O Segredo Por Trás de Grandes Obras | Ganho de Cronograma e Boa Gestão | Por Dentro da Obra

In this episode of “Por Dentro da Obra,” civil engineer and site manager Felipe Pani discusses the High Garden Iguatemi project in Porto Alegre. He explains the strategic location of the building and then dives into the technical and managerial challenges of the foundation stage. The original design relied on continuous flight‑auger (hélice contínua) piles with diaphragm walls, but static load‑test results forced a hybrid solution that added root piles (estaca raiz) in Tower B. Felipe details the stark productivity gap (15‑18 hélice piles per day vs. 3‑4 root piles) and how the team reduced the required root piles from 189 to 51 by using a higher‑capacity drilling rig, cutting the schedule impact from 60 to 30 days. He then describes the reinforcement plan: 9.6 t of rebar, 9.1 t of high‑strength GG70 and the remainder GG50, which allowed the 180 m³ concrete block to be placed in 13 h and reduced labor and spacing requirements. Sustainability is highlighted through material reuse and fewer deliveries. The project serves as a pilot for Lean Construction in partnership with Clive Consultoria, applying Toyota‑derived line‑balancing to coordinate trades, suppliers, and labor, with the master builder Rodrigo Hansen driving the cultural shift. Felipe explains how early supplier engagement, weekly coordination meetings, and a “plan of attack” on the root‑pile bottleneck recovered 30 days of delay, bringing the schedule back to baseline. The episode ends with an invitation for viewers to engage and a thank‑you to ConstruCash.
Chapters
Sejam bem-vindos a mais um episódio Literalmente por Dentro da Obra. Estou com o engenheiro Felipe, que é o gestor desse canteiro e vai falar um pouquinho dos desafios que é tocar um projeto como esse. Este episódio é um oferecimento Gerdau. Felipe, seja bem-vindo à nossa série Por Dentro da Obra, onde você está incumbido de falar um pouquinho do desafio do dia a dia de tocar uma obra como essa.
Meu nome é Felipe Pani, eu sou engenheiro civil, sou gestor aqui do High Garden Iguatemi. E hoje ele está localizado na zona norte de Porto Alegre. A zona que hoje a gente fica é muito próxima aos principais shoppings da cidade. Então nós temos o Shopping Iguatemi, temos o Country Club, que é em frente à obra. Próximo ao Parque Germânia, há diversas escolas e creches para as crianças. Então hoje ela está num ponto bem estratégico da cidade, com fácil acesso.
Qual que é o desafio de tocar um projeto como esse hoje? Falando de não só de uma etapa desafiadora agora, que é o momento de fundação, e também do desafio de tocar essa parte de gestão, né? Você vê, você tem, está no momento agora de armação, momento de muita concretagem, Muita movimentação, uma hora você tem um acesso, esse acesso é fechado, precisa dar a volta. Como que é hoje o desafio de tocar o dia a dia aqui nessa etapa de obra?
A gente brinca muito que a obra é dinâmica, né? Um dia tu estás com o canteiro num cenário, no outro dia tu pode estar com um cenário totalmente diferente. E hoje um dos principais desafios de início de obra que a gente enfrenta, logística é um deles, né? Como a gente tem um canteiro mais amplo e a gente consegue fácil acesso, então isso nos facilitou muito aqui nesse empreendimento. E nessa etapa de obra de fundação, o que tem nos prejudicado e nos ajudado muito também é o tempo, né? Então aqui a gente conseguiu trabalhar com a fundação em tempo seco. A nossa fundação, primeiramente, ela foi pensada toda em estaca hélice contínua com parede diafragma, e após os nossos ensaios de prova de carga estática, a gente precisou fazer algumas alterações. Então hoje a nossa Torre A, que é essa torre que a gente tá à esquerda aqui, é uma torre que ela é 100% com estaca hélice contínua. Já a Torre B, que ela fica ao outro lado da obra, a gente precisou fazer uma substituição. Então nós temos hélice contínua e raiz. Então esse foi o nosso principal desafio encontrado nesse início, porque a produção de estaca raiz, ela é muito— a produtividade que a gente tem diária de estaca raiz, ela é muito menor do que a gente tem com uma hélice contínua. Enquanto a gente fazia em torno de 15, 18 estacas hélice contínua por dia, uma estaca raiz, tu vai fazer em média 3 a 4.
O que acaba atrasando um pouco o processo.
O que acaba atrasando um pouco o processo. Então as nossas paredes diafragma, que todo contorno da obra ele tem, fluiu muito bem. Nós trabalhamos aqui, um diferencial foi que a gente trabalhou com duas máquinas de parede diafragma. Então a gente veio cercando o terreno até elas se encontrarem aqui nesse centro. E aí eles continuam trabalhando, trabalhamos com uma dos dois lados e agora a estaca raiz por fim tá entrando na do empreendimento.
Felipe, agora quando você fala de desafios, que a obra, o canteiro de obra, ele é vivo, a gente está se movimentando o tempo todo. Nesse caso aqui você tem um modelo de furação que é de hélice contínua, lá você tem um outro modelo. Imagina que você, que a obra foi concebida para adotar o modelo hélice contínua, que é mais rápido o processo. E aí no meio do processo você tem que mudar, né? Como que você compensa Em que momento você compensa essa mudança de cronograma? Porque ela atrasa um pouco mais. Em que momento você vai compensar esse imprevisto?
A gente também brinca muito internamente que tu ganha prazo e perde prazo na fundação. Aqui no início, como não estava previsto a estaca raiz, a gente estava prevendo aí daqui a pouco atrasar uns 30 a 60 dias a concretagem da primeira laje. Porém, como eu comentei anteriormente, após o ensaio de PCE que ficou definido que nós precisaríamos de estaca raiz na torre Torre B, o que que acontece? Primeiramente ela foi pensada contínua, depois do ensaio toda raiz, e posteriormente também a esse ensaio nós nos reunimos com a projetista e vimos a melhor maneira de viabilizar tu também ter o stack Ls contínuo na Torre B. Então o que que a gente fez? A gente conversou com a empresa de estaqueamento, eles tinham uma máquina que tinha uma potência um pouco maior que o nosso solo comportaria, fizemos alguns furos testes na Torre B e a gente conseguiu diminuir de 189 para 51 estacas raiz. Então aí a gente já conseguiu diminuir o que era 60, já baixou para 30. Aí, como é que tu vai conseguir reduzir os últimos 30? O solo aqui ele tá se comportando muito bem. Então em planejamento a gente tinha pensado em fazer uma raiz por dia e agora a gente tá conseguindo fazer 4. Então o que antes era uma preocupação, agora já passou mais a ser uma tranquilidade para nós em saber que esse prazo a gente conseguiu dilatar ele.
Agora aquela pergunta, você Nesse caso, vocês contaram com a sorte também ou não?
Dizem que sempre tem que ter um pouquinho de sorte, né? Então o solo aqui, eles têm que nos ajudar, tem nos ajudado bastante, tá? A gente, como é que funciona o nosso acompanhamento de estaca? A gente tem o setor de projetos da empresa muito próximo à obra e os projetistas de fundações também muito próximos. Então quando a gente encontra qualquer variação, seja na estaca hélice de atingir o impenetrável antes do que estava previsto em projeto ou da raiz não pegar daqui a pouco uma rocha, pegar só uma variação de solo, a gente comunica eles. Então, o que que tem acontecido agora aqui nessas estacas raiz? A gente tá tendo uma fluidez muito grande. Eu tô conseguindo fazer essa estaca raiz 4 por dia porque eu contei com a sorte e contei com o solo para nos ajudar daqui também.
Conta pra gente qual a quantidade de aço utilizada aqui de vergalhão e a quantidade também de concreto. Só que antes de você falar do concreto, vou querer entender mais sobre a ferragem, porque foi usado muito aço aqui.
Exatamente. Hoje a quantidade de aço que a gente tem nesse bloco é 9,6 toneladas, sendo separadas em 9,1 de GG70 e o restante em GG50. E a gente vinha falando muito em otimização de tempo, de mão de obra. O que que acontece? Esse bloco hoje com GG70 a gente conseguiu montar ele todo em 2 dias. Se a gente fizesse ele daqui a pouco com GG50, nós precisaríamos de 3,5 a 4 dias, aumentaria a quantidade de ferreiros para a gente fazer essa produtividade, ou Daqui a pouco tu reduz também, mas daí tu demora um tempo maior. Então acelerou e muito essa produtividade aqui desse bloco.
E aí quando a gente fala em GG70, esse é um aço vergalhão de alta resistência. Por ele ter uma alta resistência, você acaba reduzindo o número de barras, né? E consequentemente reduz a mão de obra. Por isso que ele acelerou esse processo de armação aqui, de montagem do bloco.
E uma das facilidades que esse GG70 nos trouxe é que a gente tem um espaçamento um pouco maior entre as barras. Então facilita na hora do lançamento do concreto aumentar a fluidez. Então esse bloco aqui que a gente está vendo, hoje a gente concretou ele com 180 metros cúbicos. A gente iniciou ele às 7:30 da manhã, 13 horas já estava finalizado. O que acelerou muito também foi isso. A gente teve um maior espaçamento. Evita alguma patologia futura, a gente mantém o vibrador, né, que é item obrigatório, mas ele aumenta essa fluidez e nos facilita muito aqui na hora do lançamento do concreto.
Quando a gente inova em qualquer etapa da obra, a gente acaba agilizando como consequência, né? Você trouxe tempo pro momento de concretagem, você trouxe um ganho de tempo também pra armação, e o melhor, que você pode ver ali do lado, O canteiro você tem um espaçamento mínimo de armazenamento.
E como a empresa, o Grupo Melnick, ele preza muito pela sustentabilidade, a gente pensa nisso também, reaproveitamento de material, que a gente não tem desperdício, né? A carga hoje ela vem fechada para nós, o que poderia ser com um GG50 daqui a pouco 3 cargas, a gente acaba recebendo em uma. Então a gente pensa muito nesse lado sustentável. Acrescentado também.
Felipe, tem algum outro ponto dessa obra que você gostaria de falar nesse episódio?
Aqui no High Garden a gente está sendo a obra piloto do Projeto Lean, então a gente está implementando o Projeto Lean Construction aqui dentro do empreendimento e acho que é bacana a gente fazer um, eu te apresentar ali o nosso pense sobre a obra aqui.
Vamos lá, vamos falar de Lean Construction no canteiro de obra. Felipe, agora estamos aqui na área onde tem o ouro da inovação aqui. Então, o edifício High Garden em Guatemi, ele é um edifício de, é uma obra de médio padrão.
Exatamente.
Qual que é o desafio de implantar o Lean Construction num projeto como esse?
Então, a gente está trabalhando, a obra High Garden em Guatemi é um projeto piloto da empresa, tá? Em parceria com a Clive Consultoria. Então a gente está tentando implementar aqui o projeto Lean, Lean Construction, que ele é baseado no sistema Toyota de produção. Nesse sistema ele busca maximizar desperdícios, então mão de obra, perda de material, perda de valor. Então aqui nessa linha de balanço que a gente chama, a gente está com a obra distribuída ao longo do tempo. Então nesse primeiro momento que a gente fez, a gente lançou todos os serviços que a gente tem nos pavimentos tipo até a cobertura. E aqui a gente consegue identificar, e o projeto Lean é legal porque aqui se a gente chamar qualquer pessoa aqui e perguntar da minha equipe, seja administrativo, seja o Mocharif, quando é que eu começo a instalação de portas, por exemplo, ele vai aqui no início, ele não, é porque são muitas cores, ele vai vir aqui, vai procurar e vai dizer, ó, aqui tá portas. Ela inicia na semana 75, no dia 3 de maio. Ah, e quando é que as portas terminam? Ele vai acompanhando essa sequência e ele vai me dizer que ela termina na semana 101.
Muito legal, então eu vou mudando, né? Eu vou criando uma escadinha, que a gente chama, até atingir o objetivo final, que é a finalização dessa etapa da obra, para entrar posteriormente a subsequente. Felipe, e nesse processo de gestão, de gerir um canteiro de obra como esse, a gente tem o mestre, que é o grande maestro. Que tá atendendo as pessoas no dia a dia, gerindo as pessoas e reportando pra vocês da engenharia. Qual a importância do mestre estar junto nesse processo de implantação do Lean?
Bom, primeiro então vou voltar alguns meses atrás, tá? A gente entregou um empreendimento recentemente que fica na Cidade Baixa aqui de Porto Alegre, que é o Gol Cidade Baixa, e o mestre é o mesmo que estava lá. Lá ele que nos trouxe esse conceito de projeto Lean, então partiu do mestre essa inovação. Então essa inovação dessa obra partiu do mestre. Do mestre e de uma outra pessoa que é o nosso analista, que também é formado em engenharia. Então os dois trouxeram para a equipe e posteriormente para a empresa o Projeto Lean. Então a gente tem alguns projetos internos aqui que é o mais engenharia, analistas, e eles têm que trazer alguns projetos. E o projeto do analista aqui da obra foi o Projeto Lean Construction, que a empresa toda abraçou, escolheu uma obra piloto que é o High Garden em Iguatemi e agora está sendo Posteriormente, a gente está aplicando no outro High Garden, que é o Rio Branco.
Agora fala o nome do mestre de obras para nossa audiência.
É Rodrigo Hansen.
Olha que legal! O mestre de obra, ele na verdade fomentou, ele despertou o interesse para vocês conseguirem implantar essa inovação aqui nesse projeto. Agora, qual que é o desafio de implantar uma tecnologia como essa, ou seja, uma metodologia de trabalho num canteiro de obra?
Daí a gente vai chegar num ponto que hoje é um ponto muito crítico para nós da construção e acredito que para outros ramos também, que é a escassez da mão de obra. Então isso aqui nada mais é do que recurso. Se eu tiver os recursos corretos e a empresa, o setor de suprimentos, está trabalhando para que a gente consiga seguir essa linha de balanço, a gente vai ter um êxito gigantesco aqui. Porque o material a gente consegue se programar, pedir um tempo antes. A mão de obra, ela tem que estar disponível ali para nós. Então a gente pensa sempre em contratar de 3 a 6 meses antes de iniciar o serviço, faz um ato de reunião com o fornecedor, pega o compromisso dele E agora, a partir desta obra, a gente vai começar a colocar nas metas dele essa linha de balanço.
Nossa, é muito bacana porque o fornecedor, ele tem que estar seguindo essa forma de trabalho, senão não faz sentido, senão ele tá fora do processo.
Exatamente, aqui a gente vê o ciclo, tu consegue ver quantas semanas dura cada atividade e com isso a gente consegue inclusive fazer um histograma da mão de obra dele e dizer: ó, pra fazer 3 pavimentos tu precisa de 10 pintores, tu precisa de 5 pedreiros pra fazer alvenaria e ele consegue se programar chamar também. Então acho que isso aqui é um facilitador para todo mundo, ele vai ficar disponível aqui. Nós temos reuniões semanais de empreiteiros, reuniões semanais de equipe, e a gente vai sempre se basear nessa linha de balanço, que aqui tá o sucesso desse empreendimento.
E o legal é que a cadeia toda ganha, né? Porque eu, enquanto empreiteiro, eu tenho acesso a um processo de trabalho como esse. Se eu consigo levar isso para outras obras, para outras construtoras na qual eu fui trabalhar, o setor da construção, a cadeia toda ganha.
Com certeza. E para construir isso aqui, a gente também conversa com eles para perguntar assim: daqui a pouco a gente tem um prazo para fazer uma limpeza de um pavimento, por exemplo. Aqui tá o prazo de uma semana. Daqui a pouco eu ligo para o fornecedor e ele fala: Bah, em uma semana eu não consigo. Daqui a pouco eu consigo com menos, daqui a pouco eu consigo mais. A gente chega no meio termo para conseguir lançar nesse quadro aqui, que é a nossa linha de balanço.
E é daqui que sai a decisão de, ah, preciso criar um plano de ataque para compensar um atraso que teve em alguma etapa da obra.
Exatamente.
Sai tudo daqui.
Aqui a gente consegue ver tudo isso. Nós já temos um plano de ataque em ação, inclusive. Essa aqui é a parte da estrutura, tá? Mas depois eu mostro para vocês ali a parte da fundação. Ali a gente já tem um plano de ataque em ação que vai reduzir toda a nossa linha em algumas semanas.
Agora uma pergunta para nossa audiência: vocês já tiveram acesso a uma organização, uma forma de trabalho assim? Conseguiram visualizar? Você que está acompanhando, tem alguma dúvida? Coloca nos comentários. Felipe, você precisa acompanhar lá, tá? Você tem alguma dúvida lá da galera e eles vão perguntar. Inclusive, mestres, vamos participar. Lembrem de novo, o mestre de obra desse canteiro foi fundamental para implantar aqui. Neste projeto. Vamos lá mostrar?
Claro. O que eu trouxe anteriormente é que o nosso primeiro plano de ação e plano de ataque aqui envolve as estacas raiz que eu já trouxe lá atrás quando a gente estava lá no campo. Eu trouxe que era um desafio grande para nós e aqui a gente estava previsto fazer as estacas raiz em 6 semanas. Conversando com fornecedor, a gente conseguiu reduzir esse prazo. Daí tu me perguntou antes: é sorte? É sorte, mas também é competência dele de estar conseguindo cumprir. Então a gente vai diminuir de 6 semanas para apenas 3 semanas. Então lembra que eu te falei que eu tava 30 dias atrasado teoricamente? Eu já puxei a obra, já tô voltando para nossa linha de base só com essa ação que a gente tomou junto ao fornecedor. Então quando a gente tem um, um dessa linha de balanço, a gente pode tirar uma linha de restrição também, uma planilha de restrição, que é onde eu tenho problema e onde é que eu tenho que atuar. Esse aqui foi uma restrição nossa que a gente conseguiu atuar, e agora na atualização que a gente ainda vai fazer dessa linha de balanço, a gente já vai puxar a obra esses 30 dias que eu te trouxe de volta para a linha de base dela.
E esse é um exemplo que quando você tem bons parceiros trabalhando no dia a dia, a realidade da obra é outra.
Exatamente.
Bora encerrar esse episódio com um cenário da obra de fundo?
Claro, bora!
Este foi mais um episódio da série Por Dentro da Obra. Felipe, obrigado pela sua participação, você ajudou demais. E fique à vontade para dar suas últimas palavras para a gente encerrar esse episódio.
Eu que agradeço a todo o pessoal da ConstruCash. Foi um prazer enorme ter compartilhado com vocês um pouco do nosso dia a dia, um pouco das dificuldades, dos aprendizados que a gente tem. E eu tenho certeza que sempre que vocês precisarem, a empresa vai estar de portas abertas para receber vocês. Assim como ficou o convite em aberto para nós visitar vocês lá em São Paulo, fica nosso convite para voltarem aqui daqui a pouco ver se a linha de balanço da obra realmente está funcionando, né? E ver se a gente está conseguindo implementar todas as inovações que a gente pretende aí nos próximos anos.
E você que quer participar junto com a gente, coloca nos comentários. De novo, o Felipe vai estar ali acompanhando para responder para vocês. É isso aí! Mais uma vez, conhecimento também se constrói.
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