E era um rejunte, assim, meu, de... De qualidade. De qualidade, alto padrão e tudo mais, enfim. Eu falei, cara, isso tá errado. Tem alguma coisa errada com esse produto. Aí eu peguei e chamei a engenheira de... Que tava lá, a engenheira de produto. Falei, isso tá errado. Tem alguma coisa errada com esse produto. Não, porque, pô, tá tudo certo com... No laboratório. Chama o pessoal do laboratório. Cheque esse produto. Tem alguma coisa errada. Resumo. Eles pegaram, tiraram vários produtos que já estavam no PDV, porque, de fato, aquele lote estava com problema.
E é isso, só que a empresa te ouviu.
A empresa me ouviu. Inclusive, assim, foi numa gravação. Mas aquele profissional, aquela pessoa que estava aplicando, ela não. Ela só estava com dificuldade na aplicação, só que ela entendeu que era no traço. Mas como assim, se o produto vem pronto? Entende? Eu falei, não, isso é um problema mesmo de desenvolvimento.
Foi bom você tocar nesse assunto, gente.
De aditivo.
Gente, não custa nada quando vocês passarem o rejunte, vocês pegarem aquelas esponjas quadradas, dá uma umedecida, limpa, deixa limpo, que não precisa vocês voltarem depois no outro dia. Gente, o que eu vi de gente passando... Sabe o que eles fazem? No Paraná eu vejo muito, não sei se aqui tem. Passa o rejunte, deixa secar, daí no outro dia vem com o caninho raspando.
Gente...
Eu não, eu passo o rejunte, temos por aqui essa sala grande, eu passei todo o rejunte, aí eu já venho com a buchinha limpando, deixo tudo limpinho, secou, tá pronto. Já deixo ele frisado, perfeitinho ali, pronto. Eu não volto mais, eu não faço serviço de 2, 3 vezes.
Olha, mas essa parte de friso, né, do rejunte, como que você faz assim? Você usa alguma ferramenta específica de friso?
Não, com a buchinha.
Com a buchinha mesmo, né?
Com a buchinha, do jeito que você torce ela ali bem torcidinha e vai passando, ela já vai ficando. O que fica em cima do rejunte ali, que fica em cima da cerâmica ou do porcelanato, é apenas a poeirinha. Passou a vassoura depois de seco, tá limpo.
É porque depois fica solto, né?
É só a poeira.
Gente, é muito legal.
E, inclusive, isso... E fica super lindo. Fica um frisado a coisa mais linda.
Gente, ó... Depois desse podcast, o que vai ter de gente te ligando? Suelen, vem fazer a minha obra.
Porque eu fiz uma piscina... Não, eu fui lá em Nova Cantú. Um pessoal bem famoso. Era um pessoal bem rico lá da cidade, lá. Eu adoro eles. Dona do mercado da cidade. Nessa vez, eu estava fazendo obra com o Jussandro. Ele falou assim, os meninos estavam fazendo um rejunte na piscina, você podia ir lá. Cheguei lá, aquele menino passando aquele rejunte. Falei assim, esse pedaço seco ali, menino, você não vai passar a bucha? Não, isso aí eu friso amanhã. Frizo amanhã. Falei, você tem certeza? Ele fez uma banda, ele levou três dias para fazer aquela bandinha da piscina. Falei, gente, não pode uma coisa dessa. Daí o José falou assim, não, não, deixa que a Sueli vai reajuntar isso aí. E eu catei. Eu fiz a lateral aqui, a outra e a outra. Num dia.
Gente... Reajuntei tudo, deixei tudo limpo.
No outro dia, ele veio limpar o pedaço que ele tinha feito lá.
Sueli, nesse sentido, você... Você faz vídeos de... Você dá dicas, assim, de aplicação?
Não.
Então, gente, o desafio... Essa foi uma ideia aqui da nossa produtora. Inclusive, que ela falou antes do podcast. Vamos lançar desafios?
Vamos. Ah, peraí! Calma aí! Calma aí, falou em desafio.
Primeiro você vai me desafiar, então agora eu vou desafiar você.
Você falou pra mim que você bate reboco na laje.
Bato reboco onde você quiser.
Então, beleza. Então eu te desafio.
Você vai me desafiar?
Desafio. Vamos fazer um vídeo junto aí. Vamos ver quem enxapa. Para algumas pessoas que usam esse palavreado, né? Vamos ver quem enxapa mais massa na laje, então.
Gente do céu.
Pode ser reboco na parede também, não tem problema.
Na parede?
Na parede.
Ó, na laje eu vou te falar, porque como eu não tenho muito... Assim, eu sei fazer tudo isso.
Não, não, não, não, não. Vamos passar. Vamos passar.
Vamos na parede?
Vamos na parede, porque eu não quero que você fique no outro dia sem gravar um podcast, porque dor no ombro, dor no pescoço.
É porque, meu, é tenso, porque você fica olhando ali, meu.
Eu não quero ver você sofrer, não. Vamos fazer na parede.
Então, ó, tá desafiado, tá desafiado, tá... Enfim, aceito. Aceitei o desafio. Vamos gravar e vamos mostrar pra quem quiser ver.
Beleza.
Tá desafiado? Sei.
Tá desafiado.
Porque outro dia eu recebi um comentário. Ah, você se lançou e tal.
Falei... Aham. Você não faz, né?
Você não sabe fazer. Você tá falando de uma coisa que você não conhece. Falo, gente, eu construo uma casa do zero.
É isso aí.
Desde a sapata ali, o baldrama, tudo. Tudo. Entende? Agora, sabe qual que é a grande diferença? É que eu tô sempre indo atrás da indústria. Ó, tá vendo isso aqui?
Eu tô com dificuldade aqui.
Sempre aprendendo, sim. Então, quando você fala... Por que que você é boa no que faz? É porque você sempre vai atrás de um aditivo com qualidade. Você tem... Opa, peraí, por que que essa areia... Eu vou usar um tipo de espessura no reboco aqui. Opa, peraí, essa areia é melhor por isso, por isso, por isso. Entende?
É que, na verdade, é da questão da areia também, é um ponto muito bom. Sim, porque eu penso quando eu vou pegar a areia pra reboco, principalmente, eu já penso no pintor.
Lógico. Você tá pensando no próximo.
E quando você faz o serviço, sempre pensando no seu parceiro de profissão ali, que é um pintor, que é um encanador, que vai fazer alguma coisa. Eu mesma, quando eu faço a viga, a cita, que a gente fala lá em cima...
Explica o que é uma viga pra cita, porque muita gente não sabe o que é.
A gente fala a saia, a cita, que é a última viga de cima.
Sim.
Eu já deixo os canos todos passados de inflação elétrica. Ah, não interessa, se vai descer ali ou não vai, eu já deixo passados.
Isso também é uma dica Construe Cash, porque quando você faz isso, você não tem que ficar quebrando depois a estrutura.
É, porque, na verdade, eu já vi muitos casos das pessoas quebrarem a coluna.
Não, e não é só quebrar a coluna, né, Sueli? Você também, nessa questão de quebrar a coluna, muitas vezes aquele conduíte não passa, de repente um cano. Eu já vi casos da galera tendo que cortar o ferro.
Sim, mas é isso que eu tô falando, quebrando a viga ali, cortando tudo pra poder passar. Não custa, gente, o que que é? Você já montou, porque a gente fala lá, fechou a caixaria, né? Já fechou a caixaria, não custa, você deixa um caninho ali pronto, concretou, vai te atrasar a tua vida? Não vai, gente, o que que é cortar um pedacinho de cano ali e colocar lá?
Aí pra... É porque, na verdade, assim, o dono.
Da obra também arrebenta a gente, né? Aí, depois eu decido onde eu vou passar o fio. Depois eu decido onde eu vou descer aquela tomada. Depois eu decido onde eu vou apoiar aquele cano.
Mas é que ele não sabe, Suelen.
Então, mas daí por isso... Como é.
Que tá do dono da obra? Deixa eu defender o dono da obra, que ele não sabe. Tem vezes que eu recebo...
Mas ele quer... Ele tá ali com o projeto ali. Você olha o projeto. Dá pra passar os canos aqui já.
Os que tem projeto, meu amor.
Mas tem uma...
Os que tem projeto.
Mas o que eu tive o problema foi os que tinha projeto.
Aí os que não tinha, não tinha.
Não teve problema não, se não tinha projeto, não pode passar ali mesmo, pode deixar o fio ali, pode pegar ali, pode deixar ali.
Deixa eu dar uma dica aqui, mais.
Uma dica aqui para você, olha só.
Vamos lá, mais uma dica. Quando você faz, isso que a Suelen falou, tudo bem, se você não tiver ainda o local que esse conduíte ou esse cano vai passar, né, nessa última viga ali que vem da laje, Se você passar ali por dentro da estrutura, você quebra um pouquinho ali a parede, você usa o próprio saco de cimento, o próprio papelão, você vai ser tampa. Gente, tá marcado ali, ó. Se ele for passar em uma outra área, esse cano ou esse conduíte, ele vai só fazer uma curva. Mas ele não vai danificar mais a estrutura.
Menino e tete de construção, sim, viu, gente?
Tem, vocês têm dúvida? Entende? Então, assim, eu acho que o que a gente precisa...
Não, eu já fiz também na hora de concretar a caixaria de não ter cano. pra facilitar a vida do eletricista, eu embolo o papel do cimento e coloco ali.
É, também funciona.
Depois é só tirar e pronto.
Então assim, o que a gente precisa hoje é falar pras pessoas, vamos pensar gente, tem que pensar. Sempre. Agora eu vou lançar um desafio, agora o meu desafio é pra você.
Pronto, lá vem.
Como você tem uma força muito grande, né, muito grande nessas pessoas que de fato estão ali no dia a dia, eu vou trazer o apoio da indústria, eu vou atrás da indústria, né, vou atrás dessa galera e falo, gente, ó, vamos levar informação. Esses vídeos que você grava, você tá deixando de produzir. Você tá deixando de fazer o seu trabalho. Industriar. Vamos compensar isso? Vamos usar essa mulher que tem esse trabalho tão incrível como influenciadora? Vamos influenciar? Vamos dar dicas? para outros pedreiros, mas com apoio da indústria.
Da indústria. Isso é bom.
Entende? Da indústria. Deixa essa parte comigo. Aceitou o desafio?
Aceito.
Então, fechou.
Fechou.
Eu vou bater massa com você.
Tamo junto.
Pode ser no trote, pode ser na parede, pode ser onde você quiser e eu vou aproveitar. Eu vou...
Tô roubando essa fala dele, tá?
Tamo junto?
É, tamo junto, meu povo.
Tamo junto é o assessor da Suelen, pra quem não tá acompanhando.
Ele fala assim, no finalzinho, tamo junto, meu povo. Eu falo, tá junto? Não, cê tá junto comigo. Cê tá junto com mais ninguém, não.
Aproveitar a segunda fala que eu peguei também, legal, que é do Mark Suelen. O Mark Suelen hoje também é o maior influenciador na área de comunicação visual do mundo, que também, seu assessor, conhece bem. Quero mandar um abraço pra ele. Ele, quando ele tava vindo pro estúdio, ele, ah, vai dar bom. Vai dar bom, vai dar bom. Só que quando chegou aqui, ele esqueceu o meu nome.
Vai dar bom.
Pô, Maxwell, desse jeito, cara... Mas vai dar bom. O que eu tô fazendo aqui mesmo? Sabe? Vai dar bom. Eu peguei esse vai dar bom. Ô, Suellen, e antes da gente encerrar... Tem alguém no mercado, assim, que você admira demais e você queria, você gostaria de ver aqui no Constricast essa pessoa? Tipo assim, ah, é um dono de uma construtora ou alguém da indústria. Você fala, ah, tal pessoa, sei lá, eu gosto de ver ela falar, eu gosto da forma como leva conhecimento, eu consumo talvez algum conteúdo dessa pessoa.
Na parte da indústria você fala ou no geral?
Onde você quiser, pode ser no geral, pode ser uma pessoa que tá ali no dia a dia, enfim, ela... uma pessoa que tá trabalhando ali no dia a dia, que você admira. Não importa de qualquer lugar.
Eu vou pegar bem certinho pra me te falar.
Pode pegar.
É que, na verdade, é o nome dele, é o nome dele, e a gente tava junto até, a gente tava conversando, eu gostei muito da história de vida em si, de como ele iniciou na área da construção, de tudo mais. Não era construtor agora, hoje em dia, não vou contar a história dele aqui, eu quero ouvir dele.
Você quer ouvir dele, vamos pra cima. E é você que vai fazer o convite, tá?
E espero que eles aceitam, né?
Com certeza.
Eu acho que você já ouviu falar, eles estavam na feira.
Ó, uma curiosidade que muita gente sabe sobre.
Na verdade, sim. São esse casal que eu admiro pra caramba. E outra pessoa que eu tenho uma admiração muito grande também. Acho que já ouviu falar muito.
Fala o nome que eu tô curioso.
Do canal Vem Com Oséias.
Tem um carinho. O canal Vem Com Oséias?
Vem Com Oséias. Eu tenho um carinho muito grande por ele.
Chama, só chama ali, naquela câmera.
Vem com o Zéias, eu aceito o convite pra vir com o Paulo aqui, ó. Ele é daqui, tá?
Ele é daqui de São Paulo?
Ele é daqui de São Paulo.
Você tem dúvida que eu vou trazer, nem que seja arrastado?
E ele é um espera em impermeabilização.
Ah, fala sobre impermeabilização?
Deixa eu conferir. Ele fala sobre vários produtos, ele bate na tecla ali.
Ó, vamos fazer um recorte desse seu convite. Vamos marcar ele no Stories.
Vamos marcar ele no Stories.
A minha produção nem vai entrar em contato com ele. Vamos tentar primeiro pelo Stories.
Vamos tentar pelo Stories.
E quem é a outra pessoa?
Gostaria de convidar... Gostaria de ver aqui, nesse podcast maravilhoso aqui, com o Paulo. O WDC Pinturas e Efeitos. Que é o casal... Eles são o Denis e a Kátia, né?
Vamos pra cima.
Casal mozão. Adoro eles.
Casal mozão?
Mas eles...
É casal mesmo que trabalham juntos?
Ai, não acredito. Não, calma.
Na construção.
É que ele faz todo o trabalho dele maravilhoso lá, e ele fala assim, ficou o quê, mozão? E ela fala, coisa linda. Ai, eu adoro eles, cara. Eu amo eles.
É, então, eu fui fazer uma reforma em casa. E aí, a minha esposa... Ah, tava na pandemia. Ela falou assim, ah, vamos fazer uma reforma aqui. Eu, ah, não. E tal. Aí, eu chamava umas pessoas. Aí, ela começou a procurar marido de aluguel. Falei, Zangote, marido de aluguel? Não sei, não. Ah, tem um contato aqui e tal.
Ela falou, ah, vou. Aí, beleza.
Ela começou a tratar. E o fato dela ser mulher também. Eu falei, não é que eu fiquei... Eu não tenho esse negócio, assim. Acho que, pra mim, meu, vai lá e resolve. Mas aí veio e me aparece uma mulher com um cara, ele não é brasileiro, o cara não falava... Enfim, falava... Eu acho que ele falava espanhol, né? E aí minha esposa não entendia nada que ele tava falando, e a mulher ia meio que traduzindo. Aí ela falou assim, eu fiquei um pouco com medo, assim, mas eu gostei, eu senti confiança na mulher. Entendi. Eu falei, ah, então contrata. Aí ele veio, fez um cimento queimado, uma maravilha, sabe? Um cuidado, e ele vinha aplicando ali, tava fazendo umas molduras, umas coisinhas. E aí a mulher vinha fazendo um acabamento, uma coisa impecável. E agora eu lembrei, depois eu descobri.
Que era um casal. Então, eles fazem os vídeos pela internet, eles têm mais de um milhão no YouTube.
E vamos falar sobre tinta, então, é isso?
Fez uns trabalhos ali, que você vê. Depois você vai dar uma olhada lá e vai ver. Deixa com a gente.
Deixa com a gente aqui, ó. Sueli... São muito maravilhosos. Tem mais alguma coisa que você gostaria de falar antes da gente encerrar o episódio?
Ai, que eu tô muito feliz de estar aqui. É verdade, eu tô super feliz de estar aqui com vocês.
Muito top. Tô amando. Eu tô atrás dessa mulher faz muito tempo, faz muito tempo. Conta um pouquinho só, o que que você fez comigo? Que eu mandei mensagem pra você.
Não, ele veio me cobrar. Eu te mandei mensagem, você nem quis falar comigo. Por quê? Por que você não quis mandar? Peraí, deixa eu te ver aqui. Manda um oi de volta. Ele mandou, eu revirei lá e falei, olha aqui ó, tá vendo?
Oculta, a gente não aparecia pra ela.
Não aparecia. Então, acontece muito isso com bastante, bastante gente. Sempre aparece, ela foge, né?
Inclusive comigo, às vezes eu sou cobrado e tal, e assim... Véi, agora você descobriu porquê. Agora eu descobri porquê, porque às vezes não aparece, fica oculta, enfim...
Na verdade, agora ficou mais difícil ainda, você viu.
Sim.
O Instagram acabou de lançar uma nova atualização ali, que se você não mandar mensagem pra pessoa, não mandar uma resposta pra ela ali quando ela te enviar a mensagem, a mensagem dela vai pra spam.
Vai sumindo.
Vai pra spam.
E é louco, porque às vezes não importa o número de seguidores, mas às vezes a gente tem um volume de impressão tão grande, Não. Que, assim, não chega. Você manda mensagem, às vezes não chega. Aí agora, enfim, a gente tá tentando facilitar essa parte de contato, né? Pra não correr o risco de você ficar mandando mensagem no direct e não ser respondida.
Aí eu coloquei um número lá. pra mandarem mensagem pra mim, mas não deu muito certo.
Eu sei. Depois a gente conta essa história.
Não deu muito certo.
Gente, não dá. Ainda mais uma mulher assim, ó, pedreira, uma profissional brilhante, bonita, que você também, eu sei que você atuou um pouquinho...
É com o povo que acha que eu quero casar. É verdade. Você recebe muita... Eles acham que eu tô a russa. É porque eu não publico nada lá, eles acham que eu tô a russa.
Você recebe muita cantada?
Um monte, um monte.
Gente, o que eu vou te falar, você é estilosa. No vídeo, essa mulher é muito estilosa, e pessoalmente, mais ainda.
Mas o pessoal do Brasil já entenderam que eu tenho uma vida... que aquilo dali é meu trabalho. Mas um pessoal lá de fora ainda não conseguiu entender ainda não.
Não.
Eu acho que é porque eu vou ter que colocar um tradutor lá pra explicar pra eles que é só o trabalho que eu tô mostrando ali.
Você recebe muita cantada de gringo, Céline?
Nossa senhora. Tradutor.
Não, mas... Você dá a traduzida ali.
O problema é assim. Quando você recebe as cantadas e você tá... Uma pessoa manda mensagem com respeito com a educação, você dá uma olhadinha. Às vezes eu respondo, às vezes acaba que eu não respondo. Que às vezes também não é eu que vejo, né?
É, tem assessoria, né? Assessoria a ver.
Só que, assim, tem uns que eles mandam. Eles mandam mensagem, ligam, ligam, ligam, ligam, ligam um monte de vez. Aí, se você não atende, eles começam a mandar... Bagaceira? Bagaceira.
Meu Deus do céu. Gente, é muito louco isso, porque eu defendo muito, né?
E é estressante, viu?
Posso falar uma coisa? É tenso, né? Porque você tem que passar por isso ainda, Sueli.
É porque assim, eu entendo, eu super respeito minhas colegas e minhas amigas maravilhosas que postam os vídeos delas de biquíni super lindas lá, com aquele corpão maravilhoso, perfeito. Eu super respeito. Mas o meu perfil, você não encontra isso. Aí é a parte que eu quero... Ah, é porque a mulher tá se mostrando que ela é assediada. Não. Vai lá no meu vídeo ver se eu tô mostrando alguma coisa. Não existe isso. Quando eles querem a sede, é pronto. Não interessa se tá com roupa, se não tá. Eu já recebi mensagem, ela assim, por que você não faz um vídeo rebocando de biquíni? Eu fiz. Aí passou a mãe lá de biquíni, rebocar a laje lá, rebocar, bater reboco na parede no sol quente. Eu não vou, não. Eu não tô fazendo aquilo dali pra ter views, pra ter curtida. Eu tô fazendo porque eu gosto. Eu amo a minha profissão.
A gente vive, na verdade, num mundo onde as pessoas, elas começam a reproduzir coisas assim. Muitas vezes aquela pessoa que tá te mandando, ela não é aquilo que ela tá te mandando. Só que ela começa a reproduzir. Tipo, conversas aí que ela tá com o amigo ali, começa a reproduzir. Cara, mas essas pessoas não têm noção o quanto são ofensivos. É que você é uma mulher bem resolvida. Mas é quem não é. Desiste.
É que também tem umas meninas lá que eu acho que pegaram essa ideia da construção. Se você ver, dá uma analisada, você vai ver vídeo de menina sentando tijolo na laje de biquíni.
Então, Sueli, mas aí o que acontece?
Então, mas aí eles confundem, né?
Eles confundem.
Vocês não vão ver, não, Fih. Vão ver eu bem vestida sempre.
Mas o legal é assim, é porque as pessoas, elas sabem diferenciar quem é de verdade e quem é de mentira. Só que aí tem esses oportunistas que acabam, ah, vou pegar carona. Quem sabe a Sueli não é mais uma do meio. Mas o importante, eu acho que o legal, né, é a gente saber, ou seja, quem sou eu.
É, eu.
E aí, enfim, só... Sabe aquela, igual...
É, entra aqui, sai ali, pronto, vida que segue.
Aquilo que a gente tava conversando, né? Na feira que a gente vem conversando. Sabe pessoas reclamonas? Sim. Que não tem um pingo de paciência.
Falei sobre o meu filho também, né?
Sim.
Imagina. A vida... Pode falar aqui? Pode.
Você pode... Suelen, você pode falar sobre o que você quiser. A sua vida...
É porque eu sou uma pessoa que eu acho, assim, o que não... O que não agrega na sua vida, não adianta você levar para o seu coração.
Sim.
Então, eu sempre falo para o meu filho. Eu tenho o meu filho, ele é moreno, lindo. Ele chegou uns dias do colégio. Mãe, me chamaram de preta. Eu falei, o que me chamaram de preta? Que cor você é? Ele fez assim para mim. Você tem vergonha de outra cor? Não, eu amo a minha cor. Pronto, segue tua vida. No outro dia, de novo. Feminino, que cor que tu é? Olha aí, esse moreno lindo, maravilhoso, que cor maravilhosa. Que que cê tá reclamando? Pronto, acabou. Porque se toda vez que eu ensinar pros meus filhos que eles devem se importar com tudo que os outros falam, eles nunca vão ter nada na vida e nunca vão ser ninguém e vão passar, vão se tornar umas crianças retraídas que não fazem nada da vida porque vivem se importando que o que os outros vão falar, vão pensar.
Não, é louco isso. Mas é legal, porque eles foram... É que...
É que eu tenho uma mentalidade diferente.
Você entende, por isso também que é importante. Quais são suas relações? Com quem você se relaciona? Porque, igual, eu já tive casos de trabalhar, né? Com um time aqui grande, mesmo, na Infinity. E aí, eu ter um reclamão, do lado de outro reclamão, do lado de outro reclamão. Aí eu falei, meu, o que tá acontecendo comigo? Eu tô passando mal. Eu vou ter que... Sabe? Enfim... Eu passei um tempo que eu não queria vir mais pra minha empresa.
Ah, é difícil.
Você entende? Por quê? Porque as pessoas que estavam em sua volta, por mais que você se conheça... Entende? E você tá do lado de pessoas reclamonas... Cara... Entendi. Então, assim, é muito...
Na verdade, eu falo, a gente colhe a energia das pessoas ao nosso redor. Sabe? E se a pessoa tá ali com aquela energia muito pesada em cima de você, aquilo dali só vai te destruindo, só vai te deixando pra baixo, vai... É porque...
É muito mais fácil, porque o reclamão é preguiçoso.
Se a gente começar... É o que eu falo assim, eu vejo muito na minha vida, eu passei por muita coisa, tive uma infância muito difícil, eu fui abandonada por nascer menina, Na verdade, sim. O meu pai já era casado, tinha três filhos e mulher. Conheceu a minha mãe, ele era caminhoneiro. Ele tinha uns 45 anos, minha mãe 18 na época. Minha mãe trabalhava. Quando a minha mãe descobriu que ele era casado, ela já estava grávida. Aí, o que ele fez? Ele largou da mulher e ficou com ela. Até eu nascer.
Nossa, poderosa sua mãe, hein?
Não. Ele achava que eu ia ser um menino. Aí quando eu nasci, que ele viu que eu era uma menina, ele me deu o sobrenome dele. Ele fez tudo os trâmites corretos lá, né? Entre aspas, né? Voltou com a esposa, pegou a esposa, foi embora pra Curitiba tentar reconstruir a vida dele, que eu sei que infelizmente ele não conseguiu reconstruir. Tanto ele faleceu quando eu tinha 13 anos. E a minha mãe foi embora pro Paraguai tentar uma vida.
A gente quis.
E eu fui criada pelos meus avós. Meu avô descobriu onde eu estava, foi lá, pegou eu pra criar. Vida que segue. Só que a minha avó, ela era uma... minha avó era maravilhosa, mas ela bebia. Aquele lugar não era um lugar pra uma criança. Uma criança jamais deveria ter sido criada numa casa daquela. Foi, assim, bem difícil.
É, Suellen, eu vou te falar. Então, o que você fala é louco, porque, assim, parece... Tudo que você tá falando aqui, por incrível que pareça, eu já vivi.
Entendeu? Aí, assim, eu sempre amei eles, porque a gente aprende a amar, mesmo na dor, a gente aprende a amar as pessoas. Eu sempre amei eles. Mas eu acho que lá não era o lugar pra uma criança ser criada. A minha mãe foi para o Paraguai, teve outros filhos. E daí fica aquela imagem. As minhas irmãs, por parte de pai, viviam com a mãe e com o pai em Curitiba. Os meus irmãos, por parte de mãe, viviam com a minha mãe e tinham uma vida maravilhosa, sensacional, que era o sonho de qualquer menina. E eu vivia com meus avós. do jeito que eles podiam.
Mas olha, Suellen, sabe o que é louco isso? É muito... De verdade, você não tem noção como eu tô me sentindo. Porque quando você fala dessa questão do álcool, é uma coisa que eu já vivi também. Só eu sei o quão eu sofri.
E é, a gente sofre.
Mas, ao mesmo tempo, como meus pais, né, eram, sabe, tinham um coração de ouro, só que eles reproduziam coisas, né, que pegava, muitas vezes, em mim. E, assim, por isso que hoje eu sou uma pessoa muito forte. Eu sou uma pessoa que eu não tenho medo de nada. Assim, até as pessoas acham que eu sou forte demais, mas, assim, eu tenho meus momentos.
Não, a gente tem os momentos de fraqueza, todos nós temos. Assim, a gente tem os momentos de fraqueza, a gente sofre, a gente chora com outra pessoa qualquer.
Mas olha, sabe o que é louco nisso? É impressionante como você é afetuosa, sabe? Como você é querida e como você é forte. Então, como você transforma a vida de tanta gente. Antes, quando a gente não estava gravando aqui, eu estava falando a pessoas como você, Vai te ver muito mais, porque você tem uma preocupação com o mundo, né? Você não veio aqui de passagem.
Não.
Você tem um propósito. Então, é esse propósito...
Eu vou escrever minha história e marcar meu nome nesse mundo.
É esse propósito que você veio. E eu tenho certeza que o Constricast, esse canal, a partir de hoje, tenho certeza que é outro canal. Entendi. Você trouxe pra mim o desejo, sabe, de chegar naquelas pessoas que estão ali no dia a dia, que é um público que eu tenho tanta dificuldade, que eu já vivi lá do outro lado, que eu já estive ali no dia a dia das obras, que eu já tive muita dificuldade de comunicação. Quantas empresas, na indústria mesmo, me chamam que eles chamam agências pra fazer algum vídeo, alguma coisa, e as agências não conseguem conversar a língua do pedreiro, daquele profissional, porque eles não viveram aquilo. Eles não entendem a dificuldade que um pedreiro tem, por exemplo, de ter acesso à educação, porque ele trabalha, ele estuda.
É verdade.
E muitas vezes, aquela criança que não tá estudando, é porque aquele pai não tem noção da importância da educação. Porque muitas vezes aquele pai, ele tá indo ali no bar beber, e a criança tem que trabalhar pra trazer o sustento de casa.
Pra ajudar dentro de casa. Isso.
Entende? Então, eu acho que não foi à toa que a gente teve esse encontro.
E... Nada é por acaso.
Nada é por acaso.
Tudo tá escrito no livro da vida.
Nada é por acaso. E eu sou uma pessoa que eu falo, pra eu conviver, eu preciso confiar. Me frustro diariamente.
Eu também.
Conviver, eu preciso conviver.
É porque o problema meu, quando eu me apego nas pessoas, aquilo é...
É meu. É meu.
É meu.
É meu, é.
É meu.
Entendi. Mas assim... Eu acho que eu vou encerrar o podcast. Gente, olha só. Então, você que ficou até aqui, eu tenho certeza que, enfim, se você reclama da vida, pode reclamar, pode continuar reclamando. Eu vou continuar aqui, firme e forte, junto com a Suelen, trabalhando por um mundo melhor.
Sempre, né?
Sempre. Acho que... Você vai continuar aí, ó, parado. Enquanto você tá parado, as coisas estão acontecendo.
Estão acontecendo ao seu redor.
Né? Então, meu amigo, desculpa. Levanta essa bunda da cadeira, vai lavar uma louça, vai varrer uma casa. Você... Vai limpar um banheiro, vai fazer qualquer coisa. Eu acho que...
Mas evolua. Evolua.
Se movimenta.
Se movimenta.
Vai lá, sua mensagem final, Suelen, pra gente encerrar esse podcast de hoje, porque tá emocionante.
Eu quero agradecer a vocês todos que ficaram até aquela hora aqui com a gente, né? Paulo, muito obrigada pelo convite. Gabi, maravilhosa! Supremamente conhecer. Vocês são umas pessoas maravilhosas. E... Fica aí, gente. Para de chorar. Para de se lamentar. É... A gente nem falou nem a metade aqui, né? Eu falei do meu pé, que eu quebrei esse ano. Eu descobri várias etapas da minha vida que eu nunca imaginei que eu ia passar, nem ia viver. E pessoas que entraram na minha vida que eu jamais achei que entrariam, que eu iria conhecer. Nada nessa vida é por acaso. Tudo está... escrita no Livro da Vida. Eu vejo assim. Só que ali tem uma escrita. É para você conhecer o Paulo ou é para você... Vamos supor, é para você conhecer o Paulo ou é para você conhecer outra pessoa. Eu vou te dar a escolha para você seguir o caminho que você quiser. Deus não dá o direito de escolha. Estar aqui hoje foi uma escolha minha. Mas já estava escrito.
Já estava escrito.
Já estava escrito. E aí, gente, às vezes a gente reclama tanto da vida, quando tem pessoas em cima da cama. Cara, você está aí, com saúde, está aí, lindo, maravilhoso. Estou com saúde. Ai, suelita, não tenho nada para comer. Fia, levanta. Veja ao teu redor. Olhe. Pensa um pouco o que você pode fazer para mudar isso na sua vida. O que você pode fazer para melhorar a sua vida. Porque todos nós temos a oportunidade. Basta a gente enxergar. Abrir os olhos para enxergar as oportunidades da nossa vida. Eu corri atrás de tudo. Eu não tive nada e conquistei o mundo.
No meu jeito. Cada um, Sueli. Eu entendo que cada um carrega a cruz. que, enfim, está estabelecido, sabe, por Deus, ou seja lá, por xalá, seja lá por qual religião que for, eu sou uma pessoa que eu acredito, eu acredito em Deus, não importa qual igreja que for, enfim, qualquer religião, candomblé, seja lá qual for, eu acredito, sabe, no coração das pessoas.
Eu creio em Deus.
Então, eu creio em Deus.
Os outros falam, qual é a sua religião, Sérgio? Eu creio em Deus.
Eu creio em Deus.
Eu creio em Deus.
Então, eu acho que é essa crença que me faz acordar cedo, sabe? Sair pra trabalhar. E sabe, eu acordo alegre, coloco uma música, e eu falo, hoje eu vou ver pessoas incríveis, vou chegar no trabalho e vou ver pessoas incríveis que, sabe? Ando na rua, aquela alegria, gente. Eu acho que é dessa forma. Coloca nos comentários aí, se você tem alguma história. parecida junto com a minha, ou então, se você reclama, também coloca aqui. Eu só reclamo a partir de hoje, não vou reclamar mais.
É, não, mas é quando você passa a mudar essa atitude de reclamar todo dia, quando você passa... Nossa, que... que benção, eu acordei.
É louco isso, né?
Mais um dia pra fazer diferente, mais um dia pra mim seguir em frente, mais um dia pra mim modificar a minha história, mais uma oportunidade pra mim fazer diferente.
Sabe o que eu fiz?
É muito top.
Eu coloquei uma espelha no meu quarto. Acordei, sabe? Ficou me olhando assim. Falei, cara... Enfim, eu não sei.
Coloca na porta também.
Na porta?
Coloca. Eu tenho lá em casa.
Eu vou tacar na porta também.
Eu tenho dois espelhinhos na porta.
Eu vou ficar me olhando.
É uma tradição de outros países. Depois você vai pesquisar.
Vou pegar a dica, vou pegar a dica com você, gente.
Que fala assim, tudo que a pessoa te leva de energia pra você, até aqui, na porta é bom. Tudo que a pessoa te leva de energia, ela recebe de volta. Tá.
E de verdade, pra gente encerrar esse podcast que tá sensacional, olha só, o que você me deseja, de verdade, ó, que volte em dobro pra você.
Amém. Amém.
Que volte em dobro pra você. O que eu te desejo é que volte tudo em dobro pra você. É dessa forma que a gente encerra o episódio de hoje. Quero agradecer mais uma vez ao apoio da Foplastique, ao apoio, enfim, de toda a indústria que vem, de alguma forma, colaborando com a gente nesse desafio tão bonito, que é promover ideias e soluções, unindo todo o setor da construção. Porque aqui é lugar de engenheiro, é lugar de arquiteto, é lugar de profissional de obra, é lugar de quem quiser, de alguma forma, transformar o mundo. É esse o nosso propósito. Suelen, brigado pra aquela câmera do meio lá.
O lugar de mulher é onde ela quiser.
Onde ela quiser. Tchau, gente.
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