Podcast de Construção | Construção STEEL FRAME | Valcir Nunes | Construecast

Valcir Nunes, founder of a construction tech company, discusses Light Steel Frame, a building system using galvanized steel that cuts construction time by roughly 50% and weighs about 30% less than traditional methods. The episode covers how the system works, its thermal and acoustic benefits, and challenges like training skilled workers.
Questions this video answers
2011.
Cerca de 50% do tempo.
Cerca de 30% do peso (Steel Frame é 30% do peso comparado aos tradicionais).
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Sejam bem-vindos ao ConstrueCast. O episódio de hoje é um oferecimento produtor à Infinity Plus. Está no ar mais um episódio do ConstrueCast. Hoje vamos falar sobre um tema muito importante que é Light Steel Frame, ou seja, como inovar na construção civil, principalmente quando o assunto é casas. Hoje o nosso convidado é fundador de uma ConstruTech e vai falar um pouquinho da sua experiência de construir uma empresa que tem o propósito de transformar a vida das próximas gerações através da tecnologia. Walser Nunes, seja bem-vindo ao nosso podcast.
Olá, Paulo. Obrigado pelo convite. Feliz de estar aqui, poder bater um papo aí, falar um pouco sobre inovação. Esse podcast, já ouvi um pouco aqui outros cases antes de vir aqui, então, bacana. Então, feliz de estar aqui para poder falar um pouco sobre o que a gente vem fazendo aí para ajudar na contribuição e para a revolução da construção civil brasileira.
Para a gente começar o nosso bate-papo, até para... introduzir um pouco o assunto para que a nossa audiência entenda o que é steel frame?
Steel frame eu consigo dizer que nada mais é do que... eu costumo fazer um comparativo com o corpo humano, então a gente está falando de uma estrutura de aço, aço leve, galvanizado, que seria um esqueleto, e que externamente é fechado com algumas placas, que a gente tem opções de fechar com materiais que vão se assimilar a uma casa de alvenaria, aqueles sides que imitam as casas americanas, Aí, internamente, a gente recebe isolamento termoacústico, e depois as chapas de drywall. Então, resumo, é um esqueleto revestido.
E antes de entrar na parte do podcast, propriamente dito, que é a construção de casas em light steel frame, onde... onde esse tipo de tecnologia é muito utilizada, né, antes de chegar, por exemplo, no Brasil.
Legal. O Steel Frame nada mais é do que uma evolução do Wood Frame. O sistema construtivo Wood Frame, que é onde 90% das casas nos Estados Unidos são construídas com essa tecnologia. O Steel Frame nada mais é do que uma evolução onde você deixa de utilizar madeira na estrutura e passa a utilizar o aço.
E como surge essa vontade de empreender no mercado de construção civil e, principalmente, nesse segmento de residência?
Então, isso é interessante, é uma longa história. A história de todo empreendedor é assim, né? Mas quando eu tinha uns 15 anos de idade, eu trabalhava na loja de um primo meu que vendia essas divisórias para o escritório. E eu olhava aquilo e via assim, poxa, como é fácil fazer a repartição, a divisão de um escritório de uma forma industrializada, de uma forma... você monta, né? E aí eu sempre pensava assim, poxa, mas deveria existir uma forma de construir casas assim também. Mas nem sabia que existia o Woodframe, existia o Frame. E aí quando eu estava com meus 18, 19 anos de idade, empreendendo já nessa área, surge a oportunidade, um amigo me convida para um café e me fala o seguinte, ó, Valseiro tá surgindo no Brasil agora, uma nova tecnologia, o pessoal chama de construção a seco e tal, isso vai ser o futuro da construção civil brasileira, e estou te convidando para participar desse negócio. E aí, pra mim, como era uma pessoa que era uma referência pra mim no empreendedorismo, e eu sempre tive essa busca por inovação, eu falei, o momento é agora. Eu calculei o que podia dar de errado, entendi, e aí decidi abraçar a causa. Imaginei que seria um pouco mais fácil, mas foi nesse momento que eu decidi investir um pouco no sistema Constituição e SteelFrame.
Mas isso tá falando em que ano? Que ano mais ou menos isso aconteceu?
Isso eu tô falando em 2011.
2011? Mas quando você fala em construção masseco, já era nesse sistema steel frame? Ou você tá falando mais dessa parte de drywall, dessa parte mais de fechamento, eu diria?
Então, nesse momento eu já trabalhava no mercado da construção a seco, só que mais com divisórias. O que é construção a seco? É tudo aquilo que é produzido dentro de uma indústria. Então, eu costumo dizer que o brasileiro passou a aceitar o sistema construtivo a seco por etapas. Então, há uns 30 anos, o brasileiro passou a aceitar construir os móveis da cozinha dele, da casa dele de MDF. Isso não deixa de ser um material de construção a seco. Depois, o drywall. Piso laminado. Até o ponto que ele está chegando para aceitar construir toda a casa no sistema construtivo a seco. Então, isso seria o sistema de construtivo a seco. Então, na verdade, esse processo começou aos meus 15 anos de idade, mas eu não sabia que eu participava desse mercado já. E aí a gente vem nesse processo de evolução, né? Cada vez mais pegando mais fatias da construção.
E como que é essa aceitação? Imagina, você está pegando uma pessoa leiga que tem o sonho de construir uma residência, Mas vou construir em light steel framing, porque você não tem ali a tradicional parede de alvenaria, o famoso montar tijolo. Como que é a aceitação na hora de convencer um investidor a construir sua residência nesse sistema construtivo?
Hoje isso já é bem mais fácil. Se a gente fosse falar de alguns 5 anos atrás, isso era um pouco mais difícil. Mas hoje as pessoas conhecem já. E quando você leva um cliente e apresenta uma casa com todo o Steel Frame, com toda a tecnologia, com todos os benefícios que ela oferece, fica fácil de convencer. E hoje todo mundo tem acesso à informação. O Steel Frame já não é mais uma novidade no país. Então, tem muita informação na internet, as pessoas pesquisam, quem já teve a oportunidade de viajar para fora do país, já viu que lá fora se utiliza muito. Então, hoje, no público de média para alto padrão, que é onde a gente atende, a gente tem uma maior facilidade de introduzir a nossa tecnologia.
Valcir, e quais são, quando você agora acabou de citar, essas vantagens, quais as principais vantagens você destacaria na hora de construir nesse sistema construtivo?
São várias, mas eu vou falar um pouco como funciona o nosso processo de vendas na empresa. Então vamos lá. O cliente decidiu, nos procurou, para orçar a casa dele. Primeiro momento, o que a gente vai fazer? A gente vai entender se aquilo que a gente entrega é o que esse cliente está buscando. Porque este o frame é um sistema construtivo muito interessante, tem muitas vantagens, mas a gente precisa fazer um alinhamento de expectativa. Então, se o cliente busca velocidade de obra, se ele busca o melhor conforto térmico e acústico, se ele busca uma melhor experiência na hora de construir, o Steel Frame é a melhor opção. Se ele tem uma necessidade, por exemplo, precisa fazer uma ampliação e tem uma dificuldade lá de estrutural, por exemplo. Então, a gente está falando de sistema construtivo que ele é 30% do peso quando comparado aos sistemas construtivos tradicionais. Então, cada cliente vem por uma dor diferente. Então, como eu disse, a gente não faz nenhum processo de convencimento. A gente entende o que o cliente busca e oferece aquilo que a gente fornece. Em alguns casos, acontece que a gente direciona o cliente para outras soluções. Então, a gente sempre fala que a gente tem que utilizar o melhor de cada sistema consultivo.
E eu vou entrar em algumas questões. Agora você falou de um ponto muito interessante que eu quero antecipar, porque no meu dia a dia em obra eu ouço algumas coisas, principalmente quando o assunto é essa questão de conforto térmico e acústico. Eu queria que você falasse um pouquinho desses pontos, porque você acabou de citar que é um baita diferencial. Então, como que é o sistema, essa parte de conforto térmico e acústico? Por que você tem todo esse controle nesse sistema construtivo?
Então, a parede ela é estruturada, uma estrutura metálica de aço leve, aí na face externa você tem lá o revestimento, E na face interna você recebe um isolamento acústico, que pode ser uma lã de vidro, pode ser uma lã de pet, enfim, existem alguns materiais hoje no mercado. Então para cada necessidade a gente vai oferecer um tipo de isolamento. Então é isso que vai proporcionar um excelente desempenho termoacústico para essa edificação. Coisas que não haveria para você conseguir fazer isso, você teria que fazer talvez uma parede dupla, uma parede mais espessa, e aí você acaba perdendo espaço na construção.
E nesse sentido, como funciona a integração desse sistema, ou seja, a união dele com outros sistemas, por exemplo, como a madeira, o próprio vidro, A gente pode.
Trabalhar, é possível fazer obras híbridas. Então a gente tem muitas situações onde o cliente fez a casa dele em steel frame, mas ele queria ter lá uma estrutura de forro, uma estrutura de cobertura em madeira. Então é possível. Eu gosto muito de trabalhar esse sistema de obras híbridas. Ah, o projeto pedia lá uma fachada com concreto aparente. Enfim, é possível, é fácil conectar, não tem muita dificuldade. Então a gente consegue trabalhar com várias composições de materiais hoje.
Então existe uma facilidade de integração com outros subsistemas. Sim, sim.
E é muito comum isso. Então, por exemplo, ah, nós temos uma obra que tem um grande vão lá e o Light Steel Frame não vai vencer esse vão. Poxa, vamos trabalhar com uma asa pesada, uma viga de concreto armado. Então, é utilizar o melhor de cada sistema construtivo. Steel Frame é interessante sim, mas vamos entender o que cada sistema construtivo tem de melhor e vamos fazer essa obra híbrida, né?
Então, quando você fala em tecnologia, na verdade, tecnologia é o meio, ou seja, não é o fim. Você usa a tecnologia para acelerar alguns processos e trazer benefícios para aquela construção, ou seja, para usar o melhor de cada solução construtiva.
Exatamente. O processo é mais importante do que a tecnologia. A tecnologia, de fato, ela vem somente para ajudar a acelerar o processo. Mas o processo, eu entendo que ele é sempre mais importante do que a tecnologia. E antes disso, tem as pessoas, né?
Você, e esse tipo de... quais os tipos de obra, né, ou de construção eu posso utilizar esse sistema construtivo? Porque eu entendo que, quando você fala de, por exemplo, uma construção modular, por exemplo, não é pra qualquer sistema construtivo, né? Não é pra qualquer tipo de obra, né? Então, você tem ali... alguns usos específicos. E nesse caso de Steel Frame, como que funciona? Qualquer tipo de obra eu posso construir em Steel Frame?
Basicamente, todos os tipos de obras. Porém, em alguns, você vai utilizar mais ou menos Steel Frame. Então a gente atendeu, por exemplo, a gente atendeu postos Ipiranga, aquelas conveniências da MPM, É um cliente. Nós atendemos franquias McDonald's. Cresciu, Santa Catarina, tem uma obra lá que é feita toda em light steel frame. Mas o cliente que mais nos consome hoje é o cliente de casas, casas em condomínio. de médio e alto padrão. Esse é o cliente que nos procura hoje. E a gente entende que esse cliente ele comprou um terreno e ele tem a opção de levar lá oito, dez meses para construir uma casa lá de 400 metros quadrados em La Estilfreme, ou às vezes ele levar dois anos para construir uma avenaria com muito mais gente envolvida. Então esse é o cliente que está nos consumindo hoje, o cliente que ele valoriza há muito tempo, né? Que é o nosso ativo mais valioso hoje.
Em Steel Frame, você leva quanto tempo a construir uma casa nesse tamanho?
Steel Frame a gente fala hoje que em torno de 50% do tempo, quando comparado aos métodos tradicionais.
E com menos gente envolvida, com menos...
Menos pessoas envolvidas.
Menos pessoas envolvidas, menos barulho ali na vizinhança.
Menos barulho, menos incômodo pra vizinhança. Isso até tem uma história interessante. Uns dois anos atrás, até um pouco mais, me chamaram num condomínio, porque o condomínio não aceitava outro sistema construtivo que não fosse alvenaria. Aí chamaram lá pra gente apresentar o sistema. E eu fui mais pra acompanhar o arquiteto, não tinha levado nenhuma apresentação nenhuma e tal. E aí o arquiteto pegou e olhou pra mim assim, ah, você fala aí. E eu não fui preparado pra falar. Aí eu olhei assim praquele condomínio, algumas crianças ali com a família, tá no sábado de manhã. Aí eu falei o seguinte, ó, a gente tá com um projeto aqui da ClienteTal, é um projeto que a gente consegue construir ele em seis meses. A gente vai ter aqui uns 4 caminhões entrando aqui dentro do condomínio para fazer essa obra. Menos pessoas entrando dentro do condomínio. Então nós temos essa opção. Ou, se for fazer em alvelaria, são caminhões de areia, de brita, o tempo todo entrando. Isso atrapalha aqui na vida de vocês. Estou vendo que tem crianças aqui e tal. Poxa, tudo levantou a mão, concordou, e ali eu acabei convencendo. Foi muito fácil, né?
E eles agora acabaram adotando esse sistema. Ou seja, não é só na metodologia tradicional, na construção tradicional, mas nesse condomínio.
Exatamente. Isso foi bem interessante, porque nesse condomínio tinha uma pessoa lá que... Sempre tem nessas reuniões de condomínio aquela pessoa que é do contra, né? E aí eu vi aquela pessoa que era mais do contra, que mais questionou, que era vizinha. Daí depois eu entendi, porque essa pessoa era vizinha da casa que seria construída. E do lado da casa dele já havia sido construída uma outra casa, onde ele tinha um problema que todo dia a piscina dele estava toda suja com a poeira que vinha da obra de alvenaria do lado. É por isso que ele tinha uma preocupação tão alta. E esse vizinho dessa casa depois nos indicou pra um outro amigo dele que acabou construindo Light Steel Frame também. Porque ele virou fã. Porque ele viu uma de alvenaria do lado e outra de Light Steel Frame. Então... O Steel Frame de fato, ele causa um menor impacto pra vizinhas, né? Então, é vantagem não somente pro cliente, mas pros vizinhos dele acaba sendo também.
Menos transtorno, né? No entorno ali da construção.
Exatamente, menos canteiro de obra, menos pessoas acessando, menos caminhões entrando.
E nesse sentido de construção que você cita que é um tipo de solução construtiva para médio e alto padrão? Você acha que no futuro, próximo eu não diria, mas médio, você acha que isso vai chegar em uma classe com renda menor?
Eu acredito que sim. A gente está olhando para esse mercado. Hoje o custo, a gente é mais competitivo em casas acima de 200, 300 metros quadrados. E cada vez mais, quem está nos procurando é o cliente de média e alto padrão. Mas, por exemplo, nós temos obras no Uruguai também. No Uruguai, steel frame já é mais barato.
Já é mais barato que o método tradicional lá?
Exatamente. No Chile também, steel frame é mais barato. Então, no Brasil, acho que isso vai acontecer em breve, né? Acho que a aviação, né? A aviação, antigamente era muito mais caro, né? Então, hoje, reduzir o custo e tá mais barato voar do que andar de ônibus. Então, acho que a mesma coisa vai acontecer no steel frame.
Mas quais são os fatores que impedem essa redução de custo nesse sistema construtivo, ou seja, para que esse público com renda menor tenha acesso a esse tipo de solução?
Tá, interessante. Eu diria que não é nem uma redução de custos. Quando nós começamos lá em 2011, o Steel Frame era em torno de 30% mais caro, quando comparado aos sistemas tradicionais. Hoje já tá ali igual. Alguns casos um pouco acima, alguns casos igual, depende muito como se orça. Mas a gente tá tendo aí um déficit de mão de obra muito grande. Então cada vez mais a mão de obra Vai ficando mais caro pra construir uma vendaria. Então até o pessoal desses dias, eu vi alguma coisa no Instagram ali, né, que se você acha que você é pobre, se você acha que pedreiro é pobre, tenta contratar um. Aí você vai entender que o pobre é você.
Não, eu vi isso. Eu achei super... Eu achei bem interessante isso. Então, acho que tem um problema, de certa forma, na questão da formação. Porque você tem poucos profissionais qualificados para atuar nesse... nesse segmento?
É que é mais fácil você formar mão de obra pra sistema construtivo industrializado do que pra sistema construtivo artesanais. Então, por exemplo, um pedreiro hoje, um construtor ali que tem, sei lá, 50 anos de idade, ele não quer que o filho dele siga na mesma profissão. Ele vai querer que o filho dele vá estudar, ele vai querer que o filho dele vá fazer outra coisa. E aí, a rampagem. Quanto tempo você leva pra formar um pedreiro? Poxa, servente, vai até aprender, isso leva alguns anos, né? E eu não sei se existe algum estudo pra isso, mas eu imagino que hoje pra cada dez pedreiros aí que se aposentam, não sei se entram cinco. É, não sei se existe algum estudo para isso, mas eu vejo que hoje a gente tem alguns montadores que trabalham conosco e são pessoas jovens, de 20 e poucos anos de idade, e eu vejo publicando no Instagram, e isso me mostra muito sobre isso, né, que publicando no Instagram, trabalham em cut-frame, na tecnologia, então as pessoas têm orgulho de trabalhar com isso.
Então, você não acha que a visão dessas pessoas tem mudado um pouco? Porque você pega, tudo bem, eu sou pedreiro, mas eu não tenho uma formação, ou seja, eu não precisei de uma formação, acabei indo mesmo na raça ali pra aprender. E quando você tem essa tecnologia, onde você tem agilidade de processo, você tem que, de certa forma, estudar um pouco mais o mercado, se especializar um pouco mais no mercado, você tira um pouco aquele preconceito Sabe, da questão, ah, porque o fulano é pedreiro. Porque, infelizmente, existe muito isso. Aí você fala de um ponto, né? Essa questão que não tem essa que pedreiro é pobre. Na verdade...
Pobre é a gente.
Pobre é a gente.
Pobre é a gente, porque vai contratar pedreiro.
Então, o que existe ali, na verdade, é um problema mesmo de formação. Às vezes ele acaba gastando mais do que ganha e, de certa forma, É.
Não é uma regra, né? Porque, assim, eu conheço muitos pedreiros aí que os caras fizeram a vida, enfim...
Não, eu também conheço.
Então, acho que a desorganização, acho que vem em todas as áreas, né? Então, a gente fala muito pedreiro, mas, pô, tem médicos, quer dizer, desorganizados e vai pra isso.
Você tem. Outro dia eu tava conversando com um engenheiro, ele falou que eu tenho vários amigos engenheiros fazendo aplicativo. Então, acho que não é a profissão em si, é que infelizmente as pessoas acabam massacrando, né?
É que na verdade, não é nem... é que o sistema construtivo entrega até mais qualidade de vida. Então, uma vez eu estava conversando com o construtor de light steel frame na obra, e até ele gravou um vídeo lá, que depois a gente até repostou isso, que ele falava pra mim, isso me marcou bastante, porque ele falava pra mim que chegava em casa menos cansado. que ele tinha mais qualidade de vida. Chegava em casa com a roupa, que a mulher dele estava contente porque ele era pedreiro e foi trabalhar com a Steel Frame. E a mulher dele estava contente porque as roupas dele chegavam em casas mais limpas, menos sujas. Ele chegava em casa menos cansado, então isso me marcou bastante quando eu vi isso. E de fato, a tecnologia oferece também mais qualidade de vida para as pessoas que estão envolvidas nesse mercado.
E eu percebo que, assim, nas suas publicações, eu andei vendo um pouco, você trabalha muito essa questão humana, né? Você coloca, ou seja, o lado humano no centro de tudo, né? E aí você tá falando desse ponto de, de certa forma, qualidade de vida pra essas pessoas, que conseguem entregar a mesma construção de forma melhor, ou seja, não vai ter aquele problema quando chega de repente numa idade mais avançada, porque a construção pesada traz essas dificuldades para esses profissionais. E como que você trabalha isso dentro da sua empresa?
Eu entendi há alguns anos que uma empresa... Quando eu comecei a trabalhar com SteelFrame, eu colocava a tecnologia na frente. Então, isso de freio é a tecnologia. Então, falava muito sobre a tecnologia. Até que chegou o ponto que eu entendi que você não faz nada somente com a tecnologia. Você precisa de pessoas. Então, o trabalho é o seguinte. Pessoas, processo e tecnologia. Então, a gente precisa entregar para uma empresa ter sucesso, a gente precisa entregar para as pessoas o que elas querem. Então, vamos lá. Você cuida do time, cuida do colaborador e ele vai cuidar do teu cliente. Então vamos lá, o que o cliente quer? O que o cliente busca? O cliente busca uma obra mais rápida, ele busca uma melhor experiência. Hoje tem muitas histórias de pessoas que se incomodam muito na hora de construir suas casas, então a gente busca entregar isso para o cliente com preço justo. O que o profissional quer? Ele quer ser reconhecido. Ele quer ser reconhecido, ele quer participar de uma inovação, ele quer participar de uma revolução, ele quer ter mais qualidade de vida, então é isso que ele busca. Então a gente busca entender o que cada um busca pra, no final do dia, poder entregar uma melhor experiência pro cliente.
Acho que no final todos os ganhos, né? Porque quando esse profissional que tá executando aquele projeto, quando ele se sente parte daquilo, ou seja, eu não tô aqui só colocando uma placa, colocando um vidro. Não, eu estou realizando o sonho de outras pessoas. Então, de certa forma, ele tem uma importância naquele projeto, naquela construção. E como que eu, como empreendedor ou líder desse time, coloco isso na cabeça dessas pessoas? Que não é simplesmente construir uma casa. Não, eu estou construindo o sonho dessas pessoas.
Isso é interessante. Você me perguntar das obras que a gente atende, me perguntar assim, tamanho de casa, quantos cômodos, eu não tenho resposta muitas vezes, eu não lembro desses detalhes, mas se você me perguntar a história de cada cliente, de como ele chegou até a gente, coisas que ele contou, isso eu gravo muito. Tem uma história de uma casa que a gente, isso marcou muito, que era uma casa dentro de um condomínio também, e a gente forneceu essa casa, e aí o namorado ali da Nessa cliente, ele me fez um comentário que me marcou bastante. Ele falou o seguinte, essa casa é um marco na família da... enfim, vou chamar de Maria que não vou falar o nome. Essa casa era uma casa no condomínio no litoral, então essa casa é um marco na família da Maria. porque pela primeira vez a família dela vai ter uma casa no litoral. Então ela estudou, ficou dois anos estudando, passou no concurso e tal, e hoje com 50 anos de idade ela tá realizando o sonho da família aqui de poder levar a mãe dela, levar as irmãs final de ano pra viver nessa... pra passar nessa casa aqui nesse condomínio. E graças ao Steel Frame a gente vai conseguir ter a casa pronta aqui pro próximo verão. Então são histórias assim que me marcam bastante, eu tento levar isso pra equipe, porque não é só mais uma casa. Poxa, mais um sonho?
Tem toda uma história, né?
Esse cliente ele tá confiando muitas vezes ali do dinheiro de uma vida ali pra... na nossa empresa pra gente poder entregar esse sonho, então isso de fato precisa ter uma relevância, né?
Isso é um ponto muito importante, Valcir. E quando você está nesse processo, principalmente nessa questão de pessoas, às vezes até em mudança de mindset, por exemplo, quando você tem um pedreiro que está acostumado a trabalhar naquela metodologia tradicional, eu visito muitas obras e vejo que você tem ali um problema de formação muito grande dessas pessoas. E aí uma pergunta, para atuar nesse sistema, imagina que eu tenho dificuldade de leitura, eu consigo trabalhar com esse sistema, mesmo tendo essa dificuldade de leitura? Como que vocês trabalham isso?
Então, ele é muito mais simples. Claro, precisa ter... Hoje, qualquer pessoa que saiba trabalhar com medidas, que saiba ver uma treina, que saiba entender um básico de um projeto, ali consegue trabalhar com a Steel Frame. É muito mais fácil formar mão de obra pelo fato de que o pedreiro hoje, eu admiro um pedreiro hoje, porque esse cara é um artesão, né? Ele precisa ter uma habilidade ali pra construir. E isso tem que ter as manhas, né? E o Steel Frame, você sai daquele processo artesanal e você passa pra um processo de montagem. aonde toda a engenharia vai pensar, vai desenvolver o projeto, e essa mão de obra vai simplesmente montar lá no canteiro. Claro que precisa ter habilidades, precisa ter um certo conhecimento.
Então, mas aí você sai daquela coisa, porque geralmente o pedreiro ali trabalha muito só, né, ele muitas vezes, ele mais um ou um ajudante ali, E quando ele passa a fazer parte de um time, de pessoas ali que estão pensando numa solução para facilitar a etapa de execução na obra, isso acaba facilitando e trazendo muito mais conhecimento para essa pessoa. Então, é nesse sentido que eu... Voltando à minha pergunta... Existe um trabalho em cima dessas pessoas, desses pedreiros, dessas pessoas que já atuam no segmento de você? Olha, deixa eu trazer esse cara, eu gostei dele, ele tem potencial.
Sim, sim, não existe, de fato. Quando a gente começou a empresa, eu costumava dizer que a gente só tinha vontade, porque não existia cliente, não existia arquiteto, não existia um engenheiro e não existia mão de obra. Só existia a gente lá querendo desenvolver a tecnologia. Então, a gente precisou desenvolver todo o ecossistema. Então, o que a gente fez? Você me fez uma pergunta sobre pedreiro, mas eu vou voltar um pouquinho antes. Aqui é onde começa, né? Depois eu vou chegar no pedreiro ali, por exemplo. Mas, arquiteto, a gente precisou bater na porta das universidades, falar sobre a tecnologia, levar esses acadêmicos, na época, para visitar obras. E ali tem o primeiro contato. É a mesma coisa com engenheiros. E para formar mão de obra, nós realizamos alguns treinamentos durante o ano. A gente vai selecionando daqueles construtores que nos procuram, que nos falam. Quero sair da alvenaria, quero trabalhar com light steel frame. Muitas vezes alguém fala assim, ah, estou ficando um pouco velho aqui, quero um serviço mais leve e tal. Às vezes chega a esse tipo de situação. Então a gente desenvolve alguns treinamentos para formar mão de obra. Então a gente treina arquiteto, engenheiros e também construtores. Então a gente faz essa formação de mão de obra.
Bacana. E nesse sentido de formação, vocês têm mulheres, assim, nesse processo de execução de montagem ou não? Ou é mais predominantemente, assim, masculino?
Eu tô vendo, assim, nos últimos anos, não é um trabalho que a gente faz, tá? É mais consequência do mercado, né? De uma mudança de paradigmas, né? Mas, cada vez mais, a gente está vendo mulheres trabalhando em obras nossas. Principalmente na parte interna, no drywall, a mulher tem mais sensibilidade para fazer acabamento. Então, a gente tem visto bastante isso acontecer.
Então, eu estou fazendo essa pergunta porque eu sempre falo isso aqui no nosso bate-papo, sempre que eu trago algum convidado assim. Porque eu já tenho aqui casos de construtoras que estão conseguindo equilibrar, sabe? Metade homem, metade mulher. Usando o melhor de cada um, sabe? A força do homem, a sensibilidade, o cuidado da mulher. E agora eu tô buscando aí, tô trazendo uma empresa parceira que eles trabalham muito com formação no mercado de construção. E a gente tá conseguindo trazer muitas mulheres, sabe? Aí por isso que eu tô te fazendo essa pergunta e de repente, enfim, acredito que se a sua mente e mentalidade já está aberta pra esse... pra esse momento entender que de fato a mulher já tá fazendo... já tá forte, né? No canteiro, enfim...
Não só no canteiro. Dizem que as mulheres vão dominar o mundo, né? Quando eu vou lá pra Mundo Estilo, lá já dominaram.
Já dominaram.
Até 2017 ali a única mulher que trabalhava na empresa era a minha esposa. Hoje a nossa engenharia lá tem... diria que hoje lá 80% são mulheres. 80% da engenharia. Então a preferência hoje é contratar mulheres. Mulheres elas não vão dominar o mundo, elas já dominaram.
Já dominaram.
Então elas são mais fortes, a gente fala que é sensível, sensível nada. A gente tem as mulheres na engenharia lá que elas resolvem muita coisa lá, então...
É bacana, eu tô nesse processo, é até um ponto importante que a gente tá fazendo alguns trabalhos, testando, ou seja, onde tá chegando nossa audiência. E, assim, infelizmente, quase 80% são homens, né? Que consomem nossos conteúdos, mas a gente percebe que tá crescendo, tá chegando, e muitas mulheres também, enfim... E quem sabe, agora, as mulheres aparecendo mais. Acabamos de fazer a série que você viu, Mulheres Que Constroem, que eu trouxe só mulheres pra fazer o bate-papo durante todo o mês de março. Então, assim, a gente tá crescendo, a gente tá chegando muito mais forte aí nesse universo feminino.
É, por mais que muitas vezes as mulheres não aparecem, mas... Quando a gente vai vender uma obra, quem tá ali na linha de frente ali é o homem, mas o decisor é sempre a mulher. Então, muitas vezes ela não tá aparecendo, mas são elas que... Até quando elas não aparecem, são elas que estão as decisoras, elas que estão comandando, né?
Então... E é importante também, né? A partir do momento que elas entendem mais um pouco da execução, tira aquele... aquela coisa de... pega uma mulher, leva um... já tive caso, assim. Uma mulher leva um carro no mecânico, aí ele passa um valor. Depois ela pega esse carro, esse mesmo carro, depois de, sei lá, uma semana, quinze dias... vai um amigo ou o próprio esposo levar esse mesmo carro no mecânico, o valor vem muito abaixo.
E as pessoas falam isso, não sei se de fato...
É, não, acontece. Eu já vi, já testei e, de fato, sabe? Então, porque eles entendem que a mulher não conhece, não entende, que o homem entende mais de mecânica e tal. Então, como que a gente começa a quebrar, sabe? É uma coisa mais de... Cultura, talvez.
Sim, mas tá mudando isso, tá mudando, e pelo menos na bolha que eu vivo, talvez, já mudou. Porque hoje, na bolha que eu vivo, convivo muito com arquitetas, engenheiras, nas obras, então as mulheres, na bolha que eu ando aí, já dominaram, tá?
Não dá pra brincar com elas, não.
Não dá.
Você, como que você é pai? E nesse sentido de ser pai, o que você espera para o futuro da construção? Tendo em vista que seu filho já pertence a outra geração, o que você pretende deixar de legado?
A gente precisa deixar o mundo cada vez melhor, pensar mais em sustentabilidade. Quando eu falo de Light Steel Frame, você faz uma casa hoje, daqui a 50 anos você vai construir um prédio naquele terreno, você consegue transformar todo aquele material reciclando num carro, por exemplo. Então o aço é um material que ele consegue ter um novo uso, né? Então a gente precisa pensar cada vez em mais sustentabilidade. E as pessoas hoje, os jovens ainda estão buscando cada vez mais um serviço mais leve, um serviço mais prático, essa mão de obra braçal, a gente entende que ela ela vai acabar, ela vai acabar, a gente vê que nos Estados Unidos já tá muito forte, a gente vê lá o McDonald's, por exemplo, pagando pra quem vai fazer entrevista, só pra fazer entrevista, porque tá faltando um monte de obra. Então, acho que a mesma coisa que acontece, o pessoal da agricultura, antigamente eles não queriam que os filhos vivessem na roça, né? Então os filhos sairiam pra estudar e tal, E hoje, na construção civil, isso está acontecendo também. Os profissionais da construção civil não querem mais ver os seus filhos naquele serviço braçal.
Eles até querem ver na construção civil, mas de outra forma.
É, não de certa forma. O uso da agricultura, do agro, aí mudaram, né? Porque até a gente entende aí que os setores mais atrasados da economia eram o agro e a construção civil, né?
Hoje o agro tá dominando, né? Bom, já há muitos anos, né?
Hoje a construção civil acaba absorvendo ainda essa mão de obra que veio lá da agricultura. Essa mão de obra que a gente muitas vezes utiliza. Que agora é um novo processo, né? Então saiu da agricultura, a agricultura hoje tem muita tecnologia, né? Tratores, enfim. veio pra Constituição Civil e eu acho que nessa peneira depois vai...
É, e agora como que eu pego nessas pessoas e levo pra fábrica, né?
Exatamente.
Tiro ali dos canteiros de obra, deixa eu levar pra dentro de uma fábrica, que é o que o Ricardo Matheus falou aqui no nosso podcast.
Exatamente. Ou levem pra fábrica ou pelo menos facilitem a vida delas dentro de um canteiro de obras. Porque hoje você conversa com um pedreiro com 50, 60 anos de idade e essa pessoa tá totalmente destruída, tá cansada, você não consegue perceber. Então é muito desgastante o serviço hoje dentro da construção civil.
E pra quem quer construir uma casa? nesse sistema construtivo. Imagina, eu já tenho um projeto ali que foi todo pensado no sistema tradicional. Você tem algum tipo de recomendação? Deixa, é importante que essa pessoa reveja o projeto, tente uma nova solução mais industrializada. O que você daria de dica para essa pessoa que já tem um projeto? Eu já tenho um projeto da minha casa e... Espera aí, deixa eu repensar.
Isso acaba acontecendo muito, tá? Então, muitas vezes o cliente ele tem lá, ele foi lá contratar o arquiteto, O arquiteto elaborou lá o projeto para a casa dos sonhos dele, e aí quando esse cliente vai orçar essa casa, ele começa a entender a complexidade que é construir uma casa. Onde as construtoras pedem dois anos, às vezes, para construir essa casa, dificuldade de entender um orçamento. Então, nesse momento, muitas vezes, o cliente começa a buscar a nova tecnologia e onde ele nos encontra. E o que é bem interessante é que a gente consegue transformar esse projeto, que foi pensado muitas vezes para uma construção tradicional, para Light Steel Frame. E muitas vezes mudando praticamente zero toda a arquitetura dessa casa. Parte de layout, isso. Só muda o sistema construtivo, mas a gente vai conseguir entregar o que? O que a gente muda seria o seguinte, seria velocidade de obra, um pouco mais de conforto térmico e uma melhor experiência para esse cliente. O restante é praticamente muito parecido.
Não, interessante. Então, vale a pena ainda tentar buscar uma nova solução?
Vale, vale sim. O que eu recomendo para esse cliente aí, enfim, possivelmente alguém vai nos ouvir aí e vai entender o que é o Steel Frame, vai querer pesquisar. O que eu diria é o seguinte, é pesquisar boas empresas. Eu sempre falo que não adianta você fazer o novo de forma antiga. Então, até nosso modelo de negócio, a Mundo Steel começou a atuar, alguns anos atrás, eu entendi que nós estávamos fazendo o novo de forma antiga. Mas como assim? Nós estávamos trabalhando com toda a tecnologia do SteelFrame e vendendo essa tecnologia igual material de construção vende. Então, poxa, não adianta eu vender uma estrutura de aço, as placas, igual se vende tijolo. Estou fazendo o novo de forma antiga. Então o que a gente fez? A gente trouxe inteligência pro negócio. Então a gente trouxe processos. Então eu digo pra esse cliente, ele buscar uma boa empresa que tenha uma estrutura de engenharia, que tenha know-how já de algumas casas já construídas. Pesquisar clientes que já construíram com essa empresa. Aí eu falo, pesquise CPF, pesquise CNPJ dos sócios aí, porque infelizmente tem muitas empresas hoje pegando carona nesse mercado. A gente vê que isso acontece muito em todas as áreas, né? Por isso que eu falo um pouco sobre isso, porque eu vejo muita coisa acontecer que às vezes eu não acredito.
Isso é um ponto importante que você falou, né? Às vezes a pessoa, ah, é uma tecnologia nova, aparentemente quem vê de fora pensa que é tudo lindo e tal, mas você tem que ter todo, de fato, uma estrutura, tem que ter gente treinada e essa coisa de você ter outras pessoas aí agora pegando carona, e às vezes pega um projeto e não entrega, enfim, realmente precisa... Acho que como todas as áreas, né? Mas nesse segmento de Light Steel Frame...
É que o Steel Frame, ele é viciante, tá? Quando o cliente... Eu percebo, às vezes, que quando o cliente começa a estudar sobre Light Steel Frame, ele se apaixona. Ele se apaixona e, muitas vezes, ele fica cego para algumas coisas. Então, é importante entender com quem você está negociando hoje. Tem boas empresas no mercado, tem empresas bem... bem boas aí no mercado, mas é importante que esse cliente pesquise muito bem antes. Não só Steel Frame, você precisa pesquisar hoje quando você vai comprar um carro, quando você vai comprar um apartamento, enfim. Mas eu falo isso que é o mercado que eu vivo aí, eu tenho visto algumas coisas aí que me preocupam com o futuro da tecnologia.
É um bacana. E quem quiser tirar alguma dúvida, entrar em contato com o Valsir, vai ter o contato dele aqui na descrição. Se for o canal de áudio que você está ouvindo ou o canal de vídeo que você está vendo, vai ter o seu contato. Você pode entrar em contato ali, colocar nos comentários qualquer coisa. A gente vai conversando. Isso é muito importante. Enfim, falar com quem entende e pode nos auxiliar de alguma forma. Valsir, a gente está chegando já no final do nosso podcast. Você tem alguma consideração? Ah, antes de finalizar, a gente tem o quadro Convidado com Vida, inclusive você. Foi o Ricardo Matheus que indicou você pra vir aqui bater esse papo com a gente. Tem alguém que você gostaria de ver aqui batendo esse papo com a gente?
Bacana, tem uma empresa de um amigo meu aqui de São Paulo, que é uma empresa que faz retrofit de fachadas, uma empresa bem tradicional já aí em São Paulo, uma empresa que é responsável por transformar esses prédios antigos em prédios mais bonitos e que investe muito em tecnologia.
É retrofit, né? Ele retrofita, faz retrofit de fachadas.
Exatamente, faz retrofit de fachadas. Essa empresa chama-se Herpol e o Fernando, o Fernando Gal. Então, eu vou deixar o convite aqui para o Fernando Gal vir aqui no podcast e falar um pouco desse trabalho que ele vem fazendo. E aí, ele tem algumas inovações, mas eu vou deixar para ele falar aí, porque eu não vou conseguir falar sobre o que ele faz.
Maravilha, o que a gente está aqui promovendo, de fato, são ideias e inovações. Então, está convidado. Se quiser, já faz de novo, reforça o convite. Fernando, vem para cá, Fernando.
Vem para cá gravar um podcast aí e falar um pouco desse trabalho que você vem fazendo de forma incrível.
Não, bacana, então tá convidado, então vamos, só falta aceitar agora, tá?
Ah, ele vem, eu falo que ele vem.
É, e suas considerações finais?
Fica aqui meu agradecimento aqui pelo convite, pô, só fico deslongeado pra cá, convite do Tio Ricardo ainda, que é um cara que meu mentor, o cara que me ajuda bastante, o cara que me fala muito sobre inovação, o cara que me falou uma frase que me marcou muito, que é a inovação abre portas, é... então talvez se fosse pra me falar algo aqui era pra quem tá ouvindo aí acreditar na inovação, porque de fato a inovação abre portas, se eu sair de uma cidade lá de 30 mil habitantes, hoje eu tô numa cidade de 100 mil habitantes, mas se eu sair de lá pra estar gravando esse podcast, pra estar fazendo obras aí, em várias cidades do país aí, também fora, como no Uruguai, foi porque a gente decidiu investir em pessoas, primeiro, né, não vou esquecer de pessoas, mas também em inovação. Então, eu acho que sigam aí, então, o Construecast, porque se podcast vai falar muito sobre inovação, então seria isso.
Então, obrigado você mais uma vez por ter aceito o convite de, enfim, contribuir com o seu conhecimento aqui com o nosso podcast, e eu tenho certeza que quem teve a oportunidade de ouvir ou assistir até o final, de alguma forma, saiu bastante impactado com o que ouviu através da sua fala.
Pois valeu, que agradeço o convite. Obrigado mesmo e parabéns pelo canal.
É isso aí.
Tamo junto. Valeu! Gente, obrigado!
É aquela! Agora sim! Nos vemos no nosso próximo encontro. Tchau!
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