O Futuro da Construção | Modular | Offsite | Industrializada

Paulo Barros and Marcos Bueno discuss off-site construction, where building elements are made in factories and assembled on site. The method speeds up projects and improves quality, but faces hurdles in regulation, standards, and finding skilled workers. The Expo Construção Offsite trade fair showcases the sector's growth.
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Bem-vindos a mais um episódio do Constricast. Hoje vamos falar sobre um tema que está revolucionando o mercado da construção. Pode ser construção off-site, pode ser construção modular, construção industrializada, enfim, a gente vai falar muito desses termos. O convidado entende Muito desse assunto, e assim como nós, ele também tem um movimento na construção civil, um movimento de união, um movimento de levar informação de qualidade e o melhor. Esse movimento que ele faz, você pode sentir de fato o que é a construção industrializada na prática.
Este.
Episódio é um oferecimento Hub e Construção. Para nos ajudar a entender mais sobre esse tema, eu tenho a honra de receber Marcos Bueno. Seja bem-vindo, Marcos. Vamos fazer aqui um bate-papo para tirar dúvida não só de quem já conhece, mas também daquela pessoa. Eu não sei, eu não conheço o termo construção off-site. Eu não sei quais são as vantagens, por exemplo, do container. Muitos entendem o container prejudica a construção civil. Eu, Paulo, posso falar por mim que o container, quando você tem algo que de repente está descartado e você leva para a indústria e reutiliza, você está colaborando de forma significativa para a sustentabilidade. Então, assuntos como esses e outros é o que vai ser tratado aqui. Mais uma vez, seja bem-vindo.
Muito obrigado pelo convite, Paulo Barros. Já ouvi falar muito de você. E hoje estar aqui falando sobre o mercado, eu fico muito contente, que a gente cada vez mais vai disseminando e tirando algumas preocupações ou estigmas que tem no mercado sobre todas as soluções. A Expoffsite é um evento que traz para o evento, para a exposição, Vários tipos, vários sistemas. A gente não tem só um sistema, tem vários sistemas lá dentro.
E eu não queria ainda falar da construção off-site. Eu queria que você se apresente um pouquinho, fale de você e depois, lá na frente, a gente vai falar da construção off-site. Então, você que está ouvindo pelas plataformas de áudio e assistindo, fique até o final e você vai entender o que que é... Eu nem vou falar o nome, tá? Pra não deixar enviesado lá na nossa audiência, mas queria que você falasse um pouquinho, aí fizesse uma introdução rápida de quem é você.
Eu sou Marcos Bueno, como você falou. Eu sou arquiteto de formação. Eu tenho uma vivência aí no setor de eventos. Já passei por todas as fases do evento, desde o piso até o teto. Venho aí de montadora. de produtora, já trabalhei também em promotora, uma das maiores feiras que tem no Brasil, que hoje existe, mas não mudou de nome. A partir de 2018, eu fundei a Equilíbrio Promoções, que é a empresa que promove o evento da Expo. E a partir disso eu me especializei em todos os sistemas construtivos industrializados, off-site. Eu acabei me aprofundando nesse mercado, ele é muito promissor. E tem dado certo.
Eu percebo. Percebo, assim, é muito... Pra mim é muito gratificante ter você aqui pra gente discutir aí esse tema. Nos últimos anos o termo construção off-site tem se popularizado cada vez mais. Eu queria ouvir de você o que é construção off-site e como você entende que esse sistema, porque é um tema muito abrangente, como que você entende que, de fato, a construção off-site vai revolucionar a construção do futuro? A gente fala de futuro, mas eu posso afirmar que o futuro é agora.
Sim. Nós começamos a história falando de container, foi a primeira exposição. Era uma exposição direcionada para transformadores de container. Na própria exposição, eu conheci um grupo que me trouxe isso. Falou, olha, não é container, a feira tem que abranger mais esse segmento. E o termo off-site, isso me falaram lá em 2018, 19, desculpa. O termo off-site, ele abrange mais sistemas, container, modular, panelizado, steel frame, entre outros.
Se a gente tivesse que fazer um resumo, né, do termo off-site, tudo que é produzido na indústria a gente pode tratar como um off-site, né, que é fora do canteiro de obras ali, depois transportado para o local.
Isso, a ideia do off-site que já tem isso, ele é muito fundamentado lá na Inglaterra, em Londres. Qual que é a ideia do off-site? Qual que é o série do off-site? É tirar a mão de obra do canteiro de obra e trazer pra dentro da indústria. Lógico que a gente não vai tirar 100%, mas quanto mais a gente conseguir tirar, é melhor. O trabalhador vai para um lugar controlado, não está no sol, não está passando pelas intempéries que tem, sol, chuva. Ele vai para um lugar controlado, tem um local melhor para trabalhar, constrói-se lá dentro e leva para o canteiro.
Marcos, e nesse sentido, tendo em vista que você é arquiteto e também tem todo esse movimento na construção civil e sobretudo a construção industrializada, como você entende, ou seja, quais são as construções que mais se beneficiam com esse tipo de construção? Falando de porte de construção e também de segmento comercial e residencial, quais são os tipos de construção que mais se beneficiam?
É bem diverso. Você pode ser residencial, comercial, indústria, agronegócio. Em qualquer segmento da economia, o off-site se encaixa. Agora, os que mais se beneficiam hoje é o setor comercial. Franquias, pousadas, hotelaria. Estão se beneficiando porque eles podem aumentar a pousada, fazer chalés, Como tem uma empresa de chocolate que tem mil, tem mil conteúdos espalhados por São Paulo, o Brasil, e vai chegar a dois mil. É uma facilidade, por quê? Ele não precisa reformar a loja, não precisa estar dentro da loja, ele pode estar no estacionamento. É muito mais fácil, muito mais rápido. E o ROE é muito mais dinâmico. Ele pode vender a franquia hoje, daqui três, quatro meses está entregando lá o ponto de trabalho e já faturando. Então, esse ganho é muito grande.
Inclusive, trazendo assim até, não uma correção nessa fala de tubarão, eu vou checar a informação pra gente falar ao longo do podcast, nós já temos um prédio lá.
Estão soprando aqui oito andares.
Oito andares? Mas assim, é um prédio, é impressionante a qualidade construtiva e o melhor. Caso no futuro eu quero mudar, eu quero fazer alguma outra coisa, é só pegar esses módulos e muda para outro terreno, para outra área, para outro estado, enfim. Então é um...
Não, esse foi um ícone da construção off-site. Esse movimento que eu estava falando, ele começou Em 2019, 2018, ele teve o seu ápice na pandemia. Porque foram feitos hospitais em prazos recordes, entregues, bem montados. E isso deu uma expressão pro Offsite. Ele se popularizou um pouco mais, chegou em muita gente. E hoje a gente quer chegar em mais pessoas pra saber como é que funciona.
Bueno, o que você entende que a gente tem como um desafio para vencer para que o investidor tenha adesão a esse sistema construtivo e não ao tradicional? Porque eu acho que você poderia fazer, de repente, trazer o que é o sistema construtivo tradicional, que já está pronto, nós conversamos um pouco antes da gravação, e quais são as vantagens da construção industrializada?
O que eu vejo hoje entre o tradicional e o industrializado é que tem que andar juntos. Porque um vai compensar o outro, um vai melhorar o outro. O off-site pode melhorar a mão de obra, pode diminuir a mão de obra com tecnologia. O que eu vejo no mercado hoje é que um vai andar em conjunto. Eles vão crescer juntos. Se não fizer isso, um vai ficar brigando com o outro. Isso não é a ideia. A ideia é crescer. Porque o off-site tem muito a oferecer tecnologia para o convencional, que já está estruturado, e os dois crescem juntos. Por quê? Precisa hoje. Tem falta de mão de obra. Se você levar para uma indústria que tem tecnologia, tem robô, tem solda hoje, tem robô que solda, já tem empresas do modular que usam robô para fazer solda. Você tirar essa mão de obra, diminuir a mão de obra, profissionalizar mais, você está melhorando a construção civil. Melhorar a construção civil, o ganho é dos dois lados. Tem muitos que falam de disrupção. Agora é o moderno. Não, precisamos andar juntos. um ajudando o outro.
É, porque quando você traz essa questão de falta de mão de obra, e não só no tradicional, porque inclusive a construção industrializada ela requer uma mão de obra mais especializada. E, como você fala, um precisa do outro. A construção industrializada, ela nunca vai eliminar a construção tradicional, porque quando a gente está falando aqui de um módulo, por exemplo, qualquer sistema construtivo industrializado, a gente precisa preparar ali a base em loco. Só que o cimento já está industrializado. Ele vem de caminhão. A indústria da construção está fazendo um trabalho de desenvolvimento muito interessante nesse sentido.
Tem um exemplo muito bom, que são os prédios que vão começar a ser construídos a partir do ano que vem ou 2027. Está tudo em projeto. A construtora já faz o convencional dela. Só que tem uma empresa que faz o banheiro pronto. O banheiro já vem pronto. Ele faz toda a estrutura, vem o banheiro pronto. Então, toda a coluna de banheiros que tem num prédio, ela vai ser industrializada, já vem pronto. Os fechamentos internos podem vir painelizados. Isso já está em projeto. Tem até um expositor nosso que vai fazer lá em Santa Catarina um prédio nesse formato. Banheiro pronto, painelizado. A fachada já vem pronta. Isso é essa união. Eu faço toda a estrutura e vocês vêm com as peças prontas. Então tudo que dá pra trazer pronto já tá sendo implementado. Tá começando agora um ou dois prédios, mas eu acredito que isso vai ser o futuro.
Vai ser o futuro.
É o presente. A gente costuma falar, a gente fala na Expo, que o futuro da construção já chegou.
Já chegou. Eu também acredito.
Já chegou. Agora tem que se implementar. Como é que implementa tudo isso? Tendo eventos, tendo esse bate-papo pra mostrar que é possível.
Pra chegar no maior número de pessoas, assim. Porque eu acho que é dessa forma que a gente vai mudar a realidade da construção civil.
E uma coisa que eu sempre falo, não é mais barato. Ah, mas é mais barato. Não é mais barato.
O Marcos, mas quando a gente fala da questão do barato e caro, ele não é relativo. Eu, tá? Minha visão, pra mim, a construção industrializada, ela é muito mais barata, porque eu tenho um conceito de barato e caro. Imagina que eu vou demorar ali dois anos pra construir uma casa, um exemplo, tá? Eu vou ter todo o problema ali de mão de obra, incerteza, porque se chover muito isso pode atrasar, se tiver muito sol eu vou ter muitas vezes problema com algum tipo de Se chover muito. Material, argamassa, enfim. Quando eu venho para uma construção que ela é muito ágil, que ela não vai causar transtorno na vizinhança, que eu vou ter uma certeza ali, muitas vezes, do meu orçamento.
Eu, assim... Previsibilidade.
Previsibilidade de orçamento. Eu penso que se você olhar por esses pontos, inclusive eu dou muito exemplo aqui, de um ar-condicionado. Você vai comprar um ar-condicionado tradicional, aí ele é categoria A, B e C, ele consome, um exemplo, uma quantidade de energia. Esse custa metade do preço. Aí eu invisto em um ar-condicionado inverter, classificação de energia A, tudo bem, eu investi um pouco mais, de repente eu aumentei ali três ou quatro parcelas a mais, só que eu vou ter uma redução significativa na conta de luz e ele vai se pagar em pouco tempo. Então, eu acho que a gente precisa mostrar, começar a mostrar isso ali para os investidores, ou seja, para quem está contratando um sistema construtivo e, por outro lado, também pegar os arquitetos, quando eles estão projetando, eles também entenderem as vantagens, ou seja, quais são os argumentos, muitas vezes, para entender que, muitas vezes, esse cara que está me contratando, se eu trazer os fundamentos dele, ou seja, as vantagens da construção industrializada, ele vai optar por uma construção mais racional.
Tudo isso existe um exemplo muito clássico. Eu sou da época que não tinha pedágio. Você andava na estrada, depois você voltava, tinha que consertar o carro, você não sabia nem o valor que ia consertar. Quando implementou o pedágio, ninguém queria pagar. Hoje ninguém reclama. Qual que é o ganho? Você pega uma estrada boa, limpa. Hoje tem estrada que não tem nem pedrinha pegando no seu carro mais. Sinalizada. O pessoal tem o pedágio. Mas quando você volta, você põe o seu carro lá, não tem que fazer manutenção.
Você fica tranquilo, né?
É a mesma coisa. Não é pensar no que eu estou pagando hoje, tem que pensar no futuro. Tem que passar isso para o investidor, passar isso para o construtor. Pense no futuro. A sua obra podia ser dois anos, vamos diminuir ela para um ano? A sua loja vai entregar em oito meses, vamos entregar em dois? Pô, então eu ganho 6? Essa é a conta. Com a internet, quando chegou era super caro. Hoje eu vejo que a internet não é tão caro.
É, tá bem acessível, né?
Mas quando foi implementada era super caro. Quando todo mundo começa a usar, diminui. E só pra complementar, a internet, quando ela chegou, não é que foi barato. Ela deu velocidade pra... Hoje... Todo dia você usa isso, o celular e a internet. Te dá velocidade.
A própria inteligência artificial.
Aí tem, aí vai avançando.
Vai avançando, sim.
Então, essa velocidade, não dá pra ter velocidade barata. Só que ela tem um ganho futuro. É isso que tem que colocar na cabeça de todos.
Quando você começa a usar, você aumenta a demanda e automaticamente isso vai reduzir.
Se a gente tiver demanda, os parques fabríceis vão começar a aumentar. Se tem 10 mil metros, vai para 20 mil metros.
E falando de inovação na sustentabilidade, como a gente estava conversando, nos últimos tempos também tem esse aumento de fato das casas modulares, pegando container, levando para a fábrica e reaproveitando. Você acredita que esse movimento, se a gente começar a falar mais, pode ser um fator de melhoria significativa para ajudar o déficit habitacional que o país está vivendo?
Olha, o container Falando um pouquinho do contêiner. O contêiner, ele foi feito para transporte. Ele pode ficar de 8 a 10 anos transportando. Após esses 10 anos, ele não pode mais transportar por normas. Tem normas de transporte que não pode. Após os 10 anos, tem que descartar. Antigamente descartava. Hoje, a gente tem uma possibilidade de reaproveitar. Por isso que está sendo muito usado. Então, a empresa que transforma o contêiner vai lá e compra esse contêiner descartado, legalizado, com laudo, tudo que ele pode ser usado, transforma ele e usa. Agora, o contêiner para ser casa popular, ele pode ser, mas é muito complicado. Porque o governo não aceita, porque é um material que está sendo reciclado. Seria ótimo, mas também só o contêiner não vai resolver o problema. Porque o contêiner depende de demanda internacional. Quando tem muito contêiner que está saindo desse período de 10 anos, tem bastante no Brasil. Agora, na pandemia, não tinha contêiner no Brasil. Estavam todos os navios parados no mar. Aí o preço foi lá em cima. Acho que quase triplicou o preço do container.
E aí ficou inviável.
Começou a ficar inviável. Porque você depende do negócio, do material, do equipamento que está no mar. Agora, os outros sistemas, você não depende disso. Você pode fabricar. Você pode dobrar uma chapa e fazer um perfil. Você não precisa do perfil pronto, você pode dobrar a chapa. E hoje tem empresas que dobram chapa, tem empresas que usam perfil. Cada um tem. Então, a solução O contêiner não é a solução, mas o todo é a solução. E o convencional também.
Então, porque eles se complementam, né?
Sim. Eu vi uma entrevista, uma entrevista não, o presidente participou de um evento da Cebic, acho que foi em novembro, se não me engano, é o 99º de Cebic. Foi lá em Brasília e ele falou, nós precisamos construir um milhão de casas. A construção civil tem que ter condições de fazer isso. Eu queria um plano robusto.
Eu queria desafiar a capacidade do governo, a capacidade dos empresários e a capacidade da nossa engenharia para saber se era possível fazer um plano robusto. E fizemos uma proposta de construir um milhão de casas. Agora, a gente contratar e começar a fazer é outro pequeno problema do tamanho do Oceano Atlântico.
Temos condições? Temos. Se cada um fizer um pedacinho. industrializada, convencional, vamos se juntar. Aí soluciona.
E dessa questão que você tratou ali, quando a gente fala de normas e regulamentações, por outro lado, é um entrave, é um problema que a gente tem. E o governo precisa fazer a parte dele. Todo segmento. E quando a gente fala de construção industrializada, de fato, É um problema. O que você traz aí de informação para a nossa audiência nesse contexto de regulamentação e normas da Constituição Industrializada?
Nós fizemos um evento em novembro chamado Off-Site Meeting.
Que vamos falar um pouquinho mais na frente sobre esse evento.
É o que reúne a cadeia produtiva do off-site. Nós tivemos a presença de um instituto muito grande, a Semidem, e da Polícia Rodoveira Federal. Eles foram no evento porque eles querem utilizar a construção off-site industrializada. Só que eles precisam saber como. Eles precisam fazer um documento para o TCU, para o TCM, aonde for, dizendo como é essa tecnologia, por que ela é mais cara, como é a manutenção. Tem vários estigmas e problemas burocráticos e eles têm que quebrar essa barreira. E hoje, Eu faço parte de uma associação chamada BICOM, que é a Associação da Construção Offsite Modular. E um dos temas que nós estamos trabalhando para melhorar é exatamente isso. Fazer documentos para o governo que destravem essa coisa. Mostrar que é possível, mostrar que tem empresas que são credenciadas, que podem fazer. E o governo precisa acreditar, como qualquer cliente. O que você já fez? Quais são as obras que foram feitas? Você precisa provar, é bonito, é um projeto, mas qual obras foram executadas?
Então, e nessa linha, a construção off-site, além da agilidade construtiva, ela também permite uma série de personalização. Nessa linha, como que você tem algum case de construções que você fala, cara, assim, não dá pra imaginar que isso aqui é feito, por exemplo, em construção modular.
Olha, os hospitais. O prédio que a gente citou. Tem... Olha, tem vários. O que eu posso te falar agora, tem escolas. É quando você fala de... Escola é uma coisa que... Ela suple uma necessidade que... Como é que você amplia uma escola? A escola não pode parar. Você só tem três meses. novembro, dezembro e janeiro. Fevereiro já tem que estar pronto. Então a construção off-site nas escolas tem feito expansões em escolas inteiras que em prazo recorde, quando vai para as férias, quando volta está pronto. Em Santa Catarina tem uma escola que é 3 mil metros, que é um case muito interessante. A Vila Reencontro de São Paulo, são mais de 10 mil modos, que é uma casa de passagem. Falam que é casa temporária, mas se você entrar no modo, é uma casa igual a qualquer outra. É que ainda falam que é casa temporária. Não é. A gente tem visitado, a gente tem analisado, é uma casa de 30, 45 metros quadrados, muito boa. Usulamento termoacústico excelente, acabamento bom.
É porque você tem um controle, né? Você tem uma precisão em todos os aspectos.
Se eu não me engano, foram 5 mil modos entregues. Tem quatro vilas em reencontro e o prefeito agora que foi reeleito vai continuar esse projeto. E eu acho que são mais 5 mil espalhados pro São Paulo, que deu muito certo. É uma casa que o cara fica lá um período, que ele tá na rua, ele fica lá um período, um ano no máximo. Depois ele tem que sair.
É, eu visitei, né, esse prédio que você tá falando de lá em Tubarão. E visitei também a construção da... Eu atendo alguns clientes. da indústria da construção como um todo. E eu acompanhei a ampliação do Hospital Albert Einstein, onde foi feita toda essa ampliação e com o hospital em pleno funcionamento. Então, quando você fala de hospital, a gente não consegue perceber que aquilo são módulos. E o melhor, se você entra naquela área ampliada, e você vai na outra que não é modular, você fala, cara, como assim? É muito mais bonito, é muito mais... O nível de acabamento é muito melhor. Então, é bem interessante, já que você trouxe esse case do hospital.
Foi feita uma escola também da Fierge, lá no Rio. Você vê, não parece que foi feita em módulos industrializados. É uma construção, Na verdade é uma função como qualquer outra, tem um acabamento, só que ela tem os ganhos de rapidez, melhor acabamento acústico, termo e acústico. Você consegue colocar materiais que te dão essa melhoria, reduz o uso de ar-condicionado, porque o ambiente que está com o isolamento térmico melhor, você usa menos ar-condicionado. Então, esses são os ganhos. A tecnologia em favor da ecologia, do que hoje é que tem que diminuir. o uso de ar-condicionado, de energia. Então, isso aí tem um ganho muito grande.
E você falou, né, de todas essas questões de ganhos e percepções, né, que a gente pode sentir ali na construção industrializada. Agora, eu queria aproveitar pra gente falar um pouco da feira.
Ah, que bom!
Da Ecoconstrução Off-Site. Acho que agora faz todo sentido. É, eu queria que você... É, agora sim, agora quem tiver curioso pra entender uma coisa assim, é que você que tá acompanhando pelas plataformas de áudio, você tá ouvindo. Quem tá pelas plataformas de vídeo tá... assistindo e também acompanhando imagens do Hospital Albert Einstein, do prédio de Tubarão, que são grandes cases, enfim, entre outros aí que temos no Brasil. Agora, a feira, né?
Só um parêntese, tem a Vila Saí também.
A Vila Saí.
Saí que foi feito também, tempo recorde, que teve o problema de São Sebastião, que é um case também de sucesso, foi feito... Eu me lembro quantos apartamentos foram feitos agora. Mas também foi feito em tempo real, foi feito pela Tech Verde.
E quando a gente falar de construção, né? Sim, sim, não, tá certo. Quando a gente falar de construção off-site, a gente não tá falando só de módulos metálicos, né? Então a gente tem...
Não, essa aí foi feita toda painelizada.
Painelizada, sim.
É wood framing.
Então a gente tem...
Veio todos os painéis, vai encaixando, encaixando, super rápido. É uma tecnologia também de ponta.
Sim, então...
O tubarão é modular. Até que verde é o Wood Framing, tem os containers que eu estou fazendo em casa.
Temos aí o Steel Framing também, né?
Tem tudo lá.
Então a gente vai falar muito disso aqui. Agora eu queria que você falasse um pouco como nasce, como nasceu a Expo Construção Offsite.
Isso aí foi muito... Vou te falar o que aconteceu. Eu fui pra Santos. fui lá numa empresa de transporte, eu tava com um projeto com eles, aí eu tenho um sócio meu que é de Santos, que ele mexe com transporte de contêiner, e eu fui lá na empresa dele, eu não conhecia ainda. Olha, um dia eu vou aí, a gente tem uma sociedade na empresa de montadora, da montadora, aí fui visitá-lo, e eu fiquei impressionado, como é que os caras conseguem pegar um contêiner 20 toneladas, com facilidade de mexer. E é muito ágil, né? E eu fiquei olhando, eu tava numa janela grande. Fiquei olhando, o cara pega o contêiner, põe em cima, tira. Aí eu falei, ah, mas esse contêiner tá vazio. Ele falou, não, é contêiner cheio, tem 20 toneladas dentro. Falei, nossa, que rapidez isso, né? Bom, aí subi. Aí, migrantes, olhei pro lado esquerdo, tinha um restaurante em contêiner. Não precisa falar marca aqui, que todo mundo sabe.
Você começou a notar, né? É.
Aí eu olhei o restaurante em contêiner e falei, nossa, restaurante em contêiner? Entra na internet. Aí eu coloquei casa contêiner. Apareceu vários tipos. Aí cheguei na empresa, era montadora de stand, que até hoje a gente tá no grupo nosso, chama EMB Stands. Ela monta stand pra várias empresas. Aí cheguei no escritório e fiquei pensando, pô, eu poderia fazer uma feira pra colocar casas, containers e exposição. Isso foi em 2018. Em 2018 eu fiz uma planta, porque eu tinha acabado em 2017, saído de uma promotora, que era a Gift Fair, a maior feira de presente utilizada na América Latina.
Conheço.
É, eram 60 mil meias de feira, eu era diretor operacional, Aí quando trocou de mão, que hoje é outro nome, eu estava na montadora, eu já tinha toda a experiência de promoção, falei, vou fazer um evento de casa container. Em 2019 a gente realizou a primeira Expo Container City, que era uma cidade, uma exposição de uma cidade em container. Nós fizemos a feira, tinha, se eu não me engano, 7, 8 expositores, Era só pra container, mas no evento já tinha mais empresas de modular do que de container. Foi aí que, pô... Então, vamos mudar o nome, como eu venho explicando. Aí mudamos o nome pra Expo Consumption Offsite. Ela se tornou um evento que abrange mais esse mundo aí do industrializado. Que na época que a gente lançou a Expo Consumption Offsite, ninguém sabia o que era offsite. E a gente construiu isso no longo dos anos, a gente foi construindo. O que é off-site? O que é off-site? O que é off-site? É modular? É modular? É container? Tanto é que você até deu um depoimento pra nós que você foi na feira achando que era só container.
Sim, inclusive, né, até aproveitando aqui a minha fala e o meu testemunho da minha experiência em visitar, agora a de 2024, já visitei outras vezes, Mas eu fiquei impactado, como todo mundo que me acompanha que sabe que eu sou do mercado de construção, então eu me conecto direto com a indústria. com as universidades, enfim, com especificadores, arquitetos e engenheiros. Aí eu cheguei lá e falei, vou visitar. Inclusive, fui indicado também, foi um cliente que me convidou para ir lá. Quando eu chego, eu vejo empresas de steel framing, de drywall. Eu vi, vou até falar o nome aqui, que também... Bubble deck, que é uma solução que eu conheci, que lá na ampliação do aeroporto do Galeão...
É outra tecnologia.
E, por coincidência, eu tenho uma amiga que participou aqui do podcast. Na hora que eu tava lá, ela mandou, Paulo, você precisa fazer um episódio, um podcast falando sobre a tecnologia Bubble Deck. Eu falei, eu tô aqui exatamente agora no stand deles.
Olha essa coisa deles.
Então, assim, o que eu vi lá foi, de fato, poder vivenciar aquilo no meio do sambódromo do Aiambi, visitar casas também, que de fato eu conseguia ter a noção do que é uma eficiência térmica e acústica, porque eu estou no meio, eu estou numa feira, de um lado eu tenho a marginal, muito barulho de carro, do outro lado também eu tenho uma via movimentada, muito barulho de carro, então assim, é uma feira que de fato eu consegui sentir o que é eficiência energética e também eficiência Térmica.
Você teve uma experiência sensorial.
Experiência sensorial. Então, eu confesso que eu fiquei muito impactado. É uma feira que eu reputo, eu tenho certeza que vai crescer muito pelo formato...
O depoimento é muito importante para nós.
Pelo formato que ela proporciona. Uma coisa é eu estar numa feira dentro de um pavilhão, onde eu tenho ar-condicionado, onde eu tenho tudo controlado.
Você não sabe se o equipamento funciona.
Eu não sei se o equipamento funciona, mas lá o que eu vi, as exposições que eu vi realmente pra mim fez toda a diferença.
Aí em 2019 a gente fez, fomos pra 2020 e veio a pandemia. Não deu pra realizar 2020. A pandemia acabou em... Agosto de 21, se não me engano. Agosto ou julho de 21.
Acabou naquelas, né?
É. Não, foi liberado os eventos. Porque o último estágio de liberação comercial foi os eventos.
Sim.
Foi o último estágio. Eu estava no evento lá... Do mercado de eventos, lá em Santos. Em julho... Em julho. Foi liberado julho e agosto. Estava entre julho e agosto. Estava muito próxima a feira. Aí eu liguei pra todos os expositores, vai ter evento. Pô, mas tá na pandemia. Falei, não, tá liberado. Aí no outro dia, o governador, o Dória ainda, ele liberou os eventos. Aí realizamos em setembro de 21. O único evento de construção civil que teve em 21 foi o nosso. Foi um sucesso. A gente começou com sete expositores, em 21 acho que a gente tinha 22 expositores. Deu três vezes.
E agora você tá no sétimo ano já.
Sexto.
Sexto.
Aí 21 fizemos ainda... O primeiro foi lá no estacionamento de um shopping, o segundo foi num galpão que tinha na Vila Maria, e em 22 foi no Sambódromo. Nós pisamos no Sambódromo em 22. 22, 23, 24. Então a feira já aconteceu cinco vezes, nós temos pra sexta edição. É a sexta edição, mas nós temos sete anos de vida, porque teve o 2020...
O da pandemia, né? Teve o da pandemia.
E isso, com essa evolução, foi... A gente sempre... Nosso evento, quando a gente vende as áreas, a gente pensa em tecnologia. A gente não pode ser qualquer coisa que vai estar lá dentro. A babodeca é uma que veio com concreto, pô. Concreto, pô, que concreto? Não, eu tenho uma tecnologia que é de bolas e tal. Ótimo. Vem outro com a parede diferenciada. Estou fazendo a parede. Então, o que a gente sempre preza é trazer novas tecnologias.
É, tinha...
Não vai virar uma feira gigante.
Sim, sim.
Uma feira de 100 mil metros. O Sambódromo tem mais que isso. Só que vai ficar dispersa.
Porque é uma feira muito voltada para a inovação.
A gente está focado em novas tecnologias, em melhorar a construção civil. É isso que a gente faz. E lá dentro a gente tem escola, faz cursos práticos, temos o fórum. Esse ano a gente vai ter arenas. A gente tem uma série de ativações. Vamos ter um podcast de vocês lá.
Agora, calma. Então, antes de anunciar o podcast, eu queria que você falasse, porque além da feira, você também promove o Office Meeting, né? É. O que é esse Office Meeting?
Então, o Meeting, o Office Meeting, ele nasceu com a necessidade do expositor. Eu pergunto pra eles, na feira, pô, você viu a palestra do Paulo Barros? Eu não tive tempo. Perguntei pra outro, você viu a palestra? Não vi. Pô, Marcos, a gente não tem tempo de ver essas coisas que você traz. Pô, então vamos formar um evento em novembro, que é final do ano, já tá tranquilo, pra gente, pra vocês absorverem a informação, falar de coisas que vocês precisam. Tanto é que o tema que a gente... A melhor palestra que a gente trouxe esse ano foi a palestra da parte da reforma tributária. Trouxemos um especialista do SEBI que falou de reforma tributária para eles entenderem o que vai acontecer nos próximos anos. Foi muito bem aceito. O primeiro meet que a gente fez foi em 2023. Tinha 15 pessoas. Esse teve 200.
Não, e é legal porque você...
É focado.
Sim, sim.
A gente até fala aí pro comercial, não fica vendendo muito porque não é pra encher isso aqui. A gente sempre prioriza o quê? Menos. menos pessoas pra ter conteúdo, pra absorver.
É, você tem uma maior absorção, né?
Isso, não adianta eu colocar um monte de gente, um monte de palestra, cada um falando em cima do outro, a gente tem intervalos, a palestra acontece, tem debate, tem discussão, é uma coisa muito tranquila, que é pra absorver mesmo.
E agora, Marcos, vamos falar das novidades, vamos falar, se você puder falar um pouquinho aí, de 2025, né? O que que a feira, a Expo Offsite. O que você pode esperar? Você é que tá ouvindo ou assistindo, né? O que você pode esperar da edição 2025? Quais são as novidades? Você já pode dar aí uma... Sim. Um spoiler, inclusive, você já falou, né? Do nosso podcast estará lá pra receber você, pra gente fazer um bate-papo ali na hora, conversar com os expositores, enfim.
A gente tem... Todo ano a gente sempre traz novidades. E esse ano a gente tá... as novidades que a gente vai trazer é uma melhor visitação. É o cara visitar e... tomar o tempo dele. Não só ver as obras, que já são um show. Então a gente vai fazer várias ativações, conteúdos. Pra quê? Pra quem tá chegando. O que a gente percebeu na última edição? Veio muita construtora, muito incorporador. E ele precisa entender mais, não só olhar a obra pronta. O que é uma placa cementícia? O que é um drywall? Todo mundo conhece drywall, mas como coloca um drywall num módulo desse? É diferente, não é? Como é que eu coloco um drywall num container? Então a gente está trazendo ativações e conteúdos. A primeira ativação que a gente vai ter vai ser fale com o especialista. Nós vamos ter três, três ou quatro, cinco especialistas num local na entrada da feira. Você vai poder vir com o seu projeto e mostrar pra ele. Pô, meu projeto, qual o sistema se adequa melhor? Container, panelizado, 3D, concreto, qual é o melhor? Aí ele falou, ó, isso aqui, melhor você usar tal. Qual é a empresa? Agora você entra na feira e vai procurar a empresa que tem esse sistema. Nós vamos... Não direcionar, mas fala pra ele, você pode usar o contêiner ou modular. É pro cara chegar, porque precisa de uma pesquisa, precisa entender melhor. Qual o sistema eu coloco na minha obra? Qual que se adapta melhor? É, vamos ter os especialistas lá, que são nossos parceiros, que já vai sair publicações aí, dizendo quem são, pra eles explicarem. Nós temos especialistas que estão com a gente aí, no nosso... Nós temos um time aí, muito... Esse time a gente vem criando nos últimos cinco anos. Nós temos o Marco Contene, o Breno Lima, o Rubens Membassati, o Michael e entre outros que a gente tem esse time para auxiliar os nossos visitantes. Então esse time de especialista vão instalar.
Não, é bacana, né? E quando a gente fala da experiência de poder visitar e entender como aquilo foi projetado, é sensacional. Quando você fala assim, ó, venha com o tempo, né? Pra você poder sentir e também... São.
Quatro dias de exposição.
E também entender, né? Nossa, como que foi feito isso aqui? Aí você vai ter uma pessoa ali pra te explicar exatamente como foi feito aquele processo e você, obviamente, pode adaptar aí pro seu projeto, pra sua obra.
Exatamente. Vai tirar dúvidas. Eu quero fazer só uma fachada. Tem. Queria fazer isso. Ele vai te explicar e você vai ficar com mais conteúdo pra você chegar no cara que vai te contratar. Ele é um cara neutro. Esses especialistas não estão ligados à empresa nenhuma. São pessoas neutras que não estão ligadas, então ele não vai puxar a sardinha pra um lado só. Ele vai falar do sistema como um todo.
Vai te dar ali, de repente, a melhor opção, né? A melhor solução pra que ele projeta.
Isso.
Isso é muito legal.
Além disso, a gente vai ter o decor off-site. que é um projeto que nós estamos fazendo em parceria com o Breno Lima. O que é o Decora? Vai estar lá o módulo ou o container que ele vai definir. É o modular. Como eu faço para decorar o modular? Tem que ser específico. Como é que eu ponho uma cama? Tem cama que Que as camas sobem. Hoje tem muita tecnologia pra você otimizar espaço. Nossa ideia é demonstrar pra quem tá visitando como você otimizar melhor esses espaços pequenos. Porque o container tem 15 metros quadrados. Tem de 30. Você pode ir acoplando eles. Hoje, você pode ter um estúdio aí de 28 metros quadrados. Você mora tranquilo. O container tem 30. É mostrar, ó, realmente dá pra fazer isso. O DecorOffsite não vai vender nada. Ele vai demonstrar pra você que tá chegando lá. Pô, eu posso fazer isso.
E na verdade você vai ter a oportunidade de ver várias opções ali. Isso aqui é viável, né? Sim. E entender como que pode ser utilizado, de repente.
De repente. Tem pousadas lá que eram de 12, 13 metros quadrados. Pousada, não. Um chalé de 12, 13 metros quadrados, 15 metros. Super confortável. Eu entrei dentro e falei, nossa, aqui dá pra morar tranquilo. A cama sobe, vira sofá, sofá-cama.
É, o que eu percebi também na feira que eu visitei, eu conheço, né, alguns expositores ali. Muitas daquelas exposições, elas já saem de lá vendidas.
É isso aí. Aí tem outra novidade. Vai sair agora o primeiro episódio, vai sair dia 6 de fevereiro, se não me engano. Dia 6 de fevereiro. Estou aqui com meus assessores aqui para... Dia 6 de fevereiro sai o primeiro episódio da série Ponto Final. A série Ponto Final, eu idealizei ela por o seguinte motivo. Você acabou de falar que é vendido na feira. Onde elas estão? Realmente vendeu e foi para um lugar? Está em uso? Ou só vendeu e ficou lá largada? Nós já fizemos cinco gravações em cinco lugares que realmente estão sendo usadas, depoimentos.
Nossa, que legal! Então você vai...
Ela saiu da Expo, ela saiu da fábrica. Colocou na Expo, da Expo foi pro terreno do comprador e tá sendo utilizado. Então realmente essa mobilidade são três pontos que eu acabei de falar. Então pode ser quatro, cinco, seis, você pode ir pra onde você quiser.
É legal porque você mostra de fato o destino final daquele módulo e quem tá usando.
E o Breno Lima, ele se hospedou. em alguns, outro ele só visitou porque tem um que é um empreendimento imobiliário, o cara transformou a casa que ele comprou na Expo, transformou em um empreendimento imobiliário. Pra mostrar que quem tá comprando terreno pode construir daquele jeito.
E aí, agora, até aproveitando, né, você falando da sua assessoria, né, do marketing e tudo mais, queria até, aqui, o André tá aqui na minha frente e eu queria agradecer, foi ele que fez, né, toda essa conexão aí pra que a gente hoje firmasse essa parceria de fato. E essa edição, além das novidades que você citou aqui, estaremos lá com o estúdio, né?
Das boas novidades aí, que a gente sempre quis trazer. A gente tem trabalhado nos últimos três anos, precisamos ter um podcast, alguém que fale bem do mercado. A gente tem apoiado, a gente sempre apoia os caras que são empreendedores, inovadores, que falam bem, que entendem desse mercado, para passar informação para quem vai visitar, uma profissão melhor. Sabe, desmitificar o sentimento que você teve. Pô, é só container. Não, não é container. Tem isso, isso, isso, isso, isso. Tem muita coisa pra você ver lá. Então essa parceria que a gente fez, pra mim, é ótima. E eu vou colocar muita energia nisso pra se tornar um ponto de encontro lá do visitante, do expositor, do investidor. Essa é a ideia. Não é só um podcast, é um lugar que você pode conversar, ver os especialistas, ver o cara do mercado que entende muito bem, conversar comigo, sabe? É um ponto de encontro pra entender melhor. Quanto mais usar o modular off-site, é muito melhor pra todos, pra mim, pra você e pro mercado.
E aí, com o intuito de ampliar ainda mais a expoconstrução off-site, a gente vai, de alguma forma, tentar promover algo inédito no setor. Então, eu visito aqui, enquanto constroi cash, visito várias feiras, não só no Brasil, mas também no mundo, e essa experiência vivida o ano passado, nós enquanto visitantes, nós queremos de alguma forma transmitir pra você que por alguma razão não conseguiu visitar, nós estaremos lá com o estúdio, fazendo bate-papo com expositores, eles explicando o que está sendo exposto na feira e vamos ampliar, né?
Links ao vivo.
Links ao vivo aí, fazendo transmissão ao vivo.
Todo mundo acha que a feira é aberta? que quando chover não dá pra visitar, dá?
Dá, assim, é uma experiência, o que vocês vão ter, agora vocês vão ter a oportunidade de viver uma experiência, mas eu confesso, vocês vão poder acompanhar aqui pelo Constricast, mas fisicamente é outra pegada, de fato, é outra pegada.
Então, além dessas novidades, ainda temos as arenas, Nós vamos fazer várias arenas na feira, porque os nossos expositores sempre pedem. Eu preciso de 20 minutos, eu quero falar, eu quero falar. Nós temos o fórum, mas o fórum é uma coisa mais restrita, é pago e tal. E não dá para o expositor ir lá e ficar uma hora perdendo tempo. Então a gente vai montar arenas na passarela também. Nós vamos levar esse ano, praticamente a feira toda vai para a passarela, porque ninguém quer ficar em lugar nenhum mais. A gente tenta vender pra cá, pra lá, mas não, cara, é passarela. Então a gente tá expandindo a passarela e tirando até o... O comercial tá com a gente aqui, escutando também. Falou, mas vai tirar as áreas. Falou, mas vamos aumentar a passarela. Porque ninguém quer ficar fora da passarela. Porque a passarela é uma avenida. A nossa feira tem esse diferencial também. Não tem um monte de rua que você fica perdido lá dentro. É uma avenida só que você vê todo mundo.
E pra você que não conhece o local da feira, aqui em São Paulo acontece o carnaval comum, o famoso carnaval.
Vai ter desfile de blocos.
Onde tem o desfile das escolas de samba. Essa feira acontece exatamente na avenida que acontece o carnaval. Então lá é o grande palco pra você que quer ver realmente inovação na construção civil. Lá é o grande palco pra você que quer, que gosta de inovação e de viver experiências.
A gente fala que o carnaval tem desfile de carro alegórico. Em junho a gente faz desfile de módulos.
Desfile de módulos.
De módulos, casa, vai ter um desfile lá. Você vai poder É muito legal.
Mas é bacana. Tem mais alguma coisa que eu deixei de te perguntar que você gostaria de reforçar aqui, Marcos?
Olha, você já perguntou as ativações. Eu só tenho o que eu posso complementar. É que quem vai pra Expo, ele tem uma experiência sensorial. A gente faz muita ativação pra você se sentir bem, pra você entender. Aproveite ao máximo. Aproveite ao máximo porque tem muita coisa pra ser vista. Em um só dia você não consegue ver. A feira aparece, ela tem 100 expositores. mas você perde muito tempo vendo cada stand. Uma feira que tem mil expositores, você não consegue ver tudo, porque mil é muito, mas cem expositores você consegue ver, porque dentro de cada módulo tem muita tecnologia. Tem empresas que fazem adesivo, você pega para que você adesiva ela. Tem empresa que vem com a placa pronta. Então, não é você ver uma placa cementista, tem vários tipos de placa cementista dentro de um próprio módulo.
Eu queria aproveitar, você tocou nesse assunto agora, essa questão da experiência, e recentemente o Luiz Henrique Ceotto, que é um engenheiro que eu admiro demais. Eu sempre falo aqui que a gente precisava ter mais Ceottos. principalmente no momento que a gente está vivendo desse movimento tão forte que é da industrialização. E o Ceoto, posso falar que ele é um cara que começou esse movimento, até trazendo o próprio agro como exemplo. Como o agro evoluiu com a inovação e a construção civil está tão atrasada atualmente. No artigo dele, ele coloca o arquiteto como ator principal desse movimento. A gente fala do papel do arquiteto na ampliação da adesão da construção industrializada. Como que você enxerga a importância do arquiteto nesse movimento, tendo em vista que ele é o especificador? E o que que a gente, enquanto movimento, aqui no Construe Quest a gente defende muito essa questão da industrialização. Por outro lado, você tá muito de encontro, vem muito de encontro esse movimento. O que que você O que você pode trazer aqui que a gente possa fazer para ampliar esse movimento junto aos arquitetos e também trazendo a indústria para trabalhar junto conosco nesse movimento?
O cerne da construção industrializada, off-site, modular, é o planejamento. Se tiver um bom planejamento, você vai executar a obra melhor. O planejamento começa do projeto. Você idealiza o projeto. Se o projeto estiver bem formado, estiver adequado às novas tecnologias, adequado à construção industrializada, modular, você já deu o primeiro passo. Por isso que o arquiteto, que você está falando, é muito importante. Tem que começar do arquiteto, porque quem projeta, quem idealiza, é o arquiteto. Na faculdade, os professores falavam pra gente, desenhar, todo mundo desenha. Agora, implantar não é qualquer um. Então o projeto é a implantação. Eu vou fazer como? Qual são os compartimentos? Eu tenho que fazer esse compartimento de acordo com o módulo. Eu tenho que pensar que eu preciso fazer ele modulado com até 3,20 metros. Porque se eu passar de 3,20 metros vai ficar caro. Eu posso inviabilizar meu projeto. Então tem que pensar nisso, porque quando você fala do convencional, você não pensa nisso. Você vai projetando e aí você passa pro engenheiro, o engenheiro fala, a viga vai ter 1 metro, vai ter 80, vai ter 60.
Ele define isso na hora, né?
É, o calculista vai falar, vamos diminuir aqui. Porque quem tá investindo passa pro calculista pra diminuir o custo. Então o arquiteto tem que começar a pensar no princípio, no princípio do projeto, como é que eu posso melhorar isso? Se eu fizer... tem 12 metros, tem 15 metros, pô, vou modular, você tem que fazer a modulação e a partir disso vai embora, porque quando você passa pro engenheiro já tá... A base está pronta. O engenheiro o que vai fazer? O engenheiro é o super necessário também, não é? Só arquiteto, é só arquiteto. Não, o arquiteto depende do engenheiro, que ele também pode ajudar nessa modulação, nos perfis diminuir, ao invés de colocar dois pés, colocar um só. Ele vai falar pra você, pode isso, pode aquilo. Tem que estar em conjunto.
É, e esse ponto que a gente traz da importância do arquiteto entender, ou seja, conhecer mais os sistemas industrializados é importante porque muitas vezes ele, tendo esse acesso nas possibilidades que a indústria pode executar ali naquele projeto industrializado, imagina que ele vai desenvolver, por exemplo, uma peça curva. E se ele, entendendo dos processos, entendendo as possibilidades, ele nunca, por exemplo, vai pegar uma peça ali e falar assim, aquela peça aqui, ela se encaixa perfeitamente de uma forma, sei lá, com parafuso, ele não vai colocar uma solda. Porque quando ele coloca uma solda, ele tá levando a mão de obra pro canteiro.
Então tudo aquilo que foi desenvolvido e.
Pensado com qualidade ele acaba levando mão de obra inclusive e danificando aquilo que foi desenvolvido na indústria.
É a solução que o engenheiro em conjunto com o arquiteto eles vão decidir, vamos fazer assim, vamos fazer assim, uma coisa o movimento que a gente tem feito na base, no ensino médio. A gente tem falado muito com as ETECs, que a ETEC tem os cursos de edificações. É onde o cara começa a pensar em dimensões, em sistema, como construir. E a gente teve, na última feira, a gente teve cinco ETECs que visitaram. Então, acho que é isso que a gente tem que fazer. Falar com o arquiteto, falar com o técnico de edificação e ir construindo isso, porque eles não conhecem. Se você for em qualquer ETEC, eles não conhecem isso.
É, nessa linha, né?
Nem o Last 2 Frames conhece na ETEC.
A gente tem falado muito, né? Como eu falei, a gente tem falado muito nessa questão do Last 2 Frames, da Construção Industrializada como um todo, mas essa informação, ela precisa ser mais divulgada, porque muitas vezes ela... Tudo bem, a gente que é do meio, a gente vê muita coisa, mas quem não é, de repente, não está tendo acesso. Eu me refiro à informação correta, né? Porque a informação, quando ela é... mentirosa, muitas vezes ela chega muito rápido, eu não sei por quê. Agora, aquela informação de qualidade, ela tem um pouco de dificuldade pra chegar ali nas pessoas que realmente tem que chegar.
Olha, eu venho do mercado que é de montagem de stand. Se você pensar numa montadora hoje de stand, ela é uma empresa industrializada. Ela é uma empresa off-site.
Sim.
Ele constrói o stand lá em um mês, E ele monta seu stand em quatro dias. Ah, mas não é uma... Vai ver os stands que tem por aí.
É, se você pegar o mesmo conceito.
Não tem hidráulica. Mas elétrica tem, tem parede. E, além de tudo isso, ele tem que ser auto-portante. Que é uma dificuldade. Ele não tem fundação, ele vai em cima de um piso do pavilhão e tem que ser auto portante. Se você pegar uma montadora hoje e uma empresa que constrói, lógico. Não é a mesma coisa construir uma casa e um stand, com certeza. Mas a ideia é a mesma.
É, o conceito ali, né? A base é a mesma.
Porque se não fizer um planejamento dentro do galpão... Eu sei disso porque eu faço projetos de stand e sempre fiz. Se você não fizer um planejamento dentro da sua fábrica de stand e não levar pronto o pavilhão, você não consegue montar. Você não consegue. E tem que ser milímetros mesmo, encaixa, tem que ser tudo encaixado. Não fica pronto. Eu tenho montado, isso é uma condiscussão do mercado de feiras, que não cabe agora, mas a gente tem montado estande num dia. A gente foi pro congresso agora de steel framing, nós montamos o estande num dia. Fizemos um baita planejamento, eles estão de 40 metros, todo construído, todo bem trabalhado. Até um expositor nosso que pediu pra gente fazer, a gente conseguiu montar num dia. Podia ser dois, três, que é o normal. A nossa feira tem quatro dias de montagem. Então esse paralelo aí, eu sempre fiz isso. Sempre tive que fazer planejamento. Isso cabe pra quem tá entrando aí no modular, no off-site. Faça um bom planejamento. Porque sem planejamento você não vai entregar a obra. Você vai falar pro cara que tá te contratando, te entrega a obra em 15 dias, vai virar 15 meses. Vai voltar pra ser convencional. Então não adianta você entrar com uma tecnologia e fazer no mesmo prazo que o convencional tá fazendo. Melhor fazer convencional.
Sim.
Sabe, já tem relatos aí que acontece isso. Um mês ficou três, quatro meses pra entregar. Tem até relato de off-site modular que ficou um ano construindo. Ficou um ano construindo, eu faço com convencional.
Por isso que aqui também ficou alerta, né? Você vai construir, você precisa se atentar. Quem que tá construindo?
Exatamente.
Essa empresa, ela não é só muitas vezes ter o conhecimento pra fazer. Também precisa ver se tem estrutura.
Primeira coisa, Quando você for contratar alguma obra, um bom projeto.
Sim.
Faça o projeto, perca seis meses fazendo o projeto. Fez o projeto, aí você pensa na obra.
O papel aceita qualquer coisa, né? Aceita, pode errar ali.
Você tem um diferencial da construção off-site modular que você pode ver a obra sendo construída lá na fábrica. Porque depois que tá construindo um terreno, como é que muda?
Sim.
Lá na fábrica você pode alterar. Pô, tu queria colocar, às vezes, a porta aqui pro lado de cá. Você pode mudar. Na obra, no convencional, você tem que quebrar tudo e mudar a porta. E isso, não preciso nem falar que isso acontece muito, né? Então, esse... Paralelo, eu acabei de falar, eu vivi sem isso, e hoje eu passo pra todos. Faça um bom projeto. Não vá... Essa história que eu entrego em três meses, ele entrega em três meses, mas ele tem seis meses pra construir.
Ele tem seis meses pra construir, ou seja, ele tá no processo, ah, vai ser, sei lá, no final do ano, mas ele já começou o processo na fábrica, né?
Só que a previsibilidade, ele consegue entregar no final do ano, porque muita chuva, ele vai lá e entrega pra você. O convencional pode ser que não, mas tem convencionais também que entregam no prazo. Vamos dizer que todos os prazos estouram. Também isso não é uma verdade.
E aí, falando ainda de conhecimento, eu queria agradecer o apoio do portal Hub e Construção. Você que quer aprender mais sobre construção industrializada, enfim, sobre qualquer sistema construtivo, enfim. visite o portal hubeconstrucao.com.br. Então, e ainda eu queria deixar um abraço especial para o meu amigo Josué, que é diretor da Fatec São Paulo, que também é uma grande parceira aqui do Constra e Cash. E queria te passar agora, a gente tem um quadro convidado convido, antes de passar para as suas palavras finais. Quem você gostaria de ver ou ouvir aqui no Constra e Cash?
Nossa, que pergunta, hein?
É, assim, de prontidão.
Se eu falar um aqui, o outro fica bravo.
Enfim, aqui a gente não pode ficar em cima do muro.
Você devia convidar o Breno Lima.
Breno Lima? Você é um convida para aquela câmera.
Breno Lima, você está convidado para vir aqui no podcast do Consulcast.
E ele vai falar sobre o que?
Ah, o Breno Lima, ele está com a gente desde 2018. Ele é o menino que eu apadrinhei. Eu trouxe ele pro Modular e hoje ele tem vários projetos com várias indústrias e ele sabe bem também do mercado do Modular Offsite.
Bacana, agora eu vou te dar uma devolutiva.
Eu não ia falar do Gilberto de Freitas, se eu não falar aqui do Gilberto de Freitas vai ficar... Porque o Tarsio já convidou, já falou pra você convidar ele.
Já. Mas tá legal, você pode reforçar o convite.
Não, pode ser um superdiferença também. Só não falei dele porque o Tarso já convidou.
Mas vamos reforçar, né?
Situação, eu sou o promotor de ventas.
Agora eu queria até aproveitar, você falou lá de normas, de essa questão tributária. Você consegue trazer alguém para falar sobre tributação na indústria da construção aqui?
Podemos falar com o...
Deu branco aqui.
Deu branco, mas a gente pode chamar o Fernando Guedes. Fernando Guedes do Cebic. Ele é o cara que mais, pra nós, ele tava no MIT. Ele sempre está em São Paulo, eu posso fazer o contato com ele para trazer ele aqui. Seria muito bom ele falar da parte de... Ele tem a fundamentação que ele falou pra gente do off-site.
Isso é muito legal, né? Porque assim, a forma de tributação, eu falo que isso também é um problema que a gente está vivendo hoje.
Né?
Porque... Enfim, eu nem vou entrar nesse mérito aqui agora, mas a gente trazendo um especialista...
É, vai muita acontecer coisa aí, e acho que... Tá muito difícil entender ainda o que vai acontecer, mas... Convida ele.
Pra aquela câmera de novo.
Convidar o Fernando Guedes? O Fernando Guedes está convidado a vir aqui pro ConstruCast pra falar sobre tributação. Igual você falou no MIT. Foi ótimo!
É, e aí a gente vai ampliar ainda mais, né?
Tem um monte de gente que eu posso convidar aqui.
Não, agora já deu, depois a gente vai... A grade aqui tá... Deixa um pouquinho lá para a Expo.
Na Expo vai ter bastante. A gente tem muito contato, eu principalmente, nesses últimos seis anos, eu tenho muito contato com todo o mercado.
Sim, sim.
Porque a gente precisa, e eu falo para o mercado, precisamos falar cada vez mais para aumentar a nossa Nossa atuação no mercado da construção civil que é baixa ainda, sabe? E tem, quando se fala em industrialização, uma coisa muito vaga. Industrializar é uma coisa muito ampla, né? Agora, falar de modular, de still frame ou de frame, que é o sistema off-site. O off-site, ele é um termo que ele agrega vários sistemas dentro dele. Essa é a ideia. E o off-site é tirar do canteiro. Mas dentro do off-site tem vários sistemas. Todos os sistemas compõem o off-site. Por isso que quando vai falar, Até pra nós assim, pra quem não entende, é um pouco mais difícil. Pra entender, pô, off-site é modular, é wood-framing, steel-framing, é o painelizado, é o concreto, tudo isso tá dentro da feira.
Tá dentro da feira e tá dentro do conceito com sound off-site.
Aproveitando aqui, 3 a 6 de junho, São Bodo no ENB, São Paulo. Filhos de módulos.
Vamos lá, 3 a 6 de junho, você está convidado pra participar da Expo Construção Offsite no IMB, onde acontece o grande desfile de módulo. Salva na agenda e vem com a gente.
E hoje a gente pode falar que é o único evento que agrega todos os sistemas industrializados. A gente tem todos lá dentro. Não, inclusive... Outros tentaram, mas a gente conseguiu.
É, tentaram, mas eu... Vamos mostrar, na verdade, inovação na prática. Agora eu queria passar as últimas palavras para você, para a gente encerrar esse episódio que está incrível. E você que chegou até aqui, coloque nos comentários o que você achou, sugira conteúdo e vamos ampliar ainda mais esse sistema de comunicação para o mercado de construção civil.
Olha, minhas últimas palavras, acho que eu estou muito feliz de ter sido convidado por você. que é um canal hoje que tá atingindo muita gente, sabe? A Expo Construção Offsite tem se consolidado no mercado aí como um farol aí pra construção offsite, né? Ou modular. E é isso. O que eu tenho que falar é que eu sou Hoje eu trabalho para isso, para divulgar, disseminar a construção off-site, modular, para que no futuro ela não vai dominar, mas tenha um ganho um pouco maior. E tirar esse negócio, uma coisa que eu falo há dois anos, essa disrupção entre industrializado, o off-site e o convencional, isso não pode existir. Isso é uma coisa que nós precisamos conversar com o convencional e se alinhar. Tenho falado isso com o Cebic, a Bicom é pra isso também, então a gente tá montando um ecossistema pra falar do off-site. E agradeço mais uma vez ao convite e estaremos juntos lá em 3 a 6 de junho.
Muito bem, agora eu queria só, antes de encerrar, nossa plateia tem alguma pergunta para o nosso convidado? Tá tudo ok? Então ele mandou super bem. Gente, então é... Ainda bem que eles.
Vão me deixar sem ajuste aqui, né?
Não, ficou legal. Então, dessa forma que encerramos mais um episódio aqui no Constrycast. E, de novo, eu te convido pra compartilhar nossos conteúdos, comentar, porque dessa forma, de fato, não é só assistir e ouvir e tá tudo bem, eu aprendi. Vamos compartilhar, né? Vamos entender, ou seja, nós aqui, enquanto canal, é importante entender o que você tá achando, se esse conteúdo foi útil pra você, o que a gente precisa mudar. Eu acho que é dessa forma, né? A gente precisa estar aberto a ouvir e só dessa forma a gente consegue passar por esse processo de transformação que tanto falamos aqui.
Mande perguntas pra nós.
Mande perguntas e a gente vai mandando aí, direcionando pros convidados. O que eu conseguir responder, eu respondo. E é isso aí, gente. Um abraço e até o nosso próximo encontro aqui no ConstraeCast. Como nasceu a expo Consumption of Science?
A gente tá montando um ecossistema pra falar do off-site. Então, a feira já aconteceu cinco vezes, nós temos pra sexta edição.
Nosso podcast estará lá pra receber você, pra gente fazer um bate-papo ali na hora.
Boas novidades aí, que a gente sempre quis trazer. Precisa ter um podcast, alguém que fale bem do mercado.
Nós queremos, de alguma forma, transmitir para você que, por alguma razão, não conseguiu visitar. Nós estaremos lá com o estúdio, fazendo bate-papo com expositores, eles explicando o que está sendo exposto na feira e vamos ampliar.
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